Tag: All-NBA

  • Kawhi decide no último segundo com arremesso absurdo contra Pacers

    Kawhi decide no último segundo com arremesso absurdo contra Pacers

    Olha, eu já vi muito jogaço do Kawhi Leonard na carreira, mas o que ele fez ontem contra os Pacers foi de outro mundo. Os Clippers estavam perdendo por 24 pontos — vinte e quatro! — e pareciam mortos na água. Mas aí o cara simplesmente acordou e lembrou que é o Kawhi Leonard.

    A situação estava feia mesmo. Os Clippers brigando pra conseguir uma vaga nos playoffs do Oeste, precisando dessa vitória pra embalar quatro seguidas, e tomando uma surra dos Pacers em casa. Até que o Darius Garland começou a esquentar de três e o Kawhi… bom, o Kawhi fez o que sempre faz: decidiu resolver.

    O arremesso que parou a arena

    Com 3 segundos no relógio e perdendo por um ponto (113-112), o técnico Tyronn Lue pediu tempo. Todo mundo sabia que a bola ia pro Kawhi — até minha vó sabia. A jogada saiu perfeita: ele recebeu no cotovelo, dois dribles pra ganhar ritmo e mandou uma bomba por cima de DOIS defensores dos Pacers.

    Swish. 114-113 Clippers com 0.4 no cronômetro.

    Cara, esse lance foi tão absurdo que os últimos 0.4 segundos demoraram uns nove minutos pra terminar de verdade. Confusão no cronômetro, revisão no replay… mas no final deu Clippers mesmo.

    Sequência histórica do robô

    E tem um detalhe que tá passando batido: esse foi o 50º jogo consecutivo do Kawhi marcando 20 pontos ou mais. Cinquenta seguidos! Ele passou o LeBron James e agora tem a 21ª maior sequência da história da NBA.

    Com 32 anos nas costas, o cara tá fazendo a maior sequência de qualquer jogador acima dos 30. Sinceramente, eu não sei como ele consegue manter essa regularidade nessa idade, ainda mais com o histórico de lesões que ele tem.

    No final das contas, Kawhi fechou com 28 pontos, 8 rebotes e 4 assistências. O Garland foi o cestinha da partida com 30 pontos e seis bombas de três — sem ele, essa virada não rolava.

    Os Pacers estão numa situação complicada mesmo, né? 16 vitórias em 74 jogos é de chorar. Aaron Nesmith fez o que pôde com seus pontos, mas não teve jeito contra essa dupla.

    Agora é esperar o próximo jogo contra os Bucks — vai ser o último confronto dos Clippers contra o Leste nesta temporada. Vocês acham que o Kawhi consegue manter essa sequência maluca de 20 pontos por jogo?

  • Jalen Williams voltou, mas a cabeça ainda tá no processo

    Jalen Williams voltou, mas a cabeça ainda tá no processo

    Cara, que situação interessante a do Jalen Williams no Thunder. O cara voltou há apenas 3 jogos depois de ficar 15 partidas fora por lesões no posterior da coxa direita, e ontem contra o Bulls foi o melhor jogo dele desde que retornou: 18 pontos, 8 assistências, 6 rebotes. Números sólidos, né?

    Mas o mais interessante foi o que ele disse depois da vitória por 131-113. Williams foi super honesto sobre o que realmente tá atrapalhando ele — e não é o físico, não.

    O inimigo tá na cabeça

    “A maior questão pra mim é mental. Da última vez que eu lesionei, eu tava me sentindo bem. E acabei machucando tentando alcançar um passe”, disse Williams. Olha, eu entendo perfeitamente isso aí.

    Qualquer um que já teve uma lesão mais séria sabe como é. Você volta fisicamente pronto, mas a cabeça fica ali, no cantinho, sussurrando: “e se acontecer de novo?”. É uma parada que só passa com tempo e repetição.

