Tag: All-NBA

  • Sixers despencam pro play-in após apanhar dos Pistons por 23 pontos

    Sixers despencam pro play-in após apanhar dos Pistons por 23 pontos

    Cara, que vexame foi esse dos Sixers ontem à noite. Perderam por 116 a 93 pros Pistons e agora estão na sétima colocação do Leste, direto na zona do play-in. Com quatro jogos restantes na temporada regular, o negócio tá feio mesmo.

    Olha, eu não esperava que fosse tão doloroso assim. Os Sixers (43-35) caíram meio jogo atrás dos Raptors (43-34) e agora precisam de uma milagrosa para fugir dessa situação constrangedora do play-in tournament. Enquanto isso, os Pistons seguem voando como primeiro colocados com 57-21.

    Sem Embiid, a defesa virou um queijo suíço

    Joel Embiid não jogou — lesão no oblíquo e ainda por cima doente. No segundo jogo consecutivo, o cara simplesmente não tinha condições. Andre Drummond entrou no lugar dele, mas vamos ser honestos aqui: quando o MVP não tá, essa defesa dos Sixers vira uma peneira completa.

    Logo no primeiro quarto deu pra ver o estrago. Detroit acertou os primeiros 8 arremessos — isso mesmo, TODOS os primeiros 8! Cada jogador titular dos Pistons fez pelo menos uma cesta. Duncan Robinson ainda teve a audácia de fazer uma bandeja corrida pra abrir 19 a 13.

    Tyrese Maxey até tentou segurar a onda com 14 pontos só no primeiro período, mas não adiantou nada. Paul George também começou bem (9 dos primeiros 13 pontos da equipe), mas depois sumiu completamente do jogo.

    O desastre foi crescendo aos poucos

    No segundo quarto, Nick Nurse ainda tentou mexer na rotação — colocou Cameron Payne e Justin Edwards, que nem tinham jogado na vitória contra os Timberwolves. VJ Edgecombe até empatou o jogo em 52 a 52 com uma bela de três, mas foi só ilusão.

    Tobias Harris (que bizarro ver ele do outro lado, né?) meteu 19 pontos e ajudou os Pistons a abrirem 10 de vantagem ainda no segundo quarto. Aí o Payne se machucou no intervalo (distensão no posterior da coxa direita) e nem voltou pro segundo tempo. Simplesmente não tava pra ser mesmo.

    Na segunda etapa foi um massacre total. George começou a errar tudo, incluindo dois turnovers absurdos. Quando Harris acertou mais uma de três e abriu 93 a 72, Nick Nurse praticamente desistiu da partida. Com 4 minutos e 56 segundos restantes, tirou Maxey, George e Edgecombe de quadra.

    Sinceramente? Foi constrangedor ver os Sixers desistirem assim. Daniss Jenkins ainda fez 16 pontos e 14 assistências pelos Pistons, como se não bastasse o vexame.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que esse time consegue se recuperar a tempo de fugir do play-in? Com essa defesa sem o Embiid e George ainda irregular, tá difícil de acreditar…

  • Jaquez faz 32, Ware bloqueia 7 e Heat atropela Wizards por 152-136

    Jaquez faz 32, Ware bloqueia 7 e Heat atropela Wizards por 152-136

    Cara, que show o Miami Heat fez ontem contra o Washington! 152-136 — e olha que nem foi tão apertado quanto o placar sugere. O Jaime Jaquez Jr. simplesmente resolveu o jogo com 32 pontos antes de sair correndo pro aeroporto. Por quê? O maluco ia assistir a final do basquete feminino universitário porque a irmã dele, Gabriela, joga pela UCLA. Família é família, né?

    Mas o verdadeiro monstro da noite foi o Kel’el Ware. 24 pontos, 19 rebotes e — segurem-se — 7 tocos! Sete! O cara virou uma muralha no garrafão. Sinceramente, não lembro da última vez que vi um pivô dominar assim dos dois lados da quadra.

    Bam não precisou repetir os 83 pontos

    Lembram do jogo passado entre esses times quando o Bam Adebayo fez 83 pontos? Pois é, dessa vez ele “só” fez 14. Logo no primeiro ataque já veio tripla marcação — óbvio, né? Mas mesmo assim contribuiu com 9 rebotes e 7 assistências. O Andrew Wiggins também apareceu bem com 21 pontos.

