Tag: NBA Playoffs

  • Tatum fora do Jogo 7! Celtics na encrenca contra Philadelphia

    Tatum fora do Jogo 7! Celtics na encrenca contra Philadelphia

    Gente, que desgraça! O Jayson Tatum, estrela máxima dos Celtics, foi oficialmente cortado do Jogo 7 contra o Philadelphia 76ers por causa de rigidez no joelho esquerdo. E olha que ironia do destino — exatamente três anos atrás, foi esse mesmo cara que meteu 51 pontos nos Sixers num Jogo 7 histórico.

    Sinceramente? Eu não esperava isso. Durante o Jogo 6, o Tatum até jogou mancando mas depois falou que ia encarar o Jogo 7 de qualquer jeito. Só que a realidade bateu: na manhã de sábado, os Celtics mudaram o status dele de “disponível” para “questionável”, e agora veio a bomba — tá fora mesmo.

    Quem vai assumir o protagonismo?

    A tendência é que o Baylor Scheierman entre no quinteto titular — cara que tem potencial mas obviamente não é o Tatum. E preparem-se para ver muito mais do Jordan Walsh e uma overdose de Payton Pritchard tentando resolver as coisas.

    O Tatum vinha de uma temporada complicada, né? Só jogou 22 partidas no final da temporada regular depois de voltar de uma ruptura do tendão de Aquiles que rolou nos playoffs do ano passado. Nessa série contra Philly, ele tava com médias sólidas: 23.3 pontos, 10.7 rebotes e 6.8 assistências por jogo, acertando 35.6% das bolas de três.

    A realidade cruel dos Celtics

    Mano, que inversão de script absurda. Boston entrou nessa série como favorito absoluto — não só pra passar pelos Sixers, mas pra ganhar toda a Conferência Leste. Só que aí veio a realidade: arremessos horríveis de três pontos (menos de 30% em todas as três derrotas) e o retorno do Joel Embiid pelos 76ers.

    E agora? Agora é Jogo 7 sem o principal jogador do time.

    Vocês acham que os Celtics conseguem se virar sem o Tatum? Porque, sinceramente, vai precisar de um milagre coletivo. Pritchard vai ter que jogar o jogo da vida dele, e a defesa precisa ser perfeita. Porque enfrentar Embiid e companhia sem sua estrela máxima… cara, tá complicado demais.

  • Três Game 7s na primeira rodada dos playoffs! Cavs vs Raptors vai ser insano

    Três Game 7s na primeira rodada dos playoffs! Cavs vs Raptors vai ser insano

    Olha, vou ser sincero: ninguém esperava que a primeira rodada dos playoffs de 2026 fosse tão eletrizante assim. E agora? Três Game 7s na Conferência Leste! Detroit Pistons vs Orlando Magic, Boston Celtics vs Philadelphia 76ers, e o que promete ser o jogo mais insano de todos: Cleveland Cavaliers vs Toronto Raptors.

    Pra vocês terem noção, em 2025 inteiro tivemos apenas quatro Game 7s nos playoffs. Agora já temos três só na primeira rodada. É loucura! A última vez que rolou tanto Game 7 na abertura foi em 2014, quando cinco séries foram até o fim.

    Os números que impressionam

    Alguns dados que eu achei fascinantes: já rolaram 155 Game 7s na história dos playoffs da NBA. O time da casa ganha na maioria das vezes (115-40), mas — e esse “mas” é importante — nas últimas 10 temporadas sempre teve pelo menos uma vitória fora de casa no Game 7.

    E adivinha quem são os reis dos Game 7s? Os Celtics, claro. 37 jogos decisivos na carreira, com 27 vitórias. Jayson Tatum ainda detém o recorde de pontos em Game 7: 51 pontos contra os próprios Sixers em 2023. Monstro.

    Cavaliers vs Raptors: a revanche mais esperada

    Cara, essa série Cavs vs Raptors tá sendo um negócio absurdo. Entre 2016 e 2018, quando o LeBron ainda mandava em Cleveland, os Cavaliers humilharam tanto os Raptors que Toronto ganhou o apelido de “LeBronto”. Não tô brincando — o cara da ESPN realmente falou isso no ar.

    Parecia que ia ser mais do mesmo quando Cleveland abriu 2-0 na série, ganhando os dois por diferença de dois dígitos. Mas aí os Raptors resolveram mostrar que têm coração.

