Tag: All-NBA

  • LeBron detona Memphis e quer Grizzlies fora da NBA

    LeBron detona Memphis e quer Grizzlies fora da NBA

    Mano, o LeBron James simplesmente resolveu declarar guerra contra Memphis. E não foi de forma sutil não — foi numa tacada certeira (literalmente, ele tava jogando golfe) que deixou todo mundo de queixo caído.

    Numa entrevista pro canal Bob Does Sports, o Rei foi questionado se as viagens da NBA cansam mais agora aos 41 anos. A resposta? Uma rajada de reclamações que culminou com ele pedindo pra franquia dos Grizzlies fazer as malas e sair da cidade.

    “Vocês têm que se mudar”

    “Cara, uma terça-feira aleatória em Milwaukee, ficando no Hyatt aos 41 anos, você acha que eu quero fazer essa m*rda? Ficar em Memphis numa quinta-feira aleatória”, disparou LeBron. E não parou por aí.

    “Eu não sou o primeiro cara a falar isso na NBA. Todo mundo fala tipo ‘vocês têm que se mudar’. Vão pra Nashville. Tem Vanderbilt lá. Tem a p*rra da NASCAR. Tem estádio. Eles não têm um time de hockey também? Tipo, eles têm tudo lá.”

    Olha, eu sei que Nashville é uma cidade maneira e tal, mas sinceramente não esperava o LeBron ser TÃO direto assim. O cara basicamente falou “peguem suas coisas e vazem” pros Grizzlies na cara dura.

    A rixa vem de longe

    Vocês lembram dos playoffs de 2023? Lakers como 7° seed derrubaram os Grizzlies, que eram 2° seed, numa série épica. O time jovem de Memphis — Ja Morant, Jaren Jackson Jr., Desmond Bane e aquele Dillon Brooks chatíssimo — ficaram provocando os Lakers o tempo todo.

    Os torcedores dos Grizzlies até cantavam “Whoop That Trick” (do filme Hustle & Flow) pra provocar. Resultado? Tomaram de 4-2 e agora o LeBron tá cobrando a conta com juros.

    “Eles sabem”, disse James quando perguntaram se ele jogaria em Memphis. “A única chance deles teria sido em 2003, se tivessem ganhado a loteria do draft. E eu ainda podia ter feito um Eli Manning e não ter aparecido.”

    Monstro demais essa declaração. O cara basicamente falou que preferia nem ter sido draftado a jogar lá.

    Memphis virou alvo de todo mundo

    E o pior é que o LeBron não tá sozinho nessa. Anthony Edwards, do Timberwolves, reclamou dos hotéis sujos de Memphis numa entrevista. O cara disse que chegou num quarto com manchas na cama — nojento demais.

    Draymond Green também entrou na pilha, falando que Memphis tem os piores hotéis da liga. Segundo ele, não tem room service, spa, nada. E ainda contou que uma vez o sistema de sprinklers do hotel molhou todas as coisas do Andrew Bogut sem motivo nenhum.

    Cara, que situação constrangedora pros Grizzlies e pra cidade. Imagina você ser uma franquia da NBA e os astros da liga ficarem falando mal da sua cidade publicamente assim?

    E aí, vocês acham que Memphis merece essas críticas ou o pessoal tá exagerando? Uma coisa é certa — se eu fosse dirigente dos Grizzlies, estaria correndo atrás de uns hotéis melhores urgente!

  • SGA humilhou os Lakers: goleada histórica de 43 pontos!

    SGA humilhou os Lakers: goleada histórica de 43 pontos!

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite em Oklahoma City. Os Lakers levaram uma surra histórica do Thunder por 139-96 — uma diferença de 43 pontos que deixou até eu com dó do LeBron.

