Tag: NCAA

  • UCLA x Oklahoma State: Um massacre anunciado no March Madness?

    UCLA x Oklahoma State: Um massacre anunciado no March Madness?

    Olha, pessoal, segunda-feira vai ter jogaço no March Madness feminino, e eu sinceramente não sei se posso chamar de “jogo” o que vai rolar no Pauley Pavilion. UCLA (#1) recebe Oklahoma State (#8) no Round of 32, e as odds estão tão desequilibradas que até eu fiquei com dó das Cowgirls.

    UCLA -26.5 pontos de vantagem. VINTE E SEIS E MEIO. Cara, isso não é linha de aposta, é quase um pedido de desculpas antecipado para quem vai assistir esperando emoção.

    As Bruins estão voando

    E não é à toa essa confiança toda da casa. As Bruins têm um recorde absurdo de 32-1 na temporada — uma derrota apenas! Lauren Betts, a gigante de 2,01m no garrafão, está fazendo uma temporada monstro com 16.4 pontos e 8.6 rebotes por jogo. A menina acerta 63.8% dos arremessos, gente. É quase matemático: ela pega a bola perto da cesta, ela converte.

    Na primeira rodada, elas literalmente passaram o rodo no California Baptist: 96 a 43. Cinquenta e três pontos de diferença! E o mais louco? Foi com as irmãs Betts — Lauren e Sienna — fazendo double-double juntas. Família talentosa, ein.

    Kiki Rice na armação também está voando, distribuindo 4.5 assistências por jogo e mantendo a ofensa das Bruins funcionando como um relógio suíço. UCLA lidera o país em assistências (22.3 por jogo), o que mostra como esse time joga junto.

    Oklahoma State: a esperança vem do perímetro

    Agora, se você torce pelas Cowgirls, a esperança existe — mas é bem específica. Elas fazem mais de 81 pontos por jogo (14º lugar nacional) e acertam 35% das bolas de três. Se pegarem fogo do perímetro logo cedo, podem pelo menos tornar o primeiro tempo interessante.

    Micah Gray comanda o ataque de três armadores que Oklahoma State gosta de usar. É um estilo bem diferente: enquanto UCLA domina no garrafão, as Cowgirls vivem da velocidade e do arremesso de longa distância.

    Mas olha, sendo bem realista aqui: como você para Lauren Betts por 40 minutos? A menina é uma parede no garrafão, ainda bloqueia quase 2 arremessos por jogo. E quando Oklahoma State errar umas três seguidas (porque vai errar), UCLA vai sair correndo e pode abrir 20 pontos num piscar de olhos.

    Minha previsão? Massacre controlado

    Vocês acham que as Cowgirls conseguem cobrir essa linha de 26.5 pontos? Eu tenho minhas dúvidas, mas March Madness é isso aí — sempre pode ter surpresa.

    Minha expectativa é que Oklahoma State segure uns 15-20 minutos, talvez até fique próximo no primeiro tempo se estiver acertando de três. Mas no segundo tempo, a superioridade física e técnica de UCLA vai falar mais alto.

    Previsão final: UCLA 88 x 62 Oklahoma State. As Bruins seguem firmes rumo ao Sweet 16 (seria o quarto consecutivo), e as Cowgirls voltam pra casa sabendo que deram o melhor que tinham.

    O jogo vai passar na ESPN às 22h (horário de Brasília) de segunda. Para quem curte basquete feminino de alto nível, vale a pena conferir — mesmo que seja só para ver Lauren Betts fazendo escola no garrafão.

  • Espanhol quebra o jogo e leva Iowa ao Sweet 16 contra o campeão!

    Espanhol quebra o jogo e leva Iowa ao Sweet 16 contra o campeão!

    Mano, que final absurdo! Alvaro Folgueiras, um garoto espanhol de 22 anos, simplesmente decidiu quebrar o jogo contra o atual campeão nacional da NCAA. Com 4.5 segundos no relógio, ele recebeu de Bennett Stirtz e mandou uma bomba de três que derrubou o Florida por 73-72. Iowa no Sweet 16 pela primeira vez desde 1999!

    Olha só que história incrível: antes da jogada final, Folgueiras chegou no Stirtz e falou “Eu vou estar pronto e vou fazer essa bola”. E fez mesmo, o maluco! O técnico Ben McCollum resumiu perfeitamente: “confiança irracional”.

