Tag: All-NBA

  • Houston Rockets com Ime Udoka: melhorou mesmo ou só parece?

    Houston Rockets com Ime Udoka: melhorou mesmo ou só parece?

    Olha, essa pergunta pode parecer meio óbvia à primeira vista, mas fica comigo aqui porque a coisa não é tão simples quanto parece. Os Rockets com Ime Udoka realmente deram uma guinada absurda comparado com aquela época sombria do Stephen Silas, mas será que melhoraram tanto assim ou a régua tava só muito baixa mesmo?

    Deixa eu refrescar a memória de vocês sobre essa jornada bizarra dos últimos anos.

    A Era das Trevas do Stephen Silas

    Cara, 2022-23 foi de doer os olhos. 22 vitórias e 60 derrotas — vinte e duas! O time era basicamente Eric Gordon (que já tava com um pé fora), Jalen Green ainda perdidinho, Kevin Porter Jr. (que não deu em nada depois), e Alperen Sengun tentando descobrir o que era NBA. Os calouros Jabari Smith Jr. e Tari Eason entraram nesse caos total.

    E o pior: a diretoria deixou o Silas terminar o contrato só pra não pagar dois técnicos ao mesmo tempo. Economia de centavos que custou o desenvolvimento dos garotos. Genial, né?

    O time de assistentes do Silas era basicamente um grupo de amigos do pai dele — pessoas legais, mas que não entendiam nada de basquete moderno. Resultado? Os jovens jogadores ficaram no limbo tático por uma temporada inteira.

    A Chegada do Ime Udoka

    Aí chegou 2023-24 e a coisa mudou completamente. Ime Udoka saindo do ostracismo de Boston (aquela história feia que nunca soubemos direito o que rolou) pra comandar Houston. E que diferença, monstro!

    A primeira coisa que fizeram foi trazer veteranos de verdade: Fred VanVleet e Dillon Brooks. Galera reclamou do salário do Fred, mas sinceramente? Era isso ou ficar pagando salário mínimo pro salary floor mesmo. Rafael Stone limpou a folha salarial justamente pra isso.

    Drafts do Amen Thompson e Cam Whitmore foram cirúrgicos. Ok, perderam o Wemby pros Spurs (que dor), mas pegaram dois atletas absurdos que se encaixaram perfeitamente no sistema.

    Resultado? 41-41. Vinte vitórias a mais! O time virou uma máquina defensiva, atlética, que corria a quadra inteira. Ficaram fora dos playoffs por detalhes bobos — umas derrotas no final que doeram na alma — mas a transformação foi total.

    Mas É Tudo Mérito do Ime?

    Aqui que a conversa fica interessante, pessoal. Claro que o Udoka fez diferença absurda — a disciplina defensiva, a intensidade, a identidade de time que joga duro os 48 minutos. Isso aí é dele mesmo.

    Mas vamos ser honestos: qualquer técnico decente ia melhorar aquele time de 2022-23. A régua tava no chão do Ginásio Toyota Center. E a injeção de talento foi gigantesca — VanVleet, Brooks, Thompson, Whitmore. Não dá pra saber se foi o sistema do Ime ou simplesmente ter jogadores que sabem jogar basquete profissional.

    Outra coisa que me incomoda: esses finais de jogo horríveis que viraram marca registrada. Quantas vezes não vimos os Rockets dominando e entregando a paçoca nos minutos finais? Isso aí é problema tático ou emocional?

    E aí, o que vocês acham? O Ime Udoka é realmente o cara que vai levar Houston de volta ao topo, ou a melhora era inevitável depois daquele desastre todo? Porque sinceramente, ainda acho que tem muito chão pela frente antes de colocar esse time no páreo de playoff de verdade no Oeste.

  • Draymond a 11 rebotes de fazer história no Warriors

    Draymond a 11 rebotes de fazer história no Warriors

    Cara, eu tô aqui olhando os números do Draymond Green e sinceramente não acredito no que tô vendo. O maluco tá a apenas 11 rebotes de passar o Larry Smith e se tornar o TERCEIRO maior reboteiro da história dos Warriors. Terceiro. Na. História.

