Tag: NBA Playoffs

  • Paul George se desculpa e vê lado positivo na suspensão: ‘Estou melhor’

    Paul George se desculpa e vê lado positivo na suspensão: ‘Estou melhor’

    Olha, eu não esperava isso do Paul George. O cara acabou de se desculpar publicamente por uma suspensão de 25 jogos por violar o programa antidrogas da NBA — mas sabe o que mais me impressionou? A forma como ele encarou tudo isso.

    George perdeu quase dois meses de temporada depois de usar uma “medicação imprópria” para lidar com problemas de saúde mental. Pesado, né? Mas na coletiva de terça-feira, véspera do seu retorno contra o Bulls, o veterano de 35 anos mostrou uma maturidade absurda.

    “Sou humano e cometi um erro”

    “Ser um atleta profissional cobra seu preço, e meu corpo não estava onde eu queria que estivesse”, explicou PG-13. “Obviamente eu tinha expectativas para mim mesmo, e isso levou à decisão ruim naquele momento. Mas, novamente, como já disse ao longo da minha carreira ao lidar com saúde mental: eu não sou um super-herói. Sou humano e cometi um erro.”

    Cara, essa transparência é o que falta no esporte às vezes. O monstro se abriu sobre suas lutas internas e não tentou minimizar nada.

    Quando perguntaram sobre qual substância ele usou, George manteve a privacidade — e fez certo. São detalhes pessoais mesmo. O que importa é que ele assumiu o erro e está disposto a seguir em frente.

    Sixers se viraram sem as estrelas

    E olha só que loucura: durante a suspensão do George, os Sixers fizeram 13-12. Nada mal considerando que Joel Embiid também ficou fora 13 jogos por lesão no oblíquo e Tyrese Maxey perdeu os últimos nove por conta de um dedo machucado.

    Quem salvou a pátria? Os garotos. O rookie VJ Edgecombe foi simplesmente absurdo, fazendo mais de 35 pontos em dois dos últimos três jogos. Isso que é revelar jogador na pressão!

    Com 39-33, Philadelphia está em sétimo no Leste, mas apenas 1.5 jogos atrás da quinta posição. Dá pra sonhar com algo melhor que o play-in, né?

    A volta do PG-13

    George disse que está se sentindo “explosivo e forte” novamente. Depois de tantas lesões — começou a temporada fora por causa de uma cirurgia no joelho, perdeu o início da temporada passada por contusão óssea —, o cara finalmente parece estar 100%.

    “Estou em um lugar muito melhor fisicamente. Esses 25 jogos foram exatamente o que eu precisava para meu corpo se curar”, admitiu.

    Sinceramente? Talvez essa pausa forçada tenha sido uma bênção disfarçada. O veterano está descansado, com a cabeça no lugar e pronto para ajudar nos playoffs. E vocês, acham que os Sixers conseguem fazer barulho na pós-temporada com George de volta?

  • Os Lakers na briga: quem deve ganhar pra ajudar LA nos playoffs?

    Os Lakers na briga: quem deve ganhar pra ajudar LA nos playoffs?

    Olha, vou ser sincero — o fim da sequência de vitórias dos Lakers contra o Pistons doeu um pouco, mas não tanto quanto poderia. Por quê? Porque o resto da Conferência Oeste tá numa mesmice total, e isso pode ser uma baita oportunidade para o time de LA.

    A situação atual da guerra no Oeste

    Os Lakers estão na terceira posição com 46-26, e conseguiram manter uma distância segura dos times que estão grudados ali embaixo. E cara, quando eu falo grudados, é grudados mesmo:

    Lakers na terceira com 46 vitórias, Nuggets e Wolves empatados em quarto com 44-28, Rockets logo atrás com 43-28, e os Suns meio perdidos com 40-32. É uma diferença de apenas 6 vitórias entre o terceiro e o sétimo colocado — absurdo isso!

