Tag: All-NBA

  • Lakers acharam sua identidade na road trip — e agora é hora de afiar

    Lakers acharam sua identidade na road trip — e agora é hora de afiar

    Cara, tem road trips que são só sobre ranking na temporada regular, e tem road trips que definem quem você realmente é. Essa sequência de seis jogos fora de casa dos Lakers? Fez algo muito mais perigoso — tirou todas as ilusões.

    E olha, o que sobrou foi um time que finalmente se entende de verdade.

    Luka na frente, LeBron no suporte — e funcionou

    Entre uma vitória madrugada adentro em Miami e uma tarde de risadas num campo de golfe na Flórida, os Lakers encontraram sua cara. Luka Doncic domina a pontuação (óbvio, né — o cara lidera a liga), mas agora Austin Reaves é o segundo maior pontuador do time, e LeBron James é o terceiro. Às vezes até quarto!

    Sabe o que mais me chamou atenção? O ataque não é mais democrático. É deliberado. Doncic é o motor, e tudo flui a partir do ritmo dele. Simples assim.

    E o Reaves? Mano, parece que tiraram um peso das costas dele. Ele sonda, hesita, ataca, improvisa — sem mais aquela sensação de que tá pisando no palco de alguém. Na vitória por 137-130 contra os Pacers (último jogo da road trip), o cara fez 25 pontos sendo que três titulares nem jogaram. Luka meteu 43, LeBron 23. Aos 41 anos, o Rei é a terceira opção ofensiva.

    LeBron evoluiu — não declinou

    Aqui que fica interessante, pessoal. LeBron não tá forçando mais o jogo a girar em torno dele. Ele tá escolhendo os momentos certos. Pega rebote como se tivesse 25 anos, comanda a defesa como se tivesse decorado o playbook de todos os times, e pontua com a paciência de quem sabe que a bola vai chegar na hora certa.

    E na maioria das noites, chega mesmo.

    Contra Indiana, foram 9 assistências e 9 rebotes pra acompanhar os pontos em dois dígitos. Quase um triple-double casual aos 41 anos. Absurdo, né?

    A química que ninguém vê

    Mas sabe onde essa identidade foi realmente construída? Nos momentos que ninguém filma. Tipo num campo de golfe em Orlando, onde LeBron tentava acertar a tacada com um jacaré olhando pra ele como se fosse o próximo lanche. E o Bronny entrando no quadro pra dar conselho pro pai sobre onde fazer o drop! (Morri de rir com essa.)

    Ou então vendo Luka — que raramente aparece jogando golfe — lá com os companheiros, errando tacada que nem amador, mas construindo algo que não aparece no placar mas aparece quando a pressão aperta.

    Vocês acham que essa nova dinâmica vai segurar na pressão dos playoffs? Porque uma coisa é funcionar na temporada regular, outra é quando cada posse vale ouro. Mas sinceramente, depois dessa road trip, tô começando a acreditar que eles acharam o caminho.

  • Lakers recebem os Nets em casa: hora de aproveitar o tanking do rival

    Lakers recebem os Nets em casa: hora de aproveitar o tanking do rival

    Olha, não vou mentir: quando vi que os Lakers (47-26) vão enfrentar os Nets (17-55) em casa hoje, minha primeira reação foi “essa é moleza”. E vocês sabem por quê? Brooklyn está literalmente no fundo do poço, perdeu os últimos nove jogos seguidos.

    Os Lakers acabaram de voltar de uma road trip absurda — ganharam cinco de seis jogos, bateram o Houston duas vezes (que estava colado neles na classificação) e só perderam por um ponto pro Detroit. Sinceramente, foi uma das melhores viagens da temporada considerando o momento.

    Nets em modo tanque total

    Aqui que a coisa fica interessante (ou triste, dependendo do ponto de vista). Os Nets simplesmente tiraram o Michael Porter Jr. de linha — que era praticamente o único cara que ainda jogava bola lá. É tanking na veia mesmo, pessoal.

    Brooklyn é o segundo pior time da liga inteira. Só perde para os Pacers, que os Lakers acabaram de enfrentar e ganharam. Então assim, não tem muito mistério nesse jogo, né?

    A única coisa que me preocupa é justamente essa: jogo “fácil” pode virar cilada se o time relaxar. Mas considerando que os Lakers estão brigando pela terceira posição no Oeste, acredito que vão entrar focados.

