Tag: Oklahoma City Thunder

  • SGA bicampeão de MVP! Cara, esse cara é monstro demais

    SGA bicampeão de MVP! Cara, esse cara é monstro demais

    Gente, eu tô aqui ainda processando essa notícia. Shai Gilgeous-Alexander acabou de ganhar seu segundo MVP consecutivo da NBA! Bicampeão. Aos 27 anos. E olha que quando ele saiu de Kentucky muita gente duvidava se ele seria mesmo um craque na liga.

    O cara simplesmente comandou o Oklahoma City Thunder para a melhor campanha da temporada regular — 64 vitórias, pessoal. Sessenta e quatro! E com números que fazem qualquer fã de basquete babar: 31.1 pontos, 6.6 assistências e 4.3 rebotes por jogo. Números de videogame, sinceramente.

    Da faculdade para a elite mundial

    Eu lembro quando SGA estava em Kentucky e o pessoal meio que torcia o nariz. “Ele é bom, mas será que tem jogo pra NBA?” Olha onde estamos agora — o cara tá no seleto grupo dos 14 jogadores que ganharam MVP em temporadas consecutivas. Isso é lenda, povo.

    E tem um detalhe curioso: ele é o ÚNICO ex-jogador de Kentucky a ganhar um MVP na história. Agora já são dois. John Calipari deve estar orgulhoso demais do garoto que ele ajudou a lapidar em Lexington.

    Twitter pegou fogo (obviamente)

    As redes sociais explodiram com a notícia. Os fãs de Kentucky estavam em êxtase, e razão não falta. Ver um cara que passou pela sua universidade se tornar bicampeão de MVP é coisa rara demais. Um tweet que me marcou foi alguém lembrando que o primeiro jogo dele em Kentucky foi justamente contra Utah Valley — time que era treinado por Mark Pope. As coincidências do basquete, né?

    Teve gente comparando o currículo dele com lendas da NBA. O cara já tem mais MVPs que Shaq, Kobe, Hakeem, Garnett… nossa, a lista é imensa. Em menos de 10 temporadas na liga, SGA já construiu um currículo de Hall da Fama. Dois MVPs, um título da NBA, Finals MVP — o pacote completo.

    Vocês acham que ele consegue um terceiro MVP? Porque sinceramente, do jeito que ele tá jogando e com o Thunder montando um time cada vez mais forte, não duvido nada. O que vocês acham? Ele tá no caminho pra ser considerado um dos maiores armadores da história da NBA?

    Uma coisa é certa: assistir SGA jogar é um privilégio. O cara joga bonito, é clutch e ainda por cima lidera pelo exemplo. Oklahoma City acertou em cheio quando apostou nele como a cara da franquia pós-Russell Westbrook.

  • Suns campeão com Booker? Ishbia tá sonhando alto demais

    Suns campeão com Booker? Ishbia tá sonhando alto demais

    Olha, eu amo a confiança do Mat Ishbia quando ele fala que os Suns vão ser campeões com o Devin Booker. Mas cara, depois de assistir esses playoffs inteiros como um maníaco — e sim, eu sou desses doentes que assiste cada jogo como se fosse um scout — uma coisa fica bem clara: Phoenix tá muito, muito longe de um título.

    Ishbia falou com toda a convicção do mundo: “Vou entrar no fogo com Devin Booker, e farei isso com orgulho. Booker não vai ser trocado. Ele é nosso jogador franquia. Vamos ganhar um campeonato aqui com Devin Booker.” Bonito, né? Mas falar é fácil — fazer acontecer é outra história completamente.

    A realidade bateu forte nestes playoffs

    Mano, se você acompanhou os playoffs como eu, deve ter ficado chocado com o que rolou. O Oklahoma City Thunder simplesmente destroçou todo mundo pela frente. Fizeram picadinho dos Lakers, passaram por cima dos Suns como um trator. 8-0 direto pras finais do Oeste!

    E do outro lado? San Antonio Spurs eliminando Minnesota em seis jogos. Cara, os Spurs são praticamente bebês na NBA e já estão brigando por uma vaga nas Finais. Isso que é absurdo de ver.

