Tag: All-NBA

  • Porzingis em dúvida: vai ficar nos Warriors ou testar mercado?

    Porzingis em dúvida: vai ficar nos Warriors ou testar mercado?

    Olha, vou ser sincero com vocês: não esperava essa declaração do Porzingis. O letão de 2,21m deixou todo mundo no ar quando perguntaram se ele quer continuar nos Warriors na próxima temporada. A resposta? “É difícil dizer”.

    Cara, depois de uma temporada conturbada como essa, entendo a hesitação dele. Porzingis admitiu que não teve um bom ano — e realmente, 12 jogos pelos Warriors depois de chegar de Atlanta não é exatamente uma amostra que impressiona, né?

    A realidade crua do Unicórnio

    “Mal mostrei do que sou capaz”, disse o Porzingis após a derrota por 118-111 para Cleveland na quinta. E não é que ele tá mentindo não. O cara tá fazendo 17.5 pontos, 4.8 rebotes e 2.4 assistências em 12 jogos — números decentes, mas longe do que sabemos que ele pode entregar quando tá 100%.

    O pior é que ele ainda perdeu duas semanas por doença logo depois de estrear pelos Warriors em 19 de fevereiro. E vocês sabem que o Porzingis tem histórico de lesões, né? Ele mesmo admitiu que a ausência teve a ver com sua síndrome de taquicardia postural ortostática — uma condição que pode complicar bastante a carreira de qualquer atleta.

    Os pontos positivos de ficar na Bay Area

    Mas nem tudo são flores ruins na cabeça do letão. Ele fez questão de elogiar Rick Celebrini, vice-presidente de saúde dos jogadores dos Warriors, chamando ele de “o melhor do negócio”. E convenhamos, depois de uma carreira recheada de problemas físicos, estar nas “melhores mãos possíveis” não é pouca coisa.

    “Acredito que estou em mãos incríveis aqui”, disse Porzingis. “Quando você tem uma equipe médica forte com alguém como eu, que talvez tenha tido algumas lesões ao longo da carreira, estar nas melhores mãos faz diferença para eu me manter saudável.”

    E tem outro fator interessante: ele ainda não jogou direito com o Curry! O cara tá doido pra ver como seria a dupla na prática. “Quem sabe? Talvez a gente entre na quadra e não consiga jogar junto”, brincou o Porzingis. “Não sei. Talvez o Steph não goste de jogar comigo — quem sabe?”

    A decisão de US$ 60 milhões

    Agora, vamos falar da grana. Porzingis tá no último ano de um contrato de dois anos e US$ 60 milhões que assinou originalmente com o Boston (lembram quando ele era Celtic?). O cara já ganhou mais de US$ 200 milhões na carreira, então não é como se ele fosse aceitar qualquer proposta.

    Na minha opinião? Acho que ele vai testar o mercado sim. Depois de uma temporada atípica como essa, faz sentido ele querer ver o que tá disponível por aí. Mas sinceramente, os Warriors têm argumentos fortes — estrutura médica de primeira, chance de jogar com Curry, e uma organização que sabe como ganhar títulos.

    E aí, vocês acham que o Unicórnio fica na Golden State ou vai procurar um novo lar? Eu tô curioso pra ver essa dupla Curry-Porzingis funcionando de verdade antes de ele tomar qualquer decisão.

  • Towns fora contra Bulls: cotovelo direito preocupa Knicks

    Towns fora contra Bulls: cotovelo direito preocupa Knicks

    Olha, não é bem o que a gente queria ver na reta final da temporada. Karl-Anthony Towns ficou fora do jogo contra o Chicago Bulls na sexta à noite por causa de um problema no cotovelo direito — um “impingement”, que basicamente significa que algo tá comprimido ali dentro e doendo pra caramba.

    O que mais me chamou atenção foi a cena no aquecimento. O cara tava até bem de humor, fez alguns arremessos tranquilo, mas aí do nada parou na frente do banco visitante, segurou o cotovelo e saiu direto pro vestiário. Imaginem a cara do Thibodeau nessa hora…

    Mitchell Robinson assume a responsabilidade

    Com Towns fora, Mitchell Robinson entrou no quinteto titular — e sinceramente, não é a pior opção do mundo. Robinson pode não ter os 20.1 pontos e 11.9 rebotes de média que Towns tá fazendo essa temporada, mas o cara é monstro na defesa e nos rebotes ofensivos.

