Tag: All-NBA

  • 8 técnicos na berlinda: quem pode ser demitido ainda essa temporada?

    8 técnicos na berlinda: quem pode ser demitido ainda essa temporada?

    Cara, se tem uma coisa que a NBA nos ensinou recentemente é que ser técnico nessa liga tá cada vez mais difícil. Os caras demitem treinador por qualquer coisa hoje em dia — olha só o que rolou com o Taylor Jenkins no Memphis, demitido em março numa temporada que o time chegou aos playoffs! E o Michael Malone no Denver? Dois anos depois de ganhar o título, tchau e bênção.

    Com a temporada regular chegando ao fim, tá na hora de analisar quem tá seguro, quem tá na corda bamba e quem provavelmente vai pegar o bonde de volta pra casa. E olha, a lista não tá pequena não.

    Os ‘seguros’ (por enquanto)

    Vamos começar pelos que aparentemente tão dormindo tranquilo. JJ Redick no Lakers, JB Bickerstaff no Pistons, e Mitch Johnson no Spurs já bateram as expectativas de vitórias da pré-temporada — e isso antes do final de março! Joe Mazzulla no Celtics e Erik Spoelstra no Heat? Esses nem precisa comentar muito, né.

    Mark Daigneault no Thunder é outro que pode ficar suave. O cara tem 59 vitórias no bolso como atual campeão. Steve Kerr no Warriors e Rick Carlisle no Pacers são intocáveis — muito capital acumulado, muita história.

    E tem uns que assinaram extensão de contrato recentemente, tipo Jason Kidd no Mavericks e Billy Donovan no Bulls. Demitir técnico logo depois de renovar contrato? É meio raro, mas já vi coisa mais estranha na NBA.

    Os novatos ainda se adaptando

    Os técnicos contratados nos últimos dois anos — Jordi Fernandez no Nets, Kenny Atkinson no Cavaliers, David Adelman no Nuggets — ainda tão no período de lua de mel. O Atkinson inclusive melhorou muito o que o Bickerstaff tinha feito em Cleveland. Já o Adelman levou o Denver mais longe nos playoffs do que o Malone era esperado.

    O Hawks do Quin Snyder ganhou 15 dos últimos 17 jogos. Sinceramente, com o Trae Young sendo negociado e o time comprando a filosofia do treinador, acho que ele fica.

    Mas e os 8 da berlinda?

    Agora vem a parte interessante. O artigo cita 8 técnicos que tão realmente com o emprego em risco, e um deles que chamou atenção foi o Jamahl Mosley do Magic. O cara tomou uma surra de 52 pontos do Raptors no domingo — mano, 52 PONTOS de diferença! Isso é constrangedor até pra quem tá assistindo de casa.

    Mike Brown no Knicks também tá numa situação estranha. O time tá indo bem, é o terceiro colocado no Leste, mas parece que ainda não convenceu totalmente a direção.

    E aí, vocês acham que algum desses vai sobreviver até o final da temporada? Ou já tão imaginando as entrevistas coletivas de demissão? Uma coisa eu sei: na NBA de hoje, não importa o que você fez ontem — só importa o que você fez no último jogo.

  • Thunder vs Pistons: será que Detroit aguenta sem Cade?

    Thunder vs Pistons: será que Detroit aguenta sem Cade?

    Olha, eu tô empolgado pra esse jogo de segunda à noite. Thunder recebendo o Pistons em Oklahoma City, e cara, que contraste de momentos! O Thunder com 59-16 (sim, cinquenta e nove vitórias) tá voando na temporada, enquanto Detroit com seus 54-20 chega desfalcado pra esse back-to-back.

    E o pior: Cade Cunningham já foi descartado. Injury management, né? Aquela velha estratégia de preservar o astro antes dos playoffs. Mas sinceramente, será que não é arriscado demais deixar um jogo desses de lado?

    Shai vs quem conseguir parar ele

    O MVP da temporada (na minha opinião) tá metendo 31.4 pontos por jogo. Trinta e um vírgula quatro! O Shai Gilgeous-Alexander tá numa temporada absurda, e sem o Cade do outro lado, vai sobrar pra quem mesmo?

    Daniss Jenkins e Marcus Sasser vão ter que dar conta do recado. Dois caras que cresceram muito nessa temporada, mas enfrentar o Thunder em casa, com essa defesa monstro que eles têm… é osso.

