Tag: Oklahoma City Thunder

  • Rookie do Thunder vira ‘gamer’ após destruir Lakers nos playoffs

    Rookie do Thunder vira ‘gamer’ após destruir Lakers nos playoffs

    Cara, eu não sei se vocês viram o que aconteceu na sexta à noite, mas o Ajay Mitchell simplesmente resolveu destruir os Lakers no próprio território deles. 24 pontos. Vinte e quatro. Um rookie fazendo isso nos playoffs contra LeBron e companhia no Crypto.com Arena.

    O Thunder tá fazendo os playoffs parecerem um treino de escolinha, sinceramente. 7 vitórias em 7 jogos até agora, e agora com essa goleada de 131-108, eles já têm 3-0 na série. Eu sabia que Oklahoma City tava forte, mas esse domínio tá sendo absurdo.

    O elogio que todo rookie sonha em ouvir

    O mais maneiro? O Shai Gilgeous-Alexander falou que o Mitchell é um “gamer” depois do jogo. E olha, vindo do SGA, isso é tipo um certificado de qualidade, né?

    “Ele é um gamer mesmo, trabalha muito, nunca se abala com o momento”, disse o astro do Thunder. “Pode ser um choque pro mundo, mas pra gente não é. A gente sabia quem era o Ajay Mitchell desde o dia que ele pisou no nosso ginásio.”

    Isso aí é confiança no garoto. E Mitchell mostrou por quê merece essa confiança – foi o cestinha da partida, superando até mesmo os veteranos de ambos os lados.

    Lakers sem resposta pro furacão do Thunder

    Enquanto Mitchell brilhava, o restante do time também fez sua parte. SGA teve seus 22 pontos e 8 assistências (sempre consistente, esse cara), Jalen Williams adicionou 18 pontos. Era um ataque funcionando como relógio suíço.

    Do lado dos Lakers? Cara, foi de dar dó. Rui Hachimura foi o melhor com 21 pontos, LeBron fez 19 pontos e 8 assistências, mas parecia que estavam jogando em câmera lenta comparado com o ritmo frenético do Thunder.

    A defesa de Los Angeles simplesmente não conseguiu parar a movimentação de bola do OKC. E agora? 3-0 na série. Vocês sabem o que isso significa, né? Nenhum time na história da NBA conseguiu reverter uma desvantagem dessas.

    Na minha visão, o Thunder não só vai fechar a série no jogo 4, como tá mandando um recado claro pro resto da liga: esses caras vieram pra valer. Com rookies como Mitchell surgindo nos momentos decisivos, imagina o que esse time pode fazer daqui pra frente?

    E aí, vocês acham que Los Angeles ainda tem alguma chance ou já era mesmo?

  • Austin Reaves teve volta traumática pra casa em Oklahoma

    Austin Reaves teve volta traumática pra casa em Oklahoma

    Cara, imagina só a situação do Austin Reaves. O cara volta pra Oklahoma — praticamente em casa, já que jogou na faculdade ali do lado — e simplesmente despenca nos dois primeiros jogos dos playoffs. É de dar dó.

    O Reaves nasceu no Arkansas, jogou na Universidade de Oklahoma, e galera de lá costumava chamar ele de “Hillbilly Kobe”. Tipo, o Kobe caipira mesmo. E todo mundo foi lá assistir o garoto que saiu do interior jogar nos playoffs da NBA.

    O pesadelo do Jogo 1

    Só que aí veio a realidade. No primeiro jogo, o Austin simplesmente travou. 8 pontos em 3 de 16 arremessos. ZERO de cinco tentativas do perímetro. Mano, 18,8% de aproveitamento nos arremessos — o PIOR da história dos Lakers nos playoffs por um jogador que tentou pelo menos 15 cestas.

    “Eu tinha muita gente aqui”, disse ele depois. “Quando você não joga bem, é uma merda.” E olha, sinceramente, dá pra entender a pressão. Imagina você jogando mal na frente da família inteira, dos amigos da faculdade… Eu morro de vergonha só de pensar.

    A reação no Jogo 2

    Mas o Austin tem uma coisa que ele chama de “confiança delirante”. E no segundo jogo, ele usou exatamente isso. Saiu metendo bala e fez 31 pontos — recorde pessoal dele nos playoffs. Só que mesmo assim os Lakers perderam de 18 de novo.

