Tag: Draft NBA 2026

  • Draft 2026: os monstros que ainda estão no March Madness

    Draft 2026: os monstros que ainda estão no March Madness

    Cara, não é todo ano que a gente vê isso — provavelmente nem a cada cinco anos. Alguns dos caras cotados pra serem picks bem altos no Draft de junho ainda estão jogando no Sweet 16 do March Madness. E que sorte a nossa!

    Isso tá criando uns confrontos absurdos e várias oportunidades pra gente acompanhar os futuros craques da NBA ainda na faculdade. Vou destacar aqui alguns matchups que vão ser imperdíveis.

    Darius Acuff Jr. vs Brayden Burries: choque de estilos

    O Darius Acuff Jr. (Arkansas) tá simplesmente voando nesse torneio. Desde o torneio da SEC até agora, o moleque tá com médias de 30.2 pontos e 7.2 assistências em cinco jogos. Trinta pontos de média, gente! O Allen Iverson até postou no Instagram que o Acuff é o “próximo ele”. Tem gente comparando com Damian Lillard e Stephon Marbury também.

    Mas aqui vem o problema — e eu vou ser sincero com vocês. Todos esses caras que citei têm uma coisa em comum: são armadores baixinhos que não defendem muito bem. O Acuff tem 1,90m oficialmente, mas todo mundo espera que ele meça uns centímetros a menos no Combine. E olha, tá cada vez mais difícil prosperar na NBA sendo um armador pequeno que não defende.

    Por isso que a maioria dos times não tem o Acuff nos primeiros cinco nomes do Draft, segundo o que anda rolando por aí. Ele vai ter uma chance de ouro de mostrar serviço contra o Arizona (cabeça de chave 1) e o armador Brayden Burries.

    O Burries é completamente diferente do Acuff — não é chamativo, é mais old school, mas faz tudo bem feito. É daqueles caras que você vê entrando numa rotação da NBA rapidinho: joga com e sem bola, acerta arremessos de catch-and-shoot, tem jogo de meio de quadra. Vai ser um contrastão de estilos.

    Keaton Wagler vs Kingston Flemings: duelo de candidatos à loteria

    Tem um grupo de armadores que vai pro top 10 do Draft: Acuff, Kingston Flemings, Keaton Wagler e Mikel Brown Jr. (que se machucou e ficou de fora do torneio). Nesse jogo, Illinois x Houston, a gente vai ver dois deles cara a cara.

    O Wagler foi uma das grandes histórias da temporada do basquete universitário. Um cara de 1,98m que ninguém conhecia e que levou Illinois ao melhor ataque do país. Médias de 17.7 pontos, 4.3 assistências e 41% nas bolas de três. Monstro.

    Mas tem uma pegadinha: ele às vezes se complica contra defesas de muita pressão. E agora vai enfrentar justamente o Houston do Kelvin Sampson, que faz a melhor defesa de pressão do país. É exatamente isso que os scouts querem ver — como os caras reagem sob pressão máxima.

    Do outro lado, o Kingston Flemings tem muito fã nos front offices da NBA. Armador de 1,93m com uma primeira passada explosiva e capacidade de chegar na cesta. Com um arremesso consistente, tá com médias de 16.5 pontos e 5.4 assistências, acertando 37.6% das bolas de três.

    E aí, pessoal — acham que esses moleques vão conseguir manter o nível quando a pressão apertar de verdade? Porque March Madness é isso: uma hora você é herói, na próxima tá indo pra casa. É por isso que eu amo esse torneio.

    Vai ser interessante ver como esses futuros astros da NBA se saem quando realmente importa. Afinal, é assim que a gente descobre quem tem o mental forte pra aguentar o peso da liga mais competitiva do mundo.

  • Josh Giddey é monstro e Precious Achiuwa foi a contratação do ano?

    Josh Giddey é monstro e Precious Achiuwa foi a contratação do ano?

    Olha, se tem uma coisa que eu amo na NBA é quando aparece aquele jogador que ninguém esperava e simplesmente explode na temporada. E cara, temos alguns casos absurdos rolando agora em 2026 que merecem nossa atenção.

