Tag: NBA Playoffs

  • Embiid fora do Jogo 2: lesões no tornozelo e quadril preocupam

    Embiid fora do Jogo 2: lesões no tornozelo e quadril preocupam

    Cara, já começou a dor de cabeça pros fãs dos Sixers. Joel Embiid foi cortado do Jogo 2 contra os Knicks por causa de lesões no tornozelo e no quadril. E olha, não é uma decisão de última hora não — o cara nem conseguiu participar do treino de aquecimento na manhã de quarta-feira.

    Sinceramente, isso me preocupa muito. Embiid vinha sentindo dores tanto no tornozelo quanto no quadril, e mesmo com tratamento 24 horas por dia, não rolou. O gigante de 2,13m simplesmente não tinha condições de entrar em quadra.

    Situação complicada na série

    A situação dos Sixers já não estava fácil mesmo. Eles perderam o Jogo 1 em casa e agora precisam virar o jogo sem seu principal astro. É aquela pressão que todo mundo que acompanha playoffs conhece — perder em casa pro adversário pegar confiança é sempre perigoso.

    Mas calma aí. Lembram da primeira rodada contra o Celtics? Os caras conseguiram ganhar o Jogo 2 em Boston mesmo sem o Embiid. Tobias Harris e James Harden tiveram que subir o nível, e deu certo naquele momento.

    A preocupação real com o MVP

    O que me deixa mais nervoso não é nem este jogo específico, mas sim o histórico de lesões do Embiid. O cara é um monstro quando está 100%, mas essas questões físicas sempre aparecem nos momentos mais importantes da temporada.

    Vocês acham que ele volta pro Jogo 3? Porque se a coisa se estender, aí sim a situação fica crítica pra Filadélfia. Os Knicks não são brincadeira, especialmente jogando em casa no Madison Square Garden.

    O tratamento intensivo que ele está recebendo mostra que a organização está fazendo de tudo pra ter ele de volta o mais rápido possível. Mas será que vale a pena forçar? Às vezes é melhor garantir que ele esteja 100% pra uma possível sequência da série do que arriscar piorar a situação.

    Por enquanto, Tyrese Maxey e companhia vão ter que se virar sozinhos. E olha, não é impossível — mas vai ser um teste e tanto pra esse elenco dos Sixers.

  • Dončić fez tratamento na Espanha e ainda é dúvida pros Lakers

    Dončić fez tratamento na Espanha e ainda é dúvida pros Lakers

    Olha, eu não sabia se ria ou chorava quando vi o Luka Dončić falando sobre sua lesão ontem. O cara viajou pra Espanha — isso mesmo, ESPANHA — pra fazer um tratamento especial no posterior da coxa. Quatro injeções de plasma rico em plaquetas, uma a cada quatro dias. É ou não é coisa de astro da NBA?

    “Fui pra Espanha fazer PRP”, disse o esloveno. “Todo mundo sabe que a Espanha é um dos melhores países pra fazer isso.” Cara, quando você tem grana e precisa se recuperar rápido, não economiza mesmo. E pelo visto, os médicos dos Lakers concordaram com a ideia.

    A realidade cruel da lesão

    Cinco semanas já se passaram desde que o Dončić machucou o posterior da coxa — aquela lesão grau 2 que todo mundo que joga basquete teme. O prognóstico inicial falava em oito semanas de recuperação, então tecnicamente ele ainda tem mais três pela frente.

    E sabe o que mais me impressiona? A maturidade do cara dessa vez. “É complicado pra mim porque já voltei de lesões cedo demais antes, e não deu certo”, admitiu. Quem acompanha a carreira dele sabe que o Luka sempre foi meio ansioso pra voltar. Parece que finalmente aprendeu.

    Por enquanto ele tá só correndo — nada de contato físico ainda. Quando perguntaram se ele volta pros jogos 3 e 4 em Los Angeles, foi evasivo. Smart move, na minha opinião.

    Lakers sentem a falta do craque

    Sinceramente, ver os Lakers sem o Dončić é meio estranho. O cara estava fazendo uma temporada absurda: 34 pontos, 9 assistências e 8 rebotes por jogo. Números de MVP, sem discussão.