    O pior? O cara ainda se envolveu numa treta com a arbitragem que viralizou. “Ele virou e gritou na minha cara… achei desrespeitoso”, reclamou o Austin. “Somos homens adultos. Se eu fizesse isso primeiro, teria levado técnica.”

    E não é que ele tá errado? A arbitragem foi um lixo mesmo. 10 faltas só pros Lakers numa sequência onde o Thunder fez 14 lances livres. Os caras perderam várias chamadas óbvias. Foi revoltante de assistir.

    Oklahoma não é mais casa

    O mais interessante é que quando perguntaram se Oklahoma ainda significava “casa” pra ele, o Reaves foi direto: “Na verdade, não”. O cara tá em Los Angeles há cinco anos já. Quando tem folga, volta pro Arkansas mesmo, não pra Oklahoma.

    É engraçado como as coisas mudam, né? Aquele lugar que era tudo na vida dele agora é só mais uma parada no calendário da NBA. Mais uma memória.

    Agora a série volta pra Los Angeles, e os Lakers precisam MUITO que o Austin apareça. Porque tomar 2-0 em casa dos caras é complicado, mas ainda dá pra virar. Vocês acham que ele consegue se recuperar dessa volta traumática pra “casa”?

  • Knicks e Thunder praticamente garantidos nas finais de conferência

    Knicks e Thunder praticamente garantidos nas finais de conferência

    Mano, os playoffs estão pegando fogo e algumas coisas já estão praticamente definidas. Os Knicks e o Thunder chegaram nos 99% de probabilidade de avançar para as finais de conferência — isso é basicamente certeza matemática no mundo das apostas.

    Os Knicks atropelaram o 76ers por 108-94 no Jogo 3 e agora lideram por 3-0. Sinceramente? Game over. Nenhum time na história da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 3-0 nos playoffs. É estatística pura: 99% de chance de chegar na final do Leste pelo segundo ano consecutivo.

    Wembanyama está jogando um basquete absurdo

    Mas cara, quem tá me impressionando mesmo é o Wembanyama. O francesinho fez 39 pontos, 15 rebotes e 5 tocos contra o Minnesota. ABSURDO. Os Spurs viraram a série pra 2-1 e agora têm 92% de chance de avançar — uma subida gigantesca nas odds depois dessa performance monstruosa.

    O garoto tá mostrando porque foi a primeira escolha do draft. Aos 20 anos, fazendo o que veteranos não conseguem fazer nos playoffs. É de arrepiar.

    Thunder dominando sem nem forçar a barra

    Já o Thunder… meu Deus. 99% de probabilidade também, mas o mais louco é que o Shai Gilgeous-Alexander nem está jogando no nível MVP dele. E mesmo assim estão massacrando os Lakers (que nem têm o Doncic — peraí, Doncic é dos Mavs, não dos Lakers… enfim, Lakers sem estrelas mesmo).

    Os coadjuvantes como Ajay Mitchell e Jared McCain estão brilhando. Isso mostra a profundidade do elenco que o Sam Presti montou. Quando você não depende só das suas estrelas principais, é sinal de que o time está maduro pra buscar título.

    E olha as odds para o título: Thunder favorito com -165, seguido pelos Spurs (+320), Knicks (+700) e Pistons (+1600).

    Vocês acham que algum time ainda consegue uma virada histórica ou os favoritos vão mesmo confirmar? Eu tô com um pé atrás com essas certezas todas…

  • J-Dub fora de novo! Thunder segue sem Williams contra Lakers

    J-Dub fora de novo! Thunder segue sem Williams contra Lakers

    Galera, o Oklahoma City Thunder continua voando nos playoffs mesmo sem uma de suas principais armas. Jalen “J-Dub” Williams segue fora para o Jogo 2 contra o Lakers hoje à noite, e sinceramente? Eu tô impressionado como esse time consegue manter o nível.

    O jovem de 25 anos não joga desde que machucou o posterior da coxa esquerda (grau 1) lá no dia 22 de abril, contra o Phoenix Suns no primeiro round. Foi numa dessas jogadas que você já sabe que deu ruim na hora. Desde então, nada de J-Dub em quadra.

    Thunder voando mesmo sem a estrela

    O mais louco de tudo isso? Oklahoma City simplesmente VARREU os Suns sem o Williams e já largou na frente contra o Lakers com uma vitória de 108-90 no Jogo 1. Quer dizer, esse time tá jogando um basquete absurdo.

