Tag: NBA Playoffs

  • Jokic assumiu toda culpa, mas Nuggets têm problemas maiores que o MVP

    Jokic assumiu toda culpa, mas Nuggets têm problemas maiores que o MVP

    Cara, que eliminação dolorosa pros Nuggets ontem. 110-98 pro Minnesota e tchau, playoff acabou. O que mais me chama atenção não são os 28 pontos do Jokic (quase um triple-double de novo), mas sim ele assumindo TODA a culpa da série.

    “Eu precisava jogar melhor e tenho que jogar melhor”, disse o sérvio se referindo aos primeiros três jogos contra os Wolves. Olha, eu entendo a postura de líder, mas será que é só isso mesmo?

    Rudy Gobert destruiu o ritmo do MVP

    A real é que o Gobert — quatro vezes melhor defensor da liga — simplesmente anulou o Jokic nos jogos 2, 3 e 4. Os números não mentem: 40%, 26.9% e 36.4% de aproveitamento de quadra. Pro cara que é tricampeão de MVP da temporada regular, isso é absurdo de ruim.

    E não para por aí. Jokic arremessou apenas 19.4% das bolas de três na série inteira. DEZENOVE VÍRGULA QUATRO PORCENTO! Pra um jogador do calibre dele, é estatística de pesadelo. Somando isso às 3.8 perdas de bola por jogo, fica difícil mesmo ganhar de um time organizado como Minnesota.

    Murray desapareceu quando mais precisava

    Mas sinceramente, eu acho injusto o Jokic carregar toda essa responsabilidade sozinho. Cadê o Jamal Murray nessa história? O cara que já foi herói em playoffs anteriores teve míseros 35.7% de aproveitamento na série. Trinta e cinco vírgula sete! Pro segundo cara mais importante do time, é inaceitável.

    No jogo 6, além do Jokic e do Cameron Johnson (que fez 27 pontos e cinco bolas de três), nenhum outro jogador passou dos 13 pontos. Como é que ganha playoff assim? O Christian Braun e o Tim Hardaway Jr. simplesmente sumiram quando o time mais precisava.

    Tá, o Aaron Gordon estava machucado (panturrilha) e perdeu três jogos, e o Peyton Watson ficou fora da série inteira com problema no posterior. Mas olha só: Minnesota jogou sem Anthony Edwards e Donte DiVincenzo em alguns momentos e mesmo assim dominou a série em casa.

    E o Jaden McDaniels? Monstro. Criticou a defesa dos Nuggets publicamente e depois meteu 32 pontos, 10 rebotes e duas roubadas de bola. Falou e fez, como tem que ser.

    A questão agora é: será que o Jokic vai ficar em Denver? Com extensão de contrato e opção de jogador em 2027 no ar, a franquia precisa mexer MUITO nesse elenco na offseason. Porque talento individual o time tem — o problema é que em playoff, todo mundo tem que aparecer.

    Vocês acham que só o Jokic jogando bem basta pra ser campeão? Eu tenho minhas dúvidas…

  • Murray desapareceu no pior momento: Nuggets fora dos playoffs

    Murray desapareceu no pior momento: Nuggets fora dos playoffs

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu. Os Denver Nuggets — que entraram na temporada como um dos favoritos ao título — acabaram de ser ELIMINADOS no primeiro round dos playoffs pelos Minnesota Timberwolves. Game 6, 110-98, e tchau Denver.

    Olha, eu esperava muita coisa dessa série, mas nunca imaginei que seria assim. Os Nuggets perderam pra um time do Minnesota que tava sem Anthony Edwards, sem Donte DiVincenzo, e ainda por cima sem Ayo Dosunmu no jogo decisivo. É de dar vergonha alheia mesmo.

    O pesadelo de Jamal Murray

    Se tem alguém que precisa olhar no espelho hoje, esse alguém é o Jamal Murray. O cara simplesmente desapareceu quando o time mais precisava dele. 12 pontos em 4 de 17 arremessos? Monstro, isso não é performance de jogador estrela não.

