Tag: All-NBA

  • Thunder atropela Bulls com sequência absurda de 22-0

    Thunder atropela Bulls com sequência absurda de 22-0

    Cara, que noite para o Oklahoma City Thunder! O time simplesmente resolveu destruir o Chicago Bulls por 131-113, e a história toda começou com uma sequência de 22 pontos CONSECUTIVOS no segundo tempo. Vinte e dois a zero. É isso mesmo que vocês leram.

    Shai Gilgeous-Alexander marcou 25 pontos, mas olha que curioso: o cara não teve sua melhor noite nos arremessos (8/24). Mas sabe o que é mais impressionante? Mesmo assim, ele manteve a sequência histórica de 134 jogos consecutivos com pelo menos 20 pontos. Monstro!

    A virada épica do Thunder

    O jogo estava equilibrado — Bulls até chegaram a liderar por 67-62 no intervalo com Collin Sexton pegando fogo (16 pontos só no primeiro tempo). Mas aí veio a magia do Thunder no terceiro quarto.

    Jaylin Williams acertou uma bola de três que colocou Oklahoma City na frente (89-88), e daí pra frente foi só pancadaria. O Thunder fechou o terceiro período com uma sequência de 15-0 e quando a poeira baixou no quarto final, a vantagem já era de 102-80. Chicago ficou quase sete minutos sem pontuar — imaginem a frustração!

    Elenco se mobiliza sem Chet

    Jalen Williams voltou depois de quase dois meses fora por causa de uma contusão no quadril direito, e que volta! 18 pontos, 8 assistências e 6 rebotes no primeiro jogo em casa desde janeiro. O garoto mostrou que estava com saudades.

    Com Chet Holmgren fora também por problema no quadril, Cason Wallace assumiu a responsabilidade e mandou 21 pontos. Esse banco do Thunder é uma coisa absurda de forte.

    Do lado dos Bulls, Sexton fez 22, Tre Jones contribuiu com 21, e Isaac Okoro adicionou 20. Mas a grande decepção foi Josh Giddey — ex-Thunder que tá tendo uma temporada irregular. Apenas 5 pontos em 1/11 nos arremessos. Ouch.

    Vocês acham que o Thunder consegue segurar a vantagem sobre o San Antonio na briga pela vantagem de quadra nos playoffs? Com nove jogos restantes e dois de frente, a pressão tá real. Mas jogando assim, fica difícil parar esse trem de Oklahoma City!

  • KD com 25 pontos destrói Memphis e deixa Rockets em 6º no Oeste

    KD com 25 pontos destrói Memphis e deixa Rockets em 6º no Oeste

    Gente, que noite do Kevin Durant! O cara simplesmente resolveu assumir o protagonismo no quarto período e levou os Rockets à vitória sobre Memphis por 119-109. Vinte e cinco pontos e 10 assistências — números que mostram por que ele ainda é um dos caras mais decisivos da liga.

    O que mais me impressiona no KD é essa capacidade de aparecer nos momentos que importam. Houston estava lá, 96-93, Memphis ainda sonhando com a virada, e aí o Durant volta pra quadra e mete uma bomba de três. Pronto, acabou a conversa. Foi o start de uma sequência de 14-3 que simplesmente demoliu qualquer esperança dos Grizzlies.

    Jabari Smith Jr. fazendo dupla-dupla de respeito

    Mas não foi só show do Durant, não. Jabari Smith Jr. tá crescendo na liga e ontem mostrou serviço: 21 pontos e 16 rebotes. Double-double bonito, daqueles que mostram que o cara tá amadurecendo no garrafão. Amen Thompson também deu sua contribuição com 18 pontos.

    Do lado de Memphis, cara, que situação complicada. Dez jogadores no departamento médico! Dez! Como é que um time compete assim? Olivier-Maxence Prosper até tentou ser o herói da noite com 31 pontos — recorde pessoal dele —, mas não teve jeito.

    Rockets subindo na tabela do Oeste

    Com essa vitória, Houston deu um passo importante rumo aos playoffs diretos. Tão em 6º no Oeste, mas olha só que interessante: estão mais perto do Minnesota (5º lugar) do que de cair no play-in. Uma vitória a menos que os Timberwolves e quatro na frente do Phoenix.

