Tag: NBA Playoffs

  • Thunder e Spurs empatam na Final do Oeste – Vai dar trabalho!

    Thunder e Spurs empatam na Final do Oeste – Vai dar trabalho!

    Galera, a coisa tá pegando fogo na Final da Conferência Oeste! O Thunder conseguiu empatar a série contra o Spurs depois de uma vitória por 122-113 no jogo 2, e agora voltamos pra San Antonio com tudo em aberto.

    Shai Gilgeous-Alexander, que acabou de ser coroado MVP da temporada regular, simplesmente resolveu o problema depois de um primeiro jogo meio apagado. Carimbou 30 pontos e 9 assistências — um verdadeiro show. E o veterano Alex Caruso saindo do banco pra meter 17 pontos? Monstro demais.

    As lesões que podem mudar tudo

    Mas olha, nem tudo são flores. O Thunder perdeu Jalen Williams logo cedo por causa de uma lesão no posterior que já vinha incomodando. Do outro lado, os Spurs — que já estavam com o elenco reduzido — perderam Dylan Harper com uma contusão na perna no segundo tempo.

    Os dois são dúvida pro jogo de hoje. Sinceramente, essas lesões podem definir quem vai pra Final da NBA. É cruel, mas é a realidade dos playoffs.

    O que esperar do jogo 3?

    Voltando pra casa, o Spurs tem a vantagem do Frost Bank Center lotado. Mas esse Thunder tem uma mentalidade diferente esse ano — desde que o SGA assumiu o protagonismo total, eles jogam com uma confiança absurda.

    Na minha visão, quem conseguir controlar melhor as lesões e ajustar o esquema tático vai levar. O Spurs precisa da energia da torcida, e o Thunder precisa mostrar que pode vencer fora de casa nas situações de pressão.

    E vocês, acham que o Thunder consegue manter esse embalo ou o fator casa vai pesar pro Spurs? Essa série tá prometendo ir até o fim mesmo.

  • Celebridades lotam Madison Square Garden no jogo 2 Knicks x Cavs

    Celebridades lotam Madison Square Garden no jogo 2 Knicks x Cavs

    Gente, o Madison Square Garden virou praticamente um tapete vermelho ontem! Depois da vitória mágica no jogo 1, parecia que metade de Hollywood decidiu aparecer para o jogo 2 entre Knicks e Cavaliers.

    A famosa Celebrity Row estava bombando com uma galera pesada. Jason Sudeikis, Jason Bateman e Chris Rock marcaram presença, junto com os figurões de sempre: Timothée Chalamet, Ben Stiller, Tracy Morgan e o lendário Spike Lee. Cara, é isso que eu amo nos playoffs dos Knicks — não é só basquete, é um evento!

    Ben Stiller já acordou no hype

    O Ben Stiller tava tão animado que postou “LETS GO KNICKS” no X antes das 10h da manhã. Esse cara não brinca em serviço quando se trata do time dele. E olha, entendo perfeitamente — quando os Knicks tão bem, a cidade inteira vibra diferente.

    Mas o que mais me impressiona é ver as lendas do próprio time assistindo a nova geração. John Starks, Patrick Ewing, Stephon Marbury e o elegantíssimo Walt “Clyde” Frazier estavam lá, praticamente babando de orgulho. Aliás, o Starks e o Marbury quase invadiram a quadra de tanta empolgação no jogo 1 — imagina se eles entram em quadra pra comemorar? Seria épico!

    Lista VIP de dar inveja

    E não para por aí. No jogo 1, a festa já tinha sido absurda: Lenny Kravitz, Michael J. Fox com a esposa Tracy Pollan, galera de The Sopranos, Dustin Hoffman… Gente, é impressionante como os Knicks conseguem juntar essa multidão de famosos. Até o ex-prefeito Michael Bloomberg tava lá na primeira fila.

    Agora, tem uma história curiosa: o atual prefeito Zohran Mamdani preferiu sentar lá em cima — e olha, talvez tenha sido estratégico. O cara apareceu num jogo do Mets e o time emendou 11 derrotas seguidas. Coincidência? Talvez. Mas quando se trata de esporte, a gente não brinca com maldição, né não?

