Tag: Oklahoma City Thunder

  • Lakers voando e Hawks fazendo barulho: o top 5 da NBA mudou tudo

    Lakers voando e Hawks fazendo barulho: o top 5 da NBA mudou tudo

    Cara, esse final de março está sendo absolutamente insano na NBA. Dez times já garantiram pelo menos uma vaguinha nos playoffs, e agora a coisa fica séria mesmo — é briga por posicionamento pra quem quer ter mando de quadra.

    E olha, vou ser sincero: não esperava que os Lakers fossem fazer essa arrancada toda. Eles estão com três jogadores que são simplesmente monstros — Luka Doncic, LeBron James e Austin Reaves — e quando esse trio tá saudável e entrosado, é um negócio absurdo mesmo. Nove vitórias em dez jogos? Isso aí é coisa de quem tá com sangue nos olhos atrás do mando de quadra.

    Thunder segue na frente, mas Detroit assombra

    Oklahoma City continua sendo aquela máquina que a gente conhece. Os caras são os atuais campeões, ganharam 12 seguidas e parecem que vão ter mando durante todos os playoffs. Jalen Williams voltou de lesão e já mostrou que tá 100% — 18 pontos e 6 assistências em só 20 minutos. Monstro.

    Mas o Detroit Pistons tá fazendo um barulho danado no Leste. Semana passada todo mundo ficou preocupado com a lesão do Cade Cunningham (punctured lung, parada séria), mas os caras simplesmente resolveram que iam voltar àquela defesa sufocante que a gente conhece. Resultado? Quatro vitórias seguidas e de volta ao topo da conferência.

    Hawks em modo playoff e Celtics testando química

    Agora, quem tá me surpreendendo mesmo são os Atlanta Hawks. Treze vitórias em 14 jogos no último mês — eu sei que pegaram um calendário mais molinho, mas mesmo assim é uma arrancada impressionante. Eles querem sair dessa zona de play-in de qualquer jeito, e sinceramente? Tão no caminho certo.

    Só que agora vem o teste de fogo: vão encarar Detroit Pistons e Boston Celtics três vezes em seis dias. Vocês acham que eles aguentam a pressão?

    Falando em Celtics, o Jayson Tatum voltou no dia 6 de março e ainda tá tentando encontrar o ritmo ideal. O cara tá com 30.8% de usage rate — praticamente igual às últimas cinco temporadas —, mas ainda não tá naquele nível de dominância total que a gente conhece.

    O que mais me impressiona é como essa reta final de temporada regular tá competitiva. No Oeste, você tem Thunder, Spurs e Lakers brigando, enquanto no Leste é Detroit, Boston e Atlanta fazendo a festa. E olha que ainda tem umas semanas pela frente!

    Próximas semanas vão definir tudo mesmo. Quem vocês acham que vai conseguir se posicionar melhor pra chegada dos playoffs?

  • Celtics x Thunder: finalmente os dois times quase completos

    Celtics x Thunder: finalmente os dois times quase completos

    Finalmente! Depois de tanto tempo vendo relatórios médicos parecendo lista de supermercado, tanto Celtics quanto Thunder vão entrar em quadra quase com força máxima na quarta-feira. E sinceramente, eu tava precisando ver esse confronto com os dois times bem.

    Do lado do Boston, todo mundo disponível — menos o Nikola Vucevic, que ainda tá se recuperando de uma fratura no dedo desde o dia 6 de março. Coisa chata, mas nada que comprometa muito o esquema dos caras.

    Mas a notícia boa mesmo é que o Jayson Tatum vai fazer seu nono jogo pelos Celtics. Cara, que contratação absurda foi essa. O moleque tá metendo 19.1 pontos e 8.9 rebotes por jogo. Tatum com essa camisa verde vai ser um negócio especial de assistir.

    Thunder voando mesmo machucado

    Do outro lado, o Oklahoma City Thunder conseguiu uma parada impressionante: mesmo com uma temporada de hospital, eles são o time mais dominante da NBA. Net rating de +11.1 — monstro demais. Os Celtics ficam em terceiro com +7.8, que já é coisa de respeito.

    E olha só que sequência: 15 vitórias em 16 jogos, sendo 12 seguidas. Isso com o Jalen Williams aparecendo só em 27 partidas na temporada por causa de lesões no punho e posterior. Agora ele volta pro segundo jogo consecutivo depois de meter 18 pontos contra o Philadelphia na segunda.

