Tag: All-NBA

  • Wemby destruiu Chicago: 41 pontos na goleada dos Spurs por 129-114

    Wemby destruiu Chicago: 41 pontos na goleada dos Spurs por 129-114

    Gente, o que foi esse jogo? Victor Wembanyama simplesmente resolveu mostrar pra Chicago por que é considerado o futuro da NBA. 41 pontos, 16 rebotes e 3 tocos numa vitória tranquila por 129-114. Sinceramente, às vezes eu paro pra pensar como um cara de 2,21m consegue jogar com essa elegância toda.

    Os Spurs (57-18) estão voando nesta temporada, e ontem à noite foi mais uma demonstração de força. O primeiro tempo foi meio maluco — Chicago (29-46) até tentou acompanhar o ritmo, mas no segundo quarto veio a pancada: 35-19 para San Antonio. Aí já era.

    Castle brilhando ao lado do francês

    Stephon Castle tá cada vez mais entrosado nesse time. 19 pontos, 8 assistências e 8 rebotes — números de veterano, cara. Sem falar no Dylan Harper, que contribuiu com 13 pontos na pressão do segundo quarto. Keldon Johnson também fez os seus 15, e Julian Champagnie, mesmo começando devagar, terminou com 13 pontos e 8 rebotes.

    O que mais impressiona é como esse elenco todo mundo sabe o seu papel. Wemby domina o garrafão, Castle distribui o jogo, e os coadjuvantes aparecem na hora certa. Essa química tá absurda.

    Bulls tentaram, mas não deu

    Do lado de Chicago, Tre Jones fez o que pôde contra seus ex-companheiros — 23 pontos numa noite em que conhecia bem as jogadas dos Spurs. Leonard Miller também teve seus momentos (21 pontos e 7 rebotes), e Collin Sexton marcou 20. Mas quando o Wembanyama tá inspirado desse jeito, não tem muito o que fazer.

    O que mais me chamou atenção foi a dominância no rebote: 55-35 para os Spurs no final. Isso aí é massacre total. E olha que Chicago até tentou algumas corridas — teve uma de 10-0 no terceiro quarto que quase trouxe esperança. Quase.

    Vocês viram aquelas enterradas seguidas do Wemby no começo do terceiro? Parecia filme de ação. O cara chegou no vestiário do intervalo inspirado e decidiu que ia acabar com o jogo logo de cara.

    San Antonio segue disparado na liderança da conferência, e com performances assim do francesão, fica difícil ver quem vai parar esse time nos playoffs. Chicago? Bom, pelo menos o Tre Jones mostrou que ainda sabe jogar bola — sempre é bom ver ex-Spurs indo bem por aí.

  • LeBron empata recorde histórico e Lakers destroem Wizards sem Luka

    LeBron empata recorde histórico e Lakers destroem Wizards sem Luka

    Olha, eu já vi muita coisa na NBA, mas LeBron James aos 41 anos fazendo triple-double e empatando um recorde do Kareem? Isso é de outro planeta mesmo. Ontem à noite, o Rei comandou os Lakers numa vitória tranquila por 120-101 sobre o Washington Wizards, e de quebra ainda igualou Abdul-Jabbar em número de vitórias na carreira — 1.228 no total, contando playoffs.

    E o mais impressionante? Fez isso justamente no jogo em que Luka Dončić teve que cumprir suspensão por acumular 16 faltas técnicas na temporada. Sinceramente, eu achei que os Lakers iam sentir mais a ausência do esloveno, mas LeBron simplesmente decidiu que ia carregar o time nas costas.

    O show do LeBron desde o primeiro quarto

    21 pontos, 12 assistências e 10 rebotes — números que já viraram rotina pra ele, mas que continuam sendo absurdos pra qualquer padrão. E não foi só números frios não. O cara começou atacando a cesta desde os primeiros minutos, inclusive com duas enterradas de duas mãos que Austin Reaves serviu numa bandeja. Vocês viram as imagens? O homem voou como se tivesse 25 anos!

    Austin Reaves, aliás, teve uma noite excelente também: 19 pontos e 9 assistências. A dupla funcionou que foi uma beleza, e ainda teve Luke Kennard e Jaxson Hayes saindo do banco pra contribuir com 19 pontos cada um.