    Shai Gilgeous-Alexander, que tá numa temporada absolutamente monstruosa, anotou 28 pontos e simplesmente deu um show. O cara é atual MVP da liga e tá provando por que merece repetir o prêmio. Mas o mais louco? Ele nem forçou tanto — fez isso de forma natural, controlando o ritmo do jogo como um maestro.

    Luka sumiu do mapa

    O duelo individual mais esperado da noite era SGA contra Luka Dončić, que chegava numa sequência absurda de cinco jogos com mais de 40 pontos em sete partidas. Cara, o Luka é artilheiro da temporada, mas ontem pareceu um jogador comum. Terminou com apenas 12 pontos contra a defesa sufocante do Thunder.

    Doze pontos. O cara que tava destruindo a liga inteira ficou com 12 pontinhos. A defesa de Oklahoma City merece todos os aplausos — foi uma aula de como parar um superstar.

    Thunder imparável, Lakers em choque

    Isaiah Joe foi outro que resolveu participar da festa, acertando seis bolas de três e terminando com 20 pontos. O Thunder acertou 53,9% dos arremessos e transformou o que deveria ser um jogaço entre duas equipes em alta numa demonstração de força.

    Os números do Thunder são de dar inveja: 16 vitórias em 17 jogos. Dezesseis! Os Lakers vinham de quatro vitórias seguidas e 13 em 14 partidas, mas levaram um banho de realidade.

    LeBron James, aos 41 anos (sim, o cara continua jogando em alto nível), fez apenas 13 pontos. Austin Reaves foi o que mais pontuou pelos Lakers com 15, mas sinceramente, nem adiantaria se fizesse 50. Foi uma noite daquelas pra esquecer.

    O mais impressionante? No primeiro tempo, o Thunder já liderava por 82-51. Oitenta e dois a cinquenta e um! No intervalo! Lu Dort começou pegando fogo logo no primeiro quarto com 14 pontos, e daí pra frente foi só humilhação.

    Na minha opinião, essa derrota mostra que os Lakers, mesmo com LeBron ainda jogando, têm limitações sérias quando enfrentam times que estão realmente funcionando como máquinas bem oleadas. E vocês, acham que essa surra vai afetar o psicológico dos Lakers pros playoffs?

  • Edwards perde All-NBA por 1 jogo – essa regra tá matando o basquete

    Edwards perde All-NBA por 1 jogo – essa regra tá matando o basquete

    Cara, isso aqui me deixa genuinamente irritado. Anthony Edwards — sim, o mesmo cara que tá fazendo uma temporada MONSTRUOSA — não vai conseguir disputar os prêmios individuais da NBA porque vai ficar 1 jogo abaixo do limite mínimo de 65 partidas.

    O Ant-Man tá fora do jogo de quinta contra o Detroit por causa de dores no joelho direito, e com isso não consegue mais bater a marca de 65 jogos que a liga exige pra você ser elegível pros prêmios de fim de temporada. Tecnicamente ele ainda poderia chegar lá se jogasse todos os jogos restantes dos Wolves, mas em uma das partidas que ele disputou, não teve minutos suficientes pra contar. Ou seja: tchau All-NBA.

    Os números que não mentem

    E olha só a sacanagem: Edwards tá fazendo 29.3 pontos, 5.1 rebotes e 3.7 assistências por jogo. Acertando 40.1% das bolas de três! Quarenta por cento! Pra um cara de 2 metros que joga como ele joga, isso é coisa de outro mundo.

    Na minha visão, esse seria facilmente o terceiro All-NBA Team do Edwards na carreira — e cara, ele tem só 24 anos. Tava sendo uma temporada histórica mesmo, daquelas que você lembra pra sempre.

    A regra dos 65 jogos tá uma palhaçada

    Edwards não tá sozinho nessa. Cade Cunningham, do Detroit, também vai ficar de fora pelos mesmos motivos. Dois jogadores ELITE que merecem reconhecimento, mas que vão ser prejudicados por uma regra que sinceramente acho que precisa ser repensada.