    Vocês acham que o Thunder consegue manter esse ritmo nos playoffs mesmo com essa fragilidade física?

    Revanche com gostinho especial

    A última vez que esses dois se enfrentaram foi dia 12 de março, e o Thunder levou de 104-102 numa partida dramática. O Chet Holmgren decidiu na linha dos lances livres depois de pegar rebote ofensivo — jogadaça do garoto.

    Mas sinceramente, aquele jogo não contou muito. Thunder sem Williams e Isaiah Hartenstein, Celtics sem Tatum e Derrick White. Era quase um jogo de pré-temporada em termos de elenco.

    Agora é diferente. Com os dois times (quase) inteiros, vai ser uma prévia interessante do que pode rolar nos playoffs. Boston vem de derrota pro Minnesota no domingo, mas tem 6-2 com Tatum em quadra — estatística que diz tudo sobre o impacto do cara.

    A bola rola às 19h30 no TD Garden. Eu já tô ansioso pra ver se o Thunder consegue confirmar esse favoritismo ou se Boston mostra que em casa é diferente.

  • Thunder terá nova arena com nome bizarro: Continental Coliseum em 2028

    Thunder terá nova arena com nome bizarro: Continental Coliseum em 2028

    Galera, acabou de sair uma notícia que me deixou com sentimentos bem mistos sobre o futuro do Thunder. O time de Oklahoma City fechou um acordo de 15 anos para os direitos de naming da nova arena que vai abrir em 2028 — e o nome escolhido foi… Continental Coliseum.

    Olha, eu sei que naming rights é dinheiro no bolso da franquia, mas Continental Coliseum? Parece nome de arena dos anos 80, não acham? Enfim, pelo menos o Thunder vai ter uma casa novinha em folha.

    A nova casa do Thunder

    A demolição do local tá quase terminando e a construção deve começar em breve. O plano é inaugurar no final do verão de 2028 — ou seja, ainda tem uns 4 anos pela frente no atual Paycom Center. Sinceramente, acho que é tempo suficiente pro time se consolidar ainda mais e chegar forte na nova arena.

    A Continental Resources, que é a maior produtora privada de petróleo e gás natural do mundo (imagina o dinheiro que essa galera tem), vai estampar o nome por 15 anos. O chairman do Thunder, Clayton Bennett, falou toda aquela conversa corporativa sobre “símbolo duradouro” e “momentos inesquecíveis”, mas no fundo todo mundo sabe que é grana pura.

    Mais que uma arena de basquete

    Uma coisa legal é que a Continental Coliseum não vai ser só pra NBA. Vai rolar shows, eventos familiares e outras competições esportivas nacionais. Ou seja, Oklahoma City tá investindo pesado em se tornar um hub de entretenimento — e isso é inteligente pra caramba.

    O projeto é da MANICA Architecture e vai ser construído pela Flintco-Mortenson. Os eleitores de Oklahoma aprovaram a arena em dezembro de 2023, então isso já vinha sendo planejado há um tempo.

    Harold Hamm, o fundador da Continental Resources, disse uma parada interessante: “Quando o Thunder chegou a Oklahoma City, eles mudaram a forma como este estado se via”. Cara, isso é real demais. Quem acompanha NBA sabe como Oklahoma era irrelevante no mapa esportivo antes do Thunder chegar em 2008.

    E vocês, o que acham? Continental Coliseum pega bem ou é meio estranho? Eu ainda tô me acostumando com o nome, mas o importante é que o Thunder vai ter uma arena moderna pra brigar pelos playoffs nos próximos anos. Com o SGA no auge e um elenco jovem promissor, 2028 pode ser o momento perfeito pra estrear a nova casa em grande estilo.

  • McCain volta à Philly e mostra o que os 76ers perderam

    McCain volta à Philly e mostra o que os 76ers perderam

    Cara, que cena linda aconteceu na segunda-feira em Philly. Jared McCain, agora com a camisa do Thunder, voltou ao lugar onde começou sua carreira na NBA — e mostrou exatamente o tipo de cara que os 76ers deixaram escapar.

    Imagina a cena: já passava das 22h, Oklahoma City tinha acabado de meter uma surra no Philadelphia, 123 a 103. Todo mundo já tinha ido embora, mas o McCain? Tava lá ainda, de roupa comum, batendo papo com os amigos nas arquibancadas inferiores da arena. Umas crianças correndo pela quadra, tentando acertar uns arremessos, quando uma delas grita:

    “Jared, podemos tirar uma foto, por favor?”