    Vocês lembram do que falavam dele no Draft de 2012? “Pequeno demais pra ala-pivô, lento demais pra ala”. Os scouts basicamente disseram que ele não tinha lugar na liga. 35 jogadores foram escolhidos antes dele — imaginem a cara desses caras hoje.

    O “tweener” que virou lenda

    Olha só a ironia: Draymond chegou onde chegou sendo exatamente o contrário do que os scouts esperavam. Não foi na base da altura ou atleticismo absurdo — foi na raça, posicionamento e um QI de basquete que assombra.

    E quando ele passar o Larry Smith? Vai ficar atrás apenas do Nate Thurmond (12.771) e do Wilt Chamberlain (10.768). WILT CHAMBERLAIN, gente! O cara que uma vez pegou média de 27 rebotes por jogo numa temporada inteira. É muita loucura.

    Na minha visão, isso mostra perfeitamente quem é o Draymond: o cara que faz o trabalho sujo parecer arte. Cada rebote dele é tipo um dedo no meio pra todos os executivos que acharam que ele não tinha posição definida.

    Curry também tá no páreo

    Ah, e descobri uma parada absurda pesquisando: o Curry tá em OITAVO na lista histórica dos Warriors com 4.957 rebotes. O melhor armador da história também rebota pra caramba há mais de 15 anos e a gente nem percebe direito, hipnotizado com aquelas bolas de três do meio da quadra.

    Mas esse momento é do Draymond mesmo. Dez rebotes pra empatar com o Smith, onze pra fazer história sozinho. Os scouts disseram que ele fazia várias coisas bem mas nenhuma de forma genial.

    Engraçado né? O livro de recordes da franquia discorda completamente. E aí, vocês acham que ele consegue esses rebotes nos próximos jogos? Eu tô torcendo demais pra ver esse monstro fazendo história mais uma vez.

  • Pistons volta por cima: primeiro título da divisão em 18 anos!

    Pistons volta por cima: primeiro título da divisão em 18 anos!

    Cara, eu ainda tô processando isso aqui. Os Detroit Pistons — sim, aquele time que há dois anos perdeu 28 jogos SEGUIDOS — acabaram de conquistar o título da Divisão Central pela primeira vez desde 2008. Dezoito anos esperando por esse momento!

    A vitória por 127-116 contra o Toronto na terça-feira selou uma das viradas mais impressionantes que eu já vi na NBA. E olha que eu acompanho essa liga há décadas.

    De 14 vitórias para campeões da divisão

    Vocês lembram da temporada 2023-24? Aquele horror de 14-68, com direito a sequência histórica de 28 derrotas consecutivas? Pois é, os caras foram de lá pra 55-21 nesta temporada. Cinquenta e cinco vitórias! Isso é crescimento ou não é?

    “Vocês fazem questão de entender como é difícil conseguir essas coisas nesta liga”, disse o técnico J.B. Bickerstaff depois do jogo. E ele tá certíssimo — a NBA não perdoa, e ver esse time jovem conquistando isso é de arrepiar.

    Com Cade Cunningham fora por lesão no pulmão, Jalen Duren simplesmente destruiu: 31 pontos em 12 de 13 arremessos. Doze de treze! O garoto tá virando um problema sério pra qualquer defesa adversária. Na minha opinião, ele já é um dos pivôs mais versáteis da liga.

    A ascensão improvável

    O mais louco é que Daniss Jenkins — que começou a temporada com contrato two-way — contribuiu com 21 pontos e 5 assistências. Desde que assumiu a posição de armador titular no lugar do Cunningham, o cara tá fazendo 18.6 pontos e 6.9 assistências por jogo. Que história, meu!

