Tag: All-NBA

  • Batum revela: ‘A temporada mais estranha em 18 anos de NBA’

    Batum revela: ‘A temporada mais estranha em 18 anos de NBA’

    Cara, o Nic Batum soltou uma declaração que me deixou pensando. Depois de 18 anos na NBA — DEZOITO ANOS —, o francês dos Clippers disse que esta é a temporada mais estranha da carreira dele. E olha, considerando tudo que esse cara já viu na liga, isso significa MUITA coisa.

    Os números falam por si só, né? Os Clippers começaram a temporada de forma absolutamente horrorosa: 6 vitórias em 27 jogos. Eu lembro de pensar “cara, esse time não vai nem pro play-in”. Mas aí… boom! Virou a chave de uma forma que ninguém esperava.

    A virada mais absurda da história

    Na minha opinião, o que aconteceu com o LA é simplesmente surreal. Depois daquele início catastrófico, o time disparou: 32 vitórias nos últimos 47 jogos. Isso é matemática de time candidato ao título, monstro!

    “Foram altos e baixos, mas na real foi divertido”, disse Batum no podcast The Old Man and The Three. E eu entendo ele — deve ser uma montanha-russa emocional absurda jogar numa temporada dessas.

    O francês revelou um detalhe que achei genial: quando os Clippers foram eliminados da NBA Cup em Vegas, o técnico Tyronn Lue aproveitou o tempo extra para praticamente fazer um mini training camp. “Tivemos duas ou três sessões de duas horas, foi como um reset completo”, explicou Batum.

    Lue nunca entrou em pânico

    Aqui que mora o ouro da história. Batum elogiou demais o Tyronn Lue por nunca ter perdido a cabeça, mesmo quando tudo parecia perdido. “Uma coisa que eu curtia nesse técnico é que ele nunca entrou em pânico. Nunca”, contou o veterano.

    E vocês sabem como é, né? Quando o time tá 6-21, a pressão é brutal. Mídia pegando no pé, torcida desesperada, diretoria questionando… Mas Lue manteve a calma e disse pro elenco: “Vamos ficar bem, vamos encontrar um jeito”.

    Segundo Batum, a virada começou com UMA vitória específica contra os Lakers. “Às vezes você só precisa de um jogo”, disse ele. E cara, que timing perfeito pra começar a reagir contra o rival da cidade!

    Sinceramente? Essa história dos Clippers me lembra muito aqueles filmes de superação. Time no buraco, técnico mantendo a confiança, veterano experiente segurando a barra… E no final, a redenção total. Agora eles estão brigando por posição nos playoffs e ninguém quer enfrentar esse LA numa série de sete jogos.

    E aí, vocês acham que os Clippers conseguem manter esse ritmo até o final da temporada? Com Leonard jogando assim e o time entrosado, eu não duvido de mais nada vindo desse grupo.

  • A dupla que tá salvando os Hawks: Johnson e Alexander-Walker viraram ‘parceiros no crime’

    A dupla que tá salvando os Hawks: Johnson e Alexander-Walker viraram ‘parceiros no crime’

    Mano, que dupla absurda que tá se formando no Atlanta Hawks. Jalen Johnson e Nickeil Alexander-Walker (que o pessoal chama de NAW) simplesmente decidiram que vão resolver os jogos juntos no último período — e tá funcionando pra caramba.

    Na vitória por 123-113 contra o Sacramento Kings, os dois fizeram exatamente isso de novo. Jogo empatado 97-97 no meio do quarto período, e daí pra frente TODOS os pontos dos Hawks ou saíram das mãos deles ou de assistências deles. Todos mesmo. Que monstros.

    “Parceiros no crime” — a química tá absurda

    Depois do jogo, o NAW soltou uma frase que resume tudo: “Tendo um parceiro no crime com ele, eu tô curtindo isso. Tô aprendendo muito, estamos crescendo juntos. É divertido.”

