Tag: NBA Playoffs

  • Nick Nurse perde o irmão e deixa os Sixers em momento crucial

    Nick Nurse perde o irmão e deixa os Sixers em momento crucial

    Cara, tem coisas que são maiores que basquete. Nick Nurse, técnico do Philadelphia 76ers, teve que se ausentar da equipe na reta final dos playoffs para o funeral do irmão Steve, que morreu de forma inesperada na semana passada aos 62 anos.

    O timing não podia ser pior — ou melhor dizendo, essas coisas nunca têm timing bom mesmo. Os Sixers acabaram de levar uma surra histórica dos Knicks no primeiro jogo da segunda rodada (137 a 98, um massacre), e agora o técnico precisou viajar para Iowa no meio da série.

    A solidariedade em quadra

    O que me impressionou foi a classe do Mike Brown, técnico dos Knicks. O cara podia ter só dado uma resposta protocolar, mas foi além: “Gostaria de expressar minhas condolências ao Nick Nurse e sua família. A vida é preciosa e você não deseja isso para ninguém”.

    Isso mostra o lado humano do esporte que às vezes a gente esquece. Rivalidade é uma coisa, mas na hora que a vida real bate na porta, todo mundo se une. É basquete, galera, não guerra.

    Steve Nurse morreu na quarta-feira passada, de forma completamente inesperada. Nick deixou a equipe logo após aquela derrota constrangedora na segunda e foi para Ankeny, Iowa, onde aconteceu o funeral na terça.

    Voltará para o Jogo 2?

    A expectativa é que Nurse esteja de volta para comandar os Sixers no Jogo 2, que rola na quarta à noite no Madison Square Garden. Sinceramente, espero que sim — não só pelo time, mas porque trabalho às vezes ajuda a processar esse tipo de dor.

    Imaginem a cabeça do cara. Acabou de perder o irmão mais novo de forma súbita e ainda tem que lidar com uma equipe que levou 39 pontos de diferença em casa. Se eu fosse jogador dos Sixers, faria questão de dar uma resposta em quadra pelo técnico.

    Vocês acham que situações pessoais assim afetam o rendimento de um time? Às vezes pode até unir mais o grupo, né? Vamos ver como os Sixers vão reagir — porque depois daquela pancada no Jogo 1, eles precisam de um milagre mesmo.

  • Nick Nurse deixa os Sixers para funeral do irmão mais velho

    Nick Nurse deixa os Sixers para funeral do irmão mais velho

    Cara, tem notícias que te lembram que por trás de todos esses jogos e estatísticas existem pessoas reais, né? O Nick Nurse, técnico dos Philadelphia 76ers, teve que se afastar do time ontem (5 de maio) para ir ao funeral do irmão mais velho, Steve Nurse, que morreu aos 62 anos.

    O mais pesado de tudo? Steve morreu no dia 29 de abril — bem no meio dos playoffs, antes do Jogo 6 entre Sixers e Celtics na primeira rodada. Imagina a cabeça do Nick tentando focar nos jogos enquanto passava por isso. O cara é um profissional absurdo mesmo.

    Uma perda inesperada

    Steve Nurse trabalhava há anos como gerente de equipamentos esportivos na Universidade do Norte de Iowa. Segundo os relatos, a morte foi “inesperada” — esse tipo de notícia que ninguém tá preparado pra receber, ainda mais em plenos playoffs.

    Nick voou pra Iowa logo depois da derrota pros Knicks no Jogo 1 das semifinais da Conferência Leste. Os Sixers fizeram só uma sessão de vídeo ontem, sem treino mesmo. Totalmente compreensível.

    De volta aos negócios

    O técnico deve se juntar ao time hoje à noite em Nova York. O Jogo 2 contra os Knicks é amanhã às 21h no Madison Square Garden, pela ESPN.

    Olha, eu admiro muito a força mental que esses caras têm. Nurse está na terceira temporada à frente dos Sixers (desde 2023-24) e já levou o time aos playoffs duas vezes. Antes disso, fez história em Toronto — pegou os Raptors em 2018-19 e logo de cara conquistou o primeiro título da franquia. Monstro.

    Vocês acham que essa situação pode afetar o time emocionalmente? Às vezes essas adversidades unem ainda mais o grupo. De qualquer forma, fica aqui nossa força pro Nick Nurse e família nesse momento difícil.

