Tag: NBA Playoffs

  • Wolves eliminam Nuggets sem Edwards e McDaniels vira herói

    Wolves eliminam Nuggets sem Edwards e McDaniels vira herói

    Olha, eu admito que não acreditava muito quando vi a escalação dos Timberwolves ontem. Edwards machucado, DiVincenzo fora, Dosunmu também no departamento médico… cara, parecia que ia dar ruim pro Minnesota. Mas que bofetada nos Nuggets! 110 a 98 no Jogo 6 e adeus Denver.

    E sabe quem salvou a pátria? Jaden McDaniels. O moleque simplesmente resolveu virar o Michael Jordan da noite pro dia. 32 pontos, 10 rebotes e ZERO turnovers. Zero! Enquanto ainda incomodava pra caramba na defesa. Sinceramente, não esperava essa explosão dele num momento tão decisivo.

    Um coletivo que funcionou na pressão

    O mais impressionante é como todo mundo apareceu quando precisava. Rudy Gobert fez o trabalho sujo com Jokić (10 pontos, 13 rebotes, 8 assistências), Julius Randle contribuiu com seus 18 pontos, e o destaque vai pro Terrence Shannon Jr. – 24 pontos saindo praticamente do banco!

    Shannon tinha jogado apenas 21 minutos em toda a série até então. Ontem? 34 minutos e sua primeira largada nos playoffs da carreira. É isso que eu chamo de aproveitar a oportunidade, monstro.

    O jogo foi pegado do início ao fim – nenhum time abriu duplo dígito até o último minuto. Aquele clima de playoff onde cada posse vale ouro, sabe?

    Jokić perdeu a cabeça de novo

    E o Jokić? Cara, o cara não consegue se controlar nos momentos decisivos. Já tinha levado multa por confusão no Jogo 4, e ontem arrumou outra briga com Jaylen Clark no último período. Começou com uma tela polêmica, Clark empurrou ele pelas costas, e aí virou aquela bagunça que a gente já conhece.

    No final, Jokić, Clark e Naz Reid levaram técnica. Mas convenhamos, isso só mostrou o desespero de Denver vendo a eliminação chegando.

    E agora? Spurs pela frente

    Olha, vencer os Spurs nas semis vai ser bem mais complicado, especialmente se o Edwards não voltar. Mas depois do que vi ontem, tô começando a acreditar nesse time dos Wolves. McDaniels mostrou que pode carregar o piano quando precisa, e o coletivo tá funcionando mesmo quebrado.

    Vocês acham que Minnesota consegue surpreender San Antonio também? Porque depois dessa performance, qualquer coisa é possível. O Oeste tá uma loucura total!

  • Jokic se envolveu numa briga feia contra os Wolves

    Jokic se envolveu numa briga feia contra os Wolves

    Cara, o Jokic não consegue ficar quieto quando a coisa esquenta, né? O sérvio se meteu numa confusão generalizada no último quarto do jogo de vida ou morte dos Nuggets contra os Timberwolves.

    A coisa começou “inocente” — se é que dá pra chamar assim. Jaylen Clark levou uma falta pessoal faltando 9:47 pro fim do jogo e, do nada, empurrou o MVP. Jokic não é de levar desaforo pra casa e empurrou de volta. Aí que a banda tocou mesmo.

    A confusão tomou conta da quadra

    Clark ainda puxou o Jokic enquanto caía, e aí você já sabe como é — quando um gigante de 2,11m tá no chão sendo puxado, todo mundo se mete. Naz Reid apareceu do nada e empurrou Jokic pelas costas. Sinceramente, não sei o que passa na cabeça desses caras às vezes.

    No final das contas, depois de muito empurra-empurra e os seguranças separando todo mundo, a arbitragem revisou tudo e deu técnica pros três: Jokic, Clark e Reid. O resultado? Um lance livre pro Denver. Uma mixaria considerando a confusão que foi.

    Momento decisivo da série

    Olha, eu entendo a tensão. Minnesota tá liderando a série por 3-2 e pode eliminar os Nuggets — os caras querem fechar em casa mesmo. E sem o Anthony Edwards em quadra, a pressão tá toda em cima do resto do elenco dos Wolves.

    Mas o Jokic… cara, esse sérvio é fogo! Não é a primeira vez que ele se mete numa dessas. Lembram da confusão com os Morris twins? O homem pode ser zen na maior parte do tempo, mas quando alguém mexe com ele, vira outra pessoa.

