Tag: All-NBA

  • Luka se machuca e pode perder o MVP — mas o empresário vai brigar

    Luka se machuca e pode perder o MVP — mas o empresário vai brigar

    Cara, que azar do Luka Dončić. Justo quando o esloveno estava tendo uma temporada histórica pelos Lakers, uma lesão no posterior da coxa esquerda (grau 2) vai tirar ele dos últimos cinco jogos da temporada regular. E olha só a situação: isso pode custar o MVP pra ele.

    O problema é matemático e cruel. Com essa lesão sofrida contra o Thunder, o Luka vai chegar a 18 jogos perdidos na temporada. Pela regra da NBA, jogador que perde 18 ou mais jogos fica automaticamente fora da disputa de prêmios individuais — precisa ter jogado pelo menos 65 partidas. Ele ficou literalmente um jogo na trave.

    A briga do empresário vai ser épica

    Mas o Bill Duffy, empresário do Luka, não vai deixar passar batido. O cara já anunciou que vai entrar com um recurso na liga através do “Extraordinary Circumstances Challenge” — basicamente argumentando que teve circunstâncias especiais que justificam a ausência.

    E olha, faz sentido a argumentação dele. Duas das faltas do Luka foram em dezembro quando ele voltou pra Eslovênia pro nascimento do filho. Sinceramente, acho que a NBA tem que considerar isso sim. Família vem primeiro, né?

    “A temporada histórica dele merece ser reconhecida nos livros de história”, disse o Duffy. E cara, não é exagero não. O monstro tá fazendo média de 33.5 pontos, 8.3 assistências e 7.7 rebotes por jogo. Números absurdos.

    E agora, quem leva o MVP?

    Com o Luka possivelmente fora da briga (a decisão vai ser de um árbitro após a temporada regular), a corrida pelo MVP fica bem mais aberta. E vocês sabem o que é mais louco? Tem uma galera gigante que também não pode concorrer aos prêmios por causa da regra dos 65 jogos.

    A lista é de dar medo: Giannis, LeBron, Curry, Embiid, Ja Morant, Trae Young… Cara, metade da NBA tá fora da disputa. Isso mostra como essa temporada foi desgastante fisicamente pra todo mundo.

    Na minha opinião, a liga precisa repensar essa regra. Entendo que querem incentivar os caras a jogarem mais, mas às vezes a vida acontece — nascimento de filho, lesões que não dá pra controlar. O Luka não perdeu jogo por preguiça, né?

    E aí, vocês acham que o recurso do empresário vai colar? Ou a NBA vai ser linha dura e manter a regra? Eu torço pra que reconheçam as circunstâncias especiais, porque uma temporada desse nível merece estar na briga pelo MVP.

  • Mavs tentam quebrar sequência negativa brutal contra o Magic

    Mavs tentam quebrar sequência negativa brutal contra o Magic

    Olha, eu não sei se rir ou chorar com essa situação dos Mavericks. O time de Dallas (24-52) recebe o Orlando Magic (40-36) hoje à noite no American Airlines Center, e cara… eles estão numa sequência de 13 derrotas seguidas em casa. Treze! É quase impossível ser tão ruim assim jogando na sua própria quadra.

    Mas aqui vem o plot twist que só a NBA consegue entregar: os Mavs venceram o Magic nas últimas 14 vezes que se enfrentaram. Então temos um time que não consegue ganhar em casa contra um adversário que simplesmente não consegue bater Dallas. Vai entender…

    O cenário está armado para algo histórico

    Se os Mavericks ganharem hoje, eles quebram uma sequência horrível e mantêm viva uma sequência incrível. É meio surreal quando você para pra pensar. O jogo é às 20h30 (horário de Brasília) e vai passar na KFAA Channel 29 e no NBA League Pass.

    Dallas vem de uma surra que tomou dos Bucks na terça-feira — e olha que “surra” é pouco pra descrever o que aconteceu lá. Já o Magic perdeu um jogaço contra o Hawks na quarta, daqueles que doem no peito.

    Departamento médico lotado dos dois lados

    A situação de lesões dos Mavs continua complicada. PJ Washington está fora por doença, Caleb Martin ainda luta contra a fascite plantar (quem já teve sabe o inferno que é), e Marvin Bagley não joga por problemas no ombro. Moussa Cisse também está preservado — o time quer economizar a disponibilidade limitada dele.

