Tag: All-NBA

  • Jenkins, Harper e Sexton: as pérolas do fantasy que podem salvar seu título

    Jenkins, Harper e Sexton: as pérolas do fantasy que podem salvar seu título

    Galera, chegamos no momento da verdade no fantasy basketball. É agora ou nunca, e sinceramente? Essa é a hora que separa quem realmente entende do jogo de quem só tá ali fazendo número.

    Com os playoffs do fantasy rolando, cada pickup pode ser a diferença entre levantar o troféu ou ficar vendo os outros comemorarem. E olha, tem cada pérola disponível por aí que dá até dó de ver gente dormindo no ponto.

    Os caras que tão voando baixo (mas não deviam estar)

    Daniss Jenkins — cara, esse menino dos Pistons tá fazendo um trabalho ABSURDO desde que o Cade Cunningham se machucou. Média de 34.8 pontos de fantasy nos últimos oito jogos? Isso não é sorte não, meu amigo. O mlk contribui em todas as categorias e ainda por cima Detroit tem três jogos essa semana.

    E o Dylan Harper do Spurs? Rapaz, esse rookie chegou calado mas tá fazendo barulho na hora certa. San Antonio tá correndo atrás do Thunder na conferência oeste, e Harper tá sendo peça fundamental nisso. Seis dos últimos sete jogos com pelo menos 25 pontos de fantasy — sendo cinco com mais de 31!

    Collin Sexton continua sendo aquele cara que você subestima mas que sempre entrega. Mesmo saindo do banco no Bulls, o maluco tá liderando o time com 31 pontos de fantasy por jogo em março. E não é só pontuação não — o cara contribui com rebotes, assistências, roubadas de bola. Um verdadeiro canivete suíço.

    As apostas mais arriscadas (mas que podem dar muito certo)

    Gary Payton II só tem 10% de ownership, mas escuta aqui: 30.3 pontos de fantasy nos últimos 10 jogos. Com Golden State lidando com lesões, GP2 tá aproveitando cada minutinho em quadra. É uma aposta, mas pode ser genial.

    Royce O’Neale no Suns também tá ali, meio esquecido. Phoenix tá quebrado de lesão, e O’Neale virou peça importante no esquema. Desde o All-Star break, são 22 pontos de fantasy por jogo em 27.5 minutos. Não é espetacular, mas é consistente.

    Vocês acham que vale a pena arriscar nessa reta final ou é melhor confiar nos nomes mais consolidados? Eu, particularmente, acho que quem não arrisca não petisca — principalmente quando a margem de erro é zero.

    Uma coisa é certa: esses caras todos têm pelo menos três jogos essa semana, o que já é meio caminho andado pra te ajudar a ganhar seu título. Só não venham reclamar depois se ficaram de fora e os adversários cataram essas pérolas antes de vocês!

  • Doc Rivers e Amar’e Stoudemire no Hall da Fama — mereceram!

    Doc Rivers e Amar’e Stoudemire no Hall da Fama — mereceram!

    Gente, que notícia boa! Acabou de sair que Doc Rivers e Amar’e Stoudemire vão ser induzidos ao Hall da Fama da NBA na classe de 2026. E sinceramente? Era mais do que hora.

    Vamos começar pelo Doc Rivers, que atualmente comanda o Milwaukee Bucks. O cara tem 1.191 vitórias como técnico — oitavo lugar na história da NBA. Oitavo! Isso é absurdo quando você para pra pensar. Ele foi quem levou o Boston Celtics ao título em 2008, quebrando uma seca de 22 anos da franquia. Lembram daquela série épica contra o Lakers do Kobe? Pura magia.

    A era Lob City que a gente nunca esquece

    Mas o que eu mais lembro do Doc é a época dele no LA Clippers, durante a famosa era “Lob City”. Chris Paul, Blake Griffin, DeAndre Jordan… cara, que time espetacular era aquele. Mesmo não conseguindo chegar às finais, eles revolucionaram o jogo com aquelas enterradas absurdas. O Doc conseguiu transformar um time que era piada da liga numa potência — pelo menos na temporada regular.