    “É uma daquelas coisas que com o tempo, quanto mais você pratica, para de pensar nisso. É onde eu tô agora, não pensando mais. Posso fazer mais dos meus movimentos normais, parar, sem ficar com isso na cabeça”, completou o jogador.

    Thunder na briga pelo primeiro lugar

    E olha, o timing da volta do Williams não podia ser melhor. O Thunder tá brigando pela primeira posição do Oeste com apenas 2 jogos de vantagem sobre o San Antonio Spurs. Com 8 partidas restantes na temporada regular, cada jogo importa pra caramba.

    O técnico Mark Daigneault, aliás, mandou uma resposta interessante quando perguntaram se ele tava mais pressionado por causa da posição na tabela: “Se sua urgência aumenta baseada na classificação, então sua urgência não era alta o suficiente desde o começo”.

    Cara durão esse Daigneault, hein? Mas faz sentido — o Thunder ganhou 13 dos últimos 14 jogos. Tá funcionando a filosofia deles.

    Com Shai Gilgeous-Alexander liderando o ataque (25 pontos ontem) e Williams voltando ao seu nível, vocês acham que o Thunder tem chance real de brigar pelo título? Sinceramente, esse time tá me impressionando cada vez mais. A juventude tá amadurecendo na hora certa.

  • Pritchard destruiu com 36 pontos e salvou o Celtics sem Jaylen Brown

    Pritchard destruiu com 36 pontos e salvou o Celtics sem Jaylen Brown

    Cara, que noite foi essa do Payton Pritchard! 36 pontos saindo do banco pra liderar o Celtics na vitória de 109 a 102 sobre o Hawks. Sinceramente, eu não esperava que ele fosse explodir assim, mas o cara simplesmente decidiu que ia carregar Boston nas costas.

    O jogo começou meio tenso pros Celtics. Jaylen Brown tava machucado (de novo, né?) e Baylor Scheierman entrou no lugar dele no quinteto titular. Do outro lado, os Hawks vieram com aquele quinteto que tá fazendo eles ganharem várias seguidas ultimamente – CJ McCollum, Dyson Daniels, Nickeil Alexander-Walker, Jalen Johnson e Onyeka Okongwu.

    Hawks começaram voando, mas…

    Atlanta saiu na frente logo de cara, abrindo 25 a 9 no primeiro quarto. Eu já tava pensando “lá vamos nós de novo”, mas aí o Celtics acordou e fechou o período perdendo só por 29 a 26. Pritchard já tava dando as caras com 7 pontos.

    O segundo quarto foi aquela montanha-russa clássica da NBA – um time abria vantagem, o outro corria atrás. Os Hawks chegaram a liderar por 60 a 55 no intervalo, com Pritchard já com 19 pontos no placar. Enquanto isso, Tatum e Derrick White tavam passando aperto, acertando só 4 de 18 arremessos. Vocês já viram isso? Não é comum ver esses dois errando tanto junto.

    Pritchard virou monstro no segundo tempo

    Aí que o negócio ficou absurdo. No terceiro quarto, Pritchard acertou duas bolas de três seguidas e colocou o Celtics na frente, 69 a 68. O cara tava simplesmente imparável – quando chegou no fim do terceiro período, já tinha 30 pontos no placar!

    E o Tatum? Olha, ele acordou também no segundo tempo. Marcou 21 pontos só na segunda metade, incluindo aquela enterrada clássica dele que sempre me arrepia. No final das contas, fez 26 pontos – recorde pessoal na temporada.

    O quarto período foi quando o Celtics realmente mostrou por que é campeão. Pegaram 4 rebotes ofensivos só no último quarto, dando várias chances extras. Teve até um lance épico do Pritchard pegando rebote ofensivo e tocando pro Tatum, que foi faltado num arremesso de três.

    Números finais impressionantes

    No final, Pritchard fechou com 36 pontos, 7 rebotes e 4 assistências. Absurdo de desempenho saindo do banco! Tatum contribuiu com seus 26, e ainda teve Luka Garza, Derrick White e Sam Hauser pontuando em dois dígitos.

