Tag: NBA Playoffs

  • LeBron manda salve pra Taylor Swift e Travis Kelce no Cavs x Knicks

    LeBron manda salve pra Taylor Swift e Travis Kelce no Cavs x Knicks

    Cara, que cena mais inusitada ontem no Rocket Mortgage Fieldhouse. Taylor Swift e Travis Kelce foram assistir ao jogo 3 da final do Leste entre Cavaliers e Knicks, e o LeBron James não perdeu tempo — mandou um salve épico no Instagram pro casal.

    O mais legal? O Kelce tava usando o LeBron 7 MVP, da linha signature do próprio King. Imagina a emoção do LeBron vendo isso. Ele postou uma foto do casal nos Stories com emoji de salve militar e coroa. Reconhecimento mútuo entre lendas, né?

    Kelce viralizou (mas não pelo que vocês imaginam)

    O tight end do Chiefs — que é de Ohio e jogou em Cincinnati na faculdade — simplesmente decidiu viralizar bebendo uma cerveja de um gole só. A galera foi ao delírio, e a Taylor teve que esconder o rosto de tanto rir. Monstro demais!

    Mas infelizmente pra torcida local, isso não ajudou em nada. Os Knicks dominaram do início ao fim e venceram por 121-108, deixando Cleveland numa situação desesperadora: 3-0 na série. No quarto período, o Kelce tava visivelmente abatido, e olha que o cara tem 3 anéis do Super Bowl.

    LeBron e sua conexão eterna com Cleveland

    Sinceramente, ver o LeBron postando sobre o jogo do Cavs me emociona. O cara jogou 11 temporadas lá, trouxe o único título da franquia em 2016 (aquela virada histórica de 3-1 contra o Warriors), e claramente ainda torce pelo time do coração.

    A última vez que Cleveland chegou numa final do Leste foi em 2018, com o próprio LeBron no comando. Agora ele tá free agent no Lakers… Vocês acham que rola uma volta pra casa pra encerrar a carreira? Eu não descartaria essa possibilidade.

    É curioso como o LeBron até “passou a coroa” pro Kelce em 2023, chamando ele de atleta mais famoso do nordeste de Ohio por causa do namoro com a Taylor. E agora eles estão noivos! Vão casar em Nova York no dia 3 de julho.

    Enquanto isso, os Knicks estão a uma vitória da final da NBA. Quem diria, né? O ataque deles tem impressionado até o LeBron, que elogiou publicamente. E aí, será que o Cleveland consegue uma virada épica ou os Knicks fecham a série em casa?

  • Queta mostrou potencial, mas os playoffs foram cruéis com o pivô

    Queta mostrou potencial, mas os playoffs foram cruéis com o pivô

    Cara, o Neemias Queta teve uma temporada que foi a cara dos Celtics: muita promessa na temporada regular, mas quando chegou na hora H dos playoffs, tudo desmoronou. E olha que não foi por falta de esforço do português.

    O pivô de 26 anos fez uma temporada regular sensacional — 76 jogos (coisa rara pra ele), 10.2 pontos, 8.4 rebotes e 1.3 tocos por jogo, com uns absurdos 65.3% de aproveitamento nos arremessos. Subiu de 13.9 minutos por jogo pra 25.3. Números de gente grande, sem dúvida.

    Quando as faltas viram pesadelo

    Mas aí chegaram os playoffs contra o Sixers e… bom, vocês viram o que aconteceu. O moleque simplesmente não conseguiu ficar em quadra por causa das faltas. Frustração total.

    “Começa comigo, eu preciso ser melhor”, disse Queta após a eliminação no Jogo 7. “Mas é a natureza do trabalho de um pivô — você fica em muitas posições onde pode tomar falta. Seja nos bloqueios, nos rebotes, na defesa individual, protegendo o garrafão… Tenho que me olhar no espelho primeiro.”

    Sinceramente? Ele tem razão. A vida de pivô na NBA é complicada mesmo. Mas dói ver um cara que trabalhou tanto durante o ano todo ser prejudicado justamente na hora mais importante.

    De Portugal para Boston: a pressão de representar

    O que mais me impressiona no Queta é a responsabilidade que ele carrega. O cara é o PRIMEIRO português a jogar na NBA. Imaginem a pressão? Quando estive em Portugal ano passado cobrindo seu camp de basquete, vi de perto como ele lida com isso.

