Tag: NBA Playoffs

  • Mitchell sumiu no vestiário e quase deu um infarto na gente

    Mitchell sumiu no vestiário e quase deu um infarto na gente

    Gente, que susto foi esse? Donovan Mitchell simplesmente saiu de quadra no meio do segundo quarto do Jogo 3 das finais da Conferência Leste e foi direto pro vestiário. Meu coração quase parou.

    As câmeras da ESPN flagraram o cara caminhando em direção aos vestiários e, cara, todo mundo já pensou o pior. Ainda mais numa série decisiva contra os Knicks — imagina perder o Mitchell justamente agora?

    O alívio veio rápido

    Mas olha, graças a Deus foi só um susto. A própria ESPN reportou depois que ele não estava acompanhado de nenhum médico ou fisioterapeuta, o que já era um bom sinal. E realmente, em poucos minutos o monstro voltou pro banco e ainda entrou em quadra antes do final do segundo quarto.

    Sinceramente? Provavelmente foi só uma necessidade fisiológica mesmo, sabe como é. Ou quem sabe ajustar alguma coisa no equipamento. Mas no calor do momento, com a tensão dos playoffs, qualquer movimento estranho do seu craque já deixa todo mundo em pânico.

    Por que esse susto mexe tanto com a gente?

    É que o Mitchell tem sido absolutamente fundamental pra essa campanha dos Cavaliers. O cara tá carregando o time nas costas, e perder ele numa série contra os Knicks seria praticamente o fim das pretensões de título de Cleveland.

    Vocês viram como a torcida ficou? O pessoal do Twitter já tava entrando em desespero coletivo. E eu não culpo ninguém — quando você vê seu astro sumindo no vestiário no meio de um jogo decisivo, o coração dispara mesmo.

    No final das contas, foi só mais um daqueles momentos que fazem os playoffs da NBA serem tão intensos. Todo detalhe importa, cada segundo conta, e qualquer coisa fora do normal vira notícia na hora.

  • Cavaliers insistem no ‘processo’ mesmo perdendo por 2-0 para os Knicks

    Cavaliers insistem no ‘processo’ mesmo perdendo por 2-0 para os Knicks

    Cara, tem coisa mais frustrante no basquete do que um time que erra tudo e fica falando que “o processo estava certo”? Porque é exatamente isso que tá rolando com o Cleveland Cavaliers nas finais da Conferência Leste.

    Olha só a situação: depois de entregar uma vantagem de 22 pontos no primeiro jogo e perder o segundo por 109-93 (errando 26 de 35 arremessos de três!), TODO MUNDO do Cavs saiu repetindo a mesma ladainha sobre “processo”.

    O mantra do “processo”

    Técnico Kenny Atkinson? “Nosso processo estava certo, só não foi uma boa noite de arremesso.” James Harden? “Apenas não acertamos os chutes.” Donovan Mitchell? “Nosso processo estava certo.” Jarrett Allen? “Vocês vão ouvir isso várias vezes: o processo estava certo.”

    Mano, até parece disco riscado! E o mais engraçado é que os Knicks colocaram um outdoor gigante no Madison Square Garden zoando exatamente isso — uma propaganda do Nike com o Jalen Brunson e a frase “TOO MUCH TO PROCESS” (processo demais).

    Sinceramente, eu entendo a lógica deles. No segundo jogo, Cleveland teve 2 de 12 em arremessos “abertos” de três pontos e 6 de 19 nos “completamente abertos”. São chutes que normalmente eles acertam, né? Sam Merrill e Max Strus são atiradores elite que não devem repetir esse 1 de 11 de três tão cedo.

    Mas será que é só isso mesmo?

    O problema é que existe uma linha tênue entre confiar no processo e ser teimoso demais. O próprio Atkinson admitiu que “existe um ponto onde você tem que dizer ‘ok, os números não significam tanto agora, precisamos fazer algo diferente’”.

    Josh Hart, dos Knicks, mandou uma frase que eu achei genial sobre análises: “Em certo ponto, elas são como um poste para um bêbado: você pode se apoiar nelas, mas elas não vão te levar pra casa.”

