Tag: NCAA

  • Calipari babando no contrato milionário do seu pupilo com a Reebok

    Calipari babando no contrato milionário do seu pupilo com a Reebok

    Gente, o John Calipari tá literalmente orgulhoso que nem pai de primeira viagem. E tem motivo pra isso — o Darius Acuff Jr., estrela do Arkansas dele, acabou de fechar um contrato de tênis assinatura com a Reebok. Não é qualquer NIL deal não, é tênis COM O NOME DELE na caixa.

    O mais louco? O garoto ainda nem foi draftado pra NBA e já tem tênis próprio. Isso é absolutamente surreal quando a gente para pra pensar.

    “Eu tenho uns 10 caras com tênis assinatura”

    No Pat McAfee Show, Calipari não conseguiu disfarçar a empolgação. “Ter um tênis assinatura com o AI, que eu treinei quando estávamos na Filadélfia. E eu amo ele. Nós mantivemos contato”, falou o treinador, se referindo ao Allen Iverson — que agora faz parte da Reebok também.

    E aí o cara soltou uma que me deixou de queixo caído: “Eu tenho uns 10 caras com tênis assinatura. E, sabe, eu tenho todos eles no meu escritório. Temos 13 all-stars, dois MVPs, 6 bilhões de dólares em salários”.

    Cara, 6 BILHÕES. Seis bilhões de dólares só dos ex-pupilos dele. O Calipari não é só treinador, é uma fábrica de estrelas da NBA.

    Acuff Jr. é diferenciado mesmo

    Olha, eu acompanho NCAA há anos e posso falar: o que esse garoto fez na temporada foi absurdo. Darius Acuff Jr. se tornou apenas o segundo calouro em 13 anos a ganhar o prêmio de Jogador do Ano da SEC. Treze anos, gente!

    Os números falam por si só — 23.3 pontos, 6.5 assistências e 3.1 rebotes por jogo na temporada regular. Mas nos playoffs? O monstro subiu outro patamar: 30.2 pontos de média entre o torneio da SEC e o March Madness.

    Sinceramente, eu não esperava que ele fosse TÃO dominante logo de cara. Detroit produziu uma joia mesmo.

    Reebok investindo pesado no basquete

    A estratégia da Reebok tá bem clara — eles querem brigar de igual pra igual com Nike e Jordan Brand no basquete. Desde que trouxeram o Shaq e o Allen Iverson em 2023, a marca não para de assinar com estrelas.

    A Angel Reese já lançou o tênis dela em setembro passado, e agora vem o Acuff Jr. Somando com Nate Ament (que tá arrebentando no Tennessee), Matas Buzelis e outros, a Reebok tá montando um time pesado.

    Vocês acham que essa estratégia vai dar certo? Porque olha, concorrer com a Nike no basquete não é brincadeira não. Mas se continuar apostando em talentos como o Acuff Jr., quem sabe a gente não vê uma reviravolta interessante no mercado de tênis de basquete nos próximos anos.

  • March Madness bombando: Iowa e Texas salvaram o torneio da chatice

    March Madness bombando: Iowa e Texas salvaram o torneio da chatice

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: esse March Madness de 2026 estava quase virando uma sinfonia de favoritos. Quase. Por sorte, Iowa (cabeça 9) e Texas (cabeça 11) resolveram bagunçar a festa e dar aquela temperoada que a gente tanto ama nessa competição maluca.

    O que aconteceu foi basicamente isso: apenas dois times ranqueados entre 1 e 3 caíram no primeiro fim de semana. Isso mesmo, só dois! Iowa derrubou nada menos que a Florida (cabeça 1), e Texas meteu uma pancada épica no Gonzaga (cabeça 3). Ambos na segunda rodada, claro — porque não dá pra ser fácil.

    A real sobre os azarões

    Mano, só quatro times de duas dígitas ganharam na primeira rodada. Quatro! High Point (12), Texas e VCU (ambos 11) e Texas A&M (10). Eu esperava mais confusão, mas pelo visto o pessoal tava mesmo com fome de manter as coisas nos trilhos.

    Agora vem a parte gostosa: será que rola mais zebra no Sweet 16? Iowa tem tudo pra continuar sonhando quando enfrentar Nebraska (cabeça 4) — e olha que já ganharam deles uma vez na temporada. Já o Texas… cara, vai pegar Purdue (cabeça 2) que tá numa sequência de 10 vitórias seguidas. Monstro demais.

