Tag: All-NBA

  • Jalen Green mostrou seu potencial absurdo — mas ainda falta consistência

    Jalen Green mostrou seu potencial absurdo — mas ainda falta consistência

    Cara, o Jalen Green simplesmente destruiu tudo contra o Jazz no sábado à noite. 31 pontos em apenas 22 minutos. Vinte e dois minutos! E o mais louco? Parecia fácil demais. Arremessos de 3 caindo, penetrações rasgando a defesa, jump shots do meio da quadra entrando limpo. Foi um show completo.

    Mas olha, vou ser sincero: assistir o Green jogar é uma montanha-russa emocional. Uma hora ele tá jogando como um All-Star, na outra some completamente de quadra. Desde que chegou no Phoenix na troca do Durant, a gente já viu os dois lados dessa moeda.

    O talento é inegável, mas…

    Quando ele engata, mano, é coisa de outro mundo. Tem uma fluidez no jogo que poucos caras conseguem. Lembra do Gerald Green ou do Jason Richardson nos tempos áureos do Suns? Pois é, faz mais de uma década que Phoenix não tinha um cara assim na posição 2. Um armador que cria a própria jogada, vai pro garrafão quando quer e ainda tem esse atletismo explosivo.

    O problema — e vocês que acompanham NBA sabem disso — é que às vezes a confiança vira arrogância. O cara tem caminho livre pra bandeja e resolve complicar, quer fazer a jogada bonita ao invés da simples. Quantas vezes já não vimos ele cozinhando demais numa penetração fácil?

    E sabe qual é a ironia? Com o Ayton, a gente implorava por agressividade no garrafão. “Enterra logo, cara!” Com o Green é o contrário: “Só faz a cesta entrar, não precisa ser espetacular.”

    A temporada tá acabando, e agora?

    Olha, eu não acho que o Suns vai tomar qualquer decisão precipitada. O cara vai ganhar 36 milhões na próxima temporada — não é dinheiro que você joga fora assim. Faz sentido dar mais tempo pra ele, ver como o mercado se desenvolve.

    Porque o potencial tá ali, óbvio. As ferramentas são evidentes. Quando ele equilibra o show com eficiência, aí sim a coisa fica interessante. É questão de refinar o timing, melhorar a seleção de arremessos.

    E enquanto isso não acontece? A gente curte os momentos como esse sábado. Noites em que ele pega fogo e muda completamente o ritmo do jogo. Esse é o Jalen Green que pode decidir partidas, que pode carregar o time nas costas quando precisa.

    Vocês acham que ele consegue encontrar essa consistência? Porque sinceramente, quando ele joga assim, dá pra sonhar alto com esse Phoenix. O negócio é saber se vai ser exceção ou regra daqui pra frente.

  • Raptors fazem sequência histórica e massacram o Magic por 52 pontos

    Raptors fazem sequência histórica e massacram o Magic por 52 pontos

    Gente, eu vi muita coisa bizarra na NBA ao longo dos anos, mas o que o Toronto fez ontem foi de outro mundo. 31 pontos seguidos. TRINTA E UM. Sem resposta nenhuma do Orlando Magic.

    Os Raptors estavam perdendo por 20-14 no primeiro quarto, aí do nada viraram o interruptor e simplesmente decidiram que o Magic não ia mais fazer cesta. E não fizeram mesmo — ficaram mais de 10 minutos sem pontuar enquanto Toronto enfiava 31 pontos consecutivos. É a maior sequência sem resposta da era moderna da NBA (desde 1997-98).

    Quando tudo desandou pro Magic

    O Orlando até começou bem, liderando por 18-11 depois de uma bola de três do Jalen Suggs. Aí o Paolo Banchero fez uma cesta com 5:30 no primeiro quarto e… pronto. Acabou. O próximo ponto do Magic só veio com 9:42 no segundo período.

    Mais de dez minutos de jogo sem fazer um ponto sequer. Cara, eu fico imaginando o que tava passando na cabeça dos caras. Deve ser desesperador.

    E não foi só a sequência histórica não — o Toronto dominou o jogo inteiro e aplicou uma goleada histórica: 139 a 87. Cinquenta e dois pontos de diferença! Foi a maior vitória da temporada pros Raptors.

