Tag: All-NBA

  • Magic quebra jejum com vitória suada sobre os Suns de Booker

    Magic quebra jejum com vitória suada sobre os Suns de Booker

    Olha, eu não esperava que o Magic ia conseguir quebrar essa sequência horrível, mas eles foram lá e venceram os Suns por 115-111 numa partida que foi muito mais dramática do que deveria ser.

    Desmond Bane comandou a parada com 21 pontos, enquanto Jalen Suggs fez um daqueles jogos completos que a gente ama ver: 20 pontos, 8 rebotes e 7 assistências. Cara, o Suggs tá evoluindo demais nessa temporada, virou um jogador completamente diferente.

    Devin Booker quase estraga tudo

    Do lado dos Suns, o Devin Booker fez o que sempre faz — marcou 34 pontos e quase arrancou a vitória sozinho. O maluco acertou uma bomba de três pontos faltando apenas 3,1 segundos pro fim, deixando o jogo em apenas dois pontos de diferença. Meu coração não aguenta essas emoções.

    Sorte que o Tristan da Silva foi na linha de lance livre e converteu os dois arremessos que selaram a vitória. Ufa!

    Paolo Banchero fazendo o básico bem feito

    O Paolo teve mais uma noite sólida: 19 pontos, 9 rebotes e 8 assistências. Quase um triple-double! O garoto tá cada vez mais maduro, assumindo a responsabilidade quando o jogo aperta. E olha que o Magic cometeu absurdos 25 turnovers — imagina se tivessem cuidado melhor da bola?

    Wendell Carter Jr. também deu sua contribuição com 15 pontos e 12 rebotes. Double-double básico, mas essencial.

    Uma curiosidade: Dillon Brooks voltou a jogar depois de quebrar a mão num jogo contra… o próprio Magic! O cara voltou meio nervoso, levou um técnico logo com 1m29s de jogo e terminou com apenas 9 pontos em 22 minutos cheios de faltas.

    Sinceramente, essa vitória pode ser o que o Magic precisa pra ganhar confiança. Eles só tinham vencido uma das últimas nove partidas — números de time brigando pra não ir pro play-in. Mas quando você tem talento como Banchero, Suggs e agora o Bane contribuindo, sempre pode dar zebra.

    E vocês, acham que o Magic consegue embalar e brigar por uma vaga melhor nos playoffs? Ou foi só mais uma vitória isolada?

  • Amar’e Stoudemire e Doc Rivers no Hall da Fama? Era hora!

    Amar’e Stoudemire e Doc Rivers no Hall da Fama? Era hora!

    Olha só que notícia chegou aqui no Sexto Homem! A classe de 2026 do Basketball Hall of Fame já tem seus principais nomes confirmados, e cara… que lineup absurdo. Amar’e Stoudemire, Doc Rivers, Candace Parker e Mark Few vão entrar pro panteão do basquete.

    Sinceramente? Era mais que hora do Stoudemire ser reconhecido. O cara foi um MONSTRO naqueles Suns revolucionários dos anos 2000. Lembram do “Seven Seconds or Less”? Aquele basquete frenético que mudou a NBA pra sempre? O Amar’e era peça fundamental ali, fazendo dupla mortal com o Steve Nash.

    O legado do Stoudemire que muita gente esquece

    Drafted em 9º lugar em 2002, direto do ensino médio (época em que isso ainda rolava), Stoudemire virou All-Star cinco vezes em Phoenix. E olha, não eram seleções de “ah, sobrou uma vaga”. O cara MERECIA estar lá. Aquelas enterradas dele eram de outro mundo – literalmente voava na quadra.

    Claro que a passagem pelo Knicks não foi o que esperávamos. As lesões acabaram com muito do atleticismo dele, mas mesmo assim conseguiu mais uma seleção pro All-Star Game. E vocês sabiam que ele ainda tentou uma no Heat em 2016? Guerreiro até o fim.

    Doc Rivers: números que impressionam

    Agora o Doc Rivers… cara, 1.191 vitórias como técnico! É o sexto na história da NBA. E aquele título dos Celtics em 2008? Que jogaço foi aquela final contra os Lakers. Paul Pierce, KG, Ray Allen… que time era aquele, meu Deus.