    Wizards até tentaram, mas…

    Olha, os Wizards até começaram bem — terminaram o primeiro quarto na frente por um ponto. Mas aí que mora o perigo de enfrentar LeBron motivado. Hayes fechou uma sequência de 11-0 no segundo quarto que praticamente definiu a parada, e os Lakers foram pro intervalo com 21 pontos de vantagem.

    Will Riley (20 pontos) e Justin Champagnie (18) até tentaram reagir pelos visitantes, mas não teve jeito. Washington tá numa situação complicada mesmo — 19 derrotas nos últimos 20 jogos. É de dar dó.

    Esse foi o 12º triunfo dos Lakers nos últimos 13 jogos, e eles chegaram a 7-6 sem Luka nesta temporada. Não tá mal não, considerando que estamos falando do cara que é praticamente o motor do time quando tá em quadra.

    A única coisa que faltou foi os Lakers confirmarem matematicamente a vaga nos playoffs, mas isso só não rolou porque o Phoenix ganhou do Memphis por 131-105. Questão de tempo mesmo — deve sair nos próximos jogos.

    E aí, pessoal, o que acharam dessa exibição do LeBron? O cara realmente não tem idade pra parar, né?

  • Edwards voltou, mas perdeu o início por causa do… banheiro!

    Edwards voltou, mas perdeu o início por causa do… banheiro!

    Gente, só o Anthony Edwards mesmo para fazer a volta dele dessa forma. O cara estava na escalação titular dos Timberwolves contra o Dallas, foi anunciado pro público e tudo mais, mas simplesmente sumiu na hora do tip off. Mike Conley teve que entrar no lugar dele.

    Onde estava o Ant? Bom, digamos que “a natureza chamou”, nas palavras do técnico Chris Finch. Edwards só apareceu na quadra depois de 2 minutos e 1 segundo de jogo já rolando. Pelo menos foi honesto: “O Mike me salvou”, disse ele sorrindo.

    Volta em grande estilo

    Mas olha, depois que entrou foi só alegria. Edwards fez 17 pontos em 23 minutos saindo do banco, e os Wolves atropelaram Dallas por 124 a 94. Na minha opinião, dá pra ver que ele estava com saudade mesmo — disse que estava “miserável” fora das quadras e se sentindo “como uma criança numa loja de doces” ao voltar.

    O técnico Chris Finch ficou babando: “Ant foi incrível, cara. A defesa dele foi excepcional. Deixou o jogo vir naturalmente para ele. Ficou agressivo. Tomou decisões mais rápidas. E as coisas pareceram meio fáceis para ele como resultado.”

    Corrida contra o tempo pelo All-NBA

    Agora vem a parte séria. Edwards ficou seis jogos fora por dores no joelho direito, e para conseguir uma vaga no All-NBA, ele precisa jogar TODOS os oito jogos restantes da temporada. É meio tenso, né?

    O cara tem média de 29.5 pontos por jogo (recorde na carreira) em 35.5 minutos, e já ficou em 7º lugar na votação de MVP nas duas últimas temporadas. Edwards já jogou 58 partidas, mas aqueles 3 minutos e 8 segundos contra Indiana em outubro nem contam para os registros da NBA.

    E pra complicar ainda mais a situação dos Wolves, Jaden McDaniels vai ficar semana-a-semana fora. Ressonância mostrou tendinopatia na patela do joelho esquerdo e contusão óssea. O cara estava numa temporada incrível com 14.8 pontos de média (também recorde pessoal).

    Vocês acham que Edwards consegue essa corrida contra o tempo para o All-NBA? Sinceramente, se ele conseguir se manter saudável, acho que rola. O talento tá ali, é só não fazer mais nenhuma “paradinha” no banheiro na hora do jogo!

  • Mazzulla chama prêmio de Técnico do Ano de ‘estúpido’ – e tem razão?

    Mazzulla chama prêmio de Técnico do Ano de ‘estúpido’ – e tem razão?

    Olha, eu já esperava algo assim do Joe Mazzulla, mas mesmo assim ele conseguiu me surpreender. O técnico do Celtics simplesmente detonou o prêmio de Técnico do Ano da NBA, chamando de “estúpido” e dizendo que nem deveria existir. E sabe o que é mais engraçado? Ele é um dos favoritos para ganhar o troféu este ano.