    Luka pode aparecer (ou não)

    A grande dúvida fica no Luka Dončić, que está como questionável por causa de uma dor no posterior da coxa esquerda. Cara, seria massa ver ele jogando, mas honestamente? Nem precisa forçar contra um time desse nível.

    Da última vez que se enfrentaram, os Lakers dominaram completamente — foi um daqueles jogos raros onde nenhum dos principais jogou mais de 30 minutos. Basicamente um treino.

    Os Nets vão tentar alguma coisa com Ziaire Williams, Nic Claxton e Jalen Wilson comandando o ataque, mas convenhamos… não é exatamente um Big Three de assustar, né não?

    Minha visão do jogo

    Sinceramente, se os Lakers perderem esse jogo, vai ser mais por relaxamento do que por mérito do adversário. Brooklyn não tem poder de fogo, não tem defesa, não tem motivação (estão no tanque mesmo).

    O que os Lakers precisam fazer? Simples: jogar o básico, aproveitar que estão em casa no Crypto.com Arena e construir mais uma sequência de vitórias. Ainda mais que vão ter dois dias de descanso depois desse jogo.

    Vocês acham que os Lakers conseguem manter o foco contra um adversário tão fraco assim? Eu apostaria que sim, mas já vi cada zebra nessa liga…

  • Jokic e Murray chegam a 400 vitórias juntos — que dupla absurda!

    Jokic e Murray chegam a 400 vitórias juntos — que dupla absurda!

    Cara, vocês viram o que rolou na quarta-feira? Murray meteu 53 pontos (CINQUENTA E TRÊS!) e junto com Jokic chegaram a 400 vitórias juntos na carreira. Que milestone absurdo, né?

    O jogo foi um show completo. Murray simplesmente resolveu destruir todo mundo contra os Mavs — 19/28 nos arremessos, 9/14 de três pontos e 100% nos lances livres. Enquanto isso, o monstro sérvio fez mais um triple-double quase histórico: 23 pontos, 21 rebotes e 19 assistências. Quase um quadruple-double, gente!

    “Do nada a alguma coisa”

    O que mais me chamou atenção foi o Jokic falando sobre a jornada dos dois. “É o crescimento”, disse ele. “Como nós dois começamos e o caminho que tivemos, basicamente do nada para alguma coisa e para um campeonato.”

    Sinceramente? Ele tá certo. Lembro quando o Murray era só mais um jovem promissor e o Jokic era aquele center estranho que ninguém entendia direito. Hoje? São os caras que levaram Denver ao topo. É de arrepiar mesmo.

    Números que impressionam

    Esses 53 pontos do Murray foram apenas a 16ª performance de 50+ pontos na NBA toda nesta temporada — o cara tá num nível estratosférico. E aquele stat line do Jokic (23-21-19)? Segunda vez na história que alguém consegue isso. A primeira? Ele mesmo, ano passado. Monstro demais!

    O técnico David Adelman também não segurou a emoção: “Esses dois caras são realmente o livro de história desta franquia”. E olha, não tô mentindo quando digo que concordo 100%. Denver teve sorte de pegar esses dois e vê-los crescer juntos assim.

    E aí, vocês acham que essa dupla consegue mais um título? Na minha opinião, com esse entrosamento todo e o Jokic jogando como candidato a MVP novamente, tudo é possível. Essa temporada pode ser especial mesmo.

  • Mitchell Robinson detona os Knicks: ‘não tamos fazendo p* nenhuma’

    Mitchell Robinson detona os Knicks: ‘não tamos fazendo p* nenhuma’

    Cara, quando um jogador sai no Instagram pra detonar o próprio time — e se incluir na crítica — é porque a coisa tá feia mesmo. Foi exatamente isso que o Mitchell Robinson fez depois da derrota vergonhosa dos Knicks para o Charlotte Hornets por 114-103.

    Olha só o que o pivô postou nas redes: “Não importa nada se não mudamos nossa abordagem, não estamos fazendo nada especial. Continue com essa merda, eu incluído.” Monstro não poupou ninguém, nem ele mesmo!

