Tag: All-NBA

  • Hornets acabam com sequência de 7 vitórias dos Knicks: chuva de 3s

    Hornets acabam com sequência de 7 vitórias dos Knicks: chuva de 3s

    Cara, tinha que ser assim mesmo. Os Knicks estavam voando — sete vitórias seguidas, todo mundo falando que finalmente tinham achado o ritmo, e aí… BAM. Charlotte aparece e mete 16 bolas de três em 41 tentativas. Dezesseis! É para acabar com qualquer festa.

    A derrota por 114-103 foi daquelas que doem porque você sabe que podia ter sido diferente. O time esteve na briga a partida toda, mas quando o adversário não erra de fora, não tem jeito.

    Brunson fez a parte dele, mas não foi suficiente

    Jalen Brunson foi o que sempre é: um monstro. 26 pontos, 13 assistências, carregando o time nas costas como se fosse uma mochila escolar. O cara simplesmente não desiste nunca — toda vez que os Hornets abriam vantagem, lá estava ele fazendo aquelas bandejas impossíveis e distribuindo passes milimétricos.

    OG Anunoby também fez a sua, especialmente de três (5/9 da linha), mas quando você tem um rookie como Kon Knueppel fazendo 26 pontos, 11 rebotes e 8 assistências na sua cara… é complicado. E o pior: o moleque acertou 9 de 14 arremessos. Novato fazendo veterano chorar.

    A chuva de Charlotte foi implacável

    LaMelo Ball e Brandon Miller cada um com 4 bolas de três. Coby White saindo do banco e metendo 12 pontos em 9 minutos no primeiro tempo. Sinceramente, não sei se era mais talento ou se os Knicks acordaram com o pé esquerdo na defesa de perímetro.

    O mais frustrante? Nova York conseguiu diminuir para 10 pontos nos minutos finais, mas aí Charlotte respondeu com mais três pontos e uma enterrada do Miller que calou qualquer esperança do Garden. Esse tipo de derrota que deixa gosto amargo porque você viu que tinha chances.

    Agora é virar a página rápido. No domingo tem Oklahoma City — os atuais campeões da NBA. E aí, vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa pancada ou vão entrar desconfiados contra o Thunder?

    Uma coisa eu sei: essa sequência de 7 vitórias mostrou que esse time tem potencial. Perder faz parte, principalmente quando o adversário acerta tudo de três. O importante é não deixar uma derrota virar duas.

  • Shackelford explode com 54 pontos e vira lenda do Valley Suns

    Shackelford explode com 54 pontos e vira lenda do Valley Suns

    Cara, vocês conhecem o Jaden Shackelford? Se a resposta é não, é porque provavelmente não acompanham a G League de perto. Mas depois da quarta-feira passada, todo mundo vai lembrar desse nome. O cara simplesmente DESTRUIU tudo no Mullett Arena e encerrou a temporada do Valley Suns da forma mais espetacular possível.

    54 pontos. Cinquenta e quatro. Em uma noite. Não é erro de digitação não.

    O cara que todo mundo dormiu no draft

    Olha, eu vou ser sincero: Shackelford não passar no draft de 2022 foi uma injustiça. O maluco era o cestinha do Alabama em 2021, numa equipe que tinha Herb Jones (que hoje tá voando no Pelicans) e Joshua Primo. Isso mesmo, ele carregava o time nas costas com esses talentos todos ao redor.

    Desde então, ficou pingando entre Thunder e Suns, sempre provando seu valor na G League. E nesta temporada? Monstro total. 22.2 pontos por jogo, aproveitamento de 43% nos arremessos de quadra, 38% de três. Numbers que gritam NBA, na minha opinião.

    A noite que mudou tudo

    Quarta-feira foi daquelas noites mágicas do basquete. Era o último jogo da temporada regular contra o Mexico City Capitanes, e o Shackelford decidiu que ia fazer história. 16 de 26 arremessos, 5 de 10 de três, 12 de 14 nos lances livres. Eficiência absurda!

    E o mais legal? Com esses 54 pontos, ele se tornou o maior pontuador da história da franquia Valley Suns. Imagina a emoção do cara realizando esse feito bem na última partida da temporada. Cinema puro.

    Sinceramente, não sei como ainda não teve uma chance real na NBA. Uma performance dessas força qualquer scout a olhar duas vezes pro cara. O Valley Suns terminou com apenas 11 vitórias em 36 jogos, mas pelo menos os fãs viram um show histórico.