    Quando rola a próxima rodada

    A programação tá dividida em dois dias e, sinceramente, vai ser difícil escolher qual jogo assistir:

    Quinta-feira, 26 de março: Texas vs Purdue às 20h10 (CBS), Iowa vs Nebraska às 20h30 (TBS), Arkansas vs Arizona às 22h45 (CBS), e Illinois vs Houston às 23h05 (TBS).

    Sexta-feira, 27 de março: St. John’s vs Duke às 20h10 (CBS), Alabama vs Michigan às 20h35 (TBS), Michigan State vs UConn às 22h45 (CBS), e Tennessee vs Iowa State às 23h10 (TBS).

    Vocês acham que Duke aguenta a pressão contra St. John’s? Porque, olha, os caras do Red Storm não tão aí pra brincadeira não. E Michigan State contra UConn? Esse vai ser jogaço, pode anotar.

    Como assistir essa loucura

    Os jogos vão passar na CBS, TBS e truTV. Se você tem TV por assinatura, beleza. Se não, dá pra usar Fubo (pra CBS) ou Sling TV (pra TBS/truTV) — ambos têm trial grátis, então aproveita.

    Na minha visão, Iowa pode surpreender mais uma vez. O time tá jogando sem pressão nenhuma, e isso é perigoso pra caramba no March Madness. Já Texas… olha, contra Purdue vai ser osso, mas futebol americano universitário já nos ensinou que qualquer coisa pode acontecer nesses playoffs malucos.

    O bracket tá tomando forma: East e South se encontram numa semifinal, West e Midwest na outra. Duke, UConn, Arizona, Purdue… tem nome pesado ainda, mas também tem umas pedras no caminho que podem fazer a diferença.

  • Calouro de 19 anos faz história com contrato de tênis na NCAA

    Calouro de 19 anos faz história com contrato de tênis na NCAA

    Gente, vocês viram essa loucura? Darius Acuff Jr., um calouro de 19 anos do Arkansas, acabou de fazer história no basquete universitário americano. O moleque assinou o primeiro contrato de tênis assinatura da história da NCAA masculina com uma marca americana grande — nada menos que a Reebok.

    Sinceramente, quando li isso quase não acreditei. A gente tá falando de um cara que ainda tá na faculdade fazendo o que nenhum outro jogador conseguiu antes. E olha só a ironia: ele também é o primeiro atleta masculino da Reebok a ter tênis assinatura desde o John Wall. Monstro!

    Os números são de outro planeta

    Mas peraí que a história fica mais absurda. O Acuff foi eleito o Jogador do Ano da SEC (uma das conferências mais fortes do país) liderando tanto em pontos quanto em assistências por jogo. Sabem quando foi a última vez que alguém fez isso? 1969-70, com nada menos que Pete Maravich — uma lenda absoluta do basquete.

    E no March Madness então? O garoto tá simplesmente destruindo todo mundo. Em apenas dois jogos de torneio NCAA, ele já fez 60 pontos. Pra vocês terem ideia do que isso significa: ele bateu o recorde de Pat Riley (sim, o técnico do Miami Heat) para mais pontos de um jogador da SEC nos dois primeiros jogos de torneio da carreira.

    Os analistas já botaram ele como oitava escolha no draft de 2026. Com 19 anos. É muita maluquice.

    Comparações históricas que dão arrepio

    Aqui vem a parte que me deixou de queixo caído: Acuff é apenas o segundo jogador em 50 anos a fazer média de 30 pontos e 5 assistências nos dois primeiros jogos de March Madness. O outro? Billy Donovan — que depois virou técnico campeão da NBA.

    E mais: ele é só o segundo calouro desde 1973 a ter dois jogos consecutivos de torneio com pelo menos 20 pontos e 5 assistências. O anterior foi Chris Paul em 2004 (e a gente sabe como o CP3 se tornou).

    O Arkansas chegou no Sweet 16 basicamente nas costas desse menino. E agora todo mundo já tá projetando ele como uma das primeiras escolhas do draft quando ele resolver pular pra NBA.

    Olha, eu acompanho basquete universitário há anos e nunca vi nada igual. Vocês acham que ele consegue manter esse nível insano até o final do torneio? Porque se conseguir, a gente pode estar vendo o nascimento de uma nova estrela mundial do basquete.

  • Holloway do Alabama nega acusações de tráfico de maconha

    Holloway do Alabama nega acusações de tráfico de maconha

    Olha, quando você acha que já viu de tudo no basquete universitário americano, aparece uma bomba dessas. Aden Holloway, armador do Alabama e um dos principais jogadores do time, está envolvido numa parada bem séria: foi preso por posse de mais de dois quilos de maconha em sua residência em Tuscaloosa.

