Tag: All-NBA

  • McBride volta dos machucados e pode salvar o banco dos Knicks

    McBride volta dos machucados e pode salvar o banco dos Knicks

    Olha só que notícia boa para quem torce pelos Knicks! Miles McBride finalmente voltou depois de quase dois meses parado por causa de uma cirurgia de hérnia. E cara, que falta esse cara fez.

    O garoto não jogava desde o final de janeiro — isso mesmo, praticamente dois meses fora. Domingo contra o Thunder ele voltou com restrição de minutos, mas já é um alívio saber que está de volta. Mike Brown (técnico dos Knicks) não quis forçar a barra, né? Sensato.

    Os números que mostram o quanto ele fez falta

    Antes de se machucar, McBride estava vivendo a melhor fase da carreira. Saca só: 42% de aproveitamento nas bolas de três (!) em quase 7 tentativas por jogo. Isso é coisa de monstro. E ainda estava fazendo 12.9 pontos por partida — também recorde pessoal.

    O mais impressionante? Mesmo com todas as lesões que pegou (teve também uma torção no tornozelo em dezembro), quando voltava ele jogava ainda melhor. Isso é mentalidade de guerreiro.

    Sem ele, os Knicks fizeram 20-8 nas 28 partidas. Nada mal, mas quem acompanha sabe que o banco andou oscilando muito. McBride traz justamente o que estava faltando: defesa no perímetro e arremesso de três confiável.

    E agora, será que encaixa de novo?

    A questão é: depois de tanto tempo fora, como vai ser a readaptação? Os Knicks estão em 9º lugar em cestas de três convertidas e 4º em aproveitamento. Números bons, mas com McBride pode ficar ainda melhor.

    Sinceramente, acho que a volta dele pode ser o que o time precisava para dar aquele gás final na reta decisiva da temporada. Defesa sólida e um arremesso certeiro saindo do banco? Isso pode fazer toda a diferença nos playoffs.

    Vocês acham que ele consegue voltar ao nível que estava antes da lesão? Eu tô otimista — jogador jovem se recupera rápido, e a motivação deve estar lá em cima depois de tanto tempo parado.

  • Spoelstra explode após Heat permitir 149 pontos: ‘Inaceitável’

    Spoelstra explode após Heat permitir 149 pontos: ‘Inaceitável’

    Cara, o Erik Spoelstra tava PISTOLA depois do que aconteceu ontem à noite. E olha, eu entendo perfeitamente o cara.

    O Miami Heat tomou uma surra histórica do Cleveland Cavaliers — 149 a 128. Sim, você leu certo: 149 pontos. Isso é o RECORDE de pontos que o Heat permitiu em toda a história da franquia. Absurdo total.

    A defesa que sumiu do mapa

    O mais revoltante pra Spoelstra (e pra qualquer um que torce pro Heat) é que essa mesma defesa estava entre as TOP-4 da liga há apenas duas semanas. Duas semanas! Agora estão em 9º lugar e tomando vareio de todo mundo.

    “É extremamente decepcionante”, disparou o técnico na coletiva. “Os caras colocaram sangue, suor e lágrimas pra desenvolver uma defesa top-4 há duas semanas. E quando mais precisamos dela é quando ela desaparece. Isso é inaceitável nesse momento.”

    Mano, eu fico pensando: como um time que tinha uma identidade defensiva tão sólida consegue desmoronar assim? Os Cavs fizeram QUARENTA pontos em dois quartos seguidos no primeiro tempo. Quarenta!

    Cinco meses de trabalho pelo ralo

    O que mais me chamou atenção foi a frustração real do Spoelstra. O cara deixou bem claro que não tá inventando moda — eles tinham cinco meses de bons hábitos defensivos.

    “Não é como se estivéssemos tentando fabricar algo do nada”, continuou ele. “Temos cinco meses de ótimos hábitos defensivos, colocamos muito trabalho pra desenvolver esses hábitos, e você desenvolve orgulho na sua defesa.”

    E aí vem a parte que mais dói: “Seria uma coisa se tivéssemos a 20ª defesa da liga por meses. Mas literalmente há duas semanas, ou menos, tínhamos a 4ª melhor defesa.”

    Sinceramente, dá pra sentir a dor do técnico. Imagina trabalhar o ano todo pra construir algo e ver tudo desmoronar bem na reta final da temporada?