    E aí, vocês acham que essa explosão do Shackelford vai finalmente abrir as portas da NBA pra ele? Porque na minha visão, talento ele sempre teve. Só faltava essa noite mágica pra todo mundo prestar atenção.

  • Duren explode com 30 pontos e comanda show dos Pistons

    Duren explode com 30 pontos e comanda show dos Pistons

    Olha, eu confesso que não esperava ver Jalen Duren fazendo um jogão desses tão cedo. O pivô dos Pistons simplesmente resolveu tudo ontem à noite contra os Pelicans: 30 pontos e 10 rebotes na vitória por 129-108. Trinta pontos! Para um cara que até pouco tempo estava aprendendo a jogar na NBA.

    E não foi só o Duren que apareceu. Kevin Huerter meteu 22 pontos e Daniss Jenkins contribuiu com 19 – mas o mais absurdo foi ver os Pistons acertando arremessos de 3 como se fosse treino. 53.6% de aproveitamento do perímetro! Monstro demais, considerando que esse time normalmente sofre pra acertar de longe.

    Pelicans desperdiçaram lance livre demais

    Do lado de New Orleans, Zion Williamson fez seus 21 pontos (o cara é imparável quando quer), mas o time como um todo não conseguiu acompanhar o ritmo de Detroit. E olha que coisa louca: os Pelicans erraram lance livre que nem time de várzea. 45.8% de aproveitamento da linha! Isso não dá, cara.

    Saddiq Bey, ex-Piston, ainda contribuiu com 17 pontos, mas não foi suficiente. Na minha opinião, o problema dos Pelicans foi na defesa – simplesmente não conseguiram parar a explosão ofensiva dos Pistons no quarto período.

    Pistons dominaram quando precisava

    A virada do jogo aconteceu no finalzinho do terceiro quarto e início do último período. New Orleans chegou a encostar (92-88), mas aí os Pistons mostraram personalidade. Cinco arremessos seguidos no alvo, incluindo três bombas de 3 pontos – resultado: 15-2 em apenas três minutos de jogo.

    Sinceramente, foi bonito de ver. Esse time de Detroit tem mostrado evolução gradual, e performances como essa do Duren me fazem acreditar que eles estão no caminho certo. O garoto está crescendo no momento certo da temporada.

    E aí, vocês acham que essa sequência dos Pistons tem perna pra continuar? Porque no próximo jogo eles pegam os Timberwolves fora de casa, e isso não vai ser moleza.

  • Kings pescam DaQuan Jeffries na G League com contrato de 10 dias

    Kings pescam DaQuan Jeffries na G League com contrato de 10 dias

    Os Sacramento Kings acabaram de pescar um cara que tava fazendo a diferença na G League. DaQuan Jeffries assinou um contrato de 10 dias com o time, aproveitando a exceção por dificuldades do elenco.

    E olha, o cara não tava brincando por lá não. Jeffries vinha fazendo números absurdos pelo Stockton Kings na G League: 23.5 pontos, 5.9 rebotes e 2.5 assistências por jogo em 28 partidas. Quase 24 pontos de média, mano!

    Veterano que conhece a casa

    A parada interessante é que Jeffries não é nenhum novato na NBA — muito pelo contrário. O cara já rodou por meia liga: passou por Charlotte Hornets, Houston Rockets, Memphis Grizzlies, New York Knicks e até pelos próprios Kings. São 111 jogos na carreira, com 25 como titular.

    Claro que os números na NBA foram mais modestos: 4.6 pontos e 2.1 rebotes em média. Mas convenhamos, é bem diferente jogar 15 minutos na NBA do que ser protagonista na G League, né?

    Aposta certeira ou desespero?

    Sinceramente? Acho que foi uma jogada inteligente dos Kings. O time precisa de profundidade no elenco e Jeffries mostrou que pode contribuir quando tem oportunidade. Além disso, ele já conhece a organização — isso conta muito.

    E vocês, acham que ele consegue se firmar dessa vez em Sacramento? Ou vai ser só mais um contrato de 10 dias que não vira nada? O cara tem 27 anos, tá na idade certa pra aproveitar uma chance dessas.

    Os próximos jogos vão mostrar se Jeffries consegue traduzir aqueles números da G League pro nível NBA. Torço por ele — sempre gosto quando um cara que rala nas divisões de base consegue uma nova oportunidade.