    Do lado do Magic, vão sentir falta de Anthony Black (que é de Dallas, inclusive) e Jonathan Isaac, ambos por doença. Parece que tem um vírus rolando pela liga…

    Francamente, não sei o que esperar

    Sinceramente, é difícil prever o que vai rolar nesse jogo. Temos um time desesperado pra quebrar uma sequência vergonhosa contra outro que historicamente não consegue ganhar desses caras. Na teoria, deveria ser vitória fácil dos Mavs mantendo o domínio histórico. Na prática… bem, 13 derrotas seguidas em casa falam por si só.

    E aí, vocês acham que os Mavericks conseguem quebrar essa maldição em casa? Ou o Magic finalmente vai conseguir vencer esse rival que parece ter um passe livre contra eles? Uma coisa é certa: alguma sequência vai ser quebrada hoje à noite.

  • Wizards tem só 9% de chance contra o Heat — isso diz tudo

    Wizards tem só 9% de chance contra o Heat — isso diz tudo

    Cara, quando você lê que um time da NBA tem apenas 9% de chance de vencer uma partida, você já sabe que a coisa tá feia. E é exatamente essa a situação do Washington Wizards indo pra Miami enfrentar o Heat neste sábado.

    Olha, eu acompanho NBA há anos, mas essa temporada dos Wizards depois do All-Star Break foi de doer o coração. E o pior? Eles vão entrar em quadra com praticamente um time da G-League por conta das lesões.

    Quando a sala de fisioterapia vira vestiário

    Mano, seria mais fácil listar quem ESTÁ disponível do que quem tá machucado nesse Wizards. A lista de lesionados parece um censo populacional: Bilal Coulibaly, Alex Sarr, Trae Young, Anthony Davis… Pera aí, Anthony Davis? Algo me diz que essa lista tá meio confusa, mas enfim — o ponto é que metade do time tá no departamento médico.

    Do lado do Heat, a situação é bem melhor. Tyler Herro é dúvida, mas convenhamos — mesmo sem ele, Miami tem muito mais peças pra trabalhar.

    Sequência histórica (e triste)

    Sabe o que me deixa mais impressionado? Se não fosse pelo Utah Jazz existir, os Wizards já teriam emplacado uma sequência de 20+ derrotas seguidas. Isso é algo que só quem viveu os piores momentos do nosso basquete consegue entender — quando você torce pra simplesmente não passar vergonha.

    Por outro lado, e aqui vou fazer o papel do otimista, pelo menos os jovens estão ganhando minutos preciosos. Às vezes uma temporada perdida pode ser o trampolim pra algo maior no futuro. Será? Vocês acham que esse desenvolvimento forçado pode dar frutos?

    Nostalgia dos tempos de Beal

    Lembro quando os Wizards conseguiam vencer o Heat em casa com Bradley Beal comandando o ataque. Parece uma era geológica atrás, mas foi só alguns anos. Kyle Lowry ainda estava por lá, o time tinha uma cara completamente diferente.

    Sinceramente, essa partida de sábado às 15h (horário de Brasília) vai ser mais sobre desenvolvimento e preparação pra próxima temporada do que propriamente uma disputa competitiva. O Kaseya Arena pode até dar uma moral pro time visitante — quem sabe um milagre?

    Mas sendo realista: 9% de chance é generosidade. Ainda assim, é NBA — e no basquete qualquer coisa pode acontecer em 48 minutos de jogo.

  • Hawks atropelam Nets por 141-107 — CJ McCollum monstro de novo

    Hawks atropelam Nets por 141-107 — CJ McCollum monstro de novo

    Cara, o que aconteceu no Barclays Center na sexta à noite foi quase desumano. Os Hawks simplesmente destruíram os Nets por 141-107, e CJ McCollum foi o grande nome dessa surra.

    McCollum terminou com 25 pontos e 7 assistências, acertando 8 de 12 arremessos e mandando 4 de 7 bolas de três. O cara tá numa fase absurda — e olha que ele já tem 32 anos! É aquela coisa: jogador experiente que sabe exatamente quando apertar o acelerador.

