Tag: NBA Playoffs

  • VJ Edgecombe manda recado após 76ers saírem perdendo por 2-0

    VJ Edgecombe manda recado após 76ers saírem perdendo por 2-0

    Olha, eu não vou mentir — ver os 76ers saindo de Nova York perdendo por 2-0 na série não é exatamente o que eu esperava depois daquele comeback insano contra o Celtics. Mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando essa liga é que nunca se deve subestimar o coração de um time que já fez o impossível uma vez.

    E quem deixou isso bem claro foi o rookie VJ Edgecombe, que mandou um recado direto após a derrota por 108-102 no Game 2 contra os Knicks no Madison Square Garden: “Não desistam. Nós não vamos desistir”.

    O garoto não tá de brincadeira

    Cara, eu preciso admitir que esse Edgecombe me impressionou demais nessa temporada. O moleque chegou de Baylor e já mostrou que veio pra ficar. Nos playoffs então? Absurdo. Chegou aos dois dígitos em oito dos nove jogos da pós-temporada dos Sixers.

    E não é só pontuação não — o cara teve aquele jogaço contra o Celtics no Game 7, com 23 pontos numa pressão danada. Mas o que mais me marcou foi aquele 30 pontos e 10 rebounds no Game 2 contra Boston. Double-double decisivo numa vitória fora de casa. Monstro.

    No Game 2 contra os Knicks, ele não teve sua melhor noite (17 pontos, 6/13 nos arremessos), mas sinceramente? Depois do que vi contra o Celtics, não duvido de mais nada desse garoto.

    Celtics que o digam — comeback é possível

    Vocês acham que é loucura acreditar numa virada? Porque eu lembro muito bem do que aconteceu na série anterior. Os caras estavam 3-1 pra baixo contra um Celtics que todo mundo dava como favorito. E o que aconteceu? Três vitórias seguidas e classificação histórica.

    Claro, os Knicks jogaram o fino da bola na temporada regular e têm a vantagem de casa nos primeiros dois jogos. Mas basquete é isso aí — você nunca sabe o que pode acontecer quando a série volta pra Filadélfia.

    “Eles fizeram o que tinham que fazer, protegeram a casa deles”, disse Edgecombe. “Então nós não vamos desistir. Vamos continuar jogando com intensidade independente de qualquer coisa.”

    E aí, galera? Acham que os Sixers conseguem repetir o milagre? Porque se tem uma coisa que aprendi nestes anos todos acompanhando NBA é que jogador rookie com essa mentalidade pode fazer qualquer coisa acontecer. E Edgecombe tá provando que tem o coração de um veterano.

    A série volta pra Filadélfia agora, e eu já tô ansioso pra ver se esse time consegue fazer a torcida do Wells Fargo Center explodir mais uma vez.

  • Maxey perdeu a confiança no momento que mais precisava dos 76ers

    Maxey perdeu a confiança no momento que mais precisava dos 76ers

    Cara, que situação complicada essa do Tyrese Maxey. O garoto carregou os 76ers nas costas por praticamente a temporada toda, e agora, no momento que mais precisava mostrar serviço — sem o Joel Embiid em quadra — ele admitiu que perdeu a confiança.

    Foi no Jogo 2 contra os Knicks, uma partida que o Philadelphia tinha que roubar jogando fora de casa. Maxey jogou absurdos 47 minutos (isso mesmo, quarenta e sete!), fez 26 pontos, mas quando a coisa apertou no último quarto, conseguiu apenas 5 pontos. O resultado? Derrota por 108 a 102 e série empatada.

    O dedo machucado que mudou tudo

    O problema é que o Maxey machucou o dedo da mão direita durante o jogo, e isso mexeu completamente com a confiança dele. Depois da partida, ele foi honesto: admitiu que perdeu a segurança na hora de atacar a cesta e lidar com as marcações duplas dos Knicks.

    Olha, eu entendo a situação do garoto. Seis erros de ataque na noite, arremessando mal (9/23), com o time dependendo totalmente dele… É muita pressão pra um cara de 24 anos, por mais talentoso que seja.

    Cadê o apoio do elenco?

    Sinceramente, acho que os 76ers estão colocando uma responsabilidade desproporcional nos ombros do Maxey. Paul George precisa aparecer mais na criação das jogadas, o VJ Edgecombe tem que ajudar mais com a bola, e o Quentin Grimes precisa acordar urgente se quiser ver o time avançar.

