Tag: march madness

  • Draft 2026: os monstros que ainda estão no March Madness

    Draft 2026: os monstros que ainda estão no March Madness

    Cara, não é todo ano que a gente vê isso — provavelmente nem a cada cinco anos. Alguns dos caras cotados pra serem picks bem altos no Draft de junho ainda estão jogando no Sweet 16 do March Madness. E que sorte a nossa!

    Isso tá criando uns confrontos absurdos e várias oportunidades pra gente acompanhar os futuros craques da NBA ainda na faculdade. Vou destacar aqui alguns matchups que vão ser imperdíveis.

    Darius Acuff Jr. vs Brayden Burries: choque de estilos

    O Darius Acuff Jr. (Arkansas) tá simplesmente voando nesse torneio. Desde o torneio da SEC até agora, o moleque tá com médias de 30.2 pontos e 7.2 assistências em cinco jogos. Trinta pontos de média, gente! O Allen Iverson até postou no Instagram que o Acuff é o “próximo ele”. Tem gente comparando com Damian Lillard e Stephon Marbury também.

    Mas aqui vem o problema — e eu vou ser sincero com vocês. Todos esses caras que citei têm uma coisa em comum: são armadores baixinhos que não defendem muito bem. O Acuff tem 1,90m oficialmente, mas todo mundo espera que ele meça uns centímetros a menos no Combine. E olha, tá cada vez mais difícil prosperar na NBA sendo um armador pequeno que não defende.

    Por isso que a maioria dos times não tem o Acuff nos primeiros cinco nomes do Draft, segundo o que anda rolando por aí. Ele vai ter uma chance de ouro de mostrar serviço contra o Arizona (cabeça de chave 1) e o armador Brayden Burries.

    O Burries é completamente diferente do Acuff — não é chamativo, é mais old school, mas faz tudo bem feito. É daqueles caras que você vê entrando numa rotação da NBA rapidinho: joga com e sem bola, acerta arremessos de catch-and-shoot, tem jogo de meio de quadra. Vai ser um contrastão de estilos.

    Keaton Wagler vs Kingston Flemings: duelo de candidatos à loteria

    Tem um grupo de armadores que vai pro top 10 do Draft: Acuff, Kingston Flemings, Keaton Wagler e Mikel Brown Jr. (que se machucou e ficou de fora do torneio). Nesse jogo, Illinois x Houston, a gente vai ver dois deles cara a cara.

    O Wagler foi uma das grandes histórias da temporada do basquete universitário. Um cara de 1,98m que ninguém conhecia e que levou Illinois ao melhor ataque do país. Médias de 17.7 pontos, 4.3 assistências e 41% nas bolas de três. Monstro.

    Mas tem uma pegadinha: ele às vezes se complica contra defesas de muita pressão. E agora vai enfrentar justamente o Houston do Kelvin Sampson, que faz a melhor defesa de pressão do país. É exatamente isso que os scouts querem ver — como os caras reagem sob pressão máxima.

    Do outro lado, o Kingston Flemings tem muito fã nos front offices da NBA. Armador de 1,93m com uma primeira passada explosiva e capacidade de chegar na cesta. Com um arremesso consistente, tá com médias de 16.5 pontos e 5.4 assistências, acertando 37.6% das bolas de três.

    E aí, pessoal — acham que esses moleques vão conseguir manter o nível quando a pressão apertar de verdade? Porque March Madness é isso: uma hora você é herói, na próxima tá indo pra casa. É por isso que eu amo esse torneio.

    Vai ser interessante ver como esses futuros astros da NBA se saem quando realmente importa. Afinal, é assim que a gente descobre quem tem o mental forte pra aguentar o peso da liga mais competitiva do mundo.

  • Donovan não nega interesse em North Carolina — será o fim na NBA?

    Donovan não nega interesse em North Carolina — será o fim na NBA?

    Olha, quando um técnico da NBA não nega interesse em uma vaga universitária, é porque a coisa tá séria mesmo. Billy Donovan, técnico do Chicago Bulls, basicamente deixou a porta aberta para um possível retorno ao basquete universitário quando perguntado sobre a vaga em North Carolina.