    Hawks voando rumo aos playoffs

    E não foi só o CJ não, viu? Nickeil Alexander-Walker meteu 21 pontos, Jalen Johnson fez um double-double com 18 pontos e 11 rebotes, e Onyeka Okongwu contribuiu com 15. Quando o time todo tá conectado assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Os Hawks agora estão com 45-33 e ocupam a quinta posição no Leste. Ficaram apenas 1 jogo e meio na frente do sexto colocado Philadelphia e do sétimo Toronto. Sinceramente? Esse time de Atlanta tá me surpreendendo — 18 vitórias em 20 jogos não é brincadeira.

    Nets já pensando na próxima temporada

    Do lado do Brooklyn, a temporada já era há muito tempo. Nic Claxton liderou com apenas 16 pontos e Malachi Smith fez 15. Com o placar de 18-59, os Nets estão claramente focados no futuro — e no draft que vem por aí.

    A partida foi definida logo cedo: Hawks abriram 10-0 e chegaram no final do primeiro quarto ganhando por 35-17. No intervalo já estava 71-55, com McCollum fazendo 16 pontos na primeira metade e acertando 3 de 3 do perímetro. Quando ele tá inspirado assim, pode esquecer.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter esse ritmo até os playoffs? Com CJ McCollum jogando nesse nível, eles podem incomodar qualquer um na primeira rodada.

  • NBA investiga os Bucks por impedir Giannis de jogar

    NBA investiga os Bucks por impedir Giannis de jogar

    Olha, essa história dos Bucks com o Giannis tá ficando feia mesmo. A NBA abriu uma investigação oficial contra Milwaukee por causa da forma como estão lidando com a situação do Greek Freak, que quer jogar mas não consegue autorização médica do próprio time.

    A situação é no mínimo estranha: Giannis falou tanto pro time quanto pra liga que tá 100% disponível pra jogar, mas os Bucks não liberam ele medicamente. Do outro lado, Milwaukee contou pra NBA que não acredita que o cara tá realmente pronto ou disposto a voltar. Contradição total.

    “É como um tapa na minha cara”

    O próprio Giannis não segurou a língua antes do jogo de sexta. “Eu tô disponível pra jogar, mas não tô no jogo. Tô disponível pra jogar hoje. Agora mesmo. Tô disponível”, disse aos repórteres. E depois partiu pro pesado: “Pra alguém vir e me falar pra não jogar ou não competir, é como um tapa na minha cara. Então, não sei onde nossa relação vai parar a partir daí.”

    Cara, imagina a frustração do cara. O melhor jogador do time querendo jogar e sendo impedido pela própria equipe. Sinceramente, nunca vi uma situação dessas na NBA.

    Temporada perdida e futuro incerto

    Giannis tá fora há 10 jogos consecutivos por causa de uma hiperextensão no joelho esquerdo e contusão óssea que sofreu contra o Indiana em 15 de março. Fontes dizem que logo depois da lesão, os Bucks já queriam encerrar a temporada dele, mas ele recusou.

    A temporada dos Bucks virou um desastre completo. Foram eliminados da briga pelos playoffs no dia 28 de março — primeira vez fora da pós-temporada desde 2016. E o pior: Giannis jogou apenas 36 partidas na temporada, de longe o menor número da carreira dele. Entre lesões na panturrilha, no adutor e agora no joelho, o cara não teve paz.

    A NBPA (sindicato dos jogadores) já até soltou um comunicado público criticando Milwaukee, praticamente acusando o time de estar fazendo tanking e prejudicando a integridade da liga. E olha, eles não tão errados não — com as 10ª melhores chances no Draft Lottery, parece que os Bucks decidiram mirar no futuro mesmo.

    E vocês acham que o Giannis vai ficar em Milwaukee depois dessa? Porque se ele não assinar a extensão de 5 anos por US$ 275 milhões que vai poder assinar em outubro, é troca na certa. Essa relação tá mais estremecida que neve no inferno.

  • LeBron detona Memphis e técnicos saem em defesa da cidade

    LeBron detona Memphis e técnicos saem em defesa da cidade

    Cara, o LeBron James resolveu meter o pau em Memphis essa semana e, sinceramente, foi meio desnecessário. O Rei criticou a cidade dos Grizzlies em um vídeo no YouTube e basicamente disse que a NBA seria melhor se o time se mudasse pra Nashville. Olha, eu entendo que nem toda cidade tem o glamour de Los Angeles, mas daí a falar que deviam mudar de cidade…

    A declaração do LeBron foi pesada mesmo. Ele disse que em Memphis “numa quinta-feira aleatória” os jogadores não têm nada pra fazer, e que não seria o primeiro cara da NBA a falar que os Grizzlies deveriam ir pra Nashville, onde tem a Universidade Vanderbilt, NASCAR e até o time de hockey. O mais louco? Ele falou que se os Grizzlies tivessem a primeira escolha do Draft de 2003 (quando ele foi escolhido), poderia ter considerado não jogar lá.