    Olha, eu entendo o lado da NBA — eles querem incentivar os caras a jogarem mais, a darem o máximo pros fãs. Mas quando você perde jogadores do calibre do Edwards e do Cunningham por causa de 1 ou 2 jogos… mano, isso não faz sentido.

    O Adam Silver até falou que a regra tá funcionando como planejado, então aparentemente não vai mudar tão cedo. Mas vocês acham que isso é justo? Um cara fazer a temporada que o Edwards tá fazendo e ficar de fora do All-NBA por causa de dor no joelho?

    Sinceramente, se fosse por mim, a regra seria mais flexível. Tipo, 60 jogos no mínimo, ou então algum sistema que leve em conta lesões comprovadas. Porque do jeito que tá, a gente vai continuar vendo craques ficando de fora dos prêmios por detalhes técnicos.

    E aí, o que vocês acham? A regra dos 65 jogos tá certa ou tá prejudicando o basquete?

  • Wizards fazem pegadinha de mal gosto e têm que pedir desculpas

    Wizards fazem pegadinha de mal gosto e têm que pedir desculpas

    Cara, eu pensei que já tinha visto de tudo na NBA, mas os Washington Wizards conseguiram superar todas as expectativas — e olha que não é por causa do basquete, porque nesse quesito eles tão mais perdidos que turista no centro de São Paulo.

    A parada foi assim: no intervalo do jogo contra o 76ers (que eles perderam de 22, óbvio), fizeram uma “pegadinha” de Dia da Mentira que deixou todo mundo constrangido. O esquema era simples — três fãs tentariam fazer uma cesta de meio de quadra vendados, e quem acertasse ganhava 10 mil dólares. Só que tinha um detalhe…

    A pegadinha que deu errado

    Antes dos caras tentarem, o apresentador avisou pra galera fingir que o terceiro cara tinha acertado. Mesmo que errasse. “Quando a bola bater no chão, vocês vão gritar como se ele tivesse ganhado os 10 mil”, disse ele no microfone — tipo, na cara dura mesmo.

    E foi isso que rolou. Os três erraram (surpresa nenhuma, né?), mas quando o terceiro tentou, a galera gritou, os mascotes correram pra abraçar o cara, e entregaram até um cheque de 10 mil pra ele! O coitado tava na nuvem.

    Aí que vem a parte cruel: mandaram ele olhar pro telão pra ver o replay da “cesta”. Quando mostrou que ele tinha errado, o mascote arrancou o cheque da mão dele. Mano, isso foi de uma maldade…

    “Todo mundo tava por dentro da brincadeira”

    Depois da bronca que tomaram nas redes sociais (e foi merecida), os Wizards vieram com aquela clássica: “foi só uma pegadinha, cara”. Segundo eles, todo mundo sabia que era encenação.

    “Pedimos desculpas pela piada de Dia da Mentira que deixou muita gente pensando se enganamos um fã”, disse o time no comunicado. “Todos os participantes estavam por dentro da brincadeira, mas erramos o tom.”

    Olha, sinceramente? Se o cara realmente tava por dentro, tudo bem. Mas a impressão que deu foi de humilhação pública mesmo. E convenhamos, os Wizards já humilham os próprios fãs o suficiente só de jogar basquete.

    O “prêmio de consolação” foi uma camisa autografada e dois ingressos na arquibancada premium pra próxima temporada. Cara, considerando como esse time joga, nem sei se isso é prêmio ou castigo.

    Quando você vai melhorar, Washington?

    Sabe o que seria uma boa pegadinha? Os Wizards ganharem uns jogos. Eles tão caminhando pra terceira temporada consecutiva com menos de 20 vitórias. Não vão pros playoffs desde 2021 e não ganham uma série desde 2017!

    A esperança agora é que as trocas pelo Anthony Davis e Trae Young rendam frutos na próxima temporada. Porque pegadinha de mau gosto os fãs já aguentaram o suficiente — tanto dentro quanto fora de quadra.