    Os números gerais também foram bons: Celtics acertaram 47% dos arremessos de quadra e 40% das bolas de três, contra 39% e 36% dos Hawks, respectivamente.

    Olha, sem o Jaylen Brown muita gente achava que seria difícil. Mas o Pritchard mostrou por que é peça fundamental nesse elenco do Celtics. Domingo tem mais, contra o Charlotte Hornets às 20h (horário de Brasília). E aí, acham que o Pritchard mantém esse nível?

  • Bagley sai do banco e salva os Mavericks contra Portland

    Bagley sai do banco e salva os Mavericks contra Portland

    Cara, que alívio pros torcedores de Dallas! Marvin Bagley III simplesmente decidiu que não ia aguentar mais essa sequência ruim dos Mavericks e saiu do banco com tudo ontem à noite. 26 pontos numa performance que quebrou a sequência de 5 derrotas seguidas do time texano.

    Olha, eu não esperava que o Bagley fosse ser o herói da noite, mas o cara entrou inspirado. E não foi só ele não — Cooper Flagg também colaborou com 24 pontos numa dupla que funcionou muito bem. Os Mavs venceram o Portland Trail Blazers por 100-93 e finalmente deram uma respirada.

    A volta por cima que Dallas precisava

    Sinceramente? Era sobre tempo. O time tinha perdido 7 dos últimos 9 jogos fora de casa, incluindo aquela surra de 142-135 pro Denver na quarta-feira. Bagley não só pontuou bem como pegou 9 rebotes, mostrando que pode ser uma peça importante saindo do banco.

    Naji Marshall também fez a sua parte com 19 pontos e 5 roubos de bola — esse cara tem se destacado na defesa ultimamente. E o Cooper Flagg? Além dos 24 pontos, ainda conseguiu 4 roubadas. Quando a defesa funciona, o ataque flui melhor.

    Portland lutou até o fim

    Do lado dos Blazers, Jrue Holiday (23 pontos) e Deni Avdija (20 pontos e 9 rebotes) fizeram de tudo pra manter o time vivo. Holiday ainda empatou o jogo em 92-92 com uma bomba de três faltando 2:25 pro fim — pensei que ia dar overtime.

    Mas aí que os Mavs mostraram personalidade. Partiram pra cima com uma sequência de 8-1 que decidiu tudo. Bagley abriu com uma bandeja e uma enterrada, e depois Marshall e Brandon Williams fecharam a conta na linha do lance livre.

    E olha só que curioso: Donovan Clingan teve uma noite estranha. O gigante pegou 17 rebotes (17!), mas só fez 6 pontos. Às vezes o basquete é assim mesmo.

    Com essa derrota, Portland caiu pra 37-38, voltando a ficar abaixo dos 50% de aproveitamento. O time tinha conseguido voltar ao .500 pela primeira vez em mais de dois meses, mas agora precisa se reerguer rapidamente — principalmente porque já garantiu vaga nos playoffs e tá na 9ª posição do Oeste.

    E aí, vocês acham que essa vitória pode ser o pontapé inicial pra uma recuperação dos Mavericks? O time tem potencial, mas a consistência tem sido o grande problema da temporada.

  • Luka pega 16ª técnica e vai ser suspenso — justo na hora da briga pelo MVP

    Luka pega 16ª técnica e vai ser suspenso — justo na hora da briga pelo MVP

    Olha, eu não sei se rio ou choro com essa situação do Luka Doncic. O cara tá numa sequência absurda, brigando de igual pra igual pelo MVP, e vai e pega sua 16ª técnica da temporada. Resultado? Suspenso por um jogo.

    Foi na sexta-feira contra o Brooklyn Nets que rolou a confusão. Luka e o Ziaire Williams se estranharam no terceiro quarto — você sabe como é, aquela empurradinha básica que vira caso de polícia na NBA. O árbitro Sean Wright não pensou duas vezes e deu técnica dupla pros dois.