    Realidade bateu forte no Madison Square Garden

    Os Knicks tinham embalado com sete vitórias seguidas. A torcida do MSG já tava sonhando com uma campanha profunda nos playoffs, sabe como é. Aí veio essa pancada gelada contra o Hornets — um time que tá ali no meio da tabela com 39-34.

    O Jalen Brunson começou voando, fez 17 pontos só no primeiro quarto. Mas depois? Desapareceu. O Charlotte assumiu o controle no segundo tempo com o Kon Knueppel fazendo 26 pontos. E os Knicks? Ficaram só assistindo.

    Robinson jogou 26 minutos, fez 4 pontos (2/2 nos arremessos), pegou 6 rebotes e deu 1 toco. No papel até que não foi ruim, +8 no plus-minus. Mas o cara sabe que números não contam a história toda quando o time não joga como deveria.

    Hora de parar com a palhaçada

    Sinceramente? Acho que o Robinson falou tudo que precisava ser dito. Os Knicks têm 48-26 na temporada, um elenco recheado com Karl-Anthony Towns e OG Anunoby, mas talento sem mentalidade não serve pra nada.

    E olha que o Mitchell é o jogador que tá há mais tempo no time. Quando um veterano assim resolve botar a real dessa forma, é sinal de que a situação tá crítica mesmo. O técnico Mike Brown certamente tá martelando os mesmos princípios defensivos que o Robinson cobrou.

    Faltam poucos jogos pra acabar a temporada regular. Se os Knicks não acordarem agora, vão tomar uma saída precoce nos playoffs que vai doer demais. Vocês acham que essa bronca do Robinson vai funcionar como um chacoalhão necessário?

    Uma coisa eu sei: não dá mais pra fazer corpo mole. Como disse o próprio pivô, é hora de parar com a “merda” e voltar ao trabalho sério. Porque se não mudarem a postura, realmente não vão fazer nada especial mesmo.

  • Collin Gillespie tá voando e pode quebrar recorde histórico dos Suns

    Collin Gillespie tá voando e pode quebrar recorde histórico dos Suns

    Mano, quem diria que Collin Gillespie ia ser uma das maiores surpresas da NBA essa temporada? O cara que mal jogava na liga regular agora tá sendo citado pelo Fred Katz, do The Athletic, como um dos 10 jogadores que mais evoluíram na temporada. E olha, não é papo furado não.

    Gillespie entrou no “Second Team” da lista do Katz, dividindo espaço com outros jovens talentos como Keyonte George e Anthony Black. Mas o mais louco mesmo é que ele tá a apenas SETE cestas de três de quebrar o recorde histórico de uma franquia dos Suns. Sete! Com nove jogos ainda pela frente.

    De banco do G-League pra artilheiro de três

    Cara, a transformação é absurda. Antes desta temporada, Gillespie tinha jogado o mesmo tanto de minutos na NBA e no G-League — basicamente era um ilustre desconhecido. Agora? Tá em quarto lugar na liga inteira em cestas de três convertidas. QUARTO LUGAR!

    Como o próprio Katz escreveu: “Se Gillespie vê uma fresta de luz, ele vai arremessar de longe”. E tá certíssimo. O garoto ganhou uma confiança que tá sendo fundamental pros Suns, especialmente com Jalen Green machucado e o time precisando de criação no ataque.

    Encaixe perfeito ao lado do Booker

    Sinceramente, eu não esperava que o encaixe com Devin Booker fosse tão natural. Gillespie virou o cara que abre espaços pro astro dos Suns, e quando a bola sobra pra ele no perímetro… é praticamente garantia de que vai entrar. O Dillon Brooks até apelidou ele de “Villain Jr.” na pré-temporada, vendo a pegada e a determinação do cara nos treinos.

    O mais impressionante? Ele saiu de um reserva incerto pra titular indiscutível. Tão indiscutível que nem pode mais concorrer ao Sexto Homem do Ano porque… bem, não sai mais do banco! (Irônico, né?)

    E aí, vocês acham que ele consegue quebrar o recorde do Quentin Richardson ainda esta temporada? Com nove jogos pela frente e precisando de apenas sete cestas de três, eu apostaria que sim. O Phoenix tá vivendo uma das temporadas mais surpreendentes da liga, e Gillespie é uma das principais razões pra isso.

    Ah, e só lembrando: ele vai ser agente livre irrestrito no final da temporada. Se eu fosse a diretoria dos Suns, já tava preparando o contrato. Esse moleque veio pra ficar.