    E vocês, o que acham? Foi só uma brincadeira inofensiva ou os Wizards passaram dos limites mesmo?

  • Anthony Edwards vira vítima da regra dos 65 jogos da NBA

    Anthony Edwards vira vítima da regra dos 65 jogos da NBA

    Olha, essa regra dos 65 jogos da NBA tá virando uma dor de cabeça que não aguento mais. O Anthony Edwards, que tá simplesmente voando nesta temporada como terceiro maior pontuador da liga, acabou de virar mais uma vítima dessa história mal contada.

    O cara do Minnesota tá tendo uma temporada monstro — único All-Star de um time que praticamente garantiu vaga nos playoffs, defendendo melhor que nunca e com os números de aproveitamento mais eficientes da carreira dele. Mas adivinha? Por causa de uma lesão no joelho e uma doença que o tiraram do jogo contra o Detroit na quinta, ele não vai conseguir bater os 65 jogos necessários pra ser elegível ao All-NBA.

    A matemática cruel que prejudica os craques

    A situação é absurda mesmo. Edwards tecnicamente ainda pode aparecer em 65 jogos, mas não pode acumular 65 jogos “elegíveis” (jogando pelo menos 20 minutos). Por quê? Porque no terceiro jogo da temporada, ele saiu com apenas três minutos jogados. Três minutos! E isso conta como jogo completo na conta.

    E não é só questão de legado não — tem grana envolvida. Uma seleção All-NBA garantiria pra ele a elegibilidade pro contrato supermax quando ele puder renovar em 2027. Agora, mesmo já tendo duas seleções All-NBA no currículo, vai ter que conseguir de novo na próxima temporada só por causa de alguns jogos perdidos.

    Outros astros na mesma sinuca

    Edwards não tá sozinho nessa. Cade Cunningham, Nikola Jokić e Kawhi Leonard tão todos a um jogo perdido de ficarem inelegíveis também. E tem casos que mostram como essa regra é mal pensada mesmo.

    Pega o LeBron James, por exemplo. O cara só pode jogar no máximo 61 partidas nesta temporada por causa de uma ausência de 14 jogos no começo. Mas já jogou 1.844 minutos. O Wembanyama, que vai ser elegível se jogar três dos últimos cinco jogos do Spurs, jogou 1.784 minutos. Ou seja, o LeBron jogou mais tempo total, mas a regra não considera isso.

    Sinceramente, acho que essa regra precisa de um ajuste urgente. Como que o Jokić pode voltar de lesão e entrar na corrida do MVP, mas se perder mais um jogo não consegue nem All-NBA? Faz sentido isso pra vocês?

    O Adam Silver falou recentemente que a regra tá funcionando, mas eu discordo. Se o objetivo é criar um registro histórico preciso, que problema essa regra resolve exatamente? Os eleitores já eram criteriosos antes — ninguém votava em maluco que não jogava.

    No final das contas, Edwards vai perder uma honraria que merece só porque o sistema não consegue diferenciar entre um cara que não joga por relaxo e outro que se machuca tentando ganhar jogo. É frustrante demais.

  • Duren quer ficar em Detroit pra vida toda, mas extensão travou

    Duren quer ficar em Detroit pra vida toda, mas extensão travou

    Olha, eu confesso que não esperava ver os Pistons brigando pelo topo do Leste essa temporada, mas aqui estamos. E muito disso tem a ver com o salto absurdo que Jalen Duren deu — o cara simplesmente virou um monstro na quadra.

    Só que tem uma parada meio tensa rolando por trás dos panos. Duren e Detroit não conseguiram acertar uma extensão de contrato antes do deadline em outubro, então o pivô de 22 anos vai ser agente livre restrito no verão. Mas calma aí — tanto o jogador quanto a franquia dizem que querem ficar juntos pra sempre.