    Agora, a pergunta que não quer calar: será que é só precaução ou tem coisa mais séria aí? Cotovelo é uma região complicada, principalmente pra um cara que vive arremessando de fora como o KAT.

    O timing que ninguém queria

    Não vou mentir, fico preocupado com o timing disso tudo. Os Knicks tão brigando por posição nos playoffs e perder um All-Star nessa altura do campeonato não é brincadeira. Towns tem sido fundamental nessa temporada — quase um double-double automático toda noite.

    O que vocês acham? Acham que é só precaução ou esse cotovelo pode virar um problema maior pros Knicks? Porque se for algo que vai se arrastando, pode complicar e muito os planos do time pra pós-temporada.

    Por enquanto é esperar pra ver como ele vai reagir nos próximos dias. Mas uma coisa é certa: Mitchell Robinson vai ter que aparecer enquanto o gigante não volta.

  • Curry voltando domingo? Warriors ainda têm chances no play-in

    Curry voltando domingo? Warriors ainda têm chances no play-in

    Galera, parece que o Stephen Curry finalmente vai voltar! Segundo fontes da ESPN, o astro dos Warriors deve ser liberado para jogar no domingo contra o Houston Rockets, depois de ficar fora por incríveis 27 jogos por causa de um problema no joelho direito.

    Cara, que montanha-russa foi essa temporada para Golden State. Curry se machucou lá em 30 de janeiro contra o Detroit Pistons e desde então foi só dor de cabeça — literalmente, dor no joelho. O que deveria ser uma ausência curta virou quase dois meses de calvário, com várias recaídas toda vez que tentavam aumentar a carga de treino.

    Os números não mentem (e doem)

    Olha só essa estatística que me deixa de boca aberta: com Curry em quadra, os Warriors têm 23 vitórias e 16 derrotas. Sem ele? 13-25. É uma diferença absurda que mostra como esse cara é fundamental para o time.

    Com esse record de 36-41, eles estão na 10ª posição do Oeste. Ou seja, vão ter que ganhar DOIS jogos de play-in só para conseguir uma vaga nos playoffs como 8º colocado — e aí provavelmente enfrentar o Oklahoma City Thunder na primeira rodada. Não é exatamente o cenário que imaginaram no começo da temporada.

    A preparação para o retorno

    A boa notícia é que Curry passou em dois treinos coletivos 5×5 essa semana no centro de treinamento de San Francisco. O joelho finalmente respondeu bem depois de semanas de trabalho. Ele vai treinar normalmente no sábado e, se tudo correr bem, domingo é dia de ver o Chef de volta às quadras.

    Steve Kerr falou na semana passada que o Curry precisaria de uma “pista de decolagem” — ou seja, alguns jogos para pegar ritmo e aumentar os minutos gradualmente antes dos play-ins. O problema? Só restam cinco jogos na temporada regular. É pouco tempo, mas hey, estamos falando do Stephen Curry aqui.

    E olha, mesmo com Jimmy Butler tendo rompido o ligamento em janeiro (que azar, né?), Curry continuou motivado nos bastidores para voltar e dar uma injeção de ânimo no time nessa reta final. Título pode estar fora de cogitação, mas ninguém quer ver os Warriors ficarem fora dos playoffs.

    Vocês acham que cinco jogos são suficientes para o Curry recuperar o timing e ajudar Golden State a se classificar? Vai ser uma corrida contra o tempo interessante de acompanhar.

  • Luka machucado nos Lakers e o caos do Draft 2026

    Luka machucado nos Lakers e o caos do Draft 2026

    Cara, que semana turbulenta na NBA! O Luka Dončić acabou de ser descartado pelo resto da temporada regular nos Lakers com uma lesão no posterior da coxa — e olha, isso mudou completamente o cenário da conferência Oeste.

    A lesão é grau 2 no músculo posterior da coxa direita, e vocês sabem como essas lesões são chatinhas. Normalmente leva um mês pra se recuperar totalmente, então a disponibilidade dele pros playoffs tá bem incerta. Em 20 minutos depois da notícia vazar, as casas de apostas já jogaram as chances de título dos Lakers de 30-1 pra 100-1. Brutal.

    Luka pode perder o MVP por causa da regra dos 65 jogos

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio revoltante, na minha opinião). O Luka tava em quarto lugar na corrida do MVP, liderando a liga com 33.5 pontos por jogo, mais 7.7 rebotes e 8.3 assistências. Números absurdos! Mas por causa da regra dos 65 jogos mínimos, ele pode ficar de fora da disputa.