    Williams vinha numa temporada sólida antes da lesão – 17,1 pontos e 5,5 assistências por jogo, com 48,4% nos arremessos de quadra. Números de jogador que faz diferença, mas o Thunder mostrou que tem banco pra segurar a parada.

    E olha só que temporada complicada foi a do garoto: apenas 33 jogos na temporada regular por causa de duas cirurgias no pulso e duas lesões no posterior. Cara não teve sorte nenhuma, mas quando jogou, mostrou qualidade.

    Dinastia em construção

    A parada fica ainda mais interessante quando você lembra que o Thunder apostou PESADO no J-Dub. Em julho do ano passado, ele assinou uma extensão de cinco anos por US$ 239,25 milhões. Não é brincadeira, né?

    O moleque chegou da Santa Clara como a 12ª escolha do draft de 2022, numa pick que veio justamente da troca do Paul George pros Clippers. Aquela negociação que trouxe o Shai Gilgeous-Alexander pra Oklahoma City tá rendendo frutos até hoje.

    Vocês acham que o Thunder consegue fechar essa série sem o Williams? Porque pelo jeito que eles tão jogando, parece que qualquer um que entre resolve. Mas ter o J-Dub de volta seria o diferencial pra uma possível final, não acham?

    Por enquanto, é torcer pra lesão não complicar e ele voltar logo. Porque ver esse Thunder com força total deve ser um espetáculo à parte.

  • Luka frustrado: ‘Não sabem como é ver o time jogando sem poder ajudar’

    Luka frustrado: ‘Não sabem como é ver o time jogando sem poder ajudar’

    Olha, se tem uma coisa que eu entendo é a frustração do Luka Doncic neste momento. O cara está vendo os Lakers brigando nos playoffs — literalmente o melhor momento do ano no basquete — e ele ali, machucado, só assistindo da lateral. Pura tortura.

    O astro esloveno abriu o jogo sobre como tem sido difícil ficar de fora desde que se machucou no início de abril. “É muito frustrante. Acho que as pessoas não entendem o quão frustrante isso é”, disparou Luka antes do Jogo 2 contra o Oklahoma City Thunder. “Tudo que eu quero é jogar basquete, especialmente nesta época. É a melhor época para jogar basquete.”

    Tratamento de primeira na Espanha

    Para tentar acelerar a recuperação dessa lesão no posterior da coxa — que tem um prazo de oito semanas —, Doncic foi até a Espanha fazer injeções de plasma rico em plaquetas (PRP). E olha, não foi só um pulo lá e voltar não. O monstro ficou semanas por lá.

    “Fui à Espanha fazer PRP. Todo mundo sabe que é um dos melhores países para isso”, explicou o campeão de pontuação da NBA. Entre cada injeção, ele precisava de quatro dias de descanso. Foram quatro aplicações no total. Conta aí: 4 x 4 = 16 dias só de intervalo, fora o tempo dos procedimentos.

    A escolha da Espanha não foi aleatória. Luka tem conexões de longa data por lá — lembram que ele jogou no Real Madrid antes de vir pra NBA? “Conheço e confio em muitas pessoas na Espanha com quem costumava trabalhar antes”, disse.

    LeBron carregando o piano nas costas

    Enquanto isso, quem está salvando a pátria é o velho LeBron James. Aos 41 anos (isso mesmo, 41!), o Rei assumiu a responsabilidade de carregar o ataque dos Lakers. Na primeira rodada contra o Houston Rockets, foi ele quem segurou as pontas para garantir a vitória por 4-2.

    Mas sinceramente? Dá para perceber a diferença. No Jogo 1 contra o Thunder, os Lakers tomaram uma surra de 108-90. E sem o Luka para criar jogadas e meter aqueles triplos impossíveis, fica bem mais difícil.

    Aprendendo com os erros do passado

    O que mais me impressiona é a maturidade do Luka em relação à lesão. Ele mesmo admitiu que já voltou cedo demais de outras contusões e se ferrou. “É difícil para mim. Já voltei de lesões cedo demais antes, e não foi o melhor resultado”, confessou.

    E ele tem razão para ser cuidadoso. Lesão no posterior da coxa não é brincadeira — é diferente de outras contusões. Uma recaída agora poderia acabar com toda a temporada dele e dos Lakers.

