Tag: NBA Playoffs

  • Tobias Harris vira o ‘tiozão’ do Pistons e fala sobre jogo decisivo

    Tobias Harris vira o ‘tiozão’ do Pistons e fala sobre jogo decisivo

    Cara, quando você menos espera, vira o veterano do time. É isso que tá acontecendo com Tobias Harris no Detroit Pistons — aos 31 anos, o cara virou literalmente o ‘Unc’ (tiozão) da galera jovem de Detroit. E olha que situação mais louca: ele tá liderando um time cheio de pivetes numa série de playoffs que pode acabar hoje.

    Na coletiva antes do jogo 6 decisivo contra o Orlando Magic, Harris deu aquele sorrisinho quando perguntaram sobre ele ser o mais velho do elenco. Mano, imagina a responsabilidade? O time todo olhando pra você esperando experiência e liderança quando a temporada tá literalmente na reta final.

    O que o veterano mandou

    Harris foi direto ao ponto sobre o que o Pistons precisa fazer pra forçar um jogo 7 em casa: “Controlar o jogo de posse, a gente fala disso a temporada toda. Ganhar a batalha no rebote e ao mesmo tempo limitar os turnovers. Cuidar da bola, se divertir, sorrir, curtir esse momento.”

    Sinceramente? Adorei a mentalidade. O cara tá falando como alguém que já passou por isso antes, que sabe que pressão faz parte. “É território raro estar aqui, e nós estamos jogando basquete. Vamos fazer o que sabemos, o que fazemos a vida inteira.” Puro veterano falando aí.

    Os números não mentem

    E não é só conversa não. Harris tá entregando nestes playoffs: 19.8 pontos, 7.6 rebotes por jogo. Tá com 44.6% nos arremessos de quadra — só o lance de 3 que tá complicado (16.7%), mas hey, nos lances livres tá certeiro com 80.8%.

    Olha, pra um cara que foi escolhido em 19º no draft de 2011 (13 anos atrás, gente!), estar liderando um time jovem em playoffs é surreal. Quantos jogadores conseguem se reinventar assim depois de tanto tempo na liga?

    Vocês acham que o Pistons consegue essa virada histórica? Porque se conseguirem, pode ter certeza que o “tiozão” Harris vai ter dedo nisso. O cara tá jogando como se soubesse exatamente o peso que carrega nos ombros — e tá adorando cada segundo disso.

  • Magic desperdiça vantagem de 22 pontos e vai para jogo 7 traumatizado

    Magic desperdiça vantagem de 22 pontos e vai para jogo 7 traumatizado

    Mano, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. O Orlando Magic estava COM VINTE E DOIS PONTOS DE VANTAGEM no intervalo contra o Detroit Pistons, liderando a série por 3-2, e conseguiu entregar o jogo da maneira mais dolorosa possível. Perderam por 93-79 depois de serem massacrados por 55-19 no segundo tempo.

    Sinceramente? Eu não sei como você se recupera psicologicamente de uma dessas. É o tipo de derrota que fica na cabeça e pode destruir um time jovem como o Magic.

    O colapso mais bizarro que já vi

    Olha só esse dado absurdo: no quarto período, o Magic acertou APENAS UM arremesso de quadra em 20 tentativas. UM. Como é que você explica isso? Foi tipo aqueles pesadelos onde você tenta correr mas não sai do lugar.

    Jamahl Mosley, técnico do Magic, tentou passar uma de otimista depois do jogo. Ele falou que o time precisa se lembrar de como jogaram bem no primeiro tempo e que “estão no meio do caminho” — que podem encontrar uma forma de ganhar o jogo 7 em Detroit.

    “A capacidade de fazer isso no primeiro tempo é algo em que vocês podem se apoiar um pouco — a mentalidade defensiva, compartilhar a bola no ataque, movimentar ela, fazer as cestas. Então vocês estão em algum lugar no meio. E acho que isso é algo que temos que registrar e entender”, disse Mosley.

    Mosley vai ter que ser criativo pra motivar essa galera

    Lembra quando o Magic perdeu no play-in pro Philadelphia 76ers? Mosley mostrou vídeos dos jogadores na época da faculdade pra motivar o time, e funcionou — eles destruíram o Charlotte Hornets na sequência.