    E não é que o cara está negando tudo? O advogado do Holloway, Jason Neff, entrou na justiça no dia 23 de março contestando “cada uma das alegações materiais” feitas pela polícia. Basicamente, estão dizendo que é tudo balela e exigindo que provem cada acusação.

    A situação está feia

    Sinceramente, a parada está complicada pro garoto. Além da acusação de posse de maconha em primeiro grau (que ainda é crime no Alabama para uso recreativo), ele também foi acusado de não ter o selo de imposto necessário. É aquelas leis americanas meio malucas, mas que existem.

    O mais pesado? Segundo os documentos do tribunal que o pessoal do Tuscaloosa News conseguiu, a força-tarefa antidrogas teria visto “transações de drogas no telefone do Holloway, com pessoas mandando mensagem dizendo que iam se encontrar com ele depois da temporada”. Cara, se isso for verdade, não é só posse não — é distribuição mesmo.

    Durante o interrogatório, Holloway disse que conseguiu a maconha de “alguém de fora da cidade” e que “só fuma”, alegando ter apenas “um quarto de libra”. Só que a polícia encontrou muito mais que isso, e ainda por cima em embalagens separadas — desde sacos plásticos até pacotes lacrados a vácuo. Isso aí não tem cara de uso pessoal não, galera.

    O que isso significa pro Alabama?

    O moleque estava tendo uma temporada monstro: 16.8 pontos, 3.8 assistências e 2.8 rebotes por jogo. É o tipo de jogador que faz diferença no March Madness, aqueles caras que podem levar um time longe na loucura de março.

    Mas agora? Suspenso de todas as atividades do time e já perdeu os dois primeiros jogos do torneio NCAA de 2026. O Alabama, que é cabeça de chave número 4, vai ter que se virar sem ele — e olha que eles têm um jogo pesadíssimo contra Michigan pela região do Meio-Oeste no Sweet 16.

    A audiência preliminar está marcada para 14 de abril, e o futuro do cara no programa vai ser decidido pelo escritório de conduta estudantil da universidade. Vocês acham que ele volta a jogar ainda nesta temporada? Na minha opinião, difícil. Essas universidades americanas não brincam em serviço quando o assunto é drogas.

    É uma pena ver um talento desses se complicar dessa forma. O garoto é de Charlotte, Carolina do Norte, e tinha tudo pra fazer bonito no basquete universitário. Agora vai ter que provar sua inocência na justiça antes de pensar em voltar às quadras.

  • Lauren Betts faz 35 pontos no último jogo em casa e emociona

    Lauren Betts faz 35 pontos no último jogo em casa e emociona

    Cara, que noitaça da Lauren Betts! A pivô da UCLA simplesmente decidiu que não ia sair de casa perdendo, marcou 35 pontos (recorde pessoal) e ainda deixou todo mundo emocionado no Pauley Pavilion. Quinze de 19 nos arremessos — isso é quase 80% de aproveitamento, gente!

    O que mais me impressionou não foram só os números absurdos dela. Foram as palavras depois do jogo. “Essa comunidade me recebeu de braços abertos desde que transferi pra cá”, disse ela, claramente emocionada. “Os fãs me apoiaram em toda minha jornada. Nos meus desafios mentais, no basquete e em tudo… Ver todas aquelas pessoas acenando pra gente no final foi muito especial.”

    Olha, não vou mentir: me arrepiei aqui. Você vê que não é só sobre basquete, né? É sobre pertencimento, sobre encontrar seu lugar no mundo.

    Dominância total das Bruins

    O jogo em si foi uma aula de como se despedir em grande estilo. UCLA (33-1 na temporada — esse recorde é de outro planeta) abriu 9 a 0 e nunca mais largou o osso. Chegaram a ter 25 pontos de vantagem no primeiro tempo contra Oklahoma State.

    Lauren foi simplesmente monstruosa: 35 pontos, 9 rebotes, 5 assistências. E o mais bonito? Quando fez os 35 pontos com uma bandeja a 1:02 do fim, saiu de quadra ovacionada de pé. Que momento, hein?

    “É muito legal, não posso negar. É realmente muito legal”, ela disse sobre o recorde. “Mas sinto que os pontos não significam nada pra mim. Eu só quero ganhar jogos com esse time.”

