Tag: All-NBA

  • SGA e Luka fogem da campanha pro MVP, mas Wemby não tem vergonha

    SGA e Luka fogem da campanha pro MVP, mas Wemby não tem vergonha

    Olha só que situação curiosa rolou essa semana na NBA. Repórteres chegaram no Shai Gilgeous-Alexander e no Luka Dončić pedindo pra eles fazerem campanha pro MVP, sabe como é. E os dois? Simplesmente dispensaram na lata.

    “Não, tô de boa”, disse o SGA rindo, depois de meter 47 pontos na vitória do Thunder sobre o Pistons. “Valeu por perguntar, mas tô tranquilo. Deixo meu jogo falar por mim.”

    Já o Luka foi na mesma pegada após cravar 42 pontos na vitória dos Lakers sobre o Cavaliers: “Eu nunca fiz campanha pra mim mesmo. Não sou eu que voto. Mas acho que tô jogando bem, a gente tá ganhando, é isso aí.”

    Wemby não tem essa de modéstia

    Enquanto os caras ficam nessa de humildade, o Victor Wembanyama tá aí fazendo a campanha dele sem vergonha nenhuma. E olha, sinceramente? Eu respeito a postura dele.

    O francês chegou nos repórteres em Miami e mandou: “Eu sou a escolha certa porque defesa é 50% do jogo, e eu sou o defensor mais impactante da liga. Além disso, nós quase varremos o Thunder na temporada regular e meu impacto no ataque vai além dos pontos.”

    Cara, o moleque tem só 22 anos e já tá falando assim. Eu admiro essa confiança — e não é à toa que ele tá cotado a +250 nas casas de apostas, logo atrás do SGA que tá favorito a -350.

    A disputa tá pegando fogo

    Na real, essa corrida pro MVP tá uma loucura. Você consegue fazer argumento racional pra qualquer um dos quatro favoritos: SGA com seus números clutch absurdos, Luka com as estatísticas pós-All-Star Game que são de outro planeta, Wemby revolucionando o lado defensivo, e o Jokić… bom, é o Jokić né, o cara que já ganhou duas vezes e continua fazendo mágica.

    O que mais me chama atenção é que só o Wembanyama tá disposto a bater no peito e falar “eu mereço”. Os outros três ficam nessa pegada humilde, deixando os números falarem. Não sei vocês, mas eu acho refrescante ver um cara jovem assim com essa atitude.

    Como o próprio SGA falou, “é bom pro basquete” ter essa discussão rolando. Dá o que falar, movimenta a galera. E olha, com essa galera toda disputando no mais alto nível, quem ganha mesmo somos nós, os fãs.

    E aí, quem vocês acham que vai levar? Eu tô curiosíssimo pra ver como essa história vai terminar.

  • Memphis Grizzlies aposta em Lucas Williamson: da G League para a NBA

    Memphis Grizzlies aposta em Lucas Williamson: da G League para a NBA

    Cara, que história bacana essa! O Memphis Grizzlies acabou de assinar um contrato de 10 dias com Lucas Williamson, um cara que vem batalhando na G League há um tempão e finalmente conseguiu sua chance na NBA aos 27 anos.

    Pra quem não conhece, o Williamson é um ala de 1,93m que passou a temporada toda ralando entre o Memphis Hustle (time afiliado dos Grizzlies na G League) e o Windy City Bulls. Os números dele não são de outro mundo — 7.2 pontos, 2.3 rebotes e 1.3 assistência por jogo — mas, olha, esse cara é conhecido pela defesa, não pelo ataque.

    O caminho até chegar aqui foi longo

    Sinceramente, eu admiro a persistência do cara. Lucas rodou por vários times da G League desde que não foi draftado em 2022. Passou pelo Ontario Clippers, voltou pro Hustle, foi pro Bulls… São 139 jogos na liga de desenvolvimento ao longo de quatro temporadas. Isso é muita dedicação.

    E vamos falar da faculdade dele? Cinco anos em Loyola Chicago, onde foi duas vezes o Jogador Defensivo do Ano da Missouri Valley Conference (2021 e 2022). Mais impressionante ainda: ele fazia parte daquele time dos Ramblers que chegou no Final Four da March Madness em 2018. Lembram dessa? Foi uma das Cinderelas mais legais da história do torneio.