    Scottie Barnes e RJ Barrett meteram 33 pontos cada um no Game 3, e no Game 4 veio aquela virada no final que deixou todo mundo de queixo caído. O Game 5 foi uma montanha-russa, com Toronto dominando três quartos e Cleveland virando no último período.

    Mas o Game 6? Cara, o Game 6 foi cinema puro. Raptors ganhando de 15 no segundo tempo, ainda liderando por dois dígitos no último quarto, quando Donovan Mitchell e Evan Mobley resolveram fazer mágica. Mobley forçou a prorrogação, Mitchell colocou os Cavs na frente…

    E aí aconteceu algo que eu nunca vou esquecer: RJ Barrett tentou uma bola de três do meio da quadra que bateu na parte de trás do aro, subiu no ar tipo câmera lenta de filme, e desceu certinha na cesta. Pura sorte? Destino? Não sei, mas foi lindo de ver.

    O que esperar do domingo

    Sinceramente, não sei como os Cavaliers vão reagir depois de chegar TÃO perto de fechar a série no Game 6. Psicologicamente deve ter sido devastador. Mas é por isso que Game 7 existe, né?

    Os últimos três jogos dessa série foram decididos por cinco pontos ou menos. Domingo promete ser mais uma batalha épica. E vocês, acham que Cleveland consegue se recuperar do trauma do Game 6, ou os Raptors vão completar essa recuperação histórica?

    Uma coisa eu garanto: não vou conseguir ficar sentado assistindo esse jogo. E você?

  • Thunder e Spurs favoritões contra Lakers e Wolves machucados

    Thunder e Spurs favoritões contra Lakers e Wolves machucados

    Cara, os playoffs do Oeste tão ficando meio esquisitos. Thunder e Spurs chegaram nas semifinais como favoritões absolutos — e olha, não é pra menos quando você vê o que aconteceu com Lakers e Timberwolves.

    Oklahoma City pegou os Lakers como cabeça de chave 1 contra 4, enquanto San Antonio vai encarar Minnesota. Só que aqui tá o detalhe: tanto Luka Dončić quanto Anthony Edwards tão machucados. E machucado feio mesmo.

    Lesões pesadas mudam tudo

    O Luka tá com uma lesão grau 2 no isquiotibial esquerdo e, sinceramente, acho difícil ele voltar pra essa série. Já o Ant-Man sofreu uma contusão óssea e hiperextensão no joelho no jogo 4 da primeira rodada. Minnesota até conseguiu passar pelos Nuggets sem ele no jogo 6 decisivo, mas enfrentar Wembanyama sem o seu craque é outra conversa.

    E o pior pro Wolves: DiVincenzo rompeu o tendão de Aquiles e tá fora da temporada. Dosunmu também não joga. Ou seja, eles vão pra cima dos Spurs praticamente sem armação nenhuma. É de doer o coração.

    As casas de apostas não tão nem disfarçando — Thunder abre a série como favorito com odds de -3000 (97% de chance de passar), enquanto os Spurs aparecem com -2000 (95% de probabilidade). São 14 pontos de vantagem no spread do primeiro jogo pra cada um. Absurdo.

    Thunder já destruiu os Lakers na temporada

    Aqui tem um dado que me deixa impressionado: OKC varreu os Lakers por 4-0 na temporada regular com uma diferença média de 29,3 pontos por jogo. VINTE E NOVE PONTOS de diferença! É a maior disparidade entre qualquer confronto da segunda rodada nos playoffs.

    Oklahoma City e San Antonio terminaram em primeiro e segundo lugar respectivamente no Net Rating da temporada regular. São times completos, jovens e que jogam um basquete muito inteligente dos dois lados da quadra.

    Vocês acham que ainda rola alguma surpresa? Porque pelo que tô vendo, parece que Thunder vs Spurs nas finais do Oeste já tá praticamente desenhado. Claro que basquete é basquete e sempre pode rolar aquela zebra — principalmente se o Luka conseguir voltar minimamente bem —, mas as circunstâncias tão todas favorecendo os favoritos mesmo.

    O lado bom? Se realmente for Thunder e Spurs na final de conferência, vai ser um jogaço entre duas das equipes mais promissoras da liga. Shai Gilgeous-Alexander contra Wembanyama seria um show à parte.

