Tag: draft nba 2024

  • Christian Anderson confirma para o Draft — 16ª pick projetada!

    Christian Anderson confirma para o Draft — 16ª pick projetada!

    Cara, saiu agora há pouco e já tô aqui passando pra vocês: Christian Anderson, do Texas Tech, confirmou que vai ficar no Draft da NBA. E olha, não é qualquer um não — o garoto tá projetado como 16ª escolha geral no mock draft da ESPN. Dezesseis!

    Sinceramente? Eu já esperava essa decisão. O moleque teve uma temporada monstro pelos Red Raiders, fazendo uma média absurda de 18.5 pontos e 7.4 assistências por jogo. Armador de 1,90m que sabe distribuir E marcar? Isso aí é ouro no mercado atual da NBA.

    Os números do combine impressionaram

    Mas espera que tem mais. No combine da NBA, Anderson mostrou que não tá de brincadeira: foi o terceiro melhor atirador em quatro diferentes testes de arremesso. E o pulo vertical? 40.5 polegadas, meu amigo. Mais de 1 metro de elevação. Isso é atleticismo de verdade.

    “É um sonho que busquei a vida inteira, e o fato de agora ser uma oportunidade real é algo que não dou como garantido”, disse Anderson. “Sou incrivelmente grato pela chance de competir no mais alto nível do mundo, e estou pronto para aproveitar ao máximo.”

    Minha opinião: escolha certa

    Na minha visão, Anderson tá fazendo a decisão correta. Olha, voltar pra faculdade sempre é uma opção, mas quando você tá projetado no top-20 e já mostrou tudo que tinha que mostrar no college… por que arriscar?

    O garoto tem perfil completo: arremesso de 3 confiável, visão de jogo excelente e atleticismo suficiente pra defender na NBA. E vocês sabem como é — armador que sabe atirar sempre acha espaço na liga.

    Agora é torcer pra ele cair num time que valorize suas qualidades. E aí, qual franquia vocês acham que seria a cara dele?

  • Hawks querem renovar com CJ McCollum e buscar armador no Draft

    Hawks querem renovar com CJ McCollum e buscar armador no Draft

    Olha, depois da bomba que foi a troca do Trae Young na temporada passada, o Atlanta Hawks ainda tá tentando reorganizar a casa na posição de armador. E uma das peças principais desse quebra-cabeça é renovar com CJ McCollum — que chegou justamente naquela negociação polêmica.

    McCollum jogou 41 partidas na temporada regular pelos Hawks, sendo titular em 25 delas. Nada mal para alguém que chegou no meio da temporada, né? E nos playoffs, quando a coisa apertou, ele foi titular em todos os seis jogos da primeira rodada. Isso mostra que Frank Vogel confia no cara.

    A busca por mais profundidade no Draft

    Mas mesmo com McCollum no elenco (se renovar, claro), Atlanta não quer parar por aí. Os caras tão de olho no Draft de 2026 para buscar mais opções no garrafão e na armação. E olha que posição boa eles têm — a oitava escolha geral, que veio daquela troca com o New Orleans Pelicans.

    Entre os armadores que podem estar disponíveis quando os Hawks escolherem, os nomes que mais chamam atenção são Keaton Wagler, Mikel Brown Jr., Darius Acuff Jr., e Kingston Flemings. Sinceramente, não conheço muito o trabalho desses caras ainda, mas estar na mira de uma franquia da NBA já é um baita sinal.

    Plano B: investir no garrafão

    Agora, se todos esses armadores já tiverem saído quando chegar a vez de Atlanta — que é bem possível, porque armador bom sempre some rápido no Draft — eles têm um plano B interessante. A ideia seria buscar altura e draftar o pivô Aday Mara.

    Faz sentido, né? Se não conseguir resolver a armação no Draft, pelo menos fortalecer o garrafão nunca é demais. E com McCollum renovado, eles teriam mais tempo para desenvolver essa nova peça.

    Vocês acham que CJ McCollum aceita ficar mais uma temporada em Atlanta? O cara já provou que tem bola para ajudar esse time a brigar por vaga nos playoffs.