    E que técnico, hein? O cara sabe lidar com ego de estrela como poucos. Não é à toa que ainda está ativo e competitivo aos 62 anos.

    Amar’e — o monstro que saiu direto do colégio

    Agora o Amar’e Stoudemire… nossa, que jogador era esse cara! Rookie do Ano em 2003 depois de pular a faculdade — numa época que isso ainda era raro. Seis vezes All-Star, e vocês lembram da dupla que ele formava com o Steve Nash no Phoenix Suns?

    Aquele pick-and-roll era praticamente imparável. O Nash dava aquela assistência milimétrica e o Stoudemire simplesmente voava pro garrafão. Era enterrada atrás de enterrada. O cara tinha 2,08m mas se movia como se fosse um ala — absurdo de atlético.

    Claro que a carreira dele foi meio prejudicada pelas lesões, principalmente depois que foi pro New York Knicks. Mas quando estava 100%, poucos conseguiam parar o Stoudemire no garrafão. Média de 18.9 pontos e 7.8 rebotes na carreira — números de respeito.

    E aí, vocês acham que eles mereciam mesmo estar no Hall da Fama? Na minha opinião, eram casos óbvios. O Doc revolucionou times por onde passou, e o Amar’e foi um dos pivôs mais dominantes dos anos 2000.

    A cerimônia oficial vai ser em agosto, em Springfield. Vai ser emocionante ver esses caras recebendo o reconhecimento que merecem. Basketball is back, baby!

  • Cuban se arrepende: ‘Errei ao vender o Mavs pra essa galera’

    Cuban se arrepende: ‘Errei ao vender o Mavs pra essa galera’

    Mark Cuban falou o que todo mundo já desconfiava: se arrependeu amargamente de ter vendido o Dallas Mavericks. Não de ter vendido — mas pra quem vendeu.

    Em um podcast que saiu essa semana, o ex-dono foi direto ao ponto: “Não me arrependo de ter vendido. Me arrependo de pra quem vendi. Cometi muitos erros no processo”.

    O pesadelo começou com a venda de US$ 3,5 bi

    Cara, quando Cuban vendeu a maioria das ações pros grupos Adelson e Dumont em dezembro de 2023, ele jurava de pé junto que ia continuar mandando no basquete. “Nada muda, só minha conta bancária”, falou na época.

    Que inocência, né? Patrick Dumont assumiu como governador da franquia e Cuban — que ficou com 27% — foi sendo empurrado pra escanteio aos poucos. E o pior: não tinha nada no contrato garantindo que ele continuaria no comando do basquete.

    Na real, Cuban vendeu porque disse que era caro demais manter um time competitivo sendo um “bilionário classe média” (imagina ser pobre assim, né?). Mas agora admitiu que o peso emocional também contava: “Você ouve a paixão… agora imagina subir e descer assim a cada jogo. É difícil”.

    A catástrofe do trade do Luka

    Se Cuban já estava irritado sendo ignorado, imagina quando soube que trocaram o Luka Dončić pro Lakers — e só ficou sabendo depois que o negócio já estava fechado!

    Mano, esse trade é considerado um dos piores da história do esporte. Nico Harrison, o GM na época, mandou o cara que levou o Mavs até as Finais de 2024 embora em fevereiro de 2025. Cuban ficou pistola, obviamente.

    Harrison foi demitido em novembro quando o time estava 3-8 e Anthony Davis (que veio na troca) machucado. Cuban até fez lobby nos bastidores pra demissão acontecer. Achou que ia voltar a ter voz ativa no basquete — mas não rolou.

