Tag: march madness

  • Espanhol quebra o jogo e leva Iowa ao Sweet 16 contra o campeão!

    Espanhol quebra o jogo e leva Iowa ao Sweet 16 contra o campeão!

    Mano, que final absurdo! Alvaro Folgueiras, um garoto espanhol de 22 anos, simplesmente decidiu quebrar o jogo contra o atual campeão nacional da NCAA. Com 4.5 segundos no relógio, ele recebeu de Bennett Stirtz e mandou uma bomba de três que derrubou o Florida por 73-72. Iowa no Sweet 16 pela primeira vez desde 1999!

    Olha só que história incrível: antes da jogada final, Folgueiras chegou no Stirtz e falou “Eu vou estar pronto e vou fazer essa bola”. E fez mesmo, o maluco! O técnico Ben McCollum resumiu perfeitamente: “confiança irracional”.

    A história que emociona

    Mas o que mais me pegou foi saber da história do Alvaro. Cara saiu de Málaga aos 16 anos, sem falar inglês, só com o sonho de jogar basquete nos EUA. O pai morreu quando ele tinha apenas 9 anos, e a mãe Beatriz trabalhava até 14 horas por dia pra sustentar os filhos.

    E adivinha só — a mãe dele estava na quadra domingo, vendo o filho jogar presencialmente pela primeira vez em dois anos. Depois da buzina final, o Folgueiras correu direto pros braços dela. Emociona até quem tá só assistindo pela TV.

    “Ela mandou um garoto de 16 anos pra América sem saber inglês, sem nada além de sonhos e fome de vencer”, disse Folgueiras depois do jogo. “Essa é pra ela e pro meu pai. Ele tá assistindo lá de cima.”

    Zebra histórica no March Madness

    Gente, vocês têm noção do tamanho dessa zebra? Iowa era cabeça 9, Florida era o número 1 geral e atual campeão. Desde 1979, quando começaram as chaves por ranking, Iowa só tinha batido um cabeça 1 uma vez antes disso.

    E sabe quando foi a última vez que alguém fez uma cesta decisiva nos últimos 5 segundos contra um número 1? Kris Jenkins pela Villanova contra North Carolina na final de 2016. Ou seja, estamos falando de algo histórico mesmo.

    Folgueiras terminou com 14 pontos e 5 rebotes saindo do banco (que jogador do sexto homem!), enquanto Stirtz contribuiu com 13 pontos, 5 rebotes e 5 assistências. Iowa dominou o garrafão contra um Florida que tinha goleado por 59 pontos na primeira rodada.

    “Acho que ninguém acreditava na gente fora do nosso vestiário”, disse Stirtz. E olha, depois dessa eu também tô acreditando nesse time de Iowa. Vocês acham que eles conseguem ir ainda mais longe no torneio?

  • Charlotte aposta todas as fichas em Wes Miller por 5 anos

    Charlotte aposta todas as fichas em Wes Miller por 5 anos

    Olha, Charlotte não tá brincando em serviço. A universidade acabou de contratar Wes Miller como novo técnico do basquete masculino por cinco anos, e sinceramente? Essa contratação me deixou curioso pra ver no que vai dar.

    Miller vem direto de Cincinnati, onde passou os últimos cinco anos mas acabou sendo mandado embora no início do mês. E por quê? Simples: nunca conseguiu levar os Bearcats pro March Madness. Cara, cinco temporadas e zero classificações pro torneio mais importante do basquete universitário americano. Isso dói.

    O cara sabe jogar, mas…

    Não vou mentir — o currículo do Miller não é ruim não. Em Cincinnati ele ganhou 20 ou mais jogos em duas temporadas e este ano fechou 9-9 na Big 12 (que é uma conferência pesada, galera). Mas convenhamos: no basquete universitário americano, se você não vai pro March Madness, é como se a temporada não tivesse existido.

    “Wes Miller é um líder comprovado com profundo conhecimento do jogo”, disse o diretor atlético Kevin White. Tá, beleza, mas será que ele vai conseguir quebrar essa maldição de não chegar no torneio?

    UNC Greensboro foi seu grande momento

    Antes de Cincinnati, Miller foi um monstro em UNC Greensboro. Dez anos lá, 185 vitórias contra 135 derrotas. Nos últimos cinco anos foi ainda melhor: 125-43. Três títulos da Southern Conference e duas idas pro March Madness.