    “Significaria tudo pra mim”, disse o Rivers essa semana. E olha, dá pra sentir a emoção nas palavras dele. O cara falou que recebeu centenas de ligações de ex-jogadores depois da indicação – até de caras que ele achava que não gostavam mais dele. Isso mostra o respeito que ele conquistou ao longo da carreira.

    E aí, pessoal do Sexto Homem, vocês acham que essa classe de 2026 tá no nível? Na minha opinião, tanto o Stoudemire quanto o Rivers mereciam ter entrado antes. Mas melhor tarde do que nunca, né?

    O anúncio oficial da classe completa rola no sábado, durante o Final Four. Vamos ficar de olho porque sempre tem surpresas nessas cerimônias. E uma coisa é certa: essa turma vai deixar saudade nos discursos de posse!

  • Nets vs Hornets: LaMelo Ball e Miller querem vaga nos playoffs

    Nets vs Hornets: LaMelo Ball e Miller querem vaga nos playoffs

    Olha só que duelo interessante temos hoje: Charlotte Hornets visitam o Brooklyn Nets no Barclays Center, e sinceramente, essa partida tem tudo pra ser mais disputada do que o esperado.

    Os Hornets (39-36) estão brigando pra caramba por uma vaga nos playoffs — quarta posição na divisão não é nada mal, mas a Conferência Leste tá pegando fogo. Do outro lado, o Nets (18-57) tá tendo uma temporada pra esquecer, mas conseguiu quebrar uma sequência de derrotas recentemente. E detalhe: a série entre os times tá empatada 1-1. Ou seja, vale tudo hoje.

    O show de LaMelo Ball contra a juventude do Brooklyn

    Cara, ver o LaMelo Ball jogando é sempre um espetáculo. O cara tá fazendo uma temporada monstro: 19.7 pontos e 7.0 assistências por jogo. Junto com Brandon Miller (20.3 pontos), eles formam uma dupla que pode explodir a qualquer momento. Miller virou um cestinha mesmo, evoluiu demais.

    Do lado do Nets, a situação é complicada sem o Michael Porter Jr., mas o Ziaire Williams tá aproveitando a oportunidade. Nas últimas cinco partidas, o cara tá fazendo mais de 17 pontos por jogo. Nada mal pra quem tá assumindo responsabilidade maior. E olha que interessante: os garotos Nolan Traore e Ben Saraf vão ter que mostrar serviço contra uma defesa experiente.

    O fator garrafão pode decidir

    Moussa Diabate vai ser fundamental pros Hornets no rebote. O Brooklyn tem sofrido demais na consistência do garrafão, e isso pode ser decisivo. Grant Nelson vai ter que fazer hora extra na proteção do aro, porque o ataque de Charlotte é bem agressivo.

    Na minha opinião, os Hornets levam essa. Eles têm muito mais a perder — playoff spot não é brincadeira. O Nets até pode incomodar jogando em casa, mas a diferença de elenco é grande demais.

    Vocês acham que o Brooklyn consegue surpreender? Eu não duvido de nada nessa NBA maluca.

    Onde assistir e apostas

    O jogo começa às 20h30 (horário de Brasília) e vai passar nos canais locais. Pras apostas, Charlotte é favorito por 8.5 pontos — parece razoável considerando o momento dos times.

    Minha previsão: Hornets 112 x 101 Nets. LaMelo e Miller fazem a diferença no segundo tempo.

  • Pistons x Raptors: duelo pelo playoff que pode definir tudo

    Pistons x Raptors: duelo pelo playoff que pode definir tudo

    Cara, que jogo temos pela frente nesta terça-feira! Os Detroit Pistons recebem o Toronto Raptors no Little Caesars Arena, e olha, não é qualquer partida não. Estamos falando de um confronto direto que pode mexer com toda a classificação do playoff na Conferência Leste.

    Os Pistons estão voando com 54 vitórias e apenas 21 derrotas — quem diria que veríamos Detroit brigar pelo primeiro seed geral da liga? Do outro lado, os Raptors (42-32) fizeram uma segunda metade de temporada absurda e agora querem garantir uma boa posição pra pós-temporada.

    O que torna esse jogo especial

    A série entre os times está empatada em 1-1, então hoje é literalmente o “vale tudo” do confronto direto. E que confronto de estrelas, meu amigo!