    Agora ele vai precisar de algo ainda mais forte. Como é que você levanta o moral de um grupo que entregou uma vantagem de 22 pontos em um jogo que poderia ter fechado a série?

    Detroit fez um trabalho monstruoso de pressionar o Magic e tirar eles do ritmo. Aceleraram o jogo, bagunçaram as jogadas preparadas do Orlando. Foi uma clínica de como virar um jogo.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue se recuperar pra ganhar em Detroit? Ou essa derrota vai ficar na cabeça e acabar com as chances deles? Porque olha, jogo 7 fora de casa depois de uma entregada dessas… complicado demais.

  • Lakers atropelam Rockets e agora vão encarar o Thunder dos pesadelos

    Lakers atropelam Rockets e agora vão encarar o Thunder dos pesadelos

    Cara, que alívio! Os Lakers finalmente fecharam a série contra os Rockets ontem com uma vitória tranquila de 98-76 no Jogo 6. Depois de estar 3-0 na frente e quase entregar o ouro pro bandido (perderam os dois jogos seguintes), LA mostrou que ainda tem o que é preciso pra avançar nos playoffs.

    E olha, eu não vou mentir — tava começando a ficar nervoso vendo aquela sequência de duas derrotas seguidas. Quando um time está 3-0 na frente e começa a perder, a pressão psicológica é monstro. Mas os caras souberam responder quando mais importava.

    LeBron continua sendo LeBron aos 41 anos

    O Rei fez mais uma exibição absurda: 28 pontos, 8 assistências e 7 rebotes. Sinceramente, é surreal ver esse cara ainda jogando em alto nível nessa idade. E tem uma cena hilária do Luka no banco sinalizando pro Houston pedir timeout depois de uma enterrada do LeBron — mesmo machucado, o esloveno tá se divertindo.

    Rui Hachimura (21 pontos) e Austin Reaves (15) deram o suporte necessário, enquanto Deandre Ayton dominou o garrafão com 16 rebotes. Houston simplesmente não conseguiu jogar — míseros 31,5% de aproveitamento nos arremessos. Sem o Kevin Durant (ainda lesionado), eles ficaram perdidos no ataque.

    Agora vem o Thunder… e aí a coisa complica

    Olha só, chegar nas semifinais do Oeste sem o Luka (lesão no posterior da coxa) é mérito pra Lakers. Mas agora eles vão enfrentar o Oklahoma City Thunder, atual campeão da NBA e que tem um retrospecto assustador contra LA nesta temporada.

    Os números fazem qualquer torcedor dos Lakers perder o sono:

    Novembro: Thunder 121 x 92 Lakers
    Fevereiro: Thunder 119 x 110 Lakers
    Abril: Thunder 139 x 96 Lakers (essa doeu)
    Abril: Thunder 123 x 87 Lakers

    Quatro jogos, quatro vitórias do Thunder, com uma diferença média de quase 30 pontos por partida. É brutal! Mesmo considerando que LA teve desfalques em todos esses confrontos, essa estatística não mente.

    A missão impossível começa na terça

    A verdade é que o Thunder perdeu apenas UM jogo desde março com o time titular completo. Um jogo! E eles vão receber os Lakers em casa na terça-feira pra abertura da série.

    Não sabemos quando o Luka volta dessa lesão grau 2 no posterior da coxa, mas mesmo com ele em quadra durante a temporada regular, OKC foi um problema sem solução pra LA. Vocês acham que os Lakers conseguem fazer história e eliminar os atuais campeões?

    Na minha visão, vai precisar de muito mais que sorte. Vai precisar do melhor LeBron da vida, do Luka voltando 100% e de alguns milagres pelo caminho. Mas hey, é por isso que a gente ama basquete — qualquer coisa pode acontecer nos playoffs!

  • Haliburton trollou o Barrett depois da buzina beater absurda

    Haliburton trollou o Barrett depois da buzina beater absurda

    Cara, que noite maluca foi essa sexta-feira! O RJ Barrett mandou uma bomba de três no último segundo pra dar a vitória pros Raptors sobre os Cavs por 112 a 110. E adivinha quem tava assistindo de casa? O Tyrese Haliburton dos Pacers, que não perdeu tempo e trollou o canadense no Twitter.