  • Luka ainda longe da volta: sem prazo e nem treino com contato

    Luka ainda longe da volta: sem prazo e nem treino com contato

    Olha, vou ser direto com vocês: a situação do Luka Dončić não tá nada boa. O cara continua sem prazo para voltar dessa lesão no posterior da coxa, e pelo que tudo indica, ainda vai demorar um tempão.

    Segundo a Cassidy Hubbarth, da NBA On Prime, o astro dos Mavs ainda tá engatinhando na recuperação. “Ele tá fazendo alguns exercícios de movimentação na quadra, arremessando umas bolas, mas tudo muito controlado”, disse ela na sexta passada.

    A real sobre a lesão

    Sinceramente? Quando você vê que o cara ainda não consegue nem fazer um 1×1 ou qualquer coisa com contato, é sinal de que a coisa tá séria mesmo. Estamos falando de uma distensão grau 2 no posterior — não é brincadeira, não.

    E olha só que timing perfeito (ironia total): enquanto o Luka fica no banco vendo os outros jogarem, os Mavs eliminaram os Rockets no jogo 6 e agora vão encarar o Thunder a partir de terça-feira. Imaginem se ele tivesse disponível para essa série…

    Recuperação vai na calma

    A Hubbarth foi bem clara: “É um pouco mais que só arremessos isolados, mas ainda tá longe de qualquer coisa ao vivo. Continua sendo uma construção lenta para o retorno, não algo iminente”.

    Mano, eu tô vendo isso e pensando: será que ele volta ainda nestes playoffs? Porque do jeito que tá, parece que os caras tão sendo super cautelosos — o que é o certo, mas dói no coração de qualquer fã dos Mavs.

    Na semana passada já tinham falado que era improvável ele jogar na segunda rodada. E agora, vendo que ele ainda não consegue nem treinar com contato físico… vocês acham que ele volta se o Dallas chegar nas finais do Oeste? Eu tô começando a duvidar, não vou mentir.

    O negócio é torcer para que a recuperação evolua logo, porque NBA sem Luka fazendo suas mágicas não é a mesma coisa. E os Mavs, mesmo jogando bem, precisam muito do seu craque de volta.

  • KD e o drama das contas fake: temporada dos Rockets virou bagunça

    KD e o drama das contas fake: temporada dos Rockets virou bagunça

    Cara, que temporada mais estranha foi essa do Kevin Durant em Houston. Sinceramente, quando rolou a trade do Phoenix, eu achei que o cara ia finalmente encontrar um time pra brigar pelo título de verdade. Mas olha só no que deu…

    A primeira temporada do KD nos Rockets foi um desastre completo. Lesão no joelho, torção no tornozelo, e o pior de tudo: aquele climão com os companheiros por causa das contas fake no Twitter. Vocês lembram dessa história?

    O drama das contas burner que ninguém esquece

    Segundo várias fontes da liga, Durant teria usado contas fake pra criticar os próprios companheiros de time — incluindo o Alperen Sengun e o Jabari Smith Jr. Mano, imagina a situação no vestiário quando isso vazou. Os caras que convivem com você todo dia descobrem que você tá falando mal deles na internet escondido.

    A diretoria dos Rockets nunca conseguiu resolver essa treta internamente, e virou uma distração monstro durante a temporada toda. Durant até tentou amenizar em fevereiro: “Meus companheiros sabem como é, estamos focados a temporada inteira”. Mas convenhamos, quando você precisa sair falando isso publicamente, é porque a coisa não tá boa mesmo.

    Números bons, time ruim

    O mais louco é que individualmente o KD teve números absurdos — foi um dos apenas cinco jogadores da NBA a fazer médias de 26 pontos, 5 rebotes e 4 assistências. Mas de que adianta jogar bem sozinho se o time não funciona?

    E aí veio os playoffs contra os Lakers. Durant se machucou no treino antes do Jogo 1 (aquele joelho maldito de sempre). Voltou pro Jogo 2, mas torceu o tornozelo no segundo tempo e ficou de fora do resto da série. Os Rockets foram eliminados em seis jogos.

    O que mais me chamou atenção foi no Jogo 3: enquanto o time tava tendo um colapso histórico na quadra, KD tava lá atrás fazendo tratamento em vez de ficar no banco apoiando os companheiros. O Ime Udoka até defendeu: “Ele tava fazendo gelo e tratamentos que não dá pra fazer no banco”. Tá, mas qual a mensagem que isso passa pros outros caras?