    O moleque treinava de manhã, passava o dia inteiro com centenas de crianças no camp, descansava algumas horas, e voltava pra treinar até o sol se pôr. Arremessos de gancho, jumpshots, bolas de três — tudo isso depois de um dia inteiro de trabalho. Ficava literalmente estirado no chão da quadra de cansaço, mas nunca deixava de fazer o último treino do dia.

    A história dele é linda, né? Pais que imigraram da Guiné-Bissau, pai que trabalhava no exterior, mãe que pegava balsa todo dia pra trabalhar em Lisboa. Até tem um mural gigante dele no bairro onde cresceu. É muita responsa nas costas de um garoto.

    E agora, o que esperar?

    Joe Mazzulla foi esperto ao avisar Queta no verão que ele seria titular — deu tempo pro cara se preparar mentalmente pra pressão de ser o pivô dos Celtics. “Ele assumiu essa responsabilidade bem”, disse o técnico.

    Olha, eu ainda acredito no potencial do Queta. Ele baixou as faltas de 5.4 por 36 minutos na primeira temporada pra 4.0 nesta — mostra que tá evoluindo. Mas precisa dar esse próximo passo nos playoffs.

    E vocês, acham que ele consegue se firmar como titular dos Celtics mesmo depois dessa frustração nos playoffs? Ou será que Boston vai atrás de outro pivô?

  • Wemby mete buzzer beater da meia quadra e deixa OKC no chinelo

    Wemby mete buzzer beater da meia quadra e deixa OKC no chinelo

    Gente, eu não tenho nem palavras pro que o Victor Wembanyama fez ontem à noite. O cara simplesmente decidiu que ia acabar com o psicológico do Thunder de uma vez por todas.

    Primeiro tempo do Jogo 4 das finais da Conferência Oeste foi um sofrimento puro — nem Spurs nem Thunder conseguiam acertar nem pintura na parede, ambos com menos de 37% de aproveitamento nos arremessos. Mas aí você olha pro placar: San Antonio 50 x 38. Como?

    O alienígena chamado Wemby

    Simples: Victor Wembanyama resolveu jogar basketball de outro planeta. 22 pontos, 5 rebotes, 3 assistências e 2 tocos no primeiro tempo. Só isso já seria suficiente pra fechar qualquer artigo, mas não — o monstro tinha que dar o golpe de misericórdia.

    Faltando segundos pro intervalo, Wemby pede a bola lá no fundo da quadra. Três jogadores do Thunder grudados nele (porque né, altura de 2,24m chama atenção). O que ele faz? Solta um arremesso da meia quadra que entra limpinho, buzzar beater perfeito.

    Cara, eu assisti o lance umas cinco vezes e ainda não acredito. O garoto PLANEJOU isso. Não foi sorte, não foi desespero de fim de período. Foi frieza pura de um cara que sabe exatamente o que está fazendo.

    Spurs contra a parede

    E olha que o San Antonio precisa mesmo desses momentos de magia. Perdendo a série por 2-1, jogando um Game 4 que é praticamente vida ou morte — porque ninguém quer voltar pra Oklahoma City perdendo por 3-1, né?

    Sinceramente, acho que esse primeiro tempo pode ter mudado toda a dinâmica da série. Thunder deve ter voltado pro vestiário pensando “como a gente para esse cara?” E a resposta, pelo que tô vendo, é: não para não.

    Vocês acham que Wemby consegue manter esse nível insano pelos próximos três quartos? Porque se conseguir, a gente pode estar vendo uma das performances mais icônicas da história dos playoffs.

  • Wembanyama acerta da linha central e prova que é de outro planeta

    Wembanyama acerta da linha central e prova que é de outro planeta

    Gente, eu preciso dividir isso com vocês porque ainda não acredito no que vi ontem à noite. Victor Wembanyama simplesmente acertou um arremesso da LINHA CENTRAL no fim do primeiro tempo contra o Thunder, e foi tão natural que parecia que ele estava fazendo uma bandeja.

    O contexto é o seguinte: Spurs perdendo por 2-1 na série das finais da Conferência Oeste, precisando desesperadamente de uma vitória em casa pra não dar adeus aos playoffs. E aí o francês de 2,24m resolve fazer o que? Pegar a bola no meio da quadra, uns 5 segundos no relógio, e mandar uma bomba que nem o Curry no auge tentaria.