    O mais interessante? Enquanto LA fez 9-1 nos últimos 10 jogos (monstro!), a concorrência patinou feio. Wolves, Rockets e Suns fizeram 5-5, e até os Nuggets — que todo mundo sabe que são perigosos — conseguiram apenas 6-4.

    Os jogos que todo fã dos Lakers deveria acompanhar

    Agora vem a parte divertida: torcer para quem nos próximos dias? Porque com essa briga toda, cada resultado pode mudar completamente o cenário dos playoffs.

    Nuggets x Suns (terça) — Sinceramente, acho que os Suns já estão praticamente destinados ao play-in. Então é torcer para Phoenix, mesmo sabendo que Denver tem aquele potencial de campeão. Os Nuggets estão instáveis — batem nos Spurs mas perdem pro Grizzlies que tá tankeando. Vai entender.

    Rockets x Wolves (quarta) — Esse aqui é o dilema real. Os Lakers têm o tiebreaker contra os dois times, mas… vocês preferem enfrentar quem nos playoffs? Houston seria um adversário mais “tranquilo” na primeira rodada, então uma derrota deles seria ideal. Mas se quiserem uma revanche com os Wolves, aí é o contrário.

    Independente de quem torcer, esse jogo promete ser um jogaço. Dois times desesperados brigando por posição — é receita certa para um showzaço.

    A conta é simples

    Com cerca de 10 jogos restantes na temporada regular, mais uma semana forte dos Lakers pode praticamente garantir a vantagem de casa na primeira rodada. E olha, depois daquela campanha de 9-1, eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe mesmo.

    O que vocês acham? Quem preferem enfrentar nos playoffs — Rockets ou Wolves? E será que os Lakers conseguem manter esse ritmo até o final da temporada?

  • Lakers podem disparar no Oeste com rivais se matando

    Lakers podem disparar no Oeste com rivais se matando

    Olha só que situação interessante: enquanto os Lakers perderam a sequência de vitórias na última (que dor aquela derrota pros Pistons, né?), os principais rivais do Oeste estão literalmente se matando entre si essa semana. E eu tô aqui esfregando as mãos.

    A conferência continua um caos delicioso. Lakers na 3ª posição com 46-26, seguidos pelos Nuggets (44-28), Wolves (44-28), Rockets (43-28) e Suns (40-32). A diferença é pequena, mas o timing não poderia ser melhor pra galera de Los Angeles.

    Por que os Lakers podem dormir tranquilos

    Nos últimos 10 jogos, LA fez 9-1. Monstro demais. Enquanto isso, os concorrentes diretos estão patinando feio — Wolves, Rockets e Suns com 5-5 cada, e os Nuggets nem isso conseguem com 6-4.

    Com apenas 10 jogos restantes na temporada regular, uma semana forte dos Lakers pode praticamente garantir o mando de quadra no primeiro round dos playoffs. E sinceramente? Depois do que vi contra Detroit, acho que eles voltam mais focados.

    Os jogos pra ficar de olho

    Nuggets x Suns (terça): Phoenix já tá praticamente condenado ao play-in, então torço pros Suns meterem uma enterrada no Denver. Os Nuggets são perigosos quando engrenuram, mas têm sido irregulares — ganharam do Spurs mas perderam pros Grizzlies que tão fazendo tanking. Vai entender.

    Rockets x Wolves (quarta): Esse é complicado de torcer. Lakers têm tiebreaker sobre os dois, mas quem vocês preferem enfrentar no primeiro round? Houston parece mais “matável” no papel, mas Minnesota sempre dá trabalho. Independente do resultado, vai ser jogaço.

    O que me deixa mais animado é ver que LA manteve a distância mesmo perdendo. Enquanto os outros se degladiam, os Lakers podem simplesmente fazer o dever de casa e consolidar a posição. Às vezes o melhor é deixar os rivais brigarem entre si, não acham?

  • Suns x Nuggets: última chance de evitar a varrida na temporada?

    Suns x Nuggets: última chance de evitar a varrida na temporada?