    E agora? Cooper Flagg não salva essa bagunça

    Olha só a ironia: o Mavs teve 1,8% de chance na loteria do draft e pescou a primeira escolha geral. Pegaram Cooper Flagg, que tá concorrendo a Calouro do Ano.

    Mas de que adianta? O time tem 24-51 de campanha — sexto pior da liga. Davis jogou só 29 partidas antes de ser trocado pro Washington Wizards numa operação pra livrar salário.

    Sinceramente, Cuban deve acordar todo dia se perguntando: “Por que raios vendi meu time pra essa galera?” A paixão dele pelo Mavs era real, mas agora só sobrou o gosto amargo de ter entregado seu bebê nas mãos erradas.

    E vocês, acham que Cuban tem razão de reclamar ou isso é só ego ferido de bilionário?

  • Jazz na pior em casa: consegue parar o Jokic e os Nuggets?

    Jazz na pior em casa: consegue parar o Jokic e os Nuggets?

    Olha só a situação do Utah Jazz: quatro derrotas consecutivas jogando em casa. Quatro! E agora vai receber justamente o Denver Nuggets, que tá voando com 8 vitórias nos últimos 10 jogos. Sinceramente, não sei se consigo ver luz no fim do túnel pra esse Jazz.

    O time de Salt Lake City tá numa situação complicada mesmo — 21 vitórias e 55 derrotas na temporada. Pior defesa da Conferência Oeste, tomando 125.4 pontos por jogo. Os caras deixam os adversários acertarem quase 50% dos arremessos. É de chorar.

    Jokic é monstro demais pra esse Jazz

    Do outro lado, você tem Nikola Jokic fazendo mais um triple-double quase que por brincadeira — 27.9 pontos, 12.9 rebotes e 10.8 assistências de média. No último confronto entre os times, há poucos dias, ele cravou 33 pontos na vitória por 135-129.

    E não é só o sérvio não. Jamal Murray tá encaixando as bolas de três também, assim como todo o ataque dos Nuggets que tem a quinta melhor média de assistências da liga (28.8 por jogo). Quando esse time tá entrosado, é difícil de parar.

    Kyle Filipowski até que vem jogando bem pelo Jazz, com 11.1 pontos e 49.5% de aproveitamento, mas cara… olha essa lista de contundidos do Utah: Lauri Markkanen fora, Keyonte George machucado, Walker Kessler perdeu a temporada toda. É praticamente metade do time no departamento médico.

    Matemática cruel

    Os números não mentem: nos últimos 10 jogos, o Jazz ganhou apenas 1. Um jogo! Enquanto isso, Denver tem 8 vitórias no mesmo período, fazendo média de 127 pontos por partida.

    Vocês acham que tem alguma chance do Jazz conseguir quebrar essa sequência negativa em casa? Eu, particularmente, acho difícil. Não com essa defesa furada e enfrentando um dos melhores times do Oeste.

    O jogo rola na quarta-feira, às 22h (horário do Leste americano). Pode ser que o Jazz surpreenda jogando em casa, mas realísticamente falando… Denver tem tudo pra confirmar o favoritismo e deixar Utah ainda mais na pior nessa temporada já perdida.

  • Wemby meteu 41 pontos e agora pega os Warriors sem Curry

    Wemby meteu 41 pontos e agora pega os Warriors sem Curry

    Gente, o Victor Wembanyama tá simplesmente jogando videogame na vida real. O francesinho destruiu os Bulls com 41 pontos na última partida dos Spurs, e agora vai encarar o Golden State numa quarta-feira que promete ser épica.

    Olha só a situação: San Antonio chegou nos 57 vitórias (contra apenas 18 derrotas!) e tá voando como segundo colocado no Oeste. Do outro lado, os Warriors estão patinando com 36-39 e brigando pra não ficar de fora dos playoffs. E o pior? Stephen Curry tá machucado e não joga.