    “Claro, parceiro”, respondeu o garoto de 22 anos.

    E lá foi ele, posando com quatro moleques vestindo camisas dos Sixers — dois do Embiid, um do Harden e um do lendário Dr. J. É como se o McCain não quisesse ir embora dali, sabe?

    O cara que a Philly perdeu

    Olha, eu vou falar uma coisa que talvez doa nos torcedores dos 76ers: eles podem ter trocado jogadores melhores tecnicamente ao longo da história, mas raramente mandaram embora uma PESSOA melhor que o McCain. O técnico Nick Nurse falou isso na cara dura antes do jogo — que o garoto sempre se destacava tanto pela postura quanto pela habilidade como arremessador.

    “É sempre bom ter um cara assim no seu time”, disse o Nurse. E agora ele não tem mais.

    McCain jogou só 60 partidas pelos Sixers, espalhadas por uma temporada e meia. Jogou bem pra um time ruim no ano passado, não tão bem pra um time melhor este ano. No meio disso tudo, se machucou duas vezes e até passou um tempo na G-League neste inverno.

    Números que fazem chorar

    Mas é aqui que a coisa fica interessante (e dolorosa pros fãs da Philly). Com os 76ers, McCain fazia 6.6 pontos por jogo, com aproveitamento de 38,5% nos arremessos de campo e 37,8% nas bolas de três. Nada demais, né?

    Aí o cara chega no Thunder — atual campeão, diga-se de passagem — e simplesmente explode. Em 20 jogos por lá, tá fazendo 12.3 pontos com 46,8% de aproveitamento geral e ABSURDOS 43,9% do perímetro. Na partida de segunda, saindo do banco, fez 13 pontos em mais de 25 minutos.

    O técnico Mark Daigneault não economizou elogios, chamando McCain de “rato de academia”, “jogador que se fez sozinho” e “artesão”. E disse uma coisa que me chamou atenção: que mesmo sendo novato no time, o garoto não ficou na dele — jogou com agressividade e confiança desde o primeiro dia.

    “Parece que ele tá aqui há mais tempo do que realmente está”, resumiu Daigneault.

    Sinceramente? Dói ver um talento assim prosperando em outro lugar. McCain admitiu que sentiu “muita ansiedade” pra voltar à Philly, e que teve aquele “sentimento sutil de querer provar que o time que te trocou estava errado”.

    E aí, galera dos 76ers — vocês acham que fizeram a escolha certa trocando esse cara por quatro picks do draft? Porque pelo que tô vendo, o McCain continua sendo exatamente o tipo de jogador que qualquer time gostaria de ter no vestiário.

  • Spurs em +550? Wemby tá fazendo isso acontecer mesmo

    Spurs em +550? Wemby tá fazendo isso acontecer mesmo

    Cara, eu tô vendo umas odds do título de 2026 e não consigo parar de olhar pra esse +550 dos Spurs. Sinceramente? Acho que tá na hora de levar esse time mais a sério.

    Victor Wembanyama — que monstro, né? — tá cercado de jogadores que sabem marcar pontos, com uma dupla de armadores que faz qualquer defesa sofrer. E olha, a defesa deles também virou um pesadelo pros adversários. 9 vitórias nos últimos 10 jogos. Nove!

    OKC ainda favorito, mas…

    O Thunder segue na ponta com +130, e não é pra menos. Diferencial de 11,2 pontos é coisa de louco — historicamente alto mesmo. Shai Gilgeous-Alexander tá no auge da carreira, Jalen Williams é um two-way absurdo, e o Chet Holmgren… cara, esse garoto de 2,13m que protege o aro E abre o jogo de fora é algo que eu nunca vi.

    Mas aqui entre nós: eles tão lidando com umas contusões chatas. SGA, Holmgren, Jalen Williams, Ajay Mitchell… muita gente importante no departamento médico. E é justamente por isso que eu tô de olho nos Spurs.

    Celtics e Nuggets na briga

    Boston aparece empatado com San Antonio em +550 — defesa mais sólida da liga, não é brincadeira. Denver com +900 tendo a melhor eficiência ofensiva da NBA (e convenhamos, com o Jokic fazendo triple-double toda semana, né surpresa pra ninguém). Cleveland em +1200 com um ataque que tá em terceiro lugar em pontos por jogo.

    Mas sabe o que me chama atenção? San Antonio já venceu o Thunder QUATRO vezes nessa temporada. Quatro! Isso não é coincidência, galera.

