Tag: NBA Playoffs

  • KD encosta no banco e Rockets despencam de novo nos playoffs

    KD encosta no banco e Rockets despencam de novo nos playoffs

    Cara, que forma mais triste de terminar uma temporada. Kevin Durant, o cara que deveria ser a peça que faltava nos Rockets, teve que assistir de camarote a eliminação do time na primeira rodada dos playoffs. De novo.

    Na sexta-feira passada, enquanto os Lakers passeavam em quadra e fecharam a série com uma vitória de 98-78, o KD estava ali na beirada do banco, de roupa normal, com o tornozelo esquerdo machucado. Primeiro ano em Houston e já termina assim — vendo os companheiros lutarem sozinhos numa eliminação.

    A mesma história se repetindo

    Olha só a situação: Rockets eliminados na primeira rodada pelo segundo ano consecutivo. É de dar desespero no torcedor, né? O time fez aquela troca bombástica no meio do ano passado para trazer o Durant, todo mundo criou expectativa, e no final das contas o cara jogou apenas UM jogo dos playoffs por causa da lesão.

    O técnico Ime Udoka até tentou ser otimista falando do crescimento dos garotos — Alperen Şengün, Amen Thompson, Reed Sheppard, Jabari Smith Jr. e Tari Eason fizeram o que puderam. Mas sinceramente? Não dá pra mascarar a realidade: o time precisa de mudanças urgentes.

    “Precisamos endereçar algumas necessidades”, disse o Udoka. Traduzindo: falta arremesso de 3, falta um armador reserva decente, e esse grupo jovem ainda não tá pronto pra carregar o piano sozinho.

    E se… e se… e se…

    A temporada dos Rockets ficou cheia de “e se”. E se o KD tivesse saudável? E se o Fred VanVleet e o Steven Adams não tivessem se machucado? Mas como o próprio Şengün falou após o jogo: “Não podemos pensar nessas coisas. Lutamos com quem tá em quadra.”

    Mano, o que mais me incomoda é que os problemas são os mesmos de sempre. O ataque dos Rockets simplesmente travou nos momentos decisivos. Nas duas vitórias da série, eles acertaram 46,2% dos arremessos. Nas quatro derrotas? Apenas 38,6%. É gritante a diferença.

    No Jogo 6 da eliminação, foi aquela coisa: quando os Lakers trocavam na defesa, Houston não conseguia criar vantagem nenhuma. A bola parava, o ataque ficava previsível, e aí você já sabe como termina.

    Vocês acham que Durant vai ter paciência pra mais um rebuild em Houston? Porque sinceramente, vendo essa eliminação patética, eu tô com sérias dúvidas se ele não vai querer forçar outra troca antes da próxima temporada.

  • Ant Edwards avisa: volta nesta série contra os Spurs

    Ant Edwards avisa: volta nesta série contra os Spurs

    Olha só que notícia absurda chegou agora dos Timberwolves: Anthony Edwards já avisou pros companheiros que pretende voltar ainda nesta série contra o San Antonio Spurs. Cara, eu não esperava essa — o cara tá machucado no joelho esquerdo desde o jogo 4 contra o Denver, mas pelo visto a vontade de jogar playoffs tá falando mais alto.

    O técnico Chris Finch foi realista no sábado e disse que o Edwards continua sendo avaliado semana a semana, então esqueçam o jogo 1 na segunda-feira. Mas o monstro pelo menos já tava na quadra depois do treino, acertando uns arremessos. Isso é um sinal, né?

    A lesão que assombra

    Pra quem não lembra, o Ant machucou o joelho esquerdo numa hiperextensão feia contra o Denver — contusão óssea e tudo. Ficou fora dos últimos 2,5 jogos da primeira rodada. E olha que ironia: os Wolves avançaram sem ele, vencendo dois desses três jogos. Mostra o tanto que esse time evoluiu.

    “Sempre que você consegue de volta alguém que se machucou, especialmente o Ant, só a gravidade que ele carrega… só dele estar em quadra já nos ajuda muito”, disse Jaden McDaniels. Cara falou e disse tudo. É impressionante como a presença do Edwards muda a dinâmica de um time.

    Finch já sabia

    Na real, o técnico Finch já tinha dado umas pistas antes da série contra o Denver terminar. Disse que eles teriam “sorte de tê-lo de volta” se avançassem. E pelo visto não era só papo pra imprensa — o cara realmente tava confiante na recuperação.