    Os números não mentem

    Sinceramente, eu não esperava ver os Warriors nessa situação em 2026. Sem Curry em quadra, o time de San Francisco tá dependendo muito do Brandin Podziemski (13.3 pontos por jogo) e do nosso brasileiro Gui Santos, que tá fazendo 16.6 pontos nas últimas 10 partidas. Gui tá jogando pra caramba, mas convenhamos — segurar o Wemby não vai ser moleza.

    E por falar no gigante francês… cara, 23.4 pontos de média nos últimos 10 jogos, sendo que acabou de meter 41 nos Bulls. O moleque tá numa fase absurda. De’Aaron Fox (que agora joga pelos Spurs, pelo jeito) também tá contribuindo com 18.6 pontos e 6.2 assistências por partida.

    David contra Golias?

    Na real, olhando os números dos últimos 10 jogos, não tem nem comparação. Os Spurs ganharam 9 de 10, fazendo 124.7 pontos por partida. Os Warriors? Só 4 vitórias em 10, sofrendo 119.4 pontos por jogo da oposição.

    A defesa dos Spurs tá permitindo apenas 109.4 pontos nos últimos jogos — uma diferença brutal. E tem mais: San Antonio já ganhou dos Warriors três vezes nesta temporada, incluindo aquela surra de 126-113 em fevereiro.

    Jimmy Butler também tá fora da temporada toda por lesão no joelho, então o Golden State tá realmente remendado. Draymond Green continua distribuindo suas 5.4 assistências por jogo, mas sem o Curry pra finalizar as jogadas, fica difícil.

    Vocês acham que os Warriors conseguem uma zebra em casa? Porque pelo que tô vendo, os Spurs chegam como favoritos absolutos — e com razão. Wemby tá numa fase que lembra o que o Shaq fazia nos anos 2000. Quando um cara de 2,24m decide que vai dominar, é complicado parar.

  • JJ Redick mete o louco: ‘Luka é o MVP da temporada’

    JJ Redick mete o louco: ‘Luka é o MVP da temporada’

    Olha, eu não esperava isso. JJ Redick simplesmente saiu do armário e declarou que Luka Dončić é o MVP da temporada — e cara, depois dos números que o esloveno vem colocando, eu tô começando a concordar com o treinador dos Lakers.

    “Se continuarmos terminando a temporada do jeito que estamos jogando agora, e ele continuar jogando desse jeito — para mim, ele é o MVP”, disparou Redick antes da vitória de 120 a 101 contra os Wizards na segunda-feira.

    Os números não mentem

    Desde 28 de fevereiro, Luka tá fazendo uma coisa absurda: médias de 36.5 pontos, 8.1 rebotes e 7.1 assistências. Trinta e seis e meio de média, gente! E os Lakers? 14 vitórias em 16 jogos nesse período. Coincidência? Acho que não.

    Pra vocês terem uma ideia da fase monstruosa dos Lakers, eles estão 25-10 desde 18 de janeiro. É muita pancada seguida.

    “Ele é o motor que está movendo todas as nossas vitórias”, continuou Redick. “Claro, temos vários caras brilhando em seus papéis, mas ele é o piloto.” E sinceramente, difícil discordar. O cara de 27 anos simplesmente resolveu carregar o time nas costas.

    A revolta do Luka

    Aqui que fica interessante (e meio revoltante também). Luka terminou em terceiro na votação do MVP na temporada 2023-24 — a melhor colocação da carreira dele. Mas ele não tá nada satisfeito com como anda a consideração para o prêmio este ano.

    “Quanto melhor eu jogo, mais eu desço no ranking”, desabafou Luka em espanhol. “Então não sei o que mais posso fazer.”

    Cara, eu entendo a frustração do cara. Os números estão ali, o time tá ganhando, e mesmo assim parece que ele não recebe o reconhecimento que merece. Vocês acham que rola uma conspiração contra jogadores europeus na votação do MVP? Porque, convenhamos, se fosse um americano fazendo isso, já estariam chamando de melhor jogador do universo.