    RJ Barrett e Scottie Barnes brilharam

    O RJ Barrett fez 24 pontos numa atuação bem sólida, mas quem realmente roubou a cena foi o Scottie Barnes. O cara cravou 23 pontos e ainda distribuiu 15 assistências — recorde pessoal na carreira dele.

    Quinze assistências! Sinceramente, o Barnes tá evoluindo de uma forma absurda. Quando ele chegou na liga, a gente sabia que tinha potencial, mas ver ele orquestrando o ataque assim é lindo de ver.

    Do lado do Magic, foi uma noite pra esquecer. 28 turnovers (que viraram 37 pontos pros Raptors), apenas 31 cestas convertidas no jogo inteiro. É a sétima derrota nas últimas oito partidas — esse time que chegou nos playoffs ano passado tá numa crise brava.

    E vocês acham que o Magic consegue se recuperar a tempo? Porque essa sequência negativa tá preocupante, especialmente considerando o potencial que esse elenco tem no papel.

    Com essa vitória, o Toronto se mantém na quinta posição do Leste. Não que isso mude muita coisa na classificação, mas pelo menos os fãs em Toronto tiveram uma noite pra lembrar. Quando você vê uma sequência histórica dessas ao vivo, é o tipo de coisa que fica marcado pra sempre.

  • Mark Cuban quer jogos de 40 minutos na NBA — genial ou loucura?

    Mark Cuban quer jogos de 40 minutos na NBA — genial ou loucura?

    Olha, o Mark Cuban sempre foi meio maluco (no bom sentido), mas dessa vez ele pode ter acertado em cheio. O ex-dono dos Mavericks soltou uma ideia que tá dando o que falar: que tal a NBA encurtar os jogos de 48 para 40 minutos?

    Tudo começou quando o Bill Simmons (aquele cara do The Ringer) tuitou sobre os problemas da NBA, e o Cuban não resistiu em dar pitaco. Enquanto técnicos como Steve Kerr e Rick Carlisle ficam batendo na tecla de reduzir a temporada de 82 jogos, o Cuban foi na contramão: “Por que não manter os 82 jogos mas encurtar cada partida?”

    A matemática faz sentido, cara

    Vamos fazer as contas aqui. Uma temporada normal tem 3.936 minutos totais por time. Se a gente cortar para 72 jogos (como o Simmons sugeriu), isso daria 3.456 minutos. Mas jogando 82 partidas de 40 minutos? São 3.280 minutos. Ou seja, os atletas jogariam MENOS ainda.

    E pensa bem: FIBA, WNBA e NCAA já fazem isso há anos. A própria NBA já testou — lembra daquele jogo entre Nets e Celtics de 44 minutos em 2014? Summer League também já usa 40 minutos. Não é nenhum bicho de sete cabeças.

    O argumento da audiência me pegou

    Cuban mandou uma que me fez pensar: “Quanto menos tempo de jogo na TV, maior a audiência”. Ele citou a NFL como exemplo — três horas de transmissão mas só 11 minutos de ação real. E cara, a NFL domina tudo nos EUA.

    Sinceramente? Acho que tem algo aí. Quantas vezes você não desligou a TV no terceiro quarto porque o jogo tava arrastado? Com 40 minutos, cada minuto pesa mais, a intensidade aumenta.

    Sem falar que zebras seriam mais comuns. É muito mais fácil um time fraco surpreender em 40 minutos do que em 48. E convenhamos: os playoffs da NBA precisam de mais upsets. Às vezes parece que já sabemos quem vai ganhar antes mesmo de começar.

    Mas e os problemas?

    Claro que não é só maravilha. Menos minutos significa menos comerciais, menos receita para as emissoras. Mas olha o baseball — eles encurtaram os jogos com o pitch clock e tá dando certo.

    E vocês, o que acham? Eu tô meio dividido aqui. Por um lado, amo basquete e queria ver mais, não menos. Por outro, se isso significa LeBron, Curry e companhia jogando com mais intensidade e menos load management, talvez valha a pena.

    Uma coisa é certa: Cuban sempre consegue mexer com a liga, mesmo sendo só dono minoritário agora. E dessa vez, não vou mentir, a ideia dele me interessou pra caramba. Seria uma revolução no nosso esporte favorito — mas será que a NBA tem coragem?