    O Heat tem uma chance de se redimir domingo contra o Indiana Pacers. Vocês acham que eles conseguem voltar ao nível defensivo que conhecemos, ou essa queda é definitiva? Porque se continuar assim, nem playoffs eles pegam.

  • Rockets visitam New Orleans: será que dessa vez não entregam?

    Rockets visitam New Orleans: será que dessa vez não entregam?

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi que os Rockets iam jogar de novo em New Orleans, a primeira coisa que veio na minha cabeça foi aquela entregada épica de dezembro. Cara, que dor de cabeça foi aquela.

    Imagina a cena: Houston dominando por 22 pontos no intervalo, chegou a abrir 25 de vantagem no terceiro quarto. Eu já tava comemorando, pensando “finalmente esse time tá amadurecendo”. Aí veio o que? Os caras entregaram TUDO nos minutos finais. New Orleans fez 38 pontos só no terceiro quarto e mais 36 no último. Os Rockets erraram NOVE lances livres – todos de jogadores grandões! Teve até air ball, meu amigo.

    O que mudou desde dezembro?

    Bom, na real… não mudou muito coisa não. Os Rockets continuam com os mesmos problemas que me tiram o sono: defesa inconsistente, muitas bolas perdidas e aquele drama nos lances livres que já virou marca registrada (infelizmente).

    Kevin Durant continua sendo dobrado e perdendo bola mais do que deveria para um cara da experiência dele. Amen Thompson até teve uma noite monstro naquele jogo (11/14 nos arremessos), mas não adiantou nada.

    Nos outros dois confrontos da temporada, a história se repetiu: jogos apertados onde Houston sempre arruma um jeito de complicar o que deveria ser simples. Na última semana mesmo, precisaram de erros bobos dos Pelicans pra levar a vitória depois de entregar uma vantagem de 7 pontos nos últimos quatro minutos. Vocês ficaram surpresos? Eu não.

    New Orleans também não tá fácil

    Mas olha, os Pelicans também não estão nesse mar de rosas não. Eles vinham bem até pouco tempo atrás, mas perderam quatro seguidas contra times top do Leste. Voltaram pra casa depois de uma semana brava na estrada.

    E aqui tem um detalhe importante: New Orleans não tem a primeira escolha do draft de 2026. Ou seja, diferente do Memphis que meio que “deixou passar” contra Houston, os Pelicans vão querer estragar a festa mesmo. Eles tão jogando pra decidir se esse núcleo merece continuar junto na próxima temporada.

    Sinceramente? Acho que vai ser mais um jogo de roer as unhas. Houston tem o talento pra resolver, mas essa mania de entregar vantagem no final me deixa com o pé atrás. E vocês, acham que dessa vez os Rockets conseguem segurar uma vantagem até o final?

    O jogo é hoje às 19h (horário de Brasília) e, como sempre, vou estar torcendo pra não passar raiva. Mas conhecendo esse time… já deixei o remédio pra pressão separado.

  • Nets x Kings: duelo de lanternas promete show de… sofrimento

    Nets x Kings: duelo de lanternas promete show de… sofrimento

    Olha, quando você vê Brooklyn Nets (17-57) recebendo Sacramento Kings (19-56) no domingo, você já sabe que não vai ser exatamente um clássico da NBA. Mas ei, às vezes esses jogos entre times que já estão pensando no Draft são os mais imprevisíveis — e divertidos de assistir, na minha opinião.

    Os Nets estão numa situação complicada em casa. Quatro derrotas consecutivas jogando no Barclays Center, cara. E quando você é o pior time da Conferência Leste em rebotes (39.7 por jogo), fica difícil mesmo. Michael Porter Jr., que tá liderando esse departamento com 7.1 rebotes por partida, nem vai jogar — lesionado.

    Sacramento também não tá pra brincadeira

    Do lado dos Kings, a situação é igualmente dramática. 6-31 fora de casa! Sinceramente, eu não sei como um time consegue ser tão ruim longe da sua torcida. Eles até que controlam bem a bola (13.6 turnovers por jogo), mas quando você tem esse retrospecto na estrada, qualquer vantagem vira ilusão.

    A única coisa positiva é que o último encontro entre esses dois foi até emocionante. Os Kings ganharam por 126-122 no dia 22 de março, com Malik Monk metendo 32 pontos. Agora me diz: quem esperava o Monk carregando um time nas costas em 2026?