    E vocês, acham que essa confusão pode mexer com o psicológico dos dois times? Às vezes uma briga dessas acorda um time que tava meio morto no jogo.

  • Sixers atropelam os Celtics e forçam jogo 7 — mas Nurse não se empolga

    Sixers atropelam os Celtics e forçam jogo 7 — mas Nurse não se empolga

    Cara, o que foi aquilo no Xfinity Mobile Arena na quinta-feira? Os Philadelphia 76ers simplesmente destruíram os Boston Celtics por 106 a 93, forçando o jogo 7 dessa série dos playoffs. E olha, eu não esperava um domínio assim do Philly contra um dos favoritos do Leste.

    O mais impressionante? O técnico Nick Nurse não quis nem saber de comemoração. Quando perguntaram se esse foi o jogo mais completo da temporada, o cara foi direto ao ponto: “Isso não importa tanto assim. Vamos ter que realmente nos concentrar e nos preparar”.

    Maxey virou monstro no primeiro tempo

    Tyrese Maxey simplesmente resolveu jogar videogame na vida real. O garoto meteu 21 pontos só no primeiro tempo — 21! Em 21 minutos de quadra. Converteu todas as três tentativas de além do arco e ainda roubou duas bolas. Sinceramente, acho que nem ele acreditava no que estava acontecendo.

    Joel Embiid também fez a sua parte, começando forte com uma bandeja sofrendo falta e convertendo o lance livre adicional. Depois meteu uma bomba de três pontos quando Boston esboçou uma reação. No final das contas, terminou com um double-double sólido: 19 pontos e 10 rebotes.

    Paul George apareceu na hora certa

    E o Paul George? Mano, o veterano mostrou por que foi contratado justamente pra momentos como esse. Acertou uma bola de três no terceiro quarto que praticamente quebrou o jogo, fazendo 80 a 61. Terminou a noite com 23 pontos e foi fundamental pra segurar a vantagem.

    Kelly Oubre Jr. e VJ Edgecombe também deram suas contribuições importantes, com 14 pontos cada um. O time todo abraçou o momento — e olha que começaram essa pós-temporada como play-in, hein?

    Agora é TD Garden com tudo em jogo

    Maxey fechou a conta com 30 pontos em 40 minutos de quadra. Absurdo. Mas como o próprio Nurse falou, agora é esquecer tudo isso e focar no sábado. Porque jogar no TD Garden, com tudo em jogo, é completamente diferente.

    Vocês acham que os Sixers conseguem completar essa zebra histórica? Eliminar os Celtics em casa seria algo que ninguém esperava no começo dos playoffs. Mas depois de uma atuação dessas, qualquer coisa é possível.

    O jogo 7 está marcado e promete ser um jogaço. Boston em casa, Philly com a confiança lá em cima. Vai ser guerra total no TD Garden.

  • Tatum assusta em derrota pros Sixers: ‘Perna ficou meio dura’

    Tatum assusta em derrota pros Sixers: ‘Perna ficou meio dura’

    Cara, que susto foi esse ontem à noite! O Jayson Tatum simplesmente sumiu de quadra no terceiro quarto do jogo contra o Philadelphia 76ers, deixou todo mundo desesperado achando que tinha se machucado feio. E olha, não era pra menos — o cara é praticamente toda a esperança do Celtics nessa temporada.

    O que aconteceu foi o seguinte: Boston tinha tudo pra fechar a série em casa e garantir vaga nas finais da Conferência Leste. Mas os Sixers chegaram mandando bala e aplicaram uma surra de 106-93 que doeu até na alma. No meio disso tudo, Tatum desapareceu pro vestiário e voltou só pra ficar pedalando numa bicicleta ergométrica — imaginem o desespero da torcida vendo aquilo.

    A explicação que aliviou (um pouco) o coração

    Depois do jogo, Tatum finalmente explicou o que rolou: “Vocês provavelmente viram quando eu fui lá pra trás, me viram na bike. Minha perna ficou meio dura quando voltei no terceiro quarto.”

    Sinceramente? Ainda não sei se fico tranquilo com essa explicação. “Meio dura” pode ser desde uma cãibra besta até algo mais sério que ele não quer admitir. E convenhamos, com a série empatada agora, qualquer probleminha no Tatum vira uma tragédia pro Celtics.