    “That looked familiar” (“Isso pareceu familiar”), escreveu o Hali. Três palavras só. Simples, direto e certeiro como os arremessos dele.

    A conexão que só quem acompanha tudo entende

    Olha, eu lembro perfeitamente da cena que o Haliburton tava relembrando. Foi no Jogo 1 das Finais da Conferência Leste de 2025, quando os Pacers tavam perdendo e o Tyrese mandou uma de meia distância que bateu na parte de trás do aro, subiu bem alto, e caiu dentro pra forçar a prorrogação. Na época eu pensei “que sorte absurda”, mas o cara realmente tinha essa memória guardada.

    Agora o Barrett fez literalmente a mesma coisa. Chutou um triplo por cima do Evan Mobley, a bola bateu na ferradura, quicou alto e… ploft, caiu dentro. Sinceramente, às vezes o basquete é pura sorte mesmo, não tem como negar.

    Esse aro de Toronto é abençoado ou o quê?

    Cara, eu tô começando a suspeitar desse aro do Scotiabank Arena. Lembram do Kawhi Leonard em 2019? Aquela enterrada de três que quicou umas quatro vezes antes de cair? “The Shot” que até hoje dá arrepio? Foi no mesmo aro!

    Os Raptors ganharam os três jogos em casa nessa série. Coincidência? Eu acho que não. E vocês, acham que existe essa de “aro amigo” mesmo ou é só papo de torcedor?

    Barrett fechou a noite com 24 pontos em 8 de 21 arremessos – números nada espetaculares, mas quando importa é isso aí. O cara pode ter perdido 13 chutes, mas acertou o único que realmente valia.

    Agora é Jogo 7 no domingo. Cleveland em casa, pressão total. Na minha visão, quem ganhar essa vai longe nos playoffs – esses dois times tão jogando um basquete de altíssimo nível.

  • Cunningham é monstro e Pistons fazem virada histórica contra Magic

    Cunningham é monstro e Pistons fazem virada histórica contra Magic

    Cara, que jogo foi aquele! O Detroit Pistons fez uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA, superando uma desvantagem de 24 pontos para vencer o Orlando Magic por 93-79 no Jogo 6. E o nome da festa? Cade Cunningham, claro.

    O garoto simplesmente resolveu carregar o time nas costas. 32 pontos e 10 rebotes — sendo 19 pontos só no segundo tempo, quando o jogo estava pegando fogo. Sinceramente, eu já estava dando esse playoff como perdido para os Pistons quando vi que estavam perdendo por mais de 20, mas o Cade mostrou porque é considerado um dos melhores jogadores do mundo.

    Duncan Robinson elogia o líder

    Depois do jogo, Duncan Robinson — que também jogou bem com seus 14 pontos — não poupou elogios ao companheiro de equipe. “Ser nosso melhor jogador, ser um dos melhores do mundo, e ainda assim confiar em nós nesses momentos… ele faz isso de forma magistral”, disse Robinson.

    E olha, o cara tem razão. O que mais me impressiona no Cunningham é como ele consegue equilibrar ser o cara que resolve e ainda fazer os outros jogarem melhor. Robinson ainda completou: “A forma como ele nos acalmou no segundo tempo, sempre que precisávamos de uma cesta, ele chegava no lugar certo”.

    Temporada de MVP interrompida por lesão bizarra

    Não dá pra falar do Cade sem mencionar a temporada absurda que ele fez. Médias de 23.9 pontos e 9.9 assistências por jogo — números de MVP mesmo. O mais louco? Ele estava sendo cotado como um dos principais candidatos ao prêmio até sofrer uma lesão no pulmão (sim, vocês leram certo, pulmão colapsado!) que o tirou de 11 jogos no final da temporada regular.

    Imaginem se ele não tivesse se machucado… Provavelmente estaria brigando de igual para igual com os favoritos ao MVP. Mas enfim, lesão é parte do jogo, né?

    Agora vem o Jogo 7 em Detroit no domingo. Os Pistons estavam perdendo a série por 3-1, mas Cunningham acordou: 45 pontos no Jogo 5 e agora essa atuação monstro no Jogo 6. Será que conseguem completar essa virada histórica em casa?

    Eu não sei vocês, mas tô torcendo demais por essa história. Ver um jovem como o Cade carregando um time tradicional como o Pistons de volta aos playoffs depois de tanto tempo é simplesmente lindo. E aí, acham que eles conseguem fechar no Jogo 7?