    A situação é a seguinte: os Tar Heels demitiram Hubert Davis depois da eliminação precoce no March Madness, e o nome do Donovan começou a circular imediatamente. E cara, faz todo sentido — o cara construiu um monstro na Florida, ganhou dois títulos consecutivos da NCAA em 2006 e 2007. Não é qualquer um que faz isso.

    O que ele disse (e o que não disse)

    Antes do jogo contra o Philadelphia 76ers, Donovan foi esperto na resposta. “Meu foco principal está nesses caras e neste novo time”, disse ele, mas — e aqui está o ponto importante — ele NÃO negou o interesse. Um simples “não tenho interesse” resolveria a questão, né? Mas não foi isso que rolou.

    “Eu entendo que há coisas por aí fora, e entendo que vai haver especulação”, continuou Donovan. Traduzindo: ele sabe que tá sendo cotado e não tá fechando a porta. Sinceramente, acho que ele tá mesmo considerando a possibilidade.

    Por que North Carolina faria sentido?

    Cara, North Carolina não é qualquer programa. É uma das grandes forças históricas do basquete universitário, com recursos infinitos e tradição. E olha só que presente de grego: Dylan Mingo, um dos melhores caras da atual turma do ensino médio (cinco estrelas!), já se comprometeu com os Tar Heels.

    Donovan também tocou num ponto interessante sobre como o basquete universitário mudou. “É diferente lidar com jogadores que agora são pagos”, disse ele, se referindo ao NIL (Name, Image, Likeness). O cara tá ligado nas mudanças do jogo — e isso me faz pensar que ele realmente tá avaliando a situação.

    E vocês, o que acham? Donovan deveria voltar pro universitário ou continuar tentando algo na NBA? Na minha opinião, com 60 anos e já tendo provado o que tinha que provar nos dois níveis, talvez seja hora de voltar às raízes. North Carolina seria uma aposentadoria dos sonhos para qualquer técnico.

    O Bulls não anda lá essas coisas mesmo, então… quem sabe?

  • Butler contrata ex-jogador que chegou em 2 finais da NCAA como técnico

    Butler contrata ex-jogador que chegou em 2 finais da NCAA como técnico

    Olha, essa é uma daquelas histórias que dá arrepio só de pensar. A Butler acabou de contratar Ronald Nored como novo head coach, e cara, que jogada perfeita! O cara jogou nas duas finais consecutivas do March Madness em 2010 e 2011 — vocês lembram daqueles times do Brad Stevens que quase ganharam tudo?

    Nored não é qualquer um não. Além de ter sido um monstro defensivo na faculdade (duas vezes melhor defensor da Horizon League), o cara passou os últimos anos na NBA como assistente técnico. Três temporadas no Atlanta Hawks, e antes disso rodou por Indiana Pacers, Charlotte Hornets e Boston Celtics. Resumindo: o homem sabe o que tá fazendo.

    De jogador lendário a técnico principal

    “Trabalho dos sonhos não faz justiça ao que sinto sobre liderar o programa da Butler”, disse Nored. E olha, dá pra sentir a emoção nas palavras dele. O cara literalmente derramou sangue e suor por essa camisa — são 143 jogos disputados (recorde do programa) e 16 aparições em playoffs. Isso é dedicação, galera.

    O que mais me impressiona é que a contratação não foi só nostalgia. O diretor atlético Grant Leiendecker foi claro: “Não contratamos ele pela história aqui, mas pela visão do que podemos nos tornar”. Traduzindo: querem alguém que transforme o programa, não só alguém que relembre os bons tempos.

    Butler precisa de um restart urgente

    Vamos falar a real aqui: Butler tá precisando de uma mexida faz tempo. O time terminou 16-16 nesta temporada (nem positivo ficou!) e não vai pra March Madness desde 2018. Para um programa que chegou em duas finais consecutivas, isso dói demais.

    Thad Matta, o técnico anterior, se aposentou semana passada mas vai continuar na universidade como assistente especial. Nada contra o cara, mas talvez era hora mesmo de uma cara nova no comando.

    E aí, acham que Nored consegue trazer a magia de volta pra Butler? Sinceramente, eu tô otimista. Quando você coloca alguém que viveu na pele o sucesso do programa e ainda tem experiência NBA como assistente… cara, isso tem tudo pra dar certo. Só espero que ele consiga colocar suas próprias digitais no time e não fique vivendo só do passado glorioso.