    Técnicos saem em defesa

    Mas aí que entra a parte boa da história. Tuomas Iisalo, técnico atual dos Grizzlies, e Darko Rajakovic, do Toronto Raptors (que já foi assistente em Memphis), não deixaram passar batido.

    “Posso dizer pela minha perspectiva que tenho uma visão completamente oposta”, disse Iisalo. “Memphis onde chegamos há menos de dois anos tem sido muito calorosa. Muito acolhedora.” O cara tá no segundo ano como técnico principal e já defende a cidade como se fosse de lá.

    Rajakovic foi ainda mais direto: “Não me importa o que o resto do mundo pensa. Eu amo o povo de Memphis. Amo a comida. Amo cada vez que venho aqui.” Monstro de resposta, né?

    A realidade por trás das críticas

    Aqui que fica interessante, pessoal. Enquanto o LeBron fala que não tem o que fazer em Memphis, os Raptors chegaram na cidade um dia antes do jogo de sexta e visitaram o St. Jude Children’s Research Hospital – que trata crianças com câncer sem cobrar nada das famílias. Rajakovic disse que foi inspirador e que os próprios jogadores agradeceram por levar eles lá.

    Na minha visão, isso mostra muito mais sobre o caráter de uma cidade do que ter mil opções de balada, sabe? Memphis pode não ter o brilho de outras praças, mas tem uma torcida apaixonada e uma comunidade forte. Os Grizzlies têm uma das torcidas mais barulhentas da liga – quem já viu um playoff em Memphis sabe disso.

    Sinceramente, acho que o LeBron falou besteira. Claro, ele é uma lenda e tem direito à opinião, mas criticar uma cidade inteira assim… sei não. E vocês, acham que Memphis merece ficar na NBA ou o Rei tem razão?

  • Durant lidera goleada dos Rockets: 5ª vitória seguida!

    Durant lidera goleada dos Rockets: 5ª vitória seguida!

    Mano, o Houston tá pegando fogo! Os Rockets acabaram de aplicar uma sacolada histórica no Jazz, ganhando de 140-106, e agora são cinco vitórias consecutivas. Kevin Durant foi o cara da noite com 25 pontos, mas sinceramente? O time todo tava jogando um basquete absurdo.

    Durant acertou 8 de 12 arremessos e ainda distribuiu 5 assistências. Detalhe que me chamou atenção: essa foi a 45ª vez na temporada que ele fez 20+ pontos com pelo menos 50% de aproveitamento. Tá perdendo só pro Shai Gilgeous-Alexander que tem 47 vezes. Cara, aos 37 anos o homem continua um monstro.

    Rockets voando rumo aos playoffs

    Amen Thompson também brilhou com 21 pontos, e o turco Alperen Sengun contribuiu com 19. Os Rockets (48-29) já garantiram vaga nos playoffs na quinta-feira, e agora estão a apenas um jogo do Denver na briga pela quarta posição do Oeste. Imagina se conseguem essa colocação? Seria um baita diferencial na primeira fase.

    Do lado do Jazz, Cody Williams foi bem com 27 pontos e 11 rebotes, mas o time como um todo… cara, foi sofrível. Acertaram apenas 5 de 27 tentativas de 3 pontos. Cinco! De vinte e sete! Como que ganha jogo assim?

    Domínio total desde o primeiro quarto

    Houston começou na frente e nunca mais foi alcançado. Abriram 5-0 e foram aumentando a vantagem aos poucos. No final do primeiro quarto já lideravam por 12, e no intervalo a diferença era de 19 pontos.

    O Jazz até tentou uma reação no terceiro período, diminuindo para 14 pontos de diferença, mas os Rockets responderam com uma sequência devastadora de 19-4 nos últimos 3 minutos do período. Aí acabou o jogo — entraram no último quarto ganhando por 29 pontos!