    Sinceramente, assistindo o replay, dá pra ver que o Luka deu uma empurrada e o Williams revidou passando a mão na cara dele. Nada demais, mas na liga eles não perdoam mesmo.

    A ironia do timing

    O mais engraçado (ou trágico, dependendo do ponto de vista) é que o Luka acabou de ser eleito Jogador da Semana da Conferência Oeste pela segunda vez consecutiva. Os números? Absurdos: 39,5 pontos por jogo com 48% de aproveitamento, 8,1 rebotes e 7,3 assistências nos últimos 11 jogos.

    E aí que tá — os Lakers foram 10-1 nesse período. Dez vitórias em onze jogos! O cara tá carregando o time nas costas e vai ficar de fora justamente agora?

    Lembrando que ele já tinha chegado na 16ª técnica no fim de semana passado, numa discussão com o Goga Bitadze do Magic. Mas aí a NBA anulou aquela técnica depois que os Lakers apelaram. Desta vez, considerando que os árbitros já revisaram a jogada e mantiveram a decisão, é bem difícil que mudem de ideia.

    MVP em risco?

    A questão é: essa suspensão vai afetar a campanha do MVP do Luka? Na minha visão, não deveria. O cara tá fazendo uma temporada monstruosa, e uma técnica boba não pode tirar isso dele.

    Mas vocês sabem como é a liga — eles gostam de criar essas narrativas. “Ah, ele não tem controle emocional”, “não é líder”, essas coisas. Eu acho que é bobagem, mas enfim…

    O fato é que na segunda-feira, quando os Lakers recebem o Washington Wizards, o torcedor vai ter que assistir o jogo sem o seu astro. E olha que é contra um time que tá bem fraquinho na temporada — seria uma oportunidade perfeita pra o Luka continuar somando números na briga pelo prêmio de MVP.

    E aí, pessoal, acham que essa suspensão vai pesar na decisão do MVP? Ou o que o Luka tá fazendo em quadra é forte demais pra ser ignorado?

  • Luka vai ser suspenso de novo? 16ª falta técnica da temporada

    Luka vai ser suspenso de novo? 16ª falta técnica da temporada

    Gente, o Luka Dončić conseguiu de novo. Décima sexta falta técnica da temporada — e olha que já rolou isso antes nesta mesma season. O esloveno dos Lakers tá testando os limites da paciência da NBA, e dessa vez foi numa treta com o Ziaire Williams do Brooklyn Nets.

    A situação foi no terceiro quarto: os dois se estranharam, trocaram umas palavras (imagino que não foram elogios), e acabou dando dupla técnica. Nada muito absurdo, mas quando você já tá com 15 techs no bolso, qualquer coisa vira problema.

    O histórico preocupante do Luka

    Olha, eu acompanho esse cara desde Dallas e ele sempre teve esse temperamento quente. Mas agora nos Lakers, com toda a pressão de Los Angeles, parece que piorou. Três temporadas seguidas (2020-2023) ele terminou com exatas 15 técnicas. Quinze! Uma a menos da suspensão.

    E o mais louco? Isso já aconteceu antes nesta temporada. Luka chegou às 16 técnicas depois de uma briga com o Goga Bitadze do Magic, mas a liga decidiu anular a falta. Sorte dele, porque senão teria perdido o jogo contra o Detroit.

    A NBA ainda pode anular essa técnica também — eles fazem isso quando acham que o árbitro exagerou. Mas se não rolar, Luka perde o jogo contra o Washington na segunda-feira.

    Primeira suspensão da carreira?

    Seria a primeira vez que o cara leva suspensão por acúmulo de técnicas na carreira. Imaginem a ironia: o melhor jogador dos Lakers perdendo jogo por não conseguir controlar a boca.

    Por enquanto, só o Dillon Brooks do Phoenix levou esse tipo de suspensão nesta temporada. E olha que comparação interessante, né? Brooks sempre foi visto como um jogador “provocador”, e agora o Luka tá no mesmo barco.