  • North Carolina demite Hubert Davis após vexame histórico na March Madness

    North Carolina demite Hubert Davis após vexame histórico na March Madness

    Olha, eu sabia que ia dar merda quando vi aquela eliminação patética pro VCU na primeira fase da March Madness. E deu mesmo — North Carolina acabou de mandar embora o técnico Hubert Davis.

    A notícia vazou ontem à noite e, cara, que situação constrangedora. Imagina só: você é o técnico de uma das maiores tradições do basquete universitário americano e toma uma surra de um time que ninguém nem lembrava que existia. É de cortar o coração de qualquer Tar Heel.

    O vexame que selou o destino

    Davis durou apenas três temporadas no comando de Carolina — e vamos combinar, as expectativas eram altíssimas. O cara veio pra substituir ninguém menos que Roy Williams, uma lenda absoluta do programa. Aí você perde logo na primeira rodada do torneio mais importante do ano universitário? Complicado demais.

    A universidade foi bem diplomatica no comunicado, falando apenas em “mudança de liderança”. Mas todo mundo sabe qual foi o real motivo. Quando você tem um programa histórico como UNC e faz esse tipo de papel, não tem conversa — ou você entrega resultado ou vai pra casa.

    A conta vai sair cara

    Agora vem a parte interessante: Davis ainda tinha 5,3 milhões de dólares garantidos no contrato. Mais de 25 milhões de reais na cotação atual! A universidade já confirmou que vai “honrar os termos” do acordo. Sinceramente, deve ser bizarro receber uma grana dessa pra não trabalhar, mas é assim que funciona o show business do esporte universitário americano.

    O mais louco é que agora North Carolina vai ter que encontrar alguém pra comandar um dos programas mais tradicionais do país. E vocês acham que vai ser fácil? Qualquer um que vier vai ter a pressão de estar à altura dos Michael Jordan, Vince Carter e todos os outros monstros que passaram por Chapel Hill.

    Uma coisa é certa: quem assumir vai herdar uma responsabilidade gigantesca. The Carolina Way não é brincadeira — é cultura, é tradição, é história pura do basquete. Davis tentou, mas não conseguiu manter o padrão. Agora é torcer pra que o próximo consiga devolver os Tar Heels ao lugar onde eles merecem estar: brigando pelo título nacional.

  • Hubert Davis é demitido pela North Carolina e já quer voltar

    Hubert Davis é demitido pela North Carolina e já quer voltar

    Cara, que situação mais doída. O Hubert Davis acabou de ser demitido pela North Carolina depois de cinco anos no comando dos Tar Heels, e o cara já soltou um comunicado que me pegou aqui — disse que quer voltar a treinar “muito em breve”.

    Olha, eu até entendo o lado da universidade. Ser eliminado na primeira rodada do March Madness é de doer, principalmente pra um programa histórico como Carolina do Norte. Mas sinceramente, demitir o cara que levou o time até a final nacional em 2021? É osso.

    A montanha-russa de Davis em Chapel Hill

    Vamos lembrar: o Hubert assumiu depois do lendário Roy Williams e começou com tudo. Em sua primeira temporada, pegou um time que era cabeça de chave 8 e levou até a decisão nacional. E o mais louco? No caminho, detonou o Duke no último jogo do Mike Krzyzewski como técnico. Imagina a pressão e o cara entrega isso.

    Depois veio aquela temporada 2022-23 que foi um desastre completo. O time começou como número 1 no ranking pré-temporada e nem classificou pro torneio. Aí foram quatro anos consecutivos sem chegar no Elite 8 — algo impensável pros padrões de Carolina.

    “Meu desejo era continuar treinando aqui”, disse Davis no comunicado. “Essa oportunidade foi verdadeiramente uma bênção. Agradeço a Jesus literalmente todos os dias pela oportunidade, relacionamentos e experiências com os garotos e minha equipe.”

    E agora, pra onde o cara vai?

    Aqui que fica interessante. Davis jogou em Carolina do Norte com o Dean Smith — ou seja, tem pedigree de sobra. A questão é: onde ele vai parar agora?

    Na minha visão, ele tem duas opções principais. Ou alguma universidade de divisão menor aposta nele como técnico principal (e seria uma baita contratação), ou ele aceita ser assistente técnico em algum programa forte pra se reconstruir.