    A aposta que faria (e talvez faça)

    Olha, se eu fosse apostar meio unit em alguém pra dar aquela zebrada bonita, seria nos Spurs mesmo. +550 pra um time que tá pegando embalo justo na hora que os favoritos estão com problemas de lesão? Parece uma boa insurance policy.

    Wembanyama tá mostrando que aquele hype todo não era à toa. O garoto de 2,24m que bloqueia, enterra, acerta de três e ainda distribui assistências… isso é videogame, não é basquete real. Mas é real sim, e tá acontecendo em San Antonio.

    E aí, vocês acham que os Spurs realmente têm chance de surpreender todo mundo? Ou vão morrer na praia como sempre quando a pressão aumenta nos playoffs?

  • Jalen Williams volta mais forte: ‘Punho nunca esteve tão bom’

    Jalen Williams volta mais forte: ‘Punho nunca esteve tão bom’

    Cara, quando uma lesão acaba virando uma bênção disfarçada? O Jalen Williams do Thunder voltou da contusão no posterior da coxa e soltou uma que me deixou pensativo: disse que o punho direito — que passou por cirurgia — nunca esteve tão bom quanto agora.

    Olha só a ironia da situação. O cara machuca a coxa, fica fora por um tempo considerável, e aproveita pra deixar o punho que foi operado 100%. Sinceramente, isso me lembra muito aqueles casos no futebol brasileiro onde o jogador machuca e quando volta está ainda melhor.

    O punho que ressuscitou

    Williams foi bem direto na entrevista: conseguiu “consertar” a mão de arremesso enquanto se recuperava da lesão muscular. Mano, imagina a frustração de um jogador profissional ficar parado, mas agora faz todo sentido. Às vezes o corpo precisa desse tempo mesmo.

    E vocês viram como ele voltou jogando? O cara parece que estava guardando energia. Três jogos de volta e já mostrando que não perdeu o timing nos arremessos de três pontos.

    Thunder se fortaleceu na ausência

    Mas o que mais me chamou atenção foi ele falando sobre como o time cresceu sem ele. “Foi divertido ver os caras tendo que fazer coisas que normalmente não fazem e se destacarem”, disse Williams. Que maturidade, bicho!

    Ele citou especificamente o Ajay Mitchell “florescendo ainda mais” e jogadores como J-Will e Cason Wallace assumindo responsabilidades que não imaginavam ter no começo da temporada. É aquela história clássica da NBA: quando um cara importante se machuca, outros dão um passo à frente.

    Na minha visão, isso só mostra como o Thunder tem uma estrutura sólida. Não é qualquer time que consegue se manter competitivo quando perde uma peça importante. E agora, com Williams de volta e aparentemente 100%, eles ficaram ainda mais perigosos no Oeste.

    O que vocês acham? Será que essa “pausa forçada” pode ter sido exatamente o que o Williams precisava pra chegar aos playoffs voando?

  • McCain arrebenta contra ex-time e técnico do Thunder elogia postura

    McCain arrebenta contra ex-time e técnico do Thunder elogia postura

    Cara, que jogaço foi esse do Thunder ontem! 123 a 103 no 76ers, mas o que mais me chamou atenção foi a postura dos caras que estavam voltando pra casa. Jared McCain e Isaiah Joe simplesmente destruíram contra os ex-companheiros, e o técnico Mark Daigneault não economizou nos elogios.

    “Foi impressionante”, disse Daigneault depois da partida. “Isaiah Joe também jogou aqui, e esses caras mantiveram o caráter. Eles jogam pelo Thunder agora, e estamos na nossa jornada aqui. Fizeram um trabalho excelente mantendo-se dentro do time e mantendo o caráter.”

    McCain fez 13 pontos com 5-11 nos arremessos (incluindo três bombas de três), enquanto Joe contribuiu com 9 pontos acertando 3 de 7 do perímetro. Os dois saindo do banco, mostrando que não tem essa de sentimentalismo no basquete profissional.

    A volta por cima do McCain

    Olha, eu não vou mentir — quando vi que o McCain ia enfrentar o 76ers pela primeira vez depois do trade, fiquei curioso pra ver como ia ser a reação dele. O moleque foi draftado por eles em 2024, começou a temporada de rookie voando, mas aí veio aquela lesão no menisco que estragou tudo.

    Passou praticamente a temporada toda no departamento médico, voltou no comecinho desta temporada já machucado de novo (UCL), e quando menos esperava foi trocado pro Thunder. Deve ter sido punk demais pro garoto.