    O mais preocupante é que ele mesmo admitiu que meio que desistiu do jogo: “Avaliando o momento, o jogo estava meio fora de alcance.” Mano, o Tatum falando que desistiu? Isso não é normal não.

    E agora, será que aguenta o jogo 7?

    Olha, eu tô tentando ser otimista aqui, mas confesso que fiquei meio preocupado. O cara é um monstro, já provou isso mil vezes, mas essas “pequenas” lesões às vezes viram problemas gigantes nos playoffs.

    E vocês, acham que é só cansaço mesmo ou tem algo mais sério rolando? Porque se o Tatum não estiver 100% pro jogo 7, pode esquecer — os Sixers vão passar por cima do Celtics sem dó nem piedade.

    O que mais me incomoda é ver um jogador do calibre dele tendo que ficar pedalando enquanto o time leva uma surra histórica em casa. Isso não deveria acontecer, principalmente numa situação dessas, com tudo em jogo.

    Agora é torcer pra que seja só um susto mesmo e que ele volte com tudo pro próximo jogo. Porque sem o Tatum 100%, as chances do Celtics chegarem nas finais da Leste diminuem drasticamente.

  • KAT iguala marca histórica do Wilt e entra na lista dos gigantes

    KAT iguala marca histórica do Wilt e entra na lista dos gigantes

    Gente, o que aconteceu ontem em Atlanta foi simplesmente surreal. Os Knicks meteram uma sapatada histórica nos Hawks: 140 a 89. Isso mesmo que você leu. E o Karl-Anthony Towns? Cara, o cara fez história no meio dessa pancadaria toda.

    Olha, eu já vi muito jogo de playoffs na minha vida, mas 83 a 36 no intervalo? Isso é a maior vantagem de primeiro tempo na história dos playoffs da NBA. Os torcedores do Hawks começaram a sair do ginásio no segundo quarto — imagina a humilhação.

    KAT vira lenda ao lado do Wilt

    Mas vamos ao que realmente importa aqui: Towns fez um triple-double (12 pontos, 11 rebotes, 10 assistências) e entrou para um grupo muito seleto. Agora ele é apenas o segundo pivô de 2,13m ou mais na história a conseguir múltiplos triple-doubles nos playoffs. O outro? Ninguém menos que Wilt Chamberlain.

    Sinceramente, não esperava ver KAT nessa lista tão cedo. O cara sempre foi conhecido pelos pontos, mas essas 10 assistências mostram uma evolução no jogo dele que tá sendo absurda de acompanhar. E contra o Hawks, que tem uma defesa decente, fazer isso é ainda mais impressionante.

    Knicks responderam às críticas

    A real é que os Knicks vinham tomando pau dos próprios torcedores nesta série. Estavam perdendo de 2-1 pros Hawks — imagina a pressão. Towns mesmo admitiu que entende a frustração da torcida: “É compreensível, os fãs não sabiam qual versão de nós eles veriam, especialmente depois que não jogamos nosso melhor basquete nesta série.”

    E ele não tá errado não. Quando você vê um time com esse potencial jogando abaixo, dá uma raiva mesmo. Mas ontem foi diferente — foi aquela noite em que tudo encaixa perfeitamente.

    “Para nós, fazer uma declaração sobre quem podemos ser quando estamos funcionando em todos os cilindros, é ótimo termos esse tipo de gravação para olhar para trás e ver quando estamos jogando nosso melhor”, disse Towns após o jogo.

    Agora vem o teste real: conseguir essa consistência contra adversários mais duros. Os Knicks vão enfrentar o vencedor de Celtics x 76ers, que forçaram um jogo 7 depois da vitória da Filadélfia ontem. E aí, vocês acham que esse KAT “distribuidor” consegue manter esse nível contra Boston ou Philly?

  • Brown passa lenda dos Celtics mas time perde chance de fechar série

    Brown passa lenda dos Celtics mas time perde chance de fechar série

    Olha, noite de sentimentos mistos pro Jaylen Brown ontem. O cara conseguiu fazer história individual, mas viu o time desperdiçar uma chance de ouro de fechar a série contra o Philadelphia 76ers.