  • Duren metendo 30 pontos sem Cade? Detroit massacra Pelicans

    Duren metendo 30 pontos sem Cade? Detroit massacra Pelicans

    Cara, eu sinceramente não esperava isso. Com Cade Cunningham machucado e meio time no departamento médico, o Detroit ia lá jogar contra New Orleans e eu já tava preparado pro pior. Mas aí o Jalen Duren resolve virar o Shaq e meter 30 pontos, 10 rebotes e 7 assistências. Quase um triple-double, monstro!

    O jogo começou equilibrado, com Zion fazendo uma bandeja no estouro do cronômetro pra fechar o primeiro quarto 33-31 pros Pelicans. Aí eu pensei: “Pronto, vai ser mais uma noite longa pro Detroit”.

    A dupla inesperada que funcionou

    Mas olha só que loucura – Daniss Jenkins (quem?) e Kevin Huerter formaram um backcourt que funcionou de verdade. Os caras combinaram pra 41 pontos e acertaram 9 de 14 tentativas do perímetro. Huerter especialmente tava com a mão quente, metendo uns step backs que até eu fiquei impressionado aqui de casa.

    Jenkins, que tá fazendo as vezes do Cade, distribuiu 9 assistências e mostrou que tem futuro. E o Duren? Rapaz, 10/12 nos arremessos de quadra E 10/12 nos lances livres. Quando foi a última vez que vocês viram um pivô com essa eficiência na linha?

    Detroit resolveu no último quarto

    O terceiro quarto me deixou nervoso – Pelicans colaram no placar e eu já tava vendo mais uma virada sofrida. Mas no quarto período foi show do Duren e companhia. Um início devastador de 15-2 que quebrou o jogo completamente.

    A enterrada do Duren com a mão direita foi poster puro. 20 pontos de vantagem e JB Bickerstaff pôde até dar minutos pros reservas. Chaz Lanier, Bobi Klintman e Tolu Smith entraram pra curtir a festa. Vitória por 129-108.

    Sinceramente? Tô começando a me perguntar se esse Duren não pode ser aquele segundo opção que Detroit tanto procura ao lado do Cade. Média de 20+ pontos não tá fora de cogitação não, principalmente com essa versatilidade que ele tá mostrando.

    Agora é viajar pra Minnesota enfrentar Anthony Edwards e os Wolves no sábado. Com apenas alguns jogos restantes na temporada regular, cada vitória dessas conta muito pra moral do time. E aí, acham que Detroit consegue manter esse ritmo mesmo sem o Cade?

  • Pistons pegam Pelicans sem Cade — será que rola zebra?

    Pistons pegam Pelicans sem Cade — será que rola zebra?

    Olha, vou ser sincero com vocês: tá difícil me empolgar com esses jogos do final de temporada. Os Pistons estão com 52 vitórias (algo que eu jamais pensei que veria na minha vida), mas sem o Cade Cunningham por causa desse problema no pulmão, meio que perdeu a graça, né?

    E hoje tem Pelicans pela frente. New Orleans com 25-48 no ano — basicamente um time que já tá pensando nas férias. Mas ó, antes de vocês acharem que vai ser moleza, os caras estão numa sequência boa: 10-6 nos últimos 16 jogos, incluindo duas vitórias sobre os Clippers. Duas!

    Marcus Sasser volta, mas sem Duncan Robinson

    A boa notícia é que o Marcus Sasser voltou. Cara, eu tava vendo o Caris LeVert tentando armar jogadas e sinceramente? Não era pra isso que ele nasceu. LeVert é mais um finalizador, forçar ele a ser armador tava sendo sofrível de assistir.

    O problema é que o Duncan Robinson tá fora hoje. E ele é literalmente o único cara confiável dos Pistons no arremesso de 3. Kevin Huerter vai assumir a vaga, mas… bom, veremos.

    Uma parada interessante: Detroit tem o melhor aproveitamento da NBA em back-to-backs este ano (10-2). É meio surreal falar isso dos Pistons, mas aqui estamos.

    Zion ainda funciona?

    Do lado dos Pelicans, a grande questão é o Zion. O cara tem talento pra ser MVP, mas parece que tá sempre lutando contra algo — seja lesão, seja condicionamento físico. Quando ele tá bem, é monstro. Mas será que consegue dominar contra o Jalen Duren no garrafão?

