Tag: playoffs NBA

  • Finch detona Shannon Jr: ‘Única forma de limpar é sentar no banco’

    Finch detona Shannon Jr: ‘Única forma de limpar é sentar no banco’

    Olha, quando o Chris Finch fala assim de um jogador publicamente, você sabe que a coisa tá séria. O técnico dos Timberwolves não poupou o Terrence Shannon Jr. depois do Game 5 contra o Denver, e sinceramente? Era de se esperar.

    Shannon Jr. virou peça importante nos Wolves depois que o Anthony Edwards e o Donte DiVincenzo se machucaram — coisa que ninguém esperava acontecer nos playoffs. O cara ficou três jogos inteiros encostado no banco contra os Nuggets, aí de repente teve que entrar em quadra: 7 minutos no Game 4, 14 no Game 5.

    No ataque ele até que vai bem…

    E vamos dar o crédito onde é devido: ofensivamente o Shannon Jr. não decepciona. Fez 15 pontos em 14 minutos no Game 4 — isso é monstro, cara. Mas basquete não é só fazer cesta, né?

    Finch foi direto ao ponto quando perguntaram sobre o que precisa melhorar no jovem: “Eu não limpo isso pra ele. Ele que limpa. Começa com estar pronto, ele tem que estar engajado, tem que estar totalmente comprometido com esse lado da quadra… A única forma que eu posso limpar isso é sentando ele no banco, certo? É a única forma. Ele sabe o que precisamos dele agora.”

    Eita. Isso é basicamente o técnico falando: “se não defender, não joga”. E olha, com o físico e atletismo que o Shannon Jr. tem, realmente não tem desculpa pra não ser um bom defensor.

    Momento delicado nos playoffs

    A situação fica ainda mais tensa porque os Wolves tinham tudo pra fechar a série no Game 5 — e não conseguiram. Agora é Game 6 em casa, aquela pressão de não deixar ir pra um Game 7 em Denver.

    E convenhamos, sem Edwards e DiVincenzo, cada minuto conta. Não dá pra ter jogador em quadra que não contribui dos dois lados. O Finch tá certo em cobrar — até porque a cultura dos Wolves é essa mesmo, next man up.

    Vocês acham que o Shannon Jr. vai conseguir se encaixar defensivamente a tempo? Ou vai ser mais um jovem que não aguenta a pressão dos playoffs? Eu torço pra que dê certo, porque ofensivamente o cara tem potencial de sobra.

    O Game 6 vai mostrar se essa bronca pública do Finch surtiu efeito ou se os Wolves vão ter que encontrar outras alternativas pra fechar essa série em casa.

  • Cade Cunningham faz história e salva temporada dos Pistons

    Cade Cunningham faz história e salva temporada dos Pistons

    Cara, que noitada absurda do Cade Cunningham! O cara simplesmente meteu 45 pontos — QUARENTA E CINCO — e salvou a temporada dos Pistons na vitória por 116-109 sobre o Magic ontem. E olha, eu não esperava isso depois de estar perdendo por 3-1 na série.

    O mais louco? Ele quebrou um recorde que durava desde 1968. Dave Bing tinha o recorde de franquia nos playoffs com 44 pontos, e o Cade foi lá e fez 45. Em pleno 2024. Simplesmente monstro.

    A fórmula simples que o técnico JB Bickerstaff revelou

    Depois do jogo, o técnico JB Bickerstaff explicou qual foi o segredo: “É uma fórmula simples para nós. Ficar no momento presente, viver um jogo de cada vez”. Parece clichê, mas funcionou.

    Os Pistons nunca ficaram atrás no placar e chegaram a abrir 17 pontos de vantagem. O primeiro quarto foi de outro planeta — 38 pontos logo de cara. No intervalo, Detroit tinha 66-60, mesmo com o Magic fechando o segundo período com uma corrida de 7-0.

    Cade fazendo história na frente da torcida

    Sinceramente, eu já vi muita coisa na NBA, mas 45 pontos em um jogo eliminatório é coisa de superstar mesmo. O cara acertou 13 de 23 arremessos de quadra, 5 de 8 do perímetro, e — olha que absurdo — foi PERFEITO nos lances livres: 14 de 14. Quatorze de quatorze!

    Só o primeiro tempo dele já foi recorde de franquia: 27 pontos. E essa foi a quinta partida consecutiva nos playoffs com pelo menos 25 pontos. Outro recorde dos Pistons. O garoto tá escrevendo história, gente.