    Vocês acham que ele vai conseguir voltar a tempo de ajudar os Lakers nestes playoffs? Porque se depender só do LeBron, vai ser muito difícil passar do Thunder. E olha que eu sou fã do Rei, mas até ele tem limites aos 41 anos…

  • McCain desabafa sobre comentário do GM dos Sixers: ‘Machucou’

    McCain desabafa sobre comentário do GM dos Sixers: ‘Machucou’

    Cara, essa história do Jared McCain me deixou meio puto, não vou mentir. O garoto foi trocado pelos Sixers pro Thunder e ainda teve que engolir o GM Daryl Morey dizendo publicamente que eles “venderam alto” o jogador. Que falta de classe, sinceramente.

    “Definitivamente machucou”, disse McCain sobre o comentário. E olha, eu entendo completamente o cara. Imagina você sendo negociado e ainda ouvir o próprio GM da sua ex-equipe falando que te vendeu como se fosse uma commodity qualquer?

    A resposta madura do garoto

    Mas o que mais me impressionou foi a maturidade da resposta do McCain. Em vez de partir pra briga, ele manteve a classe: “Na minha opinião, eu tento provar que as pessoas que realmente acreditam em mim estão certas, seja minha família, meu sistema de apoio. Não é sobre provar que o time ou o GM estão errados. O que ele disse é opinião dele. Eu só tento ser eu mesmo e não me preocupar com isso.”

    Monstro de resposta. Aos 20 anos, o moleque já tem mais maturidade que muito veterano por aí.

    A trade aconteceu porque os Sixers apostaram no VJ Edgecombe como peça principal do futuro e ficaram preocupados com o joelho do McCain. Em troca, receberam uma primeira rodada do draft de 2026 (dos Rockets) e três segundas rodadas. Não é um retorno ruim, mas será que valeu a pena queimar pontes assim?

    Aproveitando a chance no Thunder

    E o McCain? Tá aproveitando pra caramba a oportunidade em Oklahoma City. Desde que chegou, o garoto tá acertando quase 40% das bolas de três — um percentual absurdo pra um calouro. Sam Presti (GM do Thunder) deve estar rindo à toa vendo essa produção.

    “Tem sido incrível, cara”, disse McCain sobre o ambiente no Thunder. “É uma bênção poder aprender com esses caras. Eles já têm campeonatos, e poder absorver tudo que conseguem me passar, fazer perguntas e contribuir o máximo possível.”

    O mais legal é que o Thunder tem uma cultura organizacional fantástica. Diferente de algumas franquias que tratam jogadores como peças de xadrez, lá eles realmente investem no desenvolvimento. E vocês acham que o McCain vai conseguir se estabelecer como titular no futuro?

    Uma coisa é certa: ele terminou em 7º lugar na votação de Novato do Ano na temporada passada jogando apenas 23 partidas por causa da lesão. Isso mostra o potencial que o garoto tem quando está saudável. Os Sixers podem ter se arrependido dessa trade mais cedo do que imaginam.

  • SGA ‘foi OK’ mesmo com 18 pontos e 7 erros no Game 1

    SGA ‘foi OK’ mesmo com 18 pontos e 7 erros no Game 1

    Olha, eu esperava muito mais do Shai Gilgeous-Alexander no primeiro jogo da semifinal do Oeste. O Thunder atropelou os Lakers por 108-90, mas o craque canadense teve uma das piores performances da temporada — e ele mesmo admitiu.

    Dezoito pontos e SETE turnovers. Sete! Para um cara que é candidato a MVP, isso é bem estranho. Foi o menor número de pontos dele na temporada inteira, e também o maior número de erros em um jogo.

    “Eu estava OK”

    A resposta dele no pós-jogo foi bem honesta: “Eu estava OK. Não foi meu melhor. Não foi meu pior.” Cara, adoro essa sinceridade. Nada de desculpa esfarrapada ou drama — só assumiu que foi uma noite estranha mesmo.

    O mais interessante é que o Thunder ganhou fácil mesmo com o SGA meio travado. Isso mostra como esse time evoluiu, né? Não dependem só de uma estrela pra resolver os jogos. É um coletivo monstro.

    LeBron tentando baixar a pressão

    Do outro lado, LeBron foi o cestinha da partida com 27 pontos (claro, né?) e soltou uma frase que virou manchete: “Isso não é Shai contra os Lakers, é Lakers contra Thunder.”