    O mais interessante é que o Edwards também teve problemas no joelho DIREITO no final da temporada regular (perdeu 11 dos últimos 14 jogos). Então esse descanso forçado pode até ter sido uma bênção disfarçada, sabe? Às vezes o corpo pede uma pausa.

    Ah, e tem mais: Ayo Dosunmu, que foi absurdo contra o Denver com média de 21,8 pontos, tá com a panturrilha direita dolorida. Dia a dia também. Jogo 2 é na quarta-feira em San Antonio.

    Vocês acham que o Edwards aguenta voltar no meio de uma série de playoffs? Eu sinceramente acho que ele vai tentar — é muita vontade de ganhar esse anel. Mas espero que não force demais a barra.

  • LeBron brinca que Will Anderson Jr. é seu 4º filho após semelhança viral

    LeBron brinca que Will Anderson Jr. é seu 4º filho após semelhança viral

    Cara, eu preciso contar pra vocês o que rolou ontem à noite em Houston. O LeBron James levou um toco do Jabari Smith Jr. numa transição e caiu no chão — coisa normal no basquete, né? Mas aí que fica interessante: quem aparece pra ajudar o Rei a levantar foi ninguém menos que Will Anderson Jr., o monstro do Houston Texans.

    E por que isso virou notícia? Simples: o Anderson é praticamente um clone do Bronny James. A semelhança é tão absurda que a internet não para de fazer meme com isso há semanas.

    “Esse é meu quarto filho”

    Na coletiva pós-jogo, depois de cravar 28 pontos, 8 assistências e 7 rebotes na vitória por 98 a 78 que classificou os Lakers, o LeBron não perdeu a piada. Quando perguntaram sobre o momento, ele mandou: “Esse é meu quarto filho. Ele e o Bronny são gêmeos, e ninguém sabe. Eu e a Savannah estamos tentando esconder isso há muito tempo.”

    Óbvio que todo mundo riu. Mas o cara rapidinho emendou: “Mas não, sem desrespeito aos pais dele — os pais de verdade. Deixa eu não começar uma treta aqui” (risos).

    Sinceramente? Eu entendo o hype. Quando vi o vídeo do Anderson assinando aquela extensão de contrato milionária com os Texans, pensei que era o Bronny fazendo alguma propaganda. A semelhança é de doer.

    Meme que virou realidade

    O negócio começou quando o Anderson virou o jogador mais bem pago da NFL que não é quarterback — US$ 150 milhões por três anos, nada mal pra um cara de 24 anos. Aí os Texans postaram um vídeo dele falando “tô aqui pra curtir muito e por muito tempo”, e a galera da internet simplesmente surtou com as comparações.

    E vocês acham que isso foi coincidência? O LeBron aos 41 anos, na 23ª temporada (recorde da NBA), jogando os playoffs como se tivesse 25… O cara tem energia pra brincar com tudo, até com lookalike do próprio filho.

    Depois da zoeira, o Rei ainda elogiou o Anderson: “Jogador de futebol americano inacreditável. Merece tudo que conquistou. Foi massa demais ver ele ali.”

    Os Lakers conseguiram se recuperar depois de quase entregar uma vantagem de 3-0 na série. Perderam os jogos 4 e 5, a pressão subiu, mas o time mostrou personalidade no jogo 6. E o LeBron? Cara, esse cara não envelhece nunca.

  • LeBron é azarão histórico contra o Thunder – Pode dar zebra?

    LeBron é azarão histórico contra o Thunder – Pode dar zebra?

    Cara, eu nunca pensei que veria o LeBron James como azarão desse tamanho nos playoffs. Mas é isso aí que está acontecendo: os Lakers são +950 para vencer a série contra o Oklahoma City Thunder. Para quem não manja das odds, isso significa que apostar 100 reais no Lakers rende 950 se eles ganharem. É muita grana, né?

    E olha que situação louca – depois de eliminar o Houston Rockets por 4-2 numa série onde o Kevin Durant praticamente não jogou (5 dos 6 jogos fora por lesão), agora os Lakers enfrentam o Thunder que varreu o Phoenix Suns por 4-0. A diferença de momento é gritante.

    O maior azarão da carreira do Rei

    Aqui vem a parte mais absurda de toda essa história: essa é a segunda vez na carreira que um time do LeBron é tão azarão assim. A primeira foi lá em 2006 – imaginem, o garoto LeBron no primeiro playoffs da vida – quando o Cleveland Cavaliers era azarão de 12-1 contra o Detroit Pistons. Detroit ganhou em 7 jogos, mas pelo menos foi disputado.