    E aí, vocês acham que Cleveland tá certo em manter a fé no processo ou deveria mudar alguma coisa? Porque olhando de fora, parece que os Knicks encontraram a receita para parar esse ataque. Brunson tá comandando o show em Nova York, e se o Cavs continuar errando chutes abertos, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo imaginou.

    Jogo 3 é em Cleveland no sábado. Vamos ver se o “processo” finalmente funciona ou se os Knicks vão pra cima de 3-0.

  • Wemby quer ver ‘do que os Spurs são feitos’ após tombo no jogo 3

    Wemby quer ver ‘do que os Spurs são feitos’ após tombo no jogo 3

    Olha, eu não esperava ver o Wemby falando assim depois de uma derrota. Mas o cara mostrou que tem personalidade de líder quando disse que agora “vamos ver do que somos feitos” após os Spurs perderem para o Thunder por 108-93 no jogo 3 das finais da Conferência Oeste.

    Cara, que montanha-russa foi esse jogo 3. Os Spurs começaram VOANDO — 15-0 logo de cara. Eu tava aqui pensando “agora vai, essa garotada vai mostrar serviço”. Aí do nada o Thunder acordou e simplesmente atropelou San Antonio. O banco deles foi monstro e virou o jogo completamente.

    Wemby não conseguiu repetir o show

    Victor Wembanyama fez 26 pontos com 8-15 de quadra — números até decentes. Mas cara, que diferença gritante do jogo 1, quando o francês simplesmente destruiu todo mundo com 41 pontos e 24 rebotes. Foi um massacre naquele dia.

    O problema no jogo 3? Apenas 4 rebotes. Quatro! Para um cara de 2,20m isso é inadmissível, principalmente nas finais de conferência. O Thunder claramente estudou como neutralizar o garoto, e por enquanto tá funcionando.

    Playoffs de estreia com gosto amargo

    “São meus primeiros playoffs. São os primeiros playoffs para muitos de nós. Claro que ia ter momentos difíceis. Era esperado. Mas agora, vamos ver do que somos feitos”, disse Wemby na coletiva pós-jogo.

    Sinceramente acho que essa frase resume tudo. Essa molecada dos Spurs tá aprendendo na raça — só dois caras da rotação têm experiência em playoffs: De’Aaron Fox e Luke Kornet. E olha, o Kornet tá sofrendo nessa série.

    Harrison Barnes, que deveria ser uma das referências em experiência, simplesmente sumiu do mapa. Parece que o tempo passou e ele não consegue mais acompanhar o ritmo dos playoffs. Duro de ver.

    Agora é jogo 4 e os Spurs não podem deixar ficar 3-1 na série. Todo mundo sabe que voltar de 3-1 é quase impossível — e contra esse Thunder que é campeão em título? Complicado.

    Vocês acham que essa garotada dos Spurs consegue reagir ou vão precisar de mais tempo pra amadurecer, igual o próprio Thunder precisou em 2024? Porque olhando de fora, parece que essa experiência, por mais dolorosa que seja, vai ser fundamental pro futuro desse time.

  • Spurs admite: erramos feio na marcação do SGA

    Spurs admite: erramos feio na marcação do SGA

    Olha, eu até entendo a revolta da torcida dos Spurs com o Shai Gilgeous-Alexander. O cara é simplesmente imparável e tem esse jeito de jogar que irrita qualquer adversário — principalmente quando você tá vendo seu time levar uma surra de 123-108 em casa, como aconteceu no Jogo 3 das Finais de Conferência.

    A galera de San Antonio não perdoou. Ficaram gritando “flopper” pro cara a noite toda. E sinceramente? Eu entendo a frustração. Ninguém gosta de ver o adversário indo pra linha de lance livre o tempo todo.

    Mas o técnico foi honesto

    Só que o Mitch Johnson, técnico dos Spurs, foi bem honesto na entrevista pós-jogo. Admitiu que pelo menos metade das faltas que fizeram no SGA foram “indisciplinadas”. Traduzindo: erraram feio na marcação.