    Na minha visão, se os Lakers realmente chegarem nos playoffs como um dos melhores times do Oeste (e tudo indica que vão), vai ser muito difícil ignorar o que Luka tá fazendo. JJ Redick pode ter jogado a bomba certa na hora certa.

  • LeBron faz triple-double histórico e Lakers vencem sem Luka suspenso

    LeBron faz triple-double histórico e Lakers vencem sem Luka suspenso

    Cara, o LeBron James simplesmente não para de impressionar. Aos 41 anos, o cara fez mais um triple-double (21 pontos, 12 assistências e 10 rebotes) e comandou os Lakers numa vitória tranquila por 120-101 sobre os Wizards, mesmo sem o Luka Dončić em quadra.

    Ah, e detalhe: essa foi a vitória de número 1.228 da carreira do King, incluindo playoffs. Sabe o que isso significa? Ele empatou com mais um recorde do Kareem Abdul-Jabbar. Monstro.

    Time coletivo sem o esloveno

    O Luka estava cumprindo suspensão de um jogo após levar seu 16º técnico da temporada — cara, 16 técnicos! Mas os Lakers nem sentiram falta. Seis jogadores marcaram dois dígitos, com Austin Reaves, Luke Kennard e Jaxson Hayes fazendo 19 pontos cada um. O Reaves ainda distribuiu 9 assistências, mostrando que tá evoluindo muito no seu papel de armador.

    Rui Hachimura contribuiu com 14 pontos e Deandre Ayton adicionou 12. Olha, eu sinceramente não esperava que o time funcionasse tão bem sem o Luka, mas o JJ Redick tá fazendo um trabalho absurdo como técnico.

    Momento pai e filho que emociona

    E teve um momento especial durante o jogo: LeBron e Bronny fizeram uma jogada de pick-and-roll que viralizou nas redes. Ver pai e filho jogando juntos na NBA ainda é surreal — quantas vezes vamos presenciar algo assim na história do basquete?

    “Ele é muito elogiável”, disse o técnico JJ Redick sobre LeBron após o jogo. “Não sei mais o que dizer sobre ele. Já tentei dar todas as versões do mesmo discurso sobre sua longevidade.”

    Com essa vitória, os Lakers chegaram ao seu 15º triunfo nos últimos 17 jogos. Time tá voando, galera. Terceira vitória consecutiva e uma sequência que coloca eles como sérios candidatos ao título.

    Os Lakers ainda tinham a chance de garantir vaga nos playoffs ou conquistar a Divisão do Pacífico ontem, mas precisavam de uma derrota dos Suns — que não veio. Phoenix venceu o Memphis por 131-105 e manteve a briga acesa.

    Próximo desafio? Cleveland Cavaliers em casa hoje à noite. Se vencerem, os Lakers chegam às 50 vitórias pela segunda temporada consecutiva — algo que não acontecia desde 2009-10 e 2010-11. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo nos playoffs?

  • Mavs tomou sacode histórico dos Wolves: 30 pontos de diferença!

    Mavs tomou sacode histórico dos Wolves: 30 pontos de diferença!

    Olha, eu sabia que ia ser difícil, mas não esperava uma surra dessas. Os Dallas Mavericks simplesmente foram destruídos em casa pelos Minnesota Timberwolves por 124 a 94. Trinta pontos de diferença. Em casa. É de doer.

    Cooper Flagg teve uma das piores noites da sua jovem carreira na NBA. O garoto não conseguia acertar nem água no mar, errando praticamente tudo que tentava. E não foi só ele não — quase todo mundo dos Mavs estava perdido, com exceção do Brandon Williams que pelo menos tentou manter a dignidade.

    Flagg precisa perder o medo do arremesso de 3

    Sinceramente, o que mais me incomodou no jogo do Flagg foi a falta de confiança nos chutes de longa distância. O moleque tem 19 anos e já tá com medo de tentar arremessos de 3? Isso não pode.