    Cara, dá pra ver que os dois se entendem mesmo. Alexander-Walker contou que eles conversam o tempo todo, tentando descobrir como ganhar jogos. E olha, pra mim essa é a parte mais legal — os dois são meio novos nessa posição de liderança, então tão aprendendo juntos.

    “Às vezes parece que queremos que a outra pessoa seja agressiva, o que é legal de ter alguém no seu canto”, explicou NAW. Sinceramente, isso me lembra muito aquelas duplas clássicas da NBA que se complementavam perfeitamente.

    Como eles fecharam o jogo

    A sequência que eles fizeram foi de filme mesmo. Johnson começou com 5 pontos seguidos, aí o NAW respondeu com duas bolas de 3 consecutivas — Hawks abriram 11 pontos de vantagem assim, do nada.

    E não parou por aí. Nickeil fez um and-one (enterrada + falta), Johnson acertou mais um arremesso de 3, depois deu duas assistências pro Jock Landale e pro CJ McCollum. Pra fechar com chave de ouro? Alexander-Walker assistiu Johnson numa bola de 3 que selou a vitória.

    O técnico Quin Snyder resumiu bem: “A confiança dos dois tá lá em cima, seja pra fazer a jogada ou pra se encontrarem. Essa é a melhor parte.”

    Hawks desfalcados mas se virando

    O mais impressionante é que os Hawks estavam desfalcados. Dyson Daniels, Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga — todos machucados. Mas sabe como é, “next man up”, e o time mostrou profundidade.

    Jock Landale foi outro que apareceu quando precisava. Entrou no lugar do Okongwu e fez 19 pontos com 13 rebotes. Double-double caprichado, mesmo jogando com uma lesão no ombro que ele vai ter que “aguentar firme”.

    “Fizemos um ótimo trabalho descobrindo nossa identidade como primeiro e segundo quinteto”, disse Landale. E realmente, os Hawks tão mostrando uma consistência que não tinham antes.

    E aí, vocês acham que essa dupla Johnson-Alexander-Walker pode mesmo levar os Hawks longe nos playoffs? Porque pelo que tô vendo, quando os dois tão conectados assim, é complicado parar eles no final dos jogos.

    Próximo teste vai ser contra os Celtics em dois dias. Aí vamos ver se a “parceria no crime” funciona contra um dos melhores times da liga.

  • Plowden meteu uma enterrada absurda no ex-time e virou o jogo

    Plowden meteu uma enterrada absurda no ex-time e virou o jogo

    Cara, tem coisa mais gostosa no basquete do que meter uma enterrada no seu ex-time? Daeqwon Plowden descobriu que não. O cara simplesmente voou no State Farm Arena e deixou todo mundo de queixo caído com uma pancada que vai ficar marcada na memória.

    Olha só a situação: Plowden jogou apenas seis jogos pelos Hawks — SEIS! — antes de ser trocado para o Phoenix Suns na offseason passada. Agora, defendendo o Kings, o mano teve sua chance de ouro para mostrar o que Atlanta perdeu.

    A enterrada que parou o ginásio

    No segundo quarto, Devin Carter tocou a bola em transição e Plowden simplesmente decidiu que ia acabar com o circo. O Corey Kispert até tentou marcar, mas quando viu o que ia acontecer, preferiu sair da frente — e fez bem, porque aquela enterrada não tinha quem segurasse.

    Sabe aqueles momentos que você sente que o cara tá descontando toda a frustração de uma vez só? Foi exatamente isso. Plowden terminou o jogo com 11 pontos, mas esses dois da enterrada valeram muito mais que qualquer estatística.

    Forma absurda nas últimas partidas

    E não foi sorte não, galera. O cara vem voando — literalmente e figurativamente. Nos três jogos anteriores, Plowden marcou 65 pontos. Contra o Orlando Magic, na quinta-feira, cravou seis bolas de três numa derrota apertada por 121-117.

