Tag: All-NBA

  • Dončić e Jalen Johnson arrebentam em março na NBA

    Dončić e Jalen Johnson arrebentam em março na NBA

    Cara, que mês absurdo foi março na NBA! Luka Dončić e Jalen Johnson acabaram de ser eleitos os jogadores do mês, e sinceramente? Merecidíssimo pros dois.

    O esloveno simplesmente não deu chance pra ninguém — 37.5 pontos por jogo (trinta e sete e meio!), 8.0 rebotes e 7.4 assistências. E o mais impressionante? Os Mavericks fizeram uma campanha monstruosa de 15 vitórias e apenas 2 derrotas no mês. Luka já tinha ganhado o prêmio em janeiro, mas cara, o cara tá numa fase que dá até medo.

    Jalen Johnson finalmente explodiu

    Agora, quem me surpreendeu mesmo foi o Jalen Johnson. O garoto dos Hawks que muita gente ainda não conhece direito mostrou que veio pra ficar: 22.4 pontos, 8.5 rebotes e 8.5 assistências por partida. Quase um triple-double de média, pessoal!

    E olha que loucura — Atlanta também fez 13-2 no mês. Coincidência? Eu acho que não. Quando você tem um cara fazendo essa estatística maluca, o time inteiro joga diferente.

    O que isso significa pro futuro?

    Pra quem acompanha NBA há tempo, sabe que março é um mês crucial. É quando os times definem realmente se vão pros playoffs ou não. Ver dois caras completamente diferentes — um já consagrado como Luka e um jovem em ascensão como Johnson — dominando assim mostra o quanto a liga tá equilibrada.

    Primeira vez do Johnson ganhando esse troféu, aliás. E pelo jeito que ele tá jogando, tenho certeza que não vai ser a última. O cara tem apenas 22 anos e já tá carregando Atlanta nas costas.

    E vocês, já tinham reparado no que o Jalen Johnson tava fazendo? Porque eu confesso que só fui realmente prestar atenção nele no meio do mês passado, quando vi umas estatísticas absurdas dele.

  • Investigação dos Clippers está virando novela sem fim

    Investigação dos Clippers está virando novela sem fim

    Cara, já são quase sete meses e a NBA ainda não conseguiu finalizar a investigação sobre o suposto esquema dos Clippers para driblar o teto salarial. É muita enrolação pra uma coisa que já deveria ter sido resolvida, não acham?

    A história é a seguinte: tem uma suspeita de que Steve Ballmer, dono dos Clippers, teria usado uma empresa chamada Aspiration (que já faliu, por sinal) pra dar uma grana extra pro Kawhi Leonard sem isso contar no salary cap. O negócio é que Ballmer investiu 50 milhões de dólares na empresa em setembro de 2021, no mesmo mês que os Clippers fecharam um acordo de 300 milhões com a Aspiration. Seis meses depois, a empresa fez um contrato de endosso de 28 milhões com o Kawhi.

    Coincidência? Sei não, viu.

    O que dizem os envolvidos

    Ballmer admitiu que apresentou o Leonard pra galera da Aspiration, mas jura que não mandou ninguém assinar com ele. “Nós simplesmente não podemos nos envolver”, disse ele. “Só fizemos uma apresentação.”

    Do lado dos Clippers, tanto o Kawhi quanto o presidente Lawrence Frank estão tranquilões. “Nenhum de nós fez nada de errado”, declarou Leonard. “Convidamos as investigações. Não vai ser uma distração pra mim ou pro resto do time.”

    Olha, admiro a confiança do cara, mas essa história tá arrastando demais. Se não fizeram nada errado mesmo, por que tá demorando tanto pra provar?

    Os bastidores da Aspiration

    Aqui a coisa fica interessante. O ex-CEO da Aspiration disse que tudo foi certinho, que o contrato tinha várias obrigações pro Leonard e passou por análise interna. Mas três ex-executivos da empresa soltaram uma nota contradizendo isso.