    A verdade é crua: enquanto OKC e San Antonio combinam talento jovem com profundidade e flexibilidade financeira, os Suns estão carregando $23,2 milhões em dead money no salary cap. É como tentar correr uma maratona com uma pedra de 20 quilos amarrada no pé.

    Booker é monstro, mas não faz milagre sozinho

    Não me entendam mal — Devin Booker é um jogador fora de série. O cara pode facilmente dropar 40 pontos em qualquer noite. Mas basquete é esporte coletivo, e por melhor que seja, ele não consegue carregar essa franquia sozinho até o título.

    Olha só a situação: Thunder e Spurs têm núcleos jovens que vão dominar o Oeste pelos próximos anos. Shai Gilgeous-Alexander tem 26 anos, Chet Holmgren tem 22. Victor Wembanyama tem 22 também. Esses caras estão só começando!

    Enquanto isso, os Suns precisam encontrar uma fórmula mágica com um elenco caro, veterano e cheio de limitações financeiras. Sinceramente? O caminho pra uma final da NBA nos próximos cinco anos parece mais estreito que uma quadra de vôlei.

    Ishbia acertou em outras coisas

    Vou dar o braço a torcer: gosto muito do que Ishbia tem feito à frente da franquia. Ele valorizou a experiência do torcedor, tornou o time mais acessível, tentou corrigir os erros típicos de dono novato. Isso é importante demais.

    Mas uma coisa é melhorar a organização, outra é competir com esses monstros que estão surgindo no Oeste. OKC tem uma continuidade que Phoenix nunca vai ter com essa folha salarial. San Antonio tem o Wemby — um alienígena de 2,24m que defende como Mutombo e arremessa como Durant.

    E aí, vocês acham que dá pra sonhar com título tendo essa realidade pela frente? Eu quero muito que role, mas a matemática não tá fechando não.

    Na minha visão, Ishbia falou sobre continuidade e desenvolvimento na mesma entrevista — e é nisso que eu acredito mais. Construir aos poucos, desenvolver jovens, ser paciente. Porque forçar um título agora pode acabar destruindo o futuro da franquia.

    O negócio é torcer para que algum milagre aconteça. Ou que Booker vire o Michael Jordan da noite pro dia. Porque senão, esse papo de título vai ficar só no discurso mesmo.

  • SGA faz história: bicampeão de MVP aos 28 anos!

    SGA faz história: bicampeão de MVP aos 28 anos!

    Gente, eu ainda tô processando isso. Shai Gilgeous-Alexander acabou de se tornar o 14º jogador na história da NBA a ganhar MVPs consecutivos. Quatorze. Só quatorze caras conseguiram isso em mais de 70 anos de liga!

    Olha, quando o Thunder pegou o SGA naquela troca maluca com os Clippers em 2019, eu confesso que não imaginava que ia dar nisso. Claro, o cara sempre foi talentoso, mas MVP? Bicampeão? Era muita pretensão imaginar isso na época.

    O clube dos bicampeões é seleto demais

    Pra vocês terem noção do que isso significa: estamos falando de um clube que tem LeBron, Jordan, Magic, Bird, Kareem… e agora o SGA. Aos 28 anos, ele tá no mesmo patamar desses monstros todos.

    E o mais impressionante? O cara fez isso jogando em Oklahoma City. Não é Los Angeles, não é Miami, não é Nova York. É OKC mesmo, aquela cidade que todo mundo disse que nunca ia conseguir manter um superstar depois que o Durant vazou.

    Thunder construiu algo especial

    Sinceramente, eu tô impressionado com o que Sam Presti construiu lá. Depois daquele rebuild que parecia eterno, eles conseguiram montar um time competitivo em volta do SGA e agora colhem os frutos.

    E aí, galera, vocês acham que o Thunder consegue brigar pelo título esse ano? Porque MVP é uma coisa, mas banner de campeão é outra história completamente diferente. O cara já provou que é o melhor jogador individual da liga por duas temporadas seguidas — agora falta só aquele último degrau.

    Uma coisa é certa: SGA não é mais promessa, não é mais ‘jogador em ascensão’. O cara É o cara. E tá escrevendo seu nome na história da NBA com letras garrafais.

