Tag: All-NBA

  • Wembanyama tá fazendo todo mundo sonhar com título já no primeiro ano

    Wembanyama tá fazendo todo mundo sonhar com título já no primeiro ano

    Cara, eu sinceramente não esperava isso. O Victor Wembanyama chegou na NBA há dois anos e já tá fazendo os olheiros e executivos da liga falarem sério sobre título pros Spurs. Não é papo de “futuro promissor” — é papo de agora.

    Os números são absurdos: 23 vitórias em 25 jogos desde fevereiro. San Antonio tá ali grudadinho no Thunder na classificação do Oeste, e olha que Oklahoma City era considerado o favorito da conferência. Mas o que mais me chama atenção não são só os números — é o que o pessoal de dentro da liga tá falando sobre o francês.

    O efeito psicológico do Alien

    Um olheiro veterano da Conferência Leste foi direto ao ponto na ESPN: “Eles são meus favoritos agora. O jogo dele vai ser ainda mais dominante nos playoffs, e a cada partida ele vai entrando mais na cabeça dos adversários”.

    E cara, isso faz todo sentido. Imagina você sendo um ala que sempre dominou o garrafão e de repente aparece um monstro de 2,24m que bloqueia, enterra, acerta de três e ainda passa a bola melhor que muito armador por aí. Deve ser desesperador.

    “No primeiro jogo, os jogadores vão pensar nele em alguns arremessos. No quarto jogo, vão ter pesadelos completos”, completou o olheiro. Pesadelos, gente. Literalmente.

    “Muito bem montados” e sem medo

    Outro executivo que enfrentou San Antonio recentemente não teve papas na língua: “É um time muito bom. Muito bem treinado. Muito bem montado. E o Victor é absolutamente impossível de marcar”.

    Popovich sempre foi mestre em montar times, mas dessa vez ele pescou um peixe diferente. E quando você junta a experiência do velho Pop com um talento geracional como o Wemby… bom, dá nisso aí.

    Tem gente falando que os Spurs não têm experiência pra playoffs, mas aí que tá o erro. Harrison Barnes tem anel. Chris Paul (quando tava no time) viveu mil batalhas. E vocês acham mesmo que o Victor vai ficar intimidado? O cara que chegou na NBA e já mandava triple-double como se fosse bandeja?

    Ainda tem alguns furos

    Olha, não vou fingir que é tudo perfeito. O time tem uns problemas no arremesso de três — Castle e os outros armadores não são lá essas coisas de fora do garrafão. Nos playoffs, quando os times estudam cada vírgula do seu jogo, isso pode ser explorado.

    Mas cara… é o Wembanyama. O cara tá em segundo lugar na corrida do MVP, atrás só do Shai. Como um scout falou: “A história diz que não acontece neste ano e projeta contra. Mas eles são diferentes. Ele é geracional”.

    E aí, vocês acham que San Antonio pode mesmo brigar pelo título já nessa temporada? Eu confesso que tô começando a acreditar. Cinco anos atrás, se alguém me dissesse que os Spurs voltariam a ser candidatos ao título tão rápido, eu ia rir. Mas aqui estamos.

    Uma coisa é certa: se os Spurs chegarem longe nos playoffs, vai ser um dos shows mais bonitos que a NBA já viu. E o mais louco? Eles têm 4 vitórias em 5 jogos contra o Thunder essa temporada. Coincidência? Acho que não.

  • Curry fora por mais 2 jogos – Warriors afundando sem o Chef

    Curry fora por mais 2 jogos – Warriors afundando sem o Chef

    Olha, eu já tô começando a me preocupar de verdade com o Stephen Curry. O cara vai ficar fora por mais dois jogos por causa do joelho direito, e isso já são 25 jogos consecutivos sem o Chef em quadra. Vinte e cinco, pessoal. É praticamente um terço da temporada.

    A situação tá assim: Curry até conseguiu intensificar os treinos nas últimas semanas, mas ainda não rolou liberação para um scrimmage 5×5 — que é basicamente quando você joga pra valer no treino. O Rick Celebrini, que é o cara das decisões médicas dos Warriors, tá sendo bem cauteloso com esse joelho chatinho do Curry.