  • Bulls querem entrevistar assistente do Heat — será a escolha certa?

    Bulls querem entrevistar assistente do Heat — será a escolha certa?

    Olha, os Bulls tão levando essa busca por técnico bem a sério mesmo. Depois de uma temporada horrorosa (31-51, que tristeza), eles estão virando Chicago de cabeça pra baixo — e agora querem conversar com Chris Quinn, assistente técnico do Miami Heat.

    Quem é esse Chris Quinn?

    Cara, esse nome me traz lembranças! Quinn foi jogador do próprio Heat de 2006 a 2010 — inclusive pegou aquele anel de campeão de 2006 com Shaq e Wade. Depois rodou por aí (Nets, Spurs, Cavaliers) antes de pendurar as chuteiras e partir pro lado técnico.

    Desde 2014 ele tá como assistente em Miami, e convenhamos: trabalhar com Erik Spoelstra não é pra qualquer um. O cara viu de perto como se constrói uma cultura vencedora, como se desenvolve jogador jovem (olha o Tyler Herro, o Bam Adebayo).

    Por que os Bulls tão de olho nele?

    Simples: eles querem técnicos jovens que manjam de analytics e entendem a NBA moderna. E faz sentido, né? Depois de anos patinando com estratégias ultrapassadas, Chicago precisa se modernizar urgentemente.

    Além do Quinn, outros nomes estão no radar, incluindo Jerry Stackhouse. Mas sinceramente? Acho que contratar alguém que já trabalhou com o Spoelstra pode ser genial. O Heat sempre tira leite de pedra, sempre desenvolve jogadores que ninguém esperava.

    E agora, o que rola?

    Com a 4ª escolha do Draft na mão e uma reformulação total da franquia (Bryson Graham chegou como novo VP), os Bulls têm uma chance real de recomeçar direito. Mas escolher o técnico certo é fundamental — não dá pra errar de novo.

    Vocês acham que Quinn tem o perfil pra comandar essa reconstrução? Ou preferiam um nome mais experiente como técnico principal? Eu tô curioso pra ver como isso vai desenrolar, porque Chicago não pode dar mais um passo em falso.

  • Dylan Harper fura a fila e vai pro All-Rookie First Team saindo do banco

    Dylan Harper fura a fila e vai pro All-Rookie First Team saindo do banco

    Olha só que história louca: Dylan Harper conseguiu uma vaga no All-Rookie First Team mesmo sendo praticamente o único cara que saiu do banco a temporada toda. É, você leu certo — o cara foi 2ª escolha geral no Draft de 2025 e tá dividindo espaço com estrelas que foram titulares desde o primeiro jogo.

    A NBA anunciou o time na quinta-feira, e Harper ficou em quarto lugar na votação, com 93 votos em primeiro lugar e sete em segundo. À frente dele ficaram Cooper Flagg (Dallas), Kon Knueppel (Charlotte) e VJ Edgecombe (Sixers) — todos com 100 votos de primeira. Cedric Coward (Memphis) fechou o top 5.

    Situação única em San Antonio

    Sinceramente? Harper tá numa situação bem peculiar nos Spurs. Cara foi escolhido em segundo no draft mas passou a maior parte da temporada saindo do banco, jogando só 22.6 minutos por jogo. E olha que os números foram sólidos: 11.8 pontos, 3.4 rebotes e 3.9 assistências, com 50% de aproveitamento nos arremessos e uns respeitáveis 34% de três.

    O negócio é que em San Antonio ele tá dividindo a bola com De’Aaron Fox (All-Star veterano) e Stephon Castle (Rookie of the Year de 2024). É meio que um problema de rico, né? Se tivesse caído num time em reconstrução, provavelmente estaria brigando pelo Rookie of the Year.

    E os outros calouros?