  • RJ Barrett copia o milagre do Kawhi e salva os Raptors na prorrogação

    RJ Barrett copia o milagre do Kawhi e salva os Raptors na prorrogação

    Cara, eu não acreditei quando vi. RJ Barrett simplesmente decidiu copiar um dos momentos mais icônicos da história dos Raptors — e funcionou perfeitamente.

    Na sexta-feira, com 1.2 segundos no relógio da prorrogação, Barrett acertou uma bomba de três que quicou igual aquela cesta histórica do Kawhi Leonard em 2019. Sabe qual? A que eliminou o Philadelphia 76ers e mandou Toronto pra final da Conferência Leste.

    O milagre da física aconteceu de novo

    A cena foi surreal. Barrett recebeu aberto na linha de três, soltou o arremesso por cima do Evan Mobley que chegou atrasado, e a bola fez exatamente o que a do Kawhi fez sete anos atrás: subiu uns dois metros no ar antes de cair na cesta.

    O Scotiabank Arena explodiu igual em 2019. Os torcedores canadenses devem estar pensando: “Será que é coincidência ou os Raptors têm algum pacto com o diabo?”

    Sinceramente, quando você vê os dois lances lado a lado, a semelhança é absurda. A diferença? O Kawhi fez no quarto período do jogo 7, já o Barrett mandou ver na prorrogação do jogo 6.

    Qual foi melhor? A comparação que todo mundo quer

    Olha, vou ser justo com os dois monstros. O lance do Leonard ainda é mais icônico — foi buzzer beater de verdade, no jogo 7, com três caras em cima dele. Mas o Barrett também merece crédito: estava perdendo por um, precisava da cesta pra sobreviver, e acertou de muito mais longe.

    A grande questão é: esses Raptors de 2026 conseguem repetir o feito de 2019 e ir longe nos playoffs? Porque uma coisa é certa — momentum agora eles têm de sobra.

    E vocês, acham que foi sorte ou o RJ estudou o filme do Kawhi antes do jogo? Porque essa semelhança não é coincidência não…

    Agora é Cleveland pro jogo 7 decisivo no domingo. Os Cavaliers devem estar com pesadelo pensando nessas cestas quicadas dos Raptors.

  • Cade Cunningham faz mais pontos sozinho que o Magic inteiro no 2º tempo

    Cade Cunningham faz mais pontos sozinho que o Magic inteiro no 2º tempo

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. O Cade Cunningham simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada do Detroit Pistons morrer no jogo 6 contra o Orlando Magic. E quando eu digo que ele decidiu, é porque o cara literalmente fez mais pontos sozinho no segundo tempo do que O TIME INTEIRO do Magic. Isso mesmo que vocês leram.

    Olha, eu já vi muita coisa absurda na NBA, mas essa estatística é de outro planeta: Cunningham anotou 24 pontos no segundo tempo. O Magic? 19. Todo o time. Dezenove pontos em dois quartos inteiros. Cara, isso é constrangedor.

    A virada histórica dos Pistons

    No intervalo, a situação era desesperadora. Pistons perdendo por 22 pontos (60-38) e com a corda no pescoço na série — já estava 3-2 pro Magic. Eu sinceramente achei que era o fim da linha pra Detroit. Mas aí aconteceu algo que só o basquete consegue proporcionar.

    Os caras saíram do vestiário com uma energia completamente diferente. Sabe quando você sente que algo mudou? Foi exatamente isso. A defesa engrenhou, o ataque fluiu e o Cade virou o monstro que a gente sabe que ele pode ser.

    O placar final foi 93-79 para Detroit. Sim, eles viraram 22 pontos de desvantagem. No playoff. Contra um time que tava com tudo pra fechar a série.

    Cade Cunningham no modo destruição

    Os números do Cade no jogo foram surreais: 32 pontos, 10 rebotes, 3 assistências e 4 roubos de bola. Mas o mais impressionante mesmo foi o quarto período. O cara anotou 19 pontos só no último quarto — exatamente os mesmos 19 que o Magic inteiro fez no segundo tempo todo.