    O LeBron foi direto ao ponto depois da derrota por 108-90 pro Oklahoma City no primeiro jogo: “Quando você joga contra os campeões mundiais e não tem um cara que faz 34, 8 e 9, é uma peça importante que tá faltando.” Traduzindo: tão ferrados sem o Luka.

    Mas o que mais me tocou foi ver o Dončić falando sobre assistir os companheiros de camarote. “É muito frustrante ver o que meu time tá fazendo. Tenho muito orgulho deles. Tem sido muito difícil só sentar e assistir eles jogarem.” Mano, dá pra sentir a dor no peito do cara.

    E vocês, acham que ele volta ainda nessa série? Ou será que os Lakers vão ter que se virar sem o Luka Magic mais um tempo?

  • JB Bickerstaff: série contra Magic preparou Pistons pro massacre nos Cavs

    JB Bickerstaff: série contra Magic preparou Pistons pro massacre nos Cavs

    Cara, eu não acreditei no que vi ontem à noite. Os Detroit Pistons simplesmente atropelaram o Cleveland Cavaliers por 111-101 no primeiro jogo das semifinais da Conferência Leste, e sabe o que mais me impressionou? JB Bickerstaff creditar essa vitória àquela série massacrante de sete jogos contra o Orlando Magic na primeira rodada.

    Olha, eu confesso que na época pensei que aquela guerra contra o Magic ia prejudicar Detroit. Sete jogos, muito desgaste físico, jogadores no limite… Mas o técnico JB Bickerstaff provou que às vezes o que não te mata te fortalece mesmo.

    A lição que valeu ouro

    “Entender o que o momento exige e ter a serenidade e confiança para executar”, disse Bickerstaff na coletiva pós-jogo. E complementou com uma frase que me arrepiou: “Jogar basicamente três jogos de eliminação te ensina isso. Você entende a importância dos inícios, da urgência. Você aprende como fechar, como finalizar e como chegar aos seus spots.”

    Mano, isso é basquete de playoff no mais alto nível. Aquela pressão absurda contra o Magic – que por pouco não causou uma das maiores zebras da história dos playoffs – moldou esse time Pistons de uma forma que talvez uma série mais tranquila não conseguiria.

    O time todo apareceu quando precisava

    E sabe o que mais me chamou atenção? Contra Orlando, era só Cade Cunningham carregando o piano nas costas. Ontem foi completamente diferente. Cunningham até que não teve sua melhor noite (6/19 nos arremessos), mas apareceram Tobias Harris e Duncan Robinson combinando 39 pontos eficientes, Jalen Duren com +17 de plus-minus, e Ronald Holland II saindo do banco pra fazer a diferença.

    Sinceramente, essa é a receita que Detroit precisa pra ir longe. Não dá pra Cade carregar tudo sozinho – o cara vai morrer no meio do caminho se for assim. Ver outros jogadores assumindo responsabilidade foi lindo de assistir.

    Vocês acham que essa experiência contra o Magic realmente foi o diferencial? Eu tô começando a acreditar que sim. Às vezes você precisa passar pelo fogo pra entender do que é capaz, e os Pistons definitivamente passaram pelo fogo naquela primeira rodada.

    Agora é manter os pés no chão. Cleveland não vai entregar de bandeja, e jogo 2 é quinta-feira às 21h. Mas se Detroit mantiver essa intensidade e esse basquete coletivo que mostrou ontem… cara, pode dar zebra grande nestes playoffs.

  • Vanderbilt quebra o dedo de forma bizarra tentando bloquear o Chet

    Vanderbilt quebra o dedo de forma bizarra tentando bloquear o Chet

    Cara, que coisa mais doída de assistir. Jarred Vanderbilt dos Lakers sofreu uma lesão absolutamente grotesca no Jogo 1 contra o Thunder, e só de pensar já dá um arrepio na espinha.

    A parada foi assim: segundo quarto, Chet Holmgren descendo numa transição rápida pra uma enterrada. O Vando, no desespero pra bloquear, foi com tudo e bateu a mão direto na tabela. O cara literalmente se contorceu de dor na hora e saiu de quadra segurando o dedo.

    A lesão foi feia mesmo

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas a reação do banco do Thunder diz tudo sobre como foi bizarro. Os caras ficaram com cara de nojo, sabe? Quando o próprio adversário fica chocado, é porque a situação tá feia.

