Tag: basquete universitário

  • Astro do Oregon vai pro portal: temporada desastrosa cobra seu preço

    Astro do Oregon vai pro portal: temporada desastrosa cobra seu preço

    Cara, quando penso no Oregon nessa temporada, só me vem uma palavra na cabeça: pesadelo. E agora veio a notícia que todo mundo já esperava mas ninguém queria ver confirmada — Jackson Shelstad vai entrar no portal de transferências em abril.

    Três temporadas em Eugene foram o suficiente pro armador que já foi considerado um dos top-50 recrutas do país. E olha, eu entendo completamente a decisão dele.

    A queda livre dos Ducks

    Vocês lembram do Oregon dos últimos dois anos? Duas aparições no March Madness, chegando até a segunda rodada nas duas vezes. O time tinha uma cara, tinha identidade. Shelstad era peça fundamental nisso tudo, comandando o ataque com aqueles 13.6 pontos de média na carreira.

    Só que aí veio 2024-25. Lesões. Muitas lesões.

    Shelstad conseguiu jogar apenas 12 partidas antes de parar de vez no dia 28 de dezembro — ironicamente numa vitória contra Omaha onde ele fez 13 pontos e pegou 4 rebotes. Parecia que as coisas podiam melhorar, mas não melhoraram. Nada melhorou.

    O colapso total

    Sem o seu principal armador, Oregon simplesmente desabou. A campanha terminou com 12 vitórias e 20 derrotas — a pior temporada dos Ducks desde 2008-09. Absurdo mesmo.

    O time que chegou a estar 6-6 (já meio vacilante) conseguiu vencer apenas 5 dos últimos 19 jogos. Cinco! É o tipo de coisa que você vê e pensa: “Mano, como chegamos nesse ponto?”

    Shelstad agora vai buscar um redshirt médico pela temporada encurtada, o que daria a ele mais dois anos de elegibilidade. E sinceramente? Ele vai ser um dos principais nomes do portal em 2026. Armador que acerta 35.2% das bolas de três e sabe distribuir o jogo (3.0 assistências de média) não fica sem casa muito tempo não.

    Reconstrução total à vista

    A saída do Shelstad significa uma coisa só para Oregon: reconstrução completa. Nate Bittle também já era (esgotou a elegibilidade), e uma galera importante como Kwame Evans Jr., Sean Stewart, Takai Simpkins e até o querido Wei Lin — que virou xodó da torcida com aqueles arremessos de três — estão na mira de outros times.

    É duro ver um programa que estava subindo ladeira acima de repente precisar começar do zero. Mas às vezes é isso mesmo — no esporte americano universitário, uma temporada pode mudar tudo.

    E vocês, acham que Shelstad fez a escolha certa? Onde será que ele vai parar?

  • UNC pode demitir Hubert Davis? Situação tá tensa em Chapel Hill

    UNC pode demitir Hubert Davis? Situação tá tensa em Chapel Hill

    Cara, que situação bizarra tá rolando em North Carolina. O técnico Hubert Davis pode estar com os dias contados depois de uma das maiores zebras que eu já vi na March Madness.

    Imagina a cena: os Tar Heels estavam ganhando por 19 pontos da VCU — um time que entrou como cabeça 11 no torneio. Aí do nada, perderam tudo. Foi a sexta maior virada da história do March Madness, mano. SEXTA maior! Isso não é nem azarar mais, é entregar de bandeja mesmo.

    Davis no olho do furacão

    Olha, eu sempre achei o Hubert um cara legal. Ex-jogador da casa, conhece a tradição… mas os números não mentem. Já são dois anos sem ganhar um jogo sequer no torneio da NCAA. Para uma marca como North Carolina, isso é inaceitável.

    A situação ficou ainda mais tensa quando cancelaram o programa de rádio dele que ia ao ar na segunda-feira. Quando técnico não aparece na mídia depois de uma eliminação dessas, já sabe né? A coisa tá feia.

    O diretor atlético Bubba Cunningham soltou aquela nota padrão: “Estamos avaliando todos os aspectos do programa”. Traduzindo: o cara tá na corda bamba.

    A novela que não acaba

    O que tá me irritando nessa história toda é como estão prolongando isso. O analista Seth Davis (não confundir com o técnico, claro) mandou a real no Twitter: deixar essa situação arrastar por tanto tempo não é justo com ninguém.