    “A equipe expressou preocupações na época sobre o alto custo do acordo e sua falta de alinhamento com a marca e estratégia de negócios da Aspiration”, disseram eles. Basicamente: “Esse negócio não fazia sentido nenhum pro nosso negócio.”

    Isso aí que é dar uma paulada no esquema, hein? Quando os próprios funcionários dizem que o acordo era esquisito, fica difícil defender.

    A ESPN conseguiu uma cópia do contrato de 19 páginas do Leonard com a Aspiration e mostrou pra cinco agentes de jogadores e uma fonte da associação dos jogadores. O consenso? “É padrão, nada incomum aqui”, disse um agente. Só chamou atenção uma cláusula que permite ao Leonard recusar obrigações que não batem com seus valores pessoais – meio ampla demais, mas nada que configure burla ao salary cap.

    E agora?

    A investigação está sendo conduzida pelo escritório Wachtell, Lipton, Rosen & Katz, e eles ainda estão fazendo entrevistas com funcionários dos Clippers e ex-funcionários da Aspiration. Não se sabe se o próprio Kawhi já foi ouvido.

    Se acharem alguma irregularidade, o comissário Adam Silver não pode agir sozinho. Ele teria que apresentar os achados pra um árbitro neutro escolhido pela NBA e pelo sindicato dos jogadores.

    Sinceramente, essa novela já deveria ter acabado. Ou os Clippers fizeram algo errado e merecem punição, ou não fizeram e todo mundo pode seguir em frente. Mas ficar enrolando assim só prejudica todo mundo – principalmente o Kawhi, que tá tentando se manter saudável pra ajudar o time.

    E vocês, acham que tem fogo nessa história ou é só muito barulho por nada?

  • Wemby quer o MVP: ‘Me importo profundamente com isso’

    Wemby quer o MVP: ‘Me importo profundamente com isso’

    Cara, o Wembanyama não tá de brincadeira. Depois de uma performance ABSURDA de 41 pontos e 18 rebotes na vitória dos Spurs sobre o Warriors, o francesão foi direto ao ponto: ele quer o MVP da temporada. E não tá escondendo isso de ninguém.

    “Me importo profundamente com isso”, disse o Wemby para a ESPN. “Acho que os grandes que estão no Hall da Fama — ou os melhores de todos os tempos — lutaram e pegaram tudo que puderam pegar no início de suas carreiras. Se quero fazer meu lugar entre os grandes, tenho que tentar não perder nenhuma oportunidade de colocar meu nome lá em cima.”

    O mais jovem da história?

    Olha, se o monstro ganhar mesmo o MVP, ele vai fazer história. Seria o mais jovem MVP de todos os tempos, com aproximadamente 22 anos e 130 dias em maio. O recorde atual é do Derrick Rose, que tinha 22 anos e 211 dias quando ganhou em 2011.

    E o cara tá jogando um basquete de outro planeta mesmo. Os Spurs ganharam 10 jogos consecutivos no geral e 15 seguidos com o Wemby em quadra. Nessa sequência, ele tá fazendo média de 27.9 pontos e 12.3 rebotes por jogo. Sinceramente? Números de MVP mesmo.

    Uma estatística que me chamou atenção: ele pegou pelo menos 15 rebotes em cinco jogos seguidos — a maior sequência de um jogador dos Spurs desde o Dennis Rodman em 1995. Passou até o Tim Duncan e o David Robinson. “Uau”, foi a reação dele quando soube da comparação com o Rodman. “Assisti muitos highlights dele, principalmente no Bulls. Não fazem mais jogadores como ele.”

    A disputa tá pegando fogo

    Os Spurs estão com um record de 58-18, apenas dois jogos atrás do Thunder (60-16) pela primeira colocação no Oeste. Detalhe: San Antonio tem a vantagem no confronto direto (4-1) e ainda faltam seis jogos na temporada regular.