    “Sabíamos que estávamos tentando fazer algo especial este ano”, disse Jenkins. E conseguiram mesmo. Mas eles não querem parar por aí — playoffs tão no horizonte, e sinceramente? Eu acho que esse time pode incomodar muita gente.

    Olha, depois daquela era dourada de 2004-2008 (lembram daquele time com Billups, Hamilton, Wallace?), os Pistons viraram sinônimo de sofrimento. Dez temporadas seguidas sem uma vitória sequer nos playoffs, oito técnicos diferentes… foi um pesadelo que culminou naquela temporada apocalíptica de 2023-24.

    E agora? Agora eles tão de volta onde merecem estar. Dois All-Stars no elenco, um técnico que entende do riscado e uma química que tá dando certo quando mais importa. Vocês acham que eles conseguem fazer barulho nos playoffs este ano?

  • Curry pode voltar domingo — Warriors precisam de milagre no playoff

    Curry pode voltar domingo — Warriors precisam de milagre no playoff

    Gente, finalmente uma boa notícia dos Warriors! Stephen Curry participou do primeiro treino completo em dois meses na terça-feira e tem domingo como meta para voltar à quadra contra o Houston Rockets.

    Olha, eu não vou mentir — quando vi que ele estava “day-to-day” oficialmente, meu coração até acelerou um pouco. Depois de dois meses parado por causa dessa maldita “runner’s knee” (e ainda por cima machucou o adutor durante a reabilitação), qualquer sinal de que o Chef está voltando é motivo de festa.

    A situação tá complicada mesmo

    Steve Kerr foi bem realista depois do treino: “estar saudável é a prioridade número 1”. Curry tá fora hoje contra o Spurs e é duvidoso para quinta contra o Cavaliers. Isso deixa domingo como a data mais realista, e se ele realmente voltar, ainda dá pra jogar até cinco partidas antes dos playoffs começarem.

    “Ele passou por um treino completo, mas foi bem leve”, disse Kerr. “Não fizemos nada com contato. Ele vai fazer um scrimmage cinco contra cinco agora mesmo. É um bom passo pra ele.”

    Mas cara, vamos ser honestos aqui — os Warriors tão numa situação bem complicada. Sem o Curry desde 30 de janeiro, eles fizeram apenas 9-16 e despencaram para a décima posição no Oeste. Décima posição! É difícil acreditar que esse é o mesmo time que dominou a NBA por anos.

    É agora ou nunca para Golden State

    Com Jimmy Butler (ACL) e Moses Moody (joelho) fora pelo resto da temporada, literalmente tudo depende do Curry voltar no seu nível vintage. E olha que nível — quando saudável nesta temporada, ele tava fazendo 27.2 pontos e 4.8 assistências por jogo, acertando 39.1% das bolas de três.

    Sinceramente? Acho que se o Curry voltar 100%, os Warriors ainda podem fazer barulho nos playoffs. A gravidade dele em quadra é absurda — literalmente muda toda a dinâmica ofensiva do time. Mas aos 38 anos e vindo de uma lesão de dois meses… vocês acham que ele consegue carregar esse time nas costas mais uma vez?

    Do jeito que tá, Golden State vai precisar vencer duas partidas só pra sair do play-in. É uma montanha pra escalar, mas se tem alguém que já fez milagres antes, é Stephen Curry. Domingo pode ser o começo de mais uma dessas histórias mágicas dos Warriors — ou o início do fim de uma era. Vamos ver no que dá.

  • Suns desperdiçam vantagem e perdem pro Magic numa gelada histórica

    Suns desperdiçam vantagem e perdem pro Magic numa gelada histórica

    Cara, que frustração. O Phoenix Suns tinha TUDO pra ganhar do Orlando Magic ontem, mas resolveu esfriar na hora H e perdeu por 115-111. Cinco minutos sem acertar uma cesta sequer no final do jogo — cinco minutos! É de dar nos nervos.

    O Devin Booker fez a parte dele, né? 34 pontos, como sempre carregando esse time nas costas. Mas sinceramente, só o Collin Gillespie conseguiu ajudar em double digits entre os titulares. O resto? Sumiu quando mais precisava.