    Utah (21-57) tá numa fase terrível, são oito derrotas seguidas e 12 perdas nos últimos 13 jogos. E aí, vocês acham que os Rockets conseguem manter esse embalo até os playoffs? Domingo eles enfrentam o Warriors fora de casa — vai ser um bom teste.

  • RJ Barrett com 25 pontos lidera massacre dos Raptors contra Grizzlies

    RJ Barrett com 25 pontos lidera massacre dos Raptors contra Grizzlies

    Cara, que atropelo foi esse dos Raptors ontem à noite! Toronto simplesmente destruiu Memphis por 128 a 96, e RJ Barrett foi o cara da partida com 25 pontos bem distribuídos. O canadense mostrou que tá em casa jogando pelo Raptors — literalmente.

    Mas olha, não foi só o Barrett não. Brandon Ingram colaborou com 17 pontos e 7 rebotes, mostrando que essa dupla tá funcionando bem. E tem uma coisa que me chamou atenção: o rookie Collin Murray-Boyles, que foi a 9ª escolha do draft passado, fez 19 pontos com um aproveitamento absurdo de 7 em 10 arremessos.

    Rookie mostrando serviço

    Sinceramente, esse Murray-Boyles tá me impressionando. Dois jogos atrás ele fez 20 pontos contra Sacramento — recorde pessoal — e agora vem com mais 19. É assim que se aprende na NBA, jogando com confiança e ajudando o time.

    Os Raptors precisavam dessa vitória pra quebrar uma sequência de duas derrotas. Eles tão na briga pra fugir do play-in tournament do Leste, ocupando a 7ª posição com o mesmo recorde do Philadelphia, que tá em 6º.

    Memphis no hospital

    Do outro lado, cara… Memphis tá literalmente desmontado. Treze jogadores no departamento médico! Treze! O time tá jogando com uma mistura de caras com contrato de 10 dias, jogadores two-way e uns poucos regulares. É de dar dó.

    GG Jackson foi o destaque dos Grizzlies com 30 pontos (10 de 16 nos arremessos — o moleque sabe jogar), mas não teve jeito. Cedric Coward ajudou com 15, mas quando você tá com meio time machucado, fica difícil competir contra um Raptors motivado.

    A partida foi definida ainda no primeiro tempo. Toronto fechou os primeiros 24 minutos com uma corrida de 13 a 4 e foi pro intervalo ganhando por 59 a 41. No terceiro período, a vantagem chegou a 31 pontos. No último quarto? 33 de diferença. Foi um massacre mesmo.

    E aí, vocês acham que os Raptors conseguem fugir do play-in? Com Barrett jogando assim e o rookie ganhando confiança, eu acho que tem chance sim. Agora eles vão pra Boston domingo — vai ser um teste e tanto contra os Celtics.

  • Knicks atropelam Bulls e chegam aos 50 vitórias com show do Robinson

    Knicks atropelam Bulls e chegam aos 50 vitórias com show do Robinson

    Cara, que paulada os Knicks deram nos Bulls na sexta-feira! 136 a 96. Não foi jogo, foi demolição completa. E o mais absurdo? O time começou com uma sequência de 20-1 logo de cara. Vinte a um! Os caras de Chicago nem sabiam o que tava acontecendo.

    Mitchell Robinson foi um monstro no garrafão

    Com o Karl-Anthony Towns fora por causa de uma lesão no cotovelo, o Mitchell Robinson aproveitou a chance de ouro pra mostrar serviço. E que serviço! 17 pontos e 11 rebotes em apenas 22 minutos de quadra. O cara acertou TODOS os sete arremessos de quadra que tentou. Todos mesmo. Mais quatro lances livres certeiros.

    Eu sinceramente não esperava essa eficiência toda do Robinson. O cara tava vindo de um jogo fora por conta de lesão e voltou com essa sede toda de bola. Chegou bem perto dos 21 pontos que ele fez em dezembro contra o Sixers, que foi o recorde dele na temporada.

    OG Anunoby pegou fogo de três

    Se o Robinson dominou o garrafão, o OG Anunoby simplesmente resolveu virar o Curry da vida de fora da linha. 31 pontos (maior pontuação da partida) acertando 7 das 10 tentativas de três pontos. Sete de dez! Isso é coisa de louco.