    Sinceramente? Os Hawks devem estar mordendo os dedos agora. Imagina ver um cara que você dispensou fazendo esse tipo de coisa em outro time…

    Na temporada, Plowden tá com médias de 10.3 pontos e 3.1 rebotes em 25.7 minutos por jogo. Os números podem não impressionar à primeira vista, mas o cara tá aproveitando cada oportunidade que os Kings dão — e olha que eles não estão tendo uma temporada das melhores.

    Aos 27 anos, Plowden sabe que essa pode ser sua grande chance de se firmar na NBA. Não dá pra desperdiçar. E que forma melhor de causar uma impressão duradoura do que com uma enterrada dessas?

    Vocês acham que ele consegue uma renovação com Sacramento? Ou vai usar essa temporada como vitrine para outro time? Uma coisa é certa: depois de ontem, todo mundo vai lembrar do nome dele.

  • Embiid manda toco absurdo no Brandon Miller e salva vitória dos 76ers

    Embiid manda toco absurdo no Brandon Miller e salva vitória dos 76ers

    Cara, que toco foi esse do Embiid ontem à noite? O cara literalmente mandou a bola do Brandon Miller pra arquibancada nos últimos 15 segundos do jogo. Absurdo demais.

    A situação tava tensa lá em Charlotte. Os Hornets com a posse de bola, Miller livre no canto esquerdo pra tentar o arremesso de 3 que poderia virar o jogo. Só que o Big Man dos 76ers tinha outros planos. Voou na bola e — PUMBA — mandou ela direto pro meio da galera. Que defesa, meu amigo!

    Embiid ainda é um monstro quando tá saudável

    Olha, eu sei que o Joel vive naquela de lesão vai, lesão vem. Tá na 12ª temporada na NBA e parece que sempre tem alguma coisa incomodando. Mas quando ele tá 100%, não tem conversa — o cara é diferenciado nos dois lados da quadra.

    Ontem mesmo ele provou isso. Terminou com 29 pontos, 6 rebotes, 2 assistências e 2 tocos. Arremessou 8/19 dos jogos de quadra (incluindo 3/6 do perímetro) e 10/13 nos lances livres. Números de craque que tá focado em levar o time pros playoffs.

    E não foi só ele não. O Tyrese Maxey marcou 26 pontos e deu 8 assistências, enquanto o Paul George também fez 26 pontos mas ainda pegou 13 rebotes. Double-double caprichado. O VJ Edgecombe, que tá aparecendo bem essa temporada, contribuiu com 13 pontos e 5 rebotes.

    Playoffs tá logo ali

    Com essa vitória por 118-114 fora de casa, os 76ers chegaram aos 41-33 na temporada regular. Tão na 7ª posição do Leste, bem no meio da briga pelos playoffs. Ficaram na frente do Orlando Magic e Miami Heat, mas ainda atrás do Atlanta Hawks e Toronto Raptors.

    Sinceramente? Eu acho que se o Embiid conseguir se manter saudável nessa reta final, esse time dos 76ers pode incomodar qualquer um no primeiro round. O trio Embiid-Maxey-George tem potencial pra fazer estrago.

    E vocês, acham que os Sixers conseguem se manter nessa pegada até os playoffs? Próximo jogo é contra o próprio Miami Heat na segunda-feira. Vai ser outro teste importante pra mostrar que tão prontos pra fase eliminatória.

  • Bronny James tá silenciando os haters e mostrando por que merece estar na NBA

    Bronny James tá silenciando os haters e mostrando por que merece estar na NBA

    Olha, vou ser sincero com vocês: sempre tive um pé atrás com toda essa história do Bronny James. Não é nada pessoal contra o garoto, mas a pressão em cima dele sempre foi absurda — filho do LeBron, nepotismo pra cá, nepotismo pra lá. Só que nas últimas semanas? Cara, o moleque tá calando a boca de muita gente.

    Duas aparições dos Lakers na semana passada, e em ambas o Bronny fez a diferença. Podem ter sido só 18 minutos somados, mas foram minutos que importaram de verdade. Contra o Indiana, na quarta-feira, ele acertou um arremesso no quarto período que o próprio Luka Dončić chamou de “um dos chutes mais importantes do jogo”. Imagina o peso disso!