    A montanha-russa emocional do jogo

    O primeiro tempo foi um sofrimento. Suns começaram fazendo apenas duas cestas nos primeiros cinco minutos (duas!), e o Magic abriu 20-8. Parecia que ia ser um massacre, mas Phoenix mostrou personalidade e diminuiu pra 28-21 no final do primeiro quarto.

    No intervalo, a coisa estava feia: 70-56 pro Magic. Mas aí que vem o plot twist — no terceiro quarto os Suns acordaram pra vida. Jordan Goodwin (que jogaço do cara!) começou a voar pela quadra toda, ancorando a defesa enquanto o Dillon Brooks estava com problemas de falta.

    O mais louco? Phoenix conseguiu empatar em 94-94 no final do terceiro. Primeira vez que empataram o jogo inteiro. E no quarto período, finalmente tomaram a primeira liderança com uma enterrada do Rasheer Fleming.

    O pesadelo dos últimos minutos

    Tudo estava encaminhado. Jogo equilibrado, indo e voltando, nenhum time conseguindo abrir mais que uma posse. Aí que veio o apagão total.

    Mais de cinco minutos sem acertar NENHUMA cesta. Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas isso aí foi de chorar. É segunda noite de back-to-back, ok, mas não justifica uma gelada dessas na reta final.

    O Magic teve 25 turnovers (vinte e cinco erros de ataque!), os Suns tiveram 20. Com essa diferença, deveria ter sido vitória tranquila. Mas não, resolveram esfriar justo quando não podia.

    E agora, play-in ou playoffs?

    Com essa derrota, Phoenix chegou aos 42-34 na temporada. A situação tá complicada — cada vez mais parece que vão ter que passar pelo play-in. A questão agora é se vão ser 7º ou 8º colocados, porque a vantagem pros Clippers é de apenas 2.5 jogos.

    Vocês acham que esse time aguenta a pressão de um play-in? Porque sinceramente, com essas geladas na reta final, fico preocupado. O Booker faz milagre, mas basquete é esporte coletivo.

    Na quinta-feira tem Charlotte pela frente, terceiro jogo em quatro noites. Pelo menos da última vez que se enfrentaram, Phoenix ganhou fácil por 111-99. Torcer pra que a memória muscular funcione e o ataque volte a fluir.

    Que raiva dessa derrota, cara. Tinha tudo pra dar certo.

  • Curry finalmente volta aos treinos completos – será domingo?

    Curry finalmente volta aos treinos completos – será domingo?

    Galera, finalmente uma notícia boa vinda de San Francisco! O Stephen Curry conseguiu participar de um treino completo cinco contra cinco ontem, e pela primeira vez em semanas eu tô com um pouco de esperança de ver o cara jogando de novo.

    Olha, não vou mentir — tava começando a ficar preocupado com essa lesão no joelho direito do Chef. Já são quase 30 jogos fora, coisa de louco pra um cara que sempre foi relativamente saudável na carreira. Mas ontem ele finalmente recebeu liberação médica pra participar de um scrimmage completo, e domingo contra o Houston pode ser o grande dia.

    “Tô checando todas as caixinhas”

    O próprio Curry falou sobre como se sentiu depois do treino, e dá pra perceber que ele tá cauteloso (e com razão): “Foi ótimo, tô checando todas as caixinhas. Mas com essa lesão, sempre é imprevisível porque eu não sei como o joelho vai responder — ele não reagiu bem nas tentativas passadas de chegar nesse nível de cinco contra cinco.”

    Cara, essa fala dele me deixou meio dividido. Por um lado, é legal ver que ele tá progredindo. Por outro, dá pra sentir que ele mesmo não tem certeza se vai aguentar a carga. E convenhamos, depois de tantas recaídas, qualquer um ficaria meio paranóico.