    O All-Rookie Second Team também veio carregado: Derik Queen e Jeremiah Fears (ambos do Pelicans), Maxime Raynaud (Kings), Ace Bailey (Jazz) e Collin Murray-Boyles (Raptors). Ah, e Carter Bryant — o outro primeira escolha dos Spurs em 2025 — recebeu alguns votos mas não conseguiu entrar na lista.

    É impressionante como a classe de 2025 tá forte. Harper pode não ter levado o troféu de calouro do ano, mas mostrou que tem potencial pra ser o melhor jogador dessa turma no longo prazo. E aí, vocês acham que ele vai conseguir uma vaga no quinteto titular na próxima temporada? Porque com esse talento todo, ficar no banco é quase um desperdício.

  • Flagg domina e forma time de rookies de outro mundo na NBA

    Flagg domina e forma time de rookies de outro mundo na NBA

    Cara, os calouros da temporada 2025-26 da NBA são simplesmente absurdos. Cooper Flagg não só confirmou todo o hype que vinha de Duke, como literalmente arrasou e foi escolha unânime pro First Team All-Rookie junto com mais quatro monstros.

    E olha que time se formou no Dallas! Flagg chegou nos Mavericks e já mostrou porque era considerado a joia número 1 do draft. O garoto tem 19 anos e joga com uma maturidade que impressiona — me lembra muito o LeBron quando chegou na liga, sabe?

    O quinteto dos sonhos rookies

    Junto com Flagg, o First Team veio completo: Kon Knueppel (Charlotte Hornets), VJ Edgecombe (Philadelphia 76ers), Dylan Harper (San Antonio Spurs) e Cedric Coward (Memphis Grizzlies). Todos unânimes, o que é coisa rara de ver.

    Harper no Spurs foi uma surpresa boa — imagina esse garoto aprendendo com Pop? Vai virar monstro. E o Edgecombe na Filadélfia… cara, os 76ers acertaram em cheio nessa escolha.

    O que mais me impressiona é como esses rookies chegaram já fazendo diferença. Normalmente a gente vê calouros sofrendo pra se adaptar, mas essa turma veio pra jogar desde o primeiro dia. Knueppel especialmente tem um arremesso de 3 que é pura arte.

    Second Team também tem qualidade de sobra

    No segundo time, Ace Bailey (Utah Jazz) deve estar roendo as unhas por não ter conseguido o primeiro time, mas convenhamos — a concorrência estava pesada. O garoto tem potencial de estrela, só precisa de mais consistência.

    Jeremiah Fears no New Orleans me chamou atenção também. Nome estranho, mas o jogo é sério. E o Maxime Raynaud no Sacramento? Francês de 2,11m que joga como pivô moderno — arremessa de longe e tem passe. Coisa linda de ver.

    Collin Murray-Boyles no Toronto e Derik Queen completando o time em New Orleans também merecem todos os elogios.

    Sinceramente, não lembro de uma classe de rookies tão forte assim desde 2003, quando veio LeBron, Carmelo, Wade e Bosh. Óbvio que ainda é cedo pra fazer essas comparações malucas, mas o potencial tá todo ali.

    E aí, quem vocês acham que vai ser o Rookie do Ano? Meu palpite fica com Flagg, mas Harper e Edgecombe também estão brigando forte. Vai ser uma disputa emocionante até o final da temporada!

  • Warriors já começaram a garimpagem: primeiros testes revelam o plano

    Warriors já começaram a garimpagem: primeiros testes revelam o plano

    E aí, pessoal! Os Warriors já começaram a trabalhar para o Draft 2024 e, cara, a primeira leva de testes já deu umas pistas interessantes sobre o que eles estão procurando. Golden State recebeu seis caras em San Francisco, todos projetados para a segunda rodada — lembrem que eles têm a 11ª pick (loteria) e também a 54ª.

    A lista incluiu Maliq Brown (Duke), Ryan Conwell (Louisville), Ja’Kobi Gillespie (Tennessee), Rob McCray (Florida State), Emanuel Sharp (Houston) e Ernest Udeh (Miami). Só três deles falaram com a imprensa depois, mas já deu pra sacar algumas coisas.