    Com o Embiid fora (e nem sabemos quando volta), é impossível esperar que o Maxey resolva tudo sozinho. O Jogo 3 vai ser decisivo — literalmente vida ou morte para a temporada dos Sixers.

    E vocês, acham que o Maxey consegue se recuperar mentalmente a tempo? Porque só um dia de descanso entre os jogos não é suficiente pra curar machucado nem na confiança, nem no dedo.

  • Sam Merrill machuca e vira dor de cabeça pro Cavs nos playoffs

    Sam Merrill machuca e vira dor de cabeça pro Cavs nos playoffs

    Olha, não é assim que você quer começar uma série de playoffs. Sam Merrill, um dos caras mais importantes do banco do Cleveland Cavaliers, machucou o posterior da coxa esquerda no Jogo 1 contra o Detroit Pistons e agora virou preocupação real pra equipe.

    O veterano de 29 anos fez uma ressonância magnética na perna e ficou de fora do treino desta quarta-feira. Sinceramente? Não é o timing que ninguém queria, principalmente depois daquela derrota feia pro Pistons no primeiro jogo da segunda rodada.

    Lesão no pior momento possível

    Merrill jogou apenas seis minutos no Jogo 1 — tempo suficiente pra uma assistência, uma bola perdida e… uma lesão que pode complicar os planos dos Cavs. E vocês sabem como é: nos playoffs, cada peça importa. Principalmente quando você é um cara que vem do banco e precisa dar conta do recado quando chamado.

    Durante a temporada regular, o cara teve números sólidos: média de 12,8 pontos por jogo. Nada espetacular, mas consistente. Na primeira rodada contra o Toronto Raptors — que durou sete jogos sangrentos — ele pontuou em dois dígitos duas vezes. Ou seja, quando precisava aparecer, aparecia.

    Cavs precisam se reinventar

    A questão agora é: como Cleveland vai se virar sem ele? O time já não está numa situação confortável depois de perder em casa, e perder uma peça do banco justamente agora pode ser o tipo de problema que transforma uma série equilibrada numa dor de cabeça gigante.

    Amanhã tem Jogo 2 em Detroit, e os Cavs precisam empatar a série. Sem Merrill disponível (pelo menos não a 100%), vai ser interessante ver como o técnico vai mexer na rotação. E aí, vocês acham que dá pra compensar a ausência dele ou isso vai pesar mesmo nos playoffs?

    Uma coisa é certa: lesão nos playoffs é sempre drama. Torcer pra não ser nada grave e o cara voltar logo, porque Cleveland vai precisar de todo mundo se quiser sonhar grande nesta pós-temporada.

  • De rejeitado no Draft a peça-chave dos Pistons: a história absurda de Jenkins

    De rejeitado no Draft a peça-chave dos Pistons: a história absurda de Jenkins

    Cara, tem histórias na NBA que parecem roteiro de filme, e a do Daniss Jenkins é uma delas. O cara foi desprezado por TODAS as 30 franquias no Draft de 2024, assinou um contrato two-way (aqueles meio vagabundos) com Detroit e agora tá sendo peça fundamental nos playoffs dos Pistons. Absurdo mesmo.

    No Jogo 1 das semifinais da Conferência Leste contra Cleveland, Jenkins jogou 29 minutos — quase um titular — e contribuiu com 12 pontos, 7 rebotes (recorde pessoal nos playoffs) e 4 roubadas. Nos últimos 3 minutos da partida, o moleque simplesmente resolveu: 6 pontos, 3 rebotes e mais um roubo para selar a vitória de Detroit.

    A jornada mais maluca que eu já vi

    Olha, eu acompanho NBA faz tempo, mas a trajetória desse Jenkins é surreal. O cara passou por QUATRO faculdades diferentes — incluindo um junior college no Texas —, foi ignorado no Draft e passou a maior parte da temporada de estreia na G League jogando pelo Motor City Cruise.

    Na minha visão, o que mais impressiona é a mentalidade do garoto. “Minha jornada toda não foi bonita, mas é sobre lutar contra a adversidade”, disse ele. E cara, que luta! Começou a temporada nem jogando metade dos primeiros 10 jogos, aí em novembro pegou uma sequência boa e nunca mais parou.