    Giddey tá fazendo história aos 23 anos

    Josh Giddey tá numa sequência monstruosa, galera. O cara tem uma média de 51.7 pontos de fantasy nos últimos oito jogos — isso é coisa de MVP. E não é só estatística inflada não: são 12 triple-doubles na temporada, terceiro lugar na liga!

    Mas o que me impressiona mesmo é o histórico. Com apenas 23 anos, Giddey já tem 30 triple-doubles na carreira. Vocês sabem quantos jogadores conseguiram isso antes dos 24? QUATRO. Oscar Robertson, Magic Johnson, Luka Dončić e agora o australiano.

    É um clube bem seleto, né? E olha que o Giddey tá fazendo isso no Bulls, que não é exatamente um time estruturado. Imagina esse moleque num sistema melhor…

    Precious pode ter sido a pescaria do ano

    Agora vem a real surpresa da temporada: Precious Achiuwa. Sinceramente, eu não esperava isso do cara. Ele tá disponível em mais de 60% das ligas de fantasy — um absurdo considerando o que tá entregando.

    Nos últimos 15 jogos, Achiuwa é o 25º jogador com mais pontos de fantasy na liga inteira. Média de 34.8 pontos por jogo, arremessando 57% de campo. O cara tá preenchendo planilha igual aqueles pivôs clássicos dos anos 90.

    Com Sabonis machucado, ele assumiu a titularidade no Sacramento e simplesmente não saiu mais. É aquela história: às vezes a oportunidade bate na porta e você tem que estar pronto. Achiuwa estava.

    E o Dončić? Segue sendo alienígena

    Não podia deixar passar: Luka tá na sua décima partida consecutiva com 30+ pontos. O cara chegou aos 2.000 pontos na temporada em apenas 60 jogos — desde 2005-06 do Kobe que não víamos isso.

    É impressionante como ele faz parecer fácil, né? Cada noite você olha o box score e lá tá ele: 30 e poucos pontos, uns 10 rebotes, uns 8 assists. Rotina. E pensar que tem gente que ainda questiona se ele é top 5 da liga…

    E aí, pessoal, quem vocês acham que foi realmente a surpresa positiva de 2026? Eu tô entre o Giddey mostrando que pode ser uma estrela de verdade e o Achiuwa salvando milhares de times de fantasy pelo país afora.

  • Wemby manda a real: defende candidatura ao MVP com argumentos sólidos

    Wemby manda a real: defende candidatura ao MVP com argumentos sólidos

    Cara, o Wemby simplesmente decidiu que não vai ficar quieto na corrida pelo MVP. Depois da vitória convincente dos Spurs contra o Heat na segunda, o francês mandou a real e fez questão de defender sua candidatura ao prêmio de MVP da temporada.

    E olha, ele não foi nada humilde — falou na lata que deveria estar liderando a corrida. Adorei essa postura.

    Os três argumentos do gigante

    O Wemby listou três razões pelas quais deveria ganhar o MVP, e sinceramente, faz sentido. Primeiro, ele mandou que “defesa é 50% do jogo e isso tem sido desvalorizado na corrida pelo MVP até agora”. E mano, ele tá certo. O cara é um monstro defensivo — provavelmente vai levar o primeiro de muitos prêmios de Melhor Defensor do Ano.

    O segundo argumento foi sobre como os Spurs dominaram o Thunder (atual melhor time da liga) durante a temporada. “Quase varremos eles na temporada, dominamos três vezes com o time real deles e quatro vezes com mais jogadores da rotação”, disse. Puts, isso é argumento forte mesmo.

    Por último, ele falou que impacto ofensivo não é só sobre pontos. E tem razão — o cara faz muito mais que só anotar cestas.

    A corrida tá pegando fogo

    Na última pesquisa da ESPN logo depois do All-Star Game, o Wemby aparecia em quarto lugar. Shai Gilgeous-Alexander do Thunder e Nikola Jokic do Denver estavam na frente, mas desde então o Jokic meio que caiu de rendimento. O SGA continua monstro — e convenhamos, é o favorito claro pra repetir como MVP.

    A questão é que o Gilgeous-Alexander tem alguns trunfos importantes: jogou mais minutos (336 a mais que o Wemby, equivalente a sete jogos completos), tá carregando mais o ataque do time e sendo mais eficiente. Isso conta muito na votação.

