Tag: All-NBA

  • Giannis se recusa a jogar 3×3 e deixa Milwaukee numa sinuca

    Giannis se recusa a jogar 3×3 e deixa Milwaukee numa sinuca

    Olha só que confusão absurda está rolando em Milwaukee. O Giannis Antetokounmpo se recusou a participar dos treinos 3 contra 3 que faziam parte do protocolo de retorno dele, segundo informações que vazaram da investigação da NBA. E agora os Bucks estão numa sinuca de bico com a liga.

    A situação é meio bizarra, pra ser sincero. O Greek Freak machucou o joelho esquerdo no dia 15 de março — uma hiperextensão com contusão óssea, nada simples. Só que desde então virou um cabo de guerra entre o que ele quer, o que o time permite e o que a NBA exige.

    O Drama Todo

    A coisa ficou tensa porque o Giannis tá dizendo pra todo mundo que se sente bem pra voltar a jogar. Na sexta-feira mesmo ele falou pros repórteres: “Eu estou disponível pra jogar, mas não estou no jogo. Estou disponível pra jogar hoje. Agora mesmo. Estou disponível.”

    Cara, imagina a frustração do cara? Bicampeão de MVP, quer defender seu time nos playoffs, se sente fisicamente bem… mas aí os médicos do Milwaukee não liberam ele. Deve ser de enlouquecer.

    E aí que entra a recusa dele nos treinos 3×3. Na minha visão, parece que ele tá tentando forçar a barra de alguma forma. Tipo “se vocês não me deixam jogar de verdade, não vou fazer esse teatrinho de protocolo”.

    NBA Investigando Tudo

    A liga não tá brincando em serviço não. Abriu uma investigação oficial sobre como os Bucks estão lidando com a política de participação de jogadores. É uma situação meio rara, porque geralmente é o contrário — times forçando jogadores machucados a voltar.

    O Milwaukee foi eliminado dos playoffs no dia 28 de março, então já era mesmo. Mas fica a questão: será que o Giannis não podia ter ajudado? Será que foi protecionismo excessivo ou cuidado médico necessário?

    Sinceramente, acho que ninguém quer ver outro caso como o Kevin Durant em 2019, quando voltou machucado e piorou tudo. Mas também dá pra entender a frustração do Giannis — o cara quer competir, é da natureza dele.

    E vocês, o que acham? Os Bucks fizeram certo em segurar o Greek Freak ou pecaram pelo excesso de cautela? Essa história ainda vai render muito pano pra manga.

  • Nets apostam em Malachi Smith com contrato de 2 anos

    Nets apostam em Malachi Smith com contrato de 2 anos

    Os Brooklyn Nets acabaram de fazer uma aposta interessante no mercado — assinaram com Malachi Smith por duas temporadas. E olha, depois de ver o cara jogar nos dois contratos de 10 dias, dá pra entender o porquê.

    Smith fez uma média de 7.3 pontos e 2.1 rebotes nesses jogos como “teste”. Números modestos? Pode até parecer, mas quem acompanha basquete sabe que mostrar serviço em contratos curtos é complicado pra caramba. O cara chegou, se adaptou e produziu.

    Uma aposta no futuro

    Sinceramente, acho que o Brooklyn está fazendo a coisa certa aqui. Smith tem 22 anos e aquela fome de quem ainda tem muito a provar na liga. É exatamente o tipo de jogador que pode surpreender — e os Nets precisam de surpresas positivas depois de todas as turbulências dos últimos anos.

    O interessante é que ele conseguiu mostrar versatilidade mesmo com minutos limitados. Não é fácil entrar numa rotação já estabelecida e fazer diferença, mas o garoto deu conta do recado.

    Cenário complicado em Brooklyn

    Por outro lado, os Nets anunciaram que perderam Michael Porter Jr. e Danny Wolf pelo resto da temporada. Lesões sempre complicam qualquer planejamento, mas isso pode abrir ainda mais espaço para Smith mostrar do que é capaz.

    E aí, vocês acham que foi uma boa aposta dos Nets? Na minha visão, contratos de duas temporadas para jovens talentosos sempre valem a pena — especialmente quando o cara já provou que consegue contribuir mesmo em situações adversas. Às vezes é desses “desconhecidos” que saem as melhores surpresas da NBA.

