Tag: NCAA

  • Charles Barkley solta o sarcasmo sobre Kenny Smith virar técnico

    Charles Barkley solta o sarcasmo sobre Kenny Smith virar técnico

    Cara, o Charles Barkley não perdoa mesmo. O cara conseguiu zoar o Kenny Smith de um jeito que só ele sabe fazer — e olha que eles são amigões. A coisa toda começou quando alguém perguntou se o Kenny não queria assumir o comando de North Carolina no lugar do Hubert Davis.

    E aí que o Barkley soltou: “Kenny nem conseguiu passar o fim de semana de pé, Dan. O cara ficou doente no fim de semana”. Cruel? Talvez. Engraçado? Com certeza.

    A situação em North Carolina tá pegando fogo

    Olha, a pressão em cima do Hubert Davis é real. O técnico dos Tar Heels tá na corda bamba depois de ser eliminado logo na primeira rodada do March Madness pela VCU. Na minha opinião, é até meio injusto — o cara levou o time pra final nacional no primeiro ano dele, mas parece que a memória da galera é curta.

    Davis tem cinco anos de casa, com um cartel de 125 vitórias e 54 derrotas. Foi até eleito o melhor técnico da ACC em 2024. Mas vocês sabem como é: no basquete universitário americano, você é tão bom quanto seu último resultado.

    E o mais interessante? Alguns jogadores saíram em defesa do técnico. Seth Trimble e Henri Veesaar bateram o pé pelo treinador. Isso mostra que pelo menos no vestiário ele tem respaldo.

    Kenny Smith técnico? Aí já é viagem

    Sinceramente, a ideia do Kenny Smith virar técnico é bem maluca. O cara nunca treinou nem time de escolinha — zero experiência como assistente, quanto mais como principal. Claro, ele jogou em North Carolina de 1983 a 1987 e foi All-ACC três vezes, mas pular direto pra técnico principal de um programa desse nível seria loucura total.

    Por outro lado, tem uma coincidência interessante: o filho dele, Malloy Smith, acabou de se comprometer com os Tar Heels. Será que isso não pesou na especulação? Vai saber…

    Mas o Barkley teve razão quando ficou sério por uns segundos. Ele falou uma verdade dura: “Com esses jogadores de hoje — e não tô criticando eles, porque é diferente — você tem duas situações rolando. No universitário, você tem que pagar todos esses caras todo ano, e se eles não produzirem, quem vai levar a culpa é você.”

    E aí, vocês acham que o Kenny Smith teria peito pra aguentar essa pressão toda? Porque uma coisa é comentar jogo na TV, outra bem diferente é lidar com adolescente de 18 anos ganhando uma grana preta.

  • Arizona State contrata Randy Bennett e Saint Mary’s promove ex-pupilo

    Arizona State contrata Randy Bennett e Saint Mary’s promove ex-pupilo

    Olha, não esperava essa movimentação toda no basquete universitário americano esta semana, mas aqui estamos. Randy Bennett, o cara que transformou Saint Mary’s numa potência do basquete college, aceitou o desafio de treinar Arizona State.

    E quando digo transformou, é transformar mesmo. O homem pegou um programa que tinha feito 2-27 na temporada anterior e, em 24 anos, levou os Gaels para 12 March Madness. Doze! Isso é consistência de alto nível.

    Um trabalho que merece respeito

    Bennett, de 63 anos, é nativo do Arizona — então tem aquele gostinho especial de voltar pra casa. O que ele fez em Saint Mary’s foi simplesmente absurdo: venceu pelo menos 20 jogos em 18 das últimas 19 temporadas. Caramba! E ainda por cima desenvolveu aquela rivalidade épica com o Mark Few, do Gonzaga, que todo mundo que acompanha college basketball conhece.

    Sete vezes técnico do ano na WCC. Quatro títulos consecutivos da conferência na temporada regular. Na minha opinião, o cara merecia uma oportunidade num programa maior há tempos.