    Dejounte Murray continua sendo o cara que mais produz pra eles, e o Herbert Jones é aquele tipo de jogador chato de enfrentar — defende, incomoda, faz as jogadas sujas. Saddiq Bey contra o time que o dispensou? Sempre rola um tempero extra nessas situações.

    Sinceramente, não sei o que esperar. Os Pistons são favoritos por 5 pontos, o que até faz sentido jogando em casa. Mas sem Cade e Duncan Robinson, e com um time de New Orleans que pode tanto entregar o jogo quanto resolver jogar como se fosse playoffs…

    E aí, vocês acham que rola zebra hoje? Ou os Pistons conseguem mais uma vitória nessa temporada histórica?

  • T-Mac cutuca KAT: ‘Tem que querer jogar, cara!’

    T-Mac cutuca KAT: ‘Tem que querer jogar, cara!’

    Olha, quando um Hall da Fama como Tracy McGrady resolve dar uns toques em você, é melhor prestar atenção. E foi exatamente isso que aconteceu com Karl-Anthony Towns essa semana.

    Em um papo no programa “Schein Time”, o T-Mac não teve papas na língua ao falar sobre o que os Knicks precisam fazer pra chegar longe nos playoffs. E adivinha quem virou o foco da conversa? Isso mesmo, o KAT.

    “Ninguém consegue parar ele quando quer”

    “Ele simplesmente tem que querer”, disparou McGrady. “Tem que querer mesmo. Porque quando esse cara coloca a cabeça no lugar, ninguém consegue parar ele. Ninguém.”

    E cara, o T-Mac não tá errado não. O Towns tem 2,13m, arremessa de três como um armador, tem um passe fino e ainda finaliza no garrafão. É praticamente um unicórnio do basquete moderno. Mas aí que tá o problema — parece que às vezes ele mesmo não sabe o monstro que é.

    “As coisas que ele consegue fazer na quadra… um cara desse tamanho, quando põe a mente no jogo, fica imparável”, continuou McGrady. “Ele pode te machucar por dentro, por fora, com o passe, fazendo bloqueio, saindo pra três… mas depende do KAT colocar sua marca nos jogos.”

    Os números não mentem

    E olhando pros números dessa temporada, dá pra entender a preocupação do T-Mac. O Towns tá com média de 20,2 pontos por jogo, aproveitamento de 49,4% nos arremessos de quadra e 36,6% nas bolas de três. São os piores números dele desde o ano de calouro, mano!

    Claro que tem contexto aqui — o cara tá se adaptando ao sistema do técnico Mike Brown e aos Knicks depois de anos em Minnesota. Mas sinceramente? Um jogador do calibre dele não pode usar isso como desculpa por muito tempo.

    McGrady também cutucou a defesa dos Knicks, dizendo que eles perderam a identidade que tinham na temporada passada com o Thibodeau. “Eles penduravam o chapéu na defesa”, disse. “Quando o ataque não funcionava, a defesa salvava.”

    E aí, Towns vai acordar?

    Olha, eu entendo que pressão em Nova York é diferente de qualquer lugar. Mas o KAT não é mais um novato — são quase dez anos de NBA. Se não é agora, quando vai ser?

    O que vocês acham? O Towns tem mesmo essa mentalidade meio “morna” que o McGrady tá falando, ou é só questão de tempo até ele explodir? Porque talento ele tem de sobra. A questão é se ele vai usar ou não.

    Uma coisa é certa: se os Knicks querem brigar de igual pra igual no Leste, vão precisar que o Towns seja o diferencial que sabemos que ele pode ser. Senão, vai ser mais uma temporada de “e se…” na Big Apple.

  • Wizards tentam embalar após quebrar jejum contra Warriors

    Wizards tentam embalar após quebrar jejum contra Warriors

    Cara, finalmente o Washington Wizards conseguiu quebrar aquela sequência terrível de derrotas! Agora é torcer pra não começar outra maré de azar, né? Na sexta-feira eles encaram o Golden State Warriors fora de casa, e sinceramente, vai ser um belo teste pra ver se conseguem embalar.