  • LeBron: ‘Bronny mostrou que merece estar na NBA’ após jogaço

    LeBron: ‘Bronny mostrou que merece estar na NBA’ após jogaço

    Cara, o que rolou ontem à noite foi simplesmente emocionante. Bronny James jogou 13 minutos SIGNIFICATIVOS contra o Pacers, e o pai coruja LeBron não conseguia esconder o orgulho depois da vitória por 137-130.

    “Ele pertence à liga”, disse LeBron pra imprensa. E olha, depois de ver o garoto jogar desse jeito, eu tô começando a concordar cada vez mais.

    O momento chegou quando mais precisava

    JJ Redick precisou de ajuda no garrafão dos Lakers – time tava meio desfalcado – e decidiu apostar no Bronny. E que aposta! O moleque apareceu nos quatro quartos, fez 4 pontos, 1 assistência, 2 roubadas de bola e 1 toco. Mais importante que os números: Lakers tiveram +4 com ele em quadra.

    “Sentimos que era um jogo onde realmente precisávamos dele”, explicou Redick. “O atletismo dele, a defesa… estamos vendo o crescimento como jogador.” E complementou com algo que me arrepiou: Bronny tem sido “possivelmente o melhor jogador das últimas 3 ou 4 semanas nos treinos”.

    No final do quarto período, com os Pacers apertando o cerco, Bronny acertou um arremesso de média distância que aumentou a vantagem dos Lakers pra 15. Jogada clutch, monstro!

    A jornada até aqui não foi fácil

    Vamos ser sinceros: quando Bronny foi draftado na 55ª posição em 2024, muita gente questionou se não foi só pelo sobrenome. O garoto vinha de uma temporada complicada na USC depois daquele susto terrível com a parada cardíaca.

    Eram 60 jogos na NBA até aqui, média de 7 minutos por jogo, 2.2 pontos. Números de novato que ainda tá se encontrando na liga. Mas ontem? Ontem foi diferente.

    “Fisicamente, mentalmente, espiritualmente, emocionalmente, ele voltou”, disse LeBron, claramente emocionado. E cara, dá pra ver a diferença. O Bronny que entrou em quadra contra os Pacers não era mais aquele garoto assombrado pelos fantasmas do passado.

    E aí, vocês acham que o Bronny tem futuro como titular na NBA? Eu ainda acho cedo pra cravar, mas performances como essa mostram que ele pelo menos merece uma chance real de mostrar serviço. Os Lakers tão voando – 13 vitórias nas últimas 15 -, terceiro lugar no Oeste, e agora com a dupla pai e filho fazendo história em quadra.

    “Não consigo sonhar com algo melhor que isso”, confessou LeBron depois do jogo. “Ter minutos significativos, fazer jogadas importantes, e eu estar lá com ele… não consigo sonhar com uma sensação melhor.”

    Sinceramente? Eu também não conseguiria. Ver o próprio filho realizando o sonho junto com você, no maior palco do basquete mundial… isso não tem preço.

  • Donovan tá de saco cheio dos Bulls? Carolina do Norte pode tentar

    Donovan tá de saco cheio dos Bulls? Carolina do Norte pode tentar

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: Billy Donovan tá numa sinuca de bico danada em Chicago. O cara já completou seis temporadas comandando os Bulls e o que tem pra mostrar? UMA vitória nos playoffs. Uma só, gente.

    Os números não mentem — 29-43 na atual temporada, mais uma campanha medíocre que deve terminar em 11º ou 12º no Leste. É aquela situação clássica de ficar no limbo da NBA: nem tão ruim pra pegar pick alto, nem bom o suficiente pra brigar por algo relevante.

    “Pivotando” ou desistindo?

    Aí que vem o drama. Donovan deu umas declarações essa semana que me deixaram pensativo. O cara foi bem direto: falou que precisa sentar com a diretoria pra definir os próximos passos. E quando um técnico fala isso publicamente… bom, vocês sabem como é.

    “Competitivamente, egoisticamente, eu quero que a gente esteja numa situação onde estamos jogando nos playoffs de verdade”, disse ele. Traduzindo: tô cansado dessa mediocridade toda.