  • Clippers vs Bucks: Modelo prevê jogo com muitos pontos em Milwaukee

    Clippers vs Bucks: Modelo prevê jogo com muitos pontos em Milwaukee

    Olha só que situação esquisita: os Clippers visitando Milwaukee em um jogo que, teoricamente, deveria ser emocionante, mas que na prática vai ter um time já matematicamente eliminado dos playoffs contra outro lutando por uma vaga.

    Os Bucks (29-44) já podem fazer as malas. Três derrotas seguidas, sendo a última um massacre contra o San Antonio por 127-95 no sábado, selaram o destino de Milwaukee — temporada acabou. Sinceramente, é triste ver onde esse time chegou depois de ser campeão há alguns anos.

    Clippers embalados rumo aos playoffs

    Do outro lado, os Clippers (38-36) estão numa boa fase. Quatro vitórias consecutivas, incluindo aquela vitória suada contra o Indiana na sexta (114-113), e ainda sonhando com uma vaguinha nos playoffs. É o tipo de momento que define temporada, sabe?

    A diferença de motivação aqui é gritante. Milwaukee já tá pensando nas férias, enquanto Los Angeles tá brigando por cada posse. E isso se reflete nas odds: Clippers favoritos por 15.5 pontos. Quinze e meio! É muita coisa, mesmo considerando que eles já golearam os Bucks por 129-96 no primeiro confronto da temporada.

    Over parece ser a jogada

    Agora, o que mais me chama atenção é o total de pontos: 220.5. O modelo do SportsLine, que tem um histórico bem consistente, simulou esse jogo 10 mil vezes e tá apostando no Over com confiança.

    A lógica faz sentido — quando um time já tá eliminado, geralmente relaxa na defesa. Os Bucks não têm mais nada a perder, então podem partir pro ataque mesmo. E os Clippers, precisando manter o ritmo, vão querer fazer o trabalho rápido.

    Os números apoiam essa teoria: nos últimos quatro jogos entre essas equipes, três tiveram mais de 220.5 pontos. Além disso, quando o total fica nessa faixa (entre 221 e 224), esses dois times costumam superar as expectativas — histórico de 18-9 para o Over.

    Vocês acham que Milwaukee vai conseguir pelo menos competir em casa? Ou será mais um daqueles jogos que a gente desliga no terceiro quarto? Uma coisa é certa: com o Clippers precisando de cada vitória possível, eles não vão dar bobeira.

    O jogo rola às 17h30 (horário de Brasília) no Fiserv Forum. Pode não ter muito suspense no resultado, mas promete ter bastante pontuação.

  • Jordan choca ao dizer que não existe GOAT no basquete

    Jordan choca ao dizer que não existe GOAT no basquete

    Cara, eu nunca pensei que fosse ver o dia em que Michael Jordan ia soltar uma dessa. O cara que todo mundo considera o maior de todos os tempos acabou de dizer que… não existe GOAT no basquete.

    Foi na CBS Sunday Morning que a bomba explodiu. Quando perguntaram se ele achava que podia ter mais de um GOAT no basquete, Jordan mandou uma resposta que deve ter feito meio mundo cuspir o café: “Não existe essa coisa de GOAT no basquete, na minha opinião. É só porque eu acho que aprendemos com outros atletas, evoluímos o jogo. Dizer que um é melhor que o outro não está certo.”

    O competidor mais maluco da história sendo… humilde?

    Gente, estamos falando do Michael Jordan. O cara que fazia questão de destruir psicologicamente os adversários, que inventava desaforo só pra ter motivação extra, que até hoje fica pistola quando alguém questiona se ele é melhor que o LeBron.

    E agora vem com essa de “cada era é diferente”? Sinceramente, não sei se é maturidade da idade ou se é uma jogada de mestre. Porque enquanto isso, o LeBron tá por aí se autoproclamando GOAT desde 2016, depois daquela virada histórica contra o Golden State.

    Olha, Jordan tem um ponto. Cada geração aprende com a anterior mesmo. Quando ele chegou na NBA, tava correndo atrás do Magic e do Bird. O Kobe depois virou praticamente um clone do MJ (até amizade tinham). O LeBron usou a camisa 23 do cara por anos. E agora o Wembanyama já tá mostrando que pode revolucionar tudo de novo.

    Mas e aí, ele tá certo ou tá sendo político?