    Paolo Banchero não ficou atrás, mas não foi suficiente

    Agora, justo é justo — Paolo Banchero também fez 45 pontos pelo lado do Magic. O cara é um monstro também. Foram 18 pontos só no último quarto, tentando salvar o Orlando. Mas os Pistons tiveram mais ajuda: Tobias Harris com 23 pontos, Ausar Thompson fazendo de tudo (15 rebotes, 6 assistências, 5 roubos de bola).

    O que matou o Magic foi aquela ineficiência nos lances livres — 16 de 30. E a ausência do Franz Wagner por lesão pesou demais. Desmond Bane fez 18 pontos, Anthony Black saiu do banco com 19, mas não foi o suficiente.

    Nos momentos finais, quando o Banchero deixou o jogo em 3 pontos de diferença, o Cade respondeu com duas cestas decisivas — uma com 32 segundos no relógio. Frieza total.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem virar essa série jogando em Orlando na sexta? Porque depois de um jogo desses, qualquer coisa pode acontecer.

  • Cavs viram jogo épico no 4º período e abrem 3-2 contra Toronto

    Cavs viram jogo épico no 4º período e abrem 3-2 contra Toronto

    Cara, que virada foi essa dos Cavaliers ontem à noite! Eu tava vendo o jogo e sinceramente achei que Toronto ia fechar a parada no primeiro tempo. Mas aí veio o quarto período e… meu deus, que show!

    Dennis Schroder simplesmente resolveu o jogo. Dos 19 pontos dele, 11 vieram no último quarto — e que 11 pontos foram esses! O alemão tava inspirado, fazendo jogada atrás de jogada quando mais precisava.

    Mobley com as bombas de três

    Mas se tem alguém que merece destaque especial é Evan Mobley. O cara fez 23 pontos no total e acertou duas bolas de três CRUCIAIS no final do jogo. Mobley de três pontos, galera! Quem diria que o pivô alto ia ser decisivo do perímetro?

    A situação era essa: Toronto tava ganhando 103-100 entrando no último período. Parecia que os Raptors iam empatar a série. Mas aí os Cavs fizeram algo absurdo — abriram o quarto com 8-0 e viraram completamente o jogo.

    Toronto derreteu na hora H

    Olha, eu acompanho NBA há anos e raramente vi um time derreter tanto quanto Toronto derreteu no quarto período. Os caras erraram as primeiras 11 tentativas de arremesso! Onze seguidas, meu amigo. Enquanto isso, Cleveland acertou 7 dos primeiros 11 e simplesmente tomou conta da parada.

    James Harden fez 23 pontos (o barba tá voando neste playoff) e Donovan Mitchell contribuiu com 19. Do lado dos Raptors, RJ Barrett liderou com 25 pontos, Ja’Kobe Walter fez 20 e Jamal Shead saiu do banco para fazer 18.

    O problema é que Brandon Ingram — que é peça-chave do Toronto — saiu machucado no segundo quarto com uma inflamação no calcanhar direito. Isso complicou demais a vida dos Raptors.

    Resultado: Cavaliers 125 x 120 Raptors, série 3-2 para Cleveland. Sexta-feira tem jogo 6 em Toronto, e vocês acham que os Raptors conseguem forçar o jogo 7? Sinceramente, depois dessa derretida no quarto período, acho difícil…

  • Castle manda recado: ‘Não ligamos pra quem acha Spurs jovem demais’

    Castle manda recado: ‘Não ligamos pra quem acha Spurs jovem demais’

    Cara, que resposta foi essa do Stephon Castle! O cara simplesmente mandou a real depois da vitória dominante dos Spurs sobre o Portland por 114-95, que garantiu vaga na segunda rodada dos playoffs.

    Quando o Shaquille O’Neal perguntou sobre o time ser muito jovem pra brigar pelo título, Castle não hesitou: “Não ligamos pra isso. Enfrentamos esses times várias vezes na temporada regular. Sabemos o que cada equipe gosta de fazer contra a gente. Temos total confiança um no outro, então vamos jogo por jogo.”

    A juventude que incomoda (mas que funciona)

    Olha, eu entendo a preocupação dos analistas. Fora Harrison Barnes e Luke Kornet, esse elenco dos Spurs praticamente não tem experiência em playoffs. O próprio Victor Wembanyama, que é a estrela do time, ainda nem renovou o primeiro contrato da carreira!