    Os números não mentem (e assustam)

    Vamos aos fatos que doem: o Brooklyn perdeu TODOS os últimos 10 jogos. Todas mesmo. Zero vitórias. Tá fazendo apenas 99.9 pontos por partida nesse período — isso é tipo coisa de time universitário fraco, meu amigo.

    Sacramento pelo menos ganhou 4 dos últimos 10, mas olha só a defesa deles: tomando 121.7 pontos por jogo. É muita bola na cesta, mesmo pra padrões da NBA atual.

    E a lista de lesionados? Monstro, é praticamente um hospital. Nos Nets: Porter Jr., Day’Ron Sharpe (temporada acabou), Egor Demin (idem). Nos Kings então… Sabonis, Westbrook, Zach LaVine, De’Andre Hunter — todos fora da temporada. Parece time de fantasia depois que você esquece de fazer as trocas por dois meses.

    Nic Claxton (57.1% nos arremessos, 11.8 pontos) vai tentar segurar as pontas pelo Brooklyn, enquanto DeMar DeRozan (18.5 pontos, 4.1 assistências) ainda tenta mostrar que tem lenha pra queimar pelos Kings.

    A linha de apostas coloca os Nets como favoritos por apenas 1 ponto. Um ponto! Entre dois times com quase 60 derrotas cada um. É o tipo de jogo que pode terminar 95-93 ou 130-125 — ninguém sabe, e talvez seja exatamente isso que torna interessante. Vocês vão assistir a essa ‘obra de arte’ do basquete?

  • Mavs em parafuso: 12 derrotas seguidas em casa!

    Mavs em parafuso: 12 derrotas seguidas em casa!

    Gente, eu não sei mais o que falar dos Mavericks. Doze derrotas consecutivas jogando em casa. DOZE! É o tipo de sequência que faz qualquer torcedor questionar tudo na vida.

    Dallas recebe Minnesota hoje à noite, e sinceramente? Eu tô mais curioso pra ver se eles conseguem quebrar essa maldição do que propriamente animado com o jogo. Os Wolves estão com 45-29 no quinto lugar do Oeste, enquanto os Mavs… cara, 24-50 no 13º lugar. É deprimente.

    A realidade cruel dos números

    Olha só a situação: Dallas faz 113.9 pontos por jogo, Minnesota permite 114.4. Na teoria, deveria ser equilibrado. Mas quando você está numa sequência dessas, os números viram só papel — o psicológico pesa demais.

    E o pior é que os Mavs não são ruins defensivamente nos rebotes. Terceiro lugar na conferência com 34.2 rebotes defensivos por jogo, liderados pelo P.J. Washington pegando 5.5 por partida. Mas de que adianta pegar rebote se você não consegue ganhar em casa?

    Do lado de Minnesota, os caras estão com aquela confiança de quem briga por playoff. 6-4 em jogos decididos por 3 pontos ou menos — isso é clutch, é mentalidade vencedora. Coisa que Dallas perdeu faz tempo.

    Quando eles se enfrentaram antes…

    Lembra do último confronto em fevereiro? Anthony Edwards meteu 40 pontos e os Wolves ganharam por 122-111. Quarenta pontos! O moleque simplesmente resolveu destruir. Do lado dos Mavs, Khris Middleton fez seus 18 pontos, mas foi insuficiente — como tem sido a temporada toda.

    Agora Edwards está questionável com problema no joelho. Será que isso dá uma chance pros Mavs? Eu quero acreditar, mas com Kyrie Irving fora pela temporada toda (lesão no joelho) e Dereck Lively II também cortado (pé), fica difícil.

    Cooper Flagg tem sido o destaque de Dallas com 20.4 pontos, 6.6 rebotes e 4.6 assistências por jogo. O garoto joga bem, mas carregar um time inteiro nas costas é complicado. E vocês acham que ele aguenta essa pressão toda?

    O que esperar dessa partida

    Minnesota vem irregular — 5-5 nos últimos 10 jogos. Não é aquela máquina, mas ainda assim são infinitamente mais consistentes que Dallas (3-7 no mesmo período). Julius Randle fazendo seus 20.9 pontos e 6.8 rebotes, Bones Hyland contribuindo com 12.9 pontos…

    Eu vou assistir na esperança de ver Dallas finalmente vencer em casa. Doze jogos seguidos perdendo no próprio território é surreal. Tem que acabar uma hora, né? Mas sendo realista, Minnesota é favorito moleza.

    A única coisa que pode salvar os Mavs é se Edwards realmente não jogar e eles conseguirem explorar isso. Mas conhecendo a temporada deles… melhor nem criar expectativa.