    Segundo ele, perguntaram pro Hubert se ele quer continuar e o cara respondeu “enfaticamente sim”. Mas convenhamos — que técnico vai falar que não quer continuar, né?

    Se for pra demitir, demite logo. Se for pra manter, anuncia de uma vez. Essa indefinição só prejudica a universidade, os jogadores e até mesmo o próprio Davis. Como ele vai recrutar ou preparar a próxima temporada com essa nuvem negra em cima da cabeça?

    E vocês, acham que North Carolina deve dar mais uma chance pro Hubert ou partir pra mudança? Eu sinceramente não sei se ele consegue reverter essa situação. A pressão em Chapel Hill é absurda, e duas temporadas seguidas sem vencer na March Madness é algo que poucos técnicos dos grandes programas sobrevivem.

    Uma coisa é certa: se rolar mudança, vai ser um dos empregos mais cobiçados do basquete universitário americano. UNC não é qualquer programa — é realeza do college basketball.

  • Golden e Oats pra UNC? Eu tenho minhas dúvidas…

    Golden e Oats pra UNC? Eu tenho minhas dúvidas…

    Cara, que loucura essa conversa sobre Todd Golden e Nate Oats cogitarem ir pra North Carolina. Sinceramente? Eu fico dividido nessa parada.

    Olha só a situação: os blue-bloods do basquete americano estão numa bad, véi. Indiana perdeu a mão completamente — time que era potência virou zebra no March Madness. UCLA caiu cedo e o técnico tá chorando por mais NIL. Kentucky? Montou um elenco caríssimo e tomou sapatada logo na segunda rodada. E a própria UNC perdeu na primeira fase pelo segundo ano seguido.

    Duke tá carregando a bandeira sozinho praticamente. UConn também segue firme, mas o resto dos tradicionalões tá mais perdido que cego em tiroteio.

    Por que diabos sair de um lugar bom?

    Golden tá no Florida depois de conquistar o título nacional ano passado. Cara de 35 anos sendo o técnico mais novo a ganhar uma championship desde Jim Valvano — isso não é pouca coisa, não. E o Oats? Alabama chegou no Sweet 16 pelo quarto ano consecutivo, foi pra Final Four em 2024 e ainda atropelou a própria UNC no caminho.

    Por que largar uma situação dessas pra ir pra Chapel Hill lidar com a pressão absurda de competir com Duke duas, três, até quatro vezes por temporada? Mano, essa rivalidade Duke vs UNC é de outro nível — você vai viver sendo comparado o tempo todo.

    A pergunta que não quer calar: vale mesmo a pena trocar estabilidade por tradição nos dias de hoje?

    O outro lado da moeda

    Mas ó, vou ser sincero aqui. Se eu fosse o Golden ou o Oats, uma parte de mim ia ficar tentada, sim. UNC é UNC, cara. Os recursos são gigantescos, a estrutura é de outro mundo, e mesmo com toda essa bad phase, o nome ainda atrai talento pra caramba.

    E tem uma coisa que o pessoal tá comentando: se eles esperarem mais um pouco, pode rolar uma vaga em Kentucky. Aí sim seria interessante — Kentucky tem grana, tradição, mas não tem esse inferno de rivalidade interna que é Duke.

    Na minha visão, Golden tem mais a perder que Oats nessa. Cara acabou de conquistar tudo em Florida, tem 35 anos, tempo de sobra pra esperar uma oportunidade ainda melhor. Já Oats… sei lá, Alabama pode não ter o mesmo apelo histórico.

    E aí, o que vocês acham? Seria loucura eles saírem agora ou faz sentido apostar numa tradição secular? Eu tô curioso pra ver como essa novela vai terminar.

  • Rick Pitino pode fazer história e não tá nem aí pra pressão

    Rick Pitino pode fazer história e não tá nem aí pra pressão

    Cara, vocês viram a cara do Rick Pitino quando o St. John’s classificou pro Sweet 16? O cara simplesmente não comemorou. Enquanto os jogadores estavam enlouquecendo depois da cesta no último segundo contra Kansas, o técnico de 73 anos só ajeitou o terno e foi cumprimentar o adversário.

    Pra quem não conhece a lenda, Pitino já viu de tudo no basquete universitário. Duas vezes campeão nacional, mais de 900 vitórias na carreira — o cara é um monstro absoluto. E agora, aos 73 anos, tá fazendo mais uma mágica, dessa vez com o St. John’s.