    E o pior: quem tava marcando ele? Jaden McDaniels. O mesmo cara que ficou provocando os Nuggets a série inteira, falando que a defesa de Denver era uma piada. McDaniels não só falou, como provou — 32 pontos e 10 rebotes, enquanto trancava Murray na penitentiary defensiva dele.

    Sinceramente, Murray construiu uma reputação de clutch player, de cara que aparece nos momentos grandes. Lembram das performances épicas dele nos playoffs passados? Pois é. Ontem à noite ele foi um fantasma. E quando você é a segunda estrela do time ao lado do Jokić, não pode desaparecer assim.

    Jokić fez a parte dele

    Agora, o sérvio monstro não pode ser culpado por nada disso. 28 pontos (11-19 dos arremessos), 9 rebotes e 10 assistências contra o Rudy Gobert. Cara, isso é triple-double na moral, jogando contra um dos melhores defensores da liga.

    Cam Johnson também apareceu — 27 pontos, mandando bomba de três. Mas quando só duas peças funcionam e o resto do time não consegue produzir, fica impossível ganhar de um Minnesota que tava jogando como se fosse vida ou morte.

    E aí, o que vocês acham? Murray consegue se recuperar dessa ou a pressão vai pesar na próxima temporada? Porque uma coisa eu sei: com Jokić no auge da carreira, desperdiçar uma temporada assim dói muito. Os Nuggets vão ter que repensar esse elenco no verão, porque só ter o melhor pivô do mundo não tá sendo suficiente.

    No final das contas, basketball é esporte coletivo, mas quando sua segunda estrela some nos momentos decisivos, não tem milagre que salve. Denver volta pra casa mais cedo, e a sensação é de oportunidade perdida.

  • Jokic manda a real após vexame dos Nuggets: ‘Estamos longe’

    Jokic manda a real após vexame dos Nuggets: ‘Estamos longe’

    Cara, que vexame foi esse dos Denver Nuggets ontem à noite? Perder por 110-98 pro Minnesota Timberwolves no jogo 6 e dar tchau pros playoffs na primeira rodada — sendo que eram os campeões de 2023, gente!

    O mais doloroso? Os Wolves estavam sem Anthony Edwards, Donte DiVincenzo, Ayo Dosunmu e Kyle Anderson. Ou seja, jogaram basicamente com os reservas e mesmo assim meteram 4-2 na série. Isso dói na alma de qualquer fã de basquete.

    McDaniels destruiu tudo

    Jaden McDaniels foi simplesmente monstro: 32 pontos e 10 rebotes, acertando 13 de 25 arremessos. O cara jogou 45 minutos e fez os Nuggets de brinquedo. Terrence Shannon Jr., que nem titular costuma ser, contribuiu com 24 pontos saindo do banco pra começar o jogo.

    Do lado do Denver, Jokic fez sua parte com 28 pontos e quase um triple-double (10 assistências e 9 rebotes), mas não adiantou nada. Cameron Johnson até tentou ajudar com 27 pontos, mas Jamal Murray? Rapaz, 12 pontos com 4/17 nos arremessos. Simplesmente sumiu quando mais precisava aparecer.

    A real dolorosa do MVP

    Depois da eliminação, perguntaram pro Jokic o quão longe o time está de brigar pelo título. A resposta foi cirúrgica e dolorosa:

    “Cara, nós acabamos de perder na primeira rodada, então acho que estamos muito longe”, disse o três vezes MVP.

    Olha, eu admiro a honestidade do sérvio, mas imagina o baque pra torcida? O time que foi campeão há apenas dois anos agora ouve isso do seu principal jogador. É de cortar o coração mesmo.

    Os números não mentem: Minnesota dominou completamente no garrafão (64-40 pontos na pintura) e nos rebotes (50-33). Murray terminou a série com míseros 35,6% nos arremessos de quadra e 26,1% nas bolas de três. Até o próprio Jokic sofreu além da conta do perímetro, acertando apenas 19,4% das tentativas de três pontos.

    E agora, Denver?

    Sinceramente acho que os Nuggets precisam de uma reformulação urgente no elenco. Não dá pra depender só do Jokic carregando piano nas costas — por mais genial que ele seja. Murray claramente não está no mesmo nível de 2023, e a defesa do time virou uma peneira.

