Tag: Draft NBA 2026

  • Luka x LeBron: a dupla que tá assombrando a NBA é real?

    Luka x LeBron: a dupla que tá assombrando a NBA é real?

    Cara, eu confesso que não esperava essa. Quando rolaram os rumores do Luka indo pros Lakers, pensei “mais uma especulação maluca da internet”. Mas olha só o que tá acontecendo em Los Angeles — essa dupla com o LeBron tá funcionando de um jeito que ninguém imaginava.

    O Brian Windhorst e a galera do Hoop Collective da ESPN destrincharam essa situação toda nos últimos episódios do podcast, e sinceramente, os caras levantaram umas questões que tão mexendo com a minha cabeça de fã.

    LeBron aos 41: ainda é um monstro

    Vamos combinar: ver o LeBron James aos 41 anos ainda mandando dessa forma é simplesmente absurdo. O Tim MacMahon falou uma parada que resume tudo: “O choque é um cara de 41 anos ainda ser tão atlético assim”. E não é só isso — ele tá se adaptando numa boa ao papel de segundo violino.

    MacMahon comentou que em fevereiro ninguém acreditava que o LeBron ficaria em LA, mas agora? “Eles tão se curtindo, a química deu uma volta de 180 graus”. Essa mudança de postura do Rei me lembra muito o que rolou quando ele foi pra Miami a primeira vez — às vezes você precisa dividir o protagonismo pra ganhar.

    E vocês, tão comprando essa história de que o LeBron realmente aceitou ser coadjuvante?

    Luka: gênio em quadra, problema fora dela

    Agora, o Luka Doncic é outro caso. O cara joga um absurdo, mas essa história de técnica atrás de técnica tá virando um problemão. MacMahon foi direto ao ponto: “As pessoas dos Mavericks sabiam que, dependendo de quem tava na cidade, o Luka ia estar instável naquela noite”.

    Olha, eu entendo a frustração. Jogar na NBA com toda essa pressão não deve ser mole. Mas quando você não volta pra defesa porque tá discutindo com o árbitro, aí complica. É isso que tá segurando o cara de ser ainda maior — e olha que ele já é um monstro.

    O negócio é que, segundo o MacMahon, não é só questão de jogo. Às vezes são problemas pessoais, às vezes é coisa dentro da franquia. O cara descarrega tudo nos árbitros, e isso tá prejudicando não só ele, mas o time todo.

    Rockets: futuro brilhante, presente complicado

    Já falando dos Houston Rockets, a situação é meio frustrante. O Tim Bontemps foi realista: “A realidade é que os Rockets não são bons o suficiente este ano”. Doeu, mas é verdade.

    O futuro com Reed Sheppard, Amen Thompson e Alperen Sengun pode ser interessante — a questão é descobrir como essa galera se encaixa junta. Mas pra essa temporada? Complicado competir com os grandes do Oeste.

    Esse negócio de não conseguir fechar jogos em momentos decisivos tá matando qualquer chance deles. É aquela velha história: time jovem com muito potencial, mas ainda falta maturidade pra disputar com Lakers, Warriors e companhia.

    O que mais me impressiona nessa temporada é como a NBA tá imprevisível. Quem diria que veríamos o LeBron se adaptando tão bem aos 41, o Luka brilhando em LA, e os Rockets lutando pra se encontrar? Basquete é isso aí — sempre nos surpreendendo.

  • Fultz, ex-1ª escolha do draft, volta à NBA com contrato de 10 dias

    Fultz, ex-1ª escolha do draft, volta à NBA com contrato de 10 dias

    Olha só quem tá voltando: Markelle Fultz assinou um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Sim, o mesmo cara que foi a primeira escolha geral do draft de 2017 e que teve uma trajetória bem… complicada na liga.

    Fultz, que hoje tem 27 anos, passou a temporada na G League defendendo o Raptors 905. O cara ficou longe das quadras da NBA desde a temporada passada, quando jogou apenas 21 partidas pelo Sacramento Kings. E convenhamos, não foi exatamente uma temporada marcante.

    A montanha-russa da carreira

    Mano, a história do Fultz é de dar dó mesmo. Quando foi draftado pelos Sixers em 2017, todo mundo achava que seria o próximo grande armador da liga. Mas as lesões simplesmente acabaram com os primeiros anos dele — menos de 20 jogos em cada uma das duas primeiras temporadas. Isso é absurdo pra qualquer jogador, imagina pra uma primeira escolha.

    Mas o cara não desistiu, e isso eu respeito muito. Depois que foi pra Orlando, conseguiu se reinventar um pouco. A melhor temporada dele foi em 2022-23, quando fez 14 pontos e 5.7 assistências por jogo, com impressionantes 51.4% nos arremessos de quadra. Nada mal, né?

    O que ele pode oferecer pros Raptors?

    Hoje em dia, o Fultz virou um armador mais focado na defesa e na distribuição de bolas. Não é mais aquele cara que ia ser o próximo grande cestinha da liga, mas evoluiu pra ser um jogador sólido que faz o time funcionar.

    Os Raptors tão numa briga danada no Leste — disputando vaga no play-in com Hawks, Sixers, Magic, Heat e Hornets. Qualquer reforço pode fazer diferença nessa reta final, mesmo que seja só por 10 dias.

    Sinceramente? Eu torço pro cara dar certo. A NBA fica mais interessante quando jogadores que passaram por perrengue conseguem se reerguer. E vocês, acham que o Fultz consegue ajudar Toronto nessa briga pela pós-temporada?