    Olha, vou ser sincero com vocês: o Phoenix Suns tá numa situação complicada. Com 40 vitórias e 32 derrotas, o time do Arizona precisa URGENTE embalar uma sequência boa antes dos playoffs. E adivinha contra quem eles jogam hoje? Contra o Denver Nuggets, que já passou o rodo no Suns duas vezes nesta temporada.

    O jogo rola às 22h (horário do Arizona) no Mortgage Matchup Center, em Phoenix, com transmissão da NBC. E cara, essa pode ser a última chance dos Suns evitarem uma varrida humilhante na temporada regular.

    A realidade é cruel para o Suns

    Os números não mentem: Phoenix está 3,5 jogos atrás do Houston Rockets na briga por uma vaga entre os seis primeiros do Oeste. Com apenas 10 jogos restantes na temporada regular, a matemática tá ficando cruel. Na minha visão, eles vão mesmo terminar em sétimo — o que significa play-in e vida mais difícil.

    E o pior? O Suns tá há quase um mês sem dois titulares importantes. Enquanto isso, os Nuggets (44-28) estão jogando com força total pela primeira vez em 2026 e começaram a mostrar cara de candidato ao título de novo.

    A diferença de tamanho entre os times é absurda. Nikola Jokic e companhia vão ter vida fácil no garrafão contra um Suns que vai depender de caras como Oso Ighodaro, Khaman Maluach e Rasheer Fleming para segurar a melhor ofensiva da NBA.

    Jokic é o pesadelo dos Suns

    Nos dois jogos anteriores desta temporada, o sérvio monstro simplesmente destruiu Phoenix. Os Nuggets passaram de 130 pontos nas duas partidas, transformando o que deveria ser jogo em treino. Ambos os confrontos rolaram antes de dezembro — época em que Ighodaro ainda não tinha dado o salto de qualidade que vemos hoje.

    A boa notícia? A defesa de Denver é apenas a 21ª da liga, com rating de 120.2. Ou seja, se Devin Booker, Jalen Green e Collin Gillespie estiverem com a mão quente, dá pra fazer um jogaço de muitos pontos.

    Mas sejamos realistas: a menos que os Nuggets tenham uma noite péssima, os Suns vão precisar ganhar um jogo apertado. E aí que mora o perigo — nas últimas cinco derrotas seguidas (até vencerem Toronto no domingo), Phoenix sofreu justamente no quarto período.

    A chave está nos erros

    Se tem uma coisa que pode salvar o Suns é forçar erros. Eles precisam pressionar Denver, causar o caos que esse time ama quando está no seu melhor. Jordan Goodwin e Ryan Dunn têm que liderar essa pressão maluca.

    Ofensivamente, a estratégia é atacar o próprio Jokic. Ele não é um grande bloqueador, mas tem mãos excepcionais e força muitos erros. Os Suns não podem dar bobeira e entregar cestas fáceis no contra-ataque.

    Vocês acham que Phoenix consegue evitar a varrida? Sinceramente, acho difícil. Jokic tá jogando um basquete de outro planeta, e os Nuggets parecem estar encontrando o ritmo na hora certa. Minha previsão: Nuggets vencem por 125 a 121, num jogo emocionante mas que deixa os fãs do Suns com gosto amargo na boca.

    Pelo menos vai ser divertido de assistir!

  • Spurs ganhou em Miami e tá assustando até os próprios fãs

    Spurs ganhou em Miami e tá assustando até os próprios fãs

    Olha, eu vou confessar uma coisa: às vezes tenho medo de ficar muito animado com esse San Antonio Spurs. É sério. Quando um time tá funcionando tão perfeitamente assim, a mente já vai direto pro “peraí, que pegadinha é essa?”

    Mas aí você olha os números e… 16-2 desde o All-Star break. Dezesseis vitórias e duas derrotas. É de maluco.

    Miami era pra ser o teste real

    A partida contra o Heat era aquele jogo clássico de “vamos ver se é real mesmo”. Miami em casa, lutando por playoff, com aquela famosa Heat Culture™ que todo mundo conhece. Era o cenário perfeito pros Spurs pisarem na casca de banana e tomarem uma surra de trabalho.