    O Steve Kerr, sempre com aquela diplomacia característica, foi mais na cautela: “Precisamos ver como o corpo dele responde ao scrimmage e vamos decidir a partir daí.” Traduzindo: vamos torcer pra ele não acordar dolorido amanhã.

    Warriors precisam do Curry URGENTEMENTE

    Vocês viram como tá a situação do Golden State? 36 vitórias e 39 derrotas, ocupando apenas a décima posição no Oeste. Perderam 16 dos últimos 25 jogos — números que fazem qualquer fã dos Dubs perder o sono.

    E olha que ironia: o time precisa do Curry pra pelo menos garantir uma vaga no play-in, mas ao mesmo tempo não pode se dar ao luxo de apressá-lo e perder ele de vez. É uma situação complicadíssima.

    A lesão toda começou lá atrás, depois de um treino em Minneapolis no dia 24 de janeiro. Ele até tentou jogar com dor contra o Detroit no dia 30, mas não rolou. E quando todo mundo achava que ele voltaria depois do All-Star break, o joelho reagiu mal de novo em Los Angeles e foi ladeira abaixo.

    E aí, será que ele volta mesmo?

    Sinceramente? Eu quero acreditar que sim, mas tô com o pé atrás. Essa lesão já deu muito problema, e a gente sabe como é — joelho de jogador de basquete é sempre uma bomba-relógio.

    Se ele realmente voltar domingo contra os Rockets, vai ser crucial pra temporada dos Warriors. Eles precisam dele em ritmo de jogo antes do play-in começar, senão pode ser tchau pra mais uma temporada frustrante em San Francisco.

    O que vocês acham? Dá pra confiar nessa volta do Curry ou é melhor não criar expectativa? Eu tô aqui torcendo, mas confesso que já me decepcionei algumas vezes com falsas esperanças nessa temporada dos Warriors…

  • KD meteu 27 pontos e os Rockets choveram de 3 nos Knicks

    KD meteu 27 pontos e os Rockets choveram de 3 nos Knicks

    Cara, que massacre foi esse ontem à noite. Os Knicks levaram mais uma surra, agora são três derrotas seguidas depois de perder por 111-94 pros Rockets. E olha, não foi nem questão de azar — Houston simplesmente decidiu que ia chover bola de três a noite inteira.

    Os caras acertaram 15 de 35 tentativas do perímetro. Quinze! Isso é quase 43% de aproveitamento numa quantidade absurda de arremessos. Quando um time tá com a mão quente assim, não tem defesa que segure.

    Durant ainda é um monstro

    Kevin Durant mostrou mais uma vez por que é considerado um dos maiores de todos os tempos. O cara meteu 27 pontos, pegou 6 rebotes e ainda deu 8 assistências. Acertou 10 de 18 arremessos e começou o jogo simplesmente destruindo — 10 pontos nos primeiros 3 minutos de jogo. Absurdo.

    E não foi só o KD não. Reed Sheppard saindo do banco com 20 pontos acertando 4 de 7 de três? Amen Thompson e Tari Eason com 17 cada? Jabari Smith Jr. com 15? Quando todo mundo tá contribuindo assim, não tem time que aguente.

    Knicks tentaram reagir mas não rolou

    Do lado dos Knicks, Karl-Anthony Towns fez sua parte com 22 pontos e 8 rebotes, mas Brunson teve uma noite apagada com apenas 12 pontos acertando só 5 de 14 arremessos. Josh Hart ainda tentou com 13 pontos, mas quando você toma 37-21 no primeiro quarto, fica difícil de correr atrás.

    O banco até ensaiou uma reação no segundo quarto com Alvarado e Clarkson (que inclusive agora joga pelos Knicks, né?), mas os Rockets sempre tinham uma resposta. É frustrante quando você vê seu time tentando mas o adversário simplesmente não erra.

    Miles McBride teve mais uma noite para esquecer na volta — acertou apenas 1 de 7 arremessos. Sinceramente, esse cara precisa encontrar o ritmo urgente se quer ajudar o time nessa reta final.

    E agora?