    Enquanto isso, Minnesota segue voando pros playoffs pela terceira temporada consecutiva, mesmo com um monte de lesionados. Agora vão enfrentar o San Antonio Spurs nas semifinais do Oeste.

    Vocês acham que Denver consegue se reerguer na próxima temporada ou vai ser mais uma franquia que ganhou um título e depois entrou em decadência? A declaração do Jokic me deixou bem preocupado, não vou mentir.

  • Hawks levam surra histórica e são eliminados de forma vexatória

    Hawks levam surra histórica e são eliminados de forma vexatória

    Cara, eu vi muita coisa ruim na NBA, mas o que rolou no Jogo 6 entre Hawks e Knicks foi de outro nível. Os caras de Atlanta não só perderam — eles simplesmente desmontaram na frente de todo mundo. Foi 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! Alguém me explica como um time da NBA toma 51 pontos de diferença num jogo de eliminação?

    Olha, eu já esperava que os Knicks fossem bem em casa, mas isso aí foi humilhação pura. Desde o primeiro quarto dava pra ver que os Hawks estavam completamente perdidos. Parecia que estavam jogando com preguiça, sabe? Rotação atrasada, passe errado, e uma linguagem corporal que gritava “já era” antes mesmo do jogo acabar.

    OG Anunoby destruiu tudo

    O cara que mais castigou Atlanta foi o OG Anunoby. 29 pontos em apenas 27 minutos — sendo 26 só no primeiro tempo. Sinceramente, parecia que ele estava jogando contra molecada da escolinha. A defesa dos Hawks virou plateia, literalmente. E pra completar o show, Karl-Anthony Towns fez seu segundo triple-double da série: 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências.

    Enquanto isso, os Hawks erraram TUDO que podiam errar. Converteram apenas 12 de 39 arremessos no primeiro tempo e perderam 14 bolas nos primeiros dois quartos. Quando Anunoby fez dois lances livres e abriu 50 pontos de vantagem ainda no segundo quarto, eu já sabia que ia ser uma noite longa e dolorosa pra torcida de Atlanta.

    Dyson Daniels perdeu a linha

    Mas sabe o que mais me irritou? A expulsão ridícula do Dyson Daniels. O moleque conseguiu ser expulso numa briga boba com o Mitchell Robinson justamente quando o time mais precisava dele. 3 pontos em 15 minutos e -36 de aproveitamento. Cara, isso não é profissionalismo.

    Quando a coisa aperta, é hora de mostrar personalidade, não de brigar à toa. Os Hawks já estavam afundando e o Daniels resolveu dar o último empurrão. Aí fica difícil, né? Como você vai competir numa série de playoffs se seus próprios jogadores se eliminam sozinhos?

    E o Nickeil Alexander-Walker também fez a sua parte pra piorar tudo. Cinco erros de ataque em 29 minutos — cada um virando contra-ataque pros Knicks. Era pra ser o cara que organizaria o jogo, mas só aumentou a bagunça.

    Vocês acham que os Hawks conseguem se recuperar dessa humilhação na próxima temporada? Porque olha, tomar uma surra dessas em casa dos caras, num jogo decisivo, deixa marca. Especialmente quando você simplesmente desiste no meio do caminho.

    O que mais me incomoda é que Atlanta tem jogadores de qualidade. Mas quando chegou a hora da verdade, quando precisavam mostrar raça e personalidade, eles simplesmente entregaram os pontos. E aí não tem técnico que resolva — isso é questão de caráter mesmo.

  • McDaniels destrói os Nuggets e leva Wolves aos playoffs!

    McDaniels destrói os Nuggets e leva Wolves aos playoffs!

    Cara, que noite absurda do Jaden McDaniels! O cara simplesmente decidiu que ia carregar Minnesota nas costas e mandou 32 pontos e 10 rebotes na vitória por 110-98 sobre Denver no jogo 6. E o mais louco? Os Timberwolves estavam completamente desfalcados!