    Mas o Wembanyama só pode perder mais dois jogos pra atingir o mínimo de 65 partidas exigido pela liga. Se conseguir, vai estar no top 5 fácil, talvez até no top 3.

    Minha opinião sincera

    Olha, eu curto demais essa postura do Wemby. Nada de falsa modéstia — o cara quer o prêmio e tá fazendo campanha aberta. “Acho que agora existe um debate. Deveria existir, mesmo eu achando que deveria liderar a corrida. E vou tentar garantir que no final da temporada não haja debate”, mandou.

    Na minha visão, ele tem argumentos sólidos, especialmente na defesa. Mas o SGA tá numa temporada absurda também e tem a vantagem de jogar mais minutos e ser mais eficiente ofensivamente.

    E aí, vocês acham que o francês tem chances reais de derrubar o SGA? Ou a campanha chegou tarde demais?

  • Wemby faz campanha aberta pro MVP e lista 3 motivos: ‘Sem debate’

    Wemby faz campanha aberta pro MVP e lista 3 motivos: ‘Sem debate’

    Cara, o Wembanyama simplesmente decidiu que não vai mais ficar quietinho esperando reconhecimento. O francês saiu fazendo campanha aberta pro MVP e ainda teve a audácia de listar três motivos pelos quais merece levar o prêmio. E sabe qual foi a frase dele? “Meu objetivo é garantir que não haja debate”.

    Monstro demais. Imagina se o Nenê ou o Varejão falassem assim na época deles? (Risos)

    Os três argumentos do gigante

    Então, vamos aos fatos que o Wemby apresentou pra justificar por que deveria levar a estatueta pra casa:

    Primeiro, ele bateu na tecla da defesa — e olha, não tá errado não. O cara disse que defesa é uma parte importante e desvalorizada do prêmio, e que ele é “o jogador mais impactante defensivamente da liga”. Os números comprovam: lidera em defensive win shares e defensive rating. É absurdo mesmo.

    Segundo ponto: os Spurs “dominaram” o Oklahoma City Thunder na temporada regular, ganhando quatro de cinco jogos. Aqui eu acho que ele forçou um pouquinho a barra com esse “dominaram”, mas três vitórias por dois dígitos contra o time do Shai Gilgeous-Alexander não é brincadeira.

    O terceiro argumento foi mais filosófico: “ofensiva envolve mais do que apenas marcar pontos”. Provavelmente tá falando dos rebotes ofensivos dele, onde realmente se destaca mais que SGA e Dončić. Mas sinceramente? Esse foi o argumento mais fraco dos três.

    A realidade dos favoritos

    Nas casas de apostas, Wemby tá em terceiro lugar na corrida pro MVP. Shai Gilgeous-Alexander lidera, Dončić em segundo. E faz sentido — SGA tá mais eficiente no ataque e comete menos turnovers que o francesão.

    Mas eu vou falar uma coisa: admiro a confiança do garoto. Quantos jogadores de 22 anos (sim, ele ainda tem só 22!) têm essa personalidade de fazer campanha aberta? Geralmente eles ficam com aquele papo diplomático de “deixo nas mãos dos jornalistas”. Não o Wemby.

    Restam dez jogos na temporada regular pra ele provar que merece mesmo. E vocês, acham que ele consegue virar essa corrida? Eu tô torcendo — seria histórico ver um francês levando o MVP, ainda mais com essa idade.

    Uma coisa é certa: independente do resultado, esse menino vai incomodar muito nos próximos anos. E olha que ele já tá incomodando desde agora.

  • Spurs em +550? Wemby tá fazendo isso acontecer mesmo

    Spurs em +550? Wemby tá fazendo isso acontecer mesmo

    Cara, eu tô vendo umas odds do título de 2026 e não consigo parar de olhar pra esse +550 dos Spurs. Sinceramente? Acho que tá na hora de levar esse time mais a sério.

    Victor Wembanyama — que monstro, né? — tá cercado de jogadores que sabem marcar pontos, com uma dupla de armadores que faz qualquer defesa sofrer. E olha, a defesa deles também virou um pesadelo pros adversários. 9 vitórias nos últimos 10 jogos. Nove!