    No Jogo 1, os Lakers são azarão de 16 pontos. Dezesseis! Isso é mais do que aqueles 12.5 pontos das Finais de 2018 contra o Warriors – lembram do famoso “J.R. Smith Game”? Pois é, agora a situação está ainda mais complicada.

    Sinceramente? Eu entendo as odds. O Thunder terminou a temporada regular com 64-18, enquanto os Lakers fizeram 53-29. Além disso, Oklahoma bateu Los Angeles nas quatro vezes que se enfrentaram na temporada regular, sendo que três dessas vitórias foram por mais de 29 pontos de diferença. É pancada mesmo.

    Lakers sem peças importantes

    A situação fica ainda mais difícil quando você olha o elenco dos Lakers. Austin Reaves ficou fora de parte da série contra Houston, e convenhamos – mesmo quando está 100%, esse time depende muito do LeBron aos 41 anos carregar o piano nas costas.

    Do outro lado, você tem um Thunder jovem, descansado depois da varredura, jogando em casa com a torcida pegando fogo. Shai Gilgeous-Alexander, Chet Holmgren, Josh Giddey… é um time que joga junto, tem química e está com sangue nos olhos.

    Mas olha, se tem uma coisa que aprendi acompanhando a NBA é que LeBron James nunca pode ser descartado. O cara já fez milagres antes – lembram das Finais de 2016? Cleveland estava 3-1 atrás do Warriors e conseguiu a virada histórica.

    E aí, vocês acham que rola zebra? Ou o Thunder vai atropelar mesmo? Eu confesso que tô tentado a apostar uns trocados nos Lakers só pela emoção. Jogo 1 é na terça-feira, e promete ser de arrepiar.

  • Tatum pode desfalcar o Celtics no Jogo 7 contra os 76ers

    Tatum pode desfalcar o Celtics no Jogo 7 contra os 76ers

    Mano, que tensão! A seis horas do tip-off do Jogo 7 mais esperado da temporada, o Celtics solta que Jayson Tatum está como “questionável” para enfrentar os 76ers. O cara que carrega esse time nas costas pode não jogar por causa de uma rigidez no joelho esquerdo.

    Olha, eu vi o Jogo 6 na sexta e já achei estranho quando o Tatum saiu no terceiro quarto e ficou pedalando na bike pelos corredores. Na época pensei “cara tá descansando porque o jogo já era”, mas pelo jeito a coisa era mais séria do que parecia.

    O que rolou de verdade

    Segundo o próprio Tatum explicou após o Jogo 6, a perna dele travou um pouco no terceiro quarto. “Vocês provavelmente viram quando eu fui para trás, me viram na bike, minha perna estava meio rígida quando voltei no terceiro quarto”, falou ele. Na real, todo mundo achou que era só estratégia mesmo, já que o Celtics estava ganhando fácil.

    O mais louco é que na quinta-feira, logo após o jogo, o Tatum disse que esperava jogar no sábado. Joe Mazzulla, o técnico, confirmou isso numa coletiva na sexta. O cara nem apareceu no relatório oficial de lesionados do time.

    E agora, quem joga?

    Se o Tatum realmente não rolar, o Celtics vai ter que se virar. As opções são Baylor Scheierman ou Jordan Walsh assumindo a titularidade. Payton Pritchard, que é o terceiro maior pontuador do time na temporada, também pode ganhar uma chance no quinteto inicial.

    Sinceramente? Sem o Tatum num Jogo 7 contra os 76ers seria um pesadelo. O cara é o cérebro ofensivo desse Celtics, é quem resolve os jogos difíceis. Claro que o time tem outras peças — o Jaylen Brown tá voando, o Pritchard sempre aparece — mas perder seu melhor jogador numa partida decisiva é complicado demais.

    Do lado dos 76ers, Paul George também apareceu como “provável” por doença. Pelo menos não é só o Celtics com problemas de última hora.

    E aí, pessoal, acham que o Tatum aguenta jogar mesmo mancando? Ou será que é melhor preservar para os playoffs mesmo? Jogo 7 às 19h30, horário de Brasília. Vai ser tenso!

  • Sixers fazem história com virada épica contra os Celtics sem Tatum

    Sixers fazem história com virada épica contra os Celtics sem Tatum

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Os Philadelphia 76ers acabaram de protagonizar uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA — e olha que eu já vi muita coisa nessa vida de fã.