  • SGA bicampeão de MVP! Canadense faz história no Thunder

    SGA bicampeão de MVP! Canadense faz história no Thunder

    Gente, eu sabia que o Shai Gilgeous-Alexander era monstro, mas duas MVPs seguidas? Isso é coisa de outro planeta. O canadense acabou de entrar num clube super seleto — apenas 14 caras na história conseguiram esse feito.

    E olha só a consistência absurda: 83 votos em primeiro lugar de 100 possíveis. O Jokic, que já levou duas MVPs seguidas também, ficou em segundo com apenas 10 votos. Disparado mesmo.

    Os números não mentem

    31.1 pontos por jogo (segundo da liga), 6.6 assistências e 4.3 rebotes. Ah, e detalhe: o cara NUNCA fez menos de 20 pontos numa partida a temporada inteira. Nunca. Como é que faz isso, meu irmão?

    O mais impressionante pra mim foi o +/- de +788. Pra vocês terem ideia, o Wemby ficou em segundo com +682. Uma diferença gigantesca que mostra o impacto real do SGA em quadra.

    “Trabalho duro, nunca estar satisfeito, e ter os caras do vestiário me apoiando”, disse ele na entrevista. Humilde demais, considerando que acabou de fazer história.

    Thunder na briga pelo bi

    Agora vem a parte mais louca: o SGA quer entrar pro clube do Jordan, Bill Russell e LeBron — os únicos que ganharam MVP e título em anos consecutivos. Standing na frente dele? Nada mais, nada menos que o Victor Wembanyama e os Spurs.

    Sinceramente, que Final de Conferência Oeste vai ser essa. Dois dos três finalistas do MVP se pegando, com o Thunder jogando em casa. Começa segunda às 21h30 na NBC.

    O Thunder teve a melhor campanha da NBA de novo — mais de 60 vitórias pela segunda temporada seguida. E pensar que esse cara tem só 27 anos… Quanto tempo mais ele vai dominar a liga assim?

    Wemby em terceiro, Luka em quarto pelo Lakers e Cade Cunningham completando o top 5 pelo Pistons. Lista bem interessante, mas ninguém chegou perto do canadense mesmo.

  • Edwards joga a toalha: ‘Não sei como alcançar Spurs e Thunder’

    Edwards joga a toalha: ‘Não sei como alcançar Spurs e Thunder’

    Cara, que coisa mais estranha de se ouvir do Anthony Edwards. O cara que sempre tem uma resposta na ponta da língua, sempre confiante, simplesmente deu de ombros quando perguntaram como os Wolves vão conseguir alcançar os gigantes do Oeste.

    “Não sei, mano”, disse o Ant-Man depois da surra de 139-109 que os Spurs aplicaram no Game 6. “Acho que essa pergunta não é pra mim.”

    Olha, eu entendo a frustração do garoto. Minnesota terminou a temporada com 13 vitórias a menos que San Antonio (que ficou em 2º) e absurdos 15 jogos atrás do atual campeão Oklahoma City. Pra piorar, três das quatro derrotas pros Spurs foram massacres de 38, 29 e 30 pontos de diferença.

    Jogando no sacrifício

    Edwards passou a série toda mancando com problemas nos dois joelhos. O próprio time admitiu que ele tava operando em apenas 70% da capacidade física normal. Mesmo assim, o monstro ainda conseguiu 24 pontos no último jogo. Imaginem se tivesse 100%?

    Mas sinceramente, acho que o problema dos Wolves vai muito além de lesão. Quando você perde por 30+ pontos três vezes na mesma série, não é só questão de estar machucado — é questão de nível mesmo.

    Finch não tem papas na língua

    O técnico Chris Finch foi bem mais direto que o Edwards na análise: “Ou você é um problema pro adversário ou tem que ter a solução. Você precisa ser construído de uma forma que incomoda o oponente com algo que eles não têm, ou ter algo pra neutralizar o que eles têm.”

    Traduzindo: Minneapolis precisa URGENTEMENTE de peças melhores ao redor do Edwards. O garoto vai fazer 25 anos em agosto — tá entrando no auge da carreira. Se a diretoria não correr atrás, essa janela vai fechar rapidinho.

    “Eu não esperava estar indo pra casa tão cedo”, admitiu Edwards. “Então ainda não pensei no que vou adicionar ao meu jogo.”