    E sabe o que aconteceu? Spurs liderou do começo ao fim. Trinta pontos de vantagem no pico da partida. A maior vantagem que qualquer time visitante conseguiu em Miami na temporada toda.

    Eu fiquei esperando o momento que o Heat ia acordar e mostrar por que são perigosos em casa. Não veio. Os caras simplesmente foram atropelados por um time que parece ter descoberto a fórmula secreta do basquete.

    Wembanyama continua sendo um alienígena

    Minha teoria era que uma hora a maré ia virar pro Victor. Que Bam Adebayo, que é monstro defensivo, ia encontrar uma forma de parar ele. Que teoria nada — 26 pontos, 15 rebotes e 5 tocos. E olha só que absurdo: ele se tornou apenas o terceiro jogador na história da NBA a chegar em 4 mil pontos e 300 cestas de três nos primeiros 175 jogos da carreira.

    Terceiro. Na. História.

    Mas tá bom, quando o Wemby sai de quadra é que a coisa desanda, né? Errado de novo. Keldon Johnson e Dylan Harper combinaram 42 pontos saindo do banco. O segundo time não só segurou o rojão — enterrou Miami de vez.

    Os números contam a história: 17 rebotes ofensivos contra 6 do Heat. Venceram no garrafão por 60-40. Foi uma demonstração de força física que transformou cada arremesso errado numa nova chance de pontuar.

    O problema de ser bom demais

    Sabe qual é a parada mais estranha? Não consigo achar defeito nenhum gritante nesse time. E isso me deixa nervoso pra caramba (eu sei, sou ansioso mesmo). Quando você consegue apontar “ah, eles não arremessam bem de três” ou “falta físico”, pelo menos você sabe onde os adversários vão tentar furar. Você tem algo concreto pra se preocupar.

    Mas não tem. Os Spurs têm detalhezinhos aqui e ali, pontos cegos teóricos, mas nada gritante. Nada que você olhe e fale “é aqui que vão pegar eles nos playoffs”.

    E aí fico eu aqui, torcedor que acompanha NBA há anos, tentando encontrar pelo em ovo e não achando nada. É uma experiência meio surreal assistir seu time jogar tão bem que você mesmo fica desconfiado.

    Vocês tão sentindo isso também? Essa mistura estranha de euforia com paranoia? Porque sinceramente, faz tempo que um time não me deixava tão animado E tão nervoso ao mesmo tempo.

  • Charlotte explodindo no ataque pode massacrar Sacramento hoje

    Charlotte explodindo no ataque pode massacrar Sacramento hoje

    Cara, o Charlotte Hornets tá simplesmente voando nessa reta final da temporada. 11 vitórias em 14 jogos? Segundo melhor net rating da NBA no período? E hoje eles recebem o Sacramento Kings no Spectrum Center — que na minha opinião vai ser um massacre.

    Olha, eu não esperava que os Hornets chegassem nesse nível tão cedo na temporada, mas LaMelo Ball tá jogando como um monstro. Nos últimos cinco jogos, o cara tá metendo 25.2 pontos por noite e acertando 42.1% das bolas de três. Quarenta e dois por cento! E marcou 29+ pontos em três desses cinco jogos.

    Sacramento sem defesa alguma

    Sinceramente, não sei como o Kings ainda consegue perder de tanto ponto assim. Eles têm a terceira pior defesa da liga e são praticamente os últimos em porcentagem efetiva de arremesso dos adversários. É como deixar a porteira aberta pro gado passar.

    E os Hornets sabem aproveitar essas oportunidades. Nos últimos três jogos, Buzz City (como chamam Charlotte) tá fazendo média de 130 pontos com 52.9% de aproveitamento nos arremessos de quadra. É absurdo!

