Tag: All-NBA

  • Jokić faz 40 pontos monstro e Nuggets quebra sequência dos Spurs

    Jokić faz 40 pontos monstro e Nuggets quebra sequência dos Spurs

    Cara, o que o Nikola Jokić fez ontem foi simplesmente absurdo. 40 pontos, 13 assistências, 8 rebounds e ainda 3 tocos numa vitória de 136-134 na prorrogação contra os Spurs. O sérvio tá em outro nível, sério.

    O jogo começou com os Spurs destruindo tudo — 43 pontos só no primeiro quarto. Eu tava pensando “lá vamos nós, vai ser outro massacre”. Mas aí que tá a magia dessa temporada dos Nuggets: eles simplesmente não desistem mais.

    Aaron Gordon salvou a pátria

    Nos últimos segundos do tempo normal, com o jogo praticamente perdido, o Aaron Gordon apareceu com uma enterrada de cortar o coração. 124 a 124, prorrogação garantida. Esse cara sempre aparece nas horas decisivas — é o tipo de jogador que todo time sonha em ter.

    Na prorrogação, Jokić assumiu o controle total. Dois lances livres nos segundos finais para cravar a vitória. Frieza total. O Dylan Harper ainda tentou um milagre com uma bomba de três no último segundo, mas já era tarde demais.

    Wembanyama jogou como um monstro também

    Olha, eu preciso falar do Victor Wembanyama porque o cara é um alienígena mesmo. 34 pontos, 18 rebounds, 7 assistências e 5 tocos. Esses números são de videogame, gente. Só que no basquete, às vezes o individual não basta — e foi exatamente isso que aconteceu.

    A sequência de 11 vitórias dos Spurs era impressionante, não vou mentir. Mas os Nuggets estão numa vibe diferente agora. Oito vitórias seguidas não é brincadeira, principalmente nessa reta final de temporada onde cada jogo vale ouro.

    Sinceramente, acho que o Denver tá encontrando o timing perfeito para os playoffs. Com o Jokić jogando nesse nível — e olha que ele já é candidato a MVP — eles podem incomodar qualquer um no Oeste.

    A briga pelo playoff tá pegando fogo

    Os Nuggets estão empatados com os Lakers em 50 vitórias, brigando por aquela terceira colocação. E vocês sabem como é: posição no playoff faz diferença, principalmente quando você quer evitar os Thunder logo de cara.

    O que me deixa mais impressionado é como o Jokić consegue elevar o nível do time inteiro. 13 assistências numa noite de 40 pontos? Isso é fazer os companheiros melhores enquanto domina o jogo. É isso que separa os bons dos geniais.

    E aí, vocês acham que os Nuggets conseguem manter esse ritmo até o final? Com o Jokić nessa forma, eu não duvido de nada.

  • Pistons enfrentam 76ers sem Embiid: chance de ouro pros meninos

    Pistons enfrentam 76ers sem Embiid: chance de ouro pros meninos

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi que o Embiid não vai jogar hoje contra os Pistons, já pensei “essa é a chance”. O Philadelphia tá vindo de back-to-back depois de enfrentar os Timberwolves ontem, e sabemos como é – sem o pivô cabeça de área deles, a coisa fica bem mais fácil pra Detroit.

    Na minha visão, isso é presente pra um time que tá fazendo uma temporada absurda com 56 vitórias e só 21 derrotas. Os Pistons estão voando, e pegar os Sixers sem o Embiid é daquelas oportunidades que você não pode desperdiçar.

    Jalen Duren voltando pra “casa”

    O que mais me empolga nesse jogo é ver o Jalen Duren jogando na Filadélfia. O moleque cresceu a 45 minutos de distância da cidade, em New Castle, Delaware, e ainda jogou no colegial por lá. É praticamente um jogo em casa pra ele.