    Sinceramente, é isso que faz os playoffs de Nova York serem únicos. Não é só sobre basquete — é sobre toda a energia da cidade, as celebridades que cresceram torcendo pros Knicks, e essa mistura louca de esporte e entretenimento que só Manhattan consegue fazer. E vocês, acham que toda essa pressão e holofote ajuda ou atrapalha os jogadores?

  • Mitchell nega cansaço após vexame: ‘A gente não tá cansado’

    Mitchell nega cansaço após vexame: ‘A gente não tá cansado’

    Olha, eu não sei vocês, mas depois de ver os Cavs levando uma surra de 109-93 dos Knicks no Jogo 2, a última coisa que eu queria ouvir era Donovan Mitchell falando que não estão cansados. Cara, se não é cansaço, então o que é?

    O Cleveland cavou um buraco de 0-2 no Madison Square Garden, e a performance foi de dar vergonha alheia. 39% nos arremessos de quadra? Trailing por 19 pontos? Os Knicks com Jalen Brunson e Josh Hart mandando no jogo dos dois lados da quadra?

    “Não estamos cansados”

    Quando perguntaram se o cansaço estava pesando pro time, Mitchell foi direto ao ponto: “Não estamos cansados. Não estamos cansados. Estamos prontos pro Jogo 3.” Repetiu duas vezes pra ter certeza que a galera entendeu.

    Sinceramente? Eu queria ter a confiança desse cara. Mitchell fez 26 pontos (líder do time) e 4 rebotes, convertendo 8 de 18 arremessos. Números até que decentes individualmente, mas o time como um todo… nossa.

    James Harden colaborou com 18 pontos, 6 rebotes e 2 assistências, enquanto Jarrett Allen pegou um double-double com 13 pontos e 10 rebotes. Mas não adiantou nada.

    O fantasma do Jogo 1

    A real é que os Cavs ainda estão assombrados pelo que rolou no Jogo 1. Imagina só: você tem 22 pontos de vantagem no último quarto e consegue perder na prorrogação. Na prorrogação eles fizeram apenas UMA cesta. Uma! É de cortar o coração.

    Mitchell até tentou passar confiança antes do Jogo 2, falando sobre como esse grupo estava preparado pra qualquer desafio nos playoffs. “Este grupo é ótimo porque não viemos aqui só pra ficar tipo ‘Ei!’ Vocês sacam? Nós construímos pra chegar nesse ponto.”

    Mas olhando a performance de ontem… será que construíram mesmo? Ou será que bateu aquela pressão clássica de quem nunca esteve nesse palco?

    Agora é Game 3 no sábado, no Rocket Arena. Os Cavs precisam de um milagre — ou pelo menos jogar como se realmente não estivessem cansados. Porque do jeito que as coisas estão, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo esperava.

    E aí, vocês acham que Mitchell tá certo ou é só pose mesmo?

  • Brunson revela qual é a grande vantagem dos Knicks nos playoffs

    Brunson revela qual é a grande vantagem dos Knicks nos playoffs

    Mano, os Knicks tão voando. Não tem outro jeito de descrever o que essa equipe tá fazendo nos playoffs. Nove vitórias consecutivas! E o mais impressionante? Eles tão aprendendo a ganhar de jeitos diferentes a cada jogo.

    A vitória por 109-93 sobre o Cleveland na segunda partida das finais da Conferência Leste foi mais uma demonstração disso. Os Cavs tentaram de tudo pra parar o Jalen Brunson — e conseguiram, de certa forma. Só que o cara simplesmente virou playmaker e distribuiu 14 assistências. Absurdo.

    O segredo que Brunson revelou

    Depois do jogo, o armador falou algo que me chamou muito a atenção. Pra ele, essa capacidade de se adaptar é exatamente a grande vantagem dos Knicks nessa caminhada:

    “Eu acho que isso é uma vantagem pra gente, aprender a jogar de forma diferente. Vai ter momentos que um plano de jogo vai ser diferente do próximo. Conseguir se ajustar, aprender e se ajustar durante o jogo é algo que a gente precisa continuar melhorando. Mas acho que temos feito um ótimo trabalho nisso.”

    E ele tá certo, cara. Nos playoffs, principalmente numa série de sete jogos, quem não consegue se adaptar acaba sendo eliminado. Lembra do que aconteceu com os Cavs na rodada anterior? Tomaram 2-0 do Detroit (que teve 60 vitórias na temporada regular) e conseguiram virar a série. Ou seja, os Knicks sabem que não podem relaxar.