    Três derrotas seguidas não é o que você quer ver nessa altura do campeonato. Os Knicks visitam Memphis na próxima e precisam quebrar essa sequência negativa. Vocês acham que o time consegue se recuperar ou essa fase ruim vai se estender?

    Uma coisa é certa: quando Kevin Durant tá jogando nesse nível aos 37 anos, é impossível não admirar. O cara simplesmente não envelhece. E os Rockets? Estão montando algo interessante por lá em Houston.

  • Bucks atropela Mavs por 24 pontos e quebra sequência negativa

    Bucks atropela Mavs por 24 pontos e quebra sequência negativa

    Cara, que alívio deve ter sido para a torcida de Milwaukee! Depois de perder quatro jogos seguidos (e 14 dos últimos 17 — absurdo!), os Bucks finalmente voltaram a sorrir com uma vitória convincente sobre os Mavericks por 123-99.

    O grande nome da noite foi Ryan Rollins, que simplesmente resolveu fazer de tudo: 24 pontos, sete rebotes e nove assistências. Quase um triple-double! Kyle Kuzma também deu sua contribuição com 20 pontos numa performance sólida.

    Milwaukee dominou desde o primeiro tempo

    Os Bucks não deram moleza e foram para o intervalo já com 14 pontos de vantagem (65-51). Rollins tinha 17 no primeiro tempo e Kuzma 16. Mas o show mesmo ficou para o segundo tempo.

    Milwaukee acertou 11 das primeiras 22 tentativas de três pontos na segunda metade — um aproveitamento monstro que literalmente quebrou o jogo. Quando Rollins converteu um jumper faltando 6:26 para o fim, a vantagem já era de 31 pontos (115-84). Game over.

    AJ Green saiu do banco para contribuir com 17 pontos, enquanto Gary Trent Jr. (13), Pete Nance (11) e Myles Turner (10) completaram um ataque bem distribuído.

    Mavs tentaram, mas não conseguiram

    Do lado de Dallas, Cooper Flagg — que vinha numa média de 22,5 pontos nos últimos nove jogos — fez 19 pontos e 10 rebotes para seu 12º double-double da temporada. Brandon Williams ajudou com 18 pontos (12 no primeiro tempo), mas não foi suficiente para segurar a avalanche dos Bucks.

    O jogo ainda teve um susto quando Daniel Gafford se machucou no cotovelo direito tentando bloquear uma enterrada do Rollins no terceiro quarto. Sinceramente, esse tipo de lesão sempre preocupa, ainda mais quando o time já não está bem na temporada.

    Milwaukee (30-45) quebrou uma sequência negativa importante e manteve seu domínio sobre Dallas — essa foi a oitava vitória consecutiva dos Bucks contra os Mavs. Os texanos (24-52) perderam as últimas quatro visitas a Milwaukee.

    Curiosidade: esse jogo estava originalmente marcado para 25 de janeiro, mas foi adiado por causa de uma nevasca que impediu Dallas de viajar. Valeu a pena esperar pelo show dos Bucks?

  • Durant metendo 27 pontos! Rockets destroem os Knicks por 111-94

    Durant metendo 27 pontos! Rockets destroem os Knicks por 111-94

    Gente, que noitada do Kevin Durant! O cara simplesmente decidiu que ia resolver a vida em Houston e meteu 27 pontos na vitória tranquila dos Rockets sobre os Knicks por 111-94. E olha, foi daquelas performances que você assiste e pensa: “esse cara ainda é um monstro absoluto”.

    Os Rockets não deram nem chance pros caras de Nova York. Logo no primeiro quarto já fizeram 37 pontos — praticamente selaram o jogo ali mesmo. Ficaram na frente o tempo todo e chegaram a abrir 20 pontos de vantagem no último quarto. Foi tão tranquilo que no final as duas equipes já tinham esvaziado o banco.