    O cenário não tá fácil

    Olha só a situação dos desfalques — tá parecendo hospital esse negócio. Os Wizards vão sem Leaky Black, Anthony Davis, Kyshawn George, D’Angelo Russell, Cam Whitmore e Trae Young. Isso mesmo, o Trae Young fora. Alex Sarr e Tristan Vukcevic são dúvida até a hora do jogo.

    Do lado dos Warriors, a coisa também não tá moleza. Os dois Currys estão fora (imagino que seja Stephen e Seth), junto com Al Horford, Moses Moody e Jimmy Butler. Quinten Post e Malevy Leons também podem não jogar.

    Com tanto desfalque dos dois lados, vai ser interessante ver quem consegue se adaptar melhor e aproveitar as oportunidades que vão aparecer.

    Warriors vêm embalados

    Enquanto os Wizards acabaram de quebrar um jejum que tava doendo na alma de qualquer torcedor, o Golden State vem numa sequência de duas vitórias. A mais recente foi contra o Brooklyn Nets na quarta-feira.

    Jogar no Chase Center nunca é moleza, ainda mais quando você tá tentando encontrar um ritmo depois de tanto tempo perdendo. Mas às vezes é exatamente isso que um time precisa — uma pressão diferente, um ambiente hostil pra ver se realmente aprendeu a lidar com adversidade.

    E vocês, acham que os Wizards conseguem fazer valer a quebra do jejum ou vão tropeçar de novo logo no primeiro teste? A partir das 22h (horário de Brasília) a gente descobre. Vai passar na Monumental Sports Network pra quem tiver acesso, ou no League Pass como sempre.

  • Silver deixa Las Vegas no ar: precisamos mesmo de uma nova arena?

    Silver deixa Las Vegas no ar: precisamos mesmo de uma nova arena?

    Olha, eu não esperava essa. O Adam Silver praticamente jogou uma ducha de água fria nos sonhos de Las Vegas ter um time da NBA usando a T-Mobile Arena atual. Em entrevista essa semana, o comissário foi bem diplomatico mas deixou claro: não tá garantido que a casa do Golden Knights vai servir pro basquete também.

    “É uma instalação fantástica”, disse Silver pro Las Vegas Review-Journal. “Mas acho que isso vai fazer parte do nosso processo.” Traduzindo: legal pra caramba, mas talvez não seja o suficiente pra NBA a longo prazo.

    A conta não fecha sozinha

    A liga tá avaliando Las Vegas e Seattle como os dois mercados principais pra expansão, e a expectativa é que cheguem numa decisão ainda este ano. Só que peraí — os grupos interessados vão ter que desembolsar entre 7 e 10 BILHÕES de dólares só na taxa de expansão. É dinheiro pra caramba.

    E já tem gente interessada, viu. O Magic Johnson apareceu com o grupo MAGI dele e já se reuniu com o governador de Nevada mês passado. Do outro lado, Bill Foley (dono do Golden Knights) também tá na jogada e prometeu 300 milhões em reformas na T-Mobile se conseguir o time.

    Mas aqui que fica interessante: mesmo com toda essa grana rolando, Silver não descartou que Las Vegas precise construir uma arena completamente nova. E quando perguntaram se a T-Mobile pelo menos serviria como casa temporária durante a construção, ele foi direto: “Acho que é prematuro falar sobre isso agora.”

    Las Vegas tem tudo pra dar certo

    Uma coisa que ninguém contesta é o apelo de Las Vegas. Silver destacou que a cidade é “muito global”, e convenhamos — faz todo sentido. A NBA sempre foi sobre espetáculo, e que lugar melhor que Vegas pra isso?

    O comissário ainda lembrou que a propriedade dos times da NBA sempre atravessou fronteiras geográficas. Citou o exemplo do Tom Dundon, que comprou o Portland Trail Blazers mesmo morando em Dallas. Ou seja, não precisa ser local pra mandar bem como dono.

    Sinceramente? Acho que Las Vegas vai conseguir sim. A cidade tem tudo: público, estrutura turística absurda e uma sede de entretenimento que casa perfeitamente com a NBA. A questão da arena é só um detalhe técnico — com bilhões em jogo, construir uma nova não deve ser problema.

    E vocês, acham que Vegas merece um time da NBA? E será que vale a pena investir numa arena nova ou reformar a T-Mobile resolve?