    Olha só a situação: Anthony Edwards, Donte DiVincenzo e Ayo Dosunmu todos machucados. Era pra ser o fim da linha pros Wolves, mas McDaniels falou “não hoje” e virou protagonista de uma das maiores zebras dos playoffs.

    O show de McDaniels nos dois lados da quadra

    Sinceramente, eu não esperava que o McDaniels conseguisse segurar o Jamal Murray desse jeito. O cara colou no canadense e não deu nem espaço pra respirar – Murray terminou com apenas 12 pontos em 4 de 17 arremessos. Isso é defesa de gente grande!

    E no ataque? Monstro total. McDaniels abraçou o papel de vilão da série (depois daquela cutucada chamando os Nuggets de “maus defensores”) e mostrou que não estava brincando. A cesta que matou o jogo foi uma obra de arte – um pull-up de média distância que entrou limpinho com 1:06 no relógio.

    Terrence Shannon Jr. surpreende na escalação

    Quem diria que Terrence Shannon Jr. ia ser peça-chave numa eliminatória contra o tricampeão MVP? O cara entrou no cinco inicial e mandou 24 pontos com uma velocidade que os Nuggets simplesmente não conseguiram acompanhar.

    A estratégia de jogar “grande” com Gobert, Randle e Naz Reid funcionou perfeitamente. 64-40 em pontos no garrafão e 50-33 em rebotes. Foi domínio total na pintura, exatamente onde Denver não queria ser batida.

    Jokic fez a parte dele, mas não foi suficiente

    Não dá pra falar mal do Jokic – 28 pontos, 10 assistências e 9 rebotes. Quase um triple-double numa eliminatória. Mas cara, quando seu segundo melhor jogador some do jogo (Murray com 12 pontos), fica difícil até pro MVP.

    O Rudy Gobert, tetracampeão de melhor defensor da liga, simplesmente não deu sossego pro sérvio no garrafão. Aqueles braços longos e a antecipação absurda do francês tornaram cada cesta uma batalha.

    Agora Minnesota vai pra San Antonio enfrentar os Spurs na segunda rodada. Vocês acham que os Wolves conseguem manter esse nível sem Edwards? Eu tô começando a acreditar nesse time – quando todo mundo escreve eles, eles aparecem com essas atuações monstruosas.

    Uma coisa é certa: McDaniels mostrou que pode ser o cara quando a pressão aperta. E olha que delícia ver DiVincenzo sorrindo no banco com o pé engessado, comemorando com os companheiros. Esse é o espírito que pode levar longe nos playoffs!

  • Mike Brown revela mudança no ataque que salvou os Knicks nos playoffs

    Mike Brown revela mudança no ataque que salvou os Knicks nos playoffs

    Cara, tem coisa mais bonita que um técnico reconhecendo que o adversário ajudou a melhorar seu time? Mike Brown fez exatamente isso depois de os Knicks atropelarem os Hawks por 3×2 nos playoffs, e olha — isso me fez refletir sobre como o basquete às vezes funciona de jeitos inesperados.

    “Os Hawks nos ajudaram a ficar melhores”, disse Brown após a vitória. E não foi só papo de vestiário, não. O cara estava sendo sincero mesmo.

    A reviravolta que ninguém esperava

    Pensa comigo: há algumas semanas, os Knicks estavam perdendo por 2×1 na série. Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns pareciam completamente perdidos no ataque. Eu mesmo tava começando a desacreditar. Era posse perdida atrás de posse perdida, aquele basquete feio que dói de assistir.

    Mas aí veio o Jogo 4. E tudo mudou.

    “Mudamos a forma como jogávamos no ataque e na defesa na metade da temporada, e mudamos de novo depois do Jogo 3”, explicou Brown. Translation: os caras tiveram que reinventar o time no meio dos playoffs. Que loucura é essa?

    Towns virou o protagonista que sempre deveria ter sido

    A mudança principal? Colocar o Towns no centro de tudo. E cara, funcionou de um jeito absurdo. O pivô fez seu primeiro triple-double nos playoffs no Jogo 4 (20 pontos, 10 rebotes, 10 assistências), depois repetiu a dose no Jogo 6 que fechou a série.