    “Seria preciso uma situação especial para deixarmos Saint Mary’s”, disse Bennett. E faz sentido — ele estava numa das melhores conferências do país e tinha construído algo sólido.

    Arizona State apostando pesado

    A contratação faz todo sentido pro Arizona State. Eles demitiram Bobby Hurley depois de 11 temporadas (só três participações no March Madness, convenhamos que é pouco). Agora apostaram num cara com currículo extenso e, principalmente, com conexões na Costa Oeste — fundamental pra recrutar bem.

    Graham Rossini, diretor atlético da ASU, destacou exatamente isso: o sucesso sustentado ao longo de décadas e a habilidade comprovada de identificar talentos internacionais. Vocês acham que Bennett vai conseguir levar esse mesmo padrão pra Tempe?

    E tem um detalhe interessante: Arizona State está numa vibe positiva no esporte universitário. O football chegou no College Football Playoff em 2024, e o basquete feminino também foi pro NCAA Tournament com uma técnica de primeiro ano.

    Enquanto isso, Saint Mary’s não ficou no vácuo. Promoveram Mickey McConnell, que jogou pelo Bennett de 2007 a 2011 e está na comissão técnica desde 2019. É aquela história clássica: ex-jogador que virou técnico e agora assume o programa. Sinceramente, acho uma boa — ele conhece a casa e a filosofia do trabalho.

    Vai ser interessante acompanhar como essas duas transições vão rolar. Bennett num programa maior, com mais recursos, mas também com mais pressão. E McConnell tentando manter o padrão Saint Mary’s que todos conhecemos.

  • Hannah Hidalgo é absurda: Notre Dame voa pro Sweet 16 com show da guard

    Hannah Hidalgo é absurda: Notre Dame voa pro Sweet 16 com show da guard

    Cara, a Hannah Hidalgo é simplesmente monstruosa. 26 pontos, 13 rebotes e 8 roubadas de bola na vitória de 83-73 sobre Ohio State ontem à noite. E o mais louco? A garota fala que nem sabe os próprios números — “eu só tô ali jogando bola”, disse ela. Que humildade absurda pra quem acabou de destroçar um time seeded mais alto no March Madness feminino.

    Com essa performance, Notre Dame garantiu vaga no Sweet 16 pela 15ª vez consecutiva. QUINZE VEZES SEGUIDAS. É tradição já, pessoal. A junior conseguiu seu oitavo double-double da temporada e mostrou mais uma vez por que é considerada uma das melhores guards do país.

    O show de Hidalgo vs o drama de Cambridge

    Olha, eu tenho que dar crédito pra Jaloni Cambridge de Ohio State — a garota fez 41 pontos. QUARENTA E UM. Foi um jogaço individual dela, acertando 13 de 25 arremessos e cinco bolas de três. Mas como ela mesmo disse depois: “41 pontos não importa com uma derrota”.

    E aí que tá o drama todo. Ohio State virou o primeiro time na história do torneio feminino a ser eliminado em casa três anos seguidos. Cara, que maldição é essa? O problema não foram os pontos — foram as 21 bolas perdidas que viraram 25 pontos pra Notre Dame. Cambridge sozinha perdeu sete bolas, igualando seu pior número da temporada.

    “A gente simplesmente não estava cuidando da bola. Precisávamos ser mais inteligentes”, lamentou ela. Sinceramente, dói ver uma performance individual tão absurda sendo desperdiçada por erros coletivos.

    Notre Dame controla quando precisa

    A partida teve seus momentos de tensão. Notre Dame abriu 50-37 no terceiro quarto, mas Ohio State reagiu com uma sequência de 12-4. Cambridge fez seis pontos seguidos e quase empatou o jogo — perdeu um lance livre que deixaria tudo 54 a 54.

    Mas aí que você vê a diferença de um time experiente. Notre Dame não se abalou e respondeu com uma sequência de 12-3 que praticamente definiu o jogo. A maior vantagem foi de 83-65 no finalzinho.