    Detroit vem com a dupla Cade Cunningham e Jalen Duren mandando muito. O Cade tá numa temporada monstro com 23.4 pontos e 8.1 assistências por jogo — o garoto evoluiu demais. Já o Duren no garrafão é uma máquina: 11.8 rebotes por partida e impressionantes 62.8% de aproveitamento nos arremessos.

    Mas os Raptors não vieram pra passear. A chegada do Brandon Ingram no meio da temporada mudou completamente o time. Ele tá fazendo 20.5 pontos por jogo desde que chegou, formando uma dupla letal com Scottie Barnes (21.2 pontos, 8.4 rebotes). Sinceramente? Esse Toronto virou um dos times mais perigosos no contra-ataque.

    Onde o jogo vai se decidir

    Na minha visão, vai ser uma guerra no rebote. O Duren e Isaiah Stewart vão tentar dominar Jakob Poeltl e companhia no garrafão. Mas olha, os Raptors têm uma vantagem nas alas — esse comprimento deles pode incomodar muito o ataque dos Pistons.

    O rookie Collin Murray-Boyles dos Raptors vai ter um teste de fogo contra a defesa veterana de Detroit. E vocês acham que ele aguenta a pressão?

    As odds colocam Detroit como favorito por 2.5 pontos, o que faz sentido jogando em casa com esse retrospecto absurdo. Mas cara, Toronto com Ingram e Barnes pode surpreender qualquer um — eles têm aquele fator “time jovem sem nada a perder”.

    O over/under tá em 219.5 pontos, mas eu acho que vai ser um jogaço mais truncado. Defesas sólidas dos dois lados, muita intensidade de playoff… não me surpreenderia se ficasse abaixo dos 215.

    Onde assistir: O jogo rola às 21h (horário de Brasília) nos canais Bally Sports Detroit e Sportsnet, além do streaming pelo Fubo.

    Olha, eu não esperava ver Detroit brigando pelo topo da conferência no início da temporada, mas aqui estamos. E os Raptors provaram que nunca devemos subestimar a cultura de basquete de Toronto. Vai ser um jogaço!

  • Mavs x Bucks hoje: Flagg pode brilhar em jogo sem pressão

    Mavs x Bucks hoje: Flagg pode brilhar em jogo sem pressão

    Olha, vou ser sincero com vocês: não esperava estar falando sobre um Mavs x Bucks em março com os dois times praticamente eliminados dos playoffs. Mas é isso aí que temos hoje às 22h (horário de Brasília), no Fiserv Forum.

    Dallas está com 24-51 na temporada, Milwaukee com 29-45. Números que doem no coração de qualquer fã, mas calma — tem coisa interessante pra acompanhar nesse jogo.

    A ascensão meteórica de Cooper Flagg

    O grande destaque da noite é Cooper Flagg, o rookie dos Mavs que virou sensação depois da saída do Luka. Cara, esse moleque está fazendo números absurdos: 20.3 pontos, 6.5 rebotes e 4.3 assistências por jogo. Com 46.8% nos arremessos de quadra, ele está disparado na corrida pelo Rookie of the Year.

    Não vou mentir — quando soube que o Luka tinha saído de Dallas, pensei que seria um desastre total. Mas esse Flagg chegou chegando, sabe? É daqueles jogadores que você vê e já pensa: “esse vai longe”.

    Do outro lado, os Bucks estão se virando sem o Giannis (ainda machucado) e apostando na dupla Ryan Rollins e Kyle Kuzma. Rollins, inclusive, tem feito uma temporada interessante: 17 pontos e 5.6 assistências por jogo. Não são números de All-Star, mas pra um cara que muita gente nem conhecia direito…

    A batalha tática que pode definir tudo

    Aqui é onde fica interessante do ponto de vista tático. Milwaukee está arrebentando de três — são o 5º melhor time da liga nos arremessos do perímetro. E olha que isso é com um elenco meio bagunçado!

    Dallas vai tentar responder com Klay Thompson, que mesmo veterano ainda é um monstro de longe (41.5% nos três pontos). O problema é que a defesa perimetral dos Mavs anda inconsistente pra falar pouco.

    Myles Turner vai ser crucial defendendo o garrafão contra o ataque de transição de Dallas, que adora correr. E vocês sabem como é — quando os times não têm mais nada a perder, o jogo fica solto e os pontos aparecem.

    Vale a pena assistir?