    A coisa mais impressionante? O Heat chegou aos 150 pontos pela terceira vez na história da franquia. E duas dessas três vezes foram contra esses coitados do Washington. Deve ser trauma já.

    Wizards seguem na mesma sina

    Do lado dos Wizards, o Will Riley até tentou com 31 pontos, mas não teve jeito. O time chegou às 60 derrotas pela terceira temporada seguida. Cara, é de dar dó. O Sharife Cooper ainda colaborou com 20, mas quando você toma 35 pontos de diferença em alguns momentos do jogo, não tem muito o que fazer.

    Achei massa a história do Jaquez correndo pra Phoenix pra torcer pela irmã. O Spoelstra até comentou sobre como a família se apoia. “É lindo de ver”, disse o técnico. E realmente é — no meio de toda essa correria da NBA, o cara não esquece da família.

    O Heat ainda fez uma homenagem pro Michael Baiamonte, locutor que tá se aposentando depois de 35 anos. O cara viu três títulos, várias finais… deve ter sido emocionante mesmo.

    E aí, vocês acham que esse Heat pode incomodar nos playoffs? Com o Ware jogando assim e o Jaquez em boa fase, qualquer coisa pode acontecer.

  • Reaves fora da temporada: Lakers em apuros sem seu cestinha

    Reaves fora da temporada: Lakers em apuros sem seu cestinha

    Cara, a temporada dos Lakers acabou de ficar bem mais complicada. Austin Reaves vai ficar de fora do resto da temporada regular com uma lesão no músculo oblíquo grau 2. E olha, não é só ele não — Luka Dončić também está machucado. Os dois se machucaram na mesma partida contra o Thunder na quinta-feira.

    Sinceramente? Eu não esperava que fosse tão grave assim. Os dois voltaram pro jogo depois de se machucar, então a gente pensou “deve ser coisa pouca”. Mas aí veio a ressonância do Reaves no sábado e… fim de papo. Pelo menos duas semanas fora, mas sabendo como são essas lesões musculares, pode ser bem mais que isso.

    O timing não podia ser pior

    Os Lakers estão voando — 16 vitórias nos últimos 19 jogos, brigando pela terceira colocação no Oeste. E agora perdem seu segundo maior pontuador bem quando os playoffs estão chegando. Reaves tá fazendo uma temporada monstro: 23.3 pontos, 5.5 assistências e 4.7 rebotes por jogo. Se tivesse jogado jogos suficientes, seria o 11º maior pontuador da liga inteira.

    E tem outro detalhe que me deixa preocupado: o cara já tinha perdido 19 jogos este ano por causa de uma lesão na panturrilha no Natal. Agora essa. O físico do Reaves tá preocupando, não vou mentir.

    JJ Redick tentando manter a moral

    O técnico JJ Redick falou que a missão não mudou: “Vamos atrás da terceira colocação e tentar ganhar uma série de playoffs”. Mas convenhamos, fica difícil sem dois dos seus principais jogadores, né? LeBron vai ter que carregar esse time nas costas mais uma vez — e olha que ele já tá com 41 anos.

    A real é que essa lesão do Reaves pode mudar completamente os planos dos Lakers pros playoffs. O cara tinha se tornado peça fundamental no ataque ao lado do LeBron e do Dončić. Vocês acham que os Lakers conseguem fazer barulho nos playoffs assim mesmo, ou essa dupla de lesões foi um balde de água fria nas pretensões do time?

    O último jogo da temporada regular é dia 12 de abril, em casa, contra o Utah. Torcer pra que pelo menos um dos dois volte pros playoffs.

  • Wizards levam sacolada HISTÓRICA do Heat: 152 a 136!

    Wizards levam sacolada HISTÓRICA do Heat: 152 a 136!

    Cara, eu já vi muito time ruim de defesa na NBA, mas o que os Wizards fizeram ontem em Miami foi de outro mundo. 152 pontos sofridos! CENTO E CINQUENTA E DOIS!

    Vocês lembram que há poucos dias o Philadelphia tinha feito 153 nos caras? Pois é, o Heat quase bateu essa marca também. No intervalo já eram 77 pontos — se mantivessem o ritmo, chegariam nos 154. Absurdo.

    Defesa? Que defesa?

    O terceiro quarto foi um pesadelo total: 45 pontos sofridos em 12 minutos. Sinceramente, eu não sei o que o técnico fala no vestiário, mas claramente não tá adiantando muito. Com 6 minutos pro fim, o placar mostrava 140 a 118 pro Heat.