    E tem mais: quando perguntaram sobre a vaga que abriu na Carolina do Norte (onde ele poderia voltar ao basquete universitário), Donovan não negou o interesse. Disse apenas que o “foco principal” dele tá em Chicago. Opa, essa resposta aí não convenceu ninguém, né não?

    O histórico que assombra

    Aqui que a coisa fica interessante. Lembram do Oklahoma City Thunder? Donovan saiu de lá em 2020 justamente porque, segundo o GM Sam Presti, não conseguiram dar pra ele “clareza sobre a direção futura da equipe”. Na época, todo mundo interpretou que ele não queria passar por uma reconstrução.

    Agora tá na mesma situação em Chicago — só que pior, porque pelo menos o Thunder tinha potencial. Os Bulls? Cara, depois de trocar o Zach LaVine, é recomeçar do zero mesmo.

    Donovan até tentou explicar que a situação do Thunder era “totalmente diferente”, mas convenhamos: ficar anos rebuilding não é fácil pra nenhum técnico que já provou que sabe ganhar.

    E agora, vai ou fica?

    Na minha visão, Donovan tá no direito dele de questionar se vale a pena. O cara ganhou dois títulos nacionais na Florida (2006 e 2007), tem currículo pra trabalhar onde quiser. Por que ficar numa situação que só gera frustração?

    Por outro lado, sair agora seria meio admitir a derrota, né? Depois de seis anos, deixar o projeto pela metade não pega bem.

    O que vocês acham? Donovan deveria ter paciência com mais alguns anos de reconstrução ou é hora de procurar novos ares? Sinceramente, se eu fosse ele, estaria pelo menos ouvindo outras propostas. Às vezes é melhor recomeçar do que insistir numa situação que não vai dar certo.

    Uma coisa é certa: essa offseason vai ser decisiva. Ou os Bulls convencem o técnico de que têm um plano sólido, ou Chicago vai estar procurando um novo comandante em breve.

  • Magic favorito contra Kings devastado por lesões – Vai dar zebra?

    Magic favorito contra Kings devastado por lesões – Vai dar zebra?

    Olha, eu sei que o Magic tá numa situação complicada com seis derrotas seguidas, mas sinceramente? Enfrentar o Sacramento na situação atual deveria ser o remédio perfeito para Orlando sair dessa crise. O Kings tá literalmente desmontado — sem Domantas Sabonis, sem Zach LaVine, praticamente sem time titular inteiro.

    Mas aí que tá o perigo, né? Porque quando você acha que vai ser moleza, o basquete te dá uma rasteira.

    Paolo Banchero precisa carregar o piano mais uma vez

    O garoto tá numa fase monstruosa — 36 pontos, depois 39 pontos nas últimas duas. Paolo tá fazendo de tudo para levar esse Magic nas costas, e com Franz Wagner machucado (tornozelo), sobra ainda mais responsabilidade pra ele. É impressionante como um cara de 21 anos consegue ter essa maturidade toda na pressão.

    Do lado do Magic, Desmond Bane tá ajudando com mais de 20 pontos por jogo, e o rookie Tristan da Silva tá ganhando minutagem importante. Mas vamos ser honestos: se você tem que depender de um novato para resolver seus problemas no playoff push, alguma coisa não tá certa.

    Sacramento jogando com a casa dos outros

    Agora, o Kings tá numa situação que até dói de ver. DeMar DeRozan fazendo o que pode aos 34 anos, e o destaque mesmo tem sido um rookie francês chamado Maxime Raynaud — quem diabos conhecia esse cara três meses atrás? O menino tá metendo quase 19 pontos por jogo em março. Absurdo.

    É engraçado como o basquete funciona: Sacramento com esse elenco de emergência conseguiu ir 5-5 nos últimos 10 jogos. Não é espetacular, mas também não é vergonhoso considerando que metade do time tá no departamento médico.

    E aqui vai minha teoria: times desesperados por vitória (Magic) às vezes jogam mais tenso que times sem pressão nenhuma (Kings). Vocês já viram isso acontecer?

    A pressão tá toda em Orlando

    Magic é favorito por 15.5 pontos. Quinze pontos e meio! Isso é muita coisa, mesmo considerando as circunstâncias. Eu entendo que Sacramento tá desfalcado, mas Orlando tá vindo de seis derrotas seguidas — não é exatamente um time confiável no momento.