    O agente dele já entrou com um pedido de “circunstâncias extraordinárias” — aparentemente ele pode usar duas faltas de dezembro quando a filha nasceu. Sinceramente, acho que a liga tem que dar um jeito nessa regra. Um cara jogando nesse nível não pode perder a chance de MVP por causa de uma lesão no final da temporada.

    Lakers ainda brigam pela terceira posição no Oeste

    O timing não podia ser pior. Os Lakers tavam voando — 8 vitórias nos últimos 10 jogos — e brigando pra manter a terceira colocação no Oeste. Eles tão apenas um jogo à frente do Denver (4º), 2.5 do Houston (5º) e 3.5 do Minnesota (6º).

    Sem o Luka, vai ser difícil segurar essa posição. E vocês acham que eles conseguem fazer algum barulho nos playoffs sem o astro? Eu tenho minhas dúvidas…

    Outras movimentações pelo país: Stephen Curry deve voltar domingo contra o Houston depois de 27 jogos fora com lesão no joelho. Os Warriors precisam dele desesperadamente nessa reta final.

    Enquanto isso, aquela investigação do Kawhi Leonard com a empresa Aspiration continua rolando. A liga ainda tá apurando se o contrato de 28 milhões de dólares entre o Leonard e a empresa foi uma forma de burlar o salary cap. Steve Ballmer nega tudo, mas o negócio tá longe de acabar.

    E por falar em final de temporada, os times que já tão eliminados dos playoffs já tão de olho no Draft Lottery do dia 10 de maio. O Draft de 2026 tá sendo considerado um dos mais profundos dos últimos anos, então não me surpreende ver algumas equipes fazendo aquela “estratégia de desenvolvimento” marota nas últimas semanas.

    O que vocês acham? Lakers ainda têm chance sem o Luka, ou já era?

  • Presti é um gênio: Thunder se preparou pra ser dinastia sem quebrar

    Presti é um gênio: Thunder se preparou pra ser dinastia sem quebrar

    Cara, o Sam Presti continua sendo o GM mais esperto da NBA. Enquanto todo mundo fica preocupado com o novo CBA que pune quem gasta muito, o cara do Thunder já estava jogando xadrez em 4D há anos.

    Olha só que absurdo: o OKC vai pagar fortunas pros três caras principais — Shai Gilgeous-Alexander, Chet Holmgren e Jalen Williams. Estamos falando de contratos supermax, ou seja, uma grana que faria qualquer dono de time pensar duas vezes. Mas o Presti? O maluco já tinha plano desde o começo.

    O plano genial do Presti

    A jogada é simples mas brilhante. Em 2026-27, o Thunder tem team options (opções do time) sobre vários contratos importantes. Isaiah Hartenstein tem uma opção de 28,5 milhões de dólares. Dort tem 18,2 milhões. Kenrich Williams, 7,1 milhões.

    Fazendo as contas — são mais de 54 milhões que podem simplesmente SUMIR da folha salarial se o time quiser. É como ter um botão de reset no cap space. Monstro demais.

    “Sam Presti tinha um plano quando estendeu todos esses caras”, explicou o insider Brett Siegel. E é isso aí — enquanto outros GMs improvisam, o cara estava construindo uma estrutura pra ser competitivo por anos.

    Será que vira dinastia mesmo?

    Vamos aos números duros: só os três principais já vão custar 122 milhões na próxima temporada. E quando o supermax do Shai entrar em vigor total? Vai pra uns 152 milhões só nesses três jogadores. É uma grana absurda.

    Mas aqui que mora a diferença do Thunder pros outros times. Eles têm jovens baratos como Jared McCain e Ajay Mitchell. Têm picks de primeira rodada guardados. E principalmente — têm flexibilidade.

    Sinceramente? Acho que o OKC pode sim virar uma dinastia. Não só pelo talento (que é indiscutível), mas porque o Presti montou uma estrutura inteligente. Enquanto outros times vão ficar presos no luxury tax sem escapatória, Oklahoma vai poder se reinventar quando necessário.

    E vocês, acham que o Thunder tem cara de dinastia ou vai ser mais um time que promete muito mas não entrega título?