    O momento histórico que ninguém esperava

    Mas o que mais me impressionou foi na sexta contra o Brooklyn. O LeBron deu uma assistência para o filho acertar uma bomba de três, e pronto — primeira assistência entre pai e filho na história da NBA. Eu vi o replay umas cinco vezes, não vou mentir. É um daqueles momentos que você guarda pra sempre, independente de ser fã dos Lakers ou não.

    “Ele sempre está pronto para jogar”, disse o técnico JJ Redick depois do jogo. “Acertou uma bola de três importante quando as coisas estavam ficando complicadas no segundo quarto. Estou muito feliz com onde ele está e muito confiante para onde ele vai como jogador.”

    Os números não mentem

    E aqui que a coisa fica interessante mesmo. Quem acompanha o basquete sabe que o Bronny passou boa parte da temporada rodando entre os Lakers principais e o South Bay Lakers, time de desenvolvimento. Nos últimos jogos por lá? O garoto tá metendo 13,5 pontos por jogo com 57,6% de aproveitamento geral e 53,3% de três pontos.

    Treze vitórias em treze jogos quando ele entra em quadra. Isso não é sorte, galera.

    “Tenho recebido mais e mais oportunidades, me sentindo confortável arremessando atrás da linha da NBA”, explicou o Bronny. “Ficando cada vez mais confortável para simplesmente arremessar sem pensar.”

    O LeBron, obviamente orgulhoso, completou: “Ele só está voltando ao que era antes do incidente [referindo-se ao problema cardíaco que o afastou das quadras]. Ele sempre soube arremessar. Jogou em alto nível durante todos esses anos. É só questão de confiança, ritmo, força e condicionamento voltando.”

    Ainda é cedo, mas o futuro promete

    Olha, vamos com calma aqui. Quando o elenco dos Lakers estiver completo de novo, o Bronny vai voltar para o final do banco — isso é realidade. Mas esses momentos mostram que o investimento não foi só marketing ou mimimi de pai. O garoto tem potencial real.

    E sabe o que mais me convenceu? A humildade dele na entrevista. “Sempre quis jogar basquete a vida toda, então sabia que seria meu trabalho em algum momento. É um sonho realizado. Me sinto privilegiado por poder jogar basquete como profissão e amo cada segundo disso.”

    Isso aí não é papo de quem está só aproveitando o sobrenome, não. É de quem realmente ama o jogo.

    Vocês acham que ele tem potencial para ser mais que um role player no futuro? Eu tô começando a acreditar que sim. E se continuar evoluindo assim, vai ser muito mais que “só o filho do LeBron” — vai ser o Bronny James mesmo.

  • Green explode com 31 pontos e Suns destroem Jazz por 25 de diferença

    Green explode com 31 pontos e Suns destroem Jazz por 25 de diferença

    Cara, que show do Jalen Green ontem à noite! O cara simplesmente resolveu pegar fogo contra o Utah Jazz e mandou 31 pontos na vitória tranquila dos Suns por 134 a 109. E o mais louco? Nem precisou jogar o último quarto.

    Devin Booker também fez a sua parte com 26 pontos, mas quem roubou a cena mesmo foi o Green. O jovem tá mostrando que pode ser uma peça fundamental pra esse time de Phoenix que tava numa fase complicada — tinham perdido seis dos últimos sete jogos. Agora ficaram a apenas 3 jogos e meio do Houston, que ocupa a sexta posição no Oeste.

    Massacre desde o primeiro quarto

    Os Suns não deram nem chance pro Jazz respirar. Logo no primeiro quarto já abriram 37 a 17 com uma sequência absurda de 21 a 2. Green fez 11 pontos só nesse período, acertando três das oito bombas de três que Phoenix converteu no quarto inicial.

    No intervalo, a vantagem já era gritante: 73 a 45 — a maior vantagem no primeiro tempo da temporada pros Suns. Sinceramente, deu até pena do Jazz. Green já tinha 20 pontos na conta e o jogo tava praticamente decidido.