    O que vocês acham? Davis merecia mais tempo em Chapel Hill ou a demissão estava certa mesmo? Eu acho que o cara tinha potencial pra reverter a situação, mas entendo que a pressão em programas como Carolina é absurda.

    Uma coisa é certa: os Tar Heels agora têm uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano pra preencher. E Davis? Bem, pelo que disse, já tá de olho na próxima oportunidade.

  • North Carolina demite Hubert Davis após 5 temporadas inconsistentes

    North Carolina demite Hubert Davis após 5 temporadas inconsistentes

    Cara, não acredito que chegamos nesse ponto. North Carolina acabou de anunciar a demissão de Hubert Davis depois de cinco temporadas no comando dos Tar Heels. Cinco anos, gente. E olha que o cara chegou com tudo, levando o time até a final do March Madness logo na primeira temporada dele.

    Mas a realidade é que a inconsistência falou mais alto. Desde aquela campanha mágica de 2022, foram apenas três vitórias no March Madness em quatro temporadas. Três! Para um programa com seis títulos nacionais e 21 Final Fours — recorde absoluto — isso é simplesmente inaceitável.

    A gota d’água foi aquela virada histórica

    O que selou o destino do Davis foi aquela derrota absurda para VCU na quinta-feira. Os caras estavam perdendo por 19 pontos e conseguiram virar o jogo na prorrogação. Foi a maior virada da história da primeira rodada do torneio. Imagina a cara dos torcedores de Carolina assistindo aquilo…

    Sinceramente, eu já sentia que algo não estava certo quando eles nem conseguiram se classificar para o March Madness em 2023. Carolina ficar de fora da Dança? Isso não pode acontecer, mano.

    Um cara querido, mas resultados falam mais alto

    Olha, não tem como negar que o Hubert Davis é uma figura respeitada. Ex-jogador dos próprios Tar Heels sob o lendário Dean Smith, 12 anos na NBA, trabalhou na ESPN e depois virou assistente do Roy Williams por anos. O cara sangra azul Carolina.

    Bubba Cunningham, o diretor atlético, até reconheceu isso no comunicado: “Essa não foi uma decisão fácil por causa do tremendo caráter do Hubert”. Mas também foi direto ao ponto — eles precisam “competir de forma mais consistente em nível de elite”.

    E não é que ele está errado? Desde 2022, tirando aquela chegada no Sweet 16 como cabeça de chave número 1 em 2024 (onde perderam para Alabama, por sinal), o time não conseguiu nem passar da primeira rodada direito.

    Agora Carolina vai ter que desembolsar uns 5,3 milhões de dólares para pagar o que resta do contrato dele, que ia até 2029-30. Dinheiro pesado, mas quando você é uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano — e só foi preenchida quatro vezes desde que Dean Smith se aposentou em 1997 — você faz o que tem que ser feito.

    E aí, pessoal, quem vocês acham que vai assumir agora? Vai ser interessante ver quem topa pegar essa pressão toda…

  • Carolina do Norte demite Hubert Davis após vexame histórico

    Carolina do Norte demite Hubert Davis após vexame histórico

    Cara, eu sabia que ia dar ruim pra Carolina do Norte depois daquela vexame contra VCU. Mas demitir o Hubert Davis mesmo? Poxa, não esperava que fosse rolar tão rápido assim.

    A universidade oficializou a saída do técnico depois de mais uma eliminação precoce no March Madness — a segunda seguida no primeiro round. E olha, não foi qualquer eliminação não. Foi um colapso histórico que vai ficar marcado pra sempre no basquete universitário.

    O vexame que selou o destino

    Imagina perder uma vantagem de 19 pontos no primeiro round do torneio? Foi exatamente isso que aconteceu contra VCU. Os Tar Heels estavam dominando, parecendo que ia ser mais um passeio, aí simplesmente desabaram. Na prorrogação, não fizeram nem um arremesso de quadra. Absurdo demais.

    Segundo os caras que acompanham essas estatísticas malucas, foi a maior virada da história do primeiro round do March Madness. Tipo, imagina ficar marcado assim na história — pelo lado errado da coisa.

    Davis sai com um cartel até respeitável: 125 vitórias em 54 derrotas ao longo de cinco temporadas. Mas em um programa tradicional como Carolina do Norte, números não contam tudo. A galera esperava muito mais.