    Steve Kerr entre a cruz e a espada

    O técnico Steve Kerr foi bem direto essa semana: “Se o Steph estiver saudável, ele vai jogar, porque é pra isso que estamos aqui”. E complementou algo que me arrepiou — “Aos 38 anos, você não sabe quantas chances ainda tem”.

    Cara, isso me bateu forte. O Curry tá chegando no finalzinho da carreira e pode estar perdendo uma das últimas oportunidades dele de brigar por mais um anel. Ao mesmo tempo, Kerr deixou claro que se houver qualquer risco pro ano que vem, o Curry não volta. É uma decisão difícil pra caramba.

    Warriors despencando sem o astro

    Os números sem o Curry são de dar dó: 8 vitórias e 15 derrotas. Os Warriors estão com 35-38 no geral, ocupando a 10ª posição no Oeste — praticamente garantidos no play-in, mas longe de ser uma posição confortável.

    E piora: eles já perderam Jimmy Butler e Moses Moody para o resto da temporada, também com lesões no joelho. Tá rolando uma conversa interna na franquia sobre se vale mesmo a pena forçar a volta do Curry numa temporada que parece meio perdida.

    Mas o próprio Curry não desistiu, mesmo depois de várias recaídas desde que saiu de quadra lá no dia 30 de janeiro com essa “runner’s knee”. Já fizeram várias ressonâncias e não tem dano estrutural, mas a dor e o inchaço persistem.

    Ele vai perder o jogo de sexta contra o Wizards em casa e domingo contra o Denver fora. O próximo jogo é quarta que vem, em casa, contra o San Antonio na ESPN.

    Sinceramente? Eu tô torcendo pra ele voltar, mas com saúde. Prefiro um Curry 100% na próxima temporada do que forçar agora e estragar tudo. E vocês, acham que os Warriors devem arriscar ou poupar o Chef pro futuro?

  • Hornets em casa são outro time – podem chegar na 6ª seguida

    Hornets em casa são outro time – podem chegar na 6ª seguida

    Olha, eu não sei o que o Charlotte anda colocando na água do Spectrum Center, mas os Hornets em casa viraram uma máquina. Cinco vitórias consecutivas jogando em Charlotte, e amanhã tem mais uma chance de esticar essa sequência contra os 76ers.

    E cara, que momento diferente pros dois times, né? O Charlotte (39-34) tá brigando pra entrar nos playoffs numa 9ª posição que ainda dá esperança. Já o Philly (40-33) tá ali na 7ª colocação, mas com aquele gostinho amargo de quem sabe que pode escorregar a qualquer momento.

    LaMelo comandando, mas cadê o Embiid?

    O LaMelo Ball tá fazendo a sua parte: 19.7 pontos e 7.1 assistências de média. E tem o jovem Kon Knueppel chegando forte também – quase 19 pontos por jogo nos últimos 10. Sinceramente, acho que esse garoto vai surpreender muita gente ainda.

    Do lado do Philadelphia, a situação tá complicada. Joel Embiid (26.9 pontos, 50.1% de aproveitamento) é day-to-day com problema no oblíquo. E convenhamos, Embiid “day-to-day” a gente já conhece essa história, né? Pode virar semanas.

    Sem contar que o Tyrese Maxey tá fora com lesão no dedo. Ou seja, os 76ers podem chegar em Charlotte bem desfalcados pros principais confrontos.

    Hornets mandam em casa, mas e fora?

    Aqui que fica interessante: Charlotte em casa tá voando (cinco vitórias seguidas), mas no geral tem apenas 39 vitórias. Isso me diz que fora de casa a situação deve estar bem complicada. É aquele time que você respeita quando joga na casa dele, mas que vacila quando sai da zona de conforto.

    Os números dos últimos 10 jogos mostram os Hornets com 7-3 de aproveitamento, enquanto o Philly foi 6-4. Bem equilibrado, mas o fator casa pode fazer toda a diferença.

    E vocês lembram do último encontro entre eles em janeiro? Charlotte passou o rodo: 130-93, com Brandon Miller fazendo 30 pontos. Foi um massacre que ainda deve estar na cabeça dos jogadores do Philadelphia.

    Na minha opinião, se o Embiid não jogar (ou jogar limitado), Charlotte tem tudo pra levar essa e chegar na sexta vitória consecutiva em casa. Os Hornets precisam aproveitar esse momento em que estão jogando bem e tentar se aproximar dos playoffs. Cada jogo é uma final agora.