    O Shams Charania confirmou depois: luxação completa do dedo mindinho da mão direita. Mas não para por aí não — o osso furou a pele e o Vanderbilt precisou levar pontos. Sinceramente? Só de imaginar já me dá agonia.

    Lembra do Kobe que uma vez recolocou o dedo no lugar na cara dura? Pois é, essa aqui não é uma dessas situações simples. Quando tem osso atravessando a pele, a coisa complica muito mais.

    E agora, Lakers?

    A real é que os Lakers já não tinham muitas opções no garrafão, e perder o Vanderbilt contra um Thunder cheio de jogadores altos é complicado demais. O cara é importante na defesa, especialmente contra times físicos como Oklahoma City.

    A boa notícia é que foi na mão que ele não usa pra arremessar, então talvez — só talvez — não seja tão grave assim. Mas convenhamos, com osso furando pele e precisando de pontos, não deve voltar tão cedo não.

    As opções do Lakers agora são meio limitadas. Maxi Kleber pode entrar na rotação, ou até mesmo o Bronny James, que já jogou quando o Austin Reaves estava machucado. Vocês acham que algum desses consegue preencher o buraco que o Vando deixa na defesa?

    No fim das contas, o mais importante é que ele se recupere bem. Lesão desse tipo não é brincadeira, e basquete sempre vai ser secundário quando a saúde do jogador tá em jogo. Fica aqui a torcida pra que ele volte 100% o mais rápido possível.

  • Daigneault compara ética de Chet com ‘poço sem fundo’ após show

    Daigneault compara ética de Chet com ‘poço sem fundo’ após show

    Cara, o Chet Holmgren simplesmente decidiu que ia carregar o Thunder nas costas no Jogo 1 contra os Lakers. E olha que não era pra ser assim, né?

    O plano dos Lakers era claro: parar o Shai Gilgeous-Alexander a qualquer custo. E funcionou – pela primeira vez nos playoffs, o SGA ficou abaixo dos 20 pontos. Mas aí que tá… quando você tem um cara como o Chet no seu time, esse tipo de estratégia pode sair pela culatra.

    24 pontos do pivô de 2,13m. Vinte e quatro! E ainda por cima destruindo na defesa, como sempre. O Thunder ganhou de 108-90 e deixou bem claro quem mandou no jogo.

    O elogio que diz tudo

    Depois da partida, o técnico Mark Daigneault soltou uma frase que resume perfeitamente quem é o Chet: “Ele é um poço sem fundo quando se trata de ética de trabalho… Não há quantidade de basquete que ele não consiga aguentar”.

    Mano, que comparação absurda. E faz total sentido quando você para pra pensar na trajetória do cara. Lembram da lesão grave no quadril no ano passado? Todo mundo ficou preocupado, achando que ia afetar o desenvolvimento dele. Resultado? Voltou ainda mais forte e foi peça-chave no título do Thunder em 2025.

    Sinceramente, eu já esperava que o Chet fosse importante nesta série, mas não imaginava que seria TANTO logo no primeiro jogo. Com o Jalen Williams fora e o SGA sendo marcado por dois ou três caras o tempo todo, alguém tinha que aparecer. E apareceu.

    Matchup favorável contra os Lakers?

    Agora vem a parte interessante: o Chet vai ter que duelar muito com o Deandre Ayton nos próximos jogos. E olha, na minha visão, essa é uma vantagem clara pro Thunder. O Ayton é forte, mas o Chet tem velocidade e alcance que o pivô dos Lakers simplesmente não tem.

    Os Lakers vão tentar forçar o jogo interno, é óbvio. Mas com o Chet protegendo o garrafão e ainda conseguindo esticar a defesa com seu arremesso de três… cara, vai ser difícil pros caras de Los Angeles.

    O que mais me impressiona no Holmgren é como ele abraça a responsabilidade. Precisa pontuar? Pontua. Precisa defender? Defende. Precisa ser o cara do time por alguns jogos? Sem problema nenhum.

    E aí, vocês acham que o Chet consegue manter esse nível durante toda a série? Porque se conseguir, os Lakers vão ter um problemão nas mãos.

  • Chet Holmgren manda a real sobre enfrentar LeBron nos playoffs

    Chet Holmgren manda a real sobre enfrentar LeBron nos playoffs

    Cara, o Chet Holmgren simplesmente mandou a resposta do ano depois da vitória do Thunder sobre os Lakers. O cara foi perguntado se já imaginou enfrentar o LeBron James nos playoffs e soltou essa pérola: “Talvez com ele treinando ou algo assim… É divertido jogar contra grandes jogadores, e ele é um deles.”