    Sinceramente, acho que esse time dos Rockets pode incomodar nos playoffs. Têm talento, têm veterano experiente (KD), e agora estão começando a jogar com mais consistência. E vocês, acham que eles conseguem passar do primeiro turno se pegarem os playoffs diretos?

    Já Memphis… cara, é de doer o coração. Quinta derrota seguida, 13 derrotas nos últimos 14 jogos. Claramente estão focados no draft lottery agora, tentando conseguir uma posição melhor pra pescar um jovem talento.

    O próximo desafio dos Rockets é domingo em New Orleans, fechando essa sequência de quatro jogos fora de casa. Memphis recebe Chicago neste sábado — vamos ver se conseguem quebrar essa sequência negativa em casa.

  • Pritchard explode com 36 pontos e Celtics batem Hawks sem Brown

    Pritchard explode com 36 pontos e Celtics batem Hawks sem Brown

    Cara, o Payton Pritchard simplesmente resolveu virar o Michael Jordan ontem à noite. 36 pontos saindo do banco! E olha que os Celtics estavam jogando sem o Jaylen Brown, que tá com tendinite no Aquiles.

    Os Hawks chegaram em Boston voando — 15 vitórias em 17 jogos desde o All-Star break, melhor campanha do Leste. Jalen Johnson (29 pontos) e CJ McCollum (21) estavam fazendo de tudo em quadra. Começaram arrasando e abriram 25-9 no primeiro quarto. Eu já tava pensando: ‘vai ser massacre hoje’.

    A virada épica dos Celtics

    Mas aí que o negócio ficou interessante. Boston acordou no segundo quarto e acertou SETE bolas de três seguidas. Sete! Pritchard comandando a orquestra saindo do banco, fazendo aquilo que a gente ama ver — um reserva pegando fogo e decidindo jogo grande.

    O Tatum teve uma noite complicada no arremesso (8/24), mas quando precisou aparecer, apareceu. Aquela bandeja girada dele aos 7:29 do último quarto que colocou os Celtics na frente por 97-86 foi de monstro mesmo. E depois ainda foi fouled na linha de três e converteu os três lances livres pra selar a vitória.

    Hawks param de acertar na reta final

    Atlanta começou muito bem, mas foi esfriando conforme o jogo avançava. Terminaram com apenas 39% nos arremessos de quadra — longe do que vinham fazendo nas últimas semanas. Nickeil Alexander-Walker ainda fez 20 pontos, mas não foi suficiente.

    O mais impressionante? Boston tá 7-1 sem o Brown nesta temporada. Sinceramente, isso mostra a profundidade do elenco dos Celtics. Quando um cara como o Pritchard pode explodir por 36 pontos saindo do banco, fica difícil parar esse time.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter esse ritmo absurdo que vinham fazendo? 14 vitórias em 15 jogos é coisa de doido, mas perder pros Celtics sem o Brown dói um pouco, não acham?

  • Curry finalmente voltando! Warriors podem ter o Chef de volta antes dos playoffs

    Curry finalmente voltando! Warriors podem ter o Chef de volta antes dos playoffs

    Gente, finalmente uma luz no fim do túnel para os Warriors! Stephen Curry, que tá fora há 24 jogos consecutivos por causa dessa maldita lesão no joelho direito, finalmente vai voltar aos treinos coletivos nos próximos dias.

    Olha, eu não vou mentir — quando vi que ele tinha perdido 24 jogos seguidos, pensei “cara, será que o Chef não tá ficando velho mesmo?” Aos 38 anos, qualquer lesão demora mais pra sarar, né? Mas parece que a situação tá melhorando.

    O problema no joelho que não sara

    A lesão dele é uma síndrome patelofemoral com contusão óssea — basicamente, o joelho tá inflamado há dois meses. Curry foi reavaliado na sexta antes do jogo contra o Washington Wizards (que os Warriors jogaram em casa), e as notícias são animadoras.

    O cara tava liderando o time em pontuação com 27.2 pontos por jogo antes de se machucar. Última vez que vimos ele em quadra foi no dia 30 de janeiro contra o Detroit. Dois meses fora, mano!