    “Foi só negócios mesmo”

    “Cara, foi o que foi”, disse Duren sobre a situação. “Acho que é complicado porque tem o aspecto comercial nisso tudo. Como eu falei, eu adoraria ser um Piston pra vida toda. Não foi nada pessoal com a organização. Foi só negócios. Eles pensavam de um jeito, eu de outro. E naquele momento não conseguimos chegar num acordo.”

    O GM Trajan Langdon bateu na mesma tecla: “Nós também queremos que ele seja um Piston pra vida toda. Não teve nada a ver com o que ele fez ou deixou de fazer.”

    Sinceramente? Esse tipo de impasse sempre me deixa meio ressabiado. Quando as duas partes dizem que se amam mas não conseguem fechar negócio… geralmente é porque alguém tá pedindo muito ou oferecendo pouco demais.

    All-Star pela primeira vez

    Mas vamos ao que realmente importa: o que Duren tá fazendo na quadra é simplesmente absurdo. O cara foi pro seu primeiro All-Star Game em fevereiro e tá tendo números de outro mundo — 19,5 pontos com 64,7% de aproveitamento e quase 11 rebotes por jogo. Tá na briga pelo prêmio de jogador que mais evoluiu.

    E quando Cade Cunningham ficou oito jogos fora por causa de um pulmão colapsado (parada séria, hein?), foi Duren quem segurou as pontas. Médias de 23,4 pontos e 10,5 rebotes, ajudando Detroit a fazer 6-2 nesse período.

    A química dele com Cunningham, aliás, é coisa de cinema. Os dois viajaram juntos pra Itália no verão passado, fortalecendo uma parceria que vem desde os tempos de AAU. Duren tá investindo pesado nessa relação — meio que nem aquele lance do Edelman com o Brady nos Patriots.

    Playoffs na mira

    Com os Pistons liderando o Leste (quem diria, né?), Duren tá focado no presente. “Só quero que esse time use todo seu potencial”, falou. “Quero sair dessa temporada pensando: ‘É, fizemos tudo que queríamos fazer.’”

    E aí, vocês acham que Detroit vai abrir o cofre pra manter Duren? O cara claramente merece uma grana boa depois dessa temporada monstruosa. Mas será que os Pistons vão pagar o preço, ou vamos ter mais um drama de agência livre no verão?

    Uma coisa é certa: depois de anos patinando, Detroit finalmente achou a fórmula. Seria uma burrada tremenda deixar Duren escapar agora.

  • Joe Ingles pode estar de volta pra Austrália depois de 12 anos na NBA

    Joe Ingles pode estar de volta pra Austrália depois de 12 anos na NBA

    Olha, depois de 12 temporadas na NBA, parece que Joe Ingles tá pensando seriamente em voltar pras origens. O veterano australiano, que tá fechando mais uma temporada pelos Timberwolves, aparentemente já tá batendo papo com times da NBL — o campeonato australiano.

    Aos 38 anos, o cara não tá brincando em serviço. Segundo as informações que chegaram até aqui, Ingles já conversou tanto com o Melbourne United quanto com o South East Melbourne Phoenix sobre uma possível volta. E não para por aí — o Adelaide 36ers também tá de olho nele.

    Uma carreira que já deu o que tinha que dar

    Sinceramente? Eu entendo a decisão. Doze anos de NBA é muita coisa, né não? O cara passou oito temporadas no Utah Jazz (onde realmente fez nome), depois rodou por Milwaukee Bucks, Orlando Magic, e agora tá há duas temporadas em Minnesota.

    Mas aqui entre nós — Joe Ingles nunca foi aquele jogador que você olha e fala “nossa, que atlético”. O que sempre impressionou nele foi a inteligência de jogo, o arremesso de 3 pontos bem calibrado e aquela visão de jogo que poucos caras têm. Tipo aquele jogador que você subestima até tomar uma chuva de bolas de 3.