    A única coisa que salvou os Wizards de uma humilhação ainda maior foi conseguirem limitar Miami a “apenas” 30 pontos no último período. Imaginem se não conseguissem nem isso…

    Will Riley brilhou no meio do caos

    No meio dessa bagunça toda, Will Riley foi praticamente o único que apareceu de verdade. O cara fez 31 pontos em 37 minutos, acertando 12 de 17 arremessos de quadra. Plus/minus de apenas -3 num jogo que o time perdeu por 16? Monstro!

    Sharife Cooper e Jamir Watkins também aproveitaram o garbage time pra mostrar serviço — 20 e 14 pontos respectivamente, ambos acertando bolas de três. Pelo menos teve isso né.

    Jaquez Jr. candidato a 6º homem?

    Do lado do Heat, Jaime Jaquez Jr. saiu do banco e meteu 32 pontos em 32 minutos. Trinta e dois em trinta e dois! Esse garoto tá pedindo passagem pro prêmio de melhor sexto homem da temporada, hein?

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que os Wizards conseguem melhorar essa defesa ou vai ser assim o resto da temporada? Porque do jeito que tá, qualquer time vai fazer festa contra eles.

    Próximo jogo é amanhã em Brooklyn. Será que os Nets também vão aproveitar pra fazer a festa?

  • Pistons garantem 1º lugar no Leste e são sensação da NBA

    Pistons garantem 1º lugar no Leste e são sensação da NBA

    Gente, eu ainda não consigo acreditar no que estou vendo. Os Detroit Pistons — sim, aquele mesmo time que era piada da liga há dois anos — acabaram de garantir o primeiro lugar da Conferência Leste com uma vitória tranquila de 116 a 93 sobre o Philadelphia 76ers.

    Cara, que transformação absurda! Um time que perdia 60+ jogos por temporada virou candidato real ao título. E olha que ainda estão sem o Cade Cunningham, que tá fora com um pulmão colapsado (situação bizarra, por sinal).

    Tobias Harris deu aula no ex-time

    O grande nome da noite foi Tobias Harris, que simplesmente destruiu a torcida do Philadelphia que tava vaiando ele a noite toda. O cara fez 19 pontos e ainda roubou 4 bolas, transformando cada vaia em arremesso certeiro. Sinceramente, não tem coisa mais gostosa no basquete do que ex-jogador calando a boca da torcida que tá reclamando dele.

    Mas o moleque Daniss Jenkins também merece destaque. Desde que assumiu a titularidade no lugar do Cade, o garoto tá voando: 16 pontos, 14 assistências e apenas 1 turnover. Esse aí já mostrou que aguenta a pressão dos playoffs.

    Defesa sufocante decidiu o jogo

    O jogo começou equilibrado, mas foi no terceiro quarto que os Pistons mostraram por que são tão especiais. A defesa deles simplesmente espremeu o Philadelphia até não sobrar nada. Em determinado momento do último quarto, os Sixers ficaram mais de 6 minutos sem fazer uma única cesta. Imagina a frustração!

    E não é só isso — Detroit teve 33 assistências em 43 cestas convertidas. Isso é basquete coletivo no seu melhor nível. Todos os cinco titulares pontuaram em dois dígitos, além de dois reservas também contribuindo. Time completo mesmo.

    Uma transformação histórica

    Olha, eu acompanho NBA há muito tempo e poucas vezes vi uma reconstrução tão impressionante quanto essa dos Pistons. Eles têm 57 vitórias com quatro jogos restantes na temporada regular. Se chegarem às 60 vitórias, serão apenas o terceiro time na história da franquia a conseguir isso.

    Os outros dois foram lendários: o time de 2005-06 que ganhou 64 jogos com Flip Saunders e aquele esquadrão histórico de 1988-89 que foi campeão com 63 vitórias. Estar nessa companhia já é um feito e tanto.

    E aí, vocês acham que esse time dos Pistons tem o que é preciso para chegar às Finais da NBA? Com essa defesa monstruosa e sem o Cade ainda, imaginem quando ele voltar…

  • Spurs perdem de virada: sequência de 11 vitórias acaba em Denver

    Spurs perdem de virada: sequência de 11 vitórias acaba em Denver

    Cara, que dor no peito. Os Spurs tinham tudo pra fechar a temporada regular com chave de ouro, mas deixaram escapar em Denver por 136 a 134, na prorrogação. Onze vitórias seguidas foram pro espaço numa partida que teve absolutamente tudo.