  • Spurs vão pelos 8 seguidas contra Bucks sem Giannis

    Spurs vão pelos 8 seguidas contra Bucks sem Giannis

    Cara, que temporada monstro que o San Antonio tá fazendo! Os Spurs chegam hoje contra o Milwaukee com sete vitórias consecutivas e uma campanha de 55-18 que tá fazendo todo mundo lembrar dos velhos tempos da franquia. E olha que a coisa pode ficar ainda melhor se eles conseguirem a oitava seguida contra os Bucks.

    Sinceramente? Não dá nem pra comparar os dois times no momento. Enquanto San Antonio tá voando na segunda posição do Oeste, o Milwaukee tá patinando no 11º lugar do Leste com um triste 29-43. E pra piorar a situação dos Bucks, o Giannis tá fora por causa do tornozelo.

    Wemby dominando os rebotes

    Victor Wembanyama tá sendo um monstro nos rebotes — o cara tá pegando 11.2 por jogo e ajudando os Spurs a liderarem a liga com 47.0 rebotes por partida. É absurdo como esse francês tá evoluindo. Na última vez que os dois times se enfrentaram, em janeiro, foi ele quem comandou a vitória por 119-101 com 22 pontos.

    E não é só o Wemby não. De’Aaron Fox (que por sinal chegou via trade e tá se adaptando bem demais) tá contribuindo com 18.9 pontos por jogo. Olha, eu não esperava que essa dupla Fox-Wembanyama fosse funcionar tão rápido assim, mas tá dando certo.

    Milwaukee em crise total

    Do lado dos Bucks, a situação é complicada. Ryan Rollins virou o principal pontuador com 17.1 por jogo, mas convenhamos — quando um cara que a maioria nem conhece direito é seu cestinha, tem algo errado. Bobby Portis tá tentando segurar as pontas com 12.1 pontos, mas não dá.

    Nos últimos 10 jogos, Milwaukee ganhou apenas 2. DOIS! E ainda por cima tomando uma média de 123.1 pontos por partida. É de doer o coração de qualquer torcedor dos Bucks.

    Os Spurs, por outro lado, têm 9-1 nos últimos 10, fazendo uma média de 126.1 pontos. A diferença é gritante — enquanto San Antonio tá numa máquina ofensiva, Milwaukee não consegue parar ninguém na defesa.

    Vocês acham que os Bucks conseguem pelo menos fazer um jogo competitivo? Eu tenho minhas dúvidas, principalmente sem o Giannis. Fox pode estar com uns problemas nas costas (está listado como day-to-day), mas mesmo assim acho que os Spurs levam essa tranquilo e chegam nas oito vitórias seguidas.

  • Diabate manda a real sobre dirigir com LaMelo: ‘Hell nah!’

    Diabate manda a real sobre dirigir com LaMelo: ‘Hell nah!’

    Olha, eu já vi cada coisa na NBA, mas essa me pegou desprevenido. O Moussa Diabate, pivô do Charlotte Hornets, foi no podcast do Zach Lowe e simplesmente detonou as habilidades de motorista do companheiro de time LaMelo Ball. E cara, não foi sutil não.

    Quando perguntaram se ele já andou de carona com o LaMelo dirigindo, a resposta foi direta e cirúrgica: “Hell nah, nunca vou andar”. Pronto, acabou. O homem não quis nem saber de diplomacia — foi na lata mesmo.

    O acidente que virou lenda

    E não é que o Diabate tem razão? O LaMelo, que é um monstro na quadra (isso ninguém nega), aparentemente não tem a mesma habilidade no trânsito. Em fevereiro, o cara bateu aquele Hummer camuflado dele em outro carro lá em Charlotte. Felizmente ninguém se machucou, mas imagina a cena.

    O mais absurdo? No dia seguinte o maluco estava lá jogando normalmente contra o Houston Rockets. Perderam de 105 a 101, mas pelo menos ele estava inteiro. Prioridades, né?

    Sinceramente, eu entendo o Diabate. Se você viu os vídeos do LaMelo dirigindo que circularam na internet, também ia pensar duas vezes antes de entrar no carro com ele. O cara toma umas decisões questionáveis no volante que dão até arrepio.