    Lembram do último confronto entre esses times? Pistons meteram 131-109, uma lavada histórica. Na época, os Sixers tavam tão sem opção no garrafão que colocaram o Dominick Barlow como titular no centro. Imaginem só! Naquele jogo, o Duren jogou apenas 14 minutos mas foi cirúrgico: 14 pontos em 6 de 7 arremessos e 10 rebotes. Um double-double quase sem suar.

    Agora, com o Drummond (ex-Pistons, por sinal) dando uma força maior no garrafão dos Sixers, vai ser interessante ver como o Duren se sai. O garoto tem evoluído muito ultimamente, parece que encontrou outro patamar no jogo.

    As odds favorecem Detroit

    Detroit entra como favorito por 3.5 pontos, e sinceramente, acho pouco. Com Paul George e Tyrese Maxey ainda em quadra pelos Sixers, não vai ser moleza, mas sem o Embiid e com o cansaço do back-to-back, os Pistons têm tudo pra dominar.

    A escalação provável dos Pistons com Daniss Jenkins, Duncan Robinson, Ausar Thompson, Tobias Harris e Jalen Duren me agrada. É um time que tem velocidade, arremesso de fora e presença no garrafão. Do outro lado, ver Andre Drummond de volta enfrentando seu ex-time sempre rende umas emoções extras.

    E aí, galera – vocês acham que os Pistons conseguem manter o embalo dessa temporada fantástica? O jogo é às 19h (horário de Brasília) e promete ser mais um show dessa equipe de Detroit que não para de surpreender.

  • Embiid explode contra a direção do 76ers: ‘Não me deixaram jogar!’

    Embiid explode contra a direção do 76ers: ‘Não me deixaram jogar!’

    Olha só que confusão se armou na Filadélfia! Joel Embiid resolveu desabafar e mandou a real sobre estar sendo poupado pelo Philadelphia 76ers — e o cara não tá nada contente com isso, não.

    Na sexta-feira, depois da vitória contra o Minnesota Timberwolves por 115-103, o gigante camaronês soltou o verbo. “Eu estava puto. Eu queria jogar basquete”, disparou Embiid, que ficou de fora do jogo contra Washington na quarta-feira. “Não me deixaram jogar basquete, então acho que essa é uma pergunta para o Daryl Morey ou quem toma as decisões.”

    O drama da quarta-feira

    A história é a seguinte: Embiid foi cortado da lista contra os Wizards por “doença”, mas o próprio jogador disse nas redes sociais que planejava jogar. Depois ainda postou: “Acho que eles não vão me deixar jogar basquete.”

    E o mais absurdo? Embiid descobriu que não ia jogar… pela internet! “Descobri online que não ia jogar naquela noite”, revelou. “Isso me pegou de surpresa.” Imagina a raiva do cara, gente!

    Na minha opinião, essa situação toda mostra como a gestão de carga de trabalho dos astros virou uma zona cinzenta na NBA. Por um lado, entendo o 76ers querendo preservar seu principal jogador — principalmente considerando o histórico de lesões do Embiid. Mas por outro, o atleta quer competir, quer estar em quadra ajudando o time.

    Nick Nurse tenta apagar o incêndio

    O técnico Nick Nurse tentou diminuir a polêmica, elogiando a postura do Embiid no jogo seguinte contra Minnesota. “Lidamos com isso mantendo as coisas relacionadas ao basquete”, disse Nurse antes do confronto com Detroit no sábado (que Embiid também perdeu por “lesão oblíqua direita, gestão de lesões e doença”).

    Mas, sinceramente, acho que essa tensão entre jogador e front office é mais comum do que imaginamos. Embiid tem apenas 37 jogos na temporada, ficando de fora principalmente por “gestão de lesões” nos joelhos. Com médias de 26,7 pontos, 7,6 rebotes e 4,0 assistências, o cara continua sendo um monstro quando joga.