    Família UCLA

    E teve um momento que me pegou de jeito: a irmã dela, Sienna Betts (que também joga na UCLA como caloura), falando sobre ver a irmã mais velha se despedir assim. “Estou muito feliz que ela conseguiu se despedir com chave de ouro no último jogo em casa. E feliz por todas as veteranas também.”

    Mano, imagina jogar no mesmo time que sua irmã na faculdade? E ainda por cima ver ela fazer o melhor jogo da carreira na despedida de casa? Cinema puro.

    Até a técnica adversária, Jacie Hoyt de Oklahoma State, teve que reconhecer: “Eles têm um time que acredito ser capaz de ganhar tudo.”

    E agora é Sweet 16 contra Minnesota na sexta, em Sacramento. Sinceramente? Do jeito que essa UCLA tá jogando, e com a Lauren Betts nesse nível absurdo, eu não duvido de nada. Vocês acham que elas conseguem chegar até a final?

  • Azzi Fudd meteu 34 pontos e pode ter fechado sua vaga como #1 do draft

    Azzi Fudd meteu 34 pontos e pode ter fechado sua vaga como #1 do draft

    Olha, eu não sei vocês, mas depois de ver Azzi Fudd destruir Syracuse com 34 pontos no último jogo em casa pela UConn, tô convencido: essa mina vai ser a primeira escolha do draft da WNBA de 2026.

    E cara, que jogaço foi esse! UConn atropelou Syracuse por 98 a 45 — sim, mais de 50 pontos de diferença — mas o show mesmo foi da Azzi. A garota empatou sua marca pessoal de pontos e ainda estabeleceu novo recorde pessoal com 8 cestas de três. OITO! Do jeito que ela tava arremessando, parecia que tava jogando NBA 2K no fácil.

    O show de três pontos que mudou tudo

    Sinceramente, eu sempre soube que a Azzi era monstro no arremesso — ela terminou a temporada acertando 45,4% das tentativas de três, o que é absurdo. Mas o que mais me impressionou foram as 5 assistências que ela distribuiu no jogo. Porque vamos combinar: a maior crítica que faziam dela era exatamente essa, que não armava tanto quanto deveria pra ser a #1.

    Pois é. Ela respondeu da melhor forma: na quadra. A média de 3,0 assistências por jogo nessa temporada foi recorde pessoal dela, e mostrar isso no jogo mais importante? Timing perfeito.

    Dallas Wings de olho na reunião

    E aqui vem a parte interessante: o Dallas Wings tem a primeira escolha do draft pelo segundo ano consecutivo. E adivinha quem já tá lá? Paige Bueckers, ex-companheira de equipe da Azzi em UConn. Coincidência? Eu acho que não.

    A química entre as duas sempre foi incrível, e imagina esse duo na WNBA? Seria um negócio de louco. Claro que tem outras candidatas fortes como Olivia Miles do TCU e Lauren Betts da UCLA, mas depois dessa performance…

    “Essa noite foi muito especial”, disse Azzi na transmissão da ESPN. “Não foi sobre mim, foi sobre esse time. Jogamos muito bem em equipe hoje.” Humilde até o fim, mas todo mundo sabe que foi ela quem carregou o piano nas costas.

    E aí, vocês acham que ela realmente fechou a primeira posição? Ou ainda tem espaço pra surpresa no draft?

  • G-Mac voltou pra casa: Syracuse aposta no passado glorioso

    G-Mac voltou pra casa: Syracuse aposta no passado glorioso

    Olha, quando eu vi essa notícia hoje de manhã quase derrubei o café. Gerry McNamara, o lendário G-Mac, voltou pra Syracuse como técnico principal! Cara, que jogada nostálgica da universidade.

    Para quem não lembra ou é mais novo no pedaço: McNamara foi aquele armador monstro que, ao lado do Carmelo Anthony, levou Syracuse ao título nacional em 2003. Eu tinha uns 15 anos na época e lembro de assistir aquela final contra Kansas até hoje. O cara simplesmente não errava de três — era absurdo.

    A volta do filho pródigo

    Agora, aos 42 anos, G-Mac assume o lugar de Adrian Autry, que foi demitido após três temporadas decepcionantes. E olha, não dá pra negar que Syracuse precisava de uma mudança urgente. O programa que já foi potência nacional estava patinando feio: 49 vitórias e 48 derrotas em três anos, cinco temporadas sem March Madness. Pra um time que costumava ser presença garantida no torneio, isso é de partir o coração.