    O Steve Kerr, técnico dos Warriors que levou a surra, não economizou elogios: “Ele tem uma confiança inacreditável agora. Parece que sabe exatamente o que fazer nos dois lados da quadra. Nos primeiros anos, às vezes parecia jovem. Não parece mais jovem. Parece que sabe exatamente o que está fazendo.”

    Na real, quem vocês acham que vai levar o MVP? O Shai Gilgeous-Alexander ainda é o favorito nas casas de aposta, mas o Wemby tá fazendo uma campanha impressionante. Além do MVP, ele já é praticamente certeza para o Defensor do Ano — seria o quinto jogador diferente a ganhar o prêmio nos últimos cinco anos.

    E aí, será que consegue fazer essa dobradinha histórica? Eu tô torcendo pra ver esse moleque fazendo história na NBA.

  • Cade Cunningham fora por mais uma semana e pode perder prêmios

    Cade Cunningham fora por mais uma semana e pode perder prêmios

    Cara, que azar do Cade Cunningham. O cara tava fazendo uma temporada absolutamente monstruosa pelo Detroit Pistons e agora vai ficar fora por pelo menos mais uma semana se recuperando de um pulmão colapsado. Sério, que lesão bizarra é essa?

    O time anunciou na quinta-feira que o armador All-Star ainda está sendo monitorado pelos médicos e vai ser reavaliado só na próxima semana. Ele tá fora desde 19 de março, mas pelo menos já voltou a acompanhar os jogos no banco — de roupa comum, claro.

    Os números que impressionam

    E olha só que crueldade: Cunningham tá com médias de 24.5 pontos e 9.9 assistências por jogo. Na história da NBA, apenas oito jogadores conseguiram terminar uma temporada com essas médias ou melhores. O Cade seria o primeiro a fazer isso vestindo a camisa de Detroit.

    “É bom vê-lo com bom humor e se movimentando. É bom tê-lo de volta com o grupo”, disse o técnico J.B. Bickerstaff. “Ele traz uma energia para nossos caras.”

    Mas aqui vem a parte que dói: Cunningham jogou apenas 61 partidas nesta temporada. A NBA tem uma regra que exige 65 jogos para um jogador ser elegível aos prêmios de final de temporada. Os Pistons só têm cinco jogos restantes. Façam as contas.

    Injustiça pura

    Sinceramente? Acho uma injustiça danada essa regra da NBA. O cara teve uma lesão séria no final da temporada — não é como se fosse algo que ele pudesse controlar. Bickerstaff tá certíssimo quando fala: “Um cara como o Cade não deveria ser punido por ter uma lesão grave no final da temporada.”

    Na minha opinião, tem que ter bom senso nessas situações. O cara jogou 61 partidas, carregou o time nas costas a temporada toda e agora pode ficar sem reconhecimento por causa de quatro jogos? Meio cruel, né não?

    Detroit segue voando

    O mais impressionante é que os Pistons não pararam. Eles já garantiram o título da Divisão Central e têm quatro jogos de vantagem sobre o Boston Celtics na briga pela primeira colocação do Leste. Sem o seu melhor jogador, o time tem 11-4 de aproveitamento.

    “É sobre ter uma identidade”, explicou Bickerstaff. “Se você consegue fazer os caras comprarem a ideia, o estilo, se consegue jogar um basquete sistemático dos dois lados da quadra, você pode ter sucesso.”

    Vocês acham que o Cade vai conseguir voltar ainda nesta temporada regular? Porque, olha, seria uma pena enorme ver um jogador desse calibre ficar de fora dos prêmios por causa de uma regra que não considera situações excepcionais como essa.

  • Spurs poupam Wemby contra Clippers após jogaço de 41 pontos

    Spurs poupam Wemby contra Clippers após jogaço de 41 pontos

    Cara, o Victor Wembanyama não vai jogar hoje contra os Clippers. Depois de fazer 41 pontos e 18 rebotes em apenas 29 minutos contra os Warriors ontem — sim, VINTE E NOVE MINUTOS — o francês vai descansar por “gerenciamento de lesão no tornozelo direito”.