    OKC ainda favorito, mas…

    O Thunder segue na ponta com +130, e não é pra menos. Diferencial de 11,2 pontos é coisa de louco — historicamente alto mesmo. Shai Gilgeous-Alexander tá no auge da carreira, Jalen Williams é um two-way absurdo, e o Chet Holmgren… cara, esse garoto de 2,13m que protege o aro E abre o jogo de fora é algo que eu nunca vi.

    Mas aqui entre nós: eles tão lidando com umas contusões chatas. SGA, Holmgren, Jalen Williams, Ajay Mitchell… muita gente importante no departamento médico. E é justamente por isso que eu tô de olho nos Spurs.

    Celtics e Nuggets na briga

    Boston aparece empatado com San Antonio em +550 — defesa mais sólida da liga, não é brincadeira. Denver com +900 tendo a melhor eficiência ofensiva da NBA (e convenhamos, com o Jokic fazendo triple-double toda semana, né surpresa pra ninguém). Cleveland em +1200 com um ataque que tá em terceiro lugar em pontos por jogo.

    Mas sabe o que me chama atenção? San Antonio já venceu o Thunder QUATRO vezes nessa temporada. Quatro! Isso não é coincidência, galera.

    A aposta que faria (e talvez faça)

    Olha, se eu fosse apostar meio unit em alguém pra dar aquela zebrada bonita, seria nos Spurs mesmo. +550 pra um time que tá pegando embalo justo na hora que os favoritos estão com problemas de lesão? Parece uma boa insurance policy.

    Wembanyama tá mostrando que aquele hype todo não era à toa. O garoto de 2,24m que bloqueia, enterra, acerta de três e ainda distribui assistências… isso é videogame, não é basquete real. Mas é real sim, e tá acontecendo em San Antonio.

    E aí, vocês acham que os Spurs realmente têm chance de surpreender todo mundo? Ou vão morrer na praia como sempre quando a pressão aumenta nos playoffs?

  • Draft da NBA 2026: quem subiu e quem despencou no March Madness

    Draft da NBA 2026: quem subiu e quem despencou no March Madness

    Cara, o March Madness acabou de nos dar uma verdadeira reviravolta no que esperávamos pro Draft 2026. E olha, não foi nada daquilo que a gente imaginava antes do torneio começar.

    Os dois caras que estavam brigando pela primeira escolha geral — AJ Dybantsa e Darryn Peterson — viram suas temporadas universitárias acabarem mais cedo que o previsto. E isso mudou TUDO no cenário do draft.

    Peterson: o mistério que preocupa os scouts

    Vou ser direto: Peterson é um monstro quando está 100%. O cara tem um dos arremessos mais bonitos que já vi, consegue criar jogada do nada e tem aquele instinto de pontuador nato. Mas — e esse ‘mas’ é grande — a temporada dele em Kansas foi uma montanha russa emocional.

    Nos últimos nove jogos, ele fez média de 20.6 pontos, mas converteu apenas 38.8% dos arremessos de quadra e míseros 31.9% das bolas de três. Para um cara que deveria ser a primeira escolha geral, esses números assustam um pouco.

    O que mais me chamou atenção foram os problemas físicos. Peterson revelou que teve episódios de câimbra pelo corpo todo durante a pré-temporada, e isso claramente afetou seu rendimento. Sinceramente, acho que não vimos nem 70% do que ele é capaz de fazer.

    A defesa dele surpreendeu positivamente — tem bons instintos, força roubadas de bola e não é um buraco negro como muitos pontuadores jovens. Mas a inconsistência ofensiva em jogos onde o arremesso não entrava mostrou algumas limitações preocupantes.

    Dybantsa assume a liderança

    Enquanto Peterson patinava, AJ Dybantsa foi ganhando terreno entre os executivos da NBA. E depois da performance dele contra o Texas — 37 pontos em 25 arremessos, acertando todos os 12 lances livres — eu entendo o porquê.

    O cara jogou os 40 minutos da partida, mostrou que aguenta pressão e tem aquela mentalidade ‘clutch’ que todo GM adora ver. Mesmo com BYU caindo na primeira rodada, Dybantsa provou que não some nos momentos decisivos.