    Se a suspensão for confirmada, o esloveno ainda vai pagar 5 mil dólares por cada técnica adicional daqui pra frente. E se chegar a 18 técnicas? Mais uma suspensão.

    Sinceramente, acho que o Luka precisa dar uma segurada. O time dos Lakers não pode ficar perdendo o melhor jogador por causa dessas bobeiras. E vocês, acham que ele consegue controlar o temperamento ou vai acabar sendo suspenso mesmo?

  • Pritchard explode com 36 pontos e Celtics vencem Hawks

    Pritchard explode com 36 pontos e Celtics vencem Hawks

    Cara, o Payton Pritchard simplesmente resolveu virar o LeBron ontem à noite no TD Garden. 36 pontos saindo do banco! Isso mesmo, trinta e seis pontos. O garoto que todo mundo conhece como aquele reservinha esforçado dos Celtics decidiu que era hora de mostrar que tem fogo no rabo.

    Os Celtics venceram os Hawks por 109-102 numa partida que começou meio desanimadora pra torcida de Boston. Imagina você no sofá vendo seu time perder por 25-9 no primeiro quarto? Eu já estaria pensando em trocar de canal, não vou mentir.

    A virada épica de Boston

    Mas aí que tá o negócio — o basquete é isso mesmo. Uma hora você tá no chão, na outra você levanta e mete sete bolas de três seguidas. Foi exatamente isso que os Celtics fizeram no segundo quarto. Sete arremessos de três consecutivos! Absurdo.

    O Jayson Tatum também deu sua contribuição com 26 pontos e 12 rebotes, mas confesso que foi uma noite meio estranha pra ele. Errou 16 dos 24 arremessos que tentou — não é o padrão Tatum que a gente conhece. Mesmo assim, quando precisou resolver no final, resolveu. Aquela penetração giratória dele que deu 97-86 pros Celtics com 7:29 restantes foi pura classe.

    E vocês viram como ele fechou o jogo? Sofreu falta num arremesso de três quando o cronômetro já tava quase zerando, e converteu os três lances livres pra selar o 107-99. Frieza total.

    Hawks vinham voando

    Olha, eu não esperava que fosse ser tão difícil assim pros Celtics. Os Hawks chegaram em Boston com 15 vitórias em 16 jogos desde o All-Star break — melhor campanha do Leste nesse período. O Jalen Johnson marcou 29 pontos e o CJ McCollum fez 21, mas não foi suficiente.

    O problema dos Hawks foi que eles começaram quente e depois esfriaram. Converteram só 39% dos arremessos no geral, e quando você joga contra os Celtics em casa, essa porcentagem não cola.

    Ah, e detalhe importante: os Celtics jogaram sem o Jaylen Brown, que tá fora com tendinite no tendão de Aquiles. Imaginem se ele tivesse em quadra…

    Sinceramente, essa vitória mostra por que os Celtics são candidatos reais ao título. Mesmo com jogador importante fora, mesmo começando mal, eles encontram um jeito de virar o jogo. E quando um cara como o Pritchard explode desse jeito, é sinal de que o banco tá funcionando.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem manter esse nível nos playoffs?

  • LeBron faz assistência histórica pro Bronny: primeiro passe pai-filho da NBA

    LeBron faz assistência histórica pro Bronny: primeiro passe pai-filho da NBA

    Cara, aconteceu. A história que todo mundo estava esperando finalmente rolou na sexta-feira: LeBron James fez o primeiro passe pai-filho da história da NBA pro Bronny acertar uma bola de três.

    E olha, não foi num garbage time qualquer não. Foi no segundo quarto do jogo contra o Brooklyn, com os dois jogando juntos por mais de 4 minutos. LeBron tocou a bola pro garoto, que estava um passo atrás da linha de três, e… SWISH. Histórico.