    Por que Memphis apostou nele agora?

    Olha, não é coincidência que os Grizzlies foram buscar justamente um cara conhecido pela defesa. O time de Memphis sempre teve essa identidade mais física, mais “grit and grind” como eles falam por lá. Com as lesões que eles vêm enfrentando nesta temporada, faz total sentido dar uma chance pra um jogador experiente que conhece o sistema da organização.

    Aos 27 anos, o Williamson não é mais aquele prospecto jovem cheio de potencial. Ele é um veterano da G League que sabe exatamente qual é seu papel: entrar, jogar duro na defesa e fazer as coisas certas. Às vezes é disso que um time precisa, né?

    Vocês acham que ele consegue aproveitar essa oportunidade e talvez conquistar um contrato mais longo? Eu torço pelo cara — essa persistência merece ser recompensada. E quem sabe não vemos mais alguns brasileiros seguindo esse caminho da G League pra NBA?

  • Pistons quebra jejum de 18 anos e técnico já quer mais

    Pistons quebra jejum de 18 anos e técnico já quer mais

    Cara, eu não acreditei quando vi isso. Os Detroit Pistons acabaram de conquistar o primeiro título de divisão desde 2008 — dezoito anos, gente! E sabe o que mais me impressionou? A reação do técnico J.B. Bickerstaff depois da vitória por 127-116 contra os Raptors.

    “Nós esperamos mais”, disse ele. Simples assim.

    Olha, eu entendo perfeitamente a posição do cara. Você tem um time que saiu de 14 vitórias e 48 derrotas há apenas duas temporadas pra 55-21 agora. É uma transformação absurda, mas Bickerstaff tá certo — isso é só o começo.

    Jalen Duren foi monstro na noite decisiva

    E que noite foi essa do Duren, hein? 31 pontos com 12 acertos em 13 arremessos. Doze de treze! O garoto simplesmente não errou quase nada. Daniss Jenkins também fez sua parte com 21 pontos e 5 assistências — dupla que tá crescendo junto e mostrando que Detroit tem futuro.

    “Sabíamos que estávamos tentando fazer algo especial esse ano”, falou Jenkins. E completou com uma mentalidade que eu adorei ouvir: “Vamos comemorar hoje à noite e voltar ao trabalho amanhã”.

    Expectativas lá em cima agora

    Sinceramente, eu não esperava ver os Pistons brigando por coisa séria tão cedo. Mas olha só onde eles chegaram — e o técnico já tá falando em “fazer estrago” nos playoffs. É essa mentalidade que separa times mediocres dos que realmente querem algo grande.

    Vocês acham que Detroit consegue surpreender nos playoffs também? Porque com esse Duren jogando desse jeito e um elenco que claramente comprou a ideia do técnico, eu não duvido de mais nada vindo desse time.

    Dezoito anos esperando por isso. Agora é hora de mostrar que não foi sorte.

  • Jason Kidd manda recado após Cuban meter o loco sobre Luka

    Jason Kidd manda recado após Cuban meter o loco sobre Luka

    Cara, que treta bizarra rolando em Dallas. O Mark Cuban simplesmente não consegue calar a boca sobre a venda do Mavericks e agora meteu o Jason Kidd no meio de uma guerra de egos entre ele e o novo dono Patrick Dumont.

    Olha só a situação: Cuban foi no podcast Intersections e basicamente jogou a culpa da troca do Luka Dončić no colo do técnico e do GM. Três palavras que deixaram tudo claro: “nosso técnico e nosso gerente geral não tinham justificativa para trocar nosso melhor jogador”. Eita.

    O telefonema que ninguém queria dar

    Kidd confirmou que ligou pro Cuban depois do podcast ir ao ar. E mano, dá pra sentir a tensão na resposta dele quando perguntaram sobre isso, 90 minutos antes do jogo de terça.

    “As coisas que estão acontecendo entre dois donos são problemas entre os dois donos”, disse Kidd. Tradução: me tirem dessa, por favor.