    Imagine a cena: você tá perdendo por 3-1 na série, todo mundo já tinha decretado sua morte, e aí você simplesmente vira o jogo e elimina o Boston Celtics no Game 7, em casa dos caras. Absurdo.

    A noite do Embiid e do Maxey

    Joel Embiid resolveu mostrar por que é um dos monstros da liga: 34 pontos, 12 rebotes, 6 assistências e apenas 1 turnover. Mas não foi só ele não — Tyrese Maxey também meteu 30 pontos, 11 rebotes e 7 assistências, com só 1 bola perdida.

    Quer saber o que é mais louco? Eles são apenas a terceira dupla na história a fazer 30+ pontos e 10+ rebotes cada um em um Game 7 fora de casa. Os outros dois foram Shaq e Kobe em 2002. Isso é história pura, meus amigos.

    E o mais irônico de tudo: os Celtics estavam sem o Jayson Tatum por causa de uma lesão no joelho. Imagina se ele tivesse jogado? Mas né, basquete é assim — quem tá em quadra é que decide.

    Números que impressionam

    Essa foi a primeira virada de 3-1 na história da franquia dos Sixers (na 19ª tentativa!). Ao mesmo tempo, foi o primeiro colapso de 3-1 na história dos Celtics. Coincidência? Acho que não.

    Outra coisa impressionante: Philadelphia é o primeiro 7º colocado a eliminar um 2º colocado no Leste desde que o primeiro round virou melhor de sete jogos em 2003. Ou seja, os caras fizeram história mesmo.

    Agora vem o New York Knicks pela frente na semifinal do Leste, começando segunda-feira. E aí, vocês acham que os Sixers conseguem manter esse embalo? Porque depois de uma virada dessas, qualquer coisa é possível.

    Sinceramente, eu não esperava isso dos Sixers. Mas é por isso que a gente ama esse esporte — sempre tem espaço pra surpresa. E que surpresa, hein?

  • Tatum fora do Jogo 7! Celtics em pânico antes da decisão

    Tatum fora do Jogo 7! Celtics em pânico antes da decisão

    Gente, eu não acredito no que acabou de acontecer. Jayson Tatum FOI CORTADO do Jogo 7 contra os Sixers. Isso mesmo, o cara que é a alma dos Celtics não vai jogar na partida mais importante da temporada.

    A bomba explodiu menos de duas horas antes do jogo começar. Os Celtics anunciaram que Tatum desenvolveu uma “rigidez no joelho esquerdo” — o mesmo problema que o tirou do Jogo 6 faltando quatro minutos pro terceiro quarto acabar. Na real, eu vi ele com gelo na panturrilha durante o jogo, então rolou uma confusão danada sobre qual era a lesão de verdade.

    O pesadelo dos Celtics continua

    Cara, que sequência bizarra. Boston estava 3-1 na série, praticamente com um pé nas finais de conferência. Aí o Tatum se machuca no Jogo 6, eles perdem por 106-93, e os Sixers conseguem forçar esse Jogo 7 maldito. E agora? Sem o principal jogador deles.

    O mais louco é que depois do Jogo 6, Tatum ainda estava confiante: “Minha perna estava só um pouco rígida quando saí de quadra”, disse ele. “Era a outra perna, não a que machuquei ano passado. Não estava muito preocupado.” Até o técnico Joe Mazzulla garantiu na sexta: “Ele vai jogar.”

    Mentira. Não vai mesmo.

    O histórico de lesões pesa

    Olha, vou ser sincero com vocês: essa situação toda me deixa preocupado com o Tatum a longo prazo. O cara perdeu os primeiros 62 jogos desta temporada se recuperando de uma ruptura no tendão de Aquiles direito, sofrida nos playoffs de 2025. Agora é o joelho esquerdo — na perna oposta.

    Os especialistas já estão especulando que pode ser compensação física. Sabe como é, né? Quando você machuca uma perna, acaba sobrecarregando a outra sem perceber. E o corpo cobra a conta mais cedo ou mais tarde.

    Antes da lesão, Tatum estava fazendo uma série monstro: 23.3 pontos, 10.7 rebotes e 6.8 assistências por jogo, com 47.5% de aproveitamento nos arremessos. Boston tinha saldo positivo de 28 pontos quando ele estava em quadra. Agora vai ter que virar sem ele.

    Quem salva os Celtics agora?