    Voltando pra onde tudo começou

    A parada fica ainda mais interessante quando você lembra que Ingles começou a carreira profissional justamente na NBL, pelo South Dragons. Depois de três temporadas lá, o cara foi pra Espanha (quatro anos), passou um tempinho em Israel, e aí sim chegou na NBA em 2014.

    Ou seja, seria tipo uma volta às origens mesmo. E olha, não é que faz todo sentido? Com 38 anos, depois de uma década inteira na liga mais competitiva do mundo, talvez seja hora de jogar mais perto de casa, com menos pressão, mas ainda num nível bem legal de basquete.

    E aí, vocês acham que ele realmente vai mesmo? Ou será que rola mais uma temporada na NBA pra fechar com chave de ouro? Eu apostaria na Austrália — às vezes é melhor sair por cima do que forçar demais a barra.

  • Novo dono dos Blazers promete mudança: ‘chega de paciência’

    Novo dono dos Blazers promete mudança: ‘chega de paciência’

    Olha, parece que a fase de ‘projeto’ do Portland Trail Blazers chegou ao fim. Tom Dundon, o novo dono do time, não tá com paciência pra ficar desenvolvendo jovem não — ele quer é vencer, e vencer agora.

    “Nós tentamos passar essa mensagem nos últimos dias: aquilo foi divertido, e provavelmente necessário, mas é mais divertido ganhar”, disse Dundon na quinta-feira. Cara, eu até entendo o cara. Imagina você comprar um time por 4,25 bilhões de dólares (isso mesmo, bilhões!) pra ficar vendo moleque aprender a jogar basquete profissional.

    A nova era chegou em Portland

    E não é só conversa não. Dundon já provou que sabe o que faz no esporte. O cara transformou o Carolina Hurricanes (NHL) numa máquina de fazer dinheiro e ganhar jogos. Agora vendeu uma parte do time por 332 milhões só pra poder se dedicar aos Blazers. Sinceramente? Eu tô curioso pra ver no que vai dar.

    Os Blazers tão com 39 vitórias e 38 derrotas, brigando por uma vaga no play-in no Oeste — que como vocês sabem, tá sempre um inferno. Meio jogo atrás do Lakers pro oitavo lugar. Se conseguirem essa posição, é só ganhar um jogo pra ir pros playoffs de verdade.

    E os jovens talentos?

    Não é que Dundon vai mandar embora todo mundo não. Scoot Henderson, Shaedon Sharpe, Toumani Camara e Donovan Clingan continuam sendo o futuro do time. Mas a diferença é que agora eles vão ter que crescer rápido, porque paciência mesmo acabou.

    “Se essa oportunidade existir, eu sou provavelmente mais agressivo que a maioria”, falou o novo dono. E pelo jeito, o GM Joe Cronin quase fechou uma negociação bombástica no trade deadline — imaginem se fosse o que? Damian Lillard de volta? (Tá, isso é viagem minha, mas deixa eu sonhar.)

    O mais interessante é que Dundon não tá falando besteira. O cara sabe que se não conseguir montar um time competitivo, vai ter que “dar um passo pra trás” — e isso geralmente significa rebuild de novo. Pelo bem dos fãs de Portland, que já sofreram demais, espero que ele acerte na primeira tentativa.

    E aí, vocês acham que os Blazers conseguem fazer barulho ainda nesta temporada? Ou vai ser mais uma temporada de “quase”?

  • Cade Cunningham perde elegibilidade pra MVP — a regra dos 65 jogos atacou de novo

    Cade Cunningham perde elegibilidade pra MVP — a regra dos 65 jogos atacou de novo

    Cara, essa doeu. O Cade Cunningham vai ficar de fora por pelo menos mais uma semana por causa da lesão no pulmão, e isso significa uma coisa: ele não vai poder concorrer ao MVP nem fazer o All-NBA Team. A maldita regra dos 65 jogos acabou com o sonho do cara.