    Cara jogou em North Carolina sob o comando de Roy Williams e foi campeão nacional em 2005 — ou seja, sabe o que é ganhar no mais alto nível. E tem conexão forte com a região, que é importante pra recrutar.

    “Charlotte está em ascensão”, disse Miller na apresentação. “Vamos colocar tudo que temos no desenvolvimento dos nossos atletas.” Bonito de falar, né? Agora é ver se funciona na prática.

    E agora, será que cola?

    Miller substitui Aaron Fearne, que foi demitido semana passada depois de três temporadas bem complicadas. Fearne até começou bem (19-12 no primeiro ano), mas depois foi só ladeira abaixo.

    Na minha visão, essa contratação é uma aposta interessante. Miller provou que consegue ganhar no nível mid-major, tem experiência em conferências fortes e conhece a região. Mas aquela marca de não conseguir classificar pra March Madness em Cincinnati me deixa com uma pulga atrás da orelha.

    E vocês, acham que Miller vai conseguir colocar Charlotte no mapa do basquete universitário? Cinco anos é tempo suficiente pra mostrar serviço, isso é fato.

  • Bill Self pode pendurar as chuteiras após eliminação no March Madness

    Bill Self pode pendurar as chuteiras após eliminação no March Madness

    Cara, nunca pensei que estaria escrevendo isso sobre Bill Self. O técnico do Kansas, aos 63 anos, deixou no ar uma possível aposentadoria após a eliminação dolorosa para St. John’s por 67-65 na segunda rodada do March Madness.

    E olha, não é por birra ou frustração com o time. Self foi bem claro: é uma questão de saúde. “Preciso ser capaz de fazer isso me sentindo bem e saudável para fazer um trabalho decente”, disse o veterano técnico. Sinceramente, isso me pegou desprevenido.

    A saúde em primeiro lugar

    Quem acompanha o basquete universitário sabe que Self vem lidando com problemas de saúde nos últimos anos. O cara foi hospitalizado em janeiro — isso não é brincadeira. Aos 63, depois de décadas na beira da quadra, o corpo cobra mesmo.

    “Vou voltar pra casa, conversar com a família e ver o que está acontecendo”, explicou Self. É uma decisão difícil pra qualquer técnico, ainda mais pra alguém que ama tanto o que faz. Mas saúde não se brinca, né?

    Kansas patinando no torneio

    Vamos ser honestos aqui — Kansas não vem fazendo bonito no March Madness. Quatro anos consecutivos sem passar da segunda rodada. Para um programa tradicionalmente forte como esse, é frustrante demais.

    O próprio Self admitiu a inconsistência: “Os últimos dois anos não foram… bem, incluindo este ano… tem sido inconsistente e não tão bom. Obviamente é decepcionante.” É difícil ouvir isso de um cara que já conquistou tanto no basquete universitário.

    O mais louco é que em uma dessas temporadas eles eram cabeça de chave número 1, mas Self teve que se afastar por problemas de saúde e não terminou a temporada. Imagina a frustração!

    E aí, vocês acham que Self vai mesmo pendurar as chuteiras? Seria o fim de uma era no basquete universitário americano. O Kansas sem Bill Self seria estranho demais de imaginar.

  • March Madness explode na TV e bate recorde de audiência em 13 anos

    March Madness explode na TV e bate recorde de audiência em 13 anos

    Gente, o March Madness tá literalmente insano esse ano! Os primeiros três dias do torneio da NCAA bateram a maior audiência desde 2011, quando CBS e Turner começaram a transmitir todos os jogos. Estamos falando de uma média de 9,8 milhões de telespectadores — um aumento de 5% em relação ao ano passado.

    E olha só que absurdo: quinta-feira foi simplesmente histórica. Os jogos da primeira rodada, transmitidos pela CBS, TBS, TNT e truTV, mantiveram essa média de 9,8 milhões (6% a mais que 2023). Mas o prime time? Meu amigo, aí foi de outro mundo.

    A noite que entrou pra história

    O horário nobre teve média de 12,5 milhões de pessoas grudadas na TV. Doze vírgula cinco MILHÕES. Isso é a maior audiência para uma janela de primeira rodada na história do torneio! E não é à toa — teve upset épico do VCU ganhando do North Carolina por 82-78. Quem não gosta de ver um zebra dessas?