    Sinceramente? Vale sim. Jogos assim, sem pressão de playoffs, às vezes rendem os melhores espetáculos. Os caras jogam mais relaxados, arriscam mais jogadas, e sempre tem alguma pérola escondida pra descobrir.

    Além disso, ver o Flagg jogando é praticamente obrigatório agora. O moleque pode facilmente fazer um triple-double hoje — e olha que não é papo furado não.

    As odds estão praticamente empatadas (Dallas -1), o que mostra que realmente pode dar zebra. Milwaukee em casa, com a torcida empurrando e um time que sabe atirar de três… eu não descarto uma surpresa.

    E aí, vocês acham que o Flagg consegue manter o ritmo de candidato a Rookie of the Year? Ou os Bucks vão dar o troco em casa mesmo desfalcados?

  • Mobley virou monstro depois que Atkinson meteu o dedo na ferida

    Mobley virou monstro depois que Atkinson meteu o dedo na ferida

    Cara, 34 pontos e 17 rebotes. Evan Mobley simplesmente destruiu o Utah Jazz ontem à noite e tá provando que às vezes um puxão de orelha é exatamente o que um jogador precisa.

    O pivô do Cleveland Cavaliers teve sua melhor noite na temporada, acertando absurdos 15 de 21 arremessos — todos de dentro do garrafão. Nove enterradas e quatro bandejas. O cara virou uma máquina de destruição perto da cesta.

    A conversa que mudou tudo

    E a história por trás dessa explosão é até poética. Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, teve uma conversa bem direta com Mobley durante o All-Star break. Basicamente mandou o cara ir pra casa, trabalhar e voltar pistola por ter ficado de fora do jogo das estrelas.

    “Eu disse pra ele voltar do All-Star break com sede de vingança”, contou Atkinson. “Lesões, início ruim de temporada, não foi pro All-Star… cara, usa isso tudo como combustível.”

    E funcionou. Mobley não fez drama, entendeu o recado na hora. “Foi uma conversa simples sobre usar isso como motivação e saber o valor que eu trago pro time”, disse o pivô.

    Os números não mentem

    Desde que voltou do All-Star break, Mobley tá jogando em outro nível: 19,7 pontos por jogo com 62,2% de aproveitamento. Quase 10 rebotes e 1,5 toco por partida. Cleveland marca quase 7 pontos a mais a cada 100 posses quando ele tá em quadra.

    O mais legal? James Harden chegou há sete semanas e já é o cara que mais assiste Mobley nas jogadas. A química entre os dois tá funcionando perfeitamente.

    “Ele tem que ser um dos melhores pivôs da liga desde o All-Star break”, disse Atkinson. E olha, eu concordo totalmente com o técnico.

    Vocês acham que Mobley vai manter esse nível nos playoffs? Porque se continuar assim, Cleveland pode fazer barulho na pós-temporada mesmo.

  • Brunson e Tatum disputam prêmio de melhor companheiro da NBA

    Brunson e Tatum disputam prêmio de melhor companheiro da NBA

    Olha só que legal: a NBA divulgou os 12 finalistas pro prêmio Twyman-Stokes de Melhor Companheiro do Ano da temporada 2024-25. E cara, que lista interessante saiu dessa vez!

    Pra quem não conhece, esse é aquele prêmio que reconhece o jogador que mais exemplifica o jogo coletivo, liderança dentro e fora de quadra, mentoria com os mais novos e dedicação total ao time. Basicamente, o cara que todo mundo quer ter no vestiário.

    Os favoritos do Leste

    Do Leste, temos nomes pesados como Jalen Brunson do Knicks – e sinceramente, esse cara merece demais. Desde que chegou em Nova York tem sido um líder nato, sempre colocando o time na frente dos holofotes pessoais. Jayson Tatum do Celtics também tá na lista, o que meio que me surpreende considerando algumas polêmicas da temporada, mas o cara realmente cresceu como líder.

    Outros nomes interessantes incluem Jrue Holiday no Portland (esse aí é unanimidade onde passa), Marcus Smart agora no Lakers (levou a cultura Celtics pra LA), e veteranos como Pat Connaughton no Charlotte e Garrett Temple no Toronto.

    Oeste com surpresas

    Do Oeste, a lista tá mais enxuta mas com algumas surpresas. De’Aaron Fox agora no Spurs é uma escolha óbvia – o cara sempre foi um líder vocal. Jeff Green no Houston continua sendo aquele veterano que todo jovem time precisa.