    Na minha visão, tem duas formas de ver isso. Ou Jordan realmente amadureceu e entendeu que o basquete é maior que qualquer jogador individual, ou ele tá sendo esperto demais pro próprio bem. Porque convenhamos — com seis anéis, cinco MVPs e dez títulos de cestinha, meio que não precisa ficar provando nada pra ninguém, né?

    O engraçado é que essa postura faz ele parecer ainda maior. Tipo, o cara tá tão seguro da própria grandeza que nem precisa brigar pelo título. Enquanto isso, outros ficam se digladiando nas redes sociais…

    E vocês, o que acham? Jordan tá sendo genuíno ou é só mais uma jogada mental do mestre dos mind games? Porque uma coisa eu garanto: essa declaração vai render debate até o fim dos tempos.

  • Heat x Pacers: Miami precisa vencer pra garantir playoffs

    Heat x Pacers: Miami precisa vencer pra garantir playoffs

    Olha, eu não vou mentir — tô tenso por esse jogo do Heat hoje. Miami tá numa situação complicadíssima na conferência leste, brigando pra sair dessa zona de play-in e garantir uma vaga direta nos playoffs. E agora tem que ir até Indiana enfrentar os Pacers, que mesmo com um monte de lesionado ainda conseguem ser perigosos jogando em casa.

    O Heat tá apostando todas as fichas no Bam Adebayo, que tá fazendo uma temporada monstruosa. O cara tá quase num double-double de média (20 pontos e 9,7 rebotes) e é simplesmente a âncora defensiva do time. Mas o que me deixa preocupado é que Miami vem de uma sequência ruim e não pode dar bobeira.

    Andrew Wiggins e Tyler Herro precisam aparecer

    A boa notícia é que o Wiggins tá ajudando bastante no ataque — 15,6 pontos por jogo com 46% nos arremessos. E o Tyler Herro, quando tá no ritmo dele, é capaz de resolver qualquer jogo. O problema é que o Norman Powell tá machucado e é dúvida pro jogo.

    Do lado dos Pacers, sem o Tyrese Haliburton (que é craque demais), o time fica nas costas do Bennedict Mathurin. O moleque tá fazendo 18,5 pontos por jogo e pode dar muito trabalho. E esse Jarace Walker também não é brincadeira não — 11,3 pontos e mais de 5 rebotes.

    A matemática é simples: Miami não pode perder

    Cara, a situação do Heat é desesperadora. Cada jogo virou uma final. E jogar fora de casa contra um time que não tem nada a perder é sempre complicado. Os Pacers jogam num ritmo alucinado e em casa conseguem fazer uns placares absurdos.

    Mas apostaria no veteranismo e na experiência de Miami. O Erik Spoelstra sabe como preparar o time pra esses jogos decisivos, e o Bam Adebayo tá numa fase que consegue marcar qualquer um — desde pivôs até armadores na troca.

    As casas de aposta tão dando o Heat como favorito por 9,5 pontos, o que até faz sentido. Mas vocês acham que Miami consegue cobrir essa diferença jogando fora de casa? Eu acho que vai ser um jogo bem mais apertado.

    O tip-off é às 18h (horário de Brasília) e promete ser um jogaço. Miami precisa dessa vitória pra manter vivo o sonho de uma vaga direta nos playoffs. Cada ponto vai importar.

  • Thunder vs Knicks hoje: SGA contra Brunson no jogaço da rodada

    Thunder vs Knicks hoje: SGA contra Brunson no jogaço da rodada

    Cara, que domingo absurdo nos espera! O Thunder líder da conferência Oeste recebe os Knicks em casa, e sinceramente? Esse pode ser o jogo mais equilibrado que vamos ver nas próximas semanas.

    Oklahoma City tá simplesmente voando — 58 vitórias e apenas 16 derrotas. É um número que impressiona até quem acompanha NBA há anos. Shai Gilgeous-Alexander não tá brincando em serviço: 31.4 pontos por jogo e candidato forte ao MVP. Do lado dele, Chet Holmgren continua mostrando por que foi a segunda escolha do draft, dominando o garrafão dos dois lados da quadra.

    Knicks chegam machucados no orgulho

    New York vem de uma derrota chata contra Charlotte que quebrou uma sequência de sete vitórias. Olha, eu não esperava essa escorregada dos caras, mas acontece. O problema é que agora eles enfrentam o pior adversário possível para se recuperar.