    “Ele nos tirou de posição e aproveitou isso”, disse Johnson. E cara, não tem como discordar. Os Spurs morderam várias fintas durante o jogo, saíram da posição defensiva e deram de bandeja os lances livres pro cara.

    O resultado? SGA acertou 12 de 12 da linha de lance livre. Doze de doze, mano! Mesmo arremessando mal do campo (6/17), ainda assim anotou 26 pontos. Isso que é eficiência.

    A dor de cabeça defensiva

    E o mais frustrante pra San Antonio deve ter sido ver que nenhum dos seus defensores conseguiu parar o cara. Tentaram o Devin Vassell, o Stephon Castle, o Julian Champagnie… nada funcionou.

    Na minha opinião, o Johnson fez bem em assumir os erros. É melhor do que ficar reclamando dos árbitros ou inventar desculpa. Os caras erraram na marcação, o SGA aproveitou como todo craque faz, e pronto.

    Agora a pergunta que fica: será que conseguem se ajustar pro próximo jogo? Porque marcar o Shai é um dos maiores desafios da NBA hoje em dia. O cara é bicampeão de MVP por um motivo — e noites como essa mostram exatamente o porquê.

  • SGA monstro! Thunder vira jogo histórico contra os Spurs

    SGA monstro! Thunder vira jogo histórico contra os Spurs

    Cara, que jogaço foi esse do Thunder ontem à noite! Shai Gilgeous-Alexander simplesmente resolveu pegar os Spurs no colo e carregou Oklahoma City pra uma vitória de 123 a 108, colocando o Thunder na frente da série por 2 a 1.

    E olha que começou mal, viu? Os Spurs abriram 15 a 0 no primeiro quarto — a maior sequência pra abrir um jogo nas finais de conferência desde 1997. Quinze pontos sem resposta! Eu tava aqui pensando “lá vamos nós de novo”, mas aí que o Thunder mostrou por que é candidato ao título.

    O show do SGA e do banco

    Shai terminou a noite com 26 pontos e 12 assistências, mas o mais impressionante mesmo foi ver como ele conduziu a reação do time. Quando o Wembanyama saiu de quadra no primeiro período, o Thunder emplacou uma sequência de 13-2 e fechou o quarto perdendo por apenas 31-26.

    Mas sinceramente? O grande diferencial foi o banco de Oklahoma City. Enquanto os reservas dos Spurs fizeram míseros 23 pontos, o banco do Thunder meteu 76 pontos. Setenta e seis! Alex Caruso contribuiu com 15, e mesmo sem Jalen Williams (lesionado), o time teve profundidade de sobra.

    Wemby tentou, mas não foi suficiente

    Victor Wembanyama fez sua parte com 24 pontos e até cruzou o Isaiah Hartenstein pra meter uma de três no início (que momento absurdo!), mas não teve ajuda suficiente quando mais precisou. Devin Vassell ajudou com 20 pontos, e De’Aaron Fox — que voltou de lesão — marcou 15 na estreia na série.

    O jogo esquentou no segundo tempo, com direito a falta flagrante do Ajay Mitchell no Stephon Castle e aquela tensão toda entre os jogadores. Mas foi aí que o Thunder mostrou maturidade e fechou o jogo sem sustos.

    Agora é jogo 4 no domingo, e vocês acham que os Spurs conseguem empatar a série em casa? Na minha opinião, esse Thunder tá jogando um basquete muito sólido, e com esse banco funcionando assim, vai ser difícil de parar. O que acham?

  • Cowherd detona SGA: ‘prefeito da cidade das caidinhas’

    Cowherd detona SGA: ‘prefeito da cidade das caidinhas’

    Olha, eu sempre defendi o Shai Gilgeous-Alexander. O cara é um monstro, bicampeão de MVP consecutivo, único jogador da história a fazer 30+ pontos com 55% de aproveitamento e 38% nas bolas de três numa temporada inteira. Mas… né, tem uma coisa que tá incomodando cada vez mais.