    Vanessa de Jesus fez 15 pontos, enquanto Iyana Moore e Cassandre Prosper contribuíram com 13 cada. Trabalho de equipe que faz a diferença nesses momentos decisivos.

    Agora Notre Dame espera o vencedor de Vanderbilt vs Illinois na próxima fase. E vocês, acham que as Fighting Irish têm time pra brigar pelo título esse ano? Com a Hidalgo jogando nesse nível, eu não duvido de nada.

  • Edwards e Okot destroem USC e levam South Carolina ao Sweet 16

    Edwards e Okot destroem USC e levam South Carolina ao Sweet 16

    Mano, que atropelo foi esse? South Carolina simplesmente destruiu USC por 101-61 e avançou pro Sweet 16 do March Madness feminino. Joyce Edwards com 23 pontos e 10 rebotes, Madina Okot fazendo mais um double-double (15 pontos e 15 rebotes) — o 22º da temporada, pasmem.

    Os Gamecocks começaram o jogo como se fosse treino: 13-0 logo de cara. USC nem teve tempo de respirar. No intervalo já estava 51-21, e aí vocês sabem como é — jogo acabou.

    O drama de JuJu Watkins

    Olha, não tem como não sentir pela JuJu Watkins. A garota que carregou USC nas costas nos últimos anos teve que assistir tudo do banco por causa da lesão no joelho. Imagina a frustração de ver seu time sendo atropelado assim e não poder fazer nada.

    Sem ela em quadra, os Trojans ficaram completamente perdidos contra a defesa sufocante de South Carolina. Jazzy Davidson, que tinha feito 31 pontos na estreia contra Clemson, conseguiu apenas 16 — e olhe lá, acertou só 5 de 15 arremessos.

    Okot é um monstro no garrafão

    Sinceramente, essa Madina Okot é surreal. 6’6″ de altura, veio do Mississippi State e tá fazendo South Carolina ainda mais dominante (se é que isso era possível). Dez pontos e 11 rebotes só no primeiro tempo. A mulher não dá sossego pra ninguém no garrafão.

    E tem mais: Raven Johnson, veterana de cinco anos, chegou aos 1.000 pontos na carreira no primeiro tempo. Jogando em casa pela última vez, a menina deve ter ficado emocionada. Colonial Life Arena explodindo de alegria.

    South Carolina agora pega Oklahoma no Sweet 16 — justamente um dos dois times que conseguiram bater os Gamecocks essa temporada (o outro foi Texas, que ganhou duas vezes). Vai ser interessante ver essa revanche em Sacramento. Vocês acham que South Carolina consegue se vingar?

    USC fechou a temporada de forma melancólica: cinco derrotas nos últimos seis jogos. Essa de ontem foi a maior goleada que eles já sofreram na história do torneio NCAA. Pesado.

  • Cincinnati contrata ex-aluno como novo técnico em volta emocional

    Cincinnati contrata ex-aluno como novo técnico em volta emocional

    Cara, que história bonita essa do Cincinnati. O programa acabou de anunciar Jerrod Calhoun como novo técnico — e olha só que loucura: o cara é ex-aluno da própria universidade. Volta pra casa depois de 22 anos, agora como comandante do time que ele torcia quando era estudante.

    Calhoun estava fazendo um trabalho monstro no Utah State. Nos últimos dois anos, o time dele foi 55-15 e se classificou pro March Madness nas duas temporadas. Nada mal, né? A última participação acabou no domingo passado, com derrota pro Arizona por 78-66 na segunda rodada. Mesmo assim, temporada de 29-7 e títulos da temporada regular e do torneio da Mountain West.

    A trajetória até chegar aqui

    O que mais me impressiona na história do Calhoun é a paciência. O cara se formou em Cincinnati em 2004, foi assistente estudantil do Bob Huggins por um ano. Depois seguiu Huggins pra West Virginia, onde ficou como assistente de 2007 a 2012. Aí foi construindo nome devagar: técnico principal do Fairmont State (Divisão II) de 2012 a 2017, onde fez 124-38 e chegou na final nacional em 2017. Detalhe curioso: um dos assistentes dele por três anos foi Joe Mazzulla — sim, o atual técnico do Boston Celtics.