    Em 28 minutos de quadra, Brown anotou 18 pontos com aproveitamento ok (7/17 dos dois, 2/6 do perímetro). E foi justamente nos arremessos de três que ele fez história — com essas duas bombas convertidas, o ala passou nada menos que Paul Pierce na lista dos maiores arremessadores de três da história dos playoffs da NBA. Agora ele ocupa a 15ª posição all-time. Monstro!

    Mas a noite não sorriu pros Celtics

    Por outro lado, que oportunidade perdida, cara. Boston tinha tudo pra fechar a série fora de casa e partir pro próximo round, mas os Sixers mostraram por que casa é casa. Vitória por 106 a 93 e agora temos jogo 7 pela frente.

    A coisa começou até bem pros visitantes — liderando 23 a 20 no primeiro quarto. Mas aí o bicho pegou. Philadelphia simplesmente dominou os dois quartos seguintes, fazendo 62 a 40 nos períodos. Sinceramente, quando vi esse parcial já deu pra sentir que a coisa ia ficar feia pros Celtics.

    O que mais me chamou atenção? A diferença nos lances livres e na movimentação de bola. Os Sixers acertaram 17 de 19 tentativas da linha (absurdo!) e distribuíram 22 assistências. Já Boston converteu apenas 9 de 17 dos lances livres e teve 18 passes pra cesta. Esses detalhes fazem toda diferença em playoffs, né não?

    Tatum tentou ajudar

    Jayson Tatum fez sua parte com 17 pontos e 11 rebotes — mais um double-double do astro. Payton Pritchard colaborou com 14 pontos saindo do banco (esse cara é peça importante!), e Derrick White completou com 11 pontos mais três roubos de bola.

    Agora é jogo 7 em casa. Vocês acham que os Celtics conseguem se recuperar dessa decepção e fechar em Boston? Porque olha, desperdiçar uma chance dessas pode pesar psicologicamente. Mas se tem algo que aprendi vendo NBA é que jogo 7 em casa tem um peso diferente. Vamos ver se o Garden vai fazer a diferença.

  • Knicks fazem massacre histórico e Mike Brown explica a conexão absurda

    Knicks fazem massacre histórico e Mike Brown explica a conexão absurda

    Cara, eu assisti esse jogo dos Knicks contra o Hawks ontem e ainda tô processando o que aconteceu. 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! E olha, Mike Brown não tá exagerando quando fala que a conexão do time dele tá ‘off the charts’ — traduzindo pro português claro: fora de série mesmo.

    “É difícil replicar, duplicar, como vocês quiserem falar”, disse o técnico dos Knicks após a classificação. “A conexão dos nossos caras agora tá fora da realidade. Quando você entra nos detalhes e se conecta assim com um grupo tão talentoso e versátil quanto esse, você tem a chance de fazer isso.”

    O massacre que entrou pra história

    Gente, vamos falar sobre os números porque eles são simplesmente absurdos. Depois de estar perdendo por 12 a 11 no início — tipo, um placar normal de basquete — os Knicks resolveram partir pra cima e fizeram uma sequência de 61 a 10. Sessenta e um a dez, mano!

    No intervalo já era 83 a 36, quebrou o recorde da NBA de maior vantagem no primeiro tempo dos playoffs. O recorde anterior era do Sixers em 2017, com 41 pontos de diferença. Os Knicks foram lá e fizeram 47.

    E não foi sorte não. O time acertou 59% dos arremessos, cravou 13 bolas de três e distribuiu 33 assistências com apenas 9 erros de ataque. Quinze jogadores entraram em quadra porque o jogo virou passeio — seis caras do banco chegaram aos dois dígitos.

    Anunoby e Bridges viraram monstros

    OG Anunoby foi o cestinha com 29 pontos, acertando 11 de 14 arremessos. Mas olha só que eficiência absurda: Mikal Bridges fez 24 pontos convertendo 12 de 14 tentativas. Doze de quatorze! É o tipo de aproveitamento que você vê no 2K no modo fácil.

    Brunson e Karl-Anthony Towns começaram bem, mas o jogo acabou antes do intervalo mesmo. Passaram o segundo tempo curtindo da lateral, merecido demais.

    Sinceramente, eu não esperava uma surra dessas proporções. Os Hawks são um time decente, mas os Knicks simplesmente decidiram jogar basquete perfeito por 48 minutos. Agora vão encarar o vencedor de Sixers e Celtics — Philly ganhou o jogo 6 ontem também, então vai ter jogo 7 em Boston.