    O arremesso que parou o mundo

    Cara, quando ele pegou a bola eu JÁ SABIA que ia entrar. Não me perguntem como, mas tinha aquela energia no ar. O maluco simplesmente parou na linha central – LINHA CENTRAL! – e soltou o tiro mais limpo que você já viu. Nem pegou no aro. Só rede.

    22 pontos no primeiro tempo, Spurs ganhando de 12 no intervalo. O Thunder sem Jalen Williams e Ajay Mitchell machucados, e o Wemby aproveitando cada segundo pra mostrar porque ele não é desse planeta mesmo.

    Isso é normal pra ele agora?

    O mais absurdo é que a gente tá começando a se acostumar. Semana passada ele já tinha acertado uma de longe no clutch contra o mesmo Thunder. Agora é da linha central. Semana que vem ele vai arremessar do vestiário?

    Sinceramente, não sei como você para um cara desses. Ele domina o garrafão dos dois lados da quadra, tem alcance de pivô mas arremessa melhor que muito armador da liga. E agora ainda acerta da linha central como se fosse coisa de outro mundo – porque provavelmente é mesmo.

    Vocês acham que os Spurs conseguem virar essa série? Com o Wembanyama jogando assim, eu não duvido de mais nada. O cara tá escrevendo história a cada jogo, e nós aqui no Brasil temos o privilégio de acompanhar o nascimento de uma lenda em tempo real.

  • Thunder vai pra Game 4 sem Jalen Williams de novo – bench vai ter que decidir

    Thunder vai pra Game 4 sem Jalen Williams de novo – bench vai ter que decidir

    Cara, o Oklahoma City vai ter que mostrar por que todo mundo fala tanto da profundidade do elenco deles. Jalen Williams tá fora do Game 4 contra os Spurs por causa dessa lesão no isquiotibial esquerdo que não quer sarar.

    Sinceramente? Tô começando a ficar preocupado com essa situação do J-Will. O cara já tinha perdido seis jogos seguidos nos playoffs por causa do mesmo problema na perna, voltou, machucou de novo no Game 2, perdeu o Game 3… e agora tá fora mais uma vez. Isso não é normal.

    Banco de ouro resolve tudo

    Mas olha, se tem uma coisa que esse Thunder sabe fazer é jogar sem as estrelas. No Game 3, o banco fez SETENTA E SEIS pontos na vitória por 123-108. Setenta e seis! O Cason Wallace, Jaylin Williams, Alex Caruso e Jared McCain marcaram mais de 22 pontos cada um saindo do banco.

    É absurdo o nível desses caras. E ainda tem o Ajay Mitchell fora também, com problema na panturrilha. O mlk que tava fazendo uma média de 15 pontos, 4 assistências e quase 4 rebotes nos playoffs. Mas né, é isso aí – no basquete moderno, quem tem banco forte vai longe.

    Spurs com time completo

    Enquanto o Thunder vai remendando o time, os Spurs estarão com força máxima. Dylan Harper e De’Aaron Fox, que entraram no Game 3 meio machucados, agora tão 100%.

    E aí, vocês acham que o Thunder consegue abrir 3-1 na série mesmo com essas baixas? Na minha opinião, se o banco continuar jogando nesse nível monstruoso, os Spurs vão ter que suar muito pra conseguir empatar essa final de conferência.

    O Wallace vai começar jogando ao lado do SGA, Chet, Lu Dort e Isaiah Hartenstein. Time sólido, mas que vai precisar do banco fazendo milagre mais uma vez. Se eu fosse apostar, diria que vai ser outro jogaço – e que o Thunder tem tudo pra largar com vantagem de 3-1 pra decidir em casa.

  • McCain na final de conferência prova que Sixers erraram feio

    McCain na final de conferência prova que Sixers erraram feio

    Cara, tem coisa que só o basquete consegue explicar mesmo. O Jared McCain, que os Sixers praticamente jogaram fora no meio da temporada, tá simplesmente destruindo tudo nas finais de conferência pelo Thunder. E olha que estatística absurda: ele já marcou mais pontos nessa série contra o Spurs do que os últimos SEIS primeiros picks do Philadelphia JUNTOS em finais de conferência.