    Traduzindo: o Rei tá tentando tirar a pressão toda das costas do SGA e fazer parecer que é só mais um jogador qualquer. Estratégia inteligente, mas convenhamos — todo mundo sabe que parar o Shai é prioridade número um da defesa dos Lakers.

    O Thunder teve 16 turnovers no total (eles faziam média de apenas 11,8 na temporada regular). SGA assumiu a culpa: “Eu estava descuidado com a bola, tive muitos erros. Acho que é a ferrugem de ficar um tempo parado.”

    E agora, Game 2?

    Os bookmakers já botaram o Thunder como favorito por 15.5 pontos no próximo jogo — quinta-feira, em casa. Isso é MUITA confiança, considerando que os Lakers ainda têm LeBron e AD.

    Mas sinceramente? Se o SGA voltar ao normal (e ele vai voltar), pode ser um massacre mesmo. Imagina se ele resolve fazer 35 pontos no Game 2 pra compensar? Os Lakers que se cuidem.

    Ah, e o Jarred Vanderbilt deslocou o dedinho na partida. Mais uma dor de cabeça pros Lakers, que já não tinham vida fácil.

    E aí, vocês acham que foi só um jogo ruim do SGA ou os Lakers encontraram a fórmula pra incomodá-lo?

  • Dončić fez tratamento na Espanha e ainda é dúvida pros Lakers

    Dončić fez tratamento na Espanha e ainda é dúvida pros Lakers

    Olha, eu não sabia se ria ou chorava quando vi o Luka Dončić falando sobre sua lesão ontem. O cara viajou pra Espanha — isso mesmo, ESPANHA — pra fazer um tratamento especial no posterior da coxa. Quatro injeções de plasma rico em plaquetas, uma a cada quatro dias. É ou não é coisa de astro da NBA?

    “Fui pra Espanha fazer PRP”, disse o esloveno. “Todo mundo sabe que a Espanha é um dos melhores países pra fazer isso.” Cara, quando você tem grana e precisa se recuperar rápido, não economiza mesmo. E pelo visto, os médicos dos Lakers concordaram com a ideia.

    A realidade cruel da lesão

    Cinco semanas já se passaram desde que o Dončić machucou o posterior da coxa — aquela lesão grau 2 que todo mundo que joga basquete teme. O prognóstico inicial falava em oito semanas de recuperação, então tecnicamente ele ainda tem mais três pela frente.

    E sabe o que mais me impressiona? A maturidade do cara dessa vez. “É complicado pra mim porque já voltei de lesões cedo demais antes, e não deu certo”, admitiu. Quem acompanha a carreira dele sabe que o Luka sempre foi meio ansioso pra voltar. Parece que finalmente aprendeu.

    Por enquanto ele tá só correndo — nada de contato físico ainda. Quando perguntaram se ele volta pros jogos 3 e 4 em Los Angeles, foi evasivo. Smart move, na minha opinião.

    Lakers sentem a falta do craque

    Sinceramente, ver os Lakers sem o Dončić é meio estranho. O cara estava fazendo uma temporada absurda: 34 pontos, 9 assistências e 8 rebotes por jogo. Números de MVP, sem discussão.

    O LeBron foi direto ao ponto depois da derrota por 108-90 pro Oklahoma City no primeiro jogo: “Quando você joga contra os campeões mundiais e não tem um cara que faz 34, 8 e 9, é uma peça importante que tá faltando.” Traduzindo: tão ferrados sem o Luka.

    Mas o que mais me tocou foi ver o Dončić falando sobre assistir os companheiros de camarote. “É muito frustrante ver o que meu time tá fazendo. Tenho muito orgulho deles. Tem sido muito difícil só sentar e assistir eles jogarem.” Mano, dá pra sentir a dor no peito do cara.

    E vocês, acham que ele volta ainda nessa série? Ou será que os Lakers vão ter que se virar sem o Luka Magic mais um tempo?

  • Daigneault compara ética de Chet com ‘poço sem fundo’ após show

    Daigneault compara ética de Chet com ‘poço sem fundo’ após show

    Cara, o Chet Holmgren simplesmente decidiu que ia carregar o Thunder nas costas no Jogo 1 contra os Lakers. E olha que não era pra ser assim, né?