    No Youngstown State, de 2017 a 2024, teve campanha de 118-106. Números modestos, mas sempre evoluindo. Até que chegou a chance no Utah State e mostrou que estava pronto pro próximo nível.

    O desafio que espera em Cincinnati

    Agora a bronca: Cincinnati não vai pro March Madness há SETE anos. Sete! É a maior seca do programa em mais de três décadas. Pra quem já teve dois títulos nacionais e foi potência nos anos 90 e 2000 com Huggins, isso dói.

    Wes Miller foi demitido no início do mês depois de cinco temporadas com 100-74. Desde que entraram na Big 12 em 2024-25, os Bearcats têm 37-31 no geral e apenas 16-22 na conferência. Ou seja, Calhoun herda um programa histórico, mas que precisa de uma reconstrução séria.

    Vocês acham que a conexão emocional com a universidade vai ajudar o Calhoun a reconectar os fãs com o programa? Sinceramente, eu acho que sim. Às vezes é isso que um programa precisa — alguém que entende o DNA do lugar e tem aquela fome de provar que pode fazer a diferença exatamente onde tudo começou pra ele.

  • Kentucky feminino quebra jejum e vai pro Sweet 16 após jogo épico

    Kentucky feminino quebra jejum e vai pro Sweet 16 após jogo épico

    Cara, que jogaço! Kentucky acabou de quebrar um jejum de 10 anos sem ir pro Sweet 16 do basquete feminino universitário, e foi do jeito mais emocionante possível: vencendo West Virginia por 74 a 73, literalmente no sufoco.

    Teonni Key foi simplesmente monstruosa — 19 pontos e 10 rebotes. Mas quem realmente decidiu foi Clara Strack, que fez um double-double absurdo: 18 pontos e 15 rebotes. A garota é All-American por algum motivo, né?

    O drama todo

    Kentucky chegou a abrir 14 pontos de vantagem no terceiro quarto (62-48), e eu já tava pensando “matou a parada”. Ledo engano. West Virginia veio com tudo no último período, principalmente com Sydney Shaw metendo 11 dos seus 23 pontos nos 10 minutos finais.

    O negócio ficou tenso mesmo quando Jordan Harrison acertou dois lances livres faltando 1:20, deixando West Virginia a apenas um ponto (72-71). Meu coração não aguenta essas coisas.

    E o final? Gia Cooke teve a bola na mão com 8 segundos restantes, fez uma jogada bonita pela esquerda e… perdeu um arremesso de 12 pés que quase entrou. “Nove de cada dez vezes essa bola entra”, disse Shaw depois. Foi aquela uma em dez que não rolou.

    Kentucky mostra personalidade

    O mais impressionante foi como Kentucky segurou a pressão. Jogando fora de casa, com quase 13 mil torcedores contra, e ainda conseguiu controlar o jogo nos momentos decisivos. Kenny Brooks, técnico dos Wildcats, tem apenas dois anos no cargo e já levou o time ao Sweet 16. Cara sabe o que tá fazendo.

    “Basketball é um jogo de sequências, especialmente em março”, disse Key depois da partida. E ela tem razão — esse tipo de experiência em jogos apertados faz toda diferença.

    Kentucky dominou completamente no rebote (39-23), o que foi fundamental pra vitória. Strack foi um problema sério no garrafão que West Virginia não conseguiu resolver.

    Agora é Texas

    O prêmio por essa vitória épica? Um encontro com Texas no sábado, em Fort Worth. E olha, vai ser complicado — Kentucky já perdeu duas vezes pro Longhorns nesta temporada.

    Mas depois de uma vitória dessas, quem sabe não rola a surpresa? West Virginia estava invicto há sete jogos e mesmo assim Kentucky encontrou um jeito de vencer.