    E vocês, acham que os Wolves conseguem montar um elenco competitivo ao redor do Ant-Man? Porque do jeito que tá, eles parecem anos-luz de distância dos Thunder e Spurs. O cara pode ser um dos melhores da liga, mas basquete é esporte coletivo — e essa coletividade tá faltando muito em Minnesota.

  • SGA bicampeão de MVP! O cara virou uma máquina absurda

    SGA bicampeão de MVP! O cara virou uma máquina absurda

    Galera, acabou de rolar o que muita gente já esperava mas que ainda assim impressiona: Shai Gilgeous-Alexander conquistou seu segundo MVP consecutivo. O cara do Thunder simplesmente não para de jogar em um nível estratosférico.

    E olha, eu vou ser sincero com vocês — quando o SGA começou a despontar alguns anos atrás, eu achava que ele seria apenas mais um jogador sólido. Que nada. O moleque virou um monstro completo.

    Os números não mentem

    As estatísticas do canadense são de outro mundo: 31.1 pontos, 4.3 rebotes e 6.6 assistências por jogo, com um PER de 30.5. Praticamente idêntico à temporada passada (32.7 pontos, mesmos rebotes e assistências, mesmo PER). A consistência é assustadora.

    Mas não é só isso. O Thunder liderou a NBA em vitórias e rating líquido pelo segundo ano consecutivo. Coincidência? Claro que não. Quando você tem um cara que consegue criar jogada do nada e ainda por cima lidera pelo exemplo, fica mais fácil construir uma máquina vencedora.

    Companhia de elite

    SGA agora faz parte de um grupo bem seleto: apenas 14 jogadores na história da NBA conquistaram MVPs em temporadas consecutivas. Estamos falando de nomes como Jordan, LeBron, Magic Johnson… É ou não é companhia boa?

    E tem mais um dado que me chamou atenção: ele está entre os top 5 candidatos a MVP há quatro temporadas seguidas. Cara, isso é longevidade no mais alto nível. Não foi sorte nem um pico isolado — é excelência sustentada.

    A disputa final foi entre ele, Victor Wembanyama e Nikola Jokic. Três estilos completamente diferentes, mas todos representando o que há de melhor na liga atualmente. Sinceramente? Qualquer um dos três mereceria, mas o SGA conseguiu se destacar pela combinação de números individuais e sucesso coletivo.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele consegue o tricampeonato na próxima temporada? Porque do jeito que as coisas estão indo em Oklahoma City, eu não duvidaria de nada…

  • Jalen Williams volta pro Thunder no pior momento possível

    Jalen Williams volta pro Thunder no pior momento possível

    Olha, eu não esperava essa. Jalen Williams foi liberado pelo departamento médico do Oklahoma City Thunder e vai estar disponível pro Jogo 1 da Final do Oeste, que rola na segunda contra o San Antonio Spurs. Depois de quase um mês parado, o cara volta justamente na reta final dos playoffs.

    Williams tá fora desde 22 de abril, quando machucou o posterior da coxa no Jogo 2 da primeira rodada contra o Phoenix Suns. Perdeu o resto daquela série, toda a segunda rodada contra o Lakers, e agora volta bem na hora da decisão. Na minha visão, isso pode ser uma faca de dois gumes — ou ele volta motivado pra caramba, ou ainda tá meio enferrujado.

    Uma temporada para esquecer

    Sinceramente? Foi uma temporada perdida pro Williams. O monstro jogou apenas 33 jogos na temporada regular e só dois nos playoffs até agora. Começou o ano se recuperando de uma cirurgia no punho que fez na offseason, aí quando finalmente voltou, veio essa sequência de lesões no posterior.

    Duas lesões no posterior da coxa em um período de um mês e meio. Isso é o tipo de coisa que deixa qualquer um maluco, principalmente um jogador que vinha numa crescente absurda na NBA.

    Thunder não sentiu tanto assim

    O mais impressionante? O Thunder passou por tudo isso e chegou na Final do Oeste mesmo assim. Varreram Phoenix na primeira rodada, varreram o Lakers na segunda. Isso mostra como esse time de Oklahoma City é profundo e bem treinado.