    Hornets na briga pelos playoffs

    Mas vamos ao que realmente importa para nós, fãs de basquete: o Charlotte está na briga feia pelos playoffs. Com apenas nove jogos restantes na temporada regular, cada partida virou final.

    O LaMelo está fazendo a parte dele na quadra — 19.7 pontos, 4.8 rebotes e 7.1 assistências por jogo. Números sólidos para um cara de 24 anos que ainda tem muito a crescer. E vocês acham que os Hornets conseguem uma vaga no play-in? Eu tô meio cético, mas torcendo.

    No final das contas, o importante é que o LaMelo continue focado no basquete e talvez considere pegar umas aulinhas de direção nas férias. Pelo bem da segurança de Charlotte e, principalmente, pela paz de espírito do Diabate!

  • Kon Knueppel tá mudando tudo no Charlotte Hornets

    Kon Knueppel tá mudando tudo no Charlotte Hornets

    Gente, eu confesso que não esperava isso do Kon Knueppel quando ele foi draftado em 4º lugar. O cara simplesmente tá destruindo na NBA e transformando o Charlotte Hornets numa equipe que a gente realmente quer assistir — coisa que não acontecia há anos, vamos combinar.

    Olha só os números que esse moleque de 20 anos tá fazendo na temporada de estreia: 19.0 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências por jogo. Mas o mais absurdo mesmo é o arremesso de 3 — 43.6% de aproveitamento, que é o oitavo melhor da liga inteira. Monstro!

    O recorde que ninguém esperava

    E não para por aí. O Kon já quebrou o recorde histórico de cestas de 3 pontos para um rookie, com 247 bolas na rede (antes do jogo contra os Knicks). Cara, DUZENTAS E QUARENTA E SETE! Ele também foi o mais rápido da história a chegar em 100 e depois em 200 cestas de três numa temporada de estreia.

    A NBA até pediu pra ele ranquear cegamente as próprias conquistas da temporada — de 1 a 7, ele colocou: recorde de cestas de 3 para rookies, ajudar o Hornets na maior sequência de vitórias do século, competir no Torneio de Cestas de 3, ser o mais rápido a fazer 100 e 200 bolas de três, ser escolhido em 4º no Draft, liderar a NBA em cestas de 3 e ganhar quatro prêmios seguidos de Rookie do Mês da Conferência Leste.

    Depois ele até se arrependeu de não ter colocado a liderança da NBA em cestas de 3 mais alto no ranking. Sinceramente? Qualquer ordem tá valendo — são todas conquistas absurdas.

    Hornets virou outro time

    Mas sabe o que mais me impressiona? Como o Hornets mudou completamente com a chegada do Kon. Na temporada passada, eles eram a pior defesa da liga, fazendo só 105.1 pontos por jogo. Agora? 116.4 pontos, ficando no top da metade da tabela da NBA.

    E nas bolas de três então… Charlotte convertia apenas 33.9% na temporada passada (28º lugar). Com Knueppel chovendo de três, o time agora acerta 38.2% — terceiro melhor da liga!

    O mais importante: depois de três temporadas perdendo 55 jogos ou mais, o Hornets tá com 38 vitórias e 34 derrotas, a apenas dois jogos da sexta colocação do Leste. Cara, isso é transformação completa de cultura.

    Rookie of the Year na vista?

    Vocês acham que ele consegue levar o prêmio de Rookie do Ano? A disputa tá ficada com Cooper Flagg, que inclusive foi colega de quarto dele na Duke. Que história seria se dois ex-roommates disputassem o ROY, né?

    Além de tudo isso, o moleque ainda fechou um contrato de patrocínio massa com a Cheez-it. Tá vivendo o sonho americano mesmo.

    Na minha opinião, o que o Knueppel tá fazendo vai muito além dos números — ele trouxe esperança de volta pra uma torcida que tava completamente desanimada. E olha que eles tentam a terceira sequência de cinco vitórias do ano contra os Knicks. Será que rola?