    Pode ser o primeiro técnico da história

    Olha, eu não esperava isso mas o homem pode fazer uma coisa que NINGUÉM fez antes: levar quatro universidades diferentes para o Final Four. Já fez com Providence, Kentucky e Louisville. Agora só falta o St. John’s — e eles estão a duas vitórias disso.

    A ironia é absurda: na próxima fase, eles enfrentam justamente Duke. O mesmo Duke do Christian Laettner, que quebrou o coração do Pitino em 1992 quando ele comandava Kentucky. “Espero que a gente pegue Duke no último segundo agora”, brincou o técnico. “Pra compensar aquela cesta do Laettner.”

    E sinceramente? Eu boto fé que ele consegue. O cara tem 30 vitórias em 36 jogos nessa temporada com um time que não ganhava nada há décadas.

    “Vou treinar como se fosse meu último jogo”

    O que mais me impressiona é a mentalidade do cara. Com 73 anos, ele podia estar pensando em aposentadoria, mas tá curtindo cada segundo. “Posso estar fora do basquete ano que vem”, admitiu. “Vou treinar cada jogo como se fosse o último da minha vida.”

    Mano, isso é mentalidade de campeão. O St. John’s estava completamente apagado — última vez que ganharam três jogos seguidos no March Madness foi há 25 anos. Agora conquistaram o Big East duas vezes seguidas e estão no Sweet 16.

    E aí, vocês acham que o velho lobo consegue essa quarta Final Four histórica? Duke tá meio instável, e se tem alguém que sabe aproveitar essas oportunidades, é Rick Pitino. O cara já provou que idade é só um número no basquete.

  • March Madness bombando: Iowa e Texas salvaram o torneio da chatice

    March Madness bombando: Iowa e Texas salvaram o torneio da chatice

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: esse March Madness de 2026 estava quase virando uma sinfonia de favoritos. Quase. Por sorte, Iowa (cabeça 9) e Texas (cabeça 11) resolveram bagunçar a festa e dar aquela temperoada que a gente tanto ama nessa competição maluca.

    O que aconteceu foi basicamente isso: apenas dois times ranqueados entre 1 e 3 caíram no primeiro fim de semana. Isso mesmo, só dois! Iowa derrubou nada menos que a Florida (cabeça 1), e Texas meteu uma pancada épica no Gonzaga (cabeça 3). Ambos na segunda rodada, claro — porque não dá pra ser fácil.

    A real sobre os azarões

    Mano, só quatro times de duas dígitas ganharam na primeira rodada. Quatro! High Point (12), Texas e VCU (ambos 11) e Texas A&M (10). Eu esperava mais confusão, mas pelo visto o pessoal tava mesmo com fome de manter as coisas nos trilhos.

    Agora vem a parte gostosa: será que rola mais zebra no Sweet 16? Iowa tem tudo pra continuar sonhando quando enfrentar Nebraska (cabeça 4) — e olha que já ganharam deles uma vez na temporada. Já o Texas… cara, vai pegar Purdue (cabeça 2) que tá numa sequência de 10 vitórias seguidas. Monstro demais.

    Quando rola a próxima rodada

    A programação tá dividida em dois dias e, sinceramente, vai ser difícil escolher qual jogo assistir:

    Quinta-feira, 26 de março: Texas vs Purdue às 20h10 (CBS), Iowa vs Nebraska às 20h30 (TBS), Arkansas vs Arizona às 22h45 (CBS), e Illinois vs Houston às 23h05 (TBS).

    Sexta-feira, 27 de março: St. John’s vs Duke às 20h10 (CBS), Alabama vs Michigan às 20h35 (TBS), Michigan State vs UConn às 22h45 (CBS), e Tennessee vs Iowa State às 23h10 (TBS).

    Vocês acham que Duke aguenta a pressão contra St. John’s? Porque, olha, os caras do Red Storm não tão aí pra brincadeira não. E Michigan State contra UConn? Esse vai ser jogaço, pode anotar.

    Como assistir essa loucura

    Os jogos vão passar na CBS, TBS e truTV. Se você tem TV por assinatura, beleza. Se não, dá pra usar Fubo (pra CBS) ou Sling TV (pra TBS/truTV) — ambos têm trial grátis, então aproveita.

    Na minha visão, Iowa pode surpreender mais uma vez. O time tá jogando sem pressão nenhuma, e isso é perigoso pra caramba no March Madness. Já Texas… olha, contra Purdue vai ser osso, mas futebol americano universitário já nos ensinou que qualquer coisa pode acontecer nesses playoffs malucos.