  • Cavs desperdiçam Game 1 contra Pistons com 20 turnovers

    Cavs desperdiçam Game 1 contra Pistons com 20 turnovers

    Cara, que frustração ontem à noite. Os Cavaliers tinham tudo pra roubar o primeiro jogo da série contra Detroit, jogando fora de casa, mas conseguiram entregar de bandeja — literalmente. Vinte turnovers. VINTE. É pedir pra perder mesmo.

    Olha, eu tava assistindo o jogo e não conseguia acreditar no que tava vendo. James Harden e Donovan Mitchell, que deveriam ser os caras que organizam o ataque, combinaram 10 turnovers contra apenas 9 assistências. Isso é de doer, gente.

    Harden precisa parar de entregar a bola

    O Harden foi o maior vilão da noite — perdeu a bola 7 vezes só nesse jogo. Pra vocês terem uma ideia do absurdo: já são 43 turnovers só nestes playoffs. Cara, o maluco tá jogando como se fosse pelada de domingo no parque.

    E o Mitchell? Rapaz, desde o Game 2 contra Toronto que ele tá sumido. Não é possível que o principal jogador do time termine a partida com mais turnovers que assistências. Os Cavs precisam URGENTE de alguém que saiba controlar o jogo, e nem Harden nem Mitchell tão entregando isso.

    Max Strus salvou o que dava pra salvar

    Pelo menos teve uma luz no fim do túnel: Max Strus jogou pra caramba. 19 pontos em 7 de 13 arremessos, sendo 4 de 8 do perímetro. O cara mostrou por que é importante ter um arremessador de volume na equipe.

    Sinceramente, prefiro Strus em quadra do que Dean Wade nesses momentos decisivos. Wade até defende melhor, mas ofensivamente ele trava o ataque dos Cavs. Com Strus, pelo menos a defesa adversária tem que grudar nele lá no perímetro, abrindo espaço pros outros.

    Kenny Atkinson perdeu a mão nas rotações

    Agora vem a parte que me deixou mais irritado: Kenny Atkinson usou 11 jogadores. ONZE! Nos playoffs, cara! Isso não faz sentido nenhum.

    Tá certo que Sam Merrill se machucou logo no começo e Jarrett Allen pegou 4 faltas. Mas começar o último quarto com Thomas Bryant, Keon Ellis e Dennis Schroder juntos em quadra? Isso é pedir pra entregar o jogo de mão beijada.

    E aí, vocês acham que Allen não conseguia jogar mais que 18 minutos mesmo com 4 faltas? O cara foi herói no Game 7 contra Toronto e fica no banco vendo Bryant tentar fazer milagre. Enquanto isso, Cunningham jogou 43 minutos pelos Pistons. Essa é a diferença entre querer ganhar e facilitar pro adversário.

    Os Cavs desperdiçaram uma oportunidade de ouro de largar na frente da série. Com essa quantidade absurda de turnovers e essas rotações malucas, não dá pra competir nos playoffs. Espero que aprendam pra o Game 2, porque senão essa série pode acabar mais rápido do que a gente imagina.

  • Pistons fazem o IMPOSSÍVEL: virada histórica de 3-1 nos playoffs!

    Pistons fazem o IMPOSSÍVEL: virada histórica de 3-1 nos playoffs!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu. Os Detroit Pistons estavam praticamente eliminados, perdendo por 3-1 na série, e simplesmente viraram o jogo. VIRARAM! Em sete jogos, com direito a uma volta histórica no segundo tempo do jogo 6.

    Sinceramente? Eu não esperava isso. Quando vi eles perdendo por 3-1, pensei “pronto, acabou a temporada dos caras”. Mas esse time tem uma garra que é absurda. Durante toda a temporada regular, 82 jogos, a gente viu essa raça deles de nunca desistir. E nos playoffs foi a mesma coisa — só que com a pressão lá em cima.

    Cade Cunningham virou um monstro

    O destaque óbvio vai pro Cade Cunningham. O moleque simplesmente decidiu que não ia pra casa ainda. A evolução dele de quando chegou na liga pra agora é coisa de maluco. Lembra quando todo mundo duvidava se ele tinha o que precisava pra ser a cara de uma franquia? Pois é, agora ninguém mais duvida.

    E não posso esquecer do Tobias Harris — veterano fazendo o que veterano tem que fazer: liderar nos momentos cruciais. O cara trouxe uma experiência que esse time jovem precisava desesperadamente.