    Mas agora é diferente. Final do Oeste contra o Spurs de Wembanyama é outro nível de pressão. E ter o Williams de volta pode fazer toda a diferença, especialmente se ele conseguir entrar no ritmo rapidinho.

    Vocês acham que ele aguenta a pressão de voltar justamente na Final do Oeste? Porque, olha, não deve ser fácil ficar um mês parado e depois ter que jogar no maior palco dos playoffs. Mas se tem alguém que pode fazer isso acontecer, é esse time do Thunder que não para de surpreender.

  • Holmgren sempre soube: McCain é muito mais que meteoro

    Holmgren sempre soube: McCain é muito mais que meteoro

    Cara, o pessoal do Thunder tem um olho clínico absurdo. Enquanto todo mundo comparava o Jared McCain com aquela explosão meteórica do Jeremy Lin lá em 2012 — a famosa “Linsanity” —, o Chet Holmgren já sabia que o garoto tinha muito mais lenha pra queimar.

    “Eu acompanhei um pouco daquela corrida dele ano passado antes de se machucar”, disse Holmgren recentemente. “Eu sabia que ele podia fazer muito mais do que só arremessar… Ele consegue criar praticamente qualquer arremesso que quiser.”

    Olha, vindo de um dos melhores defensores da liga, esse elogio pesa. E muito.

    Do meteoro ao astro consolidado

    McCain virou uma das melhores histórias de superação destes playoffs de 2026. Depois daquelas lesões chatas que atrapalharam boa parte da temporada 2024-25, muita gente ficou na dúvida: será que aquela explosão de rookie tinha sido só mais um flash meteórico?

    A resposta veio em quadra. O cara voltou com um controle de bola muito mais refinado e uma capacidade de criar arremessos que impressiona. Aquelas comparações com “Linsanity” que grudaram nele já parecem coisa do passado — ele tá provando que consegue render em alto nível no basquete estruturado dos playoffs.

    A chegada que mudou tudo

    Depois de chegar do Philadelphia numa troca no meio da temporada, McCain encontrou outro patamar nas semifinais da Conferência Oeste contra o Lakers. E quando digo outro patamar, é outro patamar mesmo.

    No Jogo 1, o monstro enterrou Los Angeles com uma eficiência cruel: 12 pontos convertendo 4 de 5 tentativas do perímetro. No Jogo 2? Simplesmente explodiu com 18 pontos numa porcentagem absurda de 80% de aproveitamento das bolas de três. Oitenta por cento, gente!

    Se essa trajetória continuar, a previsão do Holmgren vai envelhecer como vinho. E sinceramente? Eu tô começando a acreditar que esse Thunder pode ir longe mesmo. McCain não é só mais um cara que teve uma boa fase — ele é peça fundamental dessa máquina que Oklahoma montou.

    Vocês acham que ele aguenta a pressão conforme os playoffs avançam? Porque pelo que tô vendo, o garoto chegou pra ficar no topo da NBA.

  • Wemby já está estudando o Thunder: ‘Eles sabem jogar basquete’

    Wemby já está estudando o Thunder: ‘Eles sabem jogar basquete’

    Cara, o clima já esquentou para a final do Oeste. O Wembanyama deu uma declaração que mostra o respeito que ele tem pelo Thunder — e olha que não é pouco, considerando que San Antonio eliminou Minnesota em seis jogos enquanto OKC não perdeu UM JOGO SEQUER nos playoffs.

    “Sabemos que vai ser uma série completamente diferente. Este é um time que sabe jogar basquete. Eles conhecem o jogo”, disse o francês monstro. “Vamos assistir todos os jogos deles, fazer o scouting e tentar executar no Jogo 1.”

    Thunder chegou voando, Spurs crescendo na pressão

    A situação é interessante, né? Na temporada regular, os Spurs dominaram o confronto direto: 4-1 contra Oklahoma City, com média de 114.4 pontos por jogo e aproveitamento de 47% nos arremessos. Mas playoff é outro mundo — e o Thunder tá mostrando isso.

    OKC simplesmente VARREU Suns e Lakers. Varreu mesmo. Média de 119.8 pontos, aproveitamento absurdo de 53.4% nos arremessos e 40.7% nas bolas de três. É um ritmo que sufoca qualquer adversário.