    McNamara vem direto do Siena, onde fez um trabalho interessante nas últimas duas temporadas. Levou os Saints de volta ao NCAA Tournament depois de 14 anos — e quase derrubou Duke na primeira fase! Perdeu por apenas seis pontos (71-65) pro time que tinha muito mais tradição e investimento.

    Mais que nostalgia

    Sinceramente, acho que essa contratação vai além da nostalgia. McNamara conhece Syracuse como poucos — jogou lá, foi assistente por 14 anos sob o Jim Boeheim e mais uma temporada com Autry. O cara respirou basquete Orange a vida toda.

    E tem uma parada interessante rolando: Syracuse trocou de diretor atlético também. Bryan Blair assumiu o cargo e, pelos comentários por aí, a ideia é investir mais pesado no recrutamento de jogadores. Era algo que o programa estava precisando desesperadamente — não dá pra competir com Duke, North Carolina e companhia sem investimento.

    O fato do próprio Boeheim ainda estar por lá como assistente especial também ajuda. Imagina a sabedoria que esse cara pode passar pro G-Mac? São quase cinco décadas de experiência no programa.

    Vocês acham que McNamara consegue trazer Syracuse de volta ao topo? Eu tô otimista, não vou mentir. O cara tem DNA Orange correndo nas veias e já provou que sabe desenvolver um programa. Agora é ver se a torcida vai ter paciência — porque reconstruir não acontece do dia pra noite.

  • March Madness 2026: Refazendo as apostas após o tombo de Florida

    March Madness 2026: Refazendo as apostas após o tombo de Florida

    Cara, o March Madness não perdoa mesmo. A gente tava lá, todo mundo com Florida como favorito pra repetir o título, e do nada o Iowa aparece e mete uma enterrada na nossa cara. Literalmente destruiu os brackets de meio mundo.

    Eu confesso que também acreditava nos Gators. Time defendendo o título, cabeça de chave número 1… parecia moleza. Mas esporte é isso aí — uma hora você tá voando, na outra você toma um drible desconcertante e fica vendo a bola entrar de longe.

    A realidade bateu forte

    E agora? Bom, fazer o que né. Hora de repensar tudo e apostar nas novas cartas que restaram na mesa. Os especialistas da USA TODAY já refizeram as contas, e olha só que divisão de opiniões interessante:

    Michigan aparece como consenso absoluto no Midwest — todo mundo apostando neles. Faz sentido, o time tá jogando um basquete bonito de assistir. Mas eu fico pensando… não é meio arriscado apostar todas as fichas em um time só? Às vezes o azarão surge do nada.

    Já no Oeste, Arizona domina as previsões. Quatro dos seis especialistas apostam nos Wildcats. Houston também aparece forte no Sul — três apostas. É interessante ver como certas equipes criam essa unanimidade, sabe?

    As surpresas que podem rolar

    O que mais me chama atenção é a aposta em St. John’s no Leste. Paul Myerberg foi corajoso demais nessa. Enquanto todo mundo fica entre Duke, Michigan State e UConn, o cara vai lá e aposta na zebra. Ou ele é um visionário ou vai sofrer muito assistindo os jogos.

    Sinceramente? Acho que esse March Madness 2026 tá sendo um dos mais imprevisíveis dos últimos anos. A queda de Florida já provou que favorito não existe nessa competição. E vocês, o que acham? Quem vocês botam fé pra chegar no Final Four?

    Uma coisa eu tenho certeza: o Sweet 16 vai ser absurdo. Com tantas apostas diferentes dos especialistas, pelo menos alguns vão tomar porrada. E nós, como sempre, vamos estar aqui pipocando assistindo cada jogada.

  • Novas contratações do basquete universitário: quem acertou na mosca?

    Novas contratações do basquete universitário: quem acertou na mosca?

    Olha, março não é só sobre a loucura da March Madness não. Enquanto a galera tá de olho nos playoffs universitários, tem coisa séria rolando nos bastidores — o famoso carrossel de técnicos do basquete universitário americano.

    É aquela época do ano em que os programas apostam suas fichas em alguém que pode ser o próximo Phil Jackson ou… bem, mais um que vai durar três anos e sair pela porta dos fundos. E cara, é cada aposta!

    As fichas estão na mesa

    Vou ser sincero: prever se uma contratação vai dar certo é praticamente como jogar na mega-sena. Nos últimos 10 anos a gente viu contratações que eram “óbvias” como Archie Miller em Indiana e Chris Mack em Louisville virarem desastre total. E aí do nada aparece um Tommy Lloyd no Arizona — cara que nunca tinha sido técnico principal — e chega nas finais regionais no primeiro ano.