    Mas o técnico foi diplomático — reconheceu que Cuban o ajudou no passado (eles ganharam um título juntos em 2011, nunca esqueçam), mas deixou claro onde está sua lealdade agora. “Patrick é um ótimo dono e vai nos dar todos os recursos para construir um time campeão.”

    Hora de seguir em frente

    A parte mais interessante? Kidd mandou todo mundo parar de viver no passado. “Quando é que vamos seguir em frente?” Pergunta que eu faço também, sinceramente.

    O cara tá focado no futuro, especialmente com Cooper Flagg chegando como rookie. E olha, faz todo sentido. Ficar remoendo essa treta toda não vai trazer o Luka de volta, né?

    Na minha visão, Cuban tá claramente frustrado por ter menos poder do que imaginava quando vendeu o time em dezembro de 2023. Mas jogar o técnico debaixo do ônibus publicamente? Meio low, não acham?

    Kidd mostrou classe na resposta — reconheceu o passado com Cuban mas deixou claro que agora é Dumont quem manda. E essa história de “oportunidade incrível de construir” me deixou curioso. Será que eles têm algum plano secreto que ainda não conhecemos?

    Vocês acham que Cuban vai parar de meter o bedelho ou isso vai virar novela mexicana?

  • Warriors x Spurs: Wembanyama pode massacrar Golden State sem Curry

    Warriors x Spurs: Wembanyama pode massacrar Golden State sem Curry

    Cara, que situação complicada pros Warriors nesta quarta-feira. Com Stephen Curry machucado e meio time no departamento médico, o Golden State vai receber os Spurs em casa — e olha, não tá pintando nada bem pros mandantes.

    O San Antonio chega em São Francisco com nove vitórias consecutivas e o Victor Wembanyama simplesmente destruindo a liga. O francesão de 2,24m tá fazendo uma temporada absurda: 24,5 pontos, 11,4 rebotes e 3,1 tocos por jogo. Monstro.

    Warriors na corda bamba

    Sem Curry, o Golden State vai precisar de um milagre. Jonathan Kuminga e Draymond Green vão ter que carregar o piano, mas sinceramente? Acho difícil segurar o ataque dos Spurs. O time de San Antonio tá com a terceira melhor eficiência ofensiva da NBA — não é brincadeira.

    E o pior: os Warriors tão com quase metade do elenco principal machucado. É uma situação que lembra aqueles jogos do Brasileirão quando o time reserva tem que enfrentar o líder. Pode dar zebra, mas as chances são pequenas.

    Wembanyama vs defesa dos Warriors

    O duelo principal vai ser ver como Draymond Green e Kuminga vão tentar parar o Wemby. Na minha opinião, é missão quase impossível. O cara tem 2,24m, arremessa de três, bloca tudo que é bola e ainda distribui assistências. É um jogador que a gente nunca viu antes na NBA.

    Stephon Castle, o rookie que tá fazendo uma temporada excelente, vai facilitar a vida do francês com 7,2 assistências por jogo. Os caras tão jogando um basquete bonito de se ver.

    Onde assistir: O jogo será transmitido pela ESPN às 00h (horário de Brasília) desta quinta-feira. Dá pra acompanhar também pelo ESPN Select.

    Vocês acham que os Warriors conseguem fazer o dever de casa em San Francisco? Eu tô achando que vai ser uma noite longa pros fãs do Golden State. Os Spurs são favoritos com 13,5 pontos de vantagem — e olha, não me surpreenderia se ganhassem por mais que isso.

    Minha previsão? Spurs 119 x 108 Warriors. Wembanyama vai fazer mais um jogaço e mostrar por que é candidato ao MVP.

  • NBA virou duas ligas diferentes e tá feio a situação

    NBA virou duas ligas diferentes e tá feio a situação

    Olha, eu não sei vocês, mas tô vendo a NBA se dividindo em duas competições completamente diferentes — e isso não é exagero meu não. Os números que saíram essa semana são simplesmente absurdos.