    Teve uma jogada no segundo quarto que resume bem: ele teve um chute livre de 3 pontos e preferiu forçar um arremesso de média distância horrível. Os Timberwolves perceberam isso rapidinho e começaram a dar espaço pra ele do perímetro, sabendo que ele não ia punir.

    O Rudy Gobert também incomodou demais o garoto no garrafão. Flagg conseguiu uma enterrada bacana com assistência do Williams e até deu uma bela tocada no francesão, mas a confiança não veio. Se ele não resolver essa questão do arremesso de 3, o teto dele vai ser bem limitado na liga.

    A realidade doeu: Mavs ainda não chegaram lá

    Esse jogo mostrou a diferença brutal entre um time que briga pelo título e os Mavericks atuais. Mesmo sem Naji Marshall e P.J. Washington, não ia fazer diferença nenhuma. A diferença de intensidade, execução e talento foi gritante.

    Os Wolves jogaram com intensidade de playoffs desde o primeiro quarto. O Anthony Edwards nem precisou forçar — os coadjuvantes resolveram o pepino tranquilamente. Enquanto isso, Dallas sofria pra criar qualquer coisa no ataque.

    A transição ofensiva de Minnesota foi uma aula. Os armadores dos Wolves aproveitaram cada erro dos Mavs e transformaram em pontos fáceis. E aquela precisão de 3 pontos? Monstruosa. Enquanto Dallas continuava pecando no que sempre peca: falta de chutadores confiáveis do perímetro.

    Na minha visão, jogos assim são importantes pra mostrar onde os Mavs realmente estão. Ainda tem muito trabalho pela frente se quiserem brigar com os grandes. A defesa no perímetro e os arremessos de 3 continuam sendo problemas gigantescos que precisam ser resolvidos na offseason.

    E aí, vocês acham que Flagg vai conseguir desenvolver esse chute de 3? Porque sem isso, vai ser difícil ele se tornar o jogador que todos esperamos.

  • SGA mete 47 pontos e Thunder vira monstro rumo aos playoffs

    SGA mete 47 pontos e Thunder vira monstro rumo aos playoffs

    Mano, o que é que esse Shai Gilgeous-Alexander tá fazendo? O cara simplesmente DESTRUIU os Pistons ontem à noite com 47 pontos numa vitória suada por 114-110 na prorrogação. E olha, não foi moleza não — foi aquele tipo de jogo que só quem acompanha NBA de verdade sabe valorizar.

    O atual MVP da liga (e candidato fortíssimo a repetir o prêmio) acertou 12 de 19 arremessos de quadra e teve uma noite ABSURDA na linha do lance livre: 21/25. Sinceramente? Ver esse cara jogar é uma aula de basquete. E tem mais: com essa performance, ele estendeu o recorde da NBA para 136 jogos consecutivos com pelo menos 20 pontos. Cento e trinta e seis! É brincadeira isso?

    Thunder fazendo história (de novo)

    Com essa vitória, o Thunder se tornou o primeiro time da temporada a chegar nas 60 vitórias. E pasmem: é a primeira vez que Oklahoma City ganha pelo menos 60 jogos em temporadas consecutivas. Esse time tá construindo algo especial, galera.

    A vitória manteve o Thunder dois jogos à frente do Spurs na liderança do Oeste. Foi a 15ª vitória em 16 jogos — um aproveitamento de outro mundo. Mas olha, não foi fácil não.

    Pistons sem time titular quase levaram a melhor

    Aqui que fica interessante (e meio constrangedor pro Thunder). Detroit tava praticamente sem time — Cade Cunningham fora com um pulmão colapsado, Jalen Duren machucado no joelho, Tobias Harris e Duncan Robinson com problemas no quadril. Basicamente jogaram com o time B.