    “Eu não preciso disso, acho que é um prêmio estúpido”, disse Mazzulla com aquela cara de paisagem dele. “Eles não deveriam ter isso, é mais sobre os jogadores e o trabalho que a comissão técnica faz. É simples assim, eu realmente não quero mais ser perguntado ou falar sobre isso de novo. É simplesmente idiota. Os jogadores jogam, a comissão técnica trabalha pra caramba e eu sou grato por tê-los.”

    O cara que não quer reconhecimento está dominando

    A ironia toda é que Mazzulla tem a segunda melhor odd (+280) para levar o prêmio, perdendo só para JB Bickerstaff do Pistons. Vocês conseguem imaginar ele ganhando e tendo que fazer um discurso? Cara, seria épico demais. Aposto que ele pegaria o troféu e entregaria pro gandula mais próximo só de sacanagem.

    E olha, por mais que ele odeie esse tipo de coisa, o mérito está aí. O Celtics tem mais de 50 vitórias numa temporada em que todo mundo achava que eles iam ser coadjuvantes por causa da lesão no Aquiles do Jayson Tatum. Mas aqui estamos no final de março, com Boston tendo o segundo melhor record do Leste.

    Mazzulla sendo Mazzulla

    Sinceramente acho que ele tem um ponto. Esses prêmios individuais no basquete são meio complicados mesmo – é um esporte coletivo, monstro. O técnico só funciona se os jogadores comprarem a ideia e se o staff todo estiver alinhado.

    Mas vamos combinar: seria hilário demais ver como ele reagiria ganhando o prêmio. Provavelmente falaria “obrigado” e sairia de cena. Típico Mazzulla – o cara que levou o Celtics ao título em 2024 e agora está fazendo mágica com Tatum voltando das lesões.

    E aí, vocês acham que ele tem razão sobre o prêmio ser desnecessário, ou é só mais uma das provocações clássicas dele?

  • Hawks humilham Celtics em casa e fazem 13ª vitória seguida

    Hawks humilham Celtics em casa e fazem 13ª vitória seguida

    Cara, que surra foi essa que o Hawks aplicou no Celtics ontem! 112 a 102 em Atlanta, numa partida que foi muito mais fácil do que o placar sugere. E olha, três dias depois de perder pra Boston jogando fora, eles foram lá e deram o troco em casa mesmo.

    Onyeka Okongwu e Jalen Johnson foram os protagonistas da noite, cada um com 20 pontos. O Okongwu ainda pegou 10 rebotes (double-double clássico), enquanto o Johnson foi mais longe: 20 pontos, 12 rebotes. E pasmem — esse foi o 45º double-double do Johnson na temporada. Quarenta e cinco! O cara tá numa temporada absurda.

    O terceiro período que definiu tudo

    O primeiro tempo foi equilibrado pra caramba, com 10 empates e nove trocas de liderança. Terminou 54 a 54 depois que o Nickeil Alexander-Walker acertou uma bomba de 27 pés no finalzinho. Mas aí veio o terceiro período…

    36 a 22 pro Hawks no terceiro quarto. Trinta e seis a vinte e dois! Foi uma aula de basquete que os caras aplicaram. Boston simplesmente não conseguiu responder à intensidade de Atlanta, que abriu 14 pontos de vantagem entrando no último período.

    Os Celtics até tentaram uma reação no final — chegaram a diminuir de 21 para 8 pontos nos últimos dois minutos. Mas Johnson e Alexander-Walker foram lá na linha de lance livre e mataram o jogo nos minutos finais.

    Jaylen Brown lutou sozinho

    Do lado de Boston, o destaque foi Jaylen Brown, que voltou depois de ficar duas partidas fora. O cara fez 29 pontos e 10 rebotes, praticamente carregou o time nas costas. Luka Garza também colaborou com 20 pontos e 9 rebotes.

    Mas senti falta do Jayson Tatum, que ficou no banco por “gestão de lesão” — aquela coisa de poupar o cara pra não forçar. Na partida de sexta passada, Tatum tinha feito 26 pontos. Fez falta, não tem como negar.

    E vocês viram que o Hawks recuperou todo mundo pro jogo de ontem? Dyson Daniels, Okongwu e Jonathan Kuminga voltaram depois de ficarem fora contra o Kings. O Daniels ainda contribuiu com 18 pontos, 5 rebotes, 5 assistências e 2 roubos de bola.

    Agora é esperar pra ver se o Hawks mantém essa pegada em Orlando na quarta, enquanto os Celtics vão enfrentar o Miami. Sinceramente? Depois dessa exibição, acho que Atlanta tá encontrando seu ritmo no momento certo da temporada.