    JB Bickerstaff merece todos os créditos

    Olha, eu sempre achei o JB Bickerstaff meio subestimado como técnico. O cara conseguiu fazer ajustes durante a série que foram fundamentais. Não deve ser fácil comandar um time jovem numa situação dessas, mas ele soube exatamente quando apertar e quando afrouxar.

    Agora vem o Cleveland Cavaliers pela frente na segunda rodada. E aí que a coisa fica interessante mesmo. Os Cavs têm um esquema defensivo que pode dar muito trabalho — parecido com o que o Magic tentou fazer, só que mais consistente.

    A grande pergunta é: será que os Pistons conseguem manter esse nível de intensidade? Porque uma coisa é fazer uma virada heroica, outra coisa é sustentar isso contra um time mais experiente como Cleveland.

    O que esperar da próxima fase?

    Na minha visão, Detroit tem algumas vantagens. Primeiro, o momentum tá todo com eles — time que vem de uma virada dessas chega confiante pra qualquer jogo. Segundo, eles já provaram que não desistem mesmo quando tudo parece perdido.

    Mas os Cavaliers não são bobos. Eles viram o que aconteceu com o Magic e certamente vão se preparar melhor. A defesa deles no garrafão é sólida, e isso pode complicar a vida dos Pistons no ataque.

    E vocês, o que acham? Os Pistons conseguem manter essa pegada e chegar nas finais da Conferência Leste, ou foi só um momento mágico que não se repete? Uma coisa eu garanto: depois dessa virada histórica, ninguém pode subestimar esse time nunca mais.

  • Celtics perderam na primeira rodada: e agora, qual é o plano?

    Celtics perderam na primeira rodada: e agora, qual é o plano?

    Cara, que temporada bizarra foi essa dos Celtics. Sinceramente, parecia montanha-russa — um dia você tava achando que eles iam tankar, no outro você via o Jaylen Brown carregando o time nas costas, depois veio aquele trade maluco pra economizar dinheiro e, quando menos esperávamos, o Tatum voltou antes do previsto.

    E no final? Eliminação na primeira rodada pros 76ers. Em sete jogos. Pros caras que eles sempre davam surra.

    O que deu errado mesmo?

    Olha, na minha visão a temporada teve tudo pra dar certo. Os Celtics terminaram em segundo no Leste com 56 vitórias — nada mal pra um time que muita gente (eu incluído) achava que devia tankar enquanto esperava o Tatum voltar da lesão no tendão de Aquiles.

    Mas aí veio aquela decisão estranha de trocar metade do elenco no deadline só pra ficar abaixo do luxury tax. Cara, você tá brigando por título e vai economizar dinheiro? Não fez muito sentido.

    A volta do Tatum foi absurda, não vou mentir. Em 16 jogos na temporada regular: 21.8 pontos, 10 rebotes e 5.3 assistências. Nos playoffs, mesmo perdendo o jogo 7 por causa de dor no joelho, ele mostrou que tá inteiro: 23.3 pontos, 10.7 rebotes e 6.8 assistências por jogo.

    E agora, qual é a real?

    O time tem uma folha salarial de quase 173 milhões de dólares — ou seja, tá no luxury tax até o pescoço. Tem as picks 27 e 40 no draft e precisa desesperadamente de um pivô decente. O Vučević tá free agent, então eles podem ficar sem ninguém no garrafão.

    O que mais me incomoda? Eles têm o Tatum e o Brown — duas estrelas no auge — e tão perdendo tempo preciosa tentando economizar dinheiro. Vocês acham que isso faz sentido? Championship window não dura pra sempre, galera.

    A realidade é que os Celtics ainda podem brigar pelo título no ano que vem, mas vão precisar tomar decisões difíceis. Ou gastam pesado pra reforçar o elenco (principalmente no garrafão) ou aceitam que talvez não seja o ano deles.

    Uma coisa é certa: depois de perder pros 76ers na primeira rodada, não dá mais pra fingir que tá tudo bem. Mudanças são necessárias, e elas precisam vir rápido.

  • Pistons derrubam os Cavs e quebram jejum histórico nos playoffs

    Pistons derrubam os Cavs e quebram jejum histórico nos playoffs

    Galera, vocês viram o que aconteceu em Detroit na terça? Os Pistons simplesmente destruíram os Cavaliers no primeiro jogo da série, ganharam de 111 a 101 e quebraram um jejum que já tava ficando constrangedor.