    Olha, eu entendo a precaução dos Spurs. Back-to-back é sempre complicado, ainda mais pra um cara de 2,24m que joga com a intensidade do Wemby. Mas confesso que dá uma tristeza não ver esse monstro em quadra, principalmente depois da performance absurda que ele teve em San Francisco.

    O prêmio que ninguém mais consegue ganhar

    E adivinhem? Hoje mesmo ele foi eleito o Melhor Defensor da Conferência Oeste em março. Pelo terceiro mês consecutivo! Cara, isso é simplesmente histórico. 180 rebotes em 15 jogos, 56 tocos (maior da liga), 20 roubos de bola. Os números são de outro planeta.

    Sinceramente, tem como competir com 3,73 tocos por jogo? O cara praticamente tem uma parade militar no garrafão. E ainda por cima pega 1,33 roubadas por partida. É defesa em todas as posições.

    A corrida pelo MVP e aquela regra chata

    Na temporada, Wemby tá com médias de 24,7 pontos, 11,5 rebotes, 3,1 tocos e 1,1 roubo em menos de 30 minutos por jogo. Líder em tocos, quinto em rebotes. É candidato ao DPOY e tá brigando pelo MVP também — aos 22 anos, gente!

    Mas aqui tem um problema: ele precisa jogar pelo menos 65 jogos pra ser elegível pros prêmios da temporada regular. Até agora jogou 62 (contando a final da NBA Cup). Com essa pausa de hoje, ele vai ter que jogar pelo menos três dos últimos cinco jogos dos Spurs.

    Na minha opinião, essa regra dos 65 jogos é meio questionável quando se trata de load management por precaução. O cara tá dominando a temporada toda, mas pode perder prêmios por causa de alguns jogos perdidos? Vocês acham justo?

    De qualquer forma, torcer pra que seja só precaução mesmo e que a gente veja mais desses jogos históricos do Wemby antes dos playoffs. Porque, convenhamos, ver esse cara jogar é um privilégio que a gente não pode desperdiçar.

  • O Muro dos Clippers é absurdo — e tá fazendo os caras errarem

    O Muro dos Clippers é absurdo — e tá fazendo os caras errarem

    Cara, vocês viram o que o Steve Ballmer aprontou no Intuit Dome? O maluco criou um troço chamado “The Wall” que tá literalmente fazendo os adversários errarem lances livres. E olha que não é pouca coisa não.

    A situação foi essa: Stephon Castle, do Spurs, vai bater um lance livre — algo que ele converte 73,6% das vezes. Só que aí ele olha pra trás da cesta e vê uma parede de 44 metros de altura com 300 torcedores dos Clippers gritando “ERRA” e balançando uns bonecos infláveis verdes (zoando o Wembanyama, que é do time do Castle). O resultado? Bola pra fora.

    A obsessão do Ballmer virou realidade

    O dono dos Clippers sempre falou que queria a “melhor casa de todos os esportes”. Não tô brincando — o cara visitou centenas de arenas pelo mundo pra se inspirar. Pegou ideia do Yellow Wall do Borussia Dortmund (que tem 25 mil pessoas em pé), da seção de estudantes da San Diego State, e até da Grand Canyon University.

    E funcionou, mano. Os adversários só acertam 73,4% dos lances livres quando enfrentam The Wall. Se fosse um time, seria o pior da liga nesse fundamento. Absurdo, né?

    4.500 lugares só pra fazer barulho

    The Wall tem 4.500 assentos em 51 fileiras ininterruptas. As primeiras 13 fileiras são “The Swell” — reservadas pros 300 torcedores mais barulhentos. É por ordem de chegada, cara. Tem gente que chega 3 horas antes do jogo só pra garantir o lugar.