    Brandon Miller: a revelação do ano

    Mas o que mais me impressiona é a evolução do Brandon Miller. Nos últimos 15 jogos, o garoto tá acertando quase 50% das tentativas de três — e olha que são 7.8 tentativas por jogo! Acertou 4+ bolas de três em três jogos seguidos.

    Com LaMelo distribuindo as bolas e Miller pegando fogo de longe, essa dupla pode fazer estrago contra qualquer defesa. E contra Sacramento… bom, acho que vocês já entenderam onde quero chegar.

    O Kings tá basicamente jogando por jogar nesse fim de temporada. As vitórias recentes deles vieram contra Nets e Jazz — times que também não tão competindo por nada. É diferente de enfrentar um Hornets que briga por posição nos playoffs.

    E aí, galera — acham que Charlotte consegue passar dos 124.5 pontos hoje à noite? Pra mim é quase certeza, considerando como eles vêm jogando e a defesa porosa do Sacramento.

  • Paul George pede desculpas por teste positivo e volta aos 76ers

    Paul George pede desculpas por teste positivo e volta aos 76ers

    Olha, não é todo dia que um astro da NBA precisa se desculpar publicamente por um teste de doping positivo. Paul George fez exatamente isso ontem, pedindo desculpas aos fãs dos Philadelphia 76ers, à organização e à própria família pela “decisão ruim” que resultou numa suspensão de 25 jogos.

    O cara foi suspenso no final de janeiro por violar o programa antidrogas da NBA, e agora volta justamente quando o time mais precisa dele — nas últimas 10 partidas da temporada regular, com os playoffs se aproximando.

    A explicação que todo mundo queria ouvir

    George não entrou em detalhes sobre qual substância ele usou (e sinceramente, melhor assim), mas foi bem honesto sobre o que o levou a essa situação. Segundo ele, tudo começou com uma lesão no joelho durante a offseason que o limitou fisicamente — e isso acabou afetando seu lado mental.

    “A coisa mais difícil é quando seu corpo não está onde você sabe que precisa estar”, disse George. “Isso afeta o lado mental, sabendo que você está limitado.”

    Cara, eu entendo a pressão que deve ser. O cara assinou um contrato de 212 milhões por 4 anos, chegou na Filadélfia como o grande reforço e teve uma das piores temporadas da carreira. Apenas 16.2 pontos em 41 jogos na temporada passada — o pior desde que era novato.

    O preço da suspensão

    A suspensão custou caro pro PG-13: cerca de 11,7 milhões de dólares do salário de 51,7 milhões. Isso dá quase 470 mil por jogo perdido. Dinheiro que dói no bolso, mas que provavelmente doeu menos que decepcionar os fãs.

    Enquanto George estava fora, os Sixers fizeram campanha de 13-12 — nada espetacular, mas considerando que também jogaram sem Joel Embiid (lesionado há 13 jogos), até que se viraram bem. Estão em 7º no Leste com 39-33.

    E aí, vocês acham que o George consegue realmente fazer a diferença nessa reta final? O cara disse que está se sentindo “explosivo” de novo e pronto pra ser o “cara focal” do time. Considerando que Embiid e Tyrese Maxey também estão machucados, vai ser praticamente tudo nas costas do veterano de 35 anos.

    Eu, particularmente, quero ver se ele consegue voltar ao nível que mostrou naquela partida contra o Milwaukee antes da suspensão — 32 pontos com 9 bolas de três. Aquilo sim foi o Paul George que a gente conhece.

    O primeiro teste é amanhã contra o Chicago Bulls. Vamos torcer pra que essa história toda tenha pelo menos um final feliz nos playoffs.

  • Celtics são os reis do Leste mesmo sem ter o melhor record?

    Celtics são os reis do Leste mesmo sem ter o melhor record?

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: tô meio perdido com essa situação no Leste. Os Pistons lideram a conferência há praticamente a temporada toda, mas as casas de apostas ainda veem o Boston como favorito. E sabe de uma coisa? Talvez elas não estejam erradas.