    Em fevereiro — pasmem — ele jogou seu 42º jogo da temporada, o que automaticamente converteu seu contrato two-way em um acordo de verdade: US$ 8 milhões por dois anos. De zero a herói em questão de meses.

    O momento que mudou tudo

    Quando Cade Cunningham ficou fora por causa de um pulmão colapsado (que susto, né?), Jenkins assumiu a responsabilidade e fez 30 pontos contra o Lakers. Trinta pontos! Um cara que há poucos meses tava na G League.

    Duncan Robinson, companheiro de equipe, resumiu bem: “Ele tem uma confiança inabalável para alguém que foi desprezado a carreira toda, e usa isso como combustível”.

    Sinceramente, acho que essa história do Jenkins prova como o sistema da NBA às vezes falha. Quantos talentos não passam despercebidos? O técnico Kenny Atkinson dos Cavs até reconheceu: “Esse time não ganhou 60 jogos só por causa do Cunningham. Eles têm jogadores muito bons ao redor dele”.

    E vocês, acham que Jenkins vai conseguir manter esse nível nos playoffs? Eu tô torcendo muito por esse cara. É impossível não vibrar com uma história dessas — de rejeitado a protagonista em menos de dois anos. Isso é NBA pura, galera.

  • Knicks destroem 76ers no 4º período e abrem 2-0 na série

    Knicks destroem 76ers no 4º período e abrem 2-0 na série

    Cara, que jogaço ontem no Madison Square Garden! Os Knicks simplesmente resolveram virar a chave no último período e massacraram os 76ers por 108 a 102, abrindo 2-0 na semifinal da Conferência Leste.

    E olha, não foi fácil não. O jogo foi equilibrado por três quartos inteiros – aquele tipo de partida que deixa qualquer fã roendo as unhas. Mas aí chegou o quarto período e os Knicks mostraram por que jogam em casa.

    A defesa que decidiu tudo

    Os 76ers simplesmente desmoronaram no final. Sem o Joel Embiid (que continua machucado), eles fizeram apenas 4 de 19 arremessos no último quarto. Quatro de dezenove! Isso é 21% de aproveitamento, meu amigo. Um desastre total.

    Os Knicks fizeram 19 a 12 no período final e fecharam com uma corrida de 12 a 3 nos últimos 6 minutos e meio. Foi daquelas defesas sufocantes que a gente adora ver nos playoffs – quando o time da casa aperta mesmo e a torcida vai à loucura.

    Brunson e os caras apareceram na hora H

    O que mais me impressiona nesse time dos Knicks é como os caras sempre aparecem nos momentos decisivos. O Jalen Brunson fez aquelas jogadas típicas de craque – arremesso virado, lance livre na pressão. Terminou com números sólidos e comandou a equipe quando mais precisava.

    O OG Anunoby também deu show, especialmente considerando que teve que jogar de pivô várias vezes por causa das faltas do KAT. E o Josh Hart? Tava sofrendo a noite toda, mas quando precisou, encaixou uma bola de três fundamental que quebrou uma sequência de 5 a 0 dos Sixers.

    Ah, e o Mikal Bridges teve uma noite excelente – 18 pontos no final das contas. O cara tá se encaixando perfeitamente no sistema.

    As faltas que quase complicaram

    Sinceramente, achei que os Knicks iam se complicar com as faltas dos grandes. O Karl-Anthony Towns pegou a terceira falta bem no começo do segundo quarto – numa dessas bobas que você vê de longe que vai dar problema.

    O Ariel Hukporti entrou e também se enrolou todo com faltas bobas. Uma delas foi a 80 metros da cesta! Cara, isso me lembrou aquelas faltas desnecessárias que a gente vê no NBB às vezes (risos).

    Mas sabe o que é impressionante? O OG Anunoby jogando de pivô e se virando bem. Claro que os Sixers tentaram explorar isso com o Adem Bona pegando rebotes ofensivos, mas a defesa dos Knicks se ajustou.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem reagir jogando em casa? Sem o Embiid fica muito difícil, mas o Tyrese Maxey é daqueles caras que podem explodir a qualquer momento. Vai ser interessante ver como o Nick Nurse vai mexer no time.