    E não posso esquecer do Chet Holmgren ali no garrafão. 17.1 pontos, 8.9 rebotes, mais de 54% de aproveitamento. O cara é um poste diferenciado, sabe? Aquele tipo de jogador que muda o jogo só de estar em quadra.

    Detroit vai surpreender ou vai tomar uma sapatada?

    Vou ser honesto com vocês: as odds tão pesadas pro Thunder (-13.5 pontos). Treze pontos e meio! Isso significa que as casas de apostas acham que vai ser massacre.

    Mas peraí… Detroit ganhou o último confronto entre os dois em fevereiro. Claro, era outro contexto, mas mostra que esse time tem qualidade quando tá inteiro.

    O problema é que hoje não tá. Sem Cade, a responsabilidade vai toda pro Jalen Duren no meio e pros caras do banco que vão ter que virar titulares. É muita pressão pra galera jovem.

    Eu acho que o Thunder ganha, mas não com essa facilidade toda que as odds sugerem. Detroit tem orgulho demais pra entregar de bandeja. Minha previsão? Thunder 115, Pistons 108. Mais apertado do que parece.

    E aí, vocês acham que Detroit consegue fazer bonito sem seu principal craque, ou o Thunder vai mesmo atropelar?

  • Celtics x Hawks hoje: revanche quente com Boston desfalcado

    Celtics x Hawks hoje: revanche quente com Boston desfalcado

    Cara, que jogo esperando a gente hoje à noite! Celtics e Hawks se enfrentam novamente depois daquela batalha de sexta-feira em Boston. E olha, eu tô curioso pra ver como vai ser essa revanche em Atlanta.

    Os Celtics (50-24) ganharam o último confronto mesmo desfalcados — sem o Jaylen Brown (lesão no tendão) e o Vucevic (dedo machucado). Quem carregou o piano foi o Payton Pritchard, que simplesmente explodiu com 36 pontos. Trinta e seis! O cara tá numa fase absurda.

    Hawks em casa são outra coisa

    Agora os Hawks (42-33) jogam em casa, e vocês sabem como é — State Farm Arena ferve quando o time tá jogando bem. E eles estão mesmo: 15 vitórias em 17 jogos desde o All-Star Break. Isso não é mole não.

    O Jalen Johnson tem sido um monstro nessa temporada (22.9 pontos, 10.3 rebotes, 8.1 assistências), e o veterano CJ McCollum traz aquela experiência que faz diferença nos momentos decisivos. Sinceramente, acho que essa dupla pode dar trabalho pra defesa de Boston hoje.

    Tatum vai ter que ser Tatum

    Com o time desfalcado, sobra mais responsabilidade pro Jayson Tatum. O cara tá tendo uma temporada de MVP (26.9 pontos por jogo), mas vai precisar de ajuda. O Pritchard mostrou que pode ser essa ajuda — a pergunta é: ele consegue repetir a performance?

    Na minha visão, esse jogo vai ser decidido no ritmo. Os Hawks têm o melhor pace da liga, gostam de correr e pressionar. Já os Celtics preferem um jogo mais controlado, usando a defesa pra ditar o tempo.

    As odds colocam Atlanta como favorito por 1.5 ponto — basicamente um pick’em. Faz sentido, considerando que é em casa e Boston tá desfalcado. Mas eu não subestimaria essa equipe dos Celtics. Eles têm DNA de campeão.

    O over/under tá em 222.5 pontos. Com o ritmo que os Hawks impõem e o Pritchard pegando fogo, pode ser que role um jogaço de muitos pontos mesmo.

    E aí, quem vocês acham que leva? Eu vou de Hawks por uma diferença mínima, mas não me surpreenderia se os Celtics saíssem com mais uma vitória fora de casa. Esse time sempre encontra um jeito quando ninguém espera.

  • Mitchell volta pra casa: Cavs podem selar vaga contra Jazz jovem

    Mitchell volta pra casa: Cavs podem selar vaga contra Jazz jovem

    Cara, que jogo interessante temos hoje à noite! Os Cavaliers visitam o Utah Jazz no Delta Center, e olha, tem muito mais história nesse confronto do que pode parecer à primeira vista.