    O Colin Cowherd, que inclusive já havia defendido o SGA das críticas sobre ser um “mercador de faltas”, mudou completamente de opinião. E olha que ele não foi com o pé atrás não.

    Os números não mentem

    “No Jogo 2, ele tentou apenas 6 arremessos de quadra, ou seja, foi faltado só 3 vezes, mas caiu no chão 8 vezes”, disparou Cowherd no The Herd. “Então ele é oficialmente o prefeito da Flop City. População: uma pessoa.”

    E aí que vem a parte mais pesada. Cowherd trouxe as estatísticas dos playoffs que, sinceramente, são meio constrangedoras para o SGA. Nos playoffs, ele cai em 17,5% dos arremessos. James Harden? 12%. Jalen Brunson fica em 9%, Donovan Mitchell em 8%, e o Wembanyama – que é um gigante de 2,20m – cai em apenas 4,2% das tentativas.

    “Ele não é o único fazendo isso, mas é irritante porque ele faz o dobro do Brunson, que por sinal é um jogador menor”, completou Cowherd.

    Minha visão sobre essa polêmica

    Olha, eu entendo que buscar faltas faz parte do jogo moderno. Todo mundo faz. Mas quando você vira o “prefeito da cidade das caidinhas” (genial essa do Cowherd), a coisa fica feia mesmo.

    O mais frustrante é que o SGA não precisa disso! O cara tem um dos jogos mais bonitos da liga, é clutch, tem tamanho, habilidade… Por que apelar tanto assim?

    Vocês acham que isso vai prejudicar ele na final do Oeste? Porque contra o Spurs, empatado 1-1, qualquer detalhe pode fazer a diferença. E se os árbitros começarem a “engolir o apito” por causa dessa fama?

    No final das contas, Cowherd fechou com uma frase que resume tudo: “Nem todos os grandes jogadores são divertidos de assistir.” E é isso aí – o SGA pode ser MVP duas vezes, mas se continuar nessa pegada, vai ser lembrado mais pelas caidinhas que pela bola bonita que sabe jogar.

  • Beverley defende SGA das críticas: ‘Cavar falta é habilidade’

    Beverley defende SGA das críticas: ‘Cavar falta é habilidade’

    Olha, o Shai Gilgeous-Alexander tá levando uma pancada danada ultimamente. O cara é acusado de ser o maior “floppeiro” da NBA atual — e convenhamos, essa é uma lista que já teve James Harden, LeBron James e outros monstros do basquete.

    Mas Patrick Beverley não tá nem aí pra essa conversa. O veterano saiu em defesa do astro do Thunder de um jeito que só ele consegue fazer.

    “Todo mundo flopa, é só se adaptar”

    Em entrevista no SiriusXM Radio, Beverley foi direto ao ponto: “A habilidade de ir pra linha de lance livre é um talento”. E cara, ele não tá mentindo não.

    O maluco citou Michael Jordan, Kobe Bryant, James Harden, Dwyane Wade e Allen Iverson como exemplos. “Jordan fez tudo que fez sem arremessar muitas bolas de 3, mas ia pra linha de lance livre. Kobe ia pra linha. Todos esses caras iam.”

    E aí vem a parte mais interessante da declaração do Beverley: “Eu acho que todo mundo no jogo flopa, você só tem que se adaptar a isso agora.” Sinceramente? Difícil discordar.

    Os números não mentem

    Shai liderou a NBA com 7.9 lances livres convertidos por jogo e ficou em segundo em tentativas totais, perdendo só pro Luka Doncic. É muito lance livre, galera.

    Mas pensem comigo: se o cara consegue enganar os árbitros dessa forma toda, isso não é também uma habilidade? O basquete evoluiu, e cavar falta virou parte do jogo — querendo ou não.

    Na minha visão, o SGA pode até exagerar às vezes (quem nunca viu ele cair de forma… digamos, teatral?), mas o resultado tá aí. O Thunder é o atual campeão da NBA e ele foi MVP das Finais de 2025.

    Spurs precisam se ligar

    Pro San Antonio Spurs, isso é um problemão gigante. Como você para um cara que consegue pontos “de graça” na linha de lance livre dessa forma? Não tem receita de bolo.