    A diferença entre o 10º e 11º colocados de cada conferência chegou a 20,5 jogos de diferença. Vinte e meio! Pra vocês terem noção, o recorde anterior deste século era de 11 jogos em 2018-19. Praticamente dobrou.

    No Leste, o Charlotte Hornets (que tá na 10ª posição) tem 9,5 jogos de vantagem sobre o Milwaukee Bucks. No Oeste, o Warriors lidera o Memphis Grizzlies por 11 jogos pela última vaga do play-in. Sinceramente, quando você vê o Bucks — time que foi campeão há poucos anos — lutando pra não ser lottery, você sabe que tem algo muito errado rolando.

    Play-in piorou tudo ao invés de resolver

    A maior ironia? O play-in foi criado justamente pra acabar com o tanking. Mas parece que teve o efeito contrário, cara.

    Na primeira temporada completa com play-in, a diferença era de 7 jogos. Desde então só subiu: 9 jogos em 2022-23, 9 de novo em 2023-24, 10 na temporada passada e agora esses 20,5 monstruosos. A média na era play-in é de 11 jogos, contra apenas 4,8 nos dez anos anteriores.

    E o pior: apenas UM dos dez times que ficaram em 10º lugar conseguiu passar do play-in pro playoff de verdade. Ou seja, brigar pela décima posição virou quase que perda de tempo.

    Os tankers assumiram que é melhor perder mesmo

    Nove times viraram literalmente não-competitivos. Eles têm um recorde combinado de 12-167 contra times de playoff. Em março sozinho, esses times fizeram 12-98 (.109 de aproveitamento) contra postseason contenders. É tipo ver um time de várzea jogando contra profissional.

    Washington Wizards perdeu 20 jogos seguidos contra times com campanha positiva. Brooklyn Nets tá 1-29 nos últimos 30 confrontos assim. Dallas (que pelo menos tem desculpa com as lesões) está 2-23 nos últimos 25.

    Na minha visão, dois fatores explicam essa bagunça toda. Primeiro: Dallas saltou da 11ª posição direto pro número 1 do draft 2025, e Atlanta conseguiu picks altos sendo 10º em drafts consecutivos. Quando você vê isso acontecer, fica óbvio que vale mais a pena apostar na loteria do que lutar por uma vaguinha no play-in.

    Segundo: o draft de 2026 promete ser forte, então os times ruins preferem garantir posição alta agora. Faz sentido? Do ponto de vista estratégico, faz. Do ponto de vista do espetáculo? Tá uma bosta.

    A NBA já tá propondo três reformas na loteria pra tentar resolver isso. Será que vai funcionar ou vamos continuar vendo essa separação bizarra? Eu sinceramente acho que precisa de mudança drástica, porque assistir esses jogos de tanking virou tortura.

  • Tristan Enaruna explode na G League e dobra média de pontos

    Tristan Enaruna explode na G League e dobra média de pontos

    Cara, que evolução absurda! Tristan Enaruna, do Cleveland Charge, acabou de ser eleito o Jogador Que Mais Evoluiu da G League e, sinceramente, merecidíssimo. O cara simplesmente dobrou — DOBROU — sua média de pontos de uma temporada pra outra.

    Vamos aos números que deixam qualquer um de queixo caído: de 11.0 pontos por jogo na temporada passada, o ala saltou pra incríveis 20.3 pontos. E não foi só sorte de uma ou duas partidas não — foram 38 jogos mantendo esse nível monstro, com 54.8% de aproveitamento nos arremessos de quadra.

    A transformação completa do jogador

    Mas ó, não foi só nos pontos que o Tristan melhorou. O percentual geral de arremessos dele subiu de 51.8% pra absurdos 62.0%. Na linha dos três pontos? De 29.2% pra 37.2%. Nos lances livres então nem se fala — de 58.8% pra 75.0%. É uma evolução em todas as áreas do jogo, que coisa linda de se ver.

    E o mais legal? Todo esse trabalho rendeu uma call-up pros Cleveland Cavaliers no dia 28 de janeiro. Imagina a sensação do cara realizando o sonho de todo jogador de basquete — chegar na NBA.