    Promessa que não se cumpriu

    O mais frustrante é que tudo começou tão bem. Lembro da primeira temporada dele, em 2022 — que jogaço! Levou o time até a final nacional como cabeça de chave 8, perdeu pro Kansas de virada depois de estar na frente por dois dígitos. Na época, parecia que seria só o começo de uma era dourada.

    Mas aí veio a ressaca. Na temporada seguinte, começaram ranqueados como número 1 do país e nem conseguiram classificação pro torneio. Primeira vez desde 2010 que ficaram de fora. Dói só de lembrar.

    Em 2024 chegaram no Sweet 16, deu uma animada na torcida. Mas essas duas eliminações seguidas no primeiro round foram a gota d’água. Programa tradicional como esse não aguenta vexame desse nível.

    E agora? A busca pelo substituto vai ser um dos assuntos mais quentes do basquete universitário. Carolina do Norte é aquele tipo de trabalho que todo técnico sonha — tradição, torcida gigante, recursos infinitos. Mas a pressão também é monstruosa. Expectativa de brigar pelo título todo santo ano.

    Sinceramente, acho que vão atrás de um nome grande de fora da “família Carolina”. Cinco temporadas foram suficientes pra mostrar que só ter história no programa não garante sucesso como técnico principal.

    E aí, galera — quem vocês acham que tem coragem de encarar essa pressão toda? Porque uma coisa é certa: quem vier vai ter que entregar resultado rápido. A torcida não vai ter paciência pra mais uma reconstrução.

  • G-Mac voltou pra casa! Syracuse contrata lenda do programa

    G-Mac voltou pra casa! Syracuse contrata lenda do programa

    Galera, vocês viram isso? O Syracuse acabou de anunciar o Gerry McNamara como novo técnico — e, cara, isso é HISTÓRIA sendo escrita de novo. O cara que ganhou o título nacional em 2003 junto com o Carmelo Anthony voltou pra casa.

    McNamara, ou “G-Mac” como a torcida chama, estava fazendo um trabalho monstro no Siena Saints. O homem conseguiu levar o time pro March Madness pela primeira vez em 16 anos! Dezesseis anos, mano. Isso é o que eu chamo de ressurreição de programa.

    A mensagem que emocionou a Orange Nation

    Logo depois do anúncio, o Syracuse soltou um vídeo do novo técnico mandando um recado direto pra torcida. E olha, deu pra sentir a emoção:

    “Orange Nation, aqui é o coach G Mac. Não consigo expressar o quanto estou animado pra voltar. Minha família e eu, prontos pra trabalhar, prontos pra fazer isso acontecer de novo. Vamos fazer barulho. Estou emocionado, abençoado por estar aqui, e vamos nessa.”

    Sinceramente? Deu arrepio. O cara falou “fazer barulho” e eu já tô imaginando aquela torcida maluca do Carrier Dome pegando fogo de novo.

    Torcida já tá em êxtase total

    As redes sociais viraram um caos de empolgação. Um torcedor comentou “EU PASSARIA PELA PAREDE AGORA MESMO” — e olha, eu entendo perfeitamente o sentimento. Outro pediu pra trazerem de volta o logo de 2003, que realmente era icônico.

    “Acho que contrataram o cara certo”, postou um fã. E tem outro que resumiu tudo: “A era G-Mac em Syracuse começa agora!” Com direito a emoji de basquete e tudo.

    O desafio não é brincadeira, não. McNamara vai pegar um programa que terminou com apenas 15 vitórias e 17 derrotas na última temporada. Só seis vitórias na conferência! Adrian Autry levou o pé na bunda exatamente por isso.

    Mas sabe o que mais me impressiona? O cara que já levantou um troféu nacional como JOGADOR agora volta pra tentar fazer isso como técnico. É tipo o Raí virando treinador do São Paulo depois de ter sido ídolo lá (guardadas as proporções, né?).

    Vocês acham que ele consegue resgatar a glória dos tempos dourados de Jim Boeheim? Eu tô torcendo pra dar certo — programa histórico como Syracuse merece estar brigando lá em cima de novo.