    Sinceramente, fazia tempo que eu não via um jogo de basquete feminino universitário tão emocionante quanto esse. E vocês, acham que Kentucky tem chances reais contra Texas, ou foi só uma noite mágica mesmo?

  • Azzi Fudd destruiu tudo: 34 pontos e UConn na elite pela 32ª vez seguida

    Azzi Fudd destruiu tudo: 34 pontos e UConn na elite pela 32ª vez seguida

    Gente, que show foi esse da Azzi Fudd ontem à noite! A menina simplesmente resolveu colocar fogo no parquete do Gampel Pavilion e meteu 34 pontos na despedida de casa — igualando o seu melhor jogo da carreira. Oito cestas de três pontos. Oito!

    O resultado? UConn 98 x 45 Syracuse, e as Huskies garantiram mais uma vaga no Sweet 16. Detalhe: é a 32ª vez consecutiva que elas chegam nessa fase. Trinta e duas vezes seguidas, pessoal. É de outro planeta mesmo.

    Primeiro tempo histórico

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete feminino, mas o que a Fudd fez no primeiro tempo foi absurdo. Vinte e seis pontos e seis bolas de três em apenas 20 minutos de jogo. O técnico Geno Auriemma — que já ganhou tudo nessa vida — disse que foram “os melhores 20 minutos de basquete que eu vi em muito, muito tempo”.

    E não é pra menos. A garota estava simplesmente inspirada. “Minhas companheiras estavam me encontrando, fazendo bloqueios perfeitos. Eu nem estava pensando. Estava livre — então arremessa”, disse ela depois do jogo.

    Syracuse tentou, mas não teve jeito. O time visitante ficou mais de 10 minutos sem acertar um arremesso de quadra no primeiro tempo. Dez minutos! UConn fez uma sequência de 31-0 que praticamente acabou com o jogo — 53 a 8 no placar.

    Quase batendo recordes

    A pergunta que todo mundo estava fazendo era se a Fudd ia quebrar o recorde de pontos em jogos do torneio NCAA que pertence à ex-companheira de time dela, Paige Bueckers (40 pontos em 2025). No final, ela ficou com 34 — que coincidentemente foi exatamente a mesma marca que a Bueckers fez no último jogo dela em casa.

    As oito cestas de três ficaram a uma unidade do recorde do torneio, que está nas mãos de três jogadoras diferentes. Cara, imagina se ela acerta mais uma? Seria perfeito demais.

    Sarah Strong contribuiu com 18 pontos e nove rebotes, e Blanca Quinonez saiu do banco para fazer outros 18. É essa profundidade de elenco que torna UConn tão difícil de parar — quando uma não está funcionando, sempre tem outra pronta pra resolver.

    Despedida emocionante

    Depois de cinco anos defendendo a camisa das Huskies, Fudd fez questão de curtir cada segundo da despedida. Posou para fotos com a torcida estudantil, absorveu todo o carinho da galera. “Gampel foi minha casa nos últimos cinco anos. Algumas pessoas dizem que nenhum lugar se compara, e realmente não se compara — o ambiente, a multidão, os fãs, tudo sobre este lugar é incrível”.

    Sinceramente? Que forma linda de se despedir de casa. Com uma atuação dessas, ela vai ser lembrada pra sempre pelos torcedores de UConn.

    Agora é Sweet 16 contra North Carolina — curiosamente, só a segunda vez na história que esses times se enfrentam no torneio NCAA. A última foi em 1994, quando as Tar Heels levaram a melhor e foram campeãs nacionais. Será que UConn consegue manter essa sequência absurda de 52 jogos seguidos invictas? Eu não apostaria contra elas, não.

  • Mikayla Blakes quase faz triple-double histórico e leva Vanderbilt ao Sweet 16

    Mikayla Blakes quase faz triple-double histórico e leva Vanderbilt ao Sweet 16

    Cara, que jogão da Mikayla Blakes! A garota simplesmente destruiu Illinois ontem à noite e levou Vanderbilt para o Sweet 16 pela primeira vez desde 2009. E olha que ela quase fez história individual também — ficou a uma assistência do primeiro triple-double da carreira.