    Na minha opinião, Paolo e Desmond Bane têm talento suficiente para resolver essa, mas vai ser mais apertado do que as odds sugerem. O Kings pode não ter estrelas, mas tem veteranos que sabem jogar basquete — DeRozan não esquece como meter uma bandeja ou um jumper na hora H.

    Previsão? Magic ganha, mas não cobrem o spread. Algo como 118-108 para Orlando. E vocês, acham que o Magic consegue parar a sangria ou o Kings faz a zebra em Orlando?

  • Bulls cortam Ivey e Smith da temporada – Tank mode ativado?

    Bulls cortam Ivey e Smith da temporada – Tank mode ativado?

    Os Bulls acabaram de anunciar que cortaram Jaden Ivey e Jalen Smith do resto da temporada. E olha, não vou mentir — isso tem cara de tank declarado.

    O Ivey, que chegou dos Pistons no trade deadline (numa troca que eu ainda acho estranha), tava lidando com dores no joelho esquerdo. Lembrando que o cara já tinha fraturado a fíbula direita no começo de 2025. Monstro azar, né?

    Números que prometiam

    Em apenas quatro jogos pelos Bulls, o garoto mostrou que tem talento: 11.5 pontos, 4.8 rebotes e 4.0 assistências por jogo. Não são números absurdos, mas dava pra ver que tinha química se desenvolvendo. Agora vai ficar como restricted free agent na offseason — e sinceramente, acho que Chicago vai fazer questão de renovar com ele.

    Já o Jalen Smith teve uma recaída na panturrilha direita no jogo de quarta. Cara jogou 52 partidas na temporada com médias sólidas: 10.4 pontos e 6.8 rebotes. Nada espetacular, mas consistente — exatamente o que você espera de um sexto homem.

    Tank mode ou precaução real?

    Vocês acham que é lesão mesmo ou os Bulls tão só protegendo os caras pra garantir uma pick melhor no draft? Porque convenhamos, essa temporada de Chicago já era mesmo.

    O timing é suspeito. Final de temporada, time fora dos playoffs, dois jogadores que poderiam ajudar no futuro… Faz sentido preservar pra não ter lesões mais sérias. Mas também faz sentido querer perder uns jogos a mais pra melhorar a posição no draft.

    De qualquer forma, é mais uma temporada perdida em Chicago. Os torcedores dos Bulls merecem coisa melhor que isso.

  • Bronny prova que merece NBA e LeBron fica emocionado: ‘Ele pertence aqui’

    Bronny prova que merece NBA e LeBron fica emocionado: ‘Ele pertence aqui’

    Cara, que noite foi essa do Bronny James! O garoto simplesmente resolveu mostrar serviço contra os Pacers e deixou todo mundo — incluindo o pai — de boca aberta. Na vitória dos Lakers por 137-130, ele entrou junto com o LeBron no final do terceiro quarto e mostrou por que merece estar na liga.

    A imagem dos dois parados na mesa do anotador, braços cruzados, esperando pra entrar juntos… meu, isso é cinema puro. E o LeBron não conseguiu segurar a emoção depois do jogo.

    “Ele pertence aqui”, diz o pai orgulhoso

    “Especialmente conhecendo o caminho, a estrada. Então, estou orgulhoso dele. Super orgulhoso. E ele pertence. Ele pertence aqui”, disparou LeBron pros jornalistas. Olha, eu que acompanho essa história desde o começo fiquei até arrepiado lendo isso.

    Mas o Bronny? Totalmente na dele. Aos 20 anos, já tá com o pé no chão sobre toda essa situação. “Já estou por perto dele e do basquete ao mesmo tempo há um tempo, então não é tão especial assim”, disse. “As primeiras vezes foram, claro, mas agora é meu segundo ano. Estou apenas tentando me provar.”

    Essa maturidade do garoto me impressiona. 16 meses jogando com o pai e ainda assim focado em construir a própria identidade.

    JJ Redick apostou alto e deu certo

    O técnico JJ Redick não tava brincando quando deu minutagem pra ele. Com o Marcus Smart machucado no tornozelo e o elenco desfalcado, ele precisava de energia defensiva e atletismo — e o Bronny entregou tudo isso e mais um pouco.

    “Senti que era um jogo que realmente precisávamos dele. Seu atletismo, sua defesa. Vimos isso no ano passado, e estamos vendo novamente este ano, apenas seu crescimento como jogador”, explicou Redick.