    Mano, eu rachei de rir. E ao mesmo tempo respeitei demais a forma que ele respondeu — com humor mas sem desrespeitar o Rei. É isso que eu chamo de confiança na medida certa.

    A noite foi do garoto mesmo

    Mas não foi só a frase que chamou atenção. O Holmgren meteu 24 pontos, 12 rebotes e 3 tocos na vitória de 108-90 do Thunder. Dominou o garrafão dos dois lados da quadra como se fosse veterano de 10 anos de liga.

    E olha que interessante: enquanto o LeBron ainda tá aí, aos 41 anos (sim, 41!), brigando em cada playoff, aparece esse pivô de 2,13m que nasceu em 2002. A matemática é absurda — quando o Chet nasceu, o LeBron já tava no ensino médio pensando no Draft.

    Thunder não tá pra brincadeira

    Sinceramente, eu não esperava que Oklahoma City fosse tão dominante assim no jogo 1. Os caras controlaram o ritmo do início ao fim, forçaram os Lakers a jogadas difíceis e mostraram que não vieram só pra participar.

    E o Holmgren? O moleque tá crescendo no momento certo. Tem essa personalidade que casa perfeitamente com a identidade jovem e corajosa do Thunder. Não tem medo de ninguém, mas respeita os veteranos.

    Vocês acham que o LeBron vai usar essa frase como motivação pro jogo 2? Porque eu acho que o Rei não deve ter gostado muito da piada sobre “talvez treinando”… (risos)

    Uma coisa é certa: essa série tá longe de acabar, mas o Thunder largou na frente e com a mentalidade certa. E o Holmgren? Bom, o cara já provou que além de jogar bola, sabe falar também.

  • Mitchell solta o verbo: ‘Talvez eu tenha que encenar também’

    Mitchell solta o verbo: ‘Talvez eu tenha que encenar também’

    Olha, eu não esperava que o Donovan Mitchell fosse falar isso tão claramente. Depois da derrota do Cleveland na abertura dos playoffs contra o Detroit, o cara praticamente mandou a real: se não tá apitando pra ele, talvez seja hora de começar a simular faltas também.

    A situação é meio absurda mesmo. Mitchell teve só 2 lances livres no jogo todo, enquanto o Detroit foi 35 vezes pra linha. 35 contra 16 pro Cavs inteiro. Pra quem conhece o estilo físico dos dois times, essa disparidade não faz muito sentido não.

    “Um amigo meu foi multado por falar sobre simulação”

    A declaração do Mitchell foi cirúrgica. Ele começou deixando claro que não era desculpa pela derrota – maturidade que eu respeito demais. Mas aí veio o golpe: “Um amigo meu foi multado por falar sobre simulação, então não vou insistir no assunto… mas sinto que é isso que tenho que fazer agora”.

    Cara, que indireta elegante. O moleque tá claramente frustrado, e com razão. Ele é um dos caras que mais ataca o garrafão na liga, sempre buscando o contato, mas parece que os árbitros tão vendo outra coisa.

    No primeiro round contra o Toronto, Mitchell teve apenas 16 lances livres em SETE jogos. Dezesseis! Pra um cara que na temporada regular tinha média de 6.1 tentativas por partida. Os números não batem mesmo.

    A frustração de quem joga certo

    O que mais me chamou atenção foi ele falar “eu não simulo, talvez seja por isso”. Sinceramente, acho que ele tem um ponto. A NBA hoje premia muito quem sabe “vender” a falta, e jogadores honestos como o Mitchell acabam sendo prejudicados.

    E vocês, o que acham? Será que o Mitchell deveria mesmo começar a encenar mais pra conseguir as faltas que merece? Ou os árbitros é que precisam abrir mais o olho pra um dos melhores atacantes da liga?

    Uma coisa é certa: se o Cleveland quer brigar de igual pra igual nessa série, essa disparidade nos lances livres não pode continuar. O Jogo 2 é quinta-feira, e vai ser interessante ver se a arbitragem vai mudar alguma coisa – ou se o Mitchell vai começar a “interpretar” um pouquinho mais.