    E aí, vocês acham que essa conexão que o Mike Brown falou vai sustentar contra times mais cascudos? Porque se for assim, os Knicks podem ir longe mesmo nestes playoffs.

  • Reaves volta com arrepios e salva os Lakers no playoffs

    Reaves volta com arrepios e salva os Lakers no playoffs

    Cara, que volta foi essa do Austin Reaves! O cara ficou quatro semanas fora com uma lesão no oblíquo — daquelas chatas que demoram pra curar — e voltou justamente no Game 5 contra o Houston. E não voltou qualquer jeito não, voltou jogando pra caramba.

    “Quando eu entrei em quadra hoje à noite, pela primeira vez em muito tempo, senti aqueles arrepios com a atmosfera, a torcida”, disse o Reaves depois da partida. Olha, eu entendo perfeitamente o sentimento dele. Ficar longe do que você ama por um mês e depois ser jogado direto no fogo dos playoffs? Deve ser uma mistura de nervosismo e adrenalina absurda.

    O retorno que ninguém esperava

    Sinceramente, ninguém esperava que ele voltasse tão cedo. Lesão de oblíquo grau 2 normalmente demora de 4 a 6 semanas pra curar, e o Reaves voltou antes do prazo. Os Lakers nem contavam com ele na primeira rodada dos playoffs, mas o moleque se matou de treinar e fazer tratamento por Los Angeles inteira.

    “Foi uma luta”, admitiu o próprio jogador. “Eu corri por toda Los Angeles fazendo tudo que era possível pra voltar pra esse momento.” E funcionou. O cara entrou, acertou arremessos, sofreu faltas e trouxe aquela energia de cachorro raivoso que faz toda a diferença nos playoffs.

    Quando o amor pelo jogo fala mais alto

    O que mais me impressiona no Reaves não são só os números — é a paixão mesmo. “Eu amo jogar basquete. É meu lugar feliz”, disse ele. Cara, isso é coisa de quem realmente nasceu pra isso. Lembra do Huertas falando que a quadra era sua casa? Mesma energia.

    Infelizmente os Lakers perderam o Game 5 mesmo com a volta do Reaves, mas agora eles têm uma arma a mais pro Game 6. E olha, se eles conseguirem eliminar esses Rockets teimosos, vai ser muito por causa dessa volta heroica.

    Vocês acham que o Reaves consegue manter esse nível no jogo decisivo? Eu acho que sim. O cara que se mata pra voltar antes do tempo e ainda joga bem no primeiro jogo de volta tem mentalidade de campeão.

  • Hawks sem Trae: o futuro promissor que ninguém esperava

    Hawks sem Trae: o futuro promissor que ninguém esperava

    Olha, eu confesso que não esperava isso dos Hawks. Durante sete temporadas inteiras, Atlanta foi refém do estilo do Trae Young — e não me entendam mal, o cara é craque, mas limitava demais o sistema. Era pick-and-roll todo santo jogo, defesa que não existia e uma movimentação de bola que deixava qualquer purista do basquete de cabelo em pé.

    Aí veio a lesão do Trae no começo da temporada e… cara, foi como se alguém tivesse aberto todas as janelas de uma casa que estava há anos fechada.

    A transformação que ninguém viu vindo

    Os números não mentem: os Hawks saltaram pro 9º lugar em passes por jogo e — segurem-se na cadeira — chegaram ao top 10 defensivo da liga. DÉCIMO! Um time que nas últimas quatro temporadas com Trae ficou em 22º, 25º, 29º e 30º colocado em defesa.

    E olha que mudança de identidade: eles viraram um time de transição puro. Só os Clippers eram mais eficientes no contra-ataque, e pouquíssimos times corriam mais que Atlanta. Era lindo de ver, sinceramente.

    Tanto que quando a oportunidade apareceu, eles não pensaram duas vezes e trocaram o Young pro Washington. Foi all-in nessa nova filosofia.

    Aí chegaram os playoffs…

    E foi aí que a coisa desandou feio contra os Knicks. Mano, que vexame. No jogo 6 que encerrou a temporada, eles estavam perdendo por 47 pontos no intervalo. QUARENTA E SETE! Fizeram só 36 pontos nos primeiros 24 minutos.