    E vocês, o que acham? O 76ers está certo em poupar tanto o Embiid, ou o jogador tem razão em querer jogar mais? Uma coisa é certa: essa rixa entre estrela e direção nunca termina bem…

  • Curry volta depois de 2 meses parado – Warriors precisam desse milagre

    Curry volta depois de 2 meses parado – Warriors precisam desse milagre

    Galera, o Superman está de volta. Depois de dois meses longe das quadras por causa de uma lesão chatíssima no joelho direito, Stephen Curry finalmente vai voltar a vestir a camisa dos Warriors contra o Houston Rockets neste domingo.

    27 jogos fora. VINTE E SETE! O cara que é a alma dos Warriors ficou praticamente dois meses assistindo o time sofrer do banco. E olha, não foi moleza não — o próprio Curry falou que foram “dias longos e sombrios” durante a reabilitação.

    A síndrome que quase acabou com a temporada

    A lesão tem nome complicado: síndrome da dor patelofemoral. Basicamente, o joelho do Curry estava gritando de dor a cada movimento. O mais frustrante? Ele achava que estava melhor, treinava pesado, e no dia seguinte a dor voltava com tudo.

    “Eu fazia todos os testes fora da quadra e me sentia ótimo”, contou Curry. “Aí começava a correr, fazer o treino normal, e no final da sessão a dor começava a voltar. No dia seguinte era horrível.” Cara, só de imaginar a frustração desse cara…

    O que mais me impressiona é que, aos 38 anos, Curry não pensou nem por um segundo em dar a temporada por encerrada. O Warriors está brigando pela play-in, numa situação meio desesperadora, e ele quer ajudar até o final.

    Warriors sem Curry = time comum

    Os números não mentem: sem o Baby Faced Assassin, os Warriors têm um aproveitamento de 13-25. Com ele em quadra, o time vira outra coisa completamente. Steve Kerr resumiu bem: “O jogo fica muito mais fácil para todo mundo quando o Steph está em quadra.”

    Gary Payton II foi ainda mais poético: “Agora o Superman voltou, vamos descobrir como fazer isso funcionar. É como uma força gravitacional, só de vê-lo disponível já dá vida aos jogadores, técnicos e até pros caras do escritório.”

    E vocês, acham que o Curry consegue levar esse Warriors pra playoffs? Porque olha, com 36 vitórias e 41 derrotas, a situação não está nada fácil. Mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é nunca duvidar do que esse monstro é capaz de fazer quando importa.

    Kerr já avisou que vai com calma — menos de 48 minutos de jogo (óbvio, né coach?), e até existe a possibilidade dele sair do banco. Seja como for, só de ter o maior arremessador da história de volta já muda tudo para os Warriors.

    Domingo vai ser emocionante no Chase Center. A torcida está louca para ver o número 30 de volta, e sinceramente, eu também estou ansioso pra ver se a magia ainda está lá.

  • Jokic destruiu geral com 40 pontos e parou Wembanyama na prorrogação

    Jokic destruiu geral com 40 pontos e parou Wembanyama na prorrogação

    Cara, que jogaço foi esse entre Nuggets e Spurs! Nikola Jokic simplesmente resolveu mostrar pra todo mundo por que é bicampeão de MVP, anotando 40 pontos, 13 assistências e 8 rebotes numa vitória épica por 136-134 na prorrogação. E o melhor de tudo? Ele fez isso duelando diretamente com Victor Wembanyama, que também jogou pra caramba mas saiu derrotado.

    Olha, eu não esperava que os Nuggets conseguissem quebrar a sequência de 11 vitórias seguidas dos Spurs, mas o Jokic tinha outros planos. Wembanyama fez a sua parte — 34 pontos, 18 rebotes, 7 assistências e 5 tocos —, mas no final das contas não foi suficiente pra segurar o sérvio monstro.