    O reconhecimento merecido

    O técnico do Charge, Eli Kell-Abrams, não economizou nos elogios (e com razão): “Esse prêmio é um grande testemunho do trabalho diário que o Tristan coloca, de como ele foi intencional com seu desenvolvimento, e da confiança crescente com que ele continua jogando”.

    Vocês acham que ele consegue se firmar nos Cavs? Porque olhando esses números, o potencial tá aí. A G League tem sido cada vez mais uma vitrine real pra talentos que merecem uma chance — Gabe Vincent e Lester Qunones, que também ganharam esse prêmio antes, são exemplos perfeitos disso.

    Na minha visão, o Enaruna representa exatamente o que a G League deveria ser: um lugar onde caras dedicados podem trabalhar suas falhas, evoluir e mostrar que merecem estar no mais alto nível. Que venham mais histórias como essa!

  • Novo dono dos Blazers já chegou cobrando: ‘Não é onde podemos estar’

    Novo dono dos Blazers já chegou cobrando: ‘Não é onde podemos estar’

    Tom Dundon não perdeu tempo. No primeiro dia como dono dos Portland Trail Blazers, na terça-feira, o cara já reuniu os jogadores e mandou a real: o time tá longe do que ele espera.

    “Agora, onde estamos não é onde eu acho que podemos estar”, disse Dundon pro elenco, dentro do Intuit Dome, antes do jogo contra os Clippers.

    E olha, quem conhece o histórico do homem sabe que ele não tá brincando. Dundon também é dono do Carolina Hurricanes (NHL) e transformou aquele time numa máquina de playoffs — sete temporadas consecutivas se classificando, com três finais de conferência. O cara mistura analytics com instinto e deu certo.

    A herança pesada em Portland

    Agora ele herdou um Blazers que não vê playoffs desde 2021. A reconstrução tá rolando há um tempo e, sinceramente, a torcida já tá meio desanimada — dá pra ver pela queda na audiência dos jogos.

    Mas tem um detalhe interessante: os Blazers controlam as picks do Milwaukee Bucks em 2027, 2028 e 2029. Se der tudo certo com essas escolhas, pode ser que o elenco ganhe um upgrade considerável nos próximos anos.

    Em entrevista exclusiva com o The Athletic, Dundon deixou claro que não tá chegando pra fazer uma limpa geral — pelo menos não de cara.

    “Eu não gosto de me livrar das pessoas. Gosto de ver quem é capaz de dar o próximo passo”, explicou. “Eles precisam se preocupar com o que vão fazer.”

    Técnico e GM no radar

    Sobre o técnico interino Tiago Splitter e o GM Joe Cronin, Dundon foi honesto: ainda não formou uma opinião definitiva. Quer mais informações antes de tomar qualquer decisão — o que, na minha visão, é sensato.

    E aí, galera, vocês acham que o Splitter aguenta a pressão? O cara tá numa situação complicada, tendo que provar que merece ficar no cargo definitivo.

    Outro ponto importante: a renovação do Moda Center. Os Blazers querem 600 milhões de dólares para reformar a arena, e Dundon deixou claro que espera que as coisas andem. A contrapartida da franquia seria um compromisso de 20 anos com Portland.

    Sobre mudança de cidade? Nem pensar. Dundon foi taxativo em descartar qualquer especulação sobre relocação, dizendo que nem discussão interna sobre o assunto existe.

    “Espero que tudo que estamos trabalhando seja concluído”, garantiu o novo dono.

    Cara, gosto dessa postura direta. O cara não tá prometendo mundos e fundos, mas deixou claro que quer mudanças. E com o histórico que ele tem no hockey, pode ser que Portland finalmente saia dessa maré de azar.

  • NBA na Europa vira loucura: propostas de US$ 1 bilhão aparecem

    NBA na Europa vira loucura: propostas de US$ 1 bilhão aparecem

    Cara, a NBA tá mesmo falando sério sobre expandir pra Europa. E olha só que absurdo: várias propostas de investimento chegaram na casa de US$ 1 bilhão ou mais. Isso mesmo, bilhão com B.