    O Jogo 3 das Finais da Conferência Oeste acontece nesta sexta, às 21h30. E vocês acham que o Spurs consegue limitar o SGA, ou ele vai continuar indo pra linha sempre que quiser?

    Uma coisa é certa: adorando ou odiando, o canadense vai entrar pra história como um dos melhores armadores da sua geração. E se continuar convertendo esses lances livres todos, vai ser difícil tirar esse título dele.

  • Fox volta mas dá susto no tornozelo contra o Thunder

    Fox volta mas dá susto no tornozelo contra o Thunder

    Mano, que susto que o De’Aaron Fox deu na galera dos Spurs ontem! O cara finalmente voltou depois de ficar fora dos dois primeiros jogos da final do Oeste contra o Thunder, mas quase que a coisa desandou no terceiro quarto.

    Fox estava brigando por uma bola perdida com o Lu Dort (vocês sabem como esse cara é casca grossa na defesa), e na disputa o Dort acabou caindo bem em cima do tornozelo direito do Fox — justamente o que estava machucado. O armador dos Spurs imediatamente começou a se contorcer de dor e saiu mancando.

    Volta rápida mas preocupante

    A sorte é que o pessoal médico dos Spurs trabalhou rápido. Fox ficou alguns minutos no banco recebendo tratamento e — pasmem — voltou com 10:30 restando no último quarto. Sinceramente, eu não esperava que ele voltasse tão rápido depois de ver a cara de dor que ele fez.

    Olha, eu entendo a necessidade. Os Spurs estavam precisando mesmo do Fox em quadra. O Stephon Castle e o Dylan Harper são talentosos demais, mas são muito novos ainda e a responsabilidade de comandar o ataque numa final de conferência é pesada. Com Fox em quadra, eles podem jogar mais soltos.

    Thunder mantendo pressão

    O problema é que mesmo com o retorno do Fox, os Spurs estavam enfrentando dificuldades pra furar a defesa do Thunder. Oklahoma City — os atuais campeões, né — conseguiu manter uma vantagem confortável durante boa parte do segundo tempo.

    Agora a pergunta que não quer calar: será que o Fox vai conseguir aguentar o restante da série? O cara já tinha perdido dois jogos por causa desse tornozelo, levou mais uma pancada feia, e a gente sabe como é complicado jogar machucado numa série tão física quanto essa.

    E vocês, acham que os Spurs conseguem virar essa série jogando em casa? Com Fox meia-boca e dependendo tanto dos garotos, vai ser difícil enfrentar esse Thunder que tá jogando um basquete muito sólido.

  • Brunson abraça sua atriz favorita após show no Jogo 2 dos Knicks

    Brunson abraça sua atriz favorita após show no Jogo 2 dos Knicks

    Gente, essa amizade entre o Jalen Brunson e a Mariska Hargitay (sim, a capitã Benson de Law & Order SVU) é uma das coisas mais genuínas que eu já vi na NBA. Depois de mais uma exibição monstro no último quarto — cara marcou dois dígitos NOVAMENTE nos 12 minutos finais —, o armador dos Knicks foi direto abraçar sua atriz favorita na arquibancada.

    A cena toda foi filmada pelo Ben Stiller (que também é fã roxo dos Knicks) e, sinceramente, dá até pra sentir a energia positiva através da tela. Brunson destruiu os Cavaliers por 109 a 93 no Jogo 2, e a primeira coisa que fez foi correr pro abraço da Mariska. Que conexão mais linda, cara.

    Uma amizade que começou em 2024

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi nada parecido com essa relação. Os dois se conheceram em 2024 e desde então virou tradição: todo jogo importante, lá está a Hargitay na primeira fila torcendo, e lá vai o Brunson cumprimentar ela depois.

    A atriz até mandou um vídeo parabenizando o cara quando ele foi selecionado pro All-Star Game de 2025. “De uma capitã para outro, parabéns por se tornar All-Star da NBA”, disse ela. E a resposta do Brunson? “Essa é minha pessoa favorita no mundo todo.” Mano, que coisa mais fofa.