    Olha, eu não sei vocês, mas esse jogo me deu um gostinho do que vem por aí nos playoffs. Treze bolas de três só no primeiro quarto — treze! — e a intensidade física subindo conforme o jogo foi esquentando. Era praticamente um aperitivo dos playoffs mesmo.

    Jokić mostra por que é o melhor do mundo

    O sérvio monstro simplesmente destruiu. Levou duas pancadas (uma do Wemby no primeiro quarto e outra do Keldon no segundo), e vocês sabem como ele fica quando alguém mexe com ele, né? Saiu como um doido e terminou com 40 pontos, acertando 52% dos arremessos.

    Sinceramente, o cara é alienígena. Os Spurs até tentaram fazer ele trabalhar na defesa — e funcionou por um tempo — mas quando chegou a hora do vamos ver, ele simplesmente tomou conta. Essa é a diferença entre ser bom e ser o melhor jogador do planeta.

    Wembanyama fez sua parte (17 lances livres tentados só no primeiro tempo!), mas na reta final foi o Jokić quem prevaleceu. E olha que o francesinho não ficou quieto não — quando levou duas faltas logo no começo, continuou partindo pra cima. Gostei da atitude.

    Castle e os coadjuvantes brilham

    Stephon Castle teve uma atuação absurda, principalmente no terceiro quarto quando os Spurs estavam com a corda no pescoço. Ele, junto com Wemby e Julian Champagnie, praticamente salvaram o time naquele período. Sete cestas entre os três numa sequência que foi fundamental.

    Mas aí que tá — quando os caras foram pro banco, Denver aproveitou e diminuiu a vantagem pra apenas quatro pontos antes do último período. Esse é o problema de depender tanto dos titulares.

    E tem um detalhe curioso: Christian Braun acertou cinco bolas de três. Cinco! Os Spurs deixaram ele livre de propósito pra congestionar o garrafão, e teoricamente era a estratégia certa — o cara tava horrível nos arremessos abertos essa temporada. Só que no basquete, né, qualquer um pode esquentar do nada.

    A sequência que dói até hoje

    Os Spurs vinham imbatíveis quando faziam pelo menos 70 pontos no primeiro tempo — eram 15 vitórias em 16 jogos. Agora virou 15-3 depois dessa derrota que dói.

    De’Aaron Fox até tentou salvar na reta final com cinco cestas no último quarto, mas aí fez uma cagada monumental: se atirou num arremessador e deu uma falta de quatro pontos que deixou tudo embolado. Na prorrogação, perdeu uns arremessos decisivos que poderiam ter mudado tudo.

    Vocês acham que essa derrota pode afetar o psicológico do time pros playoffs? Porque, olha, perder uma sequência de 11 vitórias assim, no finalzinho da temporada regular, não é qualquer coisa. Mas sei lá, talvez seja até bom pra tirar aquela pressão de invencibilidade, sabe?

    De qualquer forma, que jogaço. Se os playoffs vão ser nesse nível, já podem me internar na UTI cardiac porque não vou aguentar.

  • Will Riley tá destruindo e o Wizards… perdendo de goleada de novo

    Will Riley tá destruindo e o Wizards… perdendo de goleada de novo

    Cara, vou ser sincero com vocês: assistir o Washington Wizards hoje em dia é tipo ver um acidente de carro em câmera lenta. Você não consegue desviar o olhar, mas também não dá pra gostar do que tá vendo.

    Na derrota de ontem pro Miami Heat por 16 pontos (que na real foi uma surra de 35 pontos disfarçada no final), o Wizards permitiu mais de 150 pontos pelo segundo jogo consecutivo. Sim, vocês leram certo — mais de 150 pontos. Duas vezes seguidas!

    Will Riley continua sendo um monstro

    Mas olha, se tem uma coisa que tá me deixando empolgado nessa temporada de sofrimento é o Will Riley. O moleque simplesmente não para de impressionar. Ontem foram 31 pontos com 12/17 nos arremessos e ainda roubou 5 bolas. Absurdo!

    O mais legal é que ele tá pontuando de todas as formas possíveis: jogada individual criando espaço, finalizando por cima dos grandões, atacando o garrafão e acertando de fora. Tem uma jogada específica no primeiro quarto que mostra a qualidade técnica do cara — ele recebe na lateral com marcação grudada e na mesma hora gira, arranca e faz a bandeja. Decisão instantânea, sem dar tempo pro help chegar.