  • Booker meteu 36 pontos e os Suns destruíram Memphis por 26

    Booker meteu 36 pontos e os Suns destruíram Memphis por 26

    Cara, o Devin Booker simplesmente resolveu dar um show em Memphis ontem à noite. 36 pontos com um aproveitamento absurdo de 16/24 nos arremessos — isso é quase 67% de aproveitamento, gente. Os Suns passaram o rodo nos Grizzlies por 131-105, e foi uma daquelas noites que você lembra porque o Book é um dos cestinhas mais mortais da liga.

    O que mais me impressionou? O cara enterrou uma bola de 3 direto no buzzer do terceiro quarto. Imagina a cena: final de período, pressão total, e o maluco simplesmente manda ver de longe. Pura frieza.

    O momento que definiu o jogo

    A virada mesmo veio no último quarto. Memphis ainda estava respirando no pescoço — GG Jackson até empatou o jogo em 91-91 com uma enterrada linda. Mas aí que os Suns mostraram porque são um time perigoso quando estão ligados.

    Rasheer Fleming pegou um rebote ofensivo e converteu a segunda chance. Oso Ighodaro meteu uma enterrada. Collin Gillespie (que aliás fez 11 pontos só no último quarto) cravou uma bola de 3 e ainda emendou um arremesso de meia distância. Jordan Goodwin roubou uma bola e serviu Ryan Dunn numa bandeja rápida.

    Resultado? Uma sequência de 11-0 que quebrou o jogo. Sinceramente, quando você vê essas corridas, percebe a diferença entre um time que quer ganhar e outro que está apenas competindo.

    Phoenix mostrou que pode ser perigoso

    O que mais me chama atenção nessa vitória é como os Suns distribuíram bem o jogo. Jalen Green contribuiu com 21 pontos — o garoto está crescendo no momento certo da temporada. E olha só essa estatística: 50.5% nos arremessos de quadra e 17 bolas de 3 convertidas. Quando um time acerta 17 triplos, é muito difícil de parar.

    Memphis até tentou reagir com Tyler Burton (17 pontos) e Cam Spencer (16), mas não teve jeito. GG Jackson e Jahmai Mashack fizeram 14 cada, mas a diferença de profundidade do elenco ficou clara nos momentos decisivos.

    E aí, vocês acham que esse Phoenix pode incomodar nos playoffs? Porque com Booker nesse nível e o time todo contribuindo, eles têm tudo para ser aquele adversário que ninguém quer pegar na primeira rodada.

    Próximos jogos: Suns visitam Orlando amanhã, enquanto Memphis recebe o Knicks na quarta. Vai ser interessante ver se conseguem manter essa consistência em jogos consecutivos.

  • Heat vira no final e atropela os Sixers com show de Herro e Bam

    Heat vira no final e atropela os Sixers com show de Herro e Bam

    Cara, que jogaço do Miami Heat ontem à noite! Tyler Herro simplesmente resolveu destruir tudo no final e comandou uma virada espetacular contra o Philadelphia 76ers, vencendo por 119-109. O cara meteu 30 pontos e mostrou porque é um dos mais clutch da liga.

    Mas não foi só o Herro não — Bam Adebayo também fez a sua parte com 23 pontos e 16 rebotes. Double-double absurdo do pivô, que tá mostrando consistência demais nessa reta final da temporada regular.

    Sequência final monstruosa

    O que mais me impressionou foi aquela sequência de 14-0 nos momentos finais. Sinceramente, quando vi o placar meio apertado, pensei “lá vamos nós de novo com o Heat sofrendo”. Mas não — eles simplesmente ligaram o modo playoff e meteram essa parcial que decidiu o jogo.

    Pelle Larsson também merece destaque: 20 pontos e 10 rebotes (recorde pessoal). O moleque tá evoluindo demais e pode ser uma peça importante nessa reta final. Miami tá na nona colocação do Leste, praticamente empatado com o Orlando Magic na oitava posição.

    Sixers com boa performance, mas não foi suficiente

    Do lado de Philadelphia, Joel Embiid fez os seus 26 pontos, mas faltou aquela pegada final que decide jogos. Tyrese Maxey teve uma noite completa com 23 pontos, 9 assistências e 7 rebotes — estatística de All-Star mesmo. Paul George contribuiu com 19 pontos, mas o time não conseguiu sustentar o ritmo quando o Heat apertou o cerco.