    Durant e Eason comandaram a festa no primeiro tempo

    Cara, o que mais me impressionou foi a dupla Durant e Tari Eason no primeiro quarto. Os dois sozinhos fizeram 23 pontos, sendo que acertaram quatro bolas de três. Eason, que entrou no lugar do Reed Sheppard no quinteto titular, jogou muito — 17 pontos e 8 rebotes. Esse garoto tá evoluindo absurdo!

    E não foi só o Durant que brilhou não. Todos os cinco titulares dos Rockets fizeram pelo menos 13 pontos. Amen Thompson com 17, Jabari Smith Jr. com 15, e o Alperen Sengun controlando o jogo com 13 pontos e 10 assistências. O Reed Sheppard, mesmo saindo do banco, ainda contribuiu com 20 pontos. Que profundidade de elenco!

    Knicks tentaram reagir mas não conseguiram

    Do lado dos Knicks, Karl-Anthony Towns fez sua parte com 22 pontos e 8 rebotes, mas não teve ajuda suficiente. Os caras até ensaiaram uma reação no terceiro quarto quando o Jalen Brunson acertou uma de três e deixou a diferença em só 12 pontos.

    Mas aí que tá — os Rockets responderam na lata. Fizeram 7 pontos seguidos, aproveitaram duas bolas perdidas dos Knicks e abriram 87-68. Game over. Foi a terceira derrota seguida dos Knicks, que vinham de sete vitórias consecutivas. Sinceramente, eles não estavam preparados para o ritmo que Houston impôs.

    Agora é interessante ver como os dois times vão seguir. Os Knicks visitam o Memphis na próxima, enquanto os Rockets recebem o Milwaukee. Vocês acham que Durant consegue manter esse nível? Porque se conseguir, Houston pode incomodar bastante na conferência oeste!

  • Hornets massacram os Nets por 31 pontos em Nova York

    Hornets massacram os Nets por 31 pontos em Nova York

    Olha, eu sabia que o Brooklyn tava numa situação difícil nessa temporada, mas o que rolou ontem à noite no Barclays Center foi de dar dó. Os Nets levaram uma surra histórica dos Hornets por 117-86, e sinceramente? Foi ainda pior do que o placar sugere.

    Brandon Miller foi simplesmente imparável. 25 pontos, sendo que no primeiro quarto o cara acertou TODOS os cinco arremessos que tentou — incluindo três bolas de três. É desse tipo de performance que a gente lembra quando fala de jovens talentos explodindo na NBA. O garoto tem apenas 21 anos e já tá mostrando que pode carregar um time nas costas.

    Charlotte voltou a sorrir

    Depois de duas derrotas seguidas em casa (Sixers e Celtics), os Hornets precisavam dessa goleada pra recuperar a moral. E que recuperação! LaMelo Ball distribuiu nove assistências numa noite em que o time teve 28 assistências no total — um basquete bonito de se ver, daqueles que flui que nem água.

    Miles Bridges contribuiu com 19 pontos, e Moussa Diabaté dominou o garrafão com um double-double (10 pontos e 12 rebotes). O mais impressionante? Charlotte acertou 54,5% dos arremessos no primeiro quarto e nunca tirou o pé do acelerador.

    Nets seguem na fossa

    Cara, o que tá acontecendo no Brooklyn é de partir o coração. 18 vitórias em 76 jogos? Onze derrotas nas últimas doze partidas? Josh Minott, que ninguém conhecia há seis meses, foi o cestinha do time com 14 pontos — isso diz tudo sobre onde os Nets chegaram.

    É aquela situação clássica de reconstrução total, mas ainda assim dói ver um time que há poucos anos sonhava com o título apanhando dessa forma. A defesa permitiu apenas 86 pontos — empatou a melhor marca defensiva da temporada dos Hornets, que já tinham feito isso contra Toronto em dezembro.

    E aí, vocês acham que Charlotte consegue brigar por uma vaga nos playoffs? Com 40-36, eles tão empatados com Miami na nona posição do Leste, apenas meio jogo atrás do Orlando. Não é impossível, né?