    Se você torcer pro time visitante? Cartão amarelo na primeira, expulsão na segunda. Não é brincadeira.

    Gillian Zucker, CEO do grupo que administra a arena, falou uma parada interessante: “Quando você vem ao Intuit Dome, você não é espectador. Você é participante.” E sinceramente, faz sentido. Imagina você tentando acertar um arremesso com 300 pessoas gritando na sua cara?

    Finalmente saíram da sombra dos Lakers

    Olha, eu sempre achei meio constrangedor os Clippers dividirem arena com os Lakers por 25 anos. Os caras jogavam literalmente embaixo dos banners de cinco títulos dos Lakers. Em 2013, o Doc Rivers chegou a cobrir as faixas dos Lakers com outras dos Clippers — imaginem a treta.

    Agora eles têm casa própria. E que casa! Ballmer gastou 2 bilhões de dólares nessa arena, e pelo jeito, cada centavo valeu a pena.

    O que vocês acham? Será que outros times vão copiar essa ideia? Eu tô curioso pra ver se isso realmente vai fazer diferença nos playoffs. Uma coisa é certa: jogar contra os Clippers em casa não vai ser moleza pra ninguém.

  • Celtics fazem CINQUENTA E TRÊS no 1º quarto e quebram próprio recorde

    Celtics fazem CINQUENTA E TRÊS no 1º quarto e quebram próprio recorde

    Gente, o que os Celtics fizeram ontem à noite em Miami foi absolutamente surreal. CINQUENTA E TRÊS pontos no primeiro quarto. Cinquenta. E. Três.

    Vocês conseguem imaginar? Eu tava acompanhando o jogo e simplesmente não acreditava no que tava vendo. Os caras literalmente não erravam — 20 cestas em 28 tentativas, sendo 11 de 15 do perímetro. Era arremesso atrás de arremesso entrando limpo na cesta.

    Sam Hauser virou o Curry da madrugada

    Olha, eu sempre soube que o Sam Hauser tinha potencial, mas o que ele fez foi de outro planeta. O maluco jogou os 12 minutos do primeiro quarto e acertou TODAS as cinco tentativas de 3. Todas! E terminou o período com 17 pontos.

    O Jaylen Brown não ficou atrás — fez 20 pontos só no primeiro quarto (nono quarter de 20+ pontos na carreira dele) e terminou a noite com 43. Mas sinceramente? O que mais me impressionou foi a frieza deles. Quando você tá numa dessas, a tendência é forçar arremesso ruim. Eles não fizeram isso.

    Tatum voltou com tudo depois da lesão

    E vocês viram o Jayson Tatum? Cara voltando de lesão no tendão de Aquiles (que dor só de lembrar) e mandou um triple-double: 28 pontos, 18 rebotes e 11 assistências. O primeiro da temporada dele.

    “Foi um show de cestas dos dois lados”, disse o Tatum depois do jogo. E realmente foi — o Heat não ficou quieto e ainda assim tomou 147 pontos dos Celtics.

    Números históricos que dão arrepio

    Agora vem a parte que me deixa maluco: esse foi o maior primeiro quarto da HISTÓRIA dos Celtics. E olha que estamos falando de uma franquia com 17 títulos da NBA.

    No ranking geral da liga, só fica atrás do Warriors que fez 55 pontos contra o Portland em 2023. Os Celtics empataram com… o próprio Heat, que tinha feito 53 contra Charlotte.

    A ironia é linda: o Miami deu 53 pontos no primeiro quarto para o mesmo time que já tinha feito 53 em um primeiro quarto. O basquete às vezes é poético assim.

    Joe Mazzulla, técnico dos Celtics, resumiu bem: “Quando você executa bem e consegue arremesso bom atrás de arremesso bom, essas coisas acontecem”. E aconteceram de forma espetacular ontem à noite.

    Os Celtics venceram por 147-129, mesmo depois de ver a vantagem de 27 pontos diminuir para 9 no último quarto. Mas aí que tá — time grande não desespera. Voltaram a jogar seu basquete e fecharam o jogo.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem manter esse ritmo alucinante pro resto da temporada?