    Na minha visão, isso mostra como o basquete universitário americano continua sendo um negócio monstruoso. A galera simplesmente para tudo pra acompanhar esses mlks jogando como se não houvesse amanhã.

    First Four também quebrou recordes

    Até os jogos preliminares (First Four) de terça e quarta arrebentaram! Somando tudo, deu 7,5 milhões de espectadores na truTV. O destaque foi Miami (Ohio) passando o rodo no SMU por 89-79 na quarta — esse jogo teve 2,8 milhões assistindo, sendo o First Four mais visto da história em Dayton, Ohio.

    Sinceramente, isso me faz refletir sobre como o esporte universitário nos EUA é um fenômeno cultural único. Aqui no Brasil, a gente até torce pros nossos times de basquete universitário, mas não chega nem perto dessa loucura. Vocês acham que um dia vamos ter algo parecido por aqui com o NBB ou mesmo campeonatos universitários?

    O que tá claro é que March Madness continua sendo uma máquina de entretenimento. E pelo jeito que começou, esse torneio promete ser histórico em audiência. Quem diria que numa era de streaming e mil opções, o pessoal ainda se reúne pra ver basquete universitário na TV tradicional!

  • Duke dispara na NBA: 27 ex-alunos jogando no torneio universitário

    Duke dispara na NBA: 27 ex-alunos jogando no torneio universitário

    Olha só que levantamento interessante: alguém foi lá e contou quantos ex-jogadores universitários estão atualmente na NBA dos times que chegaram no Sweet 16 do March Madness de 2026. E cara, Duke simplesmente destruiu a concorrência.

    São 27 jogadores que passaram por lá e hoje estão na liga. Vinte e sete! É quase um time inteiro, mais reservas e ainda sobra gente. Não é à toa que Duke é considerada uma das fábricas de talentos do basquete americano.

    Arizona e Michigan também mandam bem

    Logo atrás vem Arizona com 14 ex-alunos na NBA (o que já é um número bem respeitável) e Michigan com 15. Interessante como essas universidades conseguem formar jogadores que chegam no mais alto nível.

    UConn, que sempre aparece forte no March Madness, tem 9 representantes atualmente na liga. Arkansas também marca presença com 9 jogadores. Michigan State, que sempre dá trabalho no torneio universitário, coloca 7 nomes na NBA.

    Os números por região do torneio

    O que mais me chama atenção é como isso se distribui geograficamente. Na região Leste (sediada em Washington), Duke domina completamente — nenhum outro time da região chega nem perto dos 27.

    Já na região Oeste (San Jose), Arizona lidera com 14, seguido de Arkansas com 9 e Texas com 7. Purdue, que sempre tem times competitivos, surpreende negativamente com apenas 2 ex-alunos na NBA.

    No Meio-Oeste (Chicago), Michigan puxa a fila com 15, enquanto Iowa State tem 5, Alabama e Texas empatam com 7 cada, e Tennessee fecha com 6.

    A região Sul (Houston) é a mais equilibrada: Houston com 6, Illinois com 5, Iowa com 3 e Nebraska — pasmem — com apenas 1 representante na NBA.

    Sinceramente, esses números mostram não só a qualidade dos programas universitários, mas também como certas universidades se tornaram verdadeiras pipelines para a NBA. Duke é o exemplo perfeito disso — Coach K construiu um império lá que continua rendendo frutos até hoje.

    E aí, vocês ficaram surpresos com algum desses números? Eu confesso que não esperava que Michigan tivesse tantos ex-alunos na liga assim.

  • Peterson admite: ‘Só fui eu mesmo no final da temporada’

    Peterson admite: ‘Só fui eu mesmo no final da temporada’

    Cara, que temporada complicada teve o Darryn Peterson em Kansas. O garoto que todo mundo esperava ver voando pela quadra passou a maior parte do ano no departamento médico, e agora que a temporada dos Jayhawks acabou de forma brutal — eliminados pelo St. John’s na segunda rodada do March Madness —, ele finalmente abriu o jogo.

    “Eu estava machucado na maior parte da temporada. Não era realmente eu mesmo até o final do ano”, disse Peterson após a derrota por 67-65. “Então, acho que o que as pessoas viram nesses últimos jogos é meio que quem eu sou.”

    A sinceridade de um calouro frustrado

    Olha, eu admiro a maturidade do moleque. Nada de desculpa esfarrapada ou papo de “se não fosse as lesões”. Peterson foi direto: “Eu não acredito no que poderia ter sido. É o que é.”