  • Kawhi fala sobre regra dos 65 jogos após lesão do Cade

    Kawhi fala sobre regra dos 65 jogos após lesão do Cade

    Olha, o Kawhi Leonard tá tendo a melhor temporada da carreira dele — e isso é falar muito, considerando que o cara já foi Finals MVP duas vezes. Mas agora ele se viu no meio de uma polêmica que tá pegando fogo na NBA: essa regra dos 65 jogos mínimos pra ser elegível pros prêmios de fim de temporada.

    A situação ficou tensa mesmo depois que o Cade Cunningham, que tava voando pelos Pistons, sofreu um colapso pulmonar e vai ficar fora por tempo indeterminado. O moleque tem apenas 61 jogos na temporada, e precisa de mais quatro pra chegar nos 65. Sinceramente? É de partir o coração ver um cara que tá fazendo 24.5 pontos, quase 10 assistências e levando Detroit pro topo do Leste ficar de fora da briga pelos prêmios por causa de uma lesão.

    A visão do Kawhi sobre a regra

    Quando perguntaram pro Leonard sobre isso após o jogo de quarta-feira, ele foi direto ao ponto — e falou algumas verdades que muita gente não quer ouvir:

    “Acho que é ótimo pra liga, tentando evitar que os caras simplesmente não joguem”, disse o Kawhi. “Mas como eu já falei antes, não acho que essa regra vai fazer ninguém jogar se tiver realmente machucado. Não faz sentido tentar aguentar um jogo se você tá com dor chata ou tentando controlar alguma coisa.”

    E o cara tem razão, né? A gente sabe como é — quantas vezes já vimos jogadores forçando a barra e piorando lesões? O próprio Kawhi é expert no assunto de gerenciar o corpo.

    Numbers absurdos do Klaw

    Falando em Kawhi, os números dele essa temporada são de outro planeta: 28.3 pontos por jogo, 50.4% nos arremessos de quadra, 38.4% de três e — pasmem — 90.1% nos lances livres. Isso com 6.3 rebotes e 2.0 roubos de bola por partida.

    O mais maluco? Ele tá com 49 jogos consecutivos marcando pelo menos 20 pontos. É a segunda maior sequência ativa da liga, atrás só do Shai Gilgeous-Alexander. E detalhe: é a maior sequência de qualquer jogador com 30 anos ou mais na NBA atual.

    Leonard jogou 57 dos 73 jogos do Clippers até agora e precisa de oito dos nove últimos pra ser elegível pros prêmios. Fora uma ausência de 10 jogos por torção no tornozelo direito em novembro, ele tem se mantido relativamente saudável — que já é uma vitória considerando o histórico dele.

    O dilema dos prêmios individuais

    “São honras individuais e todo mundo tá trabalhando duro pra conseguir All-NBA, All-Defensive, DPOY, Most Improved e MVP”, completou o Kawhi. “Quando você consegue uma dessas premiações, sabe que seu trabalho duro meio que valeu a pena.”

    Vocês acham que a NBA deveria rever essa regra em casos de lesão como a do Cade? Porque uma coisa é load management estratégico, outra é um cara ter um colapso pulmonar no meio da temporada.

    O que mais me impressiona é como o Kawhi conseguiu dar a volta por cima depois de tantas críticas sobre ele “não jogar” nas temporadas passadas. Agora ele tá aí, mostrando que quando saudável, continua sendo um dos melhores jogadores do planeta. E olha que os Clippers conseguiram sair de um buraco que parecia impossível — muito por conta dessa fase monstro do Leonard.

  • Bill Simmons detona Ime Udoka: ‘ofensiva de vaso entupido’

    Bill Simmons detona Ime Udoka: ‘ofensiva de vaso entupido’

    Olha, quando o Bill Simmons resolve partir pra cima de alguém, a coisa fica séria. E dessa vez o alvo foi Ime Udoka, técnico do Houston Rockets, que segundo o podcaster tem montado uma “ofensiva de vaso entupido” no Texas.

    A situação dos Rockets tá meio complicada mesmo. Nas últimas 10 partidas, apenas 4 vitórias — incluindo aquele vexame histórico contra o Minnesota, onde entregaram uma vantagem de 13 pontos na prorrogação. Sinceramente? Doeu até em mim assistir aquilo.