    Jalen Brunson (26.2 pontos por jogo) vai ter que fazer mágica contra a defesa do Thunder. E Karl-Anthony Towns? O cara tá tendo uma temporada monstro desde que chegou — 20.1 pontos e quase 12 rebotes por partida. A integração dele com Brunson realmente desbloqueou o ataque dos Knicks de uma forma que muita gente não esperava.

    O duelo que todos querem ver

    SGA contra a defesa dos Knicks vai ser absurdo de assistir. OG Anunoby e Mikal Bridges vão ter que suar a camisa para tentar parar o canadense, que tá simplesmente imparável nesta temporada.

    A chave do jogo? Oklahoma City força muito erro de ataque e transforma isso em pontos fáceis. É a marca registrada deles. Os Knicks precisam cuidar da bola e dominar o rebote ofensivo — é onde Towns e Mitchell Robinson podem fazer a diferença.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem surpreender em Oklahoma City? Eu tô com um pé atrás, mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que jogo físico sempre incomoda time jovem. Pode dar zebra.

    Previsão: Thunder ganha, mas os Knicks cobrem o spread. Brunson vai fazer das suas no final, mas SGA e companhia levam em casa: Thunder 117 x 110 Knicks.

    O jogo rola às 21h30 (horário de Brasília) e vai passar na TV americana. Quem tem acesso aos streamings internacionais não pode perder esse confronto!

  • Ant volta segunda e os Wolves precisam MUITO disso

    Ant volta segunda e os Wolves precisam MUITO disso

    Olha, finalmente uma notícia boa pros fãs dos Timberwolves! Anthony Edwards deve voltar na segunda-feira contra o Dallas Mavericks depois de ficar seis jogos fora por causa de uma lesão no joelho. E cara, que momento pra voltar — Minnesota tá literalmente brigando pra não despencar na tabela do Oeste.

    O garoto foi liberado na sexta pra todas as atividades na quadra, mas ainda precisa passar no teste do treino de domingo e no shootaround de segunda antes de ter o aval final. Protocolo normal, né? Mas pelo jeito que os Wolves tão jogando sem ele, apostaria que vão liberar até de maca se precisar.

    A situação tá feia sem o Ant

    No sábado mesmo, os caras tomaram uma surra histórica do Detroit Pistons por 109-87. Mano, que vexame. Pior pontuação da temporada, pior aproveitamento de arremessos, pior dos três pontos — tudo de ruim que você pode imaginar. E olha que ainda tavam sem Jaden McDaniels e Ayo Dosunmu machucados também.

    32% de aproveitamento geral e 21% das três pontos. Vinte e um por cento! Eu já vi jogador de fim de semana no Ibirapuera acertar mais que isso. Forçaram 20 turnovers do Detroit mas conseguiram converter em apenas 7 pontos. É de chorar mesmo.

    “A gente não pode relaxar agora que o Ant tá voltando e falar ‘ei, dá as chaves pro Ant e vai’”, disse Mike Conley. Cara esperto o Conley — sabe que não pode depender só do Edwards pra resolver tudo, mesmo ele sendo um monstro.

    Corrida maluca no Oeste

    A situação na tabela tá absurda. Os Wolves são quintos com 45-29, mas estão apenas 1.5 jogo atrás do Denver (quarto) e meio jogo na frente do Houston (sexto). Ou seja, qualquer escorregada e eles podem despencar feio na classificação.

    E tem mais: Edwards precisa jogar TODOS os oito jogos restantes da temporada regular pra atingir os 65 jogos necessários pra concorrer ao All-NBA. Ele já ganhou o Second Team nos últimos dois anos, seria uma pena perder por não atingir o mínimo de jogos.

    Sinceramente, acho que ele joga mesmo lesionado se for preciso. O cara é competitivo demais pra deixar isso passar. E olhando a agenda que vem pela frente — Detroit, Philadelphia, Orlando e Houston fora de casa — os Wolves vão precisar de cada gota do talento dele.

    Vocês acham que Edwards consegue carregar esse time nas costas pros playoffs? Porque pelo jeito que eles jogaram sem ele, vai ser exatamente isso que ele vai ter que fazer.

  • Maxey volta com sede de bola e salva os Sixers contra os Hornets

    Maxey volta com sede de bola e salva os Sixers contra os Hornets

    Três semanas longe das quadras por conta de uma lesão no dedo. Três semanas vendo os Sixers patinando sem ele. Quando finalmente teve a chance de voltar no sábado, Tyrese Maxey mostrou exatamente o quanto a Filadélfia sentiu sua falta.