    Olha só que situação bizarra: o Cunningham estava tendo a temporada da vida dele — 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo. Números de MVP mesmo, não tem como negar. Mas aí ele sofre um pneumotórax (lesão no pulmão, coisa séria) no jogo contra Washington em março e já perdeu 8 jogos. Agora vai perder pelo menos mais 4.

    Detroit voando sem ele, mas…

    O mais louco é que os Pistons estão indo absurdamente bem mesmo sem o cara. 55 vitórias e 21 derrotas, brigando pelo melhor recorde do Leste! Eles foram 6-2 nos jogos sem ele e ainda por cima conquistaram o título da divisão Central pela primeira vez desde 2008. Até apareceu no banco contra o Toronto essa semana.

    Mas sinceramente? Isso não deveria importar pra elegibilidade de prêmios individuais. O moleque estava no papo de MVP antes de se machucar, e agora vai ficar de fora por causa de uma lesão que nem foi culpa dele.

    A polêmica regra dos 65 jogos

    A Associação dos Jogadores já veio com tudo criticar essa regra. E olha, eu concordo 100% com eles. Falaram que é “arbitrária e rígida demais” — e tá certo mesmo. Como é que você pune um cara que se machucou de verdade?

    O Adam Silver respondeu dizendo que a regra tá funcionando como deveria, mas demonstrou empatia pela situação do Cunningham. Cara, empatia é legal e tal, mas não resolve o problema do moleque, né?

    Na minha opinião, essa regra precisa de pelo menos uma exceção pra lesões graves. Pneumotórax não é moleza — é coisa que pode ser perigosa se não tratada direito. E aí o cara vai ser punido por cuidar da saúde?

    Vocês acham que essa regra dos 65 jogos faz sentido ou é sacanagem demais com quem se machuca? Porque pra mim, ver o Cunningham perdendo a chance de disputar o MVP depois da temporada monstruosa que ele tava fazendo é de partir o coração.

  • Nets promove Tre Scott da G-League com contrato de emergência

    Nets promove Tre Scott da G-League com contrato de emergência

    Olha, o Brooklyn Nets acabou de fazer aquele movimento clássico de fim de temporada: promoveu Tre Scott do Long Island Nets (o time da G-League) com um contrato de 10 dias por necessidade médica. E sinceramente? Era questão de tempo mesmo.

    O cara vinha fazendo a diferença lá embaixo

    Scott não estava brincando na G-League não. Em 47 jogos pelo Long Island, o moleque de 2,03m vinha fazendo 12 pontos, quase 5 rebotes e 2 assistências por jogo. Números sólidos para um cara que estava esperando a oportunidade aparecer.

    O mais interessante é que ele já conhece a casa — participou do training camp do Nets no começo da temporada. Então não vai chegar completamente perdido, sabe como funciona o esquema do técnico e já tem alguma química com o elenco.

    Lesão abre a porta

    A promoção dele veio porque Danny Wolf deve ficar fora pelo resto da temporada com uma entorse no tornozelo. Cara, que azar do Wolf — a temporada toda lutando por minutagem e agora isso.

    Para Scott, que não foi draftado em 2020 depois de sair de Cincinnati, é aquela chance de ouro. Ala de 2,03m tem sempre espaço na NBA, ainda mais um que consegue jogar múltiplas posições como ele.

    Será que cola?

    Vamos ser honestos: contrato de 10 dias é basicamente um teste. O Nets vai avaliar se ele consegue contribuir nos últimos jogos da temporada. Se rolar química e ele mostrar que pode ajudar, quem sabe não vira algo mais permanente para a próxima temporada?

    Eu acho que o cara tem tudo para aproveitar. Já estava acostumado com o ritmo profissional na G-League, conhece o sistema do time, e ala versátil sempre encontra minutagem. Vocês acham que ele consegue se firmar? Ou vai ser só mais um desses contratos de emergência que a gente esquece na semana seguinte?