    O bracket tá tomando forma: East e South se encontram numa semifinal, West e Midwest na outra. Duke, UConn, Arizona, Purdue… tem nome pesado ainda, mas também tem umas pedras no caminho que podem fazer a diferença.

  • Calouro de 19 anos faz história com contrato de tênis na NCAA

    Calouro de 19 anos faz história com contrato de tênis na NCAA

    Gente, vocês viram essa loucura? Darius Acuff Jr., um calouro de 19 anos do Arkansas, acabou de fazer história no basquete universitário americano. O moleque assinou o primeiro contrato de tênis assinatura da história da NCAA masculina com uma marca americana grande — nada menos que a Reebok.

    Sinceramente, quando li isso quase não acreditei. A gente tá falando de um cara que ainda tá na faculdade fazendo o que nenhum outro jogador conseguiu antes. E olha só a ironia: ele também é o primeiro atleta masculino da Reebok a ter tênis assinatura desde o John Wall. Monstro!

    Os números são de outro planeta

    Mas peraí que a história fica mais absurda. O Acuff foi eleito o Jogador do Ano da SEC (uma das conferências mais fortes do país) liderando tanto em pontos quanto em assistências por jogo. Sabem quando foi a última vez que alguém fez isso? 1969-70, com nada menos que Pete Maravich — uma lenda absoluta do basquete.

    E no March Madness então? O garoto tá simplesmente destruindo todo mundo. Em apenas dois jogos de torneio NCAA, ele já fez 60 pontos. Pra vocês terem ideia do que isso significa: ele bateu o recorde de Pat Riley (sim, o técnico do Miami Heat) para mais pontos de um jogador da SEC nos dois primeiros jogos de torneio da carreira.

    Os analistas já botaram ele como oitava escolha no draft de 2026. Com 19 anos. É muita maluquice.

    Comparações históricas que dão arrepio

    Aqui vem a parte que me deixou de queixo caído: Acuff é apenas o segundo jogador em 50 anos a fazer média de 30 pontos e 5 assistências nos dois primeiros jogos de March Madness. O outro? Billy Donovan — que depois virou técnico campeão da NBA.

    E mais: ele é só o segundo calouro desde 1973 a ter dois jogos consecutivos de torneio com pelo menos 20 pontos e 5 assistências. O anterior foi Chris Paul em 2004 (e a gente sabe como o CP3 se tornou).

    O Arkansas chegou no Sweet 16 basicamente nas costas desse menino. E agora todo mundo já tá projetando ele como uma das primeiras escolhas do draft quando ele resolver pular pra NBA.

    Olha, eu acompanho basquete universitário há anos e nunca vi nada igual. Vocês acham que ele consegue manter esse nível insano até o final do torneio? Porque se conseguir, a gente pode estar vendo o nascimento de uma nova estrela mundial do basquete.

  • Holloway do Alabama nega acusações de tráfico de maconha

    Holloway do Alabama nega acusações de tráfico de maconha

    Olha, quando você acha que já viu de tudo no basquete universitário americano, aparece uma bomba dessas. Aden Holloway, armador do Alabama e um dos principais jogadores do time, está envolvido numa parada bem séria: foi preso por posse de mais de dois quilos de maconha em sua residência em Tuscaloosa.

    E não é que o cara está negando tudo? O advogado do Holloway, Jason Neff, entrou na justiça no dia 23 de março contestando “cada uma das alegações materiais” feitas pela polícia. Basicamente, estão dizendo que é tudo balela e exigindo que provem cada acusação.

    A situação está feia

    Sinceramente, a parada está complicada pro garoto. Além da acusação de posse de maconha em primeiro grau (que ainda é crime no Alabama para uso recreativo), ele também foi acusado de não ter o selo de imposto necessário. É aquelas leis americanas meio malucas, mas que existem.

    O mais pesado? Segundo os documentos do tribunal que o pessoal do Tuscaloosa News conseguiu, a força-tarefa antidrogas teria visto “transações de drogas no telefone do Holloway, com pessoas mandando mensagem dizendo que iam se encontrar com ele depois da temporada”. Cara, se isso for verdade, não é só posse não — é distribuição mesmo.