    A história que emociona

    Mas o que mais me pegou foi saber da história do Alvaro. Cara saiu de Málaga aos 16 anos, sem falar inglês, só com o sonho de jogar basquete nos EUA. O pai morreu quando ele tinha apenas 9 anos, e a mãe Beatriz trabalhava até 14 horas por dia pra sustentar os filhos.

    E adivinha só — a mãe dele estava na quadra domingo, vendo o filho jogar presencialmente pela primeira vez em dois anos. Depois da buzina final, o Folgueiras correu direto pros braços dela. Emociona até quem tá só assistindo pela TV.

    “Ela mandou um garoto de 16 anos pra América sem saber inglês, sem nada além de sonhos e fome de vencer”, disse Folgueiras depois do jogo. “Essa é pra ela e pro meu pai. Ele tá assistindo lá de cima.”

    Zebra histórica no March Madness

    Gente, vocês têm noção do tamanho dessa zebra? Iowa era cabeça 9, Florida era o número 1 geral e atual campeão. Desde 1979, quando começaram as chaves por ranking, Iowa só tinha batido um cabeça 1 uma vez antes disso.

    E sabe quando foi a última vez que alguém fez uma cesta decisiva nos últimos 5 segundos contra um número 1? Kris Jenkins pela Villanova contra North Carolina na final de 2016. Ou seja, estamos falando de algo histórico mesmo.

    Folgueiras terminou com 14 pontos e 5 rebotes saindo do banco (que jogador do sexto homem!), enquanto Stirtz contribuiu com 13 pontos, 5 rebotes e 5 assistências. Iowa dominou o garrafão contra um Florida que tinha goleado por 59 pontos na primeira rodada.

    “Acho que ninguém acreditava na gente fora do nosso vestiário”, disse Stirtz. E olha, depois dessa eu também tô acreditando nesse time de Iowa. Vocês acham que eles conseguem ir ainda mais longe no torneio?

  • Charlotte aposta todas as fichas em Wes Miller por 5 anos

    Charlotte aposta todas as fichas em Wes Miller por 5 anos

    Olha, Charlotte não tá brincando em serviço. A universidade acabou de contratar Wes Miller como novo técnico do basquete masculino por cinco anos, e sinceramente? Essa contratação me deixou curioso pra ver no que vai dar.

    Miller vem direto de Cincinnati, onde passou os últimos cinco anos mas acabou sendo mandado embora no início do mês. E por quê? Simples: nunca conseguiu levar os Bearcats pro March Madness. Cara, cinco temporadas e zero classificações pro torneio mais importante do basquete universitário americano. Isso dói.

    O cara sabe jogar, mas…

    Não vou mentir — o currículo do Miller não é ruim não. Em Cincinnati ele ganhou 20 ou mais jogos em duas temporadas e este ano fechou 9-9 na Big 12 (que é uma conferência pesada, galera). Mas convenhamos: no basquete universitário americano, se você não vai pro March Madness, é como se a temporada não tivesse existido.

    “Wes Miller é um líder comprovado com profundo conhecimento do jogo”, disse o diretor atlético Kevin White. Tá, beleza, mas será que ele vai conseguir quebrar essa maldição de não chegar no torneio?

    UNC Greensboro foi seu grande momento

    Antes de Cincinnati, Miller foi um monstro em UNC Greensboro. Dez anos lá, 185 vitórias contra 135 derrotas. Nos últimos cinco anos foi ainda melhor: 125-43. Três títulos da Southern Conference e duas idas pro March Madness.

    Cara jogou em North Carolina sob o comando de Roy Williams e foi campeão nacional em 2005 — ou seja, sabe o que é ganhar no mais alto nível. E tem conexão forte com a região, que é importante pra recrutar.

    “Charlotte está em ascensão”, disse Miller na apresentação. “Vamos colocar tudo que temos no desenvolvimento dos nossos atletas.” Bonito de falar, né? Agora é ver se funciona na prática.

    E agora, será que cola?

    Miller substitui Aaron Fearne, que foi demitido semana passada depois de três temporadas bem complicadas. Fearne até começou bem (19-12 no primeiro ano), mas depois foi só ladeira abaixo.

    Na minha visão, essa contratação é uma aposta interessante. Miller provou que consegue ganhar no nível mid-major, tem experiência em conferências fortes e conhece a região. Mas aquela marca de não conseguir classificar pra March Madness em Cincinnati me deixa com uma pulga atrás da orelha.

    E vocês, acham que Miller vai conseguir colocar Charlotte no mapa do basquete universitário? Cinco anos é tempo suficiente pra mostrar serviço, isso é fato.