    Uma curiosidade: VJ Edgecombe, que é das Bahamas, teve uma torcida especial em Miami. Galera veio das ilhas só pra ver o moleque jogar e ficaram agitando bandeiras toda vez que ele fazia algo bom. Que atmosfera legal, né?

    Com essa vitória, o Heat mantém viva a esperança de sair da zona do play-in ou pelo menos garantir uma das duas primeiras posições dessa região — o que daria duas chances de classificação pros playoffs. Vocês acham que o time do Erik Spoelstra consegue essa façanha? Eu tô começando a acreditar, viu…

  • Edwards volta e Wolves fazem massacre histórico nos Mavs

    Edwards volta e Wolves fazem massacre histórico nos Mavs

    Cara, que sacolejada foi essa? Os Timberwolves simplesmente destruíram os Mavericks ontem à noite em Dallas, 124-94. E olha que não foi nem apertado — foi um massacre mesmo.

    Julius Randle, que é de Dallas, chegou em casa e meteu 24 pontos. Imagina a sensação de voltar na sua cidade natal e fazer isso? O cara deve ter dormido sorrindo. Mas a grande notícia mesmo foi o retorno do Anthony Edwards após seis jogos fora.

    Ant voltou com tudo (mesmo saindo do banco)

    Edwards estava escalado como titular, mas chegou atrasado na quadra e acabou entrando só depois de dois minutos. Mike Conley assumiu o lugar dele no começo. Mesmo assim, Ant fez seus 17 pontos saindo do banco. Nada mal pra quem estava parado há um tempão, né?

    E tem um detalhe interessante: Edwards precisa jogar TODOS os jogos restantes da temporada pra bater o mínimo de 65 jogos e ser elegível pro All-NBA. Pressão zero, imagina.

    Ayo Dosunmu foi outro que brilhou. O cara que veio do Chicago fez seu primeiro triple-double como jogador dos Wolves: 16 pontos, 15 rebotes e 12 assistências. Triple-double completo, monstro!

    Mavs em crise total — situação tá feia mesmo

    Do outro lado, sinceramente, tá difícil ver os Mavericks assim. Eles perderam os últimos 13 jogos em casa. Treze! É o pior jejum da história do American Airlines Center, que já tem 25 anos.

    Daniel Gafford foi o cestinha dos Mavs com 21 pontos, mas não deu nem pra disfarçar. Cooper Flagg, o rookie sensação, fez apenas 12 pontos com 5/19 nos arremessos. Começou 1/10 — deve ter sido frustrante demais.

    Os Wolves (46-29) assumiram sozinhos a quinta posição no Oeste, meio jogo à frente do Houston que não jogou. Já os Mavericks… bem, 24-51 e caminhando pro lottery. A diferença foi gritante.

    Minnesota abriu 23-10 ainda no primeiro quarto com uma sequência de 19-2 e nunca mais foi ameaçado. No último quarto chegaram a ter 33 pontos de vantagem. Foi humilhação mesmo.

    E aí, vocês acham que os Wolves conseguem manter esse ritmo nos playoffs? Com Edwards voltando forte e Randle jogando assim, eles podem incomodar qualquer um no Oeste.

  • Mazzulla detona prêmio de Treinador do Ano: ‘É estúpido’

    Mazzulla detona prêmio de Treinador do Ano: ‘É estúpido’

    Olha, eu já vi técnico humilde, mas o Joe Mazzulla dos Celtics conseguiu elevar isso a outro nível. O cara é cotado pra levar o prêmio de Treinador do Ano e simplesmente mandou a real: “Eu acho que é um prêmio estúpido. Eles não deveriam ter isso.”

    Monstro, né? Em pleno 2024, com todo mundo politicamente correto, o Mazzulla vai lá e fala que não quer nem conversar sobre o assunto. E o melhor — ou pior, dependendo do seu ponto de vista — é que ele tem razão de sobra pra estar na disputa.

    Os números não mentem

    Cara, os Celtics estão com a quinta temporada consecutiva de 50+ vitórias. Isso mesmo, QUINTA seguida. E olha que não foi moleza não — eles perderam peças importantes no verão e ainda tiveram que lidar com o Jayson Tatum machucado boa parte da temporada com lesão no tendão de Aquiles.