    Durante o interrogatório, Holloway disse que conseguiu a maconha de “alguém de fora da cidade” e que “só fuma”, alegando ter apenas “um quarto de libra”. Só que a polícia encontrou muito mais que isso, e ainda por cima em embalagens separadas — desde sacos plásticos até pacotes lacrados a vácuo. Isso aí não tem cara de uso pessoal não, galera.

    O que isso significa pro Alabama?

    O moleque estava tendo uma temporada monstro: 16.8 pontos, 3.8 assistências e 2.8 rebotes por jogo. É o tipo de jogador que faz diferença no March Madness, aqueles caras que podem levar um time longe na loucura de março.

    Mas agora? Suspenso de todas as atividades do time e já perdeu os dois primeiros jogos do torneio NCAA de 2026. O Alabama, que é cabeça de chave número 4, vai ter que se virar sem ele — e olha que eles têm um jogo pesadíssimo contra Michigan pela região do Meio-Oeste no Sweet 16.

    A audiência preliminar está marcada para 14 de abril, e o futuro do cara no programa vai ser decidido pelo escritório de conduta estudantil da universidade. Vocês acham que ele volta a jogar ainda nesta temporada? Na minha opinião, difícil. Essas universidades americanas não brincam em serviço quando o assunto é drogas.

    É uma pena ver um talento desses se complicar dessa forma. O garoto é de Charlotte, Carolina do Norte, e tinha tudo pra fazer bonito no basquete universitário. Agora vai ter que provar sua inocência na justiça antes de pensar em voltar às quadras.

  • G-Mac voltou pra casa: Syracuse aposta no passado glorioso

    G-Mac voltou pra casa: Syracuse aposta no passado glorioso

    Olha, quando eu vi essa notícia hoje de manhã quase derrubei o café. Gerry McNamara, o lendário G-Mac, voltou pra Syracuse como técnico principal! Cara, que jogada nostálgica da universidade.

    Para quem não lembra ou é mais novo no pedaço: McNamara foi aquele armador monstro que, ao lado do Carmelo Anthony, levou Syracuse ao título nacional em 2003. Eu tinha uns 15 anos na época e lembro de assistir aquela final contra Kansas até hoje. O cara simplesmente não errava de três — era absurdo.

    A volta do filho pródigo

    Agora, aos 42 anos, G-Mac assume o lugar de Adrian Autry, que foi demitido após três temporadas decepcionantes. E olha, não dá pra negar que Syracuse precisava de uma mudança urgente. O programa que já foi potência nacional estava patinando feio: 49 vitórias e 48 derrotas em três anos, cinco temporadas sem March Madness. Pra um time que costumava ser presença garantida no torneio, isso é de partir o coração.

    McNamara vem direto do Siena, onde fez um trabalho interessante nas últimas duas temporadas. Levou os Saints de volta ao NCAA Tournament depois de 14 anos — e quase derrubou Duke na primeira fase! Perdeu por apenas seis pontos (71-65) pro time que tinha muito mais tradição e investimento.

    Mais que nostalgia

    Sinceramente, acho que essa contratação vai além da nostalgia. McNamara conhece Syracuse como poucos — jogou lá, foi assistente por 14 anos sob o Jim Boeheim e mais uma temporada com Autry. O cara respirou basquete Orange a vida toda.

    E tem uma parada interessante rolando: Syracuse trocou de diretor atlético também. Bryan Blair assumiu o cargo e, pelos comentários por aí, a ideia é investir mais pesado no recrutamento de jogadores. Era algo que o programa estava precisando desesperadamente — não dá pra competir com Duke, North Carolina e companhia sem investimento.

    O fato do próprio Boeheim ainda estar por lá como assistente especial também ajuda. Imagina a sabedoria que esse cara pode passar pro G-Mac? São quase cinco décadas de experiência no programa.

    Vocês acham que McNamara consegue trazer Syracuse de volta ao topo? Eu tô otimista, não vou mentir. O cara tem DNA Orange correndo nas veias e já provou que sabe desenvolver um programa. Agora é ver se a torcida vai ter paciência — porque reconstruir não acontece do dia pra noite.

  • Mario Chalmers manda a real: March Madness é mais difícil que NBA

    Mario Chalmers manda a real: March Madness é mais difícil que NBA

    Cara, quando o Mario Chalmers fala sobre pressão em playoffs, é bom a gente escutar. O maluco tem moral pra isso — bicampeão da NBA pelo Miami Heat e ainda por cima fez AQUELE arremesso de 3 na final do NCAA em 2008. Sabe qual? Aquele que empatou o jogo contra Memphis e mandou pra prorrogação.