    Sinceramente, Riley tá jogando num nível que eu não esperava ver tão cedo. O garoto tem apenas 19 anos e já tá carregando esse time nas costas.

    O resto do time pelo menos tentou

    Justin Champagnie teve um double-double discreto com 12 pontos e 10 rebounds em apenas 21 minutos. O maluco levou três tocos do Kel’el Ware (que tá virando uma máquina de bloquear arremesso), mas ainda assim acertou 4 de 9 do campo.

    Sharife Cooper contribuiu com 20 pontos e 7 assistências, enquanto JuJu Reese pegou 9 rebounds em só 11 minutos de jogo. Pelo menos alguns caras tão tentando, né?

    Mas vamos falar sério — como que você vai dar 100% sabendo que o time QUER perder? Todo mundo sabe que Washington tá mirando uma boa posição no Draft, e isso fica óbvio demais em quadra às vezes.

    As coisas que me deixam maluco

    Uma coisa que não entra na minha cabeça: por que diabos o Wizards insiste em tentar jogadas individuais contra o Bam Adebayo e o Davion Mitchell? Cara, esses dois são uns dos melhores defensores da liga nessas situações! Mitchell não é apelidado de “Off-Night” à toa.

    E outra — esse negócio de pegar o rebote e já meter um arremesso sem passar a bola pra ninguém me irrita profundamente. Beleza, numa transição rápida um chute de três faz sentido. Mas no meio-quadra, com a defesa organizada? Vamos trabalhar a bola, pessoal!

    Pelo menos teve alguns momentos bacanas. O Bilal Coulibaly fez uma jogada linda no segundo quarto, driblando o próprio Adebayo pela esquerda e convertendo uma bandeja espetacular. Ainda tenho esperança nesse moleque.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que Riley vai conseguir manter esse nível absurdo de jogo? Ou será que é só fase? Eu tô começando a sonhar com esse cara sendo nossa estrela do futuro, não vou mentir.

  • Embiid fora de novo e Sixers levam sapatada dos Pistons

    Embiid fora de novo e Sixers levam sapatada dos Pistons

    Olha, eu já nem me surpreendo mais. Joel Embiid ficou de fora da goleada que os Philadelphia 76ers levaram dos Detroit Pistons (116-93) no sábado, e dessa vez foi por uma combinação explosiva: lesão no oblíquo direito, controle de carga e ainda por cima doença. Cara, parece que o universo conspirou contra o homem.

    O mais interessante é que na sexta-feira ele já tinha demonstrado frustração por ter sido cortado do jogo contra os Wizards na quarta. Imagino a sensação: você quer jogar, mas o corpo (e o departamento médico) não deixa. Deve ser desesperador.

    O padrão que já virou rotina

    Aqui vai um dado que não surpreende ninguém que acompanha a NBA: Embiid não jogou nem um back-to-back sequer nesta temporada. Zero. É a política de preservação levada ao extremo, e sinceramente, dá pra entender o porquê.

    O técnico Nick Nurse tentou passar uma vibe de tranquilidade antes do jogo de sábado, falando que não estava preocupado com a situação. “Lidamos com isso mantendo as coisas focadas no basquete”, disse Nurse. “Ele estava no treino ontem, foi excelente no jogo de ontem, foi realmente um grande companheiro de equipe.”

    Traduzindo: quando joga, joga bem. O problema é que joga pouco.

    Os números que preocupam

    Embiid já disputou 37 jogos nesta temporada. Para quem não faz as contas rápido, isso significa que ele perdeu mais jogos do que jogou até agora. E olha que estamos falando de um candidato ao MVP quando está saudável.

    A questão é: até onde essa gestão de carga vai funcionar? Os Sixers precisam do seu astro para brigar pelos playoffs, mas também precisam dele inteiro para quando os playoffs chegarem. É um dilema que não tem resposta fácil.

    E vocês, o que acham? Vale mais preservar o Embiid para os momentos decisivos ou é melhor arriscar para garantir uma melhor colocação na temporada regular? Porque do jeito que as coisas vão, pode ser que nem playoffs tenham para se preocupar…

  • Curry volta após 27 jogos fora: ‘Meu joelho não tem nada estrutural’

    Curry volta após 27 jogos fora: ‘Meu joelho não tem nada estrutural’

    Cara, finalmente o Chef voltou! Stephen Curry vai retornar aos Warriors neste domingo depois de ficar 27 jogos parado com uma lesão no joelho — e olha, eu tava começando a ficar preocupado mesmo.