  • SGA revelou a receita simples do Thunder contra os Lakers

    SGA revelou a receita simples do Thunder contra os Lakers

    Olha, eu achei que o Thunder ia sofrer um pouco mais depois de tanto tempo parado. Mas não — esses caras simplesmente atropelaram os Lakers por 108 a 90 no primeiro jogo dos playoffs e assumiram a liderança da série.

    O mais interessante foi ver como o Shai Gilgeous-Alexander lidou com a marcação especial que LA preparou pra ele. O cara que provavelmente vai levar o MVP fez apenas 18 pontos (8/15 nos arremessos), mas depois do jogo revelou a estratégia que deixou tudo mais fácil.

    “Muito simples”: a filosofia de SGA

    “É muito simples”, disse Gilgeous-Alexander na entrevista pós-jogo. “Vários marcadores significa que várias pessoas estão livres. Só preciso confiar nos meus companheiros.”

    E cara, que mentalidade absurda essa. Enquanto outros astros ficariam forçando arremesso contra dupla marcação, o SGA simplesmente aceitou o jogo que os Lakers propuseram e distribuiu a bola. Resultado? Thunder acertou 13 de 30 tentativas de três pontos.

    O Jared McCain meteu quatro bombas de três e fez 12 pontos. Ajay Mitchell também colaborou com 18. E o Chet Holmgren? Monstro total: 24 pontos e 12 rebotes. Quando o seu melhor jogador abre mão do protagonismo pro time funcionar, é isso que acontece.

    Defesa do Thunder destruiu LA

    Mas vamos falar da real força desse time de Oklahoma City — a defesa. Os Lakers perderam 17 bolas (dezessete!) e converteram apenas 42% dos arremessos. Noventa pontos numa partida de playoff? Isso é constrangedor pra qualquer time da NBA.

    O Austin Reaves, que ainda tá se recuperando de uma lesão no oblíquo, teve uma das piores noites da vida dele: 8 pontos em 3/16 nos arremessos. Trinta e seis minutos de quadra pra praticamente nada. O LeBron até começou bem e terminou com 27 pontos, mas sozinho não dá.

    Sinceramente? Se o SGA continuar jogando assim — distribuindo quando precisa e confiando no elenco — os Lakers vão ter pesadelos nessa série. E vocês acham que LA consegue se ajustar pro próximo jogo ou o Thunder já mostrou que tá num nível acima?

  • Thunder vence jogo 1, mas Daigneault admite: ‘podíamos ter jogado melhor’

    Thunder vence jogo 1, mas Daigneault admite: ‘podíamos ter jogado melhor’

    Cara, o Thunder conseguiu a vitória no Jogo 1 contra os Lakers por 108-90, mas sinceramente? Não foi aquela apresentação que a gente esperava, principalmente no primeiro tempo.

    O técnico Mark Daigneault foi bem honesto no pós-jogo — admitiu que o time ‘podia ter sido melhor’ na hora de reagir às duplas marcações que os Lakers fizeram no Shai Gilgeous-Alexander. E olha, ele não tá errado não.

    SGA sentiu a pressão dos Lakers

    O Shai, que é praticamente imparável quando tá no ritmo, claramente sentiu a marcação mais dura dos Lakers. Foram apenas 15 arremessos tentados e sete turnovers — números bem abaixo do que ele vinha fazendo na primeira rodada contra os Suns, onde tinha média de 33,8 pontos com 55,1% de aproveitamento.

    ‘Coletivamente, podíamos ter sido melhores. Obviamente não foi limpo, ficou meio travado’, disse Daigneault. E realmente, dava pra ver que o Thunder demorou pra se ajustar quando os Lakers começaram a apertar o cerco no SGA.

    O próprio Shai admitiu que tava meio ‘enferrujado’ — coisa que acontece mesmo nos playoffs, né? A intensidade é outra.

    Holmgren salvou a pátria

    Mas olha, se o SGA não teve sua melhor noite, o Chet Holmgren mais uma vez mostrou porque é um dos jovens mais promissores da liga. O cara fez 24 pontos, 12 rebotes e ainda botou 3 tocos. Monstro.

    E aqui tá o ponto: quando um jogador não tá 100%, outro precisa aparecer. Foi exatamente isso que rolou. O Thunder como um todo conseguiu se impor na defesa, segurando os Lakers em apenas 42% de aproveitamento nos arremessos.