    Mas os companheiros dele não pensam igual. O armador Jamari McDowell nem deixou o repórter terminar a pergunta sobre as chances de Peterson no Draft: “Número um. Ele tem tudo. É o melhor de todos os tempos.”

    Melvin Council Jr. foi na mesma linha, lembrando dos highlights do ensino médio: “Vocês ainda não viram o que ele pode fazer. Fazer 60, 70 pontos — isso vocês não viram ainda.”

    16 jogos em 35 possíveis

    A matemática é cruel: Peterson só jogou 16 partidas das 35 possíveis de Kansas na temporada. Nunca conseguiu pegar ritmo de verdade, e quando parecia que ia deslanchar, vinha outra contusão ou problema físico.

    Bill Self, técnico dos Jayhawks, foi diplomático mas realista: “Ele teve momentos em que pareceu incrível e momentos em que obviamente a saúde não permitiu que jogasse como todos sabemos que é capaz.”

    E agora? Peterson provavelmente vai se declarar pro Draft da NBA mesmo assim — e sinceramente, eu entendo. Com todo o talento que tem, mesmo uma temporada truncada não deve afetar muito sua posição. Mas que dó fica da gente, que queria ver esse monstro jogando bola de verdade na NCAA.

    Vocês acham que ele consegue ser top 5 no Draft mesmo com essa temporada atípica? Eu ainda aposto que sim, mas que dó que não vimos o show completo…

  • Haliburton zoa ex-Kentucky que viraram ‘torcedores’ do Arkansas

    Haliburton zoa ex-Kentucky que viraram ‘torcedores’ do Arkansas

    Cara, o Tyrese Haliburton simplesmente não perdoa. Logo depois da Iowa State passar o rodo no Kentucky na March Madness (82 a 63, uma surra histórica), o armador do Pacers foi lá no X dar aquela cutucada nos ex-jogadores de Kentucky que agora torcem pro Arkansas.

    E olha, ele não tava errado não. O tweet dele foi cirúrgico: “Fui mandar mensagem pros caras que jogaram em Kentucky sobre esse jogo e esqueci que eles agora se acham ex-alunos do Arkansas 🤣”

    A zoação tem fundamento

    A piada do Haliburton faz todo sentido quando você entende o contexto. Desde que o John Calipari saiu de Kentucky pra treinar Arkansas em 2024, vários jogadores que passaram por lá começaram a “torcer” pro Arkansas também. É meio bizarro, mas acontece.

    O Oklahoma City Thunder até postou um vídeo perguntando pros jogadores quem ia ganhar o torneio. O Shai Gilgeous-Alexander, que jogou com Calipari, falou “Arkansas ou Kentucky”. Já o Cason Wallace, que passou uma temporada em Kentucky, foi direto: “Arkansas”. Quando perguntaram se era por causa do “Coach Cal”, ele só confirmou com um “yeah” maroto.

    E não para por aí. O P.J. Washington visitou o Calipari no Arkansas usando uniforme dos Razorbacks em setembro. O Reed Sheppard foi mais criativo ainda: usou camisa do Arkansas com calça de Kentucky quando os times se enfrentaram. Sinceramente, acho que isso deve dar uma dor de cabeça danada nos fãs de Kentucky.

    Iowa State meteu o pé na jaca

    Mas voltando ao jogo que originou toda essa zoação — que jogaço da Iowa State! O Tamin Lipsey fez 26 pontos e ainda distribuiu 10 assistências com 5 roubos de bola. Desde 1986, só três caras conseguiram fazer 25+ pontos, 10+ assistências e 5+ roubos numa partida da March Madness. Monstro.

    O Milan Momcilovic também colaborou com 20 pontos numa apresentação coletiva absurda dos Cyclones. Kentucky tomou a maior surra num torneio da NCAA desde 1972 — imagina a vergonha.

    E o Haliburton, que jogou duas temporadas na Iowa State antes de se declarar pro draft em 2020, deve ter ficado orgulhoso pra caramba. Ele só jogou uma March Madness em 2019 e caiu na primeira rodada, então ver seu time antigo eliminando um gigante como Kentucky deve ter sido especial.

    Vocês acham que os ex-Kentucky vão responder essa provocação ou vão deixar quieto? Eu adoraria ver essa treta continuar nas redes sociais.