  • Knicks atropelam Grizzlies: KAT faz triple-double em 29 minutos!

    Knicks atropelam Grizzlies: KAT faz triple-double em 29 minutos!

    Cara, que show do Karl-Anthony Towns ontem à noite! Os Knicks fizeram a lição de casa contra um Memphis completamente desfalcado e venceram por 130-119, com KAT fazendo um triple-double (20 pontos, 11 rebotes e 11 assistências) em apenas 29 minutos de quadra.

    Mas o dado mais impressionante da noite? Os Grizzlies pegaram apenas 20 rebotes — VINTE! Segundo os comentaristas, foi o menor número de rebotes já permitido pelos Knicks a um adversário na história. Faz sentido quando o cara mais alto do time adversário tem 1,85m com salto, né?

    Memphis estava mesmo desfalcado

    Olha, eu já vi times desfalcados, mas o que o Memphis colocou em quadra ontem beirou o surreal. Sete jogadores machucados, nenhum pivô ativo, e pelo menos um cara jogando com contrato de duas vias. O rookie Cedric Coward até tentou com seus 15 pontos, mas sinceramente, era como levar uma faca para uma guerra de tanques.

    Com Jalen Brunson poupado por causa do tornozelo, José Alvarado ganhou sua segunda chance como titular nos Knicks. E cara, ele aproveitou: 15 pontos, 4 assistências e apenas 4 turnovers. Nada mal para quem veio do banco na maior parte da temporada.

    Show coletivo dos Knicks

    Enquanto KAT dominava o garrafão, OG Anunoby estava fazendo sua parte com 25 pontos e 13 rebotes em 40 minutos. Bridges também estava certeiro, com 24 pontos em 15 arremessos — eficiência pura.

    O que mais me chamou atenção foi como os Knicks começaram o jogo: erraram apenas 2 dos primeiros 15 arremessos e acertaram TODOS os primeiros 5 de três pontos. Hart, Bridges, Alvarado, Kolek e Shamet — todo mundo contribuindo. É assim que se mata um jogo no primeiro quarto.

    Landry Shamet voltou depois de cinco jogos parado por causa de uma contusão no joelho e mostrou que está 100%. Acertou 3 de 5 do perímetro, incluindo uma bomba no final do primeiro quarto que ajudou a abrir 48-30.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter essa consistência quando Brunson voltar? Porque olhando os números dele com KAT ultimamente, a dupla ainda não engrengetou. Mas contra um Memphis nessas condições, qualquer time da NBA deveria vencer tranquilo.

    No fim das contas, foi exatamente o que os Knicks precisavam depois de três derrotas seguidas na estrada. Uma vitória fácil, confiante, e que mostrou que quando estão focados, esse time tem potencial para incomodar qualquer um nos playoffs.

  • Brandon Clarke é preso por tráfico no Arkansas – que bagunça!

    Brandon Clarke é preso por tráfico no Arkansas – que bagunça!

    Galera, que notícia bizarra pra começar o dia. Brandon Clarke, o ala-pivô do Memphis Grizzlies, foi preso ontem no Arkansas com uma lista de acusações que dá até medo de falar. Tráfico de drogas, fuga da polícia, excesso de velocidade… cara, que situação complicada.

    O sherife do condado de Cross County prendeu o jogador na quarta-feira, 1º de abril, às 13h03 (horário local). As acusações são pesadas: tráfico de substância controlada, posse de drogas, fuga/excesso de velocidade e ainda ultrapassagem irregular. Não é brincadeira, não.

    Temporada já era ruim, agora virou pesadelo

    Olha, sinceramente? Clarke já tava tendo uma temporada horrorosa mesmo antes dessa confusão toda. O cara jogou só DOIS jogos nesta temporada – dois! – com médias de 4 pontos e 3 rebotes. Uma queda brutal pra quem já foi promessa.