    A virada mais improvável da temporada

    Os Spurs estavam dominando o jogo. Chegaram a abrir 13 pontos de vantagem no segundo quarto e pareciam ter tudo sob controle. Wembanyama estava fazendo de tudo na quadra, e quando ele marcou com 9:08 restando no quarto período pra colocar San Antonio na frente por 107-96, eu pensei: “Acabou”. Sinceramente, achei que não tinha mais volta.

    Mas aí que você lembra que basket é jogo de 48 minutos (ou mais, no caso). Os Nuggets tinham um histórico recente contra esse mesmo time — já tinham virado um jogo saindo de 13 pontos atrás no dia 12 de março. E parece que aprenderam a receita, porque fizeram exatamente a mesma coisa de novo.

    Aaron Gordon herói no final do regulamentar

    O lance mais tenso foi nos segundos finais do tempo normal. Aaron Gordon — que fez 15 pontos na noite — empatou o jogo com apenas 6,2 segundos no relógio. E não parou por aí: na sequência, pressionou Wembanyama e forçou o francês a errar o arremesso da vitória. Que frieza!

    Na prorrogação, foi show do Jokic. Dos 40 pontos dele, 16 vieram nos últimos 14 minutos de jogo (incluindo a OT). Enquanto isso, os Nuggets seguraram Wembanyama em apenas 1 de 4 arremessos nesse período final. A defesa de Denver limitou os Spurs a míseros 33% de aproveitamento no final, enquanto eles fizeram 40 pontos contra 27 dos texanos.

    Christian Braun ajudou bastante com 21 pontos, e Jamal Murray contribuiu com 15 pontos e 10 assistências — um double-double importante. Pelos Spurs, Stephon Castle fez 20, enquanto Devin Vassell e Julian Champagnie marcaram 18 cada um.

    Vocês acham que essa derrota vai abalar o psicológico dos Spurs? Eles estavam numa sequência absurda, tendo perdido apenas 3 jogos nos últimos 30. E olha só esse dado: San Antonio tinha 48 vitórias e apenas 2 derrotas quando abria vantagem de dois dígitos no quarto período. Agora são 48-3 — e duas dessas derrotas foram justamente para os Nuggets!

    Próximos jogos: Spurs recebem o Philadelphia na segunda, enquanto os Nuggets encaram o Portland em casa. Vai ser interessante ver como ambos os times reagem depois dessa batalha épica.

  • Jokic massacra com 40 pontos e quebra sequência histórica dos Spurs

    Jokic massacra com 40 pontos e quebra sequência histórica dos Spurs

    Cara, que jogaço foi esse em Denver! O Nikola Jokic simplesmente resolveu virar o Deus do basquete ontem à noite e meteu 40 pontos, 13 assistências e 8 rebotes numa vitória épica por 136-134 na prorrogação contra o San Antonio. E olha, não foi qualquer vitória não — os Nuggets quebraram uma sequência absurda de 11 vitórias seguidas dos Spurs.

    Vocês conseguem imaginar? Onze jogos sem perder e aí chega o Jokic e fala: “Não, obrigado”. O cara é um monstro mesmo.

    Gordon salvou tudo no fim

    A coisa tava feia para Denver no final do tempo regulamentar, mas o Aaron Gordon apareceu com 6.2 segundos no relógio e empatou o jogo. Como se não bastasse, ainda forçou o Wembanyama a errar o último arremesso. Que frieza, meu amigo!

    E falando no Wemby — olha, o menino jogou pra caramba também. 34 pontos, 18 rebotes, 7 assistências e 5 tocos. Absurdo. Mas não foi o suficiente para segurar essa máquina dos Nuggets que tá voando na temporada.

    Outras pérolas da rodada

    Enquanto isso, em Miami, o Heat passou o rodo no Washington com uma vitória por 152-136. O Jaime Jaquez Jr. meteu 32 pontos antes de correr pro aeroporto assistir a final feminina da NCAA — eu achei isso o máximo, sinceramente. E o Kel’el Ware? 24 pontos, 19 rebotes e 7 tocos. Que noite!