    O que eu sei é que os Knicks estão com uma confiança absurda agora. Duas vitórias em casa, defesa funcionando nos momentos decisivos… Tá pintando uma classificação tranquila para as finais da conferência!

  • KAT salvou o dia no MSG depois que Drummond não conseguiu tirar a bola

    KAT salvou o dia no MSG depois que Drummond não conseguiu tirar a bola

    Olha só que situação bizarra rolou no jogo 2 das semifinais da Conferência Leste entre Knicks e 76ers. A bola ficou presa atrás da tabela — daquelas situações que você vê uma vez na vida — e virou um showzinho à parte no Madison Square Garden.

    O Andre Drummond dos 76ers tentou algumas vezes tirar a bola de lá com aquela vassoura que usam pra limpar a quadra, mas não rolou. A torcida do MSG começou a vaiar o cara, que deve ter ficado uma fera. Imagina a pressão?

    KAT resolveu na primeira tentativa

    Aí que entra o nosso Karl-Anthony Towns. O cara simplesmente saiu da linha do lance livre — porque tinha sido falta nele e ele ia cobrar — e falou “deixa comigo”. Primeira tentativa: bola liberada. O Madison Square Garden explodiu. Até o Timothée Chalamet, que tava assistindo na arquibancada, foi à loucura.

    Sinceramente, essa é uma daquelas situações que só mostram como o basquete às vezes tem suas peculiaridades. KAT tem 2,13m contra 2,08m do Drummond — não é uma diferença absurda de altura, mas às vezes é questão de ângulo, jeito de pegar, sei lá. O importante é que resolveu.

    E a coisa ficou ainda mais maluca

    Mas espera que não acabou. Alguns minutos depois, a bola voltou a ficar presa no EXATO mesmo lugar. Só que dessa vez foi por causa de um torcedor que tava tentando ganhar 75 mil dólares acertando um arremesso do meio da quadra. O cara mandou a bola tão longe que ela passou por cima da tabela e ficou presa lá atrás de novo.

    Cara, 75 mil dólares! Se fosse eu, ia ficar louco de raiva. Imagina ter a chance da sua vida de ganhar essa grana e a bola ir parar atrás da tabela? O universo conspirando contra, né?

    No final das contas, foi mais um daqueles momentos que fazem da NBA um espetáculo único. Entre as jogadas absurdas e as situações bizarras como essa, sempre tem algo pra gente comentar. E vocês, já viram algo parecido nos jogos que assistiram? Porque eu confesso que é a primeira vez que vejo uma situação dessas acontecer duas vezes no mesmo jogo.

  • Embiid fora do Jogo 2: odds dos Knicks disparam após lesão

    Embiid fora do Jogo 2: odds dos Knicks disparam após lesão

    Cara, quando eu vi a notícia que o Joel Embiid estava fora do Jogo 2 contra os Knicks, já sabia que ia dar ruim pros Sixers. E não é que as casas de apostas reagiram na velocidade da luz?

    Os Knicks, que já vinham voando nos playoffs (ganharam os últimos quatro jogos por 16, 29, 51 e 39 pontos de diferença — sim, você leu certo), saltaram de favoritos por 7.5 pontos pela manhã para 10.5 pontos depois que o Shams Charania soltou a bomba sobre a ausência do gigante cameronês. Na linha de dinheiro então? Foi de -294 para -426. Basicamente, as odds gritaram: “sem Embiid, não tem jogo”.

    O histórico sem o MVP é complicado

    Olha, não é segredo que o Embiid vive no departamento médico. Nesta temporada, incluindo os playoffs, os Sixers já jogaram 47 partidas sem ele — e o resultado? 22 vitórias e 25 derrotas. Com ele em quadra, o time tem 27-16. A matemática não mente.

    Mas espera aí. Lembra do que aconteceu contra os Celtics há duas semanas? Philadelphia ganhou o Jogo 2 em Boston sem o Embiid, fazendo 111-97. E depois? O cara voltou e foi fundamental na virada histórica de 3-1 na série, cravando 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências no decisivo Jogo 7.

    Jogo 1 foi um pesadelo

    Sinceramente, depois de ver o Jogo 1, eu já estava desconfiado se o Embiid estava mesmo 100%. O cara fez apenas 14 pontos em 3 de 11 arremessos, pegou só 4 rebotes em 25 minutos. Foi um fantasma em quadra. E o resultado? Massacre de 137-98 para os Knicks.