  • Jazz recebe Cavs tentando quebrar jejum de derrotas em casa

    Jazz recebe Cavs tentando quebrar jejum de derrotas em casa

    Olha, vou ser sincero: o Utah Jazz tá vivendo um momento complicado na temporada. Com apenas 21 vitórias em 75 jogos, o time já pode até começar a sonhar com a loteria do Draft. Mas hoje à noite eles recebem o Cleveland Cavaliers em Salt Lake City, e toda partida é uma nova chance de mostrar serviço, né?

    O que mais me chama atenção é que o Jazz vem de três derrotas consecutivas jogando em casa. Cara, isso dói na alma de qualquer torcedor. Jogar mal fora de casa já é ruim, mas perder no seu próprio ginásio? Aí complica.

    Os números contam uma história interessante

    Mesmo com a campanha ruim, o Jazz tem alguns pontos positivos. Eles lideram a Conferência Oeste em assistências por jogo (29.4), com destaque para Isaiah Collier que distribui 7.2 por partida. Isso mostra que quando o time consegue movimentar bem a bola, as coisas fluem.

    Do lado dos Cavaliers, a situação é bem diferente. Com 46-28, eles ocupam a quarta posição no Leste e vêm jogando um basquete consistente longe de casa (22-14 como visitante). Jarrett Allen tem sido fundamental nos rebotes ofensivos, pegando 2.6 por jogo.

    Uma curiosidade que me chamou atenção: os times se enfrentaram em janeiro e o Jazz ganhou por 123-112, com Keyonte George fazendo um jogaço de 32 pontos. Será que conseguem repetir a dose? Até porque o George tá machucado agora…

    O departamento médico preocupa

    E por falar em lesões, olha só o tamanho do problema do Jazz: Lauri Markkanen (quadril), Keyonte George (perna), Walker Kessler (ombro, fora da temporada), Jusuf Nurkic (nariz, fora da temporada) e Jaren Jackson Jr. (joelho, fora da temporada). Meu Deus, é praticamente um time todo no departamento médico!

    Os Cavaliers também têm seus problemas, mas nada comparado. Craig Porter Jr., Dean Wade e Jaylon Tyson estão com status de “day to day”, mas nada que comprometa tanto quanto o que acontece em Utah.

    Com James Harden fazendo seus 24 pontos por jogo e Donovan Mitchell contribuindo com arremessos de 3 (2.0 por jogo nas últimas 10 partidas), Cleveland tem munição suficiente para continuar sua boa fase. Eles vêm de 7 vitórias em 10 jogos, enquanto o Jazz conseguiu apenas 1 vitória no mesmo período.

    Sinceramente, é difícil apostar no Jazz nessa. Mesmo jogando em casa, com tantos desfalques e vindo de três derrotas seguidas no próprio ginásio, fica complicado. Mas ei, é isso que torna o basquete especial – qualquer coisa pode acontecer em 48 minutos de jogo, não é mesmo?

  • Bulls tentam quebrar jejum contra os Spurs de Wemby

    Bulls tentam quebrar jejum contra os Spurs de Wemby

    Cara, que situação complicada pros Bulls. Três derrotas seguidas e agora vão enfrentar justamente um dos times mais cascudos da liga — o San Antonio Spurs do Victor Wembanyama.

    Olha, eu vou ser sincero: não tá fácil pra Chicago essa temporada. Com 29 vitórias e 45 derrotas, eles tão ali na 12ª posição do Leste. É aquela situação clássica de time que não consegue brigar por playoff nem consegue tankar direito pro draft.

    Wemby tá voando

    Do outro lado, os Spurs tão simplesmente monstruosos. 56-18 no recorde, segunda posição no Oeste — quem diria que San Antonio voltaria tão rápido ao topo? E o francesão Victor Wembanyama tá fazendo magia por lá: 24.2 pontos, 11.3 rebotes e ainda distribui 3.0 assistências por jogo.

    Lembram do último confronto entre esses times em novembro? Wemby meteu 38 pontos na vitória por 121-117. Trinta e oito pontos! O garoto tá com fome mesmo.

    A questão é que San Antonio em casa é outro nível — 28 vitórias em 35 jogos. Eles tão fazendo 119.4 pontos por partida e têm uma diferença de +8.2 pontos. Números de time que vai longe nos playoffs.