  • Knueppel quebra recorde dos Hornets e disputa Rookie do Ano

    Knueppel quebra recorde dos Hornets e disputa Rookie do Ano

    Gente, que temporada absurda esse Kon Knueppel tá fazendo! O garoto simplesmente quebrou o recorde de cestas de 3 dos Charlotte Hornets em uma temporada e ainda tá brigando pelo prêmio de Rookie do Ano. Sinceramente? Eu não esperava tanto dele quando foi draftado como 4ª escolha geral.

    Na vitória por 127-107 contra o Phoenix Suns, Knueppel fez 4 arremessos de 3 pontos e ultrapassou a marca de Kemba Walker (260 cestas em 2018-19). Agora já são 261 bolas de três na temporada — número que lidera TODA a NBA, pessoal. É muita bola.

    O momento do recorde foi cinematográfico

    O mais legal é que o técnico Charles Lee foi lá e jogou uma garrafa d’água no mlk depois do jogo (risos). Mas o recorde em si foi dramático demais. Ele precisava de 4 cestas de 3 no jogo pra quebrar o recorde, fez a terceira no final do terceiro período, mas aí perdeu duas chances abertas no último quarto.

    A torcida toda vez que ele ia arremessar ficava de pé esperando o recorde, e quando ele errava era aquele “oooooh” de decepção. Knueppel falou que isso na verdade é bom pra um arremessador — quando a galera espera que toda bola entre, é porque confiam no seu arremesso.

    A cesta do recorde veio numa jogada maluca no final, com Grant Williams achando ele no cantinho esquerdo. E aí? Swish! Rede balançou e história feita.

    Disputa acirrada pelo Rookie do Ano

    Olha, eu tô impressionado com essa batalha entre Knueppel e Cooper Flagg do Dallas pelo prêmio de calouro do ano. Os dois tão voando e tornando essa uma das classes de rookie mais emocionantes dos últimos anos.

    Knueppel já tinha quebrado o recorde de rookies para cestas de 3 numa temporada (que era do Keegan Murray). Agora lidera a liga inteira em bolas de três. Absurdo demais. E o Charlotte ainda tá brigando por uma vaga no play-in — imagina se conseguem?

    “Acho que talvez eu tenha superado minhas próprias expectativas”, disse o garoto. Humildade pura. Ele contou que não teve um verão muito bom depois de ser draftado, mas quando chegou no training camp se sentiu confortável e já começou como titular.

    E vocês, acham que ele leva o Rookie do Ano? Pra mim tá bem disputado, mas esses números de 3 pontos são insanos.

  • Spurs atropelam Clippers sem Wemby e fazem 11ª seguida!

    Spurs atropelam Clippers sem Wemby e fazem 11ª seguida!

    Mano, eu nem acredito no que tô vendo. Os Spurs acabaram de meter 118-99 nos Clippers SEM o Wembanyama em quadra e emplacaram a décima primeira vitória consecutiva. Décima primeira!

    O francesinho ficou de fora porque jogaram ontem também — descansou no segundo jogo de back-to-back. E olha que ontem ele tinha destruído os Warriors com 41 pontos e 18 rebotes. Mas sabe o que é mais impressionante? Esse time do Pop tá voando mesmo sem o Wemby.

    Fox comandou o show

    De’Aaron Fox assumiu o protagonismo e fez 22 pontos com 9/13 nos arremessos. Jogou limpo demais. Stephon Castle colaborou com 20 pontos, e Dylan Harper saindo do banco meteu 19. Seis caras em dois dígitos — isso é basquete coletivo no seu melhor.

    A situação tá ficando séria no Oeste. Os Spurs agora têm um recorde absurdo de 27-2 desde primeiro de fevereiro. E pasmem: 11-5 quando o Wemby não joga. Isso mostra que não é só dependência de um jogador — é sistema, é grupo, é mentalidade vencedora.

    Clippers desabaram no primeiro tempo

    O primeiro tempo foi um massacre. Spurs chegaram a abrir 26 pontos de vantagem, acertando 72% dos arremessos no começo do segundo quarto. Parecia videogame.

    Kawhi Leonard até tentou segurar a onda com 24 pontos (53º jogo consecutivo com mais de 20), mas não deu. Os Clippers até reagiram no terceiro período, fazendo 34-19 e chegando perto, mas o Castle logo no início do último quarto tratou de acabar com qualquer esperança californiana.

    Sinceramente? Esse time dos Spurs tá me dando calafrios. Eles estão perseguindo o Thunder pela primeira colocação do Oeste, e com essa sequência maluca, quem sabe não conseguem? E vocês, acham que os Spurs conseguem manter esse ritmo absurdo até os playoffs?