    E que crescimento! O menino fez uma defesa sólida no primeiro tempo, meteu uma enterrada de uma mão só pela linha de fundo (que foi absurda, por sinal) e ainda acertou um arremesso de média distância no finalzinho do quarto período que ajudou a selar a vitória.

    A volta por cima depois do susto

    Vocês lembram do susto que a gente levou em julho de 2023? Bronny teve uma parada cardíaca durante um treino na USC. Foi tenso demais. Mas depois da cirurgia pra corrigir um defeito congênito no coração, ele voltou mais forte.

    Na G League, tá fazendo média de 15.3 pontos com aproveitamentos de 54.6% nos arremessos de quadra, 42.1% nas bolas de três e 90.9% nos lances livres. Nada mal depois de um começo meio devagar, né?

    LeBron disse que recentemente notou um olhar familiar voltando pros olhos do filho. “Fisicamente, mentalmente, espiritualmente, emocionalmente, ele voltou”, disse o King. “Minutos reais e significativos. Eu não poderia sonhar com algo melhor que isso.”

    Sinceramente? Depois de tudo que esse garoto passou, ver ele brilhando na NBA ao lado do pai é de arrepiar. E aí, vocês acham que o Bronny vai conseguir uma vaga fixa no time principal dos Lakers essa temporada?

  • Wolves fazem a maior virada da história na prorrogação

    Wolves fazem a maior virada da história na prorrogação

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que eu vi ontem à noite. Os Minnesota Timberwolves acabaram de protagonizar a maior virada da história da NBA em prorrogação — e olha que fizeram isso sem cinco dos seus sete principais jogadores!

    13 pontos de desvantagem na prorrogação. Treze! E os caras viraram com uma sequência de 15 a 0 para bater o Houston Rockets por 110 a 108. Desde que a liga começou a registrar essas estatísticas detalhadas em 1997-98, NUNCA ninguém tinha conseguido uma virada dessas proporções no tempo extra.

    O caos que virou épico

    A situação estava apocalíptica mesmo. Anthony Edwards fora pelo quinto jogo seguido (problema no joelho), Jaden McDaniels saiu mancando no final do quarto período depois de fazer 25 pontos e marcar o Kevin Durant, Rudy Gobert foi expulso por faltas, e pra completar o caos, Naz Reid levou expulsão na prorrogação por reclamar com o árbitro Scott Foster.

    Sinceramente? Eu teria saído do ginásio também, igual muitos torcedores fizeram. Alperen Sengun enterrou uma que deixou Houston na frente por 108-95, completando uma sequência absurda de 26 a 2. Parecia acabado.

    Mas aí que os Wolves mostraram por que são candidatos sérios ao título. Julius Randle — que fez 24 pontos TODOS no segundo tempo — assumiu o protagonismo junto com Kyle Anderson pra marcar o KD.

    A virada que ninguém esperava

    Mike Conley abriu a reação com uma bomba de três. Anderson fez aquela jogada genial: pegou o rebote ofensivo do Randle, sofreu falta do Sengun e converteu o and-one. Os Wolves forçaram uma violação de oito segundos (coisa linda de se ver), DiVincenzo cortou pro garrafão, e de repente o jogo tinha virado.

    O momento decisivo? DiVincenzo empata com mais uma de três, Sengun erra, e Randle — que tava simplesmente impossível — acerta um pull-up com 8.8 segundos restantes pra dar a vitória.

    “A gente tem competidores de verdade aqui, caras que querem o desafio”, disse Randle depois. E olha, ele não tava mentindo não.

    Por que isso importa tanto

    Com essa vitória, Minnesota (45-28) se manteve meio jogo atrás do Denver na quarta colocação do Oeste. Mais importante ainda: empataram a série da temporada em 1-1 com Houston e abriram 1.5 jogo de vantagem sobre os Rockets na tabela.

    E vocês acham que foi sorte? Os caras tentaram 63 arremessos na área e só ganharam 10 lances livres! Mesmo assim acharam um jeito de ganhar. Isso que eu chamo de personalidade.

    Rudy Gobert resumiu bem: “Eu tô muito orgulhoso que a gente não desistiu. A gente quer ganhar um título, então sabemos que vai ter adversidade”.

    Olha, se os Wolves conseguem fazer isso sem o Edwards e mais quatro titulares, imaginem quando estiverem 100%. Esse time tem algo especial, e jogos como esse provam que eles não vão facilitar pra ninguém nos playoffs.