    Vamos aos fatos que doem no Daryl Morey. McCain chegou como 16ª escolha no draft de 2024, mostrou que tinha talento (foi rookie do mês duas vezes!), mas aí veio aquela sina de Philadelphia: lesão no menisco, cirurgia no polegar, e quando o moleque estava começando a se recuperar… PÁ! Trocado por picks.

    A estatística que envergonha Philadelphia

    Agora vem o dado que faz qualquer torcedor dos Sixers querer chorar no travesseiro. McCain sozinho já fez 43 pontos nessas finais de conferência, incluindo 24 pontos na vitória de sexta que colocou o Thunder na frente por 2-1. Sabe quanto VJ Edgecombe, Mikal Bridges, Markelle Fultz, Ben Simmons, Jahlil Okafor e Joel Embiid fizeram JUNTOS em finais de conferência pelos Sixers? Menos que isso.

    É de chorar mesmo. E olha que estamos falando de jogadores que custaram muito mais caro na loteria do draft. O único que ainda pode salvar essa estatística constrangedora é o Mikal Bridges, que tá jogando pelo Knicks e ainda pode somar uns pontos.

    Thunder voando alto

    Sinceramente, eu não esperava que McCain se adaptasse tão rápido ao sistema do Thunder. Mas Oklahoma tem essa magia de pegar jogadores meio perdidos e fazer eles brilharem. Com Shai Gilgeous-Alexander comandando (26 pontos e 12 assistências no último jogo), o time criou um ambiente perfeito pro garoto explodir.

    E que explodir! 47.6% dos arremessos na série, 10 de 21 tentativas no último jogo. O banco do Thunder fez 76 pontos contra apenas 23 do Spurs — uma surra que até o Wembanyama (24 pontos) não conseguiu evitar.

    Agora a pergunta que não quer calar: vocês acham que os Sixers estão se mordendo de arrependimento? Porque McCain tá provando que quando você dá oportunidade e paciência pra um jovem talento, ele pode te surpreender nos momentos que mais importam. Jogo 4 é no sábado, e eu já tô curioso pra ver se ele consegue manter esse ritmo absurdo.

  • Mitchell sobre invasão dos fãs dos Knicks: ‘Sou de NY, não me choca’

    Mitchell sobre invasão dos fãs dos Knicks: ‘Sou de NY, não me choca’

    Cara, que situação constrangedora pros Cavs ontem à noite. Não só tomaram uma surra dos Knicks por 121 a 108 no Jogo 3 das finais do Leste, como ainda tiveram que aguentar a torcida visitante tomando conta da Rocket Arena. Imagina a cena: você tá na sua casa e escuta “Let’s Go Knicks” ecoando por todo o ginásio. Dor pura.

    A situação ficou tão bizarra que até Donovan Mitchell teve que comentar no pós-jogo. E olha, a resposta dele foi classe pura — típica de quem conhece bem essa torcida dos Knicks.

    A origem de tudo: Mitchell sabe como a coisa funciona

    “Eu sou de Nova York. Isso não me choca”, disse Mitchell após a derrota. “Eles fazem isso em todo ginásio. É como os fãs dos Cowboys, é simplesmente quem eles são. Não acho que seja uma coisa de Cleveland. É como os fãs dos Knicks são. Eu era um deles no passado.”

    E completou defendendo a torcida de casa: “Cleveland tem os melhores fãs do mundo. Eu sustento isso.”

    Sinceramente? Achei muito maduro da parte dele. O cara conseguiu separar as coisas — reconheceu a realidade sobre a torcida dos Knicks (que é realmente apaixonada e viaja pra todo canto) sem jogar a culpa nos fãs locais. Mitchell sabe que torcida de Nova York é diferenciada mesmo.

    O massacre foi técnico e psicológico

    Mas vamos aos fatos da partida, que foram brutais pros Cavs. Os Knicks acertaram absurdos 56% dos arremessos de quadra, enquanto Cleveland cravou apenas 12 de 41 tentativas do perímetro (29%). Uma diferença que grita, né?

    Jalen Brunson comandou a pancadaria com 30 pontos, mas o que mais impressionou foi o equilíbrio ofensivo dos Knicks. Mikal Bridges e OG Anunoby contribuíram com 22 e 21 pontos respectivamente — quando os coadjuvantes rendem assim, é sinal de que o time tá funcionando em alto nível.