    Ele já tá fora do resto da temporada por causa de uma lesão na panturrilha direita. Mas agora, com essas acusações criminais, a situação ficou muito mais séria que qualquer contusão. É o tipo de coisa que pode acabar com uma carreira, cara.

    De promessa a problema

    Lembro quando Clarke chegou na NBA em 2019. O moleque era uma promessa real – tanto que foi pro All-Rookie Team em 2020. Saiu de San Jose State, transferiu pra Gonzaga e parecia ter tudo pra dar certo no basquete profissional.

    Ficou esses sete anos todos no Memphis, mas nunca conseguiu ser aquele jogador que todo mundo esperava. E agora isso… mano, que desperdício. O cara tem contrato até 2026-27, mas com essas acusações, quem sabe se vai conseguir jogar basquete de novo.

    Vocês acham que o Memphis vai cortar ele? Porque olha, tráfico de drogas não é algo que a NBA perdoa fácil. Já vimos outros jogadores terem a carreira destruída por muito menos. Que situação triste, mesmo com todos os problemas em quadra, ninguém merece ver a vida desandar assim.

  • PG explode com 39 pontos e Sixers atropelam Wizards sem Embiid

    PG explode com 39 pontos e Sixers atropelam Wizards sem Embiid

    Cara, quando o Paul George decide que é a noite dele, é melhor todo mundo sair da frente. Ontem à noite foi exatamente isso que aconteceu — PG meteu 39 pontos (recorde pessoal dele pelos Sixers) e literalmente carregou o time nas costas pra destroçar os Wizards por 153-131.

    E olha, não é qualquer vitória não. Com 42-34 no cartel, os Sixers tão na briga direta com Hawks, Magic, Heat e Raptors pela classificação. Cada jogo é uma final agora.

    Show do Paul George

    Mano, o PG tava inspirado mesmo. 15/22 nos arremessos de quadra, mais 6 assistências e 3 roubadas de bola. O cara começou dominando logo de cara com duas cestas de média distância e nunca mais parou. Foi um desses jogos que você vê e pensa: “pô, por que ele não joga assim todo jogo?”

    E não foi só ele não — Maxey também meteu os seus 28 pontos em 12/20 nos chutes, distribuindo 9 assistências. A dupla tá funcionando, galera. Quando esses dois tão afinados assim, dá pra sonhar alto mesmo.

    VJ Edgecombe também merece destaque. O moleque fez 23 pontos com 10/15 nos arremessos e ainda deu 10 assistências. Double-double no capricho! Tá crescendo no momento certo.

    Embiid fora, mas o time funcionou

    Olha, eu confesso que sempre fico com o pé atrás quando o Embiid não joga. Mesmo sendo por doença (e não lesão, graças a Deus), sempre bate aquele nervosismo. Mas ontem o time mostrou que pode funcionar sem o Big Man.

    Johni Broome também tava fora por causa do menisco, então a responsabilidade ficou toda nas mãos dos caras que estavam em quadra. E eles souberam responder.

    Do lado dos Wizards, eles tiveram seis desfalques, incluindo Alex Sarr e Kyshawn George. Anthony Gil foi o cestinha deles com 21 pontos, mas não teve jeito — quando o ataque dos Sixers tá funcionando desse jeito, é difícil acompanhar o ritmo.

    Corrida pelos playoffs esquenta

    Sinceramente, essa vitória veio em boa hora. A conferência leste tá uma loucura e cada vitória pode ser a diferença entre estar dentro ou fora dos playoffs. Com Hawks, Magic e companhia também jogando na mesma noite, era fundamental não vacilar.

    E vocês, acham que os Sixers conseguem manter essa pegada sem o Embiid? Porque uma coisa é certa: se o PG continuar jogando nesse nível e o Maxey mantendo a consistência, esse time pode incomodar muito na pós-temporada. Só não pode relaxar agora!