    E agora, fica ou sai?

    A situação tá bem estranha. Em outubro, Durant assinou uma extensão de dois anos por US$ 90 milhões — com opção de jogador pra 2027-28 que vai pagar US$ 46 milhões. Ou seja, ele abriu mão de US$ 30 milhões do valor máximo que poderia receber.

    Na minha visão, isso pode significar duas coisas: ou ele realmente quer ficar em Houston e mostrar comprometimento, ou tá preparando terreno pra sair mais fácil no futuro. Conhecendo o histórico do KD, eu não ficaria surpreso com nenhuma das duas opções.

    E vocês, acham que Durant consegue resolver essas questões de vestiário e finalmente ganhar um título com os Rockets? Ou essa história de conta fake vai assombrar ele pra sempre?

  • LeBron manda papo reto: ‘Tô chutando o traseiro do Tempo’

    LeBron manda papo reto: ‘Tô chutando o traseiro do Tempo’

    Mano, o LeBron simplesmente não para. Depois de eliminar o Houston Rockets no jogo 6 ontem à noite, o Rei mandou uma dessas que só ele mesmo tem coragem. Quando perguntaram sobre sua batalha contra o Pai Tempo, a resposta veio sem filtro: “Eu tô chutando o traseiro dele”.

    E olha, não é pra menos. O cara tá no ano 23 de carreira — VINTE E TRÊS! — e continua jogando num nível que muita gente com 25 anos sonha em alcançar. Sinceramente, eu já perdi a conta de quantas vezes pensei “agora o LeBron vai desacelerar”, e o maluco sempre me prova errado.

    A performance que calou a boca de todo mundo

    No jogo decisivo contra os Rockets, LeBron foi LeBron: 28 pontos, 8 assistências e 7 rebotes em 37 minutos de quadra. Converteu 10 de 25 arremessos, incluindo 2 de 5 do perímetro. Pode não ter sido o jogo mais eficiente da vida dele, mas quando importou, ele apareceu.

    E os Lakers simplesmente destruíram Houston. Seguraram os Rockets em apenas 18 pontos no primeiro quarto, depois baixaram pra 13 no segundo período. Cara, 31 pontos em dois quartos? Isso é defesa de playoff raiz mesmo.

    O time todo contribuiu nesse jogaço

    Rui Hachimura foi um monstro também — 21 pontos e 6 rebotes, com 5 de 7 do perímetro. Austin Reaves colaborou com 15 pontos, e o Deandre Ayton dominou o garrafão com 16 rebotes. É isso que eu gosto de ver: basquete coletivo quando a pressão aperta.

    Agora vem o desafio de verdade: Oklahoma City Thunder nas semifinais do Oeste. Os campeões atuais. Vocês acham que esse Lakers tem moral pra incomodar o Thunder? Porque olha, depois de ver o LeBron mandando o Pai Tempo pro espaço, eu não duvido de mais nada.

    O jogo 1 da série acontece no dia 5 de maio. E sinceramente? Mal posso esperar pra ver se o Rei vai continuar provando que idade é só um número mesmo.

  • JJ Redick: LeBron tem ‘a maior carreira da história da NBA’

    JJ Redick: LeBron tem ‘a maior carreira da história da NBA’

    Cara, o JJ Redick simplesmente mandou a real ontem. Depois dos Lakers eliminarem os Rockets e avançarem pras semifinais do Oeste, o técnico saiu com uma declaração que vai esquentar ainda mais o eterno debate sobre o GOAT da NBA.

    “Pra mim, ele teve a maior carreira de qualquer jogador da NBA”, disparou Redick sobre o LeBron. E olha, ele foi bem esperto — não entrou na briga direta de quem é o maior de todos os tempos, mas criou uma categoria própria. Genial, né?

    O Rei contra o tempo (e ganhando)

    O mais absurdo é que o cara tem 41 anos e ainda tá decidindo playoff. QUARENTA E UM! Enquanto outros ídolos dessa idade já tão pensando no discurso do Hall da Fama, o LeBron tá aí metendo 20+ pontos, 6+ rebotes e 7+ assistências por jogo.