    Mas ó, que resposta! Em 19 jogos pelo Thunder esta temporada, está fazendo 12.3 pontos por jogo com 46.9% nos arremessos e uns absurdos 44% do perímetro. Monstro.

    Thunder mostrando que é candidato real

    Sete jogadores em dois dígitos — isso é time que funciona como uma máquina, pessoal. Shai Gilgeous-Alexander liderou com 22 pontos (mais 5 rebotes, 5 assistências), e Jalen Williams voltou depois de um tempão fora marcando 18 pontos com 6 assistências.

    Sinceramente, esse Thunder tá me convencendo cada vez mais. A profundidade do banco é absurda, e ver caras como McCain e Joe chegando e se encaixando perfeitamente no sistema… isso é sinal de uma organização séria.

    E aí, vocês acham que o Thunder tem mesmo condições de repetir o título? Porque pelo que tô vendo, eles não vieram pra brincadeira não.

  • VJ Edgecombe elogia McCain após apanhar do Thunder: ‘Tô feliz por ele’

    VJ Edgecombe elogia McCain após apanhar do Thunder: ‘Tô feliz por ele’

    Olha só que situação interessante rolou ontem no Wells Fargo Center. O Philadelphia 76ers tomou uma lavada do Oklahoma City Thunder por 123 a 103, mas o que mais me chamou atenção foi o reencontro entre VJ Edgecombe e Jared McCain.

    McCain voltou à Filadélfia pela primeira vez desde que foi trocado pro Thunder no deadline, e cara… o garoto mostrou que tá se sentindo em casa lá em Oklahoma. Saiu do banco e meteu 13 pontos com 5/11 nos arremessos, incluindo três bombas de três. Nada mal pra quem era considerado “sobra” pelos Sixers, né não?

    O papo dos rookies após o jogo

    Depois da buzina final, os dois jovens se encontraram na quadra pra trocar uma ideia. Sorrisos de orelha a orelha, aquele clima de amizade mesmo. E quando perguntaram pro Edgecombe sobre o ex-companheiro, as palavras foram só carinho.

    “Tô feliz por ele. A gente ainda conversa de vez em quando. Fico contente de ver que ele tá se divertindo e criando vínculos com os companheiros. Se você não conseguir se dar bem com o Jared, então algo de errado tem com você”, disparou o garoto de 20 anos.

    Sinceramente? Achei massa demais essa postura do VJ. No esporte profissional, principalmente na NBA, não é sempre que você vê esse tipo de maturidade emocional em jovens.

    Edgecombe brilhou mesmo na derrota

    Mas vamos falar do jogo em si. Mesmo com a surra que os Sixers levaram, o VJ fez um jogaço absurdo. 35 pontos sendo o cestinha da partida, acertando 14 de 28 arremessos e 7 de 15 do perímetro. Ainda distribuiu 4 assistências e pegou 6 rebotes.

    O problema é que ele tava praticamente sozinho. Os Sixers jogaram sem quatro dos cinco titulares: Joel Embiid, Tyrese Maxey, Kelly Oubre Jr. e Paul George — todos lesionados. É complicado ganhar jogo na NBA nessas condições.

    E aqui fica a reflexão: será que o Daryl Morey não se precipitou ao trocar o McCain? Os fãs já sonhavam com um trio de velocidade formado por Maxey, Edgecombe e McCain. Mas o GM preferiu apostar nas quatro escolhas de draft que recebeu do Thunder.

    Agora o McCain tá se dando bem como sexto homem dos atuais campeões, enquanto os Sixers seguem patinando com um elenco dezimado. Às vezes o karma do basquete é cruel mesmo.

    O que vocês acham? Foi erro trocar o McCain ou os Sixers fizeram bem em apostar no futuro com essas picks?

  • McCain volta à Philly e admite: ‘sempre vai ser estranho’

    McCain volta à Philly e admite: ‘sempre vai ser estranho’

    Cara, que situação mais louca. O Jared McCain voltou pra Philadelphia ontem à noite, mas dessa vez vestindo a camisa do Thunder. E olha, mesmo com os 13 pontos dele ajudando na vitória de 123-103, dava pra ver que o garoto tava mexido emocionalmente.

    Logo quando ele entrou em quadra, a torcida dos Sixers deu uma ovação pra ele. Imagina só — um mês atrás o cara tava jogando em casa, agora tá do outro lado como visitante. Deve ser bizarro mesmo.