    Com Tatum fora, provavelmente Baylor Scheierman ou Jordan Walsh vão assumir o posto. Payton Pritchard, terceiro maior pontuador do time na temporada, também pode entrar no quinteto titular.

    Mas vamos combinar: por melhor que esses caras sejam, ninguém substitui o Tatum. É como tirar Neymar da seleção antes de uma final de Copa — dá pra ganhar? Dá. Mas fica muito mais difícil.

    Vocês acham que os Celtics conseguem superar essa sem o astro? Eu tô aqui torcendo, mas confesso que a confiança balançou legal. Jogo 7 às 19h30, pela NBC. Vai ser de roer as unhas.

  • Tatum corta de Game 7 – Celtics em desespero total

    Tatum corta de Game 7 – Celtics em desespero total

    Gente, eu tô em choque aqui. Jayson Tatum foi cortado do Game 7 contra os Sixers em Boston. CORTADO. Não é questionável, não é provável – é OUT mesmo, por causa de rigidez no joelho esquerdo.

    Olha, quando vi a primeira notícia de que ele tinha sido rebaixado pra questionável algumas horas atrás, já fiquei com o coração apertado. Mas agora? Cara, os Celtics acabaram de perder o cara mais importante deles na partida mais importante da temporada.

    O pesadelo dos Celtics vira realidade

    Vamos contextualizar a situação: Tatum tinha saído mais cedo do Game 6 com problema na panturrilha, mas nem apareceu no injury report original do Game 7. De repente, algumas horas antes do jogo, boom – joelho travado e tchau temporada.

    E o pior é que esse cara vem de uma lesão no tendão de Aquiles ano passado que o tirou por 10 meses! Ele voltou em março numa das recuperações mais rápidas da história pra essa lesão, mas será que forçaram demais? Não dá pra fazer conexão direta, mas convenhamos – qualquer coisa relacionada a lesão com o Tatum deixa todo mundo de Boston em pânico.

    Sinceramente, eu não esperava isso. O cara jogou uma média de quase 38 minutos nos primeiros cinco jogos da série. Estava indo bem, carregando o time nas costas como sempre.

    Sixers ganham um presente dos céus

    Do lado dos Sixers, cara… que presente, né? Joel Embiid tá listado como provável, Paul George (que faz 36 anos hoje, parabéns pra ele) acordou meio gripado mas deve jogar. E agora não têm que se preocupar com o principal pontuador dos Celtics.

    Não que eu torça pra lesão de ninguém – odeio quando isso acontece, ainda mais em Game 7. Mas competitivamente falando, os Sixers acabaram de ganhar na loteria. Sem o Tatum, quem vai carregar Boston? Jaylen Brown sozinho? Al Horford com seus 400 anos?

    O técnico Nick Nurse deve tá sorrindo até as orelhas agora. Falou que espera que o PG13 “dê uma chance” mesmo doente. Com Tatum fora, até o Paul George resfriado consegue fazer estrago.

    E aí, pessoal – vocês acham que os Celtics conseguem ganhar um Game 7 em casa sem o astro deles? Ou os Sixers finalmente vão conseguir quebrar essa maldição toda e avançar? Eu tô achando que sem o Tatum, ficou muito difícil pros Celtics. Muito difícil mesmo.

  • Franz Wagner fora do Jogo 7: Magic pode ser eliminado sem sua estrela

    Franz Wagner fora do Jogo 7: Magic pode ser eliminado sem sua estrela

    Olha, eu não acredito que chegamos nesse ponto. O Orlando Magic tinha 3×1 na série contra o Detroit Pistons e agora vai pro Jogo 7 SEM o Franz Wagner. Terceiro jogo consecutivo que o cara fica de fora por causa de uma lesão na panturrilha.

    E não é que os Pistons empataram a série? Depois de estar perdendo por 3×1, Detroit ganhou os dois últimos jogos. O mais absurdo foi o Jogo 6 na sexta – o Magic tinha 24 pontos de vantagem (VINTE E QUATRO!) e conseguiu perder. Marcaram só 19 pontos no segundo tempo. Mano, como você perde uma vantagem dessas?

    A Falta que o Wagner Faz

    Wagner se lesionou no final do Jogo 4 (que eles ganharam de 94-88) e desde então o Magic não conseguiu mais fechar a série. Coincidência? Eu acho que não. O cara era o segundo maior pontuador do time na temporada regular: 20.6 pontos, 5.2 rebotes e 3.3 assistências por jogo, acertando 35% das bolas de três.