    Por que isso é tão importante

    Sinceramente, acho que essa versatilidade dos Knicks é subestimada. Eles têm um elenco que permite diferentes abordagens táticas, e o Brunson tá sendo fundamental nisso. Quando não consegue marcar como de costume, ele vira distribuidor. Quando precisa ser o cestinha, ele assume essa responsabilidade.

    Olha, eu não esperava que os Knicks chegassem tão longe assim. Quebrar um jejum de 27 anos sem finais da NBA não é brincadeira. Mas do jeito que eles tão jogando, se adaptando e crescendo durante os playoffs, quem sabe a gente não vê Nova York de volta às finais?

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível e fechar a série contra Cleveland? Com essa versatilidade toda, eu tô começando a acreditar de verdade.

  • Dillon Brooks criou um jogo de tabuleiro pra zoar o SGA

    Dillon Brooks criou um jogo de tabuleiro pra zoar o SGA

    Cara, o Dillon Brooks simplesmente não consegue superar o Shai Gilgeous-Alexander. Enquanto o SGA tá aí tentando levar o Thunder pro bicampeonato da NBA, o canadense do Phoenix Suns resolveu criar um jogo de tabuleiro chamado “Unethical Hoops” só pra zoar com o cara.

    E olha, é bizarro mesmo. O jogo é baseado no famoso “Operação” (aquele que você usa a pinça pra tirar pecinhas sem fazer barulho), só que adaptado pro basquete. A ideia é que você tem que roubar bolinhas de basquete sem “apitar” — uma clara referência aos famosos pedidos de falta do SGA.

    A treta entre os canadenses

    O site do jogo não economiza nas provocações: “Shai transformou o basquete em caça às faltas, e agora você tá preso marcando ele no nosso novo jogo. Não caia na dele. Roube a bola sem ser apitado.”

    Mano, que nível de petulância é essa? Brooks criou um jogo inteiro só pra falar que o SGA é “cata-falta”. O tabuleiro tem até exemplos de simulação como “lean-in”, “push-off” e “rip-through” — que são movimentos que o SGA realmente usa muito bem pra conseguir faltas.

    A rixa entre esses dois canadenses vem de longa data, mas esquentou mesmo nos playoffs recentes. No jogo 2 da primeira rodada, o SGA acertou um arremesso e ficou apontando e rindo pro Brooks. Imagina a raiva que o cara ficou pra criar um jogo de tabuleiro de vingança!

    Como conseguir o jogo (se você quiser)

    Por enquanto, o “Unethical Hoops” não tá à venda. A Underdog, que tá por trás da brincadeira junto com o Brooks, tá fazendo um sorteio de 100 cópias. Se vocês quiserem participar (sinceramente não sei por que alguém quereria isso), é só entrar no site e escanear o QR code.

    Olha, eu entendo que esporte é sobre rivalidade e provocação, mas criar um jogo de tabuleiro pra atacar um jogador específico? É meio demais, não acham? Principalmente quando o cara que você tá atacando acabou de ganhar o segundo MVP seguido e tá nas finais do Oeste.

    No fim das contas, enquanto o Brooks tá gastando tempo criando jogos pra zoar, o SGA tá tentando conquistar mais um anel. Vocês acham que essa provocação vai na cabeça do Thunder ou só vai dar mais motivação pro time?

  • Cavaliers tomam pau dos Knicks e Kenny Atkinson já sabia por quê

    Cavaliers tomam pau dos Knicks e Kenny Atkinson já sabia por quê

    Cara, eu já imaginava que ia ser difícil pros Cavaliers, mas tomar uma surra de 109-93 pros Knicks no jogo 2 das finais da Conferência Leste? Kenny Atkinson nem se surpreendeu — e o motivo é simples: Cleveland simplesmente NÃO consegue acertar uma bola de três.

    “Sabíamos entrando nessa série que teríamos que acertar arremessos de 3”, disse Atkinson depois do jogo. E olha, ele estava certo. Os Cavaliers fizeram apenas 9 de 35 tentativas do perímetro (25,7%). Vinte e cinco por cento, gente! Isso depois de acertar só 32% no jogo 1.