    Conversando com algumas fontes que acompanham de perto o processo de draft, a tendência agora é que Dybantsa seja mesmo a primeira escolha. E olha, faz sentido — menos incógnitas médicas, mais consistência e mostrou que sabe jogar quando o jogo fica feio.

    Os outros nomes que subiram no conceito

    Cameron Boozer continou seu bom trabalho, levando sua equipe pro segundo fim de semana do torneio. O garoto tem fundamentos sólidos e aquela visão de jogo que lembra muito o pai (sim, Carlos Boozer).

    Darius Acuff Jr. e Kingston Flemings também aproveitaram a vitrine pra mostrar serviço. Flemings principalmente me impressionou — o cara tem um físico absurdo e está começando a juntar as peças do quebra-cabeça ofensivo.

    E aí, pessoal — vocês acham que Peterson consegue se recuperar nos workouts individuais ou Dybantsa já crravou mesmo a primeira posição? Porque pra mim, essa disputa ainda não acabou. Os problemas físicos do Peterson podem ter sido só uma fase ruim, e todo mundo sabe que quando ele está bem, é difícil de parar.

  • E se o Ainge tivesse escolhido o Fultz no lugar do Tatum?

    E se o Ainge tivesse escolhido o Fultz no lugar do Tatum?

    Cara, vocês viram que o Markelle Fultz assinou um contrato de 10 dias com o Toronto? Pois é, o cara que já foi número 1 do draft em 2017 tá aí lutando pra se manter na liga. E isso me fez pensar numa parada absurda: e se o Danny Ainge tivesse sido maluco de verdade e pegado o Fultz ao invés de fazer aquela troca genial que trouxe o Jayson Tatum pros Celtics?

    Olha, só de imaginar já me dá calafrios.

    O draft que mudou tudo

    Lembra como foi? Os Celtics tinham ganhado na loteria do draft — graças àquela troca histórica do Paul Pierce e KG pros Nets que foi o presente que não parava de dar presentes. Brooklyn terminou com 20-62, pior campanha da liga, e Boston ficou com a primeira escolha mesmo tendo sido primeiro no Leste.

    Na época, o Fultz era O CARA. Monstro na Washington, 23.2 pontos por jogo, parecia ser moleza a escolha. Até o próprio garoto ficou empolgado quando treinou pros Celtics, falando que “quase sentia que pertencia ali” e sonhando em usar a camisa 20 do Ray Allen.

    Mas o Ainge… ah, o Ainge tinha outros planos.

    A jogada de mestre que quase não aconteceu

    Danny trocou a primeira escolha com a Filadélfia, pegou a terceira mais uma futura primeira ronda. Na época, galera achava que iam pegar o Josh Jackson do Kansas, mas o homem tinha o Tatum na mira desde o início.

    E olha, que diferença faz, né? Enquanto o Fultz virou uma das maiores decepções da história dos primeiros picks — problema no arremesso, lesões, nunca conseguiu emplacar —, o Tatum virou All-Star múltiplas vezes e peça fundamental dos Celtics.

    Sinceramente, fico imaginando como seria o time hoje se tivessem feito a escolha “óbvia” na época. Provavelmente não teriam chegado nas Finals, não teriam aquele núcleo monstruoso que construíram. O Jaylen Brown sozinho não conseguiria carregar o piano.

    O que isso nos ensina?

    Essa história toda é um lembrete de como o basquete é maluco, pessoal. Às vezes a jogada que parece mais arriscada é a que dá certo. O Ainge viu algo no Tatum que outros não viram, e teve coragem de apostar.

    Agora o Fultz tá aí, aos 28 anos, tentando se agarrar na NBA com contratos de 10 dias. Triste pra caramba, porque o talento sempre esteve lá. Mas no basquete, talento sem mentalidade não leva ninguém longe.

    E vocês, o que acham? Será que o Fultz ainda tem chance de ressurgir, ou essa janela já fechou de vez? Eu ainda torço pelo garoto, não vou mentir.