    “Eu só queria atender ao chamado”, disse Towns. Simples assim. Mas olha, não foi só sorte — o cara realmente assumiu a responsabilidade. No Jogo 6, mesmo acertando apenas 1 de 4 arremessos, ele distribuiu 10 assistências e pegou 11 rebotes. Isso é jogar para o time.

    O que mais me impressiona é como Brown conseguiu fazer essa transição no meio de uma série de playoffs. Imagina a pressão? “Cada posse foi uma batalha nos três primeiros jogos”, admitiu o técnico. “Tivemos que encontrar maneiras de colocar nossos caras em suas forças.”

    E agora, será que cola contra Boston ou Philadelphia?

    A pergunta que não quer calar: esse novo sistema vai funcionar contra Celtics ou 76ers nas semifinais? Sinceramente, acho que sim. Towns mostrou que pode ser tanto o cara dos pontos quanto o facilitador, e isso dá uma versatilidade danada para os Knicks.

    Brown deixou claro que não gosta de chamar toda jogada — prefere que os jogadores leiam onde está a vantagem rapidamente. É basquete moderno, fluido. E os Hawks, querendo ou não, forçaram essa evolução.

    “Atlanta nos forçou a encontrar uma maneira de fazer isso e nos sentimos bem com onde estamos agora”, finalizou o técnico. Às vezes a pressão realmente faz diamante, né? Os Knicks que o digam.

  • Denver perdeu a janela? Era Jokić pode estar chegando ao fim

    Denver perdeu a janela? Era Jokić pode estar chegando ao fim

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu com o Denver Nuggets. Eliminados na primeira rodada pelos Timberwolves — um time quebrado, machucado, longe do que era há dois anos. Como assim?

    O George Karl, ex-técnico dos Nuggets, postou uma parada que me fez pensar: “Janelas de título abrem e fecham mais rápido que nunca na NBA”. E olha, ele não tá errado não. O San Antonio saiu de uma segunda escolha do draft direto pra 62 vitórias. Faz oito anos que não temos um bicampeão. Mas com Denver, a história é mais complicada que isso.

    A janela que nunca abriu direito

    Sabe o que mais me incomoda? A janela do Denver não fechou cedo demais — ela abriu tarde demais. Lembra quando eles pegaram o Aaron Gordon em 2021? Por três semanas foram imparáveis. Aí o Murray rompeu o ligamento e pronto: dois anos de playoffs perdidos.

    A janela só abriu pra valer em 2023, quando ganharam o título. Mas pensa comigo: esse core já tinha seis anos juntos. Na NBA moderna, quantos grupos duram tanto assim? Eles já fizeram tudo que times contendores fazem quando ficam velhos: trocaram técnico, negociaram jogador importante (o Michael Porter Jr. saiu por questões financeiras, convenhamos), gastaram todas as escolhas de draft.

    O problema se chama dinheiro

    E aí que a coisa fica feia. O Jokić ganha o máximo, o Murray também. O Gordon tá começando uma extensão que vai levar ele de 16% do teto salarial pra 20% — justo quando o corpo dele tá começando a dar problema (lesões musculares aos 30 anos, galera). O Cam Johnson, que veio no lugar do Porter Jr., ainda custa mais de $23 milhões.

    Só esses caras já levam Denver quase ao segundo nível da taxa de luxo. E ainda tem que pagar o Peyton Watson, que finalmente despontou, e o Tim Hardaway Jr., que foi finalista a Sexto Homem do Ano. Como que faz?

    E agora, José?

    Sinceramente? Eu acho que Denver tá numa sinuca de bico. O Gordon tá com 30 anos e o corpo não ajuda mais. A defesa do Jokić (que nunca foi grande coisa) só vai piorar com a idade. E eles não têm praticamente nada pra trocar.

    O mais louco é que esse time parecia invencível quando saudável na temporada regular. Jokić disputou o MVP a temporada toda, Murray teve sua melhor temporada. Mas aí você perde pra um Minnesota sem suas principais peças de 2022…

    Vocês acham que ainda dá tempo do Denver arrumar a casa? Ou a era Jokić já era mesmo? Porque uma coisa eu sei: na NBA de hoje, janela de título é igual convite de casamento — se você não aproveitar na hora certa, depois não adianta chorar.