  • Hawks contratam Tony Bradley e cortam jovem promessa

    Hawks contratam Tony Bradley e cortam jovem promessa

    Olha, os Hawks fizeram uma movimentação que não tava no meu radar. O time de Atlanta acabou de assinar com Tony Bradley para o restante da temporada, e pra abrir espaço, cortaram o jovem Caleb Houstan.

    Sinceramente? Faz sentido. Com o Jock Landale machucado — uma entorse no tornozelo que vai deixar ele fora por pelo menos duas semanas — os Hawks precisavam urgentemente de alguém pra dar conta do garrafão.

    Bradley volta pra casa

    Tony Bradley não é nenhum monstro, mas é um cara experiente que conhece bem o que é ser o sexto homem no front court. O pivô de 26 anos já rodou bastante pela liga, passou por Jazz, Sixers, Thunder e outros times. É aquele tipo de jogador que você sabe o que esperar: rebotes, algumas cestas fáceis perto da cesta e presença física.

    Na minha visão, é uma contratação defensiva dos Hawks. Eles sabem que não vão conseguir nada espetacular do Bradley, mas pelo menos têm alguém pra não passar sufoco quando o Clint Capela precisar de um descanso.

    Adeus, Caleb Houstan

    Agora, o que me deixa um pouco triste é ver o Houstan sendo cortado. Cara, o moleque tem só 21 anos e foi uma escolha de segunda rodada com potencial. É aquele típico ala-armador moderno que arremessa bem de 3 e tem físico pra defender.

    Mas né, é assim mesmo na NBA. Às vezes você precisa sacrificar o futuro pelo presente, ainda mais quando você tá brigando por uma vaga nos playoffs como os Hawks estão.

    Vocês acham que foi a escolha certa? Ou os Hawks deviam ter dado mais tempo pro Houstan se desenvolver? Eu fico dividido, pra ser honesto. Bradley resolve o problema imediato, mas talvez eles tenham perdido uma peça interessante pro futuro.

  • Celtics apostam em Ron Harper Jr. com contrato de 2 anos

    Celtics apostam em Ron Harper Jr. com contrato de 2 anos

    Olha só que movimento interessante do Celtics: eles acabaram de promover o Ron Harper Jr. do two-way contract para um contrato de duas temporadas completas. A informação foi confirmada pelo agente do jogador ao Shams Charania, da ESPN.

    Eu confesso que não esperava essa. Harper Jr. não tá exatamente bombando nos números — 3.4 pontos e 1.6 rebotes por jogo nesta temporada. Mas os Celtics devem ter visto algo que a gente não tá captando nos treinos.

    Por que essa aposta faz sentido

    Primeiro, vamos lembrar que o pai dele é o lendário Ron Harper, que jogou com Jordan nos Bulls e depois no Lakers. Genética boa, né? Segundo, Boston sempre foi esperto em identificar peças que podem render no futuro. Lembra do Robert Williams? Também era uma aposta que deu certo.

    Harper Jr. tem 1,98m e joga como ala-armador. Nas poucas chances que teve, mostrou um arremesso de três decente e boa visão de jogo. Não é um craque, mas pode ser útil como rotação numa equipe que já tem suas estrelas definidas.

    A estratégia dos campeões

    Sinceramente acho que os Celtics estão pensando a longo prazo. Com Jayson Tatum e Jaylen Brown como estrelas principais, eles podem se dar ao luxo de desenvolver jovens talentos sem pressão. E convenhamos, quantas equipes da NBA podem fazer isso?

    A promoção do two-way contract para um contrato garantido também mostra confiança da organização. Não é todo jogador que consegue essa evolução — a maioria fica no vai e vem entre NBA e G League.

    E aí, vocês acham que Harper Jr. vai conseguir mais minutos agora com o contrato garantido? Eu tô curioso pra ver como o Joe Mazzulla vai usar ele nos próximos jogos. Às vezes esses contratos acabam sendo proféticos, né?