  • Cavs vencem Warriors sem graça, mas garantem playoffs na força

    Cavs vencem Warriors sem graça, mas garantem playoffs na força

    Olha, não foi bonito de ver, mas vitória é vitória, né? O Cleveland Cavaliers conseguiu bater o Golden State Warriors por 118-111 numa partida bem travada e cheia de erros dos dois lados. O negócio é que quando você está brigando por vaga nos playoffs, não importa se foi feio — o que vale são os dois pontos no final.

    Warriors sem peças principais facilitaram a vida

    Os Warriors entraram em quadra bem desfalcados, sem o Steph Curry e outros caras importantes, além de estar jogando no segundo jogo consecutivo. Sinceramente, era para os Cavs terem dominado muito mais do que dominaram. Mas aí que tá — basketball é isso mesmo, às vezes você não consegue finalizar o adversário quando deveria.

    O Cleveland controlou o jogo durante quase três quartos inteiros. Chegaram a abrir 13 pontos no segundo quarto e ainda tinham 12 de vantagem no meio do terceiro. Parecia que ia ser tranquilo, mas… aí veio o quarto período.

    Quarto período quase custou caro

    Cara, o que foi aquele último quarto? Os Cavs simplesmente pararam de defender e ainda tomaram umas marcações polêmicas dos árbitros. Teve uma sequência que eles levaram uma falta flagrante E duas técnicas numa jogada só. Absurdo! Os Warriors aproveitaram essa bagunça toda para virar o placar e chegaram a abrir 4 pontos.

    Mas é aí que se vê o caráter do time, né? Mesmo com tudo dando errado, conseguiram se reorganizar nos momentos decisivos. O Max Strus foi monstro no clutch time, acertando duas bolas de 3 fundamentais — a última praticamente selou o jogo faltando menos de um minuto.

    E vocês viram como o Jarrett Allen e o James Harden apareceram na hora H? Esses caras sabem o que é responsabilidade em momento de pressão.

    Problemas que preocupam

    Agora, não dá para passar pano para alguns problemas gritantes. Os Cavs perderam 15 bolas de ataque — quinze! O Harden e o Donovan Mitchell sozinhos perderam 9. Muitas dessas foram por pura falta de concentração, coisa básica mesmo.

    A defesa também está sofrendo com a falta de tamanho nas alas. Com Dean Wade (tornozelo) e Jaylon Tyson (dedo do pé) machucados, o técnico Kenny Atkinson tem sido obrigado a escalar quatro armadores juntos. Isso naturalmente deixa o time mais vulnerável na defesa.

    Falando em números individuais: Mitchell liderou com 25 pontos, Strus meteu 24 (sendo 6 de 10 do perímetro — que pancada!), e Harden contribuiu com 19. Do lado dos big men, Mobley fez um double-double discreto com 12 pontos e 10 rebotes, enquanto Allen pegou 13 rebotes mas teve problemas nos lances livres de novo.

    Pelo lado dos Warriors, Gui Santos e Brandon Podziemski fizeram 25 pontos cada um. Kristaps Porzingis ajudou com 16 pontos e 7 rebotes. O Draymond Green teve uma noite apagada no ataque (8 pontos em 3-11 arremessos), mas quase fez um triple-double com 9 rebotes e 9 assistências.

    Com essa vitória, os Cavs garantiram pelo quarto ano seguido uma vaga no top-6 dos playoffs. Agora é focar no próximo jogo contra o Indiana Pacers em casa, no domingo de Páscoa às 18h. Será que conseguem resolver esses problemas de turnovers e lance livre até lá?

  • Jenkins e Duren massacram os Wolves – Detroit não para de surpreender

    Jenkins e Duren massacram os Wolves – Detroit não para de surpreender

    Cara, eu preciso falar uma coisa: esse Detroit Pistons tá me deixando maluco de tanta qualidade. Ontem à noite eles fizeram mais uma das suas e detonaram o Minnesota Timberwolves por 113 a 108 em casa. E olha que era o terceiro jogo em quatro noites, mas parecia que os caras tinham descansado uma semana.

    O show ficou por conta de Daniss Jenkins e Jalen Duren — dois nomes que, sinceramente, eu não esperava que fossem carregar um time playoff há alguns anos. Mas é isso aí, a NBA sempre nos surpreende.