    A real é que Denver construiu um time perfeito… só que dois anos depois do que deveria. Agora tá todo mundo velho, caro e sem margem pra melhorar. É triste, mas é a vida na NBA moderna.

  • Jokic e McDaniels fazem as pazes após eliminação épica dos Nuggets

    Jokic e McDaniels fazem as pazes após eliminação épica dos Nuggets

    Olha, eu não sei vocês, mas essa cena do Jokic cumprimentando o McDaniels no final do jogo 6 me pegou desprevenido. Depois de toda aquela treta, com o garoto dos Wolves falando mal da defesa inteira dos Nuggets e colocando até o nome do sérvio na roda, eu realmente não esperava ver os dois se dando as mãos.

    Mas aconteceu. E de uma forma que só mostra a grandeza do Jokic como pessoa e competidor.

    McDaniels provou que não era só papo furado

    Sinceramente, quando o McDaniels soltou aquelas declarações depois do jogo 2, muita gente achou que ele estava se queimando à toa. Falar que os caras dos Nuggets não sabem defender? Com o atual MVP na equipe? Parecia loucura.

    Mas aí o moleque foi lá e fez 32 pontos e 10 rebotes no jogo decisivo. Trinta e dois pontos! E ainda por cima grudou no Jamal Murray de um jeito que o cara só conseguiu acertar 4 de 17 arremessos. Isso é colocar o dinheiro onde a boca está, como dizem os gringos.

    Eu tenho que admitir: McDaniels me surpreendeu. Com o Anthony Edwards machucado e o time todo zureta por lesão, ele assumiu a parada e carregou Minnesota nas costas. Isso é coisa de craque — e olha que ele nem é considerado uma estrela da liga.

    O fair play do Jokic impressiona (mas não deveria)

    Agora, sobre o Nikola… cara, que classe. Depois de ser eliminado pela segunda vez em três anos pelos mesmos caras, ainda conseguir cumprimentar o adversário que te provocou a série toda? Isso é grandeza pura.

    Vocês viram aquele momento no final do jogo 4 quando os dois quase se pegaram? Pois é, eu pensei que a rivalidade ia esquentar ainda mais. Mas não — o sérvio mostrou que é um competidor nato, mas também uma pessoa de caráter.

    E olha, eu acho que isso fala muito sobre a mentalidade dele. O Jokic sabe reconhecer quando o adversário jogou melhor, mesmo quando dói. Mesmo quando te eliminaram da sua casa, na frente da sua torcida, com um garoto que passou a série toda falando que vocês não sabem defender.

    Agora os Wolves vão enfrentar o Wembanyama e os Spurs na próxima fase. E aí, McDaniels? Vai ter coragem de falar que o franzão de 2,20m não sabe defender? (risos) Eu duvido muito. O Victor é um monstro defensivo, uma coisa absurda de se ver em quadra.

    Mas independente do que acontecer daqui pra frente, essa série entre Nuggets e Timberwolves já entrou pro meu top 5 de playoffs mais emocionantes dos últimos anos. Que jogaço, cara. Que jogaço.

  • Brunson vira apresentador de WWE após massacre nos Hawks

    Brunson vira apresentador de WWE após massacre nos Hawks

    Cara, tem dias que você sabe que vai ser especial desde cedo. E ontem foi um desses. Os Knicks massacraram os Hawks por 140-89 — sim, você leu certo, cinquenta e um pontos de diferença — e Jalen Brunson decidiu que não queria falar só de basquete.

    Quando um repórter perguntou sobre o Roman Reigns ter reconquistado o cinturão da WWE e reformado o The Bloodline, o cara literalmente se iluminou.

    “Olha, essas são as perguntas que eu quero responder”, brincou Brunson, depois de anotar 17 pontos e 8 assistências na vitória que fechou a série. “Tô muito empolgado. Eu tenho até um cumprimento especial com um dos nossos fisioterapeutas que a gente faz antes de todo jogo reconhecendo ele.”