    A bronca do Simmons

    “É a ofensiva de vaso entupido personificada, que a gente teve em Boston em 2022. Não consigo acreditar como o ataque é preguiçoso”, disparou Simmons no podcast dele. E cara, ele conhece o trabalho do Udoka de perto — foi justamente em Boston que o técnico levou os Celtics até as Finais da NBA antes de toda aquela confusão que rolou.

    Mas o Bill não parou por aí. “Acho que o Ime fez um dos piores trabalhos de técnico do ano. Não vejo ajustes no final dos jogos. O clima tá horrível. Não acho que ele goste muito desse time”, continuou mandando a real.

    E tem mais: Simmons até levantou a teoria conspiratória de que o time mudou completamente depois do All-Star break e toda aquela história das contas fake do Kevin Durant. Coincidência? Talvez não.

    Os números não mentem

    Quando você olha as estatísticas, dá pra entender a frustração. Houston tá fazendo média de apenas 114.1 pontos por jogo e 24.9 assistências — ambos números na metade inferior da liga. Para um time que tem talento como Alperen Şengün, Jabari Smith Jr. e Fred VanVleet, isso é inaceitável.

    A parada é que os Rockets estão em sexto no Oeste com 43-29, mas correndo risco real de cair no Play-In se continuarem nessa pegada. E vocês sabem como é — no Play-In qualquer coisa pode acontecer, e aí já era a vantagem de jogar em casa nos playoffs.

    Agora é a hora da verdade

    O cronograma que vem pela frente até que não tá dos piores: Memphis, New Orleans, Knicks, Bucks e Jazz. Mas será que o Udoka consegue fazer os ajustes necessários para esse time engatar de vez?

    Na minha opinião, o problema vai além da parte tática. Quando um veterano como Simmons — que já viu muita coisa na NBA — fala que o técnico “não gosta do time”, isso é um sinal vermelho gigante. Chemistry importa, e muito.

    E aí, vocês acham que Houston consegue se recuperar a tempo dos playoffs ou vão acabar no Play-In mesmo? Eu ainda tenho esperança nesse elenco, mas o Udoka precisa mexer no time urgentemente.

  • Curry trocaria um título por uma jaqueta verde do Masters

    Curry trocaria um título por uma jaqueta verde do Masters

    Olha só que loucura: Stephen Curry falou que trocaria um dos títulos do Torneio de 3 Pontos por uma jaqueta verde do Masters de golfe. Sim, você leu certo — o cara que é simplesmente o melhor arremessador de todos os tempos está disposto a trocar hardware da NBA por um troféu de golfe!

    Em uma entrevista recente com o repórter Leigh Ellis, o Chef foi questionado sobre qual conquista da NBA ele daria em troca da famosa green jacket. A resposta? “Eu trocaria um dos meus títulos do torneio de 3 pontos. Tenho dois, então sobra um de reserva. Mas não seria uma troca justa” — respondeu sorrindo.

    O melhor golfista da NBA

    Não é segredo pra ninguém que o Curry é viciado em golfe. O cara é considerado o melhor golfista entre todos os jogadores da liga, e tem gente que jura que ele poderia ser profissional. Já participou do Masters como amador e sempre está jogando em torneios pro-am.

    Na mesma entrevista, quando perguntaram sobre seu desempenho no Masters, ele foi esperto: “Eu não conto e não falo sobre isso. Mas fiz birdie no primeiro buraco. Queria ter certeza de que ia ver o resto do campo, mas já estava garantido que teria um grande dia depois disso”.

    Warriors precisam dele de volta urgente

    Enquanto isso, o Golden State está passando por uma crise feia. Nada tem dado certo nas últimas semanas, e o único jeito de salvar a temporada é com a volta do Curry, que ainda está se recuperando de uma lesão no joelho.

    A boa notícia é que ele deve voltar aos treinos completos nos próximos dias. Foram apenas 39 jogos nesta temporada até agora — muito pouco pro principal jogador do time.

    E vocês, acham que vale a pena trocar um título da NBA por uma conquista no golfe? Eu acho que só o Curry mesmo pra pensar nisso! O cara é tão apaixonado pelo esporte que até incentivou o LeBron quando ele começou a jogar golfe ano passado.

    Sinceramente, espero que ele volte logo porque os Warriors sem o Chef não são os mesmos. E quem sabe, depois de salvar mais uma temporada, ele não consegue finalmente aquela jaqueta verde que tanto quer?