    Mas a surpresa mesmo ficou por conta do Detroit Pistons, que garantiu a primeira colocação no Leste ao vencer o Philadelphia por 116-93. Vocês acreditam? Os Pistons como primeiro colocado desde 2006-07! E olha que o Cade Cunningham tá fora há 10 jogos por causa de um pulmão colapsado — mesmo assim o time tá voando.

    O Tobias Harris, que conhece bem a casa, fez 19 pontos contra o ex-time. E aí, quem vocês acham que tem mais chances de fazer barulho nos playoffs: Nuggets, Heat ou essa surpresa dos Pistons?

  • Warriors na corda bamba: Curry volta, mas será que dá tempo?

    Warriors na corda bamba: Curry volta, mas será que dá tempo?

    Cara, que temporada maluca do Golden State Warriors. Sinceramente, quando vi que o Steph Curry ia voltar justo agora — faltando só cinco jogos pra acabar a temporada regular — pensei: será que rola milagre?

    O astro dos Warriors ficou 27 jogos fora por causa de um problema no joelho (runner’s knee, como eles chamam lá). Vinte e sete jogos, mano! Isso é quase um terço da temporada. E olha que não foi só ele — Jimmy Butler e Moses Moody tiveram lesões que acabaram com a temporada deles, Al Horford e Quinten Post também ficaram no departamento médico.

    A volta do monstro na hora H

    Mas o Curry tá voltando justamente contra o Houston Rockets (que deve ter sido ontem já, considerando que o artigo é de sábado). E eu fico pensando: cinco jogos é suficiente pra ele pegar o ritmo de jogo? O cara é um alienígena, mas basquete não é videogame — você precisa do timing, da química com os companheiros.

    A sequência que resta pros Warriors é pesada: Rockets, Kings, Lakers, Kings de novo (dessa vez fora de casa) e Clippers também fora. Nada fácil pra um time que tá literalmente lutando pra não ficar de fora dos playoffs.

    Cenário atual: play-in ou nada

    Olha a situação: Warriors são o 10º colocado no Oeste com 36 vitórias e 41 derrotas. Isso significa play-in tournament obrigatório — não tem como alcançar o 6º lugar que dá vaga direta.

    Se a temporada acabasse hoje, eles teriam que ir até Los Angeles enfrentar os Clippers (9º lugar) num jogo de vida ou morte. Perdeu? Férias antecipadas. Ganhou? Encara quem perder entre Suns e Trail Blazers pela última vaga nos playoffs de verdade.

    E se passassem por tudo isso? Primeira rodada contra o Oklahoma City Thunder. Não é exatamente o confronto dos sonhos pra um time machucado tentando encontrar o ritmo.

    As casas de apostas não acreditam muito

    As odds estão brutais pros Warriors. A chance deles NÃO chegarem aos playoffs tá pagando -450 (ou seja, é quase certeza). Pra chegarem, +300. Pra ganharem o título? +50000. Basicamente estão dizendo: “esquece, não vai rolar”.

    Mas eu não sei, cara. É o Steph Curry voltando. O cara que já fez cada absurdo na carreira que a gente perdeu a conta. Lembro da temporada 2015-16 quando eles fizeram 73 vitórias, ou dos títulos de 2017 e 2018 quando eram praticamente imbatíveis.

    Claro que não é mais aquele time. O Klay não tá mais lá, o Draymond tá mais velho, a dinastia meio que acabou mesmo. Mas cinco jogos podem ser suficientes pra pelo menos chegarem no play-in com moral alta.

    Vocês acham que os Warriors conseguem fazer uma última dancinha nos playoffs? Ou essa temporada já era mesmo e é melhor pensar na próxima?