    Olha, eu sei que é cedinho demais pra tirar conclusões definitivas, mas conhecendo como os Dubs conseguem achar pérolas na segunda rodada — lembrem do trabalho com Will Richard e LJ Cryer recentemente —, vale a pena prestar atenção nos padrões que eles seguem.

    Warriors continuam apostando na experiência

    Uma coisa que salta aos olhos: todos esses caras têm bagagem universitária sólida. Gillespie, por exemplo, liderou Tennessee até o Elite Eight fazendo 18.4 pontos por jogo. Sharp jogou pelo Houston do técnico Kelvin Sampson — o mesmo que formou o Cryer.

    Steve Kerr já disse que eles valorizam “winners” vindos de programas vitoriosos. Faz sentido total, né? Na segunda rodada você não vai achar um atleta fora da curva ou um cara com teto altíssimo. Você quer um sujeito que entende basquete, que não vai se perder quando entrar em quadra no jogo 32 da temporada regular.

    E sinceramente? Acho que essa estratégia funciona. Richard foi campeão nacional pela Florida antes de chegar aos Warriors. Experiência conta, principalmente quando você precisa de caras prontos pra contribuir imediatamente.

    Portal de transferências criou jogadores “canivete suíço”

    Outro padrão interessante: vários desses prospetos rodaram por diferentes universidades antes de chegar onde estão. Conwell passou por South Florida, Indiana State, Xavier até chegar em Louisville. Gillespie saiu de Belmont, passou por Maryland e fechou em Tennessee.

    Isso não é coincidência. Esses caras aprenderam a se adaptar rapidamente a sistemas diferentes, algo que os Warriors valorizam demais. O basquete do Golden State é complexo — aquele “point-five basketball” deles exige QI alto e capacidade de adaptação rápida.

    Vocês acham que essa experiência de ter que se reinventar em programas diferentes prepara melhor os jogadores para a NBA? Eu tendo a acreditar que sim.

    Claro, ainda tem muita água pra rolar até o Draft em junho. Mas essa primeira leva já mostra que os Warriors continuam fiéis à receita: experiência universitária sólida, caras que sabem vencer e que conseguem se adaptar rápido a sistemas complexos.

    E aí, qual desses nomes vocês acham que pode virar uma steal na segunda rodada? Eu tô de olho no Gillespie — 18 pontos por jogo levando Tennessee longe no March Madness não é brincadeira.

  • Celtics já agendam mais treinos pré-Draft – Miller é o destaque

    Celtics já agendam mais treinos pré-Draft – Miller é o destaque

    Os Celtics não estão perdendo tempo com o Draft 2026, pessoal. Já agendaram mais três treinos com possíveis escolhas, e tem um nome que me chamou muito a atenção: Baba Miller.

    Olha, eu já vi muito ala-pivô prometendo muito e entregando pouco, mas esse cara tem algo diferente. Com 2,09m, Miller não é só mais um grandão – ele tem fundamentos de armador mesmo sendo quase um poste ambulante.

    O gigante que joga como armador

    A história do Miller é interessante: era armador quando menor, deu o estirão e manteve todos os fundamentos. O resultado? Um cara de 2,09m que distribui 3.7 assistências por jogo e tem uma visão de quadra absurda.

    Passou por Florida State, Florida Atlantic e agora estava em Cincinnati, onde fez sua melhor temporada. Os números falam por si: 13 pontos, 10.3 rebotes, 1.2 tocos. Mas o que mais me impressiona é a versatilidade – pode jogar de pivô, ala-pivô, e até mesmo criar jogadas.

    E tem um detalhe curioso: assim como Hugo Gonzalez (primeira escolha recente dos Celtics), Miller também veio das categorias de base do Real Madrid. Coincidência? Eu acho que não. Brad Stevens claramente tem um olho clínico para esses europeus com fundamento.

    Defesa é o ponto forte (e o arremesso é a interrogação)

    Na defesa é onde Miller realmente brilha. Com aquela envergadura e mobilidade lateral, consegue marcar desde alas até pivôs menores. É daqueles jogadores que incomodam mesmo sem aparecer na estatística – você sente a presença dele em quadra.