    Na real, os Warriors esperavam que ele voltasse logo depois do All-Star break, mas a coisa complicou. Inclusive, Curry nem jogou o All-Star Game este ano por causa da lesão.

    Hospital Warriors continua lotado

    E não é só o Curry que tá no DM dos Warriors. O time virou um hospital mesmo. Moses Moody acabou a temporada na segunda-feira — rompeu o tendão patelar do joelho esquerdo e já foi operado sexta. Que azar, cara.

    Seth Curry (irmão do Chef) também tá fora com lesão na coxa esquerda, mas pelo menos já voltou aos treinos coletivos e tá como “day-to-day”. Quinten Post tá com dor no pé direito. E Al Horford perdeu oito jogos seguidos por causa de uma distensão na panturrilha direita.

    Vocês acham que essa idade tá pesando mesmo pro Curry? Ou ele ainda consegue voltar no mesmo nível? Sinceramente, eu acho que quando ele voltar, vai ser com sede de vingança. Imagina ficar dois meses parado vendo o time sofrer sem você…

    A próxima reavaliação do Curry vai ser na semana que vem. Se tudo der certo com os treinos 5×5, talvez ainda dê tempo dele voltar antes do fim da temporada regular. E olha, os Warriors vão precisar de todo mundo saudável se quiserem fazer barulho nos playoffs.

  • NBA vai acabar com tanking? Silver quer medidas ‘extremas’ já na próxima temporada

    NBA vai acabar com tanking? Silver quer medidas ‘extremas’ já na próxima temporada

    Cara, o Adam Silver tá de saco cheio. O comissário da NBA foi direto ao ponto essa semana: a liga precisa fazer “algo mais extremo” pra acabar com esse negócio de tanking. E olha, depois de anos vendo times perdendo de propósito pra pegar pick alto no draft, eu sinceramente acho que já era hora.

    Na reunião dos donos de franquia, a NBA apresentou três propostas que prometem bagunçar todo o sistema atual. E vocês acham que alguma delas vai realmente funcionar?

    As três opções que tão na mesa

    A Opção A é meio radical: botaria 18 times na loteria, incluindo os 7º ao 15º colocados de cada conferência. Os 10 piores times teriam chances iguais de 8% cada um. Ah, e todos os picks seriam sorteados, não só os quatro primeiros como hoje.

    Já a Opção B é ainda mais louca — 22 times na loteria! Isso incluiria até os times que caem na primeira rodada dos playoffs. O mais interessante é que usariam o recorde acumulado de duas temporadas, igual na WNBA. E tem um “piso” — se um time ganhar menos de 25 jogos (por exemplo), conta como se tivesse ganhado 25 pra efeito da loteria.

    A Opção C criaria duas loterias separadas. Uma pra determinar os cinco primeiros picks, outra pros 13 seguintes. Os cinco piores times que não forem sorteados na primeira garantiriam pelo menos o 10º pick.

    Tanking vai mesmo acabar?

    Olha, eu tenho minhas dúvidas se isso vai resolver completamente. Por mais que essas mudanças diminuam o incentivo, times ruins ainda teriam mais chances que times bons. A diferença é que não compensaria mais ser absolutamente horroroso — tipo aqueles Sixers do “Trust the Process”.

    O que me chama atenção é a urgência do Silver. Ele disse que foi “unânime na sala” que precisava de mudança pra próxima temporada. Cara falou que vão “resolver isso, ponto final”. Direto pros fãs.

    Minha opinião? Era hora

    Sinceramente, como fã que acompanha essa liga há anos, tava ficando chato ver time perdendo de propósito. Lembra dos Rockets há algumas temporadas? Ou aquele Thunder que claramente tava fazendo corpo mole? Não dá mais.

    A reunião decisiva vai ser em maio, e eu aposto que vão com a Opção A ou C. A B parece complicada demais com esse negócio de duas temporadas. Mas e vocês, qual acham que seria a melhor?

    Uma coisa é certa: se implementarem qualquer uma dessas mudanças, a próxima loteria vai ser um show à parte. Imaginem a cara dos GMs quando virem que times de playoff também podem pegar picks altos!