    Jazz sem seus principais jogadores

    Olha, tem que levar em conta que o Utah tá bem desfalcado mesmo. Lauri Markkanen (quadril), Isaiah Collier (coxa) e Keyonte George (perna) não jogaram. Fora que Walker Kessler e Jaren Jackson já tão fora da temporada com lesões mais sérias.

    Mesmo assim, Brice Sensabaugh e Kyle Filipowski fizeram 26 pontos cada um, tentando segurar as pontas. Mas quando você tem só dois jogadores fazendo quase todos os pontos do time no primeiro tempo (foram responsáveis por todos menos nove pontos), fica difícil competir contra um time que tá com todo mundo encaixado.

    E aí, vocês acham que os Suns conseguem entrar nos playoffs diretos ou vão ter que passar pelo play-in mesmo? Com o Green jogando nesse nível, eu tô começando a acreditar que eles podem surpreender.

  • Hawks destroem Kings em casa e mantêm sequência invicta

    Hawks destroem Kings em casa e mantêm sequência invicta

    Cara, que jogaço dos Hawks ontem à noite! 123-113 contra o Sacramento Kings, e o mais legal é que a galera de Atlanta tá mantendo essa sequência absurda em casa. Sinceramente, eu não esperava que eles conseguissem se recuperar tão rápido depois daquela derrota dolorosa pro Celtics na véspera.

    Os Kings chegaram cheios de desfalques — coisa que já virou rotina pra eles essa temporada — mas os Hawks também não estavam com o time completo. Dyson Daniels, Jonathan Kuminga e Onyeka Okongwu ficaram de fora. Mohamed Gueye ganhou a chance no quinteto titular, e olha, o garoto aproveitou.

    Jalen Johnson comandando o show

    O que mais me impressionou foi a performance do Jalen Johnson. 26 pontos e 10 assistências — double-double caprichado! O cara tava distribuindo bola como um veterano e finalizando com uma facilidade que dá gosto de ver. Aquela conexão dele com o Jock Landale no segundo quarto foi coisa linda de se assistir.

    E por falar no Landale… 19 pontos e 13 rebotes. Monstro! Quem diria que o australiano ia ser peça tão importante assim nos Hawks? Tem hora que o basquete te surpreende mesmo.

    Show do Alexander-Walker

    Mas se tem um cara que merece destaque especial é o Nickeil Alexander-Walker. 27 pontos sendo o cestinha da partida, com direito a várias bolas de três que gelaram o jogo no último quarto. Aquele passe por entre as pernas pro Jalen Johnson no terceiro período? Absurdo demais.

    O que mais me chamou atenção foi como os Hawks conseguiram virar o jogo depois de estarem atrás no primeiro quarto. Começaram devagar, mas na hora que precisaram acelerar, aceleraram mesmo. Aquela sequência no segundo quarto quando emplacaram uma corrida de pontos foi decisiva.

    CJ McCollum ainda tem bala na agulha

    E não posso deixar passar em branco os 22 pontos do CJ McCollum. O veterano mostrou que ainda tem muito basquete nas pernas, principalmente naquele arremesso no final do primeiro tempo que foi pura categoria.

    Os Kings até tentaram reagir — o DeMar DeRozan estava jogando bem —, mas quando os Hawks decidiram que era hora de ganhar o jogo, não teve jeito. Construíram uma vantagem de dois dígitos no último quarto e administraram direitinho.

    Agora vem o teste de fogo: segunda-feira contra o Boston Celtics de novo. Depois da derrota na véspera, vocês acham que os Hawks conseguem a revanche? Eu tô curioso pra ver se essa química que eles mostraram ontem vai se repetir contra um adversário mais cascudo.

    Uma coisa é certa: esse time de Atlanta tá começando a mostrar personalidade. Se continuarem jogando assim em casa, podem incomodar muito gente nos playoffs.