  • Vucevic pode voltar! Pivô dos Celtics liberado após cirurgia

    Vucevic pode voltar! Pivô dos Celtics liberado após cirurgia

    Gente, parece que o Nikola Vucevic finalmente pode estar voltando! O pivô dos Celtics foi liberado como “questionável” para o jogo de domingo contra o Toronto Raptors — e olha, depois de um mês parado por causa de uma cirurgia no dedo, qualquer notícia boa já anima.

    Pra quem não lembra, o Vooch fraturou o dedo anelar da mão direita e teve que operar. Um mês longe das quadras. E cara, timing horrível, né? O cara mal tinha chegado em Boston vindo do Chicago Bulls numa troca e já se machucou.

    Números modestos, mas Boston precisa dele

    Olha, vou ser sincero: os números do Vucevic pelos Celtics não impressionam muito não. São só 10.4 pontos e 7.2 rebotes em 21 minutos por jogo — bem diferente do que ele fazia em Chicago. Mas vocês têm que lembrar que ele jogou apenas 12 jogos com a camisa verde!

    E convenhamos, Boston não trocou por ele pra ser protagonista. Com Jayson Tatum e Jaylen Brown dominando as ações, o Vooch tá ali pra dar aquela estabilidade no garrafão, pegar rebote e abrir espaço com aquele arremesso de média distância que ele tem.

    15 anos de NBA nas costas — o cara sabe jogar. Só precisa se entrosar melhor com o sistema dos Celtics.

    Harper Jr. renovado — aposta no futuro

    E por falar em movimentação, os Celtics também renovaram com Ron Harper Jr. por mais dois anos. O filho do lendário Ron Harper (aquele que jogou com Jordan no Bulls, lembram?) tá fazendo um trabalho interessante dividindo tempo entre Boston e o time da G-League no Maine.

    Sinceramente, acho uma jogada esperta dos Celtics. O cara tem potencial e, pelo jeito, está conquistando seu espaço aos poucos. Quem sabe não vira uma peça importante no futuro?

    E aí, vocês acham que o Vucevic volta com tudo ou vai precisar de mais tempo pra se readaptar? Domingo contra Toronto pode ser um bom teste!

  • Curry volta após 2 meses: ‘É meu novo normal’

    Curry volta após 2 meses: ‘É meu novo normal’

    Cara, que alívio! Depois de 27 jogos longe das quadras, Stephen Curry finalmente vai voltar a jogar pelos Warriors amanhã contra o Houston Rockets. Mas ó, a situação não é das mais animadoras não — o cara deixou bem claro que vai ter que conviver com esse joelho problemático pelo resto da carreira.

    “Pensei que ficaria fora uma semana. Dez dias no máximo”, disse Curry ontem numa coletiva. Só que a realidade foi bem diferente. Toda vez que ele tentava forçar um pouquinho nos treinos, o joelho reagia mal. Dois meses depois, ainda tá lidando com as consequências.

    O drama do joelho imprevisível

    O problema começou lá em janeiro, durante um treino em Minneapolis. Curry tentou jogar com dor por alguns jogos (típico dele, né?), mas teve que parar no final do mês. Diagnóstico: “joelho de corredor” — basicamente uma inflamação chata que não tem prazo definido pra curar.

    E olha só como é frustrante: “Todo dia acordo pensando em como esse joelho vai estar”, desabafou Curry. Imagina viver com essa tensão? O monstro nunca sabia se ia acordar bem ou se teria que adiar os planos mais uma vez.

    O pior é que não tem nada estruturalmente errado no joelho. É mais uma questão de gerenciamento mesmo — o que Curry chamou de “novo normal”. Aos 38 anos (fez aniversário durante a lesão), ele sabe que vai ter que se adaptar.

    Warriors afundaram sem o Chef

    Enquanto Curry estava fora, os Warriors simplesmente despencaram na tabela. Perderam 18 dos 27 jogos — um desastre completo. Agora estão na 10ª posição do Oeste, tendo que rezar pra conseguir duas vitórias seguidas no play-in só pra chegar nos playoffs de verdade.

    “Vamos torcer pra ganhar dois jogos do play-in”, disse Curry, já meio resignado. Se conseguirem essa façanha, podem enfrentar o Thunder ou os Spurs na primeira rodada — e sinceramente, nenhuma das opções parece fácil do jeito que o time tá jogando.