    A expectativa da liga era receber pelo menos US$ 500 milhões, mas vários investidores chegaram ou passaram até dessa marca. No total, foram 120 possíveis parceiros interessados. Mano, 120! Isso é muito dinheiro circulando.

    Mark Tatum não tá nem disfarçando o entusiasmo

    O vice-comissário Mark Tatum, que tá tocando esse projeto, disse que esse nível de interesse só confirma que uma liga europeia da NBA é totalmente viável. “Recebemos interesse significativo de uma gama de possíveis times e investidores para franquias permanentes em uma nova liga na Europa”, falou ele.

    E continuou: “O nível de engajamento e a escala das propostas refletem a crença do mercado em nosso modelo proposto e o enorme potencial inexplorado do basquete europeu.” Agora eles vão analisar tudo com calma e escolher quem realmente compra a ideia de fazer o basquete crescer no continente.

    12 cidades na mira — e que cidades

    A NBA já tem as 12 cidades na mira: Londres e Manchester (Inglaterra), Paris e Lyon (França), Roma e Milão (Itália), Barcelona e Madrid (Espanha), Berlim e Munique (Alemanha), Atenas (Grécia) e Istambul (Turquia).

    Sinceramente? Essa lista tá de dar inveja. Imagina um Lakers vs Celtics em Londres ou um Warriors vs Heat em Roma. Seria monstro demais.

    E tem mais uma coisa interessante: parece que pode rolar uma parceria com a EuroLeague, que já existe por lá. O Chus Bueno, ex-executivo da NBA, virou CEO da EuroLeague e tem uma boa relação com a liga americana. Isso pode facilitar bastante as coisas.

    O que vocês acham? Essa expansão pode funcionar mesmo ou é sonho grande demais? Eu tô curioso pra ver se vão conseguir manter o nível NBA em solo europeu.

  • Mavs querem manter Kidd e focar em GM que trabalhe com ele

    Mavs querem manter Kidd e focar em GM que trabalhe com ele

    Olha só que situação interessante em Dallas: os Mavericks querem manter Jason Kidd como técnico e agora estão procurando um GM que se entenda bem com ele. Isso mesmo, a prioridade é encontrar alguém que faça parceria com o Kidd, não o contrário.

    E por que essa urgência? Bem, depois da bomba que foi trocar o Luka Dončić para os Lakers em fevereiro, o foco agora é todo no rookie Cooper Flagg. Sinceramente, ainda tô digerindo essa troca do Luka — foi uma das mais chocantes que já vi na NBA.

    Kidd não vai sair tão cedo

    Teve muito papo por aí de que o Kidd poderia querer um cargo no front office, mas as fontes próximas ao time negam isso com força. O cara tá feliz na beirada da quadra mesmo. Até os Knicks tentaram pescá-lo na offseason passada, mas Dallas segurou firme e ainda deu uma extensão de contrato pra ele em outubro.

    E faz sentido, né? Desde que chegou em 2021, Kidd tem sido uma presença super estabilizadora. No primeiro ano já levou o time até as finais da Conferência Oeste em 2022, e em 2024 voltou às finais da NBA. O cara sabe o que tá fazendo.

    A bagunça do front office

    Agora, o drama todo começou quando o Nico Harrison foi demitido em novembro de 2025 — nove meses depois da troca polêmica do Dončić que deixou a torcida furiosa. Imagina só o clima tenso que deve ter ficado por lá.

    Desde então, Matt Riccardi and Michael Finley estão tocando as operações como GMs interinos. Os dois devem estar na corrida para ficar de vez no cargo — seria interessante ver o Finley, ex-jogador, assumindo esse papel.

    O CEO Rick Welts foi bem direto ao ponto na terça: quem vier tem que ter uma visão clara de como montar um elenco competitivo em volta do Cooper Flagg. “É a decisão mais importante que a organização vai tomar para as próximas temporadas”, disse ele.

    E aí, vocês acham que essa estratégia de construir tudo em volta do Flagg vai dar certo? Eu confesso que tenho minhas dúvidas, mas o garoto tem potencial absurdo. A busca formal só vai começar depois que a temporada regular acabar, em 12 de abril, com a meta de contratar alguém antes do draft de junho.