    Jenkins assumiu o protagonismo de vez

    Com Anthony Edwards fora pelo Minnesota (e que falta ele fez), Jenkins simplesmente resolveu tomar conta do jogo. 26 pontos, 5 rebotes e 8 assistências — números de estrela mesmo. O cara assumiu a responsabilidade depois que Tobias Harris machucou o joelho numa dividida com o Gobert no segundo quarto.

    E que jogada foi aquela enterrada do Ausar Thompson em cima do Donte DiVincenzo no último período? Mano, quase derrubou o teto do Little Caesars Arena! Dá pra ver o Cade Cunningham comemorando no banco mesmo lesionado. Isso é química de time, é paixão pelo jogo.

    Duren jogando como All-Star

    Agora, vamos falar sério do Jalen Duren. 22 pontos e 14 rebotes em 36 minutos, dando trabalho pro Rudy Gobert como se fosse mais um qualquer. O maluco tá fazendo até arremesso de meia distância — os comentaristas falaram que ele tá 8 de 9 em chutes fora do garrafão na temporada. Absurdo!

    Sinceramente, eu acho que ele vai ganhar uma vaga no All-NBA esse ano. E no verão? Vai ganhar um contrato monstro, pode anotar. Quem diria que Detroit ia encontrar uma dupla tão competente assim para segurar a ponta enquanto o Cade se recupera.

    O jogo foi daqueles cheios de viradas — Minnesota até chegou a liderar 80-79 entrando no último quarto, mas Detroit mostrou por que tá no topo do Leste. Aqueles sete pontos de vantagem depois do alley-oop do Thompson foram decisivos.

    E aí, vocês acham que esse Pistons consegue manter esse nível nos playoffs? Porque do jeito que o Jenkins tá jogando e com o Duren dominando o garrafão, eu tô começando a acreditar que eles podem incomodar muito.

  • Kon Knueppel quebra recorde histórico dos Hornets e dispara na briga pelo ROY

    Kon Knueppel quebra recorde histórico dos Hornets e dispara na briga pelo ROY

    Mano, que temporada absurda esse Kon Knueppel tá fazendo! O cara simplesmente quebrou um recorde que parecia intocável dos Charlotte Hornets na vitória contra o Phoenix Suns por 127-107. E não é qualquer recorde não — ele superou nada menos que Kemba Walker na marca de cestas de 3 pontos em uma temporada.

    Com 261 bolas de 3 convertidas até agora, Knueppel passou dos 260 que Kemba fez na temporada 2018-19. Cara, lembro até hoje daquela temporada do Walker, foi simplesmente mágica. Ver um rookie quebrando esse recorde é de dar arrepio.

    O monstro que veio de Duke

    Contra os Suns, o garoto de 20 anos fez 20 pontos com 7 de 14 nos arremessos (4 de 9 do perímetro), pegou 3 rebotes e deu 2 assistências. Números sólidos, mas o mais impressionante mesmo é a consistência que ele vem mostrando a temporada inteira.

    Sinceramente? Quando vi que Charlotte tinha draftado ele na 4ª posição, achei que era uma aposta alta demais. Mas o moleque tá provando que entende do negócio. Médias de 18.8 pontos, 5.4 rebotes e 3.4 assistências por jogo, com uns absurdos 43.1% de aproveitamento nas bolas de 3. É coisa de maluco!

    Na cola dos maiores da história

    E olha só que loucura: ele já tem o recorde da NBA de cestas de 3 por um rookie (passou o Keegan Murray lá em fevereiro), e agora tá no ritmo de fazer uma das melhores temporadas de arremessos da história. Com 5 jogos restantes fazendo 3.4 cestas de 3 por partida, ele pode chegar nas 277 bolas convertidas.

    Pra vocês terem noção do que isso significa: seria o 20º melhor desempenho na história da liga! À frente dele só tem monstros como Stephen Curry, James Harden, Anthony Edwards e outros poucos. Um rookie disputando espaço com essa galera? É de outro planeta.

    E tem mais: os Hornets tão com 40 vitórias e 36 derrotas, brigando pra voltar aos playoffs depois de uma década praticamente. A última vez que eles classificaram foi em 2015-16. Coincidência? Eu acho que não. O garoto chegou pra mudar o patamar do time.

    Nas casas de apostas, ele tá -275 favorito pro Rookie of the Year, bem na frente do Cooper Flagg (+200) — que, por sinal, era colega dele em Duke. Que dupla era aquela, hem? E aí, vocês acham que alguém ainda consegue tirar esse prêmio dele?