    E quando perguntaram pro próprio King sobre o placar dele contra o Pai Tempo, a resposta foi épica: “Tô chutando a bunda dele. Ele pode ir atrás de outra pessoa agora. Ele já perdeu pra mim, acabou.”

    Monstro demais, não tem como.

    Próximo desafio: Thunder em modo difícil

    Mas agora vem o teste de verdade. Os Lakers vão enfrentar o Oklahoma City Thunder — e olha, não foi nada bonito nos confrontos diretos da temporada regular. 0-4 pro Thunder, com uma diferença média de quase 30 pontos por jogo. Eita!

    Sinceramente, eu não sei se nem mesmo o LeBron vai conseguir virar essa chave contra um time jovem e faminto que já mostrou que sabe como parar os Lakers. Mas se tem alguém que pode fazer a diferença numa série dessas, é exatamente o cara que o Redick acabou de coroar como dono da maior carreira da história.

    E aí, vocês acham que o King ainda tem mais uma mágica na cartola? Porque se conseguir passar pelo Thunder, aí sim vamos ter que admitir que esse cara realmente não é humano.

  • Dyson Daniels revela o que rolou na treta com Mitchell Robinson

    Dyson Daniels revela o que rolou na treta com Mitchell Robinson

    Mano, que vexame foi aquele jogo 6 dos Hawks, né? Perder por 51 pontos pros Knicks é de doer o coração de qualquer fã. Mas no meio daquela surra histórica (140-89, pra quem não viu), rolou uma treta que pelo menos trouxe um pouco de emoção pro jogo.

    Dyson Daniels, armador do Atlanta, e Mitchell Robinson, pivô do New York, se agarraram no segundo quarto e os dois acabaram expulsos. Agora o Daniels abriu o jogo sobre o que realmente aconteceu — e olha, a história é mais antiga do que parecia.

    A verdade por trás da confusão

    Segundo o próprio Daniels explicou, não foi uma coisa do momento. O cara vinha acumulando raiva do Robinson há jogos já. “Ao longo da série, teve várias cotoveladas. Ele tem esse jeito dele nos lances livres, onde ele coloca os cotovelos bem alto e me acertou umas duas ou três vezes durante a série. Então eu devolvi uma pra ele.”

    Cara, eu entendo o Daniels. Ficar levendo cotovelada calado é foda, principalmente quando seu time tá levando uma surra dessas. O problema é que quando você tá perdendo por 50 pontos, qualquer coisa que você faça vai parecer desespero.

    “Eu pensei que ia ser só um técnico e seguir o jogo”, continuou o armador. “Mas provavelmente durou tempo demais. Então eles nos expulsaram, e o fato de estarmos perdendo por 50 também deve ter pesado na decisão.”

    Lição aprendida (meio que…)

    O mais interessante é a honestidade do Daniels depois. “Foi uma jogada boba. Eu não deveria ter feito isso, mas também estava tentando me defender.” Gosto dessa sinceridade, sabe? Assumiu o erro mas também não baixou a cabeça.

    Sinceramente, eu acho que o cara fez certo em se posicionar. Óbvio que a hora não foi a melhor — quero dizer, seu time tava apanhando feio — mas deixar o adversário te atropelar a série inteira também não dá, né?

    E vocês, acham que o Daniels exagerou ou fez o que tinha que fazer? Porque olha, eu já vi muito jogador brasileiro apanhar calado em quadra e depois se arrepender. Às vezes é melhor mostrar que não é bobo, mesmo que tome uma técnica por isso.

    No fim das contas, os Hawks têm muito o que pensar pra próxima temporada. Perder por 51 pontos num jogo eliminatório não é brincadeira, e brigas internas assim mostram que o psicológico do time já tinha ido pro espaço mesmo. Mas pelo menos agora sabemos que tem gente ali que não baixa a cabeça fácil.

  • RJ Barrett faz história nos playoffs com arremesso absurdo em casa

    RJ Barrett faz história nos playoffs com arremesso absurdo em casa

    Gente, eu ainda não acredito no que vi na sexta à noite. RJ Barrett simplesmente entrou pra história dos playoffs da NBA com um arremesso que vai ser lembrado pra sempre em Toronto.