  • Bill Self pode pendurar as chuteiras após eliminação no March Madness

    Bill Self pode pendurar as chuteiras após eliminação no March Madness

    Cara, nunca pensei que estaria escrevendo isso sobre Bill Self. O técnico do Kansas, aos 63 anos, deixou no ar uma possível aposentadoria após a eliminação dolorosa para St. John’s por 67-65 na segunda rodada do March Madness.

    E olha, não é por birra ou frustração com o time. Self foi bem claro: é uma questão de saúde. “Preciso ser capaz de fazer isso me sentindo bem e saudável para fazer um trabalho decente”, disse o veterano técnico. Sinceramente, isso me pegou desprevenido.

    A saúde em primeiro lugar

    Quem acompanha o basquete universitário sabe que Self vem lidando com problemas de saúde nos últimos anos. O cara foi hospitalizado em janeiro — isso não é brincadeira. Aos 63, depois de décadas na beira da quadra, o corpo cobra mesmo.

    “Vou voltar pra casa, conversar com a família e ver o que está acontecendo”, explicou Self. É uma decisão difícil pra qualquer técnico, ainda mais pra alguém que ama tanto o que faz. Mas saúde não se brinca, né?

    Kansas patinando no torneio

    Vamos ser honestos aqui — Kansas não vem fazendo bonito no March Madness. Quatro anos consecutivos sem passar da segunda rodada. Para um programa tradicionalmente forte como esse, é frustrante demais.

    O próprio Self admitiu a inconsistência: “Os últimos dois anos não foram… bem, incluindo este ano… tem sido inconsistente e não tão bom. Obviamente é decepcionante.” É difícil ouvir isso de um cara que já conquistou tanto no basquete universitário.

    O mais louco é que em uma dessas temporadas eles eram cabeça de chave número 1, mas Self teve que se afastar por problemas de saúde e não terminou a temporada. Imagina a frustração!

    E aí, vocês acham que Self vai mesmo pendurar as chuteiras? Seria o fim de uma era no basquete universitário americano. O Kansas sem Bill Self seria estranho demais de imaginar.

  • March Madness explode na TV e bate recorde de audiência em 13 anos

    March Madness explode na TV e bate recorde de audiência em 13 anos

    Gente, o March Madness tá literalmente insano esse ano! Os primeiros três dias do torneio da NCAA bateram a maior audiência desde 2011, quando CBS e Turner começaram a transmitir todos os jogos. Estamos falando de uma média de 9,8 milhões de telespectadores — um aumento de 5% em relação ao ano passado.

    E olha só que absurdo: quinta-feira foi simplesmente histórica. Os jogos da primeira rodada, transmitidos pela CBS, TBS, TNT e truTV, mantiveram essa média de 9,8 milhões (6% a mais que 2023). Mas o prime time? Meu amigo, aí foi de outro mundo.

    A noite que entrou pra história

    O horário nobre teve média de 12,5 milhões de pessoas grudadas na TV. Doze vírgula cinco MILHÕES. Isso é a maior audiência para uma janela de primeira rodada na história do torneio! E não é à toa — teve upset épico do VCU ganhando do North Carolina por 82-78. Quem não gosta de ver um zebra dessas?

    Na minha visão, isso mostra como o basquete universitário americano continua sendo um negócio monstruoso. A galera simplesmente para tudo pra acompanhar esses mlks jogando como se não houvesse amanhã.

    First Four também quebrou recordes

    Até os jogos preliminares (First Four) de terça e quarta arrebentaram! Somando tudo, deu 7,5 milhões de espectadores na truTV. O destaque foi Miami (Ohio) passando o rodo no SMU por 89-79 na quarta — esse jogo teve 2,8 milhões assistindo, sendo o First Four mais visto da história em Dayton, Ohio.

    Sinceramente, isso me faz refletir sobre como o esporte universitário nos EUA é um fenômeno cultural único. Aqui no Brasil, a gente até torce pros nossos times de basquete universitário, mas não chega nem perto dessa loucura. Vocês acham que um dia vamos ter algo parecido por aqui com o NBB ou mesmo campeonatos universitários?

    O que tá claro é que March Madness continua sendo uma máquina de entretenimento. E pelo jeito que começou, esse torneio promete ser histórico em audiência. Quem diria que numa era de streaming e mil opções, o pessoal ainda se reúne pra ver basquete universitário na TV tradicional!