    O pesadelo começou no terceiro quarto

    O jogo estava empatado no começo do terceiro período depois de uma bandeja do Donovan Mitchell. Aí que a coisa desandou completamente. Cleveland ficou CINCO MINUTOS sem pontuar — cinco minutos! — enquanto os Knicks meteram uma sequência de 18-0 que basicamente decidiu tudo.

    Nessa sequência, Jalen Brunson e Josh Hart sozinhos fizeram 16 dos 18 pontos dos Knicks. O Hart, que tava com apenas 26,7% de aproveitamento de três nos playoffs, simplesmente resolveu virar o Stephen Curry e acertou 5 de 11 do perímetro. Terminou com 26 pontos — recorde pessoal dele nos playoffs.

    Sinceramente, quando um cara que não tava acertando nada de longe de repente vira uma metralhadora, você sabe que não é seu dia.

    Os números não mentem

    Brunson contribuiu com 19 pontos e 14 assistências (duplo-duplo), mesmo acertando só 7 de 16 arremessos. Karl-Anthony Towns fez 18 pontos e 13 rebotes, Mikal Bridges também botou 19 no placar. TODOS os titulares dos Knicks chegaram aos dois dígitos. Isso é o que eu chamo de basquete coletivo.

    Do lado dos Cavaliers, Mitchell liderou com 26 pontos, mas continuam as dúvidas sobre o estado físico dele — parece que ainda tá sentindo alguma coisa. Evan Mobley começou bem com 10 pontos só no primeiro quarto, mas depois sumiu: tentou apenas DOIS arremessos nos três quartos seguintes. James Harden ajudou com 18 pontos.

    E não foi só o arremesso de três que falhou. Cleveland acertou apenas 38,8% dos arremessos de quadra e perdeu 10 de 32 lances livres (68,8%). Quando você erra lance livre desse jeito, é porque o psicológico já foi pro espaço.

    Sequência histórica dos Knicks

    Os Knicks agora emplacaram nove vitórias consecutivas nos playoffs — a maior sequência desde que os Celtics ganharam 10 seguidos a caminho do título em 2024. Tá difícil parar esse time de Nova York.

    Agora os Cavaliers voltam pra casa precisando URGENTEMENTE vencer o jogo 3 no sábado. Porque se tomarem outra surra, aí sim a coisa fica preta. E vocês acham que eles conseguem se recuperar jogando em casa? Ou os Knicks vão manter esse ritmo alucinante?

    Uma coisa é certa: se Cleveland não melhorar drasticamente o aproveitamento de três pontos, pode ir se despedindo dos playoffs. Kenny Atkinson sabia disso antes da série começar, e agora tá vendo exatamente o que ele temia acontecer.

  • Brunson vira garçom e massacra os Cavs com 14 assistências

    Brunson vira garçom e massacra os Cavs com 14 assistências

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente decidiu virar o Magic Johnson ontem à noite. Depois de destruir todo mundo no Jogo 1 das finais do Leste, os Cavaliers pensaram que tinham a solução: vamos parar esse cara. Spoiler: não deu certo.

    O resultado? 14 assistências — recorde pessoal dele nos playoffs — na vitória por 109-93 do Knicks no Jogo 2. Quatorze! E olha que ele fez apenas 19 pontos. Às vezes é isso mesmo: quando não conseguem te parar de uma forma, você encontra outra.

    Cleveland tentou, mas se deu mal

    “Isso é o que grandes jogadores fazem. Eles leem o jogo”, falou Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, meio resignado. E não é mentira, né? O cara pegou a marcação dupla e triplaem cima dele e falou: “Beleza, vou distribuir o jogo então”.

    Nos dois primeiros quartos, Brunson mal pontuou — 2 pontos no primeiro quarto, 0 no segundo. Mas aí que tá o negócio: ele deixou os companheiros comerem soltos. Josh Hart fez 26 (recorde pessoal nos playoffs), KAT contribuiu com 18, OG Anunoby 14 e Mikal Bridges 19.

    Sinceramente? Eu não esperava que o Brunson fosse tão maduro assim na leitura de jogo. Uma coisa é ser o cestinha, outra é saber quando virar o distribuidor.

    A versatilidade que assusta

    O que mais me impressiona nesse Knicks é como eles se adaptam. Lembram quando estavam perdendo por 2-1 pros Hawks na primeira rodada? Mudaram tudo, começaram a jogar pelo KAT e varreram. Contra o Philadelphia foi mais do mesmo.