  • NBA quer pegar pesado contra tanking: perder pick de 1ª rodada tá na mesa

    NBA quer pegar pesado contra tanking: perder pick de 1ª rodada tá na mesa

    Olha, parece que a NBA finalmente decidiu que chega de brincadeira com essa história de tanking. E quando digo “chega”, é CHEGA mesmo — a liga tá propondo punições que vão fazer qualquer GM pensar duas vezes antes de começar a “desenvolver jovens talentos” no finalzinho da temporada.

    Segundo o The Athletic, Adam Silver e a turma do escritório central apresentaram propostas que, sinceramente, são bem mais pesadas do que eu esperava. Estamos falando de tirar o pick de primeira rodada de times que forem pegos no flagra fazendo tanking. Isso mesmo — aquela escolha valiosa que pode mudar o futuro da franquia? Tchau.

    As punições que podem mudar tudo

    Até agora, quando a NBA pegava alguém fazendo corpo mole, a punição era basicamente uma multinha. Lembram do Utah Jazz levando meio milhão de dólares por “conduta prejudicial à liga”? Ou dos Pacers pagando 100 mil por violar a política de participação de jogadores?

    Cara, isso aí era fichinha perto do que pode vir por aí. Agora o comissário vai poder não só confiscar o pick de primeira rodada, mas também jogar ele pro final da loteria ou pro fim da primeira rodada. E olha, pra times que valem bilhões, perder uma escolha top pode doer muito mais que qualquer multa em dinheiro.

    “Sem punições mais rigorosas, você ainda pode ter comportamentos malucos”, disse uma fonte da liga. “Você tem que ter algo tão drástico que um time realmente pense duas vezes antes de fazer tanking.” E faz sentido, né?

    O dilema do Silver: até onde a NBA pode ir?

    Agora vem a parte complicada — e que o próprio Silver admitiu numa coletiva esta semana. Como diabos você diferencia um tanking descarado de uma “reconstrução com integridade”? Porque vamos combinar, às vezes um time tá genuinamente mal e precisa dar minutagem pros rookies.

    O comissário falou que a manipulação óbvia de rotações (olhando pra vocês, Jazz e Pacers) “exigiu uma resposta do escritório da liga”. Mas ele também reconheceu a sutileza da coisa: decisões de técnicos, relatórios médicos, níveis de dor dos jogadores… é um negócio bem subjetivo.

    “Passamos muito tempo no escritório da liga indo e voltando com os times sobre relatórios de lesão, sobre decisões de técnicos”, disse Silver. “Não é necessariamente uma posição em que queremos estar.” Ou seja, ele preferia não ter que ficar de olho em quem joga e quem não joga.

    Vai funcionar ou vai dar mais confusão?

    Na minha visão, essa proposta tem duas faces. Por um lado, punições pesadas podem realmente fazer os times pensarem antes de começar a “descansar” veteranos por semanas a fio. Por outro, dá uma discricionariedade absurda pro comissário — e isso pode gerar muito mais polêmica.

    Imaginem só: um time perde seu melhor jogador por lesão no meio da temporada, decide focar no desenvolvimento dos calouros e… boom, leva uma punição dessas? Aí complica.

    O que vocês acham? Essas medidas mais duras vão acabar com o tanking ou só vão criar mais dor de cabeça pra todo mundo? Uma coisa é certa: se aprovarem isso, os próximos anos vão ser bem interessantes de acompanhar.

  • NBA vai expandir movida por ‘oceano de dinheiro’ dos bilionários

    NBA vai expandir movida por ‘oceano de dinheiro’ dos bilionários

    Cara, a NBA tá literalmente nadando em dinheiro — e isso vai mudar tudo. Bilionários do mundo inteiro estão praticamente fazendo fila pra investir na liga, e a expansão pra Seattle e Las Vegas nunca esteve tão próxima. É muita grana envolvida, gente.

    Segundo o Brian Windhorst da ESPN, existe um “oceano de capital” esperando pra entrar na NBA. E olha, não é só bilionário americano não — fundos soberanos da Europa tão disputando essas oportunidades como se fosse Black Friday.

    A mudança de opinião dos donos

    O mais interessante? Donos de times que há 2-3 anos eram totalmente contra expansão agora mudaram completamente de ideia. E sinceramente, não é difícil entender o porquê quando você vê os números envolvidos.