    Bulls precisam de milagre

    Pra Chicago, a situação tá crítica. Nas últimas 10 partidas, apenas 3 vitórias. E olha o detalhe que me chamou atenção: eles fazem 122.5 pontos mas tomam 128.3. A defesa tá um buraco.

    Por outro lado, tenho que dar crédito pro Matas Buzelis, que tá se destacando com 16.4 pontos e 5.7 rebotes. O Tre Jones também tá contribuindo bem, com 17.4 pontos nos últimos 10 jogos.

    Mas sinceramente, com essa lista de lesionados dos Bulls… é meio difícil ser otimista. Anfernee Simons no day-to-day, vários jogadores importantes fora pro resto da temporada.

    Vocês acham que Chicago consegue quebrar esse jejum contra um dos melhores times da liga? Eu acho que vai ser uma noite longa pros Bulls em San Antonio. Wembanyama tá jogando demais e os Spurs em casa são praticamente imbatíveis.

  • Haliburton revela drama com herpes-zóster: ‘Tem sido horrível’

    Haliburton revela drama com herpes-zóster: ‘Tem sido horrível’

    Cara, quando você acha que já viu de tudo na NBA, aparece uma história dessas. Tyrese Haliburton, armador dos Pacers, abriu o jogo sobre um problema de saúde que tá atormentando ele há semanas: herpes-zóster (ou cobreiro, como a galera mais velha conhece).

    E olha, pelo relato dele no NBA on Prime, a situação tá longe de ser brincadeira.

    O sufoco começou com uma dor de cabeça

    “Eu tinha essa dor de cabeça maluca. Não sabia o que tava rolando. Simplesmente não passava”, contou Haliburton. O cara era pra encontrar o time em Washington, mas voou direto pra Indianapolis porque precisava ver um médico urgente.

    Aí que vem a parte mais louca da história. Ele foi fazer um monte de exames, pensando que tinha enxaqueca — coisa que qualquer um pensaria, né? Mas o médico olhou pra ele por uns cinco minutos e mandou a real: “Meu Deus, você tem herpes-zóster. Isso vai ser uma merda.”

    E foi mesmo. Haliburton passou duas ou três semanas com uma erupção gigante na cara. Agora tá com coceira constante e até perdeu parte da sobrancelha. “Tem sido horrível”, resumiu o jogador.

    Mais uma pedra no sapato dos Pacers

    Sinceramente, eu fico pensando: que azar desse time, cara. Os Pacers já tavam lidando com a recuperação do Haliburton de uma lesão no tendão de Aquiles — que por si só já é um pesadelo. Agora soma isso com herpes-zóster no meio da temporada.

    O técnico Rick Carlisle tentou passar tranquilidade na época do diagnóstico, em fevereiro. Disse que é uma coisa muito dolorosa, mas que o Haliburton ia se recuperar totalmente. “É um caso único, uma situação única… mas ele sempre tá de bom humor, então vai superar”, falou Carlisle.

    Vocês acham que dá pra jogar basquete de alto nível lidando com uma parada dessas? Porque olha, herpes-zóster não é brincadeira. É uma reativação do vírus da catapora que pode causar dor crônica em algumas pessoas.

    O timing não podia ser pior

    E tem mais: isso tudo aconteceu logo depois dos Pacers quebrarem uma sequência histórica de 16 derrotas seguidas. O time finalmente conseguiu uma vitória, mas aí perdeu de novo pro Clippers por 114-113, com direito a arremesso da vitória do Kawhi Leonard.

    Que rolê, né? Hora que o time mais precisava do seu principal armador totalmente focado, o cara tá lidando com uma condição que literalmente deixa a pessoa sem conseguir pensar direito de tanta dor.

    O Haliburton é peça fundamental no esquema dos Pacers — quando tá saudável, é um dos melhores distribuidores da liga. Ver ele passando por isso, especialmente depois de já ter ficado fora com a lesão no Aquiles, é de partir o coração de qualquer fã de basquete.

  • Embiid acerta cotovelo na cara do LaMelo Ball e vira polêmica

    Embiid acerta cotovelo na cara do LaMelo Ball e vira polêmica

    Cara, o Joel Embiid não tá pra brincadeira mesmo. No jogo de sábado contra o Charlotte Hornets, o gigante do Philadelphia 76ers mandou um baita susto em todo mundo quando acertou o cotovelo bem na cara do LaMelo Ball durante uma disputa de rebote.