    O mais engraçado é que o próprio Ben Stiller já zoou o Brunson no podcast dele, falando que a Mariska recebe um abraço mesmo quando os Knicks perdem. Imagina a inveja dos outros famosos que torcem pelo time? (risos)

    Knicks voando alto nos playoffs

    E por falar em abraços pós-vitória, os Knicks estão dando muito motivo pra comemoração ultimamente. Depois de quase dar vexame perdendo por 2-1 pro Hawks na primeira rodada, o time emplacou NOVE vitórias seguidas nos playoffs. Nove!

    Agora estão 2 a 0 nas finais da Conferência Leste contra Cleveland, e eu tô começando a acreditar que esse pode ser o ano dos Knicks voltarem às finais. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo jogando fora de casa?

    O Jogo 3 vai ser em Cleveland, e as casas de apostas colocaram os Knicks como azarões por 2.5 pontos. Faz sentido — jogar na casa do adversário nunca é fácil, ainda mais numa final de conferência. Mas cara, do jeito que o Brunson tá jogando, eu não duvido de nada.

    Uma coisa é certa: se os Knicks ganharem o próximo, a Mariska vai ganhar mais um abraço especial do seu armador favorito. E nós vamos ganhar mais um momento wholesome numa NBA que às vezes anda meio pesada demais.

  • Josh Hart manda a real sobre analytics e viraliza: ‘É poste pra bêbado’

    Josh Hart manda a real sobre analytics e viraliza: ‘É poste pra bêbado’

    Cara, o Josh Hart simplesmente entregou uma das frases mais geniais que já ouvi sobre analytics no basquete. E olha que eu acompanho NBA há anos, mas essa foi de outro planeta.

    Na coletiva após arrasar com os Cavaliers no Jogo 2 das finais do Leste (vitória por 109-93), o cara soltou essa pérola quando perguntaram sobre sua performance não aparecer tanto nas estatísticas: “Analytics são como um poste pra um bêbado. Você pode se apoiar neles, mas eles não te levam pra casa”.

    Mano, o Karl-Anthony Towns tirou os óculos escuros na hora e ficou tipo “que diabos foi isso?”. A reação dele foi impagável — dá pra ver que nem ele esperava uma filosofia dessas do Hart.

    A noite monstro que justificou a filosofia

    E o melhor? Hart falou isso depois de meter 26 pontos (recorde pessoal nos playoffs), com 5 bolas de 3 em 11 tentativas. Lembrando que o cara tava convertendo apenas 26,7% do perímetro nos playoffs antes desse jogo. Cleveland literalmente provocou ele pra arremessar, e Hart fez eles se arrependerem amargamente.

    Mais 7 assistências, 4 rebotes, 2 roubos de bola e apenas 1 turnover. Números que não contam a história toda, mas mostram porque Mike Brown comparou ele com Andre Iguodala — aquele cara que ganhou 4 títulos sendo o “pegador de rebote” do Warriors.

    Jay Wright, o mestre por trás da frase

    Plot twist: Hart revelou que a frase não é dele. É do Jay Wright, técnico que comandou ele, Jalen Brunson e Mikal Bridges na Villanova. Coincidência? Todos esses caras hoje são peças-chave dos Knicks.

    “Mérito do Jay Wright, cara”, disse Hart, dando os créditos ao técnico que os levou ao título universitário em 2016. E sinceramente, faz todo sentido — Wright sempre foi conhecido por formar jogadores inteligentes, que entendem o jogo além dos números.

    A zoação entre Hart e Towns foi épica também. Towns falou que na Kentucky com o Calipari nunca ouviu isso, e Hart mandou na lata: “Você nem foi pra faculdade direito”. Savage.

    Olha, eu entendo analytics, acho úteis, mas Hart tem razão. Às vezes você precisa sentir o jogo, confiar no instinto. E quando o cara fala isso depois de meter 26 pontos numa final de conferência… é difícil discordar, né?

    Os Knicks lideram a série por 2-0. E com essa mentalidade do Hart, acham que Cleveland consegue reagir?