    Wrestling é coisa séria no MSG

    E olha, não é de hoje que o Brunson é fanático por WWE. Lembram quando ele teve aquela treta épica com o Tyrese Haliburton ano passado? O maluco literalmente correu atrás do cara com uma cadeira de aço no Madison Square Garden durante uma confusão que misturou NBA com wrestling. Foi absolutamente surreal.

    Aquilo aconteceu durante a rixa entre LA Knight e Logan Paul, e sinceramente? Foi um dos momentos mais divertidos que já vi envolvendo jogador da NBA. Só no MSG mesmo pra rolar uma parada dessas.

    Do ringue pras finais

    Agora o Roman Reigns voltou ao topo depois de derrotar CM Punk na WrestleMania 42 — e cara, que combate foi aquele. O cara perdeu o cinturão pro Cody Rhodes depois de mais de 1.300 dias reinando, mas voltou com tudo e já reformou a família com os primos Jey e Jimmy Uso.

    E sabe o que é mais louco? Brunson quer fazer a mesma coisa que o “Tribal Chief” fez: dominar completamente. Só que em vez de um ringue, ele quer levar os Knicks ao topo da NBA pela primeira vez no século 21.

    Vocês acham que ele consegue canalizar essa energia do Roman Reigns pros playoffs? Porque depois de uma surra dessas nos Hawks, eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe mesmo. E se rolar, pode ter certeza que o Madison Square Garden vai explodir mais que qualquer WrestleMania.

  • 76ers fazem história contra Celtics e força jogo 7 aos 36 do Paul George

    76ers fazem história contra Celtics e força jogo 7 aos 36 do Paul George

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Os 76ers simplesmente destruíram os Celtics por 113-97 no jogo 6 e forçaram o jogo 7 numa série que parecia perdida quando estavam 3-1 atrás. Sinceramente? Não esperava isso nem no meu sonho mais louco.

    E olha só que dado absurdo: essa é a primeira vez na HISTÓRIA que os Sixers vencem múltiplos jogos contra Boston por pelo menos 13 pontos numa mesma série. Cara, eles não ganhavam dos Celtics por 13+ pontos nos playoffs desde 1982! Quarenta e dois anos atrás. Eu nem era nascido.

    47 anos depois, eles fizeram de novo

    Sabe quando foi a última vez que os 76ers forçaram um jogo 7 depois de estar perdendo por 3-1? 1979. Quarenta e sete anos atrás, contra o Spurs. Na época ainda tinha aquele lendário Julius Erving (o Doc) no time.

    Isso me faz pensar: quantas vezes a gente não viu times desistirem nessa situação? Mas esses caras simplesmente resolveram brigar até o final. Paul George aos 35 anos (falta dois dias pro aniversário dele) metendo 5 arremessos de 3 pontos e se tornando o Sixer mais velho a fazer isso nos playoffs.

    A defesa dos Sixers tá simplesmente monstruosa. Seguraram Boston em apenas 42% de aproveitamento nos arremessos – e olha que isso aconteceu nos últimos dois jogos consecutivos pela primeira vez em 57 anos! Cinquenta e sete!

    Aquele segundo quarto histórico

    O segundo período foi de outro planeta. 38 pontos dos 76ers – o maior segundo quarto deles nos playoffs desde 1967, quando fizeram 39 contra… advinha quem? Os próprios Celtics.

    Vocês acham que eles conseguem completar essa reviravolta épica no jogo 7 em Boston? Eu tô começando a acreditar, não vou mentir. Depois de ver Paul George jogando como se tivesse 25 anos e a defesa funcionando desse jeito…

    O que mais me impressiona é a mentalidade. Boston não perdia dois jogos seguidos nos playoffs desde 2017. E aí chegam esses 76ers “velhinhos” e fazem isso acontecer justamente quando mais precisavam.

    Sábado vai ser história pura. Um jogo 7 em Boston, com os Sixers tentando completar uma das maiores viradas da história recente da NBA. Eu já tô nervoso só de pensar.