    O canadense tá numa crescente impressionante — dois jogos atrás fez 25 pontos contra o Memphis, agora esse showzaço contra Chicago. Parece que finalmente tá entendendo o sistema dos Knicks e se encaixando perfeitamente no time. E olha, contra adversários mais fracos, mas a confiança tá lá.

    O Jalen Brunson também voltou bem da contusão no tornozelo, distribuindo 10 assistências em 29 minutos. Jogou mais de armador mesmo, deixando os companheiros brilharem.

    50 vitórias e olho nos playoffs

    Com essa goleada, os Knicks chegaram aos 50 triunfos na temporada regular — terceira vez consecutiva que fazem isso. É um time que tá consolidado, pessoal. 50-28 de campanha não é brincadeira na NBA.

    E vocês viram como o técnico Mike Brown conseguiu dar descanso pros titulares? Nove caras entraram em quadra além dos cinco principais. Isso mostra a profundidade do elenco e a tranquilidade de estar ganhando fácil.

    O próximo desafio é segunda-feira contra o Atlanta Hawks, último jogo fora de casa na temporada regular. Vai ser interessante ver se os Knicks conseguem manter esse embalo — porque sinceramente, quando esse time tá bem entrosado e todo mundo contribuindo assim, fica difícil de parar. Vocês acham que eles têm potencial pra incomodar nos playoffs?

  • Celtics atropelam Bucks sem Giannis: Brown e Tatum mandam ver

    Celtics atropelam Bucks sem Giannis: Brown e Tatum mandam ver

    Olha, quando os Celtics começam quente assim, já era. Ontem à noite foi mais um show de Boston, que simplesmente destruiu os Bucks por 133 a 101. E o mais impressionante? O Tatum nem precisou jogar o quarto período inteiro.

    Jaylen Brown foi o cestinha com 26 pontos, mas quem roubou a cena mesmo foi o Jayson Tatum. 23 pontos, 11 rebotes e 9 assistências — ficou a uma assistência de outro triple-double. Na partida anterior contra o Miami Heat, o cara já tinha feito um triple-double com 25 pontos, 18 rebotes e 11 assistências. Tá pegando fogo!

    O primeiro período foi absurdo

    Os Celtics começaram chovendo de três. Acertaram oito das primeiras nove tentativas do perímetro — isso é coisa de videogame, pessoal. Resultado? 43 a 26 no primeiro quarto. Sinceramente, quando eu vi esse placar, já sabia que ia ser massacre.

    Foi o maior número de pontos que Milwaukee sofreu no primeiro período na temporada toda. E olha que na partida anterior contra Miami, Boston fez 53 pontos no primeiro quarto — recorde histórico da franquia. Não chegaram nesse número contra os Bucks, mas 43 pontos já foi mais que suficiente.

    Milwaukee sem suas estrelas

    Claro que ajudou o fato de Milwaukee estar completamente desfalcada. Giannis Antetokounmpo perdeu o décimo jogo consecutivo por conta de uma lesão no joelho esquerdo. O cara até disse que já tá saudável e quer voltar, mas a organização preferiu segurar.

    Além do Greek Freak, os Bucks também estavam sem Kevin Porter Jr., Bobby Portis, Ryan Rollins e Gary Trent Jr. Praticamente metade do elenco no departamento médico. Taurean Prince até tentou segurar as pontas com 18 pontos, mas não dava nem pro cheiro.

    Do lado de Boston, Neemias Queta teve uma noite monstro com 19 pontos e 10 rebotes — o brasileiro tá mostrando serviço quando tem oportunidade. Derrick White somou 17, Payton Pritchard fez 16 e Sam Hauser contribuiu com 13 pontos.

    Briga pelo segundo lugar no Leste

    Com essa vitória, os Celtics mantiveram 2.5 jogos de vantagem sobre os Knicks na briga pela segunda posição da Conferência Leste. Eles ainda estão quatro jogos atrás dos líderes Detroit Pistons — que temporada maluca essa, né?

    Boston terminou a noite com impressionantes 56.2% nos arremessos de quadra e 17 acertos em 37 tentativas de três pontos. Quando esse time tá encaixado, é quase impossível de parar.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem manter esse ritmo até os playoffs? Com Tatum jogando nesse nível e o elenco todo contribuindo, esse time pode ir longe mesmo.