    Doze jogos. DOZE. Era o que os Pistons tinham perdido seguido pros Cavs nos playoffs desde 2007 — todas essas derrotas vieram quando o LeBron tava lá dominando tudo. Mas ontem não tinha King James pra salvar Cleveland, e Detroit mostrou que essa nova geração não tem medo de nada.

    Detroit saiu voando no primeiro quarto

    Os Pistons começaram o jogo como se fossem um foguete. Pressão na defesa, forçaram 6 roubos de bola só no primeiro quarto e abriram 37 a 21. Eu tava vendo e pensando: “Cara, vai ser goleada”. O ataque dos Cavs, que é normalmente uma metralhadora, travou completamente.

    Mas aí você já sabe como é playoff, né? Nada é fácil. O Detroit esfriou no ataque e Cleveland começou a roer a vantagem aos poucos. No quarto período, os Cavs fizeram uma sequência absurda de 11 a 0 — com o James Harden metendo 9 pontos nessa corrida — e empataram o jogo em 93 a 93.

    Mano, que sufoco. Imagina a tensão na Little Caesars Arena nessa hora.

    Cade Cunningham salvou a pátria

    Mas aí que entra o diferencial: Cade Cunningham. O garoto saiu do banco e puxou uma corrida de 6 a 0 que definiu o jogo. É isso que separa os bons dos grandes — saber aparecer na hora que o time mais precisa.

    E olha, os números mostram por que Detroit ganhou: 19 turnovers dos Cavaliers. Dezenove! Os Pistons transformaram essas bobeiras em 31 pontos. Mesmo Cleveland acertando mais arremessos (45% contra 44%) e sendo muito melhor nos lances livres (94% contra 77%), as perdas de bola custaram caro demais.

    Harden virou vilão da própria história

    Sinceramente? O James Harden foi o grande responsável pela derrota. O cara fez 22 pontos, pegou 8 rebotes e deu 7 assistências — números até bons. Mas perdeu a bola SETE vezes. Sete! Pra você ter noção, ele errou mais arremessos (9) do que acertou (6).

    E não é a primeira vez que isso acontece com ele nos playoffs — já é a terceira vez só nesta pós-temporada que ele tem mais turnovers que cestas convertidas. Na carreira toda, já aconteceu 29 vezes. Cara, isso não é sorte, é padrão.

    Harden representou quase 37% de todas as 19 perdas de bola de Cleveland. Em playoff, contra uma defesa organizada como a do Detroit, você não pode dar essas bobeiras de graça.

    Agora é esperar o jogo 2. Será que os Cavs conseguem se recuperar, ou os Pistons vão confirmar que essa nova fase do time é pra valer? Eu tenho a impressão de que Detroit tá com fome de fazer história neste playoff. E vocês, o que acham?

  • Timberwolves contestam tocos históricos do Wembanyama: ‘Foram 4 interferências!’

    Timberwolves contestam tocos históricos do Wembanyama: ‘Foram 4 interferências!’

    Olha, eu pensei que fosse só eu que estava achando alguns tocos do Wemby meio suspeitos no Jogo 1 contra o Minnesota. Turns out que não estava sozinho — os próprios Timberwolves estão questionando se todos aqueles 12 bloqueios históricos do francês foram legítimos mesmo.

    Para quem perdeu: o Alien quebrou o recorde de playoffs da NBA com 12 tocos numa única partida, passando o antigo recorde por duas unidades. Fez um triple-double ainda por cima, com 11 pontos e 15 rebotes. Histórico total.

    “Pelo menos quatro foram interferências”

    Mas aí que a coisa fica interessante. Depois de reverem as imagens do jogo (que o Minnesota ganhou por 104-102, diga-se de passagem), o técnico Chris Finch foi direto ao ponto:

    “Obviamente ele teve uma noite histórica, mas quando olhamos as jogadas, pelo menos quatro delas foram interferências na bola, talvez até uma quinta. Para mim é alarmante que nenhuma foi marcada.”

    Cara, imagina a situação. Você ganha o jogo mas tem que ouvir sobre o recorde histórico do adversário sendo quebrado no seu nariz. Aí você olha o replay e pensa: “Pera aí, esses tocos aí tão meio estranhos…”

    Até o Gobert entrou na polêmica

    E não foi só o Finch não. Rudy Gobert, que é francês igual o Wemby (e que sabe um bocado sobre bloqueios), também deu sua opinião: “Ele fez falta em mim no primeiro. Mas se você olhar direito, foram provavelmente três ou quatro interferências.”