    Mark Walter, CEO da Guggenheim Partners, comprou uma fatia controladora dos Lakers por incríveis 10 bilhões de dólares em junho. Dez bilhões! E logo depois, a empresa holding dele recebeu outros 10 bilhões do Mubadala Capital — que é o braço de investimentos do fundo soberano de Abu Dhabi. É dinheiro que não acaba mais.

    Europa também quer sua fatia

    Mas não para por aí. A liga tá até considerando criar uma NBA Europa — uma liga separada que rodaria por lá e potencialmente substituiria a Euroliga atual. Imagina só: jogadores da NBA disputando uma liga europeia oficial. Seria monstro demais.

    O Qatar também já entrou na dança, comprando participações nos Wizards tanto em 2023 quanto agora em 2025. Atualmente as regras da NBA limitam fundos soberanos a no máximo 20% de participação por time, mas eles tão dando um jeito de contornar isso através de empresas privadas.

    $20 bilhões na mesa

    Agora vem a parte que deixa qualquer dono de time babando: entre duas novas franquias domésticas e a NBA Europa, a liga pode receber até 20 bilhões de dólares. Dividindo entre os 30 donos atuais, cada um embolsaria cerca de 666 milhões. Ou seja, mais de 3 bilhões de reais por cabeça.

    Claro que tem gente preocupada com a “diluição de talentos” — ou seja, se vai ter jogador bom o suficiente pra mais times. E tem também o papo do tanking aumentar. Mas convenhamos, com essa grana toda envolvida, essas preocupações ficam meio em segundo plano.

    Na minha visão, a expansão é questão de tempo. Adam Silver pode não ter garantido ainda, mas quando você tem tanto dinheiro batendo na porta assim, fica difícil dizer não. E vocês, acham que Seattle e Vegas merecem suas franquias de volta/pela primeira vez?

  • A dupla que está transformando o Spurs em candidato ao título

    A dupla que está transformando o Spurs em candidato ao título

    Olha, eu sempre acreditei que time bom se constrói de cima — e o que tá rolando em San Antonio é a prova viva disso. Os Spurs estão em segundo no Oeste com 55-18, e claro que o Wembanyama é um monstro, mas tem uma história bem mais profunda por trás dessa ressurreição.

    A química entre o técnico Mitch Johnson e o GM Brian Wright é algo que você não vê todo dia na NBA. Esses caras se conhecem há quase dez anos, cara. Dez anos! Começaram juntos em 2016 — Johnson como assistente no Austin Spurs (o time de desenvolvimento) e Wright como assistente do lendário R.C. Buford.

    Uma parceria forjada na base

    “Tenho sorte de ter um histórico pessoal e uma relação pessoal que nos permite ter conversas honestas e confiar um no outro”, disse Johnson sobre Wright. E sinceramente, isso transparece demais quando você vê como eles construíram esse elenco.

    Wright virou GM em 2019. Johnson? Bom, o cara pagou o preço — seis anos como assistente, quase uma temporada inteira como técnico interino quando o Pop sofreu o AVC, até finalmente assumir o posto em 2025. Essa caminhada juntos pela organização moldou a parceria deles de um jeito único.

    O mais legal é que Johnson não tem ego nenhum em admitir que Wright é “o líder da construção do nosso projeto e de muitas coisas que estão no nível fundamental da nossa organização”.

    Resultados que falam por si

    Seis temporadas consecutivas perdendo. Seis! Era de dar dó ver o Spurs assim, né? Agora olha onde estão — candidatos legítimos ao título com o Wemby dominando, mas também com um elenco bem construído ao redor dele.

    Wright tá cotado pra ser Executivo do Ano da NBA. Se ganhar, seria o primeiro Spurs desde o Buford em 2016. Merecidíssimo, na minha opinião.

    “Ele é um grande homem e um grande líder”, disse Johnson sobre Wright. Cara, quando você vê essa humildade e esse respeito mútuo entre técnico e GM, você sabe que a coisa tá no caminho certo.

    E aí, vocês acham que essa dupla consegue levar o Spurs de volta ao topo? Porque do jeito que as coisas estão andando, eu não duvidaria nada…

  • Anthony Edwards volta aos treinos e pode salvar os Wolves

    Anthony Edwards volta aos treinos e pode salvar os Wolves

    Finalmente uma boa notícia pros fãs dos Timberwolves! Anthony Edwards foi liberado pra voltar aos treinos depois de ficar cinco jogos parado com uma síndrome de dor no joelho direito. E olha, não podia ter hora melhor pra esse retorno.