    O plano dos Lakers era claro: parar o Shai Gilgeous-Alexander a qualquer custo. E funcionou – pela primeira vez nos playoffs, o SGA ficou abaixo dos 20 pontos. Mas aí que tá… quando você tem um cara como o Chet no seu time, esse tipo de estratégia pode sair pela culatra.

    24 pontos do pivô de 2,13m. Vinte e quatro! E ainda por cima destruindo na defesa, como sempre. O Thunder ganhou de 108-90 e deixou bem claro quem mandou no jogo.

    O elogio que diz tudo

    Depois da partida, o técnico Mark Daigneault soltou uma frase que resume perfeitamente quem é o Chet: “Ele é um poço sem fundo quando se trata de ética de trabalho… Não há quantidade de basquete que ele não consiga aguentar”.

    Mano, que comparação absurda. E faz total sentido quando você para pra pensar na trajetória do cara. Lembram da lesão grave no quadril no ano passado? Todo mundo ficou preocupado, achando que ia afetar o desenvolvimento dele. Resultado? Voltou ainda mais forte e foi peça-chave no título do Thunder em 2025.

    Sinceramente, eu já esperava que o Chet fosse importante nesta série, mas não imaginava que seria TANTO logo no primeiro jogo. Com o Jalen Williams fora e o SGA sendo marcado por dois ou três caras o tempo todo, alguém tinha que aparecer. E apareceu.

    Matchup favorável contra os Lakers?

    Agora vem a parte interessante: o Chet vai ter que duelar muito com o Deandre Ayton nos próximos jogos. E olha, na minha visão, essa é uma vantagem clara pro Thunder. O Ayton é forte, mas o Chet tem velocidade e alcance que o pivô dos Lakers simplesmente não tem.

    Os Lakers vão tentar forçar o jogo interno, é óbvio. Mas com o Chet protegendo o garrafão e ainda conseguindo esticar a defesa com seu arremesso de três… cara, vai ser difícil pros caras de Los Angeles.

    O que mais me impressiona no Holmgren é como ele abraça a responsabilidade. Precisa pontuar? Pontua. Precisa defender? Defende. Precisa ser o cara do time por alguns jogos? Sem problema nenhum.

    E aí, vocês acham que o Chet consegue manter esse nível durante toda a série? Porque se conseguir, os Lakers vão ter um problemão nas mãos.

  • McCain não tem medo de arremessar e Daigneault adora isso

    McCain não tem medo de arremessar e Daigneault adora isso

    Cara, tem coisa mais linda que um rookie chegando nos playoffs e jogando como se fosse dono da quadra? O Jared McCain fez exatamente isso no jogo 1 contra os Lakers, e o técnico Mark Daigneault não conseguiu esconder o sorriso quando falaram sobre a confiança do garoto.

    “Parece que é assim mesmo. Não o conheço há muito tempo, mas ele continua mandando bala”, disse Daigneault depois da vitória por 108-90. E olha, vindo de um técnico que prega eficiência, falar que o cara fica “mandando bala” é praticamente um elogio.

    O banco que decidiu o jogo

    McCain saiu do banco e simplesmente resolveu o jogo no quarto período. Duas bolas de três seguidas que praticamente mataram qualquer esperança dos Lakers. Terminou com 12 pontos, 4/8 do perímetro – números que nem contam toda a história.

    O mais impressionante? Enquanto o Shai Gilgeous-Alexander teve uma noite meio travada (18 pontos mas 6 turnovers, coisa rara dele), McCain segurou a bronca. Junto com Chet Holmgren que fez um duplo-duplo monstro (24 pontos e 12 rebotes), o Thunder mostrou por que essa profundidade assusta tanto.

    Lakers sem resposta

    Do outro lado, os Lakers simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo. LeBron fez seus 27 pontos como sempre, mas Austin Reaves teve um pesadelo total – 3/16 nos arremessos. Pra piorar, Jarred Vanderbilt se machucou a mão.

    Sinceramente? Eu já esperava que o Thunder fosse profundo, mas ver um rookie chegando assim nos playoffs é de arrepiar. McCain joga com uma confiança que normalmente você só vê em veteranos que já passaram por tudo.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem se recuperar no jogo 2? Porque se McCain continuar com essa mentalidade de “atira primeiro, pergunta depois”, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo imagina.