    Pelo lado de Cleveland, Evan Mobley foi praticamente um soldado sozinho na guerra, marcando 24 pontos e pegando 6 rebotes. Mitchell até tentou carregar o ataque, mas simplesmente não teve munição suficiente pra responder ao tsunami ofensivo dos Knicks.

    3×0: a conta que ninguém quer pagar

    Agora os Cavs enfrentam uma estatística que é mais cruel que qualquer enterrada: nenhum time na história da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 3-0 nos playoffs. Zero. Nada. Nunca aconteceu.

    Vocês acham que Cleveland tem alguma chance de fazer história na segunda-feira? Ou os Knicks vão fechar a série em casa e partir pras finais da NBA?

    Uma coisa é certa: se os Cavs quiserem sonhar com o impossível, vão precisar jogar muito melhor do que mostraram até aqui. E torcer pra que dessa vez a torcida de casa faça mais barulho que os nova-iorquinos — porque ontem foi vexatório mesmo.

  • Edwards confessa: ‘Fiquei feliz quando Wemby foi expulso’

    Edwards confessa: ‘Fiquei feliz quando Wemby foi expulso’

    Cara, o Anthony Edwards não escondeu nada mesmo. Em um vídeo no YouTube dele, o craque dos Timberwolves confessou que ficou aliviado quando Victor Wembanyama foi expulso no Jogo 4 contra os Spurs. E olha, sendo bem sincero aqui — quem não ficaria?

    “Aquele monstro tem tipo 2,60m quando abre os braços”, brincou Edwards. “A cesta só tem 3 metros! Você tem que jogar a bola lá em cima. Ele é como uma estátua. É muito difícil vencer com ele em quadra por causa da defesa dele. Fiquei tão feliz quando ele foi expulso. Espero que suspendam ele também!”

    A realidade crua dos playoffs

    Olha, eu entendo completamente a frustração do Ant-Man. Wembanyama é simplesmente um problema que não tem solução fácil — e Minnesota descobriu isso da pior forma possível. O francês não só defendeu como um demônio, como ainda meteu 27 pontos e 17 rebotes no decisivo Jogo 5.

    Os Wolves estavam a apenas duas vitórias das Finais do Oeste pelo terceiro ano seguido. Imaginem a agonia de ver seus planos sendo destruídos por um garoto de 20 anos que parece ter saído de um laboratório de basquete.

    Edwards ainda estava lidando com lesões no joelho — tanto no final da temporada regular quanto nos playoffs. Com Wemby fora de quadra, talvez conseguisse encontrar seu ritmo ofensivo de sempre. Mas não rolou.

    O que poderia ter sido diferente

    Mesmo assim, Ant fez sua parte. Foram 23,7 pontos por jogo contra San Antonio, com 46,9% nos arremessos de quadra e 37,5% do perímetro. Números sólidos, mas você consegue imaginar o que ele teria feito sem o atual Defensor do Ano perturbando sua vida?

    Sinceramente acho que Edwards está certo em admitir isso publicamente. Todo mundo que joga contra Wembanyama pensa a mesma coisa — ele é um cheat code ambulante. A diferença é que a maioria não tem coragem de falar.

    E aí, vocês acham que Minnesota consegue resolver esse quebra-cabeça chamado Victor Wembanyama na próxima temporada? Porque uma coisa é certa: San Antonio não vai facilitar tão cedo, e esse duelo promete se repetir muitas vezes nos próximos anos.

  • Chet se recusa a entregar o esquema contra Wemby: ‘Sem spoiler’

    Chet se recusa a entregar o esquema contra Wemby: ‘Sem spoiler’

    Olha, eu amo quando um jogador não entrega o ouro pro bandido. Chet Holmgren simplesmente mandou um ‘não rola’ quando perguntaram sobre como o Thunder tem conseguido parar Victor Wembanyama nas últimas duas partidas da final do Oeste.

    “Desculpa aí. Nada de estratégia”, disse o pivô de Oklahoma City quando questionado pela imprensa. E tá certíssimo, cara! Por que diabos ele ia entregar de bandeja o que tá funcionando contra o fenômeno francês?