    Steve Kerr deixou claro que nunca cogitaram encerrar a temporada do Curry mais cedo: “Ele é o maior símbolo de franquia que já vi. Devemos aos nossos fãs a oportunidade de ver Steph Curry jogar basquete este ano.”

    E agora, aguenta a bronca?

    A grande pergunta é: será que Curry consegue fazer a diferença nesses últimos cinco jogos da temporada regular? O cara ficou dois meses parado, vai voltar numa equipe desorganizada e ainda tem que lidar com a incerteza do joelho.

    Por outro lado, é o Stephen Curry, né? O maluco que já fez milagre tantas vezes que a gente nem conta mais. Se alguém consegue tirar esse time do buraco, é ele.

    Vocês acham que os Warriors conseguem classificar pro playoff mesmo? Ou vai ser mais uma temporada frustrante pra torcida de Golden State?

  • Embiid explode contra a direção dos Sixers: ‘Não me deixam jogar!’

    Embiid explode contra a direção dos Sixers: ‘Não me deixam jogar!’

    Cara, o Joel Embiid tá pistola. E quando digo pistola, é PISTOLA mesmo com a direção dos Philadelphia 76ers. O camaronês simplesmente soltou o verbo contra Daryl Morey depois de descobrir que não ia jogar contra o Washington — pela internet, imagina só!

    “Eu estava puto. Eu queria jogar basquete”, disparou Embiid após a vitória sobre o Minnesota na sexta. “Não me deixaram jogar, então acho que essa é uma pergunta pro Daryl Morey ou quem quer que tome as decisões.”

    O drama todo começou assim…

    O pivô estava listado como desfalque por doença na quarta contra os Wizards, mas ele mesmo postou nas redes que planejava jogar. Depois veio aquele post que virou meme: “Acho que não vão me deixar jogar basquete.”

    Olha, eu entendo a frustração do cara. Imagina você se preparar mentalmente pra jogar e descobrir pela internet que tá fora? Embiid disse que teve uma noite mal dormida, perdeu a sessão de vídeo matinal e — surpresa! — estava cortado do jogo.

    “Descobri online que não ia jogar naquela noite. Meio que me pegou desprevenido”, explicou o All-Star de 32 anos.

    Entre lesões e ‘load management’

    A situação fica mais complicada quando você vê os números: Embiid jogou apenas 37 partidas nesta temporada. O cara simplesmente não consegue encadear jogos — não jogou nenhum back-to-back até agora. É sempre alguma coisa: joelhos, oblíquo direito, doença, “gerenciamento de lesões”…

    Contra o Detroit no sábado? Fora de novo. Motivo: “oblíquo direito; gerenciamento de lesões; doença”. É muita coisa junta, né não?

    Sinceramente, dá pra entender os dois lados aqui. O Embiid quer jogar — e quem não entende isso? O cara vive pra basquete. Mas os Sixers também têm seus motivos depois de tantas lesões que o pivô acumulou ao longo da carreira.

    Nick Nurse tenta apaziguar

    O técnico Nick Nurse, coitado, tentou jogar panos quentes na situação: “Lidamos com isso mantendo tudo relacionado ao basquete. Ele estava no treino ontem, foi excelente no jogo, foi um ótimo companheiro de equipe.”

    Claro que o Nurse vai defender o time, mas dá pra ver que a situação tá longe de ser ideal. E aí, o que vocês acham? Os Sixers estão sendo cautelosos demais ou o Embiid precisa aceitar que não dá mais pra jogar como antigamente?

    Uma coisa é certa: com médias de 26.7 pontos, 7.6 rebotes e 4.0 assistências em apenas 37 jogos, o cara ainda é um monstro quando tá em quadra. Agora é torcer pra que essa novela entre jogador e direção não exploda de vez nos playoffs — se é que os Sixers chegarem lá em boa forma.

  • Reaves machuca e Lakers perdem mais um titular por 4-6 semanas

    Reaves machuca e Lakers perdem mais um titular por 4-6 semanas

    Cara, os Lakers não conseguem respirar aliviado nem por cinco minutos. Agora é o Austin Reaves que vai ficar fora por 4 a 6 semanas com uma lesão no oblíquo esquerdo — aqueles músculos do abdômen que você nem sabia que existiam até ver um jogador se contorcendo de dor na quadra.