    Mesmo assim, lá estão eles na segunda colocação do Leste. Sinceramente, acho que é trabalho pra Treinador do Ano mesmo, mas o próprio cara não quer saber disso.

    “Não preciso disso”, disse Mazzulla na coletiva. “É mais sobre os jogadores. É mais sobre o trabalho que a comissão técnica faz. É simples assim. Nunca mais quero ser perguntado ou falar sobre isso de novo. É só estúpido mesmo.”

    Reconhecimento dos colegas de profissão

    Enquanto o Mazzulla tá jogando o prêmio no lixo, os outros técnicos da liga reconhecem o trabalho dele. O Quin Snyder, técnico do Hawks, foi só elogios:

    “Sempre que seu elenco muda, quando você perde um jogador do calibre do Jayson Tatum, você se ajusta. O que o Joe fez foi descobrir uma maneira de jogar que maximiza a personalidade que eles têm.”

    E é verdade mesmo. Não é qualquer um que mantém um time competitivo depois de uma reformulação e ainda com o principal craque no departamento médico. O cara pegou as peças que tinha e fez funcionar — e funcionar bem.

    Vocês acham que ele tá certo em menosprezar o prêmio assim? Ou é só jeito de falar mesmo? Porque uma coisa é ser humilde, outra é chamar a premiação de “estúpida” na cara dura (risos). Mas, olha, pelo menos sabemos que se ele ganhar, vai ser o discurso mais sincero da história dos prêmios da NBA.

  • JJ Redick não tem dúvida: Luka merece ser MVP da NBA

    JJ Redick não tem dúvida: Luka merece ser MVP da NBA

    Olha, eu sempre achei que o JJ Redick era um cara inteligente quando jogava, mas agora como técnico dos Lakers ele tá mostrando que entende muito de basquete mesmo. E dessa vez ele falou uma verdade que precisava ser dita: Luka Dončić deveria ser o MVP desta temporada.

    “Se continuarmos a terminar a temporada do jeito que estamos jogando agora, e ele continuar jogando assim — para mim, ele é o MVP”, disse Redick antes do jogo contra o Washington Wizards na segunda-feira.

    E cara, os números do esloveno são simplesmente absurdos. Desde 28 de fevereiro, o monstro tá fazendo média de 36.5 pontos com 49.3% de aproveitamento (39% de três), 8.1 rebotes, 7.1 assistências e 2.3 roubos de bola. Resultado? Lakers com 14 vitórias em 16 jogos. É muita pancada.

    Os números não mentem

    Redick destacou que quando o time começou a temporada com 15-4, já dava pra falar em MVP. “Ele foi o MVP em dois dos três segmentos da temporada”, completou o técnico. E não é papo furado não — desde 18 de janeiro, os Lakers têm 24-10, segundo melhor aproveitamento da liga no período.

    O mais impressionante? Luka tá liderando a NBA em pontuação com 33.7 por jogo (melhor da carreira dele), é primeiro em jogos com 40+ pontos (15 vezes) e com 30+ pontos (43 vezes). Terceiro em assistências com 8.2 por partida. E ainda tem gente que duvida?

    A injustiça histórica com Luka

    Sinceramente, é de doer o coração ver como o cara nunca ganhou um MVP. Olha só o histórico: 3º lugar em 2023-24, 8º em 2022-23, 5º em 2021-22, 6º em 2020-21, 4º em 2019-20. Sempre ali, sempre sendo ignorado.

    Depois de fazer 60 pontos contra o Miami Heat, perguntaram sobre o MVP e ele foi direto: “Vocês da mídia é que votam. Eu não tenho nada a ver com isso.” Cara desencanado, deixando a bola falar por si só.

    E sabe o que é mais legal? Redick elogiou a forma física do Luka, dizendo que tá no melhor shape desde os primeiros anos de carreira. “Ele é o motor que move todas as nossas vitórias”, definiu o técnico.

    Vocês acham que finalmente é a vez do Luka? Porque na minha opinião, se os Lakers mantiverem esse ritmo e chegarem como segundo ou terceiro colocado no Oeste, vai ser muito difícil negar o prêmio pra ele. Os números estão aí, o time tá voando, e a narrativa é perfeita.

    Única coisa que pode atrapalhar é essa mania que a mídia americana tem de sempre arranjar uma desculpa pra não dar o MVP pro cara. Mas dessa vez, cara… dessa vez pode ser diferente.