    O cara simplesmente explodiu: 26 pontos em 10 de 18 arremessos, sete rebotes e oito assistências. E o mais importante? Nos momentos decisivos do último quarto, quando o jogo estava pegando fogo, ele assumiu a responsabilidade com sete pontos, quatro rebotes e três assistências.

    O trio dos sonhos finalmente em quadra

    Sabe o que mais me deixou animado? Foi a primeira vez desde 29 de janeiro que vimos Maxey, Joel Embiid e Paul George jogando juntos. Cara, desde que montaram esse Big Three, os caras mal conseguiram ficar saudáveis ao mesmo tempo!

    “Deixei o jogo vir até mim no começo”, disse Maxey após a vitória. “Todo mundo falava: ‘Cara, tá tranquilo, sabemos que você acabou de voltar. Vamos jogar.’ E eu respondi: ‘Podem contar comigo’.”

    Sede de bola depois de tanto tempo parado

    Olha, quem acompanha a NBA sabe como é difícil voltar depois de três semanas parado. O ritmo de jogo, o timing dos passes, a sincronia com os companheiros — tudo isso demora pra voltar. Mas o Maxey é diferente, monstro.

    E vocês acham que os Sixers conseguem manter esse trio saudável pelos playoffs? Porque sinceramente, quando esses três estão jogando juntos, Filadélfia vira um time completamente diferente. A questão é se o corpo aguenta.

    Essa vitória sobre Charlotte pode não parecer grande coisa no papel, mas pra um time que vinha sofrendo tanto, ter o Maxey de volta fazendo o que sabe fazer melhor foi como um alívio. Agora é torcer para que as contusões deem uma trégua e a gente possa ver esse trio funcionando de verdade.

  • Warriors querem LeBron? Boatos esquentam e eu tô aqui pra isso

    Warriors querem LeBron? Boatos esquentam e eu tô aqui pra isso

    Gente, vocês viram essa bomba que tá rolando? Os Warriors aparentemente estão de olho no LeBron James pra próxima temporada. E olha, segundo uma fonte da NBA, a ideia “tem pernas” — traduzindo: não é só papo furado de off-season não.

    Vou ser sincero com vocês: quando eu li isso, meu primeiro pensamento foi “mano, será que vai rolar mesmo?”. Porque pensa comigo — o Curry tá chegando nos 36 anos, os Warriors sabem que a janela pra mais um título tá se fechando rapidinho. Eles precisam de algo grande, e LeBron aos 39 ainda é… bem, é o LeBron né.

    A matemática que pode dar certo

    O mais interessante é que isso não saiu do nada. Os Warriors já tinham conversado sobre trazer o LeBron antes mesmo de irem atrás do Jimmy Butler duas temporadas atrás. E o próprio King já disse publicamente que adoraria jogar com o Curry — na época ele até brincou que talvez tivesse que se contentar em jogar junto dele só na seleção americana nas Olimpíadas de Paris.

    Agora imagina essa dupla na mesma quadra, toda noite? Curry com aqueles arremessos absurdos de qualquer lugar da quadra, LeBron orquestrando as jogadas e ainda podendo explodir pro garrafão quando quiser. Cara, dá até arrepio de pensar.

    O timing perfeito (ou não)

    O LeBron vai ser agente livre irrestrito nesse verão, então tecnicamente pode assinar com qualquer time. Os Lakers podem até querer abrir espaço no salary cap pra reformular o elenco — e convenhamos, depois da temporada que eles fizeram, uma reformulada não seria má ideia.

    Mas olha, vou falar uma coisa: por mais que seja tentador imaginar LeBron de uniforme dos Warriors, tem algumas questões práticas aí. Onde que eles vão arrumar dinheiro pra pagar o salário dele? O LeBron vai topar ganhar menos pra ter mais uma chance real de título? E principalmente — será que o ego dele aguenta não ser O CARA do time, já que nos Warriors o show é do Curry?

    Sinceramente, acho que tem mais chance de dar errado do que certo. Mas imaginem se rola… LeBron e Curry no mesmo time seria uma loucura histórica. Vocês acham que faz sentido ou é só mais um boato de off-season pra movimentar as redes sociais?