    “Sempre vai ser estranho”

    Depois do jogo, o McCain foi sincerão sobre os sentimentos que rolaram durante a partida. “Sempre vai ser estranho porque aconteceu muito rápido, faz tipo um mês. Foi legal voltar, mas definitivamente sempre vai ser estranho vir aqui. É tipo uma sensação nostálgica voltar e não morar mais aqui.”

    E olha, eu entendo perfeitamente o cara. Trade de prazo final é sempre brutal — você tá vivendo sua vida numa cidade, criando vínculos, e do nada tem que fazer as malas. McCain ainda falou que sente que não teve o “fechamento” ainda. Cara deve tá meio perdido mesmo.

    Gratidão pelos ex-companheiros

    Mas o que mais me chamou atenção foi a gratidão que ele demonstrou pela galera da organização dos Sixers. “Tem tanta gente nessa organização que me tocou, que conseguiu colocar um sorriso no meu rosto em alguns dias. Sou muito grato por isso”, disse McCain.

    Ele ainda mencionou como a galera ajudou ele durante toda a temporada de calouro e na recuperação da lesão. Isso aí é o que faz diferença no basquete — não é só sobre números, é sobre as pessoas que te apoiam nos bastidores.

    McCain acertou 5 de 11 arremessos, incluindo três bombas de três. Nada mal pra quem tava jogando com o coração apertado, né?

    Thunder voando alto

    Enquanto isso, o Thunder tá simplesmente voando. Doze vitórias seguidas! O Shai Gilgeous-Alexander liderou com 22 pontos em apenas 13 tentativas de arremesso — o monstro tá imparável mesmo. Jalen Williams voltou da lesão e contribuiu com 18 pontos.

    E vocês, acham que o McCain vai conseguir esse “fechamento” que ele falou? Sinceramente, acho que essas coisas levam tempo mesmo. Mas pelo menos ele tá num time que tá voando, e isso deve ajudar a seguir em frente.

    O Thunder agora é uma das equipes mais quentes da liga. Se continuar nesse ritmo, pode ser que vejamos McCain disputando playoffs sérios pela primeira vez na carreira. Não seria uma reviravolta e tanto?

  • Thunder vai pra Boston com 7 vitórias seguidas fora de casa

    Thunder vai pra Boston com 7 vitórias seguidas fora de casa

    Mano, que campanha absurda o Oklahoma City Thunder tá fazendo na estrada! Sete vitórias consecutivas fora de casa — isso é de arrepiar. E agora eles vão encarar o Boston Celtics no TD Garden, numa partida que promete ser um jogaço.

    O Thunder tá simplesmente voando na temporada: 57-15, liderando isolado no Oeste. Cara, quando foi a última vez que vimos um time jovem dominar assim? O Shai Gilgeous-Alexander tá numa pegada monstro, fazendo média de 26.5 pontos nos últimos 10 jogos, enquanto o Chet Holmgren continua sendo essa máquina nos dois lados da quadra.

    Celtics tentando segurar a casa

    Do outro lado, os Celtics (47-24) não tão nada mal não. Segundo lugar no Leste, mandando bem em casa com 24-11. O Jaylen Brown tá pegando fogo — 25.7 pontos de média nos últimos 10. Mas sinceramente? Acho que eles vão sentir falta do Nikola Vučević, que tá fora com lesão no dedo.

    O que me chama atenção é a estatística: Boston faz 114.1 pontos por jogo, enquanto o Thunder só permite 107.5. Mas olha só — OKC tá convertendo 48.2% dos arremessos, contra 44.1% que Boston normalmente permite. Vai ser um duelo de estilos interessante.

    Já se enfrentaram esse ano

    Esses times já se pegaram em março, e quem levou a melhor foi o Thunder por 104-102. Jogo apertado, decidido nos detalhes, com o SGA fazendo 35 pontos. Ou seja, os caras já provaram que conseguem vencer Boston fora de casa.

    Nos últimos 10 jogos, o contraste é gritante: Thunder com 10-0 (perfeito!), enquanto os Celtics oscilaram em 6-4. A defesa do OKC tá um absurdo — só 105 pontos permitidos por jogo nesse período.

    Vocês acham que o Thunder consegue manter essa sequência invicta na estrada? Boston em casa é sempre complicado, mas esse time de Oklahoma City tá com cara de quem não se intimida com barulho de torcida não. Vai ser guerra!