    Mas ó, os Spurs não ficaram atrás contra Minnesota. Wemby teve números ridículos: 19.8 pontos, 12 rebotes e 4.2 tocos por jogo. O cara tá construindo um currículo de playoffs que poucos jovens conseguem. E San Antonio como um todo? 120.7 pontos e 50.2 rebotes de média.

    O que esperar dessa guerra de jovens?

    Sinceramente, essa é uma das séries mais equilibradas que eu já vi em anos. Dois times jovens, famintos, com estrelas em ascensão meteórica. O Thunder tem o time mais completo, mas Wembanyama é simplesmente diferenciado — e vocês sabem como esses caras únicos podem mudar uma série inteira.

    A NBA ainda vai anunciar o MVP antes da série começar, o que adiciona ainda mais drama. Imaginem se for algum dos dois times? A pressão vai ser insana.

    Uma coisa eu garanto: não vai ser fácil para nenhum dos dois. O Thunder pode estar invicto, mas ainda não enfrentou um monstro como Wemby nos playoffs. E os Spurs? Bem, eles precisam provar que conseguem quebrar o ritmo alucinante de Oklahoma City.

    E aí, quem vocês acham que leva? O Thunder invicto ou a magia do Wembanyama?

  • Por que os Spurs vão dar trabalho pro Thunder nas Finais de 2026

    Por que os Spurs vão dar trabalho pro Thunder nas Finais de 2026

    Olha, eu sei que pode parecer loucura falar disso agora, mas vocês já pararam pra pensar no que pode rolar nas Finais do Oeste em 2026? Thunder x Spurs. Shai Gilgeous-Alexander contra Victor Wembanyama. Cara, só de imaginar essa matchup eu já fico arrepiado.

    Sinceramente? Acho que todo mundo tá subestimando San Antonio. Todo mundo olha pro OKC como os grandes favoritos — afinal, são os atuais campeões da NBA e têm uma das equipes mais completas que já vi. Mas o Wemby tá construindo algo especial lá no Texas, e o elenco ao redor dele pode ser justamente o X da questão.

    O athleticism dos Spurs é subestimado

    A galera foca muito no Wembanyama (e com razão, o cara é um monstro), mas esquece que San Antonio tem um dos elencos mais atléticos da liga. De’Aaron Fox chegou lá e mudou completamente a dinâmica ofensiva. Stephon Castle tá se desenvolvendo num ritmo absurdo. Dylan Harper saindo do banco? O cara pode decidir qualquer jogo.

    E aqui vai uma parada que poucos perceberam: nos playoffs de 2025 contra o Timberwolves, os Spurs mostraram que conseguem parar estrelas. A defesa deles foi simplesmente brutal, e isso contra um dos ataques mais letais da NBA. Imagina isso aplicado contra o Thunder?

    O Thunder é incrível, não tem como negar. Shai é provavelmente o melhor armador da liga, Chet Holmgren e Jalen Williams formam uma dupla que dá pesadelo em qualquer adversário. Mas existe uma coisa que pode complicar: eles dependem muito do Shai para criar as jogadas ofensivas.

    A estratégia que pode funcionar

    Lembram do que os Lakers fizeram recentemente? JJ Redick bolou uma defesa focada em “qualquer um menos o Shai”. Obviamente não funcionou porque LA não tinha atletismo nem firepower ofensivo sem o Luka. Mas agora imagina os Spurs aplicando a mesma estratégia?

    Com Fox na armação, Wemby controlando o garrafão e um banco profundo que inclui Harper, eles têm todas as ferramentas que os Lakers não tinham. Conseguem trocar de marcação rapidamente, têm altura pra incomodar os arremessos de 3 do Thunder, e — o mais importante — têm várias opções ofensivas.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem dar esse susto? Eu tô começando a acreditar que 2026 pode ser o ano que ninguém espera. O Thunder vai continuar sendo favorito, mas San Antonio tem tudo pra transformar essas Finais do Oeste numa série épica.

    Na minha opinião, se o Wemby mantiver o nível absurdo que mostrou nos playoffs passados e o Fox continuar jogando como um All-Star, essa série vai pra sete jogos. E numa série de sete jogos, qualquer coisa pode acontecer.