  • Karim Lopez pode fazer história como 1º mexicano na 1ª rodada do Draft

    Karim Lopez pode fazer história como 1º mexicano na 1ª rodada do Draft

    Mano, que história absurda! Imagina só: um moleque de 5 anos em Hermosillo, no México, desenhando ele mesmo jogando na NBA. Parece clichê de filme, né? Mas é exatamente isso que aconteceu com Karim Lopez, que ontem declarou oficialmente pro Draft de 2026.

    E olha, não é só mais um sonho americano não. O cara pode fazer história como o PRIMEIRO mexicano nascido no país a ser escolhido na primeira rodada do Draft da NBA. Isso é gigante, pessoal!

    O gigante de 2,06m que ninguém esperava

    Lopez tem 2,06m de altura e uma envergadura que parece ter sido feita sob medida pra NBA moderna. Tá ranqueado em 11º no big board da ESPN — ou seja, não é promessa não, é realidade batendo na porta.

    O mais louco dessa história toda? O cara saiu do México aos 14 anos, foi pra Espanha jogar no Joventut Badalona (que time, hein!), e depois partiu pro pau na NBL australiana defendendo o New Zealand Breakers. Duas temporadas lá, enfrentando marmanjo todo dia.

    Os números da última temporada foram interessantes: 11,9 pontos e 6,1 rebotes com 49% de aproveitamento. Não são números de MVP, mas pra quem tá se preparando pra NBA, mostra consistência. E ainda estabeleceu recorde de pontos numa temporada pelo programa NBL Next Stars com 358 pontos.

    Ainda tem trabalho pela frente, mas o teto é alto

    Sinceramente? O garoto ainda precisa melhorar o arremesso e o trabalho de pés — típico de jogador alto em desenvolvimento. Mas cara, ele tem aquela dureza mental que só quem passou perrengue consegue ter. Voltou de uma lesão nas costas no verão passado e meteu 32 pontos em janeiro como se fosse recado: “Tô aqui, ó”.

    “Quero mostrar pros times da NBA quem eu sou. Tem coisas que as pessoas ainda não viram”, disse Lopez. E olha, eu acredito nele. Qualquer um que sobrevive dois anos na NBL australiana — que é pancada pura — tem estrutura pra aguentar os 82 jogos da temporada regular da NBA.

    Vocês acham que ele consegue mesmo quebrar essa barreira histórica? Porque se conseguir, vai ser muito mais que individual. Imagine quantos moleques no México vão se inspirar nisso!

    O Draft de 2026 vai ser em junho, e eu já tô ansioso pra ver se essa história de desenho de criança vira realidade na TV. Seria monstro demais ver Lopez vestindo a camisa de algum time da NBA como pioneiro mexicano na primeira rodada.

  • Luka Dončić escapa da suspensão após confusão com família no meio

    Luka Dončić escapa da suspensão após confusão com família no meio

    Cara, que situação tensa rolou no Lakers x Magic no sábado! O Luka Dončić quase se ferrou bonito — chegou no 16º técnico da temporada e ia perder o jogo contra o Detroit. Mas respirem aliviados, galera: a NBA decidiu anular a falta técnica depois de analisar melhor o lance.

    A treta começou na linha do lance livre, onde o Dončić e o Goga Bitadze (do Magic) começaram a trocar umas palavrinhas nada amigáveis. O negócio esquentou tanto que os dois continuaram discutindo enquanto corriam para o outro lado da quadra. Resultado? Pararam o jogo e aplicaram técnico duplo.

    “Ele falou da minha família”

    Agora vem a parte pesada da história. Segundo o Luka, o Bitadze cruzou todas as linhas possíveis durante a discussão.

    “Ele disse na linha do lance livre que ia f**** minha família toda. Em algum momento, eu simplesmente não consegui aguentar e tive que me defender”, declarou o esloveno após o jogo. “Eu sei que meus companheiros me apoiam. Decepcionei eles hoje, mas espero que seja anulado.”

    Olha, eu entendo o Luka perfeitamente. Mexer com família é onde a brincadeira para, né não? Qualquer um ficaria puto nessa situação.

    A versão do Bitadze

    O georgiano do Magic, obviamente, contou uma história bem diferente. Segundo o Bitadze, foi o próprio Luka quem começou com os insultos pessoais — e em sérvio, idioma que ele entende perfeitamente por ter jogado lá.