    A jogada foi feia, não vou mentir. Os dois estavam brigando pela bola quando o cotovelo do Embiid encontrou o rosto do Ball de uma forma nada bonita. Os árbitros pararam o jogo na hora e deram técnica pro pivô dos Sixers. Olha, eu entendo que é basquete físico, mas esse lance aí passou do ponto.

    Embiid voltando com tudo pras playoffs

    Esse foi só o segundo jogo do Embiid depois de ficar 13 partidas fora por causa de uma lesão no oblíquo direito. O cara tá claramente se preparando pra temporada de playoffs — e pelo jeito, tá vindo com sangue no olho mesmo.

    E olha só os números que ele tá fazendo quando tá saudável: 26.9 pontos, 7.5 rebotes e 4.0 assistências por jogo, com 50.1% nos arremessos de quadra. Aos 32 anos, o cara continua sendo um monstro absoluto. Falam o que quiserem do Embiid, mas quando ele tá 100%, poucos no mundo fazem o que ele faz.

    Sixers na corrida por vaga direta

    Agora vem a parte interessante: Philadelphia tá na 7ª posição do Leste, o que significa play-in. Mas eles tão só meio jogo atrás do Atlanta Hawks, que ocupa a 6ª colocação. Ou seja, ainda dá pra escapar desse torneio eliminatório e ir direto pros playoffs.

    Sinceramente? Acho que eles conseguem. Com o Tyrese Maxey também voltando de lesão, esse time dos Sixers pode ser perigoso na reta final. Só que vai ser osso — das oito partidas que restam, apenas três são em casa.

    E aí, vocês acham que o Embiid consegue levar os Sixers pra uma boa campanha nos playoffs? Ou será que essas lesões constantes vão pesar na hora H? Uma coisa é certa: quando ele tá jogando assim, Philadelphia vira um problema sério pra qualquer um.

  • Quin Snyder vira ‘cientista maluco’ após 500ª vitória na carreira

    Quin Snyder vira ‘cientista maluco’ após 500ª vitória na carreira

    Cara, o Quin Snyder chegou numa marca absurda: 500 vitórias na carreira como técnico. E sabe como ele conseguiu isso? Destruindo o Sacramento Kings por 123-113 em casa, com os Hawks jogando um basquete que tá deixando todo mundo de queixo caído.

    Mas o mais legal não é nem o número em si — é como os jogadores falam dele. O Jock Landale soltou uma pérola: chamou o técnico de “cientista maluco”. E olha, não é à toa não.

    O Técnico Que Disseca o Basquete

    “Quin é incrível, e não falo isso de brincadeira”, disse Landale. “Ele é um cientista maluco. É assim que a gente chama ele, e o cara ficaria dissecando basquete 24 horas por dia se pudesse.”

    Mas aí que tá o diferencial do Snyder — ele não para no X’s e O’s. O cara se preocupa com o jogador como pessoa também. Landale contou que quando a família dele voltou pra Austrália, o técnico ficava perguntando como ele tava, sabendo que é difícil ficar longe da família. Isso é coisa de gente boa mesmo.

    E não é só papo furado não. O Nickeil Alexander-Walker, que tá com o time desde o jogo 1 desta temporada, falou que o Snyder é tipo um “sistema de apoio”. Cara, quando um jogador fala isso do técnico, é porque a química tá funcionando mesmo.

    Humildade de Campeão

    Agora, o que mais me impressiona é a humildade do Snyder. O cara chega em 500 vitórias e fala o quê? Que o mérito é dos outros. “Técnicos guardam o recorde, mas são as outras pessoas que fazem isso acontecer”, disse ele.

    E aí ele manda aquela declaração que mostra quem ele é de verdade: agradece a esposa e a família pelo suporte. Monstro, né? Em um esporte onde ego costuma falar mais alto, o cara mantém os pés no chão.

    Hawks Voando Alto

    Sinceramente? Essa é a melhor temporada dos Hawks desde que o Snyder chegou. Primeira temporada com recorde positivo com ele no comando. E olha que a Conferência Leste tá um caos — todo mundo brigando por posição nos playoffs.

    O que vocês acham? Esse negócio de “cientista maluco” não é exatamente o que a NBA precisa mais? Técnicos que estudam o jogo obsessivamente mas não esquecem do lado humano?

    Com 500 vitórias no currículo e os Hawks voando, o Snyder tá provando que às vezes a fórmula mais simples é a que funciona: respeite o jogo, respeite as pessoas. E aí os resultados aparecem naturalmente.