    Mesmo assim, os caras quase ganharam! Paul Reed fez um double-double (21 pontos e 10 rebotes), Javonte Green contribuiu com 19 e Kevin Huerter adicionou 17. O Thunder, que tinha acabado de bater o Knicks no domingo, parecia meio lerdo em quadra.

    No último período, Detroit virou e chegou a abrir 97-90 com uma bomba do Daniss Jenkins. Aí que o SGA mostrou por que é MVP: seis pontos consecutivos pra cortar pra 97-96, e depois o Jaylin Williams (que tinha errado os primeiros cinco arremessos) acertou uma tripla do canto pra empatar em 99.

    O final foi dramático — Detroit teve posse nos segundos finais empatado em 101, mas Gilgeous-Alexander roubou a bola. Ele até acertou uma tripla que daria a vitória, mas foi marcada falta ofensiva. Jenkins errou uma bomba no último segundo e foi pra prorrogação.

    Na prorrogação, adivinhem? SGA fez 8 dos 13 pontos do Thunder nos cinco minutos extras. Esse cara é diferenciado mesmo.

    E aí, vocês acham que o Thunder tem cara de candidato real ao título esse ano? Com performances assim do SGA, fica difícil apostar contra…

  • Booker mete 36 pontos e Suns destroem Grizzlies fora de casa

    Booker mete 36 pontos e Suns destroem Grizzlies fora de casa

    Cara, que show do Devin Booker ontem em Memphis! O cara simplesmente decidiu que ia destruir todo mundo e cravou 36 pontos numa atuação absurda contra os Grizzlies. Phoenix ganhou de 131-105, mas olha — não foi moleza não.

    O jogo tava equilibrado pelos primeiros três quartos, com Memphis brigando de igual pra igual. Aí veio o quarto período e os Suns viraram monstros. Ganharam o último quarto por 40 a 16! QUARENTA A DEZESSEIS. É brincadeira isso?

    Booker voando e Green crescendo

    Booker jogou apenas 25 minutos (sim, você leu certo) e fez 36 pontos com 16/24 nos arremessos. Eficiência pura. O Jalen Green, que tá cada vez mais entrosado no sistema, contribuiu com 21 pontos também ficando abaixo dos 25 minutos.

    Sinceramente, acho que essa dupla de armadores tá funcionando melhor do que eu esperava. Green tem mostrado que consegue jogar tanto de armador quanto de ala-armador, e isso dá uma versatilidade absurda pro ataque dos Suns.

    O mais legal foi ver o rookie Collin Gillespie quebrar a sequência ruim nos arremessos logo no quarto período. O garoto tava numa seca brava, mas escolheu o momento perfeito pra voltar a acertar as bolas de três.

    Situação na tabela esquenta

    Com essa vitória, Phoenix agora tem 3 jogos de vantagem sobre o Clippers na briga pela 7ª posição no Oeste. São apenas 7 jogos restantes na temporada regular, então cada vitória vale ouro.

    42 vitórias na temporada — não é um número que faz você gritar “CHAMPION!”, mas considerando onde esse time tava há alguns meses, é um progresso bem sólido. E vocês acham que eles conseguem manter essa posição até o final?

    Memphis mostrou personalidade jogando em casa, principalmente vindo do banco. Os caras colocaram 24 pontos só com os reservas no primeiro tempo. Mas no final das contas, a experiência e o talento individual dos Suns fizeram a diferença.

    O rookie Khaman Maluach teve uma noite histórica no rebote, cravando 10 caranguejos só no primeiro tempo — recorde pessoal na carreira. O garoto tem 2,13m e braços quilométricos, então quando ele posiciona bem embaixo da cesta, é praticamente impossível tirar a bola dele.

    Phoenix agora precisa manter o foco nesses últimos jogos. O Oeste tá uma loucura, e qualquer escorregada pode custar caro. Mas com Booker jogando nesse nível e os rookies evoluindo, eu tô otimista com esse time.