    Pra quem não lembra, o Ant-Man tava simplesmente voando antes da lesão — 29.5 pontos por jogo, cara. VINTE E NOVE E MEIO. Além de pegar 5.1 rebotes e distribuir 3.7 assistências em 35 minutos de quadra. Os números são absurdos mesmo.

    O que essa volta significa pros Wolves

    Minnesota tá numa situação delicada na conferência oeste. Quinto lugar, ok, mas com Houston respirando no pescoço — apenas uma vitória de diferença na coluna de derrotas. Sem o Edwards, os Wolves perderam aquela pegada ofensiva que fazia toda a diferença nos jogos duros.

    O mais impressionante é que o cara tá tendo a melhor temporada da carreira dele. PER de 22.2, recorde pessoal. Pra vocês terem noção, isso coloca ele entre os 15 jogadores mais eficientes da liga toda. Um monstro mesmo.

    E agora, será que aguenta o tranco?

    A grande questão é: como vai ser esse retorno? Síndrome de dor patelofemoral não é brincadeira, é aquele tipo de lesão chata que pode voltar se não for bem tratada. Mas pelo que parece, o departamento médico dos Wolves não quis correr risco — cinco jogos fora é bastante tempo pra uma lesão que muita vez os caras voltam em dois, três jogos.

    Sinceramente, acho que foi a decisão certa. Melhor perder alguns jogos agora do que arriscar ter o Anthony fora nos playoffs, né? E vocês, acham que ele volta com tudo ou vai precisar de uns jogos pra pegar o ritmo de novo?

    Uma coisa é certa: com Edwards de volta, os Wolves voltam a ser um time perigoso no oeste. Aquela dupla dele com o Jaden McDaniels na defesa e o Gobert protegendo o garrafão… pode dar muito certo se todo mundo estiver 100%.

  • NBA quer acabar com o tanking de vez: multas milionárias no caminho

    NBA quer acabar com o tanking de vez: multas milionárias no caminho

    Cara, a NBA não tá brincando mais. Adam Silver finalmente resolveu partir pra cima dos times que fazem tanking de propósito — e as punições que estão sendo estudadas são de arrepiar.

    De acordo com fontes da liga, o comissário pode ganhar poder pra simplesmente confiscar picks de draft inteiros de times pegos deliberadamente perdendo jogos. Imagina só: você tankar a temporada toda, achando que vai pegar uma primeira escolha, e no final não ganha pick nenhum. Ou pior ainda — seu pick vai parar lá no final da loteria.

    Multas que doem no bolso

    E não para por aí. As multas podem chegar na casa dos milhões de dólares. Não é mais aqueles 100, 500 mil que vimos com Pacers e Jazz essa temporada. É pra doer mesmo.

    “Sem punições mais severas, você ainda pode ter comportamentos loucos”, disse uma fonte da liga. “Tem que ter algo tão drástico que faça o time pensar duas vezes antes de fazer tanking.”

    Na minha opinião, era hora. Cansei de ver time claramente perdendo de propósito, colocando banco contra titular dos adversários, inventando lesão em jogador… Silver falou na coletiva que vai “consertar isso, ponto final”. E pelo visto, não é papo furado.

    Reforma na loteria também vem por aí

    Junto com essas punições, a NBA tá estudando expandir a loteria de 14 pra 18 ou até 22 times. Isso significaria que mais times teriam chance de subir no draft, diminuindo ainda mais o incentivo pra perder de propósito.

    O Utah Jazz já sentiu na pele esse ano — levou multa de 500 mil por tirar Lauri Markkanen e Jaren Jackson Jr. no quarto período de um jogo competitivo. Indiana também levou 100 mil por quebrar a política de participação de jogadores.

    Vocês acham que essas medidas vão funcionar mesmo? Porque time desesperado por rebuild é capaz de arriscar até pick de draft se a situação tiver feia. O que eu sei é que a próxima temporada promete ser bem diferente — e provavelmente mais honesta também.