    A situação: overtime contra Cleveland, segundos finais, Scottie Barnes acha o RJ na linha de três. E aí que vem a magia — o cara solta uma bomba lá do meio da quadra que bateu na tabela de um jeito cinematográfico. A bola subiu, subiu, subiu… e quando desceu, já tinha passado mais de um segundo no relógio. Cleveland nem teve tempo de reagir.

    O menino de casa que deu certo

    O mais emocionante? Barrett jogando praticamente em casa. Ok, tecnicamente ele é de Mississauga, que é subúrbio de Toronto, mas vai por mim — é casa. Imagina a sensação de fazer ESSE arremesso na frente da torcida que te viu crescer?

    Lembro que há uns anos atrás o RJ era criticado pacas por não acertar de três. Todo mundo falava que ele precisava melhorar o arremesso de fora. Pois então, o moleque foi lá, ralou na academia, refinrou o chute… e olha só o resultado. Não foi milagre não, foi trabalho duro sendo recompensado na hora certa.

    A reação foi épica

    As redes sociais foram à loucura depois da cesta. Teve gente medindo os decibéis da arena (deve ter quebrado recorde), o Tyrese Haliburton balançando a cabeça tipo “que absurdo é esse”, e até montagem com trilha do Titanic. É sério, os canadenses enlouqueceram — e com razão.

    Sinceramente, eu não esperava que o RJ pudesse fazer algo tão icônico assim nos playoffs. O cara sempre foi talentoso, mas esse momento… cara, isso define uma carreira. Vocês acham que esse arremesso vai dar aquela confiança extra pro resto da série? Porque eu acho que Cleveland acabou de ver um monstro nascer.

  • Pistons fazem milagre e viram de 24 pontos na série contra Magic

    Pistons fazem milagre e viram de 24 pontos na série contra Magic

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Os Detroit Pistons acabaram de protagonizar uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA, e olha que eu já vi muita coisa nessa vida de fã.

    24 pontos de desvantagem. VINTE E QUATRO. No intervalo era 60-38 pro Orlando Magic, e no começo do terceiro quarto chegou a 62-38. Eu sinceramente já estava mudando de canal, achando que os Pistons iam ser eliminados em casa mesmo. Que burro eu fui.

    A noite mágica de Cade Cunningham

    Cade Cunningham simplesmente resolveu que não ia pra casa hoje. O cara marcou 32 pontos e liderou uma reação que vai entrar pros livros de história. E o mais absurdo? Os Magic erraram 23 arremessos CONSECUTIVOS. Vinte e três! Eu nunca vi uma sequência dessas na minha vida.

    Detroit fez uma corrida de 35-5, e Orlando terminou o segundo tempo convertendo apenas 4 de 37 tentativas de quadra. Onze por cento de aproveitamento! Segundo a ESPN, foi o pior aproveitamento de qualquer time em qualquer tempo desde 1997. É de chorar mesmo.

    “Detroit grit”, disse o Cade depois do jogo. “É isso que a gente fala o ano todo.” Cara, que personalidade esse moleque tem.

    Magic desperdiça chance histórica

    Olha, eu sinto pelo Magic, de verdade. Liderar por 24 pontos em casa, com a chance de fechar a série, e entregar desse jeito… deve doer demais. Desde 1996-97 que um time não perdia em casa depois de abrir 24 pontos de vantagem numa situação dessas.

    Paolo Banchero e Desmond Bane fizeram 17 cada, mas não foi suficiente. E sem o Franz Wagner machucado, fica difícil mesmo. Tobias Harris ajudou o Cade com 22 pontos numa noite que os Pistons simplesmente não quiseram morrer.

    “Quando as coisas desandam, as pessoas se separam. Esse grupo faz o oposto”, falou Duncan Robinson. E é isso aí — caráter se mostra na hora que aperta.

    Jogo 7 em Detroit com tudo em aberto

    Agora é Game 7 no domingo, em Detroit, com os Pistons favoritos por 9.5 pontos. Sinceramente? Depois dessa virada histórica, qualquer coisa pode acontecer. O momentum tá todo com Detroit.

    “Temos que fazer do jeito difícil”, disse o técnico Jamahl Mosley do Magic. E vocês, o que acham? Conseguem acreditar que os Magic ainda levam essa depois de uma entregada dessas?

    Uma coisa eu garanto: domingo vai ser jogaço. E depois do que vimos ontem, ninguém vai trocar de canal enquanto o jogo não acabar.