    E olha que ironia: isso acontece bem quando o time estava embalado e brigando pela terceira posição na Conferência Oeste. Com o Luka Doncic já fora com problema no tendão da coxa (sim, você leu certo — o esloveno está nos Lakers nesta realidade alternativa que o artigo criou), agora é o Reaves que vai pro departamento médico.

    A lesão e a confusão dos exames

    O lance aconteceu na quinta-feira contra o Thunder, numa derrota feia por 139-96. Reaves estava indo buscar um rebote, forçou demais o movimento e sentiu algo estranho do lado esquerdo. Voltou pro vestiário, mas — típico de jogador da NBA — retornou pro jogo e ainda foi o cestinha dos Lakers com 15 pontos.

    Agora vem a parte hilária: o cara teve que fazer DOIS exames de ressonância porque o primeiro foi no lugar errado. JJ Redick não poupou críticas: “Não sei onde está a falha na comunicação com o pessoal de imagem de Dallas, mas escanearam a área errada”. Imagina a cara do Reaves tendo que voltar pro aparelho porque alguém se perdeu no mapa do corpo humano.

    LeBron vai ter que voltar a ser protagonista

    Com Reaves fora e o ataque dos Lakers dependendo muito dele, o LeBron vai precisar sair do modo “veterano que distribui o jogo” e voltar a assumir as rédeas ofensivas. Nas últimas sete partidas, o Rei estava numa pegada mais colaborativa: 15.6 pontos por jogo, mas só 11.7 arremessos de campo por partida — bem abaixo da média da carreira de 18.6.

    “Você tem que mudar a mentalidade quando seu papel muda”, disse LeBron, que aos 39 anos (ou whatever idade ele tem nessa timeline de 2026) vai ter que carregar o piano mais uma vez. Luke Kennard, Rui Hachimura e Deandre Ayton também vão precisar aparecer mais.

    Sinceramente, acho que essa situação pode até ajudar os Lakers nos playoffs — se conseguirem manter a terceira posição, claro. Time que passa por adversidade na reta final da temporada regular às vezes chega mais cascudo na pós-temporada. Vocês acham que o LeBron ainda tem gasolina pra carregar esse time quando precisar?

    Os Lakers têm cinco jogos restantes na temporada regular e uma vantagem confortável sobre Nuggets, Rockets e Timberwolves. A questão agora é: será que conseguem manter o ritmo sem dois titulares importantes?

  • Edwards patina feio e Wolves tomam sapatada dos 76ers

    Edwards patina feio e Wolves tomam sapatada dos 76ers

    Cara, eu assisti esse jogo ontem esperando ver o Anthony Edwards voando pela quadra, mas o que rolou foi uma das piores performances que eu já vi dele na carreira. Sério mesmo. Os Timberwolves perderam por 115 a 103 pros 76ers e, sinceramente, foi constrangedor de assistir em alguns momentos.

    Edwards simplesmente não acertou NADA

    Olha só esses números: 3 de 15 nos arremessos de quadra e 0 de 7 nas bolas de três. Zero! Cara que normalmente manda umas bombas de longe nem conseguiu acertar uma tentativa sequer. Foi só o terceiro jogo na temporada que ele não converteu nem uma bola de três.

    E o pior? Ele perdeu até uma enterrada no primeiro quarto. Uma ENTERRADA! O Edwards, que é conhecido por destruir o aro. Na minha visão, isso mostra que algo estava realmente errado com ele ontem.

    Doente mas jogou mesmo assim

    Depois do jogo, o técnico Chris Finch explicou que o Edwards estava claramente sem energia por causa de alguns problemas de saúde. Ele tinha ficado de fora do jogo anterior por causa de uma virose, além daquela dor no joelho que vem incomodando há umas semanas.

    Finch disse que não era desculpa para a atuação ruim, mas eu discordo um pouco. Quando você vê a mecânica do arremesso do cara completamente zoada – sem elevação, sem equilíbrio – é óbvio que algo não estava batendo.

    Sixers aproveitaram a deixa

    Enquanto o Edwards patinava, Tyrese Maxey (21 pontos) e Joel Embiid (19 pontos) resolveram acordar no segundo tempo. Os dois ficaram quietinhos na primeira metade, mas no terceiro quarto simplesmente atropelaram.