    É por isso que eu sempre falo: nesse negócio de basquete universitário, quem garante alguma coisa?

    Jerrod Calhoun em Cincinnati: nota A-

    Essa aqui eu curti demais. Cincinnati tá há anos patinando desde que o Mick Cronin vazou para UCLA em 2019, e finalmente parece que acertaram na contratação.

    O cara tem tudo que você quer num técnico: conhece a região (é de Ohio), se formou em Cincinnati, trabalhou com Bob Huggins nos tempos áureos do programa. Mas o principal — o cara sabe ganhar jogo.

    Na Division II ele fez 124-38 em cinco temporadas e chegou numa final nacional. Em Youngstown State, que é osso duro de roer, conseguiu ficar com saldo positivo (118-106). E no Utah State? 55-15 em duas temporadas com duas classificações para o torneio.

    Claro que Big 12 é outra pegada completamente — é uma das conferências mais insanas do país. Mas no papel, faz todo sentido. Cincinnati precisa de alguém que entenda a pressão e saiba o que é vestir essa camisa.

    Randy Bennett vai para Arizona State: mais uma nota A-

    Arizona State é um caso à parte. Imagina: universidade gigante, cidade massa (Phoenix), estrutura boa… e mesmo assim o time não consegue passar de um seed 10 desde 2009, quando James Harden ainda jogava lá. Absurdo, né?

    Bennett pode ser a solução. O cara pegou Saint Mary’s — que antes dele tinha ido apenas três vezes para o torneio na história — e levou 12 vezes em 22 temporadas. O estilo dele é aquele basquete raiz, físico, que frustra todo mundo.

    E aí, vocês acham que essas contratações vão colar? Eu tô apostando que pelo menos uma das duas vai surpreender todo mundo — mas sabem como é, né? No basquete universitário, a única certeza é que não tem certeza nenhuma.

  • Brackets destroídos: como foi a zoeira no March Madness 2026

    Brackets destroídos: como foi a zoeira no March Madness 2026

    Olha, quem nunca teve um bracket completamente destruído no March Madness que atire a primeira pedra. Este ano não foi diferente — aliás, foi ainda pior. Mais de 35 milhões de brackets foram pra cucuia nas duas primeiras rodadas, e eu tô aqui rindo (e chorando) vendo como os especialistas se deram.

    A pegadinha começou logo cedo com Iowa passando por cima da Florida como se fosse um treino. Aí veio Tennessee dando uma surra no Virginia (cabeça 3, né?) e pronto: acabaram os brackets perfeitos. Zero. Nenhum sobreviveu.

    Os acertos e as pipocadas dos especialistas

    Blake Toppmeyer chegou perto da perfeição nas primeiras rodadas (23 de 32 na primeira, 11 de 16 na segunda), mas cara… colocar BYU no Elite Eight foi tenso. Sim, AJ Dybantsa é um monstro, mas basquete é esporte coletivo. Por outro lado, ele cravou a zebra do VCU sobre North Carolina — esse foi de milhões.

    Matt Hayes também apostou no Arizona como campeão (parece que todo mundo tá nessa), mas se ferrou bonito com Florida no Final Four. McNeese no Sweet 16? Rapaz, ousadia tem limite. Perdeu logo na primeira pra Vanderbilt.

    E o Jordan Mendoza… coitado. Perdeu três times do Sweet 16 logo na primeira rodada. Wisconsin caindo pra High Point (que zebra absurda), Akron levando uma surra do Texas Tech, e BYU pipocando também. Deve tá até agora tentando entender o que aconteceu.

    Os craques da previsão

    Agora, Craig Meyer quase acertou tudo — 30 de 32 na primeira rodada, o que é simplesmente absurdo. O cara cravou High Point passando e Texas chegando no Sweet 16. Tava indo perfeito até… bom, até não estar mais.

    John Brice teve uma jogada genial: acertou toda a região Leste. Literalmente tudo. Claro que depois pipocou com Gonzaga no Elite Eight (quem nunca se queimou com os Zags, né?).

    Paul Myerberg foi o único corajoso a apostar no St. John’s como campeão. Ou ele é visionário ou tá completamente maluco — só vamos saber no final.

    E aí, galera, como tão os brackets de vocês? Conseguiram sobreviver às zebras ou já jogaram a toalha? Eu confesso que depois de ver Iowa destruindo Florida, já sabia que ia ser um March Madness diferente de tudo que a gente já viu.