  • Herro dormia no vestiário pra treinar mais? Calipari conta história épica

    Herro dormia no vestiário pra treinar mais? Calipari conta história épica

    Vocês já imaginaram dormir no vestiário da faculdade só pra não perder tempo de treino? Tyler Herro fez isso. E quem conta a história é ninguém menos que John Calipari, que agora treina Arkansas mas foi técnico do cara em Kentucky.

    Na minha opinião, essa é uma das histórias mais inspiradoras que já ouvi sobre dedicação no basquete. Calipari soltou essa no Pat McAfee Show: “Tyler Herro vivia no ginásio… Eu cheguei uma manhã e ele estava dormindo no vestiário numa cadeira porque não queria atravessar a rua pra ir pro alojamento.”

    O monstro que já era monstro

    Cara, isso explica MUITA coisa sobre o Tyler que vemos hoje no Heat. O maluco passou só um ano em Kentucky — jogou quase 33 minutos por jogo, média de 14 pontos — mas já mostrava essa mentalidade diferenciada. E olha que ele era considerado um prospecto “cru” na época.

    A coroação dele com Calipari foi no Sweet 16 de 2019. Lembram? Aquela enterrada de três no finalzinho que classificou Kentucky pro Elite Eight. Jogaço absurdo. Mesmo tendo caído na rodada seguinte pro Auburn (que tava ranqueado em 5º), Herro fez o time ideal da região.

    De Kentucky pro Heat: a evolução continua

    E essa ética de trabalho que Calipari mencionou claramente não ficou pra trás quando Herro virou profissional. Sinceramente, acho que é isso que separa os caras especiais dos jogadores medianos — essa obsessão doentia por melhorar.

    Enquanto isso, Calipari seguiu mais cinco temporadas em Kentucky antes de se mudar pro Arkansas. Nesta temporada, levou os Razorbacks pra um recorde de 22-8 e tá no Sweet 16 de novo. Curioso: a última vez que ele chegou tão longe no March Madness foi justamente no ano do Herro.

    Agora ele enfrenta Arizona buscando o segundo título nacional (o primeiro foi com Kentucky em 2022). E aí, acham que ele consegue repetir a mágica sem um gym rat dormindo no vestiário? Eu apostaria que ele tá procurando alguém com essa mesma mentalidade no elenco atual.

  • March Madness 2026 quebra tudo: nunca vi audiência assim!

    March Madness 2026 quebra tudo: nunca vi audiência assim!

    Gente, eu tô em choque com os números da March Madness 2026. Sinceramente, nunca pensei que veria o torneio universitário americano bater recordes históricos de audiência desse jeito.

    A loucura começou já nos primeiros seis dias: 10,1 milhões de telespectadores de média nas duas primeiras rodadas. É o maior número DA HISTÓRIA do torneio, pessoal. Pra vocês terem uma ideia do que isso significa — é tipo se toda a Grande São Paulo parasse pra assistir basquete universitário ao mesmo tempo.

    Domingo foi simplesmente absurdo

    O que mais me impressionou foi aquela janela do domingo à noite: 19,7 milhões de pessoas grudadas na TV. O destaque? St. John’s eliminando Kansas no último segundo — que jogaço, meu Deus! Quem acompanha March Madness sabe que esses momentos são pura magia.

    Tennessee contra Virginia, St. John’s contra Kansas e Iowa contra Florida. Dois desses jogos foram decididos na última posse. É por isso que eu amo esse torneio — qualquer coisa pode acontecer.

    Streaming mudou o jogo completamente

    Uma coisa que tá fazendo diferença total é o HBO Max transmitindo a maioria dos jogos pelo segundo ano consecutivo. Cara, isso democratizou demais o acesso. Antes, muita gente ficava de fora porque não tinha os canais específicos.

    A CBS continua com sua parcela (desde 1982, imaginem!), disponível no Paramount+, mas esse combo HBO Max + TNT Sports tá revolucionando a forma como consumimos March Madness.

    Olha, se continuar nesse ritmo, 2026 pode superar 1979 como o Final Four mais assistido de todos os tempos. Naquela época, 35 milhões de americanos assistiram Magic Johnson (Michigan State) enfrentar Larry Bird (Indiana State). Um duelo lendário que até hoje dá arrepio.

    Vocês acham que esse boom de audiência vai se manter até o final? Eu tô apostando que sim — especialmente se rolarem mais finais emocionantes como essa de St. John’s.