    O momento que todo mundo queria ver

    Sinceramente, eu tô arrepiado aqui. A NBA confirmou oficialmente que essa foi a primeira assistência pai-filho da liga. Pensa só na loucura disso: um cara de 41 anos passando a bola pro próprio filho numa partida oficial da melhor liga de basquete do mundo.

    Durante essa sequência dos dois juntos, os James literalmente fizeram um show em família. Primeiro o LeBron fez uma bandeja entrando forte no garrafão (porque o velho ainda tem gás), e na posse seguinte veio essa assistência histórica pro Bronny.

    O que mais me impressiona é que não foi sorte ou acaso. O Bronny tem jogado minutos importantes nos últimos dois jogos por causa da lesão do Marcus Smart. E cara, ele tá aproveitando a oportunidade.

    Bronny crescendo no momento certo

    Vamos ser honestos: o garoto passou a maior parte da temporada pegando minutos de lixo e indo pra G League pra ganhar ritmo. Normal pra um calouro. Mas agora, na segunda temporada dele, as coisas estão mudando.

    Com o Smart fora por lesão, o técnico dos Lakers deu uma chance real pro Bronny contra o Indiana e agora contra o Brooklyn. E o moleque tá correspondendo. Não é fácil jogar ao lado do seu pai quando esse pai é literalmente o LeBron James.

    Vocês conseguem imaginar a pressão? Ser filho do cara que muitos consideram o GOAT e ainda ter que provar que merece estar ali por mérito próprio?

    O fato é que LeBron e Bronny já são únicos na história — primeiro pai e filho a jogarem na NBA ao mesmo tempo, no mesmo time. Agora eles têm mais essa: a primeira assistência pai-filho oficial da liga.

    Mano, isso é maior que basquete. É história pura. E o mais louco é que provavelmente não vai ser a última vez que vamos ver isso acontecer.

  • Allen volta com tudo e os Cavs fazem 149 pontos num show absurdo

    Allen volta com tudo e os Cavs fazem 149 pontos num show absurdo

    Jarrett Allen ficou esperando o cumprimento do técnico antes do jogo, mas em vez do high-five tradicional, levou foi um abraço de urso. “Eu esqueci que ele estava no time”, brincou Kenny Atkinson. “Já me acostumei tanto com ele fora do quinteto titular que precisei abraçar pra dar as boas-vindas de volta.”

    E que volta foi essa, pessoal! Allen voltou depois de 10 jogos parado por tendinite no joelho e simplesmente destruiu. Foram 18 pontos em apenas 18 minutos na goleada de 149 a 128 dos Cavs sobre o Miami Heat. Sim, você leu certo – 149 pontos em tempo regulamentar. Recorde da franquia!

    Começou certo e não parou mais

    O pivô de 2,11m marcou logo na primeira posse de bola com um ganchinho na área restritiva. Nos primeiros quatro minutos? Oito pontos. “Foi incrível”, disse Allen. “Valeu pro Kenny, ele desenhou a primeira jogada pra mim. Normalmente eu não recebo a primeira jogada, mas ele queria me colocar no ritmo das coisas.”

    Olha, eu não esperava essa explosão ofensiva logo de cara. Allen estava fora desde 3 de março quando se machucou contra o Detroit. O que parecia bobagem virou uma tendinite “severa” – palavra dos próprios Cavs – e eles foram cautelosos na recuperação do cara de 27 anos.

    Max Strus também pegou fogo

    Não foi só Allen que brilhou, não. Max Strus acertou OITO bolas de três e fez 29 pontos. Evan Mobley contribuiu com 23, e James Harden distribuiu 14 assistências – o maior número desde que chegou no deadline de trocas. Sinceramente, quando esse time está saudável, é assustador.

    A única gafe da noite? Atkinson esqueceu de cumprimentar Allen na apresentação dos jogadores. “Ele não estava acostumado comigo jogando e me perdeu no high-five”, riu Allen. “Isso é incrível.”

    Timing perfeito pra playoffs?