    Os Wolves chegaram a abrir 10 pontos de vantagem, mas aí veio um tsunami: parcial de 17 a 4 pros Sixers em quatro minutinhos. Maxey atacando o garrafão sem dó nem piedade, aproveitando que o Rudy Gobert estava no banco.

    No final das contas, Philadelphia dominou o garrafão por 52 a 40. Com o Edwards fora do jogo, ficou difícil demais pros Wolves reagirem.

    Pelo menos o Bones Hyland (21 pontos) jogou pra caramba e o Julius Randle também fez uma partida sólida. Mas quando seu cara principal está assim, fica complicado ganhar de qualquer time da NBA.

    Vocês acham que essa lesão no joelho do Edwards é mais séria do que estão falando? Porque essa mecânica de arremesso que eu vi ontem me preocupou bastante…

  • Nets desabam contra os Hawks e levam surra de 141-107

    Nets desabam contra os Hawks e levam surra de 141-107

    Olha, eu já vi muito jogo ruim do Brooklyn Nets essa temporada, mas o que rolou contra o Atlanta Hawks ontem foi de outro nível. Uma surra histórica de 141-107 que doeu até de assistir.

    Os Hawks tiveram três temporadas em uma só — começaram como azarão no Leste, depois se perderam completamente, trocaram o Trae Young e agora estão voando. Já os Nets? Cara, foi uma campanha cinza do começo ao fim. Stagnada, entorpecente, sem alma mesmo.

    A derrocada começou cedo

    Brooklyn começou com Nolan Traoré, Drake Powell, Terance Mann, Noah Clowney e Nic Claxton. Menos de um minuto de jogo e o técnico Jordi Fernández já estava pedindo tempo — 58 segundos apenas! Claxton e Traoré se enrolaram numa defesa básica no pick-and-roll e deixaram o CJ McCollum livre no canto.

    O que veio depois foi massacrante: 25-8 para os Hawks logo de cara. Os Nets erraram cinco vezes nas primeiras 14 posses. Cinco! “Execução muito ruim da nossa parte”, admitiu Fernández depois. E olha que essa foi a quarta vez que eles enfrentaram Atlanta nesta temporada.

    Na minha opinião, quando você não consegue executar o básico contra um time que já conhece bem, é sinal de que a temporada realmente acabou na cabeça dos jogadores.

    A centelha de esperança durou pouco

    Quem salvou a honra foi Malachi Smith, garoto chamado da Long Island. Em cinco minutinhos entre o primeiro e segundo período, o moleque acertou 4 de 4 arremessos, sendo 3 de 3 do perímetro. Chegou a deixar o Nets a apenas quatro pontos de diferença.

    “Os técnicos falam para encontrar as janelas, porque eles são muito agressivos tentando roubar a bola”, explicou Smith. O garoto tem sede de oportunidade — você vê que ele joga cada minuto como se fosse o último. “Não vou desperdiçar nenhum minuto”, disse ele. Sinceramente, esse é o tipo de atitude que faltou pro resto do elenco a temporada toda.

    Mas a alegria durou pouco. Atlanta disparou novamente e foi para o intervalo vencendo por 71-55, com incríveis 55.8% nos arremessos de quadra e 52.6% nas bolas de três. Os Hawks fizeram 20 pontos em transição só no primeiro tempo — isso é absurdo.

    Quando tudo desandou de vez

    O terceiro período até começou melhor para o Brooklyn. Clowney e Claxton acordaram um pouco na defesa, forçaram algumas perdas de bola e chegaram a marcar os primeiros oito pontos do período. Por um momento, pensei: “será que vai ter virada?”. Mas não. Foi só ilusão mesmo.

    O que mais me incomoda é ver um time que claramente já entregou os pontos. Os Nets estão só cumprindo tabela nessa reta final, e isso fica evidente em jogos como esse. Não é questão de talento — é questão de mentalidade.

    Vocês acham que essa desmoralização vai afetar as decisões da franquia na offseason? Porque sinceramente, depois de uma temporada dessas, é difícil ver luz no fim do túnel para Brooklyn.