    Cleveland (46-28) está numa briga feroz pela terceira colocação no Leste — e sinceramente, depois daquela performance de 149 pontos contra o Miami, eu tô começando a acreditar que esse time pode incomodar qualquer um nos playoffs. Enquanto isso, o Jazz (21-54) está naquela fase de desenvolvimento, apostando forte nos jovens talentos.

    A volta do Mitchell

    O grande protagonista da noite é obviamente o Donovan Mitchell. Voltando pra casa onde começou tudo… imagina a emoção do cara pisando naquela quadra vestindo a camisa de Cleveland? E não é só nostalgia não — o homem tá voando nesta temporada, candidato a MVP mesmo, especialmente depois que o James Harden chegou pra completar essa dupla monstruosa de armação.

    A ofensiva dos Cavs virou uma máquina, terceira melhor da liga em pontuação. Mas cuidado: o Jazz pode não estar ganhando muito, mas esse ritmo alucinado que eles jogam (lideram a liga em posses por jogo) pode ser uma pegadinha pra qualquer time visitante que bobear.

    Os jovens do Utah querem mostrar serviço

    Do lado do Jazz, o Kyle Filipowski tá sendo uma grata surpresa na temporada de rookie. O garoto tá fazendo 18.2 pontos e quase 9 rebotes por jogo — números absurdos pra um calouro. E o Cody Williams também tá crescendo na ala, mostrando que o futuro de Utah pode ser bem promissor.

    Olha, eu sei que o Jazz tá numa sequência de cinco derrotas, mas eles têm esse lance de manter os jogos competitivos até o final por causa do ritmo frenético. Vocês acham que os veteranos de Cleveland vão conseguir controlar essa loucura toda?

    Com Evan Mobley segurando o garrafão defensivamente e essa dupla Mitchell-Harden comandando o ataque, os Cavs entram como favoritos pesados (-17.5 pontos). Mas eu sempre fico com um pé atrás nesses jogos — times jovens jogando em casa podem surpreender.

    O jogo começa às 21h (horário de Brasília) e promete ser um festival de cestas. O total de pontos tá em 243.5 — ou seja, os bookmakers também esperam um jogaço de muito basquete ofensivo.

    Na minha opinião? Cleveland leva, mas Utah vai dar trabalho no primeiro tempo com esse ritmo maluco deles. No final, a experiência dos veteranos deve fazer a diferença.

  • NBA e EuroLeague podem se unir? Nova contratação dá esperança

    NBA e EuroLeague podem se unir? Nova contratação dá esperança

    Olha, eu não esperava isso mas parece que a briga entre NBA e EuroLeague pode virar uma parceria. A contratação do Chus Bueno como novo CEO da EuroLeague tá mexendo com todo mundo — e o cara tem um currículo que fala por si só.

    Bueno não é qualquer um, não. O cara trabalhou na NBA por anos, cuidando do desenvolvimento da liga na Europa, África e Oriente Médio. Agora ele tá do outro lado da mesa, comandando justamente a EuroLeague. Coincidência? Eu acho que não.

    Silver finalmente falou claro

    E aí que vem a parte interessante. O Adam Silver, comissário da NBA, finalmente botou as cartas na mesa esta semana. Em coletiva, ele disse algo que eu tava esperando há tempos:

    “Eu acho que para o bem do basquete europeu, o melhor resultado seria se nós nos uníssemos com a EuroLeague e criássemos uma abordagem sistemática para crescer o esporte em toda a Europa.”

    Mano, isso é GIGANTE. Silver falando abertamente sobre união ao invés de competição direta? Isso muda tudo.

    O plano da NBA Europa ainda tá de pé

    Mas calma aí — a NBA não desistiu do projeto próprio. Eles ainda tão planejando lançar a NBA Europa para a temporada 2027-28, com franquias em cidades grandes da Inglaterra, França, Alemanha, Itália e Espanha. O prazo para candidaturas fecha no fim deste mês.

    O problema é matemático, pessoal. A NBA quer 12 franquias fixas mais 4 vagas rotativas. A EuroLeague atual tem 13 clubes acionistas com contratos de longo prazo. Alguém vai ficar de fora — a não ser que role uma fusão mesmo.

    E sinceramente? Imagina uma liga unificada com Real Madrid, Barcelona e todas essas potências europeias junto com o know-how da NBA. Seria absurdo de bom.