    Os Cavs têm lidado com lesões o ano todo, e a ausência do Allen foi especialmente chata – só oito jogos restam na temporada regular. Cleveland está na 4ª colocação do Leste, mas quase não jogaram com força máxima.

    Strus também voltou há pouco depois de mais de quatro meses fora por cirurgia no pé. E Allen só jogou algumas partidas com Harden, que chegou nas trocas e levantou as esperativas de título dos Cavs. Vocês acham que eles conseguem entrosar todo mundo a tempo dos playoffs?

    “É como ter um goleiro de 2,10m”, disse Atkinson sobre Allen. “Ele protege o garrafão e facilita nossa vida.” Paired com Mobley (atual DPOY), forma uma das duplas defensivas mais temidas da liga.

    Com médias de 15,3 pontos e 9,2 rebotes em 51 jogos como titular, Allen estava numa das melhores fases ofensivas da carreira antes da lesão. Em 1º de fevereiro, fez 40 pontos e 17 rebotes contra Portland – recorde pessoal.

    Os Cavs ainda estão sem Jaylon Tyson e Dean Wade, mas pelo que vi ontem… quando esse time engata, é monstro.

  • Scottie Barnes comandou show e os Raptors atropelaram New Orleans

    Scottie Barnes comandou show e os Raptors atropelaram New Orleans

    Cara, o Scottie Barnes tá jogando um basquete de outro mundo! Ontem à noite em Toronto, o cara simplesmente decidiu que ia ser protagonista e comandou uma vitória convincente dos Raptors sobre os Pelicans por 119 a 106.

    23 pontos e 12 assistências. Double-double completíssimo do jovem que, na minha opinião, tá amadurecendo na velocidade da luz. E olha que ele teve uma ajuda e tanto — RJ Barrett, Sandro Mamukelashvili e J’Kobe Walter marcaram 18 pontos cada um. Quando um time tem essa distribuição de pontuação, fica difícil parar mesmo.

    Jakob Poeltl também brilhou no garrafão

    E não posso deixar de falar do nosso conhecido Jakob Poeltl. O cara fez 18 pontos e 11 rebounds — mais um double-double pra conta. Esse austríaco naturalizado canadense tá sendo fundamental pros Raptors na briga pelos playoffs.

    Do lado de New Orleans, o Zion Williamson até tentou. Fez 22 pontos com 9 acertos em 13 tentativas de campo e foi perfeito nos lances livres (4/4). Mas sinceramente, quando o time adversário tá numa noite inspirada como os Raptors estavam, fica complicado segurar sozinho. Saddiq Bey ajudou com 19 pontos, mas não foi suficiente.

    Situação na classificação esquenta

    Essa vitória deixa Toronto numa situação interessante na conferência Leste. Eles estão em sexto lugar, um jogo à frente do Philadelphia 76ers que não jogou ontem. E vocês sabem como funciona: os seis primeiros colocados de cada conferência garantem vaga direta nos playoffs, sem passar pelo play-in.

    Já os Pelicans… nossa, tá complicado. Quarta derrota seguida no geral e quinta consecutiva jogando fora de casa. E ainda por cima estavam sem Trey Murphy III (tornozelo) e Dejounte Murray (Aquiles). Toronto também tinha baixa importante, com Immanuel Quickley fora por lesão no tendão de Aquiles.

    O que mais me chamou atenção foi como os Raptors dominaram o segundo quarto. Fizeram uma corrida de 25-8 logo no início do período e foram pro intervalo ganhando de 59-44. Quinze pontos de vantagem que eles conseguiram manter até o final.

    Barnes foi especialmente letal no terceiro quarto, marcando 13 dos seus 23 pontos. E o Mamukelashvili? Saindo do banco e acertando três bolas de três. Isso é o que eu chamo de contribuição coletiva.

    Agora é aguardar os próximos jogos — tanto Pelicans quanto Raptors jogam no domingo. New Orleans recebe o Houston Rockets em casa, enquanto Toronto encara o Orlando Magic. E aí, acham que os Raptors conseguem manter esse embalo?