    Nos playoffs, mesmo jogando só quatro partidas antes da lesão, ele tava fazendo 16.8 pontos por jogo. E olha que interessante – desde que ele saiu, o Magic não ganha mais.

    O Buraco no Banco

    No lugar do Wagner, quem entrou foi Jamal Cain (3 pontos) e Tristan da Silva (10 pontos) no Jogo 6. Sinceramente, não dá pra comparar. Paolo Banchero até tentou carregar o time nas costas, mas acertou só 4 de 20 arremessos. Desmond Bane fez 7/18 e Jalen Suggs… cara, 1/10 é de chorar.

    Teve um momento no jogo que o Magic errou 17 arremessos CONSECUTIVOS. Dezessete! Vocês acham que isso aconteceria com o Wagner em quadra? Eu tenho minhas dúvidas.

    A questão é que lesão na panturrilha não é brincadeira na NBA hoje em dia. Os times estão super cautelosos porque já viram muito cara que forçou e acabou rompendo o tendão de Aquiles. Melhor prevenir que remediar, né?

    Agora é domingo às 15h30 (horário de Brasília) em Detroit. Jogo 7, tudo ou nada. Será que o Magic consegue fechar sem sua segunda opção ofensiva? Ou os Pistons vão completar uma das maiores viradas da história dos playoffs?

    Eu tô torcendo pro Magic, mas confesso que tô com um frio na barriga. Perder uma série depois de estar 3×1 na frente é de doer a alma de qualquer torcedor.

  • Os 5 jogos mais marcantes da história dos Timberwolves

    Os 5 jogos mais marcantes da história dos Timberwolves

    Cara, os Wolves acabaram de fazer história de novo. Na última quinta-feira, eles eliminaram nada menos que o Denver Nuggets — sim, o time do Jokic — numa performance que sinceramente me deixou de queixo caído.

    E olha que essa série não fazia o menor sentido no papel. O Anthony Edwards machucou. O Donte DiVincenzo rompeu o tendão de Aquiles. O Ayo Dosunmu ficou fora por lesão na panturrilha. Kyle Anderson também não conseguiu jogar. No Jogo 6, o banco do Minnesota estava praticamente dizimado.

    Mesmo assim, eles bateram o Denver. Bateram o Jokic. Bateram o Jamal Murray.

    Uma vitória coletiva absurda

    Sabe o que mais me impressionou? Não foi um show individual do Ant. Foi basquete coletivo no seu melhor nível. Jaden McDaniels jogou 45 minutos, fez 32 pontos e literalmente trancou o Jamal Murray. O Rudy Gobert dominou o garrafão. Julius Randle apareceu nos momentos decisivos.

    O Terrence Shannon Jr., na sua primeira partida como titular nos playoffs, jogou sem medo nenhum. Mike Conley roubou alguns anos do Padre Tempo e deu a estabilidade que o time precisava. Naz Reid atacou a cesta. Jaylen Clark saiu do banco como um wolverine raivoso.

    Todo mundo contribuiu. Foi uma daquelas noites mágicas onde o todo ficou maior que a soma das partes machucadas.

    Onde essa vitória se encaixa na história?

    Isso me fez pensar: onde esse Jogo 6 contra o Denver se encaixa na história dos Timberwolves? Não estou falando do mais divertido ou mais maluco — estou falando do mais IMPORTANTE mesmo.

    Na minha visão, jogos de playoffs sempre pesam mais que temporada regular. Por mais que um jogo de janeiro possa ser épico, não tem o mesmo peso de uma eliminatória. E eu priorizo jogos decisivos, aqueles que realmente definem uma série ou quebram uma maldição.

    Esse critério me fez montar uma lista dos cinco jogos mais marcantes da franquia. E cara, que história rica os Wolves têm quando você para pra pensar. Desde aquela dança do Sam Cassell com as “big balls” em 2004 contra o Sacramento até essa eliminação do Denver agora em 2026.

    O mais louco é que esse time conseguiu algo que parecia impossível: eliminar o atual campeão sem seu elenco principal. E fizeram isso jogando aquele basquete bonito de se ver, onde cada jogador sabe exatamente seu papel.

    Vocês acham que essa vitória contra o Denver vai entrar pra história como uma das mais importantes da franquia? Eu sinceramente acho que sim. Foi uma daquelas noites que você lembra pra sempre.