    Vocês acham que essa união realmente vai rolar? Na minha visão, faz sentido total para os dois lados. A EuroLeague ganha a força comercial da NBA, e a NBA ganha credibilidade e estrutura na Europa. Win-win, como diriam os americanos.

  • Magic leva 52 pontos de diferença e sofre maior vexame da história

    Magic leva 52 pontos de diferença e sofre maior vexame da história

    Gente, eu vi muita coisa feia na NBA ao longo dos anos, mas o que aconteceu com o Orlando Magic ontem foi simplesmente surreal. 139 a 87 para o Toronto Raptors. Cinquenta e dois pontos de diferença!

    Mas o pior nem foi isso. O pior foi aqueles 7 minutos e 47 segundos em que o Magic simplesmente esqueceu como se joga basquete. 31 a 0 para o Raptors. Trinta e um a zero, cara. É o maior run sem resposta desde que a NBA começou a registrar esses dados play-by-play.

    Mosley assume a culpa toda

    Jamahl Mosley, técnico do Magic, foi direto ao ponto no pós-jogo: “A culpa é minha”. E olha, eu respeito isso. Quantas vezes a gente vê técnico jogando a responsabilidade só nos jogadores? Mosley assumiu que não preparou o time para a fisicalidade dos Raptors.

    “Tenho que fazer um trabalho melhor preparando eles para o que iriam enfrentar hoje à noite”, disse o cara. E sinceramente, ele tem razão. 28 turnovers — sendo 12 só no primeiro quarto, igualando um recorde negativo da franquia. Os Raptors fizeram 37 pontos só em cima dos erros de Orlando.

    Paolo Banchero, que é uma das poucas luzes desse time, não quis jogar toda a culpa no técnico: “É coletivo. Se você quer ser um time bom, não pode dar runs assim”. E ele tá certo também.

    O momento não podia ser pior

    A real é que essa derrota veio na pior hora possível. O Toronto estava sem Immanuel Quickley, sem Brandon Ingram (que é o cestinha deles) e ainda sem outros dois jogadores da rotação. Ou seja, era pra ser uma vitória “fácil” — se é que existe isso na NBA.

    O Magic entrou no jogo apenas duas posições atrás do Raptors na briga por vaga nos playoffs. Agora? Sete derrotas nos últimos oito jogos, incluindo vexames para Indiana Pacers (que é o pior time da liga) e Charlotte Hornets.

    Com oito jogos restantes, Orlando ainda está na oitava posição, mas corre sério risco de cair para a parte de baixo do play-in tournament. E olha que eles tinham tudo na mão para brigar por uma vaga direta nos playoffs.

    Vocês acham que o Magic consegue se recuperar a tempo? Porque do jeito que as coisas estão, essa temporada pode virar pesadelo rapidinho.

  • Cuban se arrepende: ‘Erro foi pra quem vendi os Mavs’

    Cuban se arrepende: ‘Erro foi pra quem vendi os Mavs’

    Cara, que situação bizarra essa dos Mavericks. Mark Cuban tá aí falando abertamente que se arrepende de ter vendido o time — não de vender, mas pra QUEM vendeu. E olha, depois do que rolou com o Luka sendo trocado, eu até entendo o desespero do cara.

    “Não me arrependo de vender. Me arrependo de pra quem vendi”, disse Cuban numa entrevista que saiu essa semana. Mano, imagina a dor no coração do cara vendo o que fizeram com o franchise que ele construiu durante décadas.

    A decisão mais polêmica da NBA recente

    Vamos contextualizar essa loucura: Cuban vendeu os Mavs pra família Adelson/Dumont há mais de dois anos. O time imediatamente chegou nas Finals de 2024 (que timing, né?). Aí do nada, em fevereiro de 2025, o Nico Harrison — que Cuban tinha deixado como GM — simplesmente TROCA o Luka Dončić.

    Luka Dončić, gente. O cara que pode ser o melhor jogador europeu da história da NBA. Foi embora porque o Harrison quis mostrar serviço pro novo dono.

    Cuban ficou de lado nessa história toda. O Patrick Dumont, que virou o governador do time, deu carta branca pro Harrison fazer o que quisesse. E olha no que deu.