  • Luka finalmente foi suspenso — e dessa vez não teve jeito

    Luka finalmente foi suspenso — e dessa vez não teve jeito

    Cara, finalmente chegou o dia que muita gente já esperava. Luka Dončić foi suspenso por um jogo pelos Lakers depois de pegar sua 16ª falta técnica da temporada na vitória contra o Nets na sexta. E dessa vez não teve revisão que salvasse — ele vai ficar de fora do jogo contra o Wizards na segunda-feira.

    Olha, sinceramente? Eu até me surpreendo que demorou tanto. O esloveno tem um histórico gigante de reclamação com os árbitros, e 16 técnicas em uma temporada é coisa séria. A regra da NBA é clara: pegou a 16ª, suspensão automática de um jogo sem salário. Para cada duas técnicas adicionais, mais um jogo fora.

    A confusão que custou caro

    A técnica que derrubou o Luka aconteceu num lance meio bobo no terceiro quarto. Ele levou uma falta ofensiva tentando fazer uma jogada embaixo da cesta, e o Ziaire Williams do Nets ficou gritando na cara dele. Aí o Luka empurrou o cara pelas costas, Williams deu um tapa na cara dele, e os dois levaram técnica dupla.

    “Ele gritou na minha cara três vezes”, disse Luka depois do jogo. “Eu só queria sair dali. É técnica dupla, claro. O que posso dizer? Eu nem falei nada. Só queria sair de lá.”

    Mano, dá até pra entender a frustração do cara, mas esse temperamento explosivo sempre foi o calcanhar de Aquiles do Luka. Quantas vezes já vimos isso acontecer?

    O histórico preocupante

    O mais louco é que essa não é a primeira vez que o Luka chega perto da suspensão. Nas três temporadas entre 2020-2023, ele terminou com 15 técnicas — uma a menos do limite. No ano passado teve 13 em apenas 50 jogos (divididos entre Mavs e Lakers), e em 2023-24 também foram 13.

    E olha só que coisa: o cara já havia chegado a 16 técnicas antes e sempre se safou! Em março mesmo, pegou a 16ª contra o Magic mas a liga revisou e cancelou. Aconteceu a mesma coisa em 2021-22 e 2022-23 quando ele ainda estava em Dallas.

    Mas dessa vez não teve jeito. A empurrada foi clara, a reação do Williams também, e os árbitros mantiveram a decisão.

    Vocês acham que isso vai fazer o Luka repensar esse comportamento? Porque sinceramente, com 25 anos e já sendo um dos melhores jogadores da liga, esse tipo de coisa não pode mais acontecer. Principalmente agora que ele tá nos Lakers e a pressão é totalmente diferente.

    O lado bom é que ele volta já na terça contra o Cavs. Mas cara, imagina se isso acontecer nos playoffs? Uma suspensão em abril ou maio pode custar uma série inteira.

    Por enquanto, os Lakers vão ter que se virar sem seu astro contra Washington. E honestamente? Talvez seja um bom momento pra ele refletir um pouco sobre esse temperamento que sempre o atrapalha nos momentos mais importantes.

  • Snyder faz história: 500 vitórias e Hawks imparáveis

    Snyder faz história: 500 vitórias e Hawks imparáveis

    Cara, que momento absurdo pro Quin Snyder! O técnico do Atlanta Hawks conquistou sua 500ª vitória na carreira na noite de sábado, na vitória por 123 a 113 sobre o Sacramento Kings. E olha só que loucura: essa foi a 15ª vitória dos Hawks em 17 jogos. Quinze! Em dezessete!

    Os jogadores acharam que a marca merecia uma comemoração especial e despejaram o cooler de Gatorade na cabeça do técnico. Imagina a cena — o cabelo sempre arrumadinho do Snyder todo molhado, mas com um sorrisão no rosto.

    Clube seleto de 500 vitórias

    Snyder se tornou o 41º técnico na história da NBA a alcançar 500 vitórias, e apenas o sexto entre os técnicos atualmente ativos. Isso é coisa pra poucos, viu? Na minha opinião, o cara merece muito reconhecimento pelo trabalho que vem fazendo.