    Mas o que mais me chamou atenção foi DeAndre Jordan no Pelicans. Cara, esse homem tem 36 anos e ainda tá por aí sendo mentor dos mais novos. Respeito total. E Jaylin Williams no Thunder representa bem essa nova geração de jogadores que já pensa coletivo desde cedo.

    Vale lembrar que Stephen Curry ganhou esse prêmio na temporada passada – e olha, faz todo sentido. O cara é o exemplo perfeito de superstar que nunca perdeu a humildade.

    E aí, quem vocês acham que leva dessa vez? Na minha opinião, Brunson tem tudo pra levar, mas Jrue Holiday sempre é candidato forte nesses prêmios de caráter.

  • Brooks volta pros Suns depois de 18 jogos fora – que falta fez!

    Brooks volta pros Suns depois de 18 jogos fora – que falta fez!

    Olha, finalmente uma boa notícia pros Suns! Dillon Brooks tá de volta depois de ficar 18 jogos no departamento médico com uma fratura na mão esquerda. E cara, que falta ele fez…

    O negócio aconteceu lá no final de fevereiro, e desde então Phoenix ficou meio perdido sem o cara. Resultado? 9 vitórias e 9 derrotas sem ele. Ou seja, time de 0,500 — não é exatamente o que você quer quando tá brigando por posição nos playoffs.

    A melhor temporada da carreira

    Antes da contusão, Brooks tava simplesmente voando. Sinceramente, eu não esperava que ele fosse render tanto assim em Phoenix. O cara tá fazendo a melhor temporada da carreira: 20,9 pontos por jogo com incríveis 44% de aproveitamento nos arremessos de quadra.

    Pra quem acompanha a NBA há tempo, sabe que Brooks sempre foi mais conhecido pela defesa chata que faz e pelas provocações. Mas esse ano? Monstro no ataque também. 3,7 rebotes por partida (recorde pessoal) e ainda rouba uma bola por jogo. Números que mostram como ele evoluiu seu jogo aos 28 anos.

    Timing perfeito pra volta

    A volta dele não podia ser em momento melhor. Os Suns tão numa briga danada por uma vaga melhor nos playoffs, e cada jogo conta nessa reta final. Ter Brooks de volta — especialmente numa terça-feira que é o segundo jogo consecutivo — é como ganhar um reforço no meio da temporada.

    E aí, vocês acham que Phoenix consegue embalar agora com o Brooks de volta? Porque vamos combinar: sem ele, o time ficou meio sem identidade defensiva. Agora é torcer pra mão estar 100% e ele voltar no mesmo nível que tava antes da lesão.

    Uma coisa é certa: a conferência Oeste tá um caos total, e qualquer peça que volta faz diferença. Brooks pode ser exatamente o que os Suns precisavam pra fazer barulho nos playoffs.

  • Masai Ujiri quer voltar pra NBA e ganhar outro anel de campeão

    Masai Ujiri quer voltar pra NBA e ganhar outro anel de campeão

    Cara, o Masai Ujiri não consegue ficar parado. O cara que trouxe o primeiro título da história pros Raptors em 2019 tá longe dos escritórios da NBA, mas definitivamente não tá de férias. Agora ele entrou no grupo de investidores do Toronto Tempo, que vai estrear na WNBA, mas o que chamou mesmo atenção foi ele cravar: quer voltar pra NBA pra ganhar outro campeonato.

    “Eu tenho passado muito tempo estudando nosso jogo, a NBA, analisando tendências e o que podemos estar perdendo ao estudar outras ligas”, disse Ujiri. E olha só a motivação dele: “Um dos meus principais objetivos é ganhar outro campeonato. Quero ganhar com o Tempo, e quero outro título na NBA porque não consegui celebrar e ficar feliz por causa daquele incidente com a polícia que aconteceu comigo.”

    A celebração que nunca aconteceu

    Pra quem não lembra (ou tenta esquecer), quando os Raptors conquistaram aquele título histórico em 2019, o Ujiri foi impedido de entrar na quadra pra comemorar com o time por um segurança no Oracle Arena. Um absurdo total. Rolou processo de ambos os lados, que depois foram retirados, mas a marca ficou.