    No Jogo 1 contra Cleveland, quando a estratégia não colou, o Brunson assumiu as responsabilidades e roubou a vitória. Agora no Jogo 2, virou garçom e serviu todo mundo na bandeja.

    “Isso mostra a confiança que ele tem em nós”, disse Josh Hart. E é isso mesmo — quantos armadores top você conhece que abrem mão dos próprios pontos pra fazer o time render?

    Vocês acham que Cleveland consegue se adaptar pra Game 3? Porque sinceramente, não sei como você para um cara que ora destrói sozinho, ora faz todo mundo jogar junto. Tá parecendo aqueles problemas de matemática que não têm solução.

    O Knicks agora vai pra casa com 2-0 na série, e se continuar com essa versatilidade toda, vai ser difícil alguém segurar essa equipe. O Brunson tá mostrando que candidato a MVP não é só quem faz 40 pontos — às vezes é quem sabe quando não fazer.

  • José Alvarado vira líder emocional dos Knicks sem nem jogar

    José Alvarado vira líder emocional dos Knicks sem nem jogar

    Cara, tem coisa mais linda do que ver um jogador impactar o jogo sem nem precisar pontuação? José Alvarado tá provando que basquete vai muito além dos números na planilha.

    Os Knicks abriram 2-0 na final do Leste contra o Cavaliers depois de uma vitória tranquila por 109-93 no Madison Square Garden. Jalen Brunson comandou no último quarto (19 pontos no total), mas quem chamou atenção mesmo foi o José — e olha que ele jogou apenas 8 minutos!

    O técnico percebeu o que importa

    Mike Brown, técnico dos Knicks, foi direto ao ponto depois do jogo: “Ele tá levantando o time inteiro quando fica no banco. Sempre falando de forma positiva. Tá mostrando pros nossos jovens que dá pra impactar o jogo se você se fizer presente, porque o José sempre se faz presente.”

    E isso é liderança pura, galera. Alvarado terminou a partida com 0 pontos, 1 rebote, 1 assistência e 1 toco. Estatisticamente? Zero relevância. Na prática? Foi fundamental pro clima do time.

    Brooklyn no sangue

    O mais emocionante é que o José cresceu no Brooklyn — literalmente um sonho de criança se realizando. Quantas vezes a gente não viu jogador brasileiro falando que sonhava jogar no Corinthians ou no Flamengo? Pois é, mesmo rolê aqui.

    Sinceramente, eu acho isso gigantesco. O cara podia estar frustrado por jogar pouco (com o Brunson jogando assim, não tem muito espaço mesmo), mas preferiu virar o cara que levanta todo mundo. Isso que é maturidade profissional.

    Líder de verdade

    E vocês viram as imagens? O José gritando, animando a galera, fazendo a torcida ir ao delírio. Parecia mais um décimo segundo técnico do que um reserva. Brown sacou na lata: “É isso que um bom líder faz.”

    Os Knicks tão a duas vitórias de chegar nas Finais pela primeira vez desde 1999. Vinte e sete anos, mano! E pode ser que o José Alvarado, esse baixinho esperto do Brooklyn, seja peça chave nisso tudo — mesmo jogando 8 minutos por jogo.

    Às vezes o basquete é sobre muito mais que cestas, né? É sobre levantar seu companheiro quando ele erra, vibrar quando ele acerta, e fazer todo mundo acreditar que é possível. O José entendeu isso melhor que muita estrela por aí.

  • Hart vira monstro e Knicks ficam imparáveis nos playoffs

    Hart vira monstro e Knicks ficam imparáveis nos playoffs

    Olha, eu já vi muita coisa bizarra na NBA, mas Josh Hart explodindo com 26 pontos no Jogo 2 contra os Cavs foi de outro mundo. O cara que normalmente faz o trabalho sujo virou cestinha da noite — e que noite!

    A situação era perfeita pra isso acontecer. Com Jalen Brunson sendo marcado como se fosse o último Coca-Cola do deserto (depois daqueles 38 pontos absurdos no Jogo 1), alguém precisava aparecer. Teoricamente, seria Karl-Anthony Towns, OG Anunoby ou Mikal Bridges. Mas não — foi o Hart mesmo que decidiu meter o louco.