    A três semanas dos playoffs, é hora de analisarmos quem realmente tem chances de brigar pelo título na Conferência Leste. E cara, que confusão gostosa essa temporada!

    Boston: o gigante que não deveria estar aqui

    Vamos combinar uma coisa — ninguém esperava que o Celtics estivesse nessa posição hoje. Tatum rompeu o tendão de Aquiles nos playoffs passados, e o Brad Stevens praticamente desmontou o time no verão. Mandaram embora Jrue Holiday, Porzingis, Al Horford… tudo pra não pagar meio bilhão de dólares numa folha que teoricamente ficaria sem seu melhor jogador a temporada inteira.

    Mas aí que tá — o basquete às vezes é lindo demais. Jaylen Brown teve uma temporada monstro assumindo a responsabilidade. Derrick White continuou sendo aquela máquina defensiva que a gente ama. E o Mazzulla? Cara, o cara virou um mago, rotacionando 11 jogadores com mais de 15 minutos por jogo regularmente.

    Você abre um boxscore do Celtics e pode ver o Luka Garza fazendo um jogaço do mesmo jeito que o Payton Pritchard. É surreal. E agora com o Tatum de volta (depois de só 10 meses fora, que recuperação absurda!), eles viraram os favoritos das casas de apostas por uma razão.

    Sinceramente? Ninguém no Leste quer pegar esses caras nos playoffs. Eles são segundo no ataque, quarto na defesa, e com exceção do Vučević (que quebrou o dedo), estão todos saudáveis. Assustador.

    Detroit merece mais respeito

    Agora vem a parte que me deixa bolado: como que os Pistons lideram a conferência o ano todo e só têm a quarta melhor odd pra chegar nas Finais? Tá, o Cade Cunningham teve um pulmão colapsado (que susto, né?), mas mesmo sem ele ganharam os quatro jogos seguintes.

    E que vitória foi aquela contra os Lakers na segunda! Nove jogos de sequência dos caras e Detroit vai lá e quebra tudo em casa. Agora estão cinco jogos à frente do Boston na liderança do Leste. Cinco! Têm também o segundo melhor saldo de pontos da liga, perdendo só pro Thunder.

    O problema é que, mesmo com o Cade, já dava pra ver algumas rachaduras no sistema. Sem ele controlando o ataque, fica difícil imaginar como vão gerar pontos suficientes nos playoffs. Mas olha, se continuarem jogando desse jeito sem o cara, quem sabe a gente não tá subestimando demais essa turma?

    E aí, pessoal — vocês acham que Detroit consegue manter essa pegada toda nos playoffs? Ou os Celtics vão mostrar que experiência ainda conta muito nessa hora do ano?

  • Wolves quebram jejum de 20 anos em Boston sem Ant-Man

    Wolves quebram jejum de 20 anos em Boston sem Ant-Man

    Vocês acreditam que os Timberwolves não ganhavam em Boston há mais de 20 anos? VINTE ANOS, mano! A última vez foi em março de 2005 — eu nem sabia que existia NBA direito naquela época.

    Mas ontem foi diferente. Os Wolves foram lá no TD Garden e meteram um 102 a 92 nos Celtics, sendo que eram zebra total na partida. Entraram como azarão por 10.5 pontos, sem o Anthony Edwards ainda por cima. E sabe o que mais me impressionou? Deram apenas 15 pontos pros Celtics no último quarto. Quinze pontos! Isso é defesa de outro mundo.

    Bones e Ayo mandando ver sem Ant-Man

    O que mais me chamou atenção foi como o Bones Hyland e o Ayo Dosunmu aproveitaram a ausência do Edwards. Os caras simplesmente pegaram a responsabilidade nas costas e mandaram muito bem. Na minha visão, essa pode ser a chave pro sucesso dos Wolves nos playoffs — ter peças de qualidade saindo do banco quando o principal astro não tá 100%.

    E tem um detalhe interessante: durante a melhor parte defensiva do último quarto, o Rudy Gobert tava no banco. Não é que o francesão tá jogando mal, longe disso, mas mostra que esse time tem potencial defensivo absurdo mesmo sem o Dpoy em quadra.