    Agora a pergunta que não quer calar: será que os Sixers conseguem repetir a mágica de Boston? O modelo de projeção do SportsLine, que simula cada jogo 10.000 vezes (imagina a dedicação), dava 67% de chance pros Knicks cobrirem o spread antes da notícia. Depois da confirmação da ausência do Embiid? Manteve os mesmos 67%, mesmo com a linha subindo três pontos.

    Cara, eu tô curioso pra ver como o Tyrese Maxey e o resto do elenco vão reagir. Eles já mostraram que sabem jogar sem o Embiid, mas contra esse time dos Knicks que tá voando? Vai ser um teste e tanto. Vocês acham que Philadelphia tem moral pra empatar a série em Nova York?

  • Braun assume culpa da eliminação do Nuggets mesmo machucado

    Braun assume culpa da eliminação do Nuggets mesmo machucado

    Olha, eu sempre respeitei a postura do Christian Braun, mas o que ele falou depois da eliminação dos Nuggets me deixou meio dividido. O cara jogou toda a série contra os Wolves com uma torção séria no tornozelo esquerdo e ainda uma lesão na panturrilha que ninguém sabia — e mesmo assim botou a culpa toda nas costas dele.

    “É inaceitável. Especialmente com o talento que temos neste elenco”, disse Braun após Denver cair por 4-2 na primeira rodada. “Uma eliminação na primeira fase não é aceitável. Temos que nos recuperar. Vocês podem botar isso nas minhas costas.”

    Cara, que maturidade absurda. Mas será que não é maturidade demais?

    Os números contam a história

    Vamos aos fatos: Braun fez média de apenas 8.3 pontos e 3.5 rebotes nos playoffs, bem longe dos números que o fizeram ganhar aquela extensão de cinco anos por US$ 125 milhões. Na temporada passada, o monstro liderou todos os armadores da NBA em eficiência de arremesso (66.5%) e foi o cara que mais fez pontos em contra-ataques.

    Desta vez? A porcentagem de três caiu de 39.7% para 30.1%. Nos últimos quatro jogos da série, fez apenas 5.5 pontos por jogo com 6 acertos em 17 tentativas. O pior é que você via ele recuando nos ataques à cesta — justamente o que fazia dele especial.

    A lesão na panturrilha aconteceu logo no Jogo 1 contra Minnesota, e olha que o tornozelo esquerdo já tinha tirado ele de 38 jogos na temporada regular. Coincidência? O pé esquerdo é o de apoio dele pros saltos.

    Entre a responsabilidade e o bom senso

    “Eu poderia ficar aqui inventando todas as desculpas”, continuou Braun. “Poderia culpar meu tornozelo, poderia culpar lesões que as pessoas nem sabem que existem. Mas isso não importa realmente. Se vou estar em quadra, a expectativa é ganhar.”

    Sinceramente? Eu admiro a postura, mas acho que ele tá sendo duro demais consigo mesmo. Claro que Denver tinha que ir além da primeira rodada — era a primeira eliminação precoce em quatro anos. Mas jogar machucado desse jeito e ainda assim assumir toda a responsabilidade… não sei se é heroísmo ou falta de bom senso da comissão técnica.

    O problema maior é que agora os Nuggets estão numa situação complicada. Trocar Braun significaria mandar assets junto, já que eles não têm picks de primeira rodada disponíveis (usaram a escolha de 2032 pra se livrar do contrato do Michael Porter Jr. no ano passado).

    E aí, vocês acham que Braun consegue se recuperar e justificar aquele contratão na próxima temporada? Ou Denver deveria ter pensado duas vezes antes de apostar tanto num cara que já tinha histórico de lesões?

  • SGA ‘foi OK’ mesmo com 18 pontos e 7 erros no Game 1

    SGA ‘foi OK’ mesmo com 18 pontos e 7 erros no Game 1

    Olha, eu esperava muito mais do Shai Gilgeous-Alexander no primeiro jogo da semifinal do Oeste. O Thunder atropelou os Lakers por 108-90, mas o craque canadense teve uma das piores performances da temporada — e ele mesmo admitiu.

    Dezoito pontos e SETE turnovers. Sete! Para um cara que é candidato a MVP, isso é bem estranho. Foi o menor número de pontos dele na temporada inteira, e também o maior número de erros em um jogo.