    Chuva de três pontos do nada

    Vinte e seis pontos em 10-21 arremessos, sendo 5-11 do perímetro. Pra vocês terem noção do que isso representa: Hart acertou os mesmos 5 arremessos de três que James Harden e Donovan Mitchell juntos. Sim, isso mesmo que vocês leram.

    E aqui vai o dado que me deixou de queixo caído — Hart tinha feito mais de 5 triplas numa partida apenas UMA VEZ na carreira dele em playoffs. Durante toda a temporada regular, ele conseguiu esse feito em apenas três jogos. Sinceramente, ninguém esperava por isso.

    Companheiros babando ovo (com razão)

    Os companheiros de equipe estão extasiados, e olha que o Brunson resolveu zoar o parceiro: “Eu nem tô procurando por ele na verdade. Ele só estava livre mesmo”, disse em tom irônico. Típico do Brunson, né?

    Mas Mikal Bridges foi mais sério: “Temos total confiança nele. Vamos continuar achando ele livre e sabemos que vai acertar alguns arremessos. Pra ele, sabemos que é mentalmente forte”.

    O mais legal foi o OG Anunoby sendo brutalmente honesto: “Ele é um grande jogador. Queremos dar confiança pra ele. Ele não tem, mas tem. Ele sabe, ele treina”.

    Cara, essa frase do Anunoby resume tudo. Hart é daqueles caras que não tem o ego inflado, mas quando precisa aparecer, aparece mesmo.

    Knicks imparáveis quando Hart explode

    A real é que os Knicks já são chatos de defender normalmente. Agora imagina quando um cara como Hart — que ninguém espera — resolve virar Stephen Curry por uma noite? Fica impossível mesmo.

    E aí, vocês acham que Hart consegue manter essa pegada nos próximos jogos? Porque se conseguir, os Cavs vão ter que rezar muito pra conseguir parar esse ataque dos Knicks. Na minha visão, quando os role players explodem nos playoffs assim, geralmente é sinal de que o time tá pronto pra algo grande.

  • Allen confia no plano dos Cavs mesmo com Josh Hart pegando fogo

    Allen confia no plano dos Cavs mesmo com Josh Hart pegando fogo

    Mano, o Josh Hart meteu 26 pontos no Jogo 2 e simplesmente destruiu o Cleveland. Cinco bolas de três em 11 tentativas. E o mais louco? O Jarrett Allen continua confiando no plano defensivo dos Cavaliers mesmo depois dessa pancadaria toda.

    Olha, eu entendo a estratégia do Kenny Atkinson. Hart é conhecido por ser inconsistente do perímetro — ora acerta tudo, ora não acerta nem o aro. No Jogo 1 ele travou completamente, mas no Jogo 2? Simplesmente resolveu virar o Stephen Curry.

    A filosofia de Allen: confiar nos números

    O pivô dos Cavs foi bem direto na coletiva: “Ele é um jogador da NBA, vai acertar arremessos de três. Temos que seguir as estatísticas, confiar na intuição do técnico”. E complementou dando os parabéns pro Hart por mudar o jogo.

    Sinceramente? Acho que o Allen tá certo. Você não pode mudar um plano inteiro por causa de uma noite inspirada do adversário. Hart historicamente não é um atirador confiável de longa distância — deixar ele aberto e forçar outros caras a criarem foi a estratégia certa. Só que às vezes o basquete é cruel assim.

    Situação complicada pros Cavs

    Agora a situação tá feia mesmo. Cleveland está perdendo por 2-0 na série e voltando pra casa com uma pressão absurda. O time até tentou começar bem o Jogo 2, mas os Knicks aplicaram um parcial de 18-0 que basicamente matou qualquer chance de reação.

    Mitchell liderou com 26 pontos, Harden contribuiu com 18, Mobley fez 14 e o próprio Allen terminou com um double-double (13 pontos e 10 rebotes). Números até decentes, mas que não foram suficientes contra um time de Nova York que tá jogando em casa e confiante.

    E aí, vocês acham que os Cavaliers conseguem reverter essa situação? Porque estatisticamente, voltar de um 0-2 nos playoffs é tarefa pra poucos. O Jogo 3 vai ser decisivo — se perderem em casa, podem começar a planejar as férias.

    Uma coisa é certa: a confiança do Allen no sistema defensivo mostra a mentalidade profissional do cara. Mas no basquete, às vezes você precisa se adaptar rapidinho quando o plano A não tá funcionando.