    Ritmo acelerado funcionando

    Uma coisa que tô notando nos Wolves é que eles tão jogando com muito mais velocidade desde o trade deadline. Contra Boston foram 22 pontos de contra-ataque — número monstro. A questão agora é: conseguem manter essa pegada quando o Edwards voltar? Porque sabemos que o Ant-Man às vezes segura demais a bola.

    Ah, e não posso deixar de falar do Kyle Anderson com aqueles dribles “Slo-Mo” clássicos dele. Três dribles seguidos no Luka Garza antes de acertar um arremesso de meia distância. O cara tem 40 anos mas joga como se fosse videogame no modo lento.

    Nem tudo são flores

    Claro que nem tudo foi perfeito recentemente. Na derrota pros Blazers, os Wolves deram 18 rebotes ofensivos pro adversário. DEZOITO! O Chris Finch foi direto ao ponto depois do jogo e citou o Julius Randle como alguém que precisa melhorar nesse aspecto.

    Sinceramente acho que essa vitória em Boston pode ser um divisor de águas na temporada. Quebrar um jejum de duas décadas, sendo azarão, sem o principal jogador… isso cria confiança, né? E vocês, acham que os Wolves conseguem manter esse nível quando o Edwards voltar?

  • Wemby e os Spurs destruíram o Heat numa noite histórica

    Wemby e os Spurs destruíram o Heat numa noite histórica

    Cara, que jogaço os Spurs fizeram contra o Heat! Eu tô aqui ainda processando o que aconteceu ontem à noite em San Antonio. Os caras simplesmente resolveram tocar o terror e não deram chances pro Miami. Victor Wembanyama com 26 pontos, 15 rebotes e 5 tocos — só números de monstro mesmo.

    Mas olha só que loucura: seis jogadores em dois dígitos! Keldon Johnson e Dylan Harper saindo do banco com 21 pontos cada um. É isso aí, pessoal — quando o time tá encaixado, não tem conversa.

    Os rookies estão voando

    E eu preciso falar do Dylan Harper com o Carter Bryant naquela jogada de contra-ataque. Mano, que química! O Bryant tá ganhando mais minutos depois do All-Star Break e tá mostrando que pode ser peça importante nos playoffs. Aquela enterrada dele… O cara subiu tanto que poderia ter bloqueado com o cotovelo, mas escolheu não fazer (risos).

    Sinceramente, não sei se vocês perceberam, mas o Carter Bryant tá evoluindo muito rápido. Claro que ainda é cedo, mas será que ele consegue furar a rotação nos playoffs? Eu acho que sim, principalmente se continuar jogando assim.

    Wemby fazendo história de novo

    Agora vamos falar do elefante na sala: Wembanyama chegou aos 4.000 pontos na carreira E aos 600 tocos. Aos 22 anos, cara! Esse francês é simplesmente de outro planeta. Toda vez que jogam uma bola pra ele no garrafão, mesmo que seja alta demais ou baixa demais, ele converte do mesmo jeito por causa daquela envergadura absurda.

    E o Keldon Johnson? Aquele drible pelas costas dele me pegou de surpresa total. Eu conheço o jogo do KJ há anos, mas essa jogada ali foi novidade até pra mim.

    O que mais me impressiona é como os Spurs estão jogando como equipe. Foram 28 tentativas de lance livre, choveram bolas de três, e quando você vê o banco contribuindo tanto assim… é sinal de que o time tá maduro pra uma campanha séria nos playoffs.

    Os caras fizeram uma sequência de 11-0 no segundo tempo que foi simplesmente cinematográfica. O Heat não conseguiu reagir, e olha que Miami não é time de brincadeira.

    E aí, vocês acham que esse Spurs tem condições de incomodar os favoritos no Oeste? Porque do jeito que o Wemby tá jogando e com essa profundidade no banco, eu não duvido de nada.