    Agora, vou ser honesto com vocês: o arremesso de três ainda é uma interrogação. Converteu apenas 19% das tentativas de longa distância, o que é preocupante na NBA atual. Mas cara, com 22 anos e aquela pegada de jogo, dá pra desenvolver, né?

    O que me deixa mais animado é que ele tem tudo pra ser aquele sexto homem versátil que resolve problemas. Imaginem ele entrando no segundo time dos Celtics, criando jogadas e protegendo o aro? Seria perfeito para o sistema do Mazzulla.

    E aí, acham que os Celtics vão apostar nessa versatilidade ou vão preferir algo mais “pronto”? Com o histórico deles desenvolvendo jovens talentos, eu apostaria no Miller sem pestanejar.

  • Bucks querem mais picks no Draft 2026 — será que vem aí a troca do Giannis?

    Bucks querem mais picks no Draft 2026 — será que vem aí a troca do Giannis?

    Olha, a situação em Milwaukee tá ficando cada vez mais interessante — e complicada. Segundo informações da ESPN, os Bucks estão esperando conseguir várias escolhas no Draft de 2026, e cara, isso meio que confirma o que todo mundo já estava desconfiando.

    O que isso realmente significa?

    Na minha visão, essa movimentação dos Bucks tem tudo a ver com uma possível troca do Giannis Antetokounmpo. Pensa comigo: eles já têm a pick número 10 deste ano (ESPN projeta que vão draftar o Nate Ament), mas querem mais escolhas especificamente para 2026. Por que essa pressa em juntar picks futuros?

    A resposta é meio óbvia quando você olha o cenário todo. O Greek Freak continua sinalizando que prefere uma troca nesta offseason — e sinceramente, não dá pra culpar o cara. Milwaukee está numa situação complicada financeiramente e não consegue montar um elenco competitivo ao redor dele.

    A situação dos picks é um pesadelo

    Aqui que a coisa fica absurda: os Bucks não controlam sua própria primeira escolha até 2031! Isso mesmo, 2031. Tudo por causa das trocas que fizeram pelo Jrue Holiday e Damian Lillard. Eles hipotecaram o futuro tentando criar uma super equipe que, convenhamos, não deu muito certo.

    É uma situação que lembra muito aquela famosa frase: “hipotecou o futuro e não ganhou nem o presente”. Os caras trocaram tudo para ganhar agora e não conseguiram nem chegar numa Final de Conferência.

    E agora, José?

    Com três picks de primeira rodada que podem ser trocados, Milwaukee parece estar se preparando para reconstruir. E olha, se conseguirem um pacote interessante pelo Giannis — que pode incluir várias escolhas de primeira rodada —, talvez consigam acelerar essa reconstrução.

    A pergunta que não quer calar: será que o Giannis realmente vai sair? E se sair, pra onde? Eu tenho minhas apostas (Miami sempre no radar), mas o mercado tá bem aberto ainda.

    Vocês acham que Milwaukee deveria mesmo trocar o Greek Freak ou tentar mais uma temporada? Porque uma coisa é certa: com essa situação dos picks, eles precisam tomar uma decisão logo — ou apostar tudo no Giannis novamente ou partir para a reconstrução de vez.

  • Peterson ainda sem liberação médica: times da NBA no escuro

    Peterson ainda sem liberação médica: times da NBA no escuro

    Olha, essa situação do Darryn Peterson tá ficando meio estranha, não acham? O cara que era considerado o maior prospecto da classe de 2026 ainda não teve seus exames médicos liberados para os times da NBA. E todo mundo tá de olho nisso porque, convenhamos, foi justamente por causa das cãibras que a temporada dele em Kansas virou uma bagunça.

    A questão é que Peterson botou a culpa na creatina — disse que tomou doses muito altas. Sinceramente, eu acho meio estranho um atleta de elite não saber dosar suplemento básico, mas enfim… O importante agora é saber se tem algo mais sério por trás disso.