    O que aconteceu? Simples: os Knicks são o tipo de time que mata qualquer tentativa de jogo rápido. Eles não perdem bola, reboteiam ofensivamente como uns monstros e ainda por cima tinham o OG Anunoby pra neutralizar qualquer tentativa de infiltração.

    O Dyson Daniels virou praticamente um fantasma — New York simplesmente não marcava ele no perímetro, forçando Atlanta a jogar 4×5 no ataque. O Jalen Johnson, na sua primeira série de playoffs como titular, não conseguiu criar nada contra o Josh Hart.

    Mas e agora? Por que ainda acredito neles

    Olha, eu sei que essa eliminação foi feia. Mas vocês sabem o que eu acho? Esse Hawks tem potencial absurdo pra crescer. Eles descobriram uma identidade própria, algo que nunca tiveram com Trae.

    O Johnson ainda é jovem e vai aprender com essa experiência. O Okongwu está evoluindo como um center moderno. E agora, com uma eliminação precoce dessas, eles vão ter uma posição boa no draft.

    CJ McCollum mostrou que ainda tem lenha pra queimar — foram 55 pontos dele nos jogos 2 e 3, destruindo o Brunson na defesa. Imaginem se eles conseguem mais uma peça ofensiva no draft ou numa troca?

    Sinceramente, prefiro um Hawks com identidade própria que perdeu feio pros Knicks do que aquele time refém do pick-and-roll eterno. Às vezes você precisa dar um passo pra trás pra dar dois pra frente.

    E aí, o que vocês acham? Atlanta fez certo em trocar o Trae ou foi precipitação demais?

  • Lakers podem virar chacota histórica? Houston força jogo 6!

    Lakers podem virar chacota histórica? Houston força jogo 6!

    Cara, eu tô passando mal aqui. Os Lakers estavam 3-0 na série contra o Houston e agora tão 3-2, com o jogo 6 no Texas. Vocês conseguem acreditar nisso?

    Olha, na NBA, times que abrem 3-0 têm um histórico de 159-0. ZERO derrotas. Apenas quatro equipes na história conseguiram forçar um jogo 7. E agora os Lakers estão correndo o risco de virar piada eterna.

    Houston cresceu de forma absurda

    O que mais me impressiona é como esses meninos do Houston se encontraram no meio da série. Lembra que eles estão sem o Kevin Durant praticamente a série toda? Sem o Fred VanVleet e o Steven Adams também? Mas cara, parece que isso até motivou mais o grupo.

    “Nós somos obviamente o melhor time”, disse o Jabari Smith Jr. depois do jogo 5. A confiança desses garotos tá nas alturas, e sinceramente, eu tô começando a acreditar também.

    O Alperen Sengun tá jogando um basquete lindo de se ver. 14 pontos, 9 rebotes e 8 assistências no jogo 5. O cara entendeu que não precisa forçar, só distribuir o jogo e encontrar os companheiros livres. Resultado? Todos os titulares do Houston terminaram com dois dígitos.

    Lakers parecem velhos demais

    Do outro lado, mano, que tristeza ver os Lakers assim. Nos primeiros 10 quartos da série eles pareciam ter aquele gás extra dos veteranos experientes. Marcus Smart e Luke Kennard acertando tudo, defesa pressionando…

    Mas nos últimos 10 quartos? Cara, eles parecem simplesmente velhos e lentos. Mesmo com a volta do Austin Reaves (que fez 22 pontos saindo do banco), o time não consegue sustentar o ritmo.

    O LeBron ainda tá tentando carregar esse time nas costas, mas aos 42 anos (se é que ele tem 42 mesmo, né?), até o King tem limites. E o JJ Redick tá tentando justificar dizendo que é só falta de arremesso, que perderam apenas 99-92 em casa.

    “Esperamos que 99 pontos seja suficiente para ganhar, mas simplesmente não conseguimos acertar os chutes”, disse o técnico. Mas olha, eu acho que o problema é mais profundo que isso.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem se recuperar no jogo 6? Ou vamos ver uma das maiores zebras da história dos playoffs? Porque sinceramente, se eles perderem essa série, vai entrar para a história pelos motivos errados.

    Uma coisa é certa: Houston tá jogando sem pressão nenhuma, e isso é perigoso. Time jovem, em casa, com a torcida empurrando… Os Lakers que se cuidem, porque o Sexto Homem aqui tá começando a acreditar no impossível.