    O Gobert ainda brincou no final: “Eu queria ter esse tipo de tratamento também” — e eu ri alto aqui. O cara tem quatro prêmios de Melhor Defensor e tá vendo o compatriota ganhar uns tocos de presente dos árbitros.

    Finch foi além e fez as contas: se fossem quatro interferências mesmo, isso daria oito pontos extras pro Minnesota. “Vocês sabem o valor de oito pontos num jogo da NBA? É enorme. E isso representa 33% dos bloqueios dele sendo interferências não marcadas.”

    Sinceramente, eu entendo a revolta. Wembanyama é um fenômeno defensivo, não precisa de ajudinha dos árbitros. O cara já é o Defensive Player of the Year mais jovem da história — conquistou de forma unânime ainda por cima.

    Mas olha, no fim das contas o Minnesota ganhou o jogo. E como o próprio Finch falou: “Vamos continuar indo pra cima. Temos que tomar decisões melhores em como atacar o garrafão.”

    E aí, vocês acham que os árbitros passaram a mão na cabeça do Wemby? Ou os Wolves que estão chorando demais? Jogo 2 é hoje à noite, e tenho certeza de que os árbitros vão estar de olho mais atento dessa vez.

  • Brunson destrói os 76ers: maior goleada da história dos Knicks!

    Brunson destrói os 76ers: maior goleada da história dos Knicks!

    Gente, o que o Jalen Brunson fez ontem foi simplesmente absurdo. 35 pontos com 66,7% de aproveitamento de quadra contra os 76ers – e ainda acertou metade das tentativas de 3. O resultado? Uma goleada histórica de 137 a 98 que deixou todo mundo de queixo caído.

    Sério, quem tava esperando drama no Jogo 1 pode culpar o Brunson por ter transformado isso numa sova. A diferença de 39 pontos foi a MAIOR vitória em Jogo 1 na história dos Knicks. E olha só que loucura: foi a primeira vez na história da NBA que um time venceu dois jogos seguidos de playoffs por essa margem.

    Wemby não conseguiu segurar os Wolves

    Enquanto isso, do outro lado, o Victor Wembanyama fez algo que eu nunca pensei que veria: 12 bloqueios em um jogo de playoff. Doze! Mas nem isso foi suficiente pra segurar Anthony Edwards e os Timberwolves, que arrancaram uma vitória de 104-102 dos Spurs.

    E o mais louco? Edwards voltou de surpresa depois de ficar fora por lesão. O cara simplesmente apareceu e disse: “Hoje não, Wemby”. Isso que são playoffs, meu amigo – qualquer coisa pode acontecer.

    Será que rola troca Giannis por Jaylen Brown?

    Agora que os Celtics foram eliminados pelos 76ers no Jogo 7, as especulações já começaram. E cara, tem uma rumor maluco rolando: e se os Celtics e Bucks trocassem suas estrelas? Giannis indo pra Boston e Jaylen Brown pra Milwaukee?

    Olha, eu sei que parece loucura, mas pensa comigo: Giannis é bicampeão de MVP e quando tá saudável é simplesmente imparável. Pros Celtics faria todo sentido. Agora pros Bucks… será que eles topariam trocar o Greek Freak por Brown?

    A ideia é que Brown poderia abraçar Milwaukee de um jeito que outros astros não fariam, e daria um gás pro time enquanto eles se reorganizam. Sinceramente, acho difícil rolar, mas nos playoffs tudo é possível.

    E aí, vocês acham que essa troca faria sentido? Ou seria loucura demais abrir mão do Giannis?

  • Finch detona arbitragem: ‘4 dos 12 bloqueios do Wemby foram infrações’

    Finch detona arbitragem: ‘4 dos 12 bloqueios do Wemby foram infrações’

    Cara, que rolo foi esse jogo 1 entre Wolves e Spurs! Victor Wembanyama quebrou o recorde de tocos numa partida de playoffs (12 bloqueios), mas o técnico do Minnesota, Chris Finch, não tá nada feliz com a arbitragem. Segundo ele, pelo menos quatro desses bloqueios eram infrações claras que não foram marcadas.

    “Quando analisamos as jogadas, pelo menos quatro eram infrações. Talvez até uma quinta”, disparou Finch na coletiva. “É um pouco alarmante que nenhuma delas foi marcada. Estamos falando de um cara de 2,21m que vai atrás de tudo, e não teve uma atenção especial pra essas jogadas?”