    E vocês sabem o que é mais louco? O Magic acertou apenas 1 de 20 arremessos no último quarto. Um de vinte! Isso é 5% de aproveitamento. Eu já vi defesa sufocante, mas isso aí foi além. Os Pistons literalmente não deixaram o Magic respirar.

    Agora é jogo 7 em Detroit. Em casa. Com o Cade nesse nível. Sinceramente, eu não apostaria contra os Pistons agora. E vocês, acham que Detroit consegue completar essa virada épica na série?

  • Cade Cunningham vira herói dos Pistons: ‘Nunca desista’

    Cade Cunningham vira herói dos Pistons: ‘Nunca desista’

    Gente, o que eu vi na sexta-feira foi simplesmente absurdo. Os Detroit Pistons estavam mortos e enterrados contra o Orlando Magic, perdendo por 60-38 no terceiro quarto. VINTE E DOIS PONTOS de diferença. Qualquer um normal teria jogado a toalha, mas não o Cade Cunningham.

    O cara simplesmente disse “não” pro destino e carregou os Pistons nas costas pra uma virada histórica: 93-78 pro Detroit. Uma das maiores viradas que eu já vi nos playoffs recentes, sinceramente.

    O show do Cunningham

    32 pontos e 10 rebotes. Double-double maestral quando mais importava. Depois do jogo, o jovem soltou uma frase que já virou meme: “Never say die” (Nunca desista). E olha, ele provou isso na prática.

    Lembram do Jogo 5? Cunningham meteu 45 pontos quando os Pistons estavam 3-1 na série. Quarenta e cinco! O moleque de 22 anos simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada morrer ali.

    Na minha opinião, é isso que separa os grandes jogadores dos medianos — essa capacidade de aparecer quando tudo parece perdido.

    Jogo 7 vai ser guerra

    Agora é aquela parada: Jogo 7 em Detroit, casa lotada, tudo ou nada. Os números dos Pistons nessa série não são nada animadores — só 29% nas bolas de três e uns 20 turnovers no Jogo 4 que quase me fizeram chorar de nervoso.

    Mas sabe o que importa? A defesa funcionou na segunda etapa do Jogo 6. Só 12 pontos permitidos em 20 minutos. Tobias Harris ajudou com 22 pontos e 10 rebotes, Ausar Thompson também pegou 10 rebotes. O time finalmente apareceu quando precisava.

    Vocês acham que os Pistons conseguem fechar em casa? Porque se depender só da garra do Cunningham, eu tô começando a acreditar que sim. O cara tem aquela mentalidade Kobe Bryant de “mamba mentality” — nunca desiste, nunca aceita a derrota.

    Domingo vai ser daqueles jogos que a gente lembra pra sempre. E conhecendo o Cunningham, ele não vai deixar a temporada morrer fácil.

  • Barrett manda tabela maluca e força jogo 7 contra os Cavs

    Barrett manda tabela maluca e força jogo 7 contra os Cavs

    Mano, que jogaço maluco rolou em Toronto ontem à noite! O RJ Barrett simplesmente decidiu que a temporada dos Raptors não ia acabar ainda — e fez isso da forma mais absurda possível.

    Imagina a cena: Raptors perdendo por 110-109 na prorrogação do jogo 6, com 1.2 segundo no relógio. A temporada praticamente enterrada, né? Aí o Barrett pega a bola, arremessa um triplo meio desesperado e… a bola quica QUATRO VEZES na tabela antes de cair dentro da cesta.

    A mesma tabela mágica de 2019

    E olha que louco: foi exatamente na mesma cesta onde o Kawhi Leonard fez aquele arremesso histórico contra o Philadelphia em 2019. Quatro quiques também! Parece que tem alguma mágica rolando naquele aro do Scotiabank Arena, sinceramente.

    O Tyrese Haliburton até zoou no Twitter falando que “parecia familiar” — lembrando da bola maluca dele no ano passado contra os Knicks nas finais do Leste. Quando até os outros jogadores da liga ficam impressionados, você sabe que foi coisa de outro mundo.

    Cavs entregaram de bandeja

    Mas vamos falar sério: os Cavaliers meio que se auto-sabotaram nessa última jogada. Dennis Schröder com a bola, 18 segundos no relógio, só precisava segurar… aí vai e faz um passe maluco pro Evan Mobley na lateral da quadra. Mobley perde a bola, Toronto recupera, e o resto é história.