    “Eu estava OK”

    A resposta dele no pós-jogo foi bem honesta: “Eu estava OK. Não foi meu melhor. Não foi meu pior.” Cara, adoro essa sinceridade. Nada de desculpa esfarrapada ou drama — só assumiu que foi uma noite estranha mesmo.

    O mais interessante é que o Thunder ganhou fácil mesmo com o SGA meio travado. Isso mostra como esse time evoluiu, né? Não dependem só de uma estrela pra resolver os jogos. É um coletivo monstro.

    LeBron tentando baixar a pressão

    Do outro lado, LeBron foi o cestinha da partida com 27 pontos (claro, né?) e soltou uma frase que virou manchete: “Isso não é Shai contra os Lakers, é Lakers contra Thunder.”

    Traduzindo: o Rei tá tentando tirar a pressão toda das costas do SGA e fazer parecer que é só mais um jogador qualquer. Estratégia inteligente, mas convenhamos — todo mundo sabe que parar o Shai é prioridade número um da defesa dos Lakers.

    O Thunder teve 16 turnovers no total (eles faziam média de apenas 11,8 na temporada regular). SGA assumiu a culpa: “Eu estava descuidado com a bola, tive muitos erros. Acho que é a ferrugem de ficar um tempo parado.”

    E agora, Game 2?

    Os bookmakers já botaram o Thunder como favorito por 15.5 pontos no próximo jogo — quinta-feira, em casa. Isso é MUITA confiança, considerando que os Lakers ainda têm LeBron e AD.

    Mas sinceramente? Se o SGA voltar ao normal (e ele vai voltar), pode ser um massacre mesmo. Imagina se ele resolve fazer 35 pontos no Game 2 pra compensar? Os Lakers que se cuidem.

    Ah, e o Jarred Vanderbilt deslocou o dedinho na partida. Mais uma dor de cabeça pros Lakers, que já não tinham vida fácil.

    E aí, vocês acham que foi só um jogo ruim do SGA ou os Lakers encontraram a fórmula pra incomodá-lo?

  • Embiid fora do Jogo 2: lesões no tornozelo e quadril preocupam

    Embiid fora do Jogo 2: lesões no tornozelo e quadril preocupam

    Cara, já começou a dor de cabeça pros fãs dos Sixers. Joel Embiid foi cortado do Jogo 2 contra os Knicks por causa de lesões no tornozelo e no quadril. E olha, não é uma decisão de última hora não — o cara nem conseguiu participar do treino de aquecimento na manhã de quarta-feira.

    Sinceramente, isso me preocupa muito. Embiid vinha sentindo dores tanto no tornozelo quanto no quadril, e mesmo com tratamento 24 horas por dia, não rolou. O gigante de 2,13m simplesmente não tinha condições de entrar em quadra.

    Situação complicada na série

    A situação dos Sixers já não estava fácil mesmo. Eles perderam o Jogo 1 em casa e agora precisam virar o jogo sem seu principal astro. É aquela pressão que todo mundo que acompanha playoffs conhece — perder em casa pro adversário pegar confiança é sempre perigoso.

    Mas calma aí. Lembram da primeira rodada contra o Celtics? Os caras conseguiram ganhar o Jogo 2 em Boston mesmo sem o Embiid. Tobias Harris e James Harden tiveram que subir o nível, e deu certo naquele momento.

    A preocupação real com o MVP

    O que me deixa mais nervoso não é nem este jogo específico, mas sim o histórico de lesões do Embiid. O cara é um monstro quando está 100%, mas essas questões físicas sempre aparecem nos momentos mais importantes da temporada.

    Vocês acham que ele volta pro Jogo 3? Porque se a coisa se estender, aí sim a situação fica crítica pra Filadélfia. Os Knicks não são brincadeira, especialmente jogando em casa no Madison Square Garden.

    O tratamento intensivo que ele está recebendo mostra que a organização está fazendo de tudo pra ter ele de volta o mais rápido possível. Mas será que vale a pena forçar? Às vezes é melhor garantir que ele esteja 100% pra uma possível sequência da série do que arriscar piorar a situação.

    Por enquanto, Tyrese Maxey e companhia vão ter que se virar sozinhos. E olha, não é impossível — mas vai ser um teste e tanto pra esse elenco dos Sixers.