    O duelo de gigantes que tá movimentando o basquete

    A real é que essa série tá absolutamente insana. Depois de Wemby ter feito uma apresentação histórica no Jogo 1 (praticamente humilhando o Chet), o Thunder conseguiu se recompor e venceu os dois jogos seguintes. Agora tá 2-1 pra Oklahoma City, e sinceramente? Eu não esperava essa reviravolta.

    Holmgren teve trabalho no começo – Wembanyama é simplesmente um monstro de 2,24m que faz coisas absurdas em quadra. Mas desde o segundo jogo, o pivô do Thunder mostrou por que foi peça fundamental na campanha do título do ano passado.

    E os números dele nos playoffs? Impressionantes: 16.7 pontos, 8 rebotes, 1.5 tocos por jogo, acertando 58% dos arremessos de quadra e 38.5% das bolas de três. Tá jogando bola pra caramba.

    Thunder quer fazer história de novo

    O que tá em jogo é gigantesco. Se Oklahoma City conseguir fechar essa série, eles voltam pras Finais da NBA tentando ser o primeiro time a repetir o título desde o Golden State Warriors em 2017-2018. Isso é pressão, hein?

    Eles já varreram Phoenix Suns e Los Angeles Lakers nos playoffs – mostraram que não vieram pra brincadeira. E agora, com Holmgren se recusando a dar dicas sobre como estão lidando com Wembanyama, fica claro que o foco é total.

    O Jogo 4 acontece neste sábado, às 21h (horário de Brasília), em San Antonio. Os Spurs jogam em casa precisando empatar a série, senão a coisa fica muito feia pro lado deles.

    Vocês acham que o Thunder consegue manter Wemby controlado mais uma vez? Porque se conseguir, essa final do Oeste pode acabar mais rápido do que todo mundo imagina.

  • Hart não quer saber de festa: ‘A série não acabou’

    Hart não quer saber de festa: ‘A série não acabou’

    Mano, que frieza do Josh Hart. Enquanto todo mundo já tava comemorando a vitória de 121-108 dos Knicks sobre os Cavs no sábado, o cara simplesmente andou pela quadra com aquela postura de quem ainda tem trabalho pra fazer.

    E quando os repórteres se aproximaram esperando alguma declaração animada, Hart soltou essa pérola de três palavras: “A série não acabou”. Pronto. Não quis nem saber de sorrisinho pras câmeras.

    Cara, eu admiro essa mentalidade. O time tá 3-0 na série, dominando completamente os Cavaliers, mas o Hart tá com a cabeça no lugar certo. Sabe que em playoff NBA qualquer relaxada pode dar ruim.

    Knicks dominaram em Cleveland

    Olha só a situação: os Cavs estavam jogando em casa pela primeira vez numa final de conferência em quase 10 anos. Tinha até o Travis Kelce e a Taylor Swift na primeira fila torcendo pros donos da casa. Mas nem assim rolou.

    O Karl-Anthony Towns começou destruindo logo no primeiro quarto – 11 pontos, incluindo uma fadeaway absurda por cima do James Harden que foi de lascar. KAT meio que sumiu depois (só mais 2 pontos), mas aí que tá a beleza desse time dos Knicks: todo mundo contribui.

    Hart mesmo fez 12 pontos, quase um double-double (faltou só um rebote), mas onde ele realmente brilhou foi na defesa. Quatro roubadas de bola! E ainda distribuiu 5 assistências. Jogador completo, monstro.

    Brunson comandando o show

    Mas quem realmente carregou o piano foi o Jalen Brunson com seus 30 pontos. O cara tá numa fase absurda nos playoffs. Mikal Bridges ajudou com 22, OG Anunoby com 21… É isso aí, basquete coletivo funcionando na sua melhor forma.

    E pra vocês terem uma ideia da dominância: são cinco vitórias consecutivas fora de casa por 10+ pontos de diferença. Sinceramente, eu não esperava essa superioridade toda dos Knicks, mas eles tão jogando um basquete lindo de assistir.

    Agora é torcer pra que Hart mantenha essa frieza e o time feche a série no próximo jogo. Porque cara, ver os Knicks nas finais da NBA depois de 27 anos seria algo histórico mesmo. E aí, vocês acham que rola o 4-0 ou os Cavs conseguem pelo menos uma vitória em casa?