    O que mais me chamou atenção foi ele falar que “não tem nada estruturalmente errado” com o joelho. Tipo, isso é bom né? Mas ao mesmo tempo ele disse que é um “novo normal”. Sinceramente, aos 38 anos, qualquer pausa longa do Curry já deixa a gente com o pé atrás.

    A frustração de não saber quando ia voltar

    Segundo o próprio Steph, a pior parte foi a incerteza. Ele pensou que ia ficar fora uma semana, no máximo 10 dias. Resultado? Quase três meses parado. “Toda vez que eu tentava forçar um pouco nas primeiras semanas, não era exatamente uma reação, mas também não tava sarando na velocidade que eu esperava”.

    E isso é coisa que todo atleta veterano odeia — aquela lesão chata que você não pode “empurrar com a barriga”. Não é como um tornozelo torcido que você toma um anti-inflamatório e joga. O joelho do Curry precisou de descanso total mesmo.

    Warriors apostando todas as fichas no playoff

    Olha, vou ser sincero: seria mais inteligente deixar ele descansar até a próxima temporada? Talvez. Os Warriors tão em 10º no Oeste, Jimmy Butler e Moses Moody já eram para a temporada, e mesmo se passarem do play-in, vão pegar o Thunder — que tá voando — na primeira rodada.

    Mas eu entendo a decisão. Curry aos 38 pode não ter muitas temporadas pela frente, e você nunca sabe quando vai ser a última chance de fazer alguma coisa especial. Além do mais, cinco jogos pra ele pegar ritmo antes dos playoffs até que faz sentido.

    E vocês, acham que foi certo trazer ele de volta agora ou era melhor poupar pro ano que vem? Porque sinceramente, ver o maior arremessador da história voltar sempre me dá uma expectativa absurda — mesmo sabendo que ele não tá 100%.

  • Hall da Fama 2026: Stoudemire e Doc Rivers finalmente lá!

    Hall da Fama 2026: Stoudemire e Doc Rivers finalmente lá!

    Galera, saiu a lista da classe de 2026 do Basketball Hall of Fame e, cara, que seleção sensacional! Finalmente o Amar’e Stoudemire vai entrar no lugar que sempre mereceu.

    O ex-pivô/ala-pivô dos Suns foi um dos destaques anunciados no Final Four da NCAA, em Indianapolis. Seis vezes All-Star, o cara foi um monstro absoluto nos seus tempos de Phoenix ao lado do Nash. Quem acompanhou a NBA nos anos 2000 sabe o show que ele dava — aquelas enterradas eram de outro mundo.

    Doc Rivers também na lista

    Junto com Stoudemire, Doc Rivers finalmente recebe o reconhecimento que merece. Mais de 1.190 vitórias na carreira (Orlando, Boston, Clippers, Sixers e agora Milwaukee), campeão da NBA em 2008 com os Celtics. Técnico do Ano em 2000.

    Sinceramente, demorou. O cara construiu uma carreira sólida e sempre foi respeitado pelos jogadores. Lembram daquela final de 2008 contra o Lakers? Que trabalho espetacular ele fez com aquele time do Big Three.

    As surpresas e outras seleções

    Mike D’Antoni também entrou — e aqui eu fico dividido. O ‘Seven Seconds or Less’ revolucionou o basquete moderno, isso é fato. Mas será que uma carreira sem títulos da NBA merece o Hall? Enfim, a contribuição tática dele foi enorme.

    Do lado feminino, Elena Delle Donne e Chamique Holdsclaw vão ser exaltadas, junto com o time olímpico feminino de 1996 que ganhou ouro em Atlanta. Esse time foi histórico — primeiro de oito ouros consecutivos para as americanas.

    Mark Few (Gonzaga), Joey Crawford (aquele árbitro que expulsava todo mundo) e vários outros técnicos completam a lista. Crawford apitou por 39 temporadas — imaginem quantas discussões esse cara viu na carreira!

    E aí, o que vocês acham dessa seleção? Stoudemire mereceu mesmo ou demorou demais para entrar? A cerimônia vai rolar em agosto, em Springfield. Vai ser emocionante ver esses caras recebendo o reconhecimento.