  • Os 20 negócios mais loucos da NBA: sucessos e fracassos do ano

    Os 20 negócios mais loucos da NBA: sucessos e fracassos do ano

    Olha, todo ano é a mesma coisa na NBA. Os times fazem centenas de trocas, contratações e negócios malucos, e a gente fica aqui tentando entender quem acertou e quem se deu mal. Com a temporada 2025-26 chegando ao fim, chegou a hora de dar uma olhada nos extremos — os 10 melhores e os 10 piores negócios desde as Finals do ano passado.

    José Alvarado nos Knicks — que contratação genial

    Cara, quando os Knicks pegaram o José Alvarado no meio da temporada (só custou o Dalen Terry, duas escolhas de segunda rodada e uns trocados), todo mundo sabia que ia dar liga. E deu mesmo! O cara tem um net rating de +11.8 quando está em quadra — o melhor do time todo. Absurdo.

    O problema agora é que o técnico Mike Brown vai ter que quebrar a cabeça pra montar a rotação dos playoffs. Tem guardar pra caramba no elenco, e ainda tem o Miles McBride voltando de cirurgia. Mas uma coisa é certa: a galera do Madison Square Garden vai enlouquecer com o Alvarado.

    Warriors acertaram em cheio com De’Anthony Melton

    Esse aqui é interessante. O Melton sempre foi daqueles caras que os números avançados amam, mas na temporada passada só jogou 6 jogos por causa de uma lesão no joelho. Os Warriors foram espertos: usaram o salário dele numa troca no meio da temporada, depois trouxeram de volta por apenas $3,1 milhões.

    Desde que voltou em dezembro, o cara tem sido um dos melhores coadjuvantes da liga. Com ele em quadra, Golden State tem +6.0 de net rating — segundo melhor do time, só atrás do Jimmy Butler III (sim, ele foi parar lá também).

    A questão é: as esperanças dos Warriors nos playoffs dependem do Stephen Curry, que tá fora desde janeiro com problema no joelho. Se o Curry voltar, o Melton vai ser a dupla perfeita pra ele no backcourt.

    San Antonio fez bonito com Luke Kornet

    Quando não tá escrevendo no blog dele (sim, o cara tem blog), o Kornet é exatamente o que você quer num reserva de centro. Veio do título de 2024 e assinou por 4 anos, $40,7 milhões com os Spurs. E tá encaixando perfeitamente atrás do Victor Wembanyama.

    Vocês sabem como é: a diferença entre ganhar um título ou cair cedo nos playoffs pode estar justamente em conseguir se manter competitivo quando o craque descansa. Os Nuggets que o digam, sempre sofrendo quando o Jokić sai de quadra.

    Sinceramente, acho que os Spurs fizeram um negócio cirúrgico. Ter alguém confiável pra dar folga pro Wemby pode ser decisivo na pós-temporada. É aquela história: não precisa ser espetacular, só precisa não entregar o ouro pro adversário.

    E aí, pessoal, qual desses negócios vocês acham que vai fazer mais diferença nos playoffs?

  • Jazz e Wizards têm ouro no mercado do fantasy: vale pegar?

    Jazz e Wizards têm ouro no mercado do fantasy: vale pegar?

    Cara, enquanto todo mundo tá grudado na March Madness, aqui no fantasy basketball a coisa tá pegando fogo! Os playoffs estão rolando e é agora que você precisa garimpear esses jogadores disponíveis que podem ser a diferença entre levar o título ou ficar só no quase.

    E olha, tem umas pérolas no mercado que vocês precisam conhecer. Vamos aos destaques:

    Kennedy Chandler resolve no Jazz

    Mano, o Kennedy Chandler simplesmente chegou no Utah Jazz com contrato de 10 dias e meteu 19 pontos, 5 rebotes e 4 assistências em 37 minutos no primeiro jogo. Absurdo! Com Isaiah Collier e Keyonte George machucados (ambos com problema no posterior da coxa), o cara pode ter mais chances pela frente.

    Sinceramente, não esperava essa explosão logo de cara. O moleque tem apenas 0,9% de ownership nas ligas da ESPN – ou seja, tá praticamente livre no mercado. Se você precisa de armador, corre atrás!

    Bilal Coulibaly voltando com tudo

    O francês do Washington perdeu alguns jogos por conta de uma lesão no calcanhar, mas voltou sem perder o ritmo. Nos últimos cinco jogos, o cara tá metendo 19,2 pontos por partida, com 2,6 bolas de três e quase 3 roubos+tocos combinados.

    E aí, vocês lembram quando todo mundo duvidava do potencial dele? Pois é, tá aí provando que tem muito basquete pra mostrar. Com apenas 25,5% de ownership, ainda dá pra pescar ele em várias ligas.

    Outras apostas que podem dar certo

    Ayo Dosunmu virou titular no Minnesota com Anthony Edwards lesionado e tá voando – cinco jogos seguidos com pelo menos 17 pontos. Gary Payton II continua sendo aquele jogador completo que faz de tudo um pouquinho no Golden State.

    Na frente, P.J. Washington assumiu o protagonismo no Dallas depletado e tá mandando 20+ pontos nos últimos quatro jogos. E se vocês precisam de rebotes e tocos, Yves Missi no New Orleans tem pegado duplo-duplo em rebotes com pelo menos 3 tocos em quatro dos últimos cinco.

    Olha, eu sempre falo: playoff de fantasy é sobre timing e coragem pra apostar nos caras certos. Qual desses vocês acham que vale mais o risco?