    A sorte grande que pode salvar tudo

    Agora, a única coisa boa dessa bagunça toda foi os Mavs ganharem a loteria do Draft em maio passado. Cooper Flagg caiu no colo deles — e sinceramente, esse moleque pode ser especial mesmo. Mas cara, trocar um Luka estabelecido por uma promessa? Arriscado demais.

    O próprio Harrison já foi demitido em novembro (era óbvio que ia dar merda), e agora quem tá tocando o barco são Michael Finley e Matt Riccardi numa base interina. Ou seja: uma bagunça total.

    Cuban revelou algo que eu não sabia: quando vendeu, ele esperava continuar comandando as operações de basquete “para sempre”. Imagina a frustração de ver tudo desmoronar nas mãos de outros.

    O lado humano do Cuban

    Uma coisa que me chamou atenção foi ele falando sobre não querer passar o fardo pros filhos. “Não queria isso pra eles. Pode ser abusivo, muito”, disse Cuban. “Se os fãs não gostam do que você faz ou se o time não vai bem, você vira a pior pessoa do planeta.”

    Olha, sendo bem sincero aqui: Cuban pode ter seus defeitos, mas sempre foi apaixonado pelos Mavs. Ver o cara admitindo publicamente que errou na venda é de partir o coração.

    E vocês aí, acham que os Mavs conseguem se recuperar dessa? Cooper Flagg vai ser suficiente pra fazer o torcedor esquecer que trocaram o Luka? Porque sinceramente, eu tô achando que vai demorar MUITO pra Dallas voltar a ser relevante.

  • Trail Blazers vendido por US$ 4,25 bilhões – que negócio absurdo!

    Trail Blazers vendido por US$ 4,25 bilhões – que negócio absurdo!

    Galera, acabou de sair uma notícia que me deixou de queixo caído. O Portland Trail Blazers foi vendido por nada menos que US$ 4,25 bilhões! Para vocês terem noção do tamanho dessa grana, é quase o PIB de alguns países por aí.

    O Board of Governors da NBA aprovou unanimemente a venda para o grupo liderado pelo empresário texano Tom Dundon. E olha, esse cara não é qualquer um – ele já é dono majoritário do Carolina Hurricanes, da NHL, que comprou por “apenas” US$ 420 milhões em 2018. Agora tá investindo pesado no basquete.

    De US$ 70 milhões para US$ 4,25 bilhões

    A loucura toda fica ainda mais absurda quando você para pra pensar: Paul Allen comprou a franquia em 1988 por US$ 70 milhões. Setenta milhões! Hoje vale mais de 60 vezes isso. Sinceramente, investimento melhor que esse é difícil de achar.

    Depois que o Allen morreu em 2018, a irmã dele, Jody, assumiu o controle. A família decidiu vender tudo e doar o dinheiro pra caridade – um gesto bonito, reconheço. Mas cara, que dinheiro…

    Quem tá comprando e como vai rolar

    O esquema da compra é meio complexo, mas vou explicar numa boa: primeiro, o Dundon compra 80,1% da franquia até 31 de março por US$ 4 bilhões. Os outros 19,9% ele pode comprar até setembro de 2028, só que aí o valor já sobe pra US$ 4,5 bilhões. Esperto, né?

    O grupo do Dundon não tá sozinho nessa. Tem gente pesada junto: o pessoal da Panda Express (sim, a rede de comida chinesa), investidores de Chicago, e até o CEO da Freedom Mortgage, que também tem uma fatia do Philadelphia Phillies.

    E vocês acham que o Portland vai conseguir se manter competitivo com essa mudança? Porque uma coisa é certa: quando muda de dono, sempre rola uma pressão maior por resultados. O Hurricanes dele, pelo menos, tá indo bem – oito playoffs consecutivos na NHL.

    A arena deles, o Moda Center, também vai passar por uma reforma de US$ 600 milhões. O governo do Oregon já liberou US$ 365 milhões pra isso. Investimento pesado em infraestrutura sempre é bom sinal pra uma franquia.

    Olha, eu tenho curiosidade de ver como vai ser a gestão do Dundon no basquete. No hockey ele se deu bem, mas NBA é outro nível de complexidade. E Portland sempre foi uma cidade apaixonada pela equipe – espero que o novo dono saiba honrar essa tradição.