    AJ Dybantsa aproveitou a deixa

    E enquanto Peterson lida com essa indefinição médica, o AJ Dybantsa da BYU simplesmente passou na frente dele na maioria das análises. Faz sentido, né? Os times preferem apostar no cara que não tem essas interrogações sobre a saúde.

    Mas aqui entre nós: se Peterson conseguir provar que tá 100%, ele ainda tem o maior potencial de toda a classe. O cara tem físico (envergadura de braços absurda, +5¼ polegadas), e quando tava bem em quadra, mostrava por que era o número 1.

    Entrevistas impressionaram

    Uma coisa boa: fontes da ESPN dizem que Peterson se saiu muito bem nas entrevistas da semana passada. Composto, focado, maduro — palavras que você quer ouvir sobre um prospecto que passou por perrengue.

    O moleque respondeu as perguntas difíceis sobre a temporada estranha dele sem fugir do assunto. Isso mostra personalidade, e convenhamos, na NBA você vai enfrentar muito mais pressão que isso.

    Agora é esperar os resultados dos exames. Vocês acham que os times vão ter coragem de apostar alto nele mesmo com essas dúvidas médicas? Porque talento ele tem de sobra — a questão é se o corpo vai aguentar a intensidade da liga.

  • Clippers têm a 5ª pick e já rola papo de troca no mercado

    Clippers têm a 5ª pick e já rola papo de troca no mercado

    Olha só que reviravolta na loteria do Draft! Os Clippers conseguiram a 5ª escolha geral depois que a sorte finalmente sorriu pra eles — e claro, pro azar do Indiana Pacers, que tinha mais de 53% de chance de ficar com essa pick no top 4.

    Essa escolha veio como parte da troca do Ivica Zubac lá atrás, e agora os Clippers estão com uma decisão importante nas mãos. E pelo que tô ouvindo por aí, já tem muito papo rolando nos bastidores sobre o que fazer com essa pick.

    Os top 4 já estão definidos, a festa começa no 5

    Todo mundo já sabe quem são os quatro primeiros: AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson. A ordem pode variar, mas esses caras vão sair nas primeiras quatro escolhas com certeza. É a partir da quinta que a coisa fica interessante mesmo.

    E os Clippers estão bem no meio dessa discussão. O time acabou de pegar o Darius Garland numa troca com Cleveland (trocaram o veterano James Harden de 36 anos pelo armador de 26), então surge a pergunta: será que eles precisam mesmo de outro armador?

    Armadores de sobra ou oportunidade de ouro?

    Porque olha, esse draft tá recheado de guardas promissores depois do top 4. Tem nomes como Darius Acuff Jr., Kingston Flemings, Keaton Wagler, Mikel Brown Jr. — todos com potencial de estrela, mas todos pequenos.

    Na minha opinião, essa é uma daquelas situações onde executivos ficam com o pé atrás. Imagina escolher entre quatro guardas bons e acabar pegando justamente o “pior” dos quatro? Ninguém quer ser esse cara, né?

    Por isso que já tá rolando conversa sobre os Clippers explorarem uma troca. Talvez descer algumas posições, ganhar assets extras, deixar outro time fazer a escolha difícil. Sacramento, por exemplo, tá de olho no Darius Acuff e pode estar disposto a subir pra 5ª posição.

    A estratégia por trás da jogada

    Sinceramente? Faz sentido os Clippers pensarem em trocar. Eles acabaram de pegar o Garland, têm um time que quer competir agora, e essa pick poderia virar algo mais imediato ou mais picks futuras.

    Lembrem que essa quinta escolha só existe porque eles trocaram o Zubac pensando em recuperar assets perdidos na era Kawhi-PG-Harden. Agora podem continuar nessa linha, acumulando capital para moves futuros.

    Até 23 de junho eles têm pra decidir. E podem apostar que o telefone dos Clippers não vai parar de tocar até lá. Vocês acham que eles devem usar a pick ou trocar por algo mais tangível? Eu tô curioso pra ver como essa história vai acabar.