    25 pontos, 10 rebotes e 9 assistências. Monstro demais! Ainda catou 4 roubadas de bola. A menina tava jogando videogame na vida real, não é possível. E o mais legal? Quando ela saiu de quadra faltando 2 minutos e 12 segundos, todo mundo no ginásio sabia que tinha presenciado algo especial.

    Vanderbilt imparável em casa

    Sabe o que mais me impressiona nessa temporada de Vanderbilt? O time não perdeu NENHUM jogo em casa. Zero. Nada. 18 jogos, 18 vitórias no Memorial Gym. Isso é o que eu chamo de fazer a casa valer!

    E não é só essa temporada não. Vanderbilt agora tem um aproveitamento absurdo de 16-2 em jogos do March Madness jogando em casa. Sinceramente, quem vai enfrentar esse time em Nashville tem que ir preparado para uma guerra, porque a torcida e o ambiente fazem toda a diferença.

    Illinois até tentou, mas foi atropelado no primeiro quarto. Os Fighting Illini erraram 11 arremessos consecutivos — 13 dos últimos 15 do período. Quando você erra assim contra um time que tá voando, não tem jeito.

    Rumo aos 30 vitórias históricas

    Com 29 vitórias na temporada, Vanderbilt tá a uma vitória de igualar as temporadas de 30 triunfos de 1993 (que chegaram no Final Four) e 2001-02. Ou seja, estamos falando de fazer história no programa.

    Agora o desafio é Notre Dame no Sweet 16, na sexta-feira. Os Fighting Irish passaram por Ohio State mais cedo e chegam como cabeça de chave 6. Vai ser um jogaço em Fort Worth.

    E vocês viram que Blakes é a líder nacional em pontuação com média de 27.1 por jogo? A garota já quebrou o recorde de pontos em uma temporada de Vanderbilt na primeira rodada do torneio. AP All-American, jogadora do ano da SEC… ela tá colecionando prêmios como quem coleciona cartas de Pokémon.

    O engraçado é que ela começou o jogo errando os três primeiros arremessos. Mas ao invés de forçar, ficou ajudando as companheiras até encontrar o ritmo. Justine Pissott aproveitou e meteu 18 pontos com quatro bolas de três. Aubrey Galvan contribuiu com 12.

    Illinois, que veio pro torneio como o time mais jovem da competição (tiveram que substituir quatro titulares), lutou mas não conseguiu acompanhar o ritmo. Berry Wallace fez 18, Cearah Parchment e Jasmine Bown-Hagger adicionaram 12 cada, mas não foi suficiente.

    Agora é torcer para Vanderbilt continuar essa jornada mágica. Quem sabe não pintam no Final Four depois de tanto tempo?

  • Troca de técnicos esquenta o basquete americano: Bennett sai e leva ASU

    Troca de técnicos esquenta o basquete americano: Bennett sai e leva ASU

    E quando você pensa que a temporada já acabou, vem essas movimentações pra mexer com o coração da gente. Randy Bennett, que comandava o Saint Mary’s há anos (e muito bem, diga-se de passagem), acaba de assinar com o Arizona State. Cinco anos de contrato. Sim, CINCO.

    Olha, na minha visão isso é uma jogada de mestre do ASU. O Bennett não é qualquer um, não — o cara transformou o Saint Mary’s numa máquina de fazer jogadores e surpreender gigantes no March Madness. Quantas vezes não vimos os Gaels botando medo em times muito mais badalados?

    Mickey McConnell assume o legado

    Agora, no Saint Mary’s, quem assume é Mickey McConnell. E olha que história interessante: o cara JOGOU para o Bennett entre 2007 e 2011. Imagina só essa conversa quando se encontraram pela última vez como técnico e jogador, e agora o McConnell vai estar na mesma cadeira que o antigo treinador ocupava.