  • Tatum e Jokic mandam bem na semana e levam prêmio da NBA

    Tatum e Jokic mandam bem na semana e levam prêmio da NBA

    Olha, não dá pra fingir surpresa com essa dupla levando o prêmio de Jogadores da Semana da NBA, né? Jayson Tatum pelo Leste e Nikola Jokic pelo Oeste simplesmente mandaram ver na semana 23.

    O Tatum tá voltando com tudo depois da lesão no tendão de Aquiles. 25.7 pontos, 9.7 rebotes e 6.7 assistências por jogo — e o Boston Celtics nem piscou, fez 3-0 na semana. Sinceramente, eu tava preocupado com o ritmo dele voltando de lesão, mas o cara tá provando que é All-Star por um motivo.

    O MVP fazendo coisas de MVP

    Agora o Jokic… cara, esse sérvio é de outro planeta mesmo. 26 pontos, 17 rebotes e 14 assistências de média. QUATORZE assistências! O Denver Nuggets fez 4-0 na semana, e não é coincidência não.

    Esses números do Joker são absurdos até pros padrões dele. Triple-double quase garantido toda noite, e ainda por cima com eficiência. É por isso que o cara ganhou dois MVPs — e pode muito bem estar na briga por mais um esse ano.

    Tatum encontrando o ritmo no momento certo

    Voltando pro Tatum, o que me impressiona é como ele tá voltando forte. Desde que retornou da lesão (11 jogos), tá fazendo 20.9 pontos, 9.1 rebotes e 4.2 assistências por partida. O PER de 18.7 mostra que ele tá contribuindo pra caramba, mesmo ainda encontrando o ritmo ideal.

    Pro Boston, ter o Tatum saudável e jogando nesse nível é fundamental. A temporada tá caminhando pro fim, playoffs se aproximando, e ter seu astro principal voltando em grande forma é o que todo técnico sonha.

    E aí, vocês acham que esses dois conseguem manter esse nível até o final da temporada regular? O Jokic parece que tá numa missão pessoal, e o Tatum voltando assim pode significar problemas sérios pros adversários do Celtics nos playoffs.

  • Warriors tentaram roubar Kawhi Leonard dos Clippers no deadline

    Warriors tentaram roubar Kawhi Leonard dos Clippers no deadline

    Olha só que loucura: os Warriors fizeram uma investida desesperada para tirar Kawhi Leonard dos Clippers literalmente na última hora do trade deadline de fevereiro. E não foi tentativa meia-boca não — eles foram com tudo mesmo.

    A situação ficou interessante quando os Clippers mandaram o Zubac para Indiana. O pessoal do Golden State deve ter pensado: “Agora é a nossa chance”. Só que Los Angeles disse não, mas — aqui vem o plot twist — tudo indica que os Warriors vão tentar de novo na offseason.

    Leonard tá jogando como um monstro

    E sinceramente, não dá pra culpar os Warriors por quererem o cara. Leonard tá tendo uma das melhores temporadas da carreira aos 34 anos (faz 35 em junho). Os números são absurdos: 28.2 pontos, 6.3 rebotes, 3.6 assistências e quase 2 roubos de bola por jogo. PER de 28.0, meus amigos!

    Se ele conseguir jogar 65 partidas, tá praticamente garantido no First ou Second Team All-NBA. O problema é que Leonard e lesões andam de mãos dadas, né? Mas quando tá saudável, o cara ainda é um alienígena.

    Warriors não desistem fácil

    O que mais me impressiona é a determinação dos Warriors. Eles não foram atrás só do Kawhi não — tentaram Giannis, Jaren Jackson Jr., e no final acabaram pegando o Porzingis do Hawks. Uma pegada bem mais modesta, mas pelo menos conseguiram algo.

    E tem um detalhe histórico interessante: em 2019, quando Leonard era free agent, ele tinha interesse em jogar com Jimmy Butler. Butler foi pro Heat, Leonard pros Clippers (junto com Paul George), e agora Butler tá nos Warriors se recuperando de uma lesão no joelho. As voltas que o mundo dá, né?

    A questão é: será que os Clippers realmente vão considerar trocar o Leonard? O cara tem mais um ano de contrato garantindo 50.3 milhões, tá jogando em alto nível, mas também tá chegando nos 35. É uma decisão complicada pra Los Angeles.

    Vocês acham que Leonard nos Warriors faria sentido? Seria o último suspiro de uma dinastia ou uma jogada genial para mais um título?