    “Tenho todo o respeito pelo Luka e pelo que ele conquistou. E respeito muito a família de todo mundo”, disse Bitadze ao Orlando Sentinel. “De onde eu venho, isso é sagrado. Ele disse umas coisas inadequadas em sérvio, e eu apenas respondi da mesma forma.”

    O cara ainda pediu desculpas se passou dos limites, mas negou que tenha falado diretamente da família do Luka. Sinceramente? Difícil saber quem tá falando a verdade nessa história.

    O técnico J.J. Redick admitiu que os árbitros não conseguiram entender direito o que estava acontecendo — afinal, os caras estavam discutindo em sérvio no meio de Los Angeles.

    Lakers voando alto

    Independente da confusão, uma coisa é certa: o Lakers tá numa sequência absurda de nove vitórias consecutivas. E o Luka? Monstro total. Tá fazendo mais de 40 pontos de média nessa sequência, incluindo aqueles 60 pontos históricos contra o Miami Heat na semana passada.

    Com odds de +1000 para MVP, o cara tá jogando um basquete de outro planeta. Agora, com a falta técnica anulada, ele pode continuar ajudando o Lakers nessa caminhada — e sem o risco de suspensão por acúmulo de técnicos.

    E aí, galera, vocês acham que o Luka consegue levar esse Lakers longe nos playoffs? Com esse nível de jogo, vai ser difícil parar esse cara.

  • LeBron aos 41 virou coadjuvante – e tá dando certo pra caramba

    LeBron aos 41 virou coadjuvante – e tá dando certo pra caramba

    Cara, eu nunca pensei que fosse ver o dia em que escreveria isso: LeBron James virou coadjuvante. E sabe de uma coisa? Tá funcionando absurdamente bem.

    Os Lakers estão numa sequência de nove vitórias seguidas — NOVE! — com o King assumindo um papel completamente diferente do que estamos acostumados a ver nos últimos 20 anos. E olha, não vou mentir, no começo eu achei meio estranho ver o cara que sempre foi O cara do time jogando como terceira opção.

    O mergulho que mudou tudo

    A ficha caiu pra mim quando vi ele literalmente se jogar no chão contra o Denver Nuggets pra disputar uma bola perdida. LeBron. James. Se jogando no chão. Aos 41 anos. O JJ Redick ficou chocado — disse que em 23 anos vendo o LeBron jogar, nunca tinha visto ele fazer um mergulho desses.

    “Eu sei que ele vai sentir isso amanhã, mas essa é uma jogada vencedora”, falou o técnico. E é exatamente isso, mano. O cara que sempre teve jogadores de função pra fazer esse tipo de coisa agora É o jogador de função.

    Tudo mudou quando os Lakers trouxeram o Luka Dončić. De repente, LeBron não era mais o ponto focal do ataque. E com o Austin Reaves também em ascensão, ele virou literalmente a terceira opção ofensiva da equipe. Imagina só — LeBron James, terceira opção! Seria impensável há alguns anos.

    Números que impressionam (do jeito certo)

    Mas olha os números desde que ele voltou de uma ausência recente: 19 pontos, 7.3 rebotes e 5.5 assistências por jogo com mais de 60% de aproveitamento nos arremessos. Não são números de coadjuvante qualquer, né não?

    O mais louco é que ele mesmo admitiu que observou o Reaves e o Dončić brilharem enquanto estava fora e entendeu qual era a dele. Ego zero. Aos 41 anos, reinventando completamente seu jogo.

    Sinceramente, eu acho isso mais impressionante do que muitas das conquistas dele. Quantos caras conseguiriam fazer essa transição? Deixar de ser O cara pra ser UM dos caras, e ainda por cima fazer isso render vitórias?

    Lakers perigosos de novo?

    Nove vitórias seguidas não é brincadeira. O pessoal já tá começando a repensar o teto desse time dos Lakers, e com razão. Quando você tem LeBron jogando um basquete inteligente, sem forçar nada, apenas encaixando onde precisa… cara, isso pode dar muito certo.

    E aí, vocês acham que esse novo LeBron consegue levar os Lakers longe nos playoffs? Eu tô começando a acreditar que sim. O cara pode ter 41 anos, mas a cabeça dele ainda é de outro planeta.