    McConnell já estava na comissão técnica desde 2019, então não é como se fosse um total desconhecido. Mas a pergunta que não quer calar é: será que ele consegue manter o mesmo nível que o Bennett construiu ao longo dos anos?

    Arizona State pensa grande

    Pra falar a verdade, achei surpreendente o ASU conseguir fisgar o Bennett. O cara estava super bem estabelecido no Saint Mary’s, tinha construído uma cultura sólida lá. Mas cinco anos de contrato não é brincadeira — mostra que o Arizona State tá pensando em um projeto a longo prazo.

    E vocês, o que acham? Bennett vai conseguir levar essa mesma receita de sucesso para o deserto do Arizona, ou vai ser um daqueles casos onde o que funciona em um lugar não necessariamente cola em outro?

    Uma coisa é certa: o basquete universitário americano nunca para de nos surpreender. Mal acabou uma temporada e as peças já estão se movimentando para a próxima. Vamos ficar de olho pra ver como essas duas contratações vão render.

  • Gerry McNamara volta pra casa: Syracuse acerta com ídolo do título 2003

    Gerry McNamara volta pra casa: Syracuse acerta com ídolo do título 2003

    Cara, que história linda é essa? Gerry McNamara tá voltando pra casa. O Syracuse acabou de acertar com o cara que foi FUNDAMENTAL no título de 2003 da universidade. Depois de quase fazer uma das maiores zebras da história do March Madness com o Siena, o cara tá de volta ao lugar onde virou lenda.

    O quase milagre que chamou atenção de todo mundo

    Vocês viram o que aconteceu quinta-feira passada? O McNamara quase — QUASE — fez o Siena derrubar o Duke, cabeça de chave número 1 geral do torneio. Os Saints foram o primeiro 16º colocado na história a abrir vantagem de dois dígitos no primeiro tempo contra um 1º colocado. Absurdo!

    Foi essa performance que fez o Syracuse olhar pro cara e pensar: “É ele mesmo que a gente precisa.” Bryan Blair, diretor atlético do programa, passou a semana toda conversando com o McNamara, tanto virtualmente quanto pessoalmente. E olha só que interessante — a universidade se comprometeu com investimentos em NIL (Name, Image, Likeness) que devem ficar no top 3 da conferência ACC. Ou seja, tão levando a sério mesmo.

    A lenda que nunca saiu de lá

    Pra quem não conhece a história toda, deixa eu contar: Gerry McNamara é simplesmente UM DOS MAIORES da história do Syracuse. O cara ajudou a levar o time ao título nacional de 2003, teve a camisa 3 aposentada em 2023 e até hoje detém os recordes do programa em arremessos de 3 convertidos e minutos jogados. Três vezes no time ideal da Big East, jogou TODOS os 135 jogos da carreira universitária.

    Depois de uma passagem rápida como profissional, ele voltou pro Syracuse em 2009 como assistente graduado. Em 2011, virou assistente técnico do lendário Jim Boeheim. Quando o Adrian Autry assumiu em 2023 (substituindo Boeheim), McNamara foi promovido a técnico associado antes de aceitar o desafio no Siena em 2024.

    E no Siena? Fez um trabalho sólido: 37 vitórias e 30 derrotas em duas temporadas. Nada espetacular, mas construiu algo ali.

    Hora da reconstrução

    McNamara chega pra substituir justamente o Autry, que foi demitido no começo do mês. E olha, não foi à toa — 49 vitórias e 48 derrotas em três temporadas, sem uma classificação sequer pro March Madness. Esta temporada? 15-17, segunda temporada perdedora consecutiva. Pra vocês terem noção, desde 1968-69 o Syracuse não tinha duas temporadas seguidas com mais derrotas que vitórias.

    Na minha opinião, essa contratação faz todo sentido. O cara conhece a casa, tem o DNA Orange correndo nas veias e mostrou no torneio que sabe motivar um time a jogar acima das expectativas. E aí, vocês acham que ele consegue trazer o Syracuse de volta aos tempos dourados? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa volta por cima.