    Cara, Cleveland tinha TUDO pra fechar a série em casa. Tinham uma vantagem de 11 pontos entrando no último quarto! Mas playoff é isso aí — qualquer bobeira pode custar a temporada inteira.

    Agora é tudo ou nada em Cleveland

    Jogo 7 de volta em Cleveland, e sinceramente? Vai ser um teste mental gigantesco pros Cavs. Como você recupera psicologicamente depois de perder um jogo desses? E os Raptors vão com aquela confiança de quem já morreu e ressuscitou.

    Uma curiosidade: todos os jogos dessa série foram vencidos pelo time da casa até agora. Se a lógica se mantiver, Cleveland leva. Mas depois de um milagre desses… sei lá, vocês acham que os Raptors conseguem quebrar essa sequência?

    Barrett fez 28 pontos no jogo, mas foram esses três que vão ficar pra história. Às vezes o basquete é inexplicável mesmo — e foi exatamente isso que rolou em Toronto.

  • Barrett enterra arremesso de 3 milagroso e Raptors forçam jogo 7!

    Barrett enterra arremesso de 3 milagroso e Raptors forçam jogo 7!

    Gente, eu ainda tô processando o que acabei de ver. RJ Barrett simplesmente decidiu que ia salvar a temporada do Toronto Raptors com UM DOS ARREMESSOS MAIS ABSURDOS que eu já vi na minha vida. O cara acertou um de 3 na prorrogação que bateu no aro, subiu pro céu e desceu direto na cesta pra dar a vitória por 112-110 sobre os Cavaliers e forçar o jogo 7.

    Olha, não vou mentir — eu achei que o Toronto tava morto quando o Donovan Mitchell fez aquela bandeja com 33 segundos restantes na prorrogação. Cara botou Cleveland na frente, 110-108, e parecia que era isso. Mas aí veio o Barrett com essa bomba de 3 que até hoje eu não acredito que entrou.

    A bola quicou igual ao lance histórico do Kawhi

    Sério, essa jogada me lembrou na hora do arremesso do Kawhi Leonard em 2019 contra o Philadelphia — aquela que quicou umas quatro vezes na beirada antes de entrar e que levou os Raptors pro título. A mesma energia, o mesmo drama, a mesma sorte absurda que só existe nos playoffs.

    Barrett fechou com 24 pontos e 9 rebotes, acertando 4 de 12 de três. Ok, não foi a melhor noite dele de longe, mas quando importou ele apareceu. Scottie Barnes foi o monstro da noite com 25 pontos, 14 assistências e 7 rebotes — um verdadeiro triple-double que quase foi.

    Cleveland quase conseguiu a virada épica

    O que me impressiona é como Cleveland conseguiu voltar pro jogo depois de ficar atrás praticamente o tempo todo. Donovan Mitchell estava sumido no primeiro tempo (só 7 pontos), mas acordou no quarto período e terminou com 24. Evan Mobley foi ainda melhor: 26 pontos, 14 rebotes e fez a cesta que empatou o jogo no tempo regulamentar.

    James Harden adicionou 16 pontos, mas tava claramente sofrendo — 5 de 14 nos arremessos. Vocês acham que a idade tá pesando? Sinceramente, eu acho que sim.

    Toronto começou muito bem, especialmente no segundo quarto quando abriu 13-2 na parcial e chegou a liderar por 10 pontos no intervalo. Os caras acertaram 9 de 18 de três no primeiro tempo (50%!), enquanto Cleveland só conseguiu 5 de 18 (28%). A diferença tava gritante.

    Agora é tudo ou nada no jogo 7

    O mais louco dessa série é que o mando de quadra tá sendo respeitado religiosamente — todos os jogos foram vencidos pela equipe da casa. Se a lógica continuar, Cleveland tem a vantagem no domingo jogando em casa.

    Mas eu tô com uma sensação que Toronto pode quebrar essa sequência. Barrett mostrou personalidade quando a pressão apertou, Barnes tá jogando num nível absurdo e o time todo parece acreditar que pode surpreender.

    E aí, quem vocês acham que leva esse jogo 7? Eu tô genuinamente curioso pra ver se os Raptors conseguem repetir a magia de 2019 ou se Cleveland vai mostrar que veio pra ficar nos playoffs.