    A matemática da revolta

    O técnico dos Wolves fez as contas — e olha, ele tem razão. Se fossem quatro infrações não marcadas, são oito pontos que ficaram na mesa. “Vocês sabem o valor de oito pontos num jogo da NBA? É gigantesco”, falou Finch. “Isso representa 33% dos bloqueios dele. Se eu te desse um aumento de 33%, você gostaria, né?”

    Rudy Gobert, que conhece bem o francesinho por serem conterrâneos, concordou com tudo. “Se você olhar as jogadas, são provavelmente três ou quatro infrações mesmo”, disse o pivô. “Eu queria ter esse tipo de tratamento também”, brincou.

    A jogada mais óbvia

    A terceira posse do jogo foi a mais gritante. Terrence Shannon Jr. chegou rápido na cesta, conseguiu colocar a bola no vidro e aí o Wemby foi lá e cortou. Até o próprio Victor pareceu saber que tinha feito besteira — ele pausou, abriu os braços esperando o apito que nunca veio.

    Sinceramente? Essas coisas me irritam profundamente. Playoffs é outra parada, a pressão é máxima e os árbitros perdem lances assim? O cara tem 2,21m de altura, é óbvio que vai ter situações limítrofes. Mas quando a bola já tá no vidro e ele corta, não tem o que discutir.

    E não foi só isso não. Teve falta clara no Gobert que passou batida, outra infração no segundo quarto quando o Julius Randle já tinha posto a bola na tabela… Enfim, foi uma arbitragem bem questionável mesmo.

    O mais louco é que mesmo com toda essa polêmica, os Wolves conseguiram roubar o jogo 1 fora de casa (104-102) e tomaram a vantagem de quadra. Anthony Edwards saiu do banco por causa de uma lesão no joelho, jogou só 25 minutos, e mesmo assim deu conta do recado.

    E aí, pessoal, vocês acham que os árbitros realmente passaram pano pro Wembanyama ou é frescura do Finch? Uma coisa é certa: esse vai ser um assunto quente pro resto da série!

  • Towns mantém pé no chão após massacrar 76ers por 39 pontos

    Towns mantém pé no chão após massacrar 76ers por 39 pontos

    Gente, o que foi esse massacre ontem à noite? Os Knicks simplesmente destruíram os 76ers por 137-98 no Game 1 das semifinais da Conferência Leste. E olha, eu já vi muita coisa feia em playoffs, mas 39 pontos de diferença é de doer.

    O mais absurdo? Os Knicks acabaram de entrar pra história da NBA como o primeiro time a vencer três jogos consecutivos de playoffs por pelo menos 25 pontos de diferença. Cara, isso é de outro mundo mesmo.

    Brunson comandou o show, mas KAT roubou a cena

    Jalen Brunson fez sua parte com 35 pontos (o cara tá numa fase monstruosa), OG Anunoby ajudou com 18, e tanto Karl-Anthony Towns quanto Mikal Bridges contribuíram com 17 cada. Mas o que mais me impressionou foi a postura do Towns depois do jogo.

    “Estamos jogando bem, mas isso não significa nada se não conseguirmos mais três vitórias”, disse o pivô. Sinceramente, adoro essa mentalidade. Zero euforia, foco total no objetivo.

    E tem um dado que me deixou de boca aberta: os Knicks venceram os últimos três jogos por um total de 119 pontos de diferença. Isso é a maior diferença combinada de três jogos na história dos playoffs da NBA. Absurdo.

    Mike Brown elogia a mentalidade do time

    O técnico Mike Brown destacou algo que eu também notei assistindo: “Eles estão tentando focar nos detalhes independente do placar. Ainda estão tentando se manter concentrados. E isso mostra que, estando com vantagem grande ou não, ainda mergulham no chão atrás de bolas perdidas.”

    Essa é a diferença entre um time que quer só ganhar e um time que quer ser campeão, na minha opinião. Os caras não relaxaram nem com 30 pontos na frente.

    Do lado dos 76ers, a situação tá complicada. Paul George fez 17 pontos, Embiid apenas 14. Nick Nurse, técnico dos Sixers, foi direto: “Eles estavam claramente nos despedaçando, se movimentando muito melhor que nós.”

    E aí, vocês acham que os 76ers conseguem dar a volta por cima? O Game 2 é na quarta-feira, no Madison Square Garden, com os Knicks favoritos por 6.5 pontos. Olhando esse primeiro jogo, parece pouco até.