  • Embiid pistola por não jogar: ‘Me proibiram de jogar basquete’

    Embiid pistola por não jogar: ‘Me proibiram de jogar basquete’

    Cara, o Joel Embiid tava P-I-S-T-O-L-A mesmo. E olha que eu entendo o cara — imagina você se sentindo bem pra jogar e a franquia simplesmente falar ‘não, você não vai entrar em quadra hoje’. É de ficar maluco mesmo.

    O pivô camaronês perdeu a goleada do Philadelphia 76ers sobre o Washington Wizards na quarta-feira (153-131) por conta de uma doença, mas deixou bem claro que não concordou nem um pouco com a decisão.

    A revolta do gigante

    ‘Eu estava puto’, disse Embiid na sexta. ‘Eu queria jogar basquete. Eles não me deixaram jogar basquete. Então essa pergunta é mais pro Daryl Morey.’ Mano, quando o jogador joga a responsabilidade pro GM assim, é porque o negócio tá quente mesmo.

    Segundo o próprio Embiid, ele realmente estava doente nos dias anteriores ao jogo — foram três dias no total. Mas na hora H, ele se sentia melhor e queria entrar em quadra. O problema? Perdeu o aquecimento da manhã e isso pesou na decisão da franquia.

    ‘Me senti melhor indo pra Washington’, explicou o pivô. ‘Não consegui ir no shootaround matinal. Mas quando descobri depois que não ia jogar, me pegou de surpresa. Me deixou puto. Mas não importa o que eu penso. Tenho que seguir as direções.’

    Entre a saúde e a vontade de jogar

    Olha, eu fico dividido nessa situação. Por um lado, entendo a frustração do Embiid — o cara é competitivo, quer estar em quadra, ainda mais numa temporada que o Philadelphia precisa de cada vitória. Por outro lado, a franquia tem que pensar no longo prazo, né?

    A gestão dos Sixers tomou a decisão baseada no fato de que Embiid estava doente há três dias e perdeu o aquecimento. Considerando o histórico de lesões do cara, faz sentido ser cauteloso. Mas será que não exageraram um pouco?

    Na sexta-feira, Embiid voltou à ativa na vitória sobre o Minnesota Timberwolves por 115-103. Fez 19 pontos, 11 rebotes e 7 assistências — um double-double sólido, nada demais, mas mostrando que estava mesmo em condições de jogar.

    E aí, pessoal, vocês acham que a franquia foi muito conservadora ou fez certo em preservar o seu astro? Essa tensão entre jogador e direção nunca é um bom sinal, principalmente quando estamos falando de um cara que já tem um relacionamento complicado com a organização.

  • Cooper Flagg faz 51 pontos mas não consegue evitar derrota dos Mavs

    Cooper Flagg faz 51 pontos mas não consegue evitar derrota dos Mavs

    Mano, o Cooper Flagg simplesmente decidiu que ia fazer história ontem à noite. 51 pontos. CINQUENTA E UM! E o mais absurdo? O moleque tem só 18 anos e já quebrou o recorde de mais jovem a fazer 50+ na NBA.

    Mas olha, vou ser sincero com vocês — mesmo com essa performance monstruosa, os Mavericks perderam pro Orlando Magic por 138 a 127. E isso deixou o garoto puto da vida, como qualquer competidor de verdade ficaria.

    “A cesta parecia gigante”

    A frase do Flagg depois do jogo resume tudo: “A cesta parecia gigante”. Cara, todo mundo que já jogou basquete sabe dessa sensação, né? Quando tá no ritmo, parece que você não vai errar nunca mais. E realmente, o moleque acertou 19 de 30 arremessos — um aproveitamento absurdo.

    “É sempre divertido entrar nesse tipo de modo”, disse ele. “Seus companheiros ficam de olho em você, te ajudando. Mas eu amo vencer, então esse era meu foco principal. É difícil me divertir completamente quando estamos perdendo por 20, por 10, por 15 durante a maior parte do jogo.”