    Pois então, numa entrevista pro Bleacher Report, o Chalmers soltou uma que me fez parar pra pensar: ele disse que ganhar o March Madness é mais difícil do que conquistar o anel da NBA. E olha, o argumento dele faz sentido pra caramba.

    “É jogo único, mano”

    “Eu diria que a faculdade é mais difícil porque é mata-mata puro. Esse sistema de jogo único te pega toda vez. Levamos três anos pra conseguir aquele título”, explicou o Chalmers. “Na NBA é série de sete jogos. Chegar lá é a parte mais difícil mesmo, mas uma vez que você tá lá, precisa ganhar quatro — então você tem mais oportunidades.”

    Sinceramente? Nunca tinha pensado dessa forma, mas faz todo sentido. No March Madness, um dia ruim e era isso — tchau, obrigado, volta ano que vem. Na NBA, você pode ter uma noite horrível no jogo 1 e ainda assim levar a série.

    Aquele arremesso de 2008

    E por falar naquele título de Kansas… mano, que jogaço foi aquele! O Memphis do Derrick Rose tava praticamente com a taça na mão, mas aí veio o Chalmers e meteu um arremesso de 3 que até hoje me dá arrepio. Com 10.8 segundos no relógio, depois do Rose errar um lance livre. Pura frieza.

    O cara fechou aquele torneio com 18 pontos na final, mais 3 rebotes, 3 assistências e 4 roubos de bola. Foi eleito o jogador mais valioso do torneio e entrou pra história do basquete universitário americano.

    E vocês, o que acham? Concordam com o Chalmers que o March Madness é mais tenso que os playoffs da NBA? Eu tô começando a achar que sim. Essa pressão do “tudo ou nada” é de outro mundo mesmo.

    Aliás, falando em pressão… Kansas acabou de ser eliminada no segundo round deste ano pelo St. John’s, numa derrota apertada por 67-65. O Dylan Darling acertou uma bandeja no último segundo que quebrou o coração dos torcedores de Kansas. Esse é o March Madness — cruel e imprevisível como sempre.

  • March Madness 2026: Refazendo as apostas após o tombo de Florida

    March Madness 2026: Refazendo as apostas após o tombo de Florida

    Cara, o March Madness não perdoa mesmo. A gente tava lá, todo mundo com Florida como favorito pra repetir o título, e do nada o Iowa aparece e mete uma enterrada na nossa cara. Literalmente destruiu os brackets de meio mundo.

    Eu confesso que também acreditava nos Gators. Time defendendo o título, cabeça de chave número 1… parecia moleza. Mas esporte é isso aí — uma hora você tá voando, na outra você toma um drible desconcertante e fica vendo a bola entrar de longe.

    A realidade bateu forte

    E agora? Bom, fazer o que né. Hora de repensar tudo e apostar nas novas cartas que restaram na mesa. Os especialistas da USA TODAY já refizeram as contas, e olha só que divisão de opiniões interessante:

    Michigan aparece como consenso absoluto no Midwest — todo mundo apostando neles. Faz sentido, o time tá jogando um basquete bonito de assistir. Mas eu fico pensando… não é meio arriscado apostar todas as fichas em um time só? Às vezes o azarão surge do nada.

    Já no Oeste, Arizona domina as previsões. Quatro dos seis especialistas apostam nos Wildcats. Houston também aparece forte no Sul — três apostas. É interessante ver como certas equipes criam essa unanimidade, sabe?

    As surpresas que podem rolar

    O que mais me chama atenção é a aposta em St. John’s no Leste. Paul Myerberg foi corajoso demais nessa. Enquanto todo mundo fica entre Duke, Michigan State e UConn, o cara vai lá e aposta na zebra. Ou ele é um visionário ou vai sofrer muito assistindo os jogos.

    Sinceramente? Acho que esse March Madness 2026 tá sendo um dos mais imprevisíveis dos últimos anos. A queda de Florida já provou que favorito não existe nessa competição. E vocês, o que acham? Quem vocês botam fé pra chegar no Final Four?

    Uma coisa eu tenho certeza: o Sweet 16 vai ser absurdo. Com tantas apostas diferentes dos especialistas, pelo menos alguns vão tomar porrada. E nós, como sempre, vamos estar aqui pipocando assistindo cada jogada.