    “Foi especial”, disse Snyder depois do jogo. “Quando você está nesta liga há um tempo, percebe que os técnicos mantêm seu registro, mas são realmente os jogadores e outras pessoas que permitem que isso aconteça. Tive muita sorte de poder treinar não apenas jogadores muito bons, mas pessoas de muita qualidade.”

    Reconstrução monstro dos Hawks

    E o mais impressionante? Snyder teve que praticamente reconstruir o time esse ano. Foram sete caras novos até o trade deadline de fevereiro. Imagina você ter que ensinar seu sistema pra metade do elenco no meio da temporada!

    Mas o resultado tá aí. Jalen Johnson, Nickeil Alexander-Walker, Onyeka Okongwu e Dyson Daniels estão todos tendo as melhores temporadas da carreira. Coincidência? Eu acho que não.

    Jock Landale, que chegou em fevereiro e já fez dois double-doubles com o time, foi direto ao ponto sobre o técnico: “Quin é incrível, honestamente, e não digo isso levianamente. Ele foi fundamental para me colocar no ritmo do que está acontecendo. É um ótimo técnico para jogar.”

    Antes dos Hawks, Snyder comandou o Utah Jazz por oito temporadas e levou o time aos playoffs seis vezes. Agora, no quarto ano em Atlanta, parece que finalmente encontrou a fórmula certa.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter esse ritmo absurdo? Com 15 vitórias em 17 jogos, sinceramente, eu tô começando a acreditar que esse time pode incomodar muita gente nos playoffs.

  • Cedric Coward salva Grizzlies no último segundo contra Bulls

    Cedric Coward salva Grizzlies no último segundo contra Bulls

    Que jogaço maluco aconteceu em Memphis ontem! O Cedric Coward simplesmente decidiu que ia carregar os Grizzlies nas costas e cravou 24 pontos, incluindo dois lances livres DECISIVOS faltando 6,5 segundos pro fim. Memphis ganhou por 125-124 dos Bulls num jogo que teve de tudo — menos defesa, aparentemente.

    Olha, eu confesso que não esperava nada demais desse confronto. Dois times que já tão pensando na loteria do Draft, cheios de jogadores machucados (Chicago com 9 no departamento médico, Memphis com 11!), jogando no segundo jogo consecutivo após duas derrotas na sexta. Mas o basquete às vezes surpreende, né?

    Drama até o último segundo

    A situação ficou insana no finalzinho. Depois dos lances livres do Coward, o Josh Giddey — que teve um triple-double monstro com 18 pontos, 13 rebotes e 10 assistências — fez dois lances livres faltando 4 segundos. Bulls ficaram a um ponto de distância!

    E aí que fica bom: Memphis entregou a bola no saque seguinte, dando chance de ouro pros Bulls ganharem. Mas não rolou tempo suficiente pro arremesso final. Imagina a frustração da torcida de Chicago…

    Performances que chamaram atenção

    O Matas Buzelis foi o cestinha da noite com 29 pontos pelos Bulls. Esse cara tá evoluindo muito — lembro quando foi draftado e todo mundo ficou meio na dúvida. O Collin Sexton também mandou bem saindo do banco, 26 pontos. É impressionante como ele se reinventou depois de sair de Cleveland.

    Do lado do Memphis, além do herói Coward (que ainda pegou 9 rebotes), Tyler Burton fez 18 e Jahmai Mashack contribuiu com 17. O mais importante? Quebrou uma sequência horrível de 5 derrotas seguidas.

    Sinceramente, o jogo não foi uma beleza. Muito 1 contra 1, pouco fluxo ofensivo, e os dois times erraram MUITO do perímetro no primeiro tempo. Chegaram a estar 5/28 de três pontos combinados num momento. Basquete de março, né gente?

    Vocês acham que esses jogos “sem pressão” às vezes rendem os melhores espetáculos? Porque quando não tem nada em jogo, os caras jogam mais soltos…