    E aí que tá — o garoto tem mentalidade de campeão. Não adianta fazer 50 se o time perde. Isso me lembra muito da mentalidade que o Kobe tinha, sabe?

    Jason Kidd foi expulso defendendo o calouro

    A coisa ficou tensa durante o jogo. O Jason Kidd foi expulso reclamando de uma falta não marcada no Flagg — técnico defendendo o jogador, isso sim é bom de ver. O Frank Vogel assumiu o banco e inicialmente tirou o garoto de quadra quando ele tinha 45 pontos, faltando menos de 4 minutos.

    Mas aí voltou com tudo e superou seus 49 pontos anteriores (que já eram seu recorde pessoal). Só no último quarto foram 24 pontos. Vinte e quatro! No quarto final!

    Depois do jogo, o Kidd não economizou nos elogios: “Ele deveria ser o Rookie of the Year. É inacreditável. O país não está vendo a mesma coisa que nós vemos diariamente. As coisas que ele tem feito, ele está em um patamar raro. Ele está com o GOAT quando você fala do MJ e o que ele fez no ano de calouro — e como adolescente.”

    Comparar com Michael Jordan? Caramba, isso é pancada pesada.

    Os números não mentem

    Flagg tá com médias de 20.8 pontos, 6.6 rebotes e 4.5 assistências na temporada. Para um calouro de 18 anos, esses números são simplesmente doentes.

    E vocês, acham que ele realmente tem chances de ser ROY? Ou a concorrência tá muito pesada? Sinceramente, depois de uma performance dessas, tá difícil apostar contra o moleque.

  • Amar’e no Hall da Fama! Classe de 2026 é confirmada

    Amar’e no Hall da Fama! Classe de 2026 é confirmada

    Gente, que notícia sensacional! A NBA acabou de anunciar a turma de 2026 do Hall da Fama e tem umas lendas absurdas na lista. O destaque brasileiro vai todo pro Amar’e Stoudemire — sim, aquele monstro que destruía os garrafões nos anos 2000.

    Cara, eu lembro perfeitamente do Amar’e nos Suns. Aquelas enterradas dele com o Steve Nash dando as assistências eram de outro mundo. Seis vezes All-Star, cinco seleções pro All-NBA e Novato do Ano em 2003. O maluco merecia demais essa homenagem.

    Uma turma de peso

    Mas não é só o Amar’e não. A Candace Parker também tá lá — três títulos da WNBA e duas vezes MVP da liga. Sinceramente, ela revolucionou o basquete feminino. E o Doc Rivers? Cara que ganhou o título de 2008 com os Celtics e é o sexto técnico com mais vitórias na história da NBA.

    O que mais me impressiona é a diversidade dessa classe. Tem desde o Joey Crawford (aquele árbitro que todo mundo conhece) até o Mike D’Antoni — o cara que inventou o “seven seconds or less” nos Suns. Apitou mais de 2.500 jogos na temporada regular e 374 nos playoffs. Imagina a pressão que esse homem já passou!

    E aquela emoção toda?

    A declaração do Amar’e me pegou no coração: “Significa tudo do ponto de vista do basquete. Você joga porque ama, trabalha pra ser o melhor possível, e agora estar no Hall da Fama mostra que os eleitores reconhecem isso. Agora estamos eternizados.”

    Poxa, que palavras! É isso que o basquete representa — paixão, dedicação e o reconhecimento de uma carreira inteira dedicada ao esporte.

    O Mark Few do Gonzaga também tá na lista (773 vitórias como técnico, duas finais do March Madness) e a Elena Delle Donne, que foi duas vezes MVP da WNBA. Ah, e não posso esquecer do time feminino americano de 1996 — aquele que levou ouro nas Olimpíadas com dez futuras integrantes do Hall da Fama.

    E aí, pessoal? Acham que essa turma tá completa ou tinha alguém mais que merecia estar junto? A cerimônia vai ser em agosto e eu já tô ansioso pra ver os discursos!