    “Tem uma fome em mim por causa do que aconteceu”, explicou o executivo. “Quero ganhar de novo para poder realmente aproveitar.”

    Sinceramente? Dá pra entender a frustração do cara. Imagina trabalhar anos pra montar um time campeão, ver tudo dando certo, e na hora H você é barrado de celebrar com seus jogadores. Monstro de injusto.

    Construindo o futuro do basquete africano

    Enquanto planeja o retorno, Ujiri não tá parado. Além de levar os filhos pros treinos (coisa que todo pai conhece), ele tá tocando projetos gigantescos de infraestrutura esportiva na África.

    “Acabamos de completar a cidade esportiva em Ruanda e agora estou fazendo coisas com a ONU na região do Sahel. E vamos abrir na Guiné, Serra Leoa e Mauritânia em algumas semanas. Fizemos uma promessa de construir os complexos esportivos, e eles são absolutamente incríveis”, contou.

    O cara tá literalmente mudando o panorama do esporte no continente. Quem acompanha basquete sabe que a África tá produzindo cada vez mais talentos pra NBA, e muito disso tem a ver com esse tipo de investimento em estrutura.

    E aí, vocês acham que algum time vai dar uma chance pro Ujiri voltar? Com o currículo que ele tem — incluindo aquela troca histórica que trouxe o Kawhi Leonard pros Raptors —, eu apostaria que não vai demorar muito pra alguém bater na porta dele.

  • LeBron pode deixar os Lakers: 5 times na briga pelo Rei

    LeBron pode deixar os Lakers: 5 times na briga pelo Rei

    Gente, vocês viram isso? A ESPN foi lá e conversou com mais de uma dúzia de fontes da liga pra entender onde o LeBron James pode parar na temporada 2026-27. E olha, as opções são bem interessantes.

    O cara vai fazer 42 anos e ainda tem pelo menos cinco times de olho nele. Cinco! Isso é LeBron James sendo LeBron James, né?

    Lakers: o óbvio nem sempre é certeza

    Os Lakers vão ter uns 50 milhões de dólares livres no salary cap quando o salário monstro de 52,6 milhões do LeBron sair dos livros. A franquia quer ele de volta — óbvio —, mas tudo vai depender de quanto o Rei vai pedir.

    Sinceramente, depois de tudo que rolou nesses últimos anos em LA, eu não ficaria surpreso se ele quisesse uma mudança de ares.

    Cleveland: a volta pra casa faz sentido mesmo?

    Os Cavaliers aparecem como o que um executivo da Conferência Leste chamou de “encaixe mais limpo”. Cara, imagina o LeBron voltando pra Cleveland pela TERCEIRA vez? Seria meio surreal, mas ao mesmo tempo… faz sentido.

    A ideia seria um sign-and-trade envolvendo o Jarrett Allen — o LeBron ganharia uma grana boa e os Lakers pegariam um pivô que eles precisam desesperadamente. Win-win.

    “Sempre achei que fazia mais sentido ele voltar pra casa”, disse um scout do Oeste. E olha, não tá errado não.

    Warriors e Nuggets: as opções mais interessantes

    Golden State é pura química. O LeBron e o Curry viraram melhores amigos nas Olimpíadas de Paris, e o próprio Steve Kerr chamou aquilo de “bromance”. Soma isso ao Draymond Green, que é parceiro do LeBron há anos, e você tem uma combinação explosiva.

    Mas os Nuggets, cara… os Nuggets podem ser a jogada mais inteligente. Um executivo do Oeste mandou essa: “Quem é o único cara no nível do LeBron em QI de basquete na liga? Vai lá e se junta com esse cara.” Tava falando do Jokic, obviamente.

    LeBron e Jokic juntos seria meio injusto, não acham? Dois gênios do basquete no mesmo time aos 42 e 32 anos respectivamente.

    Os Knicks também aparecem na lista — o LeBron sempre disse que o Madison Square Garden é sua arena favorita, e a diretoria tem conexões pessoais com ele. Leon Rose já foi agente do LeBron, e o William Wesley conhece o cara desde adolescente.

    Mas será que vale a pena os Knicks mexerem no time que tá funcionando só pra trazer o LeBron?

    O que vocês acham? Onde faz mais sentido ele ir? Eu tô curioso pra ver se ele realmente vai ter coragem de sair de Los Angeles depois de tudo isso.