    Vocês acham que o Daigneault vai mudar a estratégia para o Jogo 2? Na minha visão, ele não vai mexer drasticamente no esquema — é mais questão de executar melhor mesmo. Afinal, na temporada regular o Thunder varreu os Lakers por 4-0, com uma diferença média absurda de 29,3 pontos.

    O Jogo 2 é na quinta-feira, e aposto que vai ser bem diferente. Os Lakers vão tentar alguma coisa nova, e o Thunder precisa estar preparado pra responder melhor às duplas marcações no SGA. Vai ser interessante!

  • Wolves dominam Wemby e Knicks atropelam os Sixers nos playoffs

    Wolves dominam Wemby e Knicks atropelam os Sixers nos playoffs

    Cara, que início de semifinais da NBA! Os playoffs estão pegando fogo e eu já tô viciado em assistir cada jogo. Ontem rolaram dois jogaços que mexeram com o psicológico de todo mundo — principalmente dos fãs dos Spurs e dos Sixers.

    Vamos começar pelo Oeste, onde os Minnesota Timberwolves conseguiram fazer algo que poucos times fizeram essa temporada: incomodar Victor Wembanyama. E olha, não foi pouco não. O pivô francês de 2,24m simplesmente não conseguiu impor seu jogo como de costume.

    Como os Wolves ‘resolveram’ Wemby?

    A estratégia de Minnesota foi genial, na minha opinião. Eles não tentaram enfrentar o monstro de frente — isso seria burrada. Em vez disso, forçaram o Wemby a sair do garrafão constantemente, usando muito pick-and-roll e obrigando ele a defender na linha de 3 pontos.

    Jaden McDaniels teve uma atuação defensiva absurda, e o Karl-Anthony Towns aproveitou cada momento em que Wembanyama não estava protegendo o aro. Foi uma aula tática dos Wolves, que mostraram que experiência em playoffs conta muito.

    Sinceramente? Eu não esperava que seria tão ‘fácil’ assim para Minnesota no Jogo 1. Os Spurs ainda são um time muito jovem e isso fica evidente em momentos de pressão como esse.

    Knicks massacram os Sixers sem dó

    No Leste, a situação foi ainda mais brutal. Os New York Knicks simplesmente atropelaram os Philadelphia 76ers e nem deu pra chamar aquilo de jogo competitivo depois do primeiro quarto.

    Jalen Brunson tá jogando num nível absurdo nesses playoffs. O cara virou uma máquina de fazer cestas difíceis e ainda por cima distribui assistências como se fosse coisa mais natural do mundo. E o Julius Randle? Meu amigo, esse cara ressuscitou na pós-temporada.

    Os Sixers pareciam cansados, sem energia. Joel Embiid até tentou, mas o joelho dele claramente ainda incomoda. Tyrese Maxey sozinho não consegue carregar o piano — e olha que ele é craque.

    A pergunta que fica é: será que Philly consegue se recuperar ou já era? Na minha visão, se eles não ganharem o Jogo 2 em casa, pode arquivar essa série.

    OKC: o time que ninguém consegue gostar?

    E teve uma discussão interessante no podcast do Kevin O’Connor e do Russillo sobre o Oklahoma City Thunder. Eles levantaram uma questão curiosa: por que diabos esse time não consegue conquistar o coração dos fãs neutros?

    Olha, eu entendo o ponto deles. O Thunder tem jovens talentosos, joga um basquete bonito, mas tem algo ali que não ‘clica’ com o público geral. Talvez seja porque eles acumularam tantas escolhas de draft que parece meio artificial, sabe?

    E se eles terminarem com uma pick no top 4 ainda? Cara, seria o pesadelo da liga. Um time que já tem Shai Gilgeous-Alexander, Chet Holmgren e Josh Giddey ganhando mais uma peça de elite via lottery…

    Vocês acham que o Thunder consegue se tornar mais carismático? Ou eles vão continuar sendo esse time tecnicamente perfeito mas sem alma?

    De qualquer forma, essas semifinais prometem muito. Wolves mostrando que podem incomodar qualquer um, Knicks fazendo Nova York sonhar alto de novo, e o drama todo dos times veteranos tentando se segurar. Que playoffs, meus amigos!