    Mas sinceramente? Essa molecada tá jogando um basquete absurdo. Depois de sofrer nos jogos 3 e 4 contra Portland, eles simplesmente atropelaram no jogo 5. De ponta a ponta, sem dar chances.

    E vocês viram como foi a postura do Castle na entrevista? O moleque tem 21 anos e já fala como veterano. Isso é mentalidade de campeão — não tô exagerando.

    Próxima parada: Nuggets ou Wolves?

    Agora os Spurs ficam esperando quem sai da briga entre Denver Nuggets e Minnesota Timberwolves. Os Wolves estavam controlando a série 3-1, mas perderam Anthony Edwards e Donte DiVincenzo por lesão. Isso pode dar a volta por cima que Denver precisa.

    Na minha visão, qualquer um dos dois vai chegar bem desgastado pra enfrentar San Antonio. E com Wembanyama jogando nesse nível — o cara é simplesmente um monstro dos dois lados da quadra — eu não duvido nada desses Spurs chegarem longe.

    A experiência conta? Claro que conta. Mas talento e confiança também contam. E esse time tem os dois de sobra.

  • Brunson mete 39 pontos e põe os Knicks na vantagem da série

    Brunson mete 39 pontos e põe os Knicks na vantagem da série

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente resolveu virar o monstro que a gente sabe que ele é. 39 pontos na vitória de 126-97 sobre os Hawks, colocando os Knicks com 3-2 na série. E o mais louco? Fez 17 pontos só no último quarto, como se fosse brincadeira.

    Olha, eu estava começando a ficar preocupado com o garoto. Nas quatro primeiras partidas da série, ele estava fazendo média de 25.5 pontos, mas acertando apenas 41.6% dos arremessos. Para os padrões do Brunson, isso estava meio estranho, sabe?

    O show do quarto período

    Aí chegou ontem à noite e o cara simplesmente decidiu que ia acabar com o jogo. No último quarto, acertou 5 de 6 arremessos, incluindo duas bolas de três. Em 8 minutos e meio de quadra. Absurdo.

    E tem um detalhe que eu acho genial no jogo do Brunson: aqueles movimentos de hesitação dele. O cara para, finge que vai numa direção, e quando você vê já passou pelo marcador para uma bandeja tranquila. Perguntaram pra ele de onde veio essa jogada e a resposta foi na lata:

    “Tem muitos caras mais altos, mais rápidos e mais fortes que eu, então preciso tirar eles do equilíbrio de algum jeito.”

    Sinceramente? É por isso que eu amo esse moleque. Com 1,88m, ele não tem o físico dos outros armadores elite da liga, mas compensa com QI de basquete e footwork absurdo.

    O fator Karl-Anthony Towns

    Agora, tem uma coisa interessante rolando. O Towns teve mais 6 assistências ontem, depois de fazer 10 no jogo anterior (primeiro triple-double da carreira nos playoffs, diga-se). Os Knicks estão dando mais a bola pra ele iniciar as jogadas, e isso pode estar liberando o Brunson.

    Perguntaram pro próprio Towns se ele foi responsável pela explosão do armador, e a resposta foi hilária: “Cara, ele é um dos melhores armadores da NBA, então não sei se fui eu o motivo disso” – disse rindo. “Vou assistir os lances e torcer que amanhã, quando assistirmos o filme, eu possa dizer que ajudei ele a ser quem sempre foi.”

    Humilde, né? Mas faz sentido. Quando você tem um pivô que consegue distribuir como o Towns, cria mais espaço pra todo mundo.

    E olha só que curiosidade: o técnico Mike Brown (que tem o pai do Brunson, Rick, na comissão técnica) foi perguntado de onde vem a paciência do garoto pra jogar sempre no seu ritmo. Resposta: “Vem da mãe dele. A mãe dele tem muita paciência e é muito esperta.”

    Os Knicks estão a uma vitória de avançar pra segunda rodada. E com o Brunson jogando assim? Eu já tô imaginando onde essa historia pode chegar. Vocês acham que ele consegue manter esse nível contra adversários mais pesados?

  • OG e KAT foram monstros no rebote pro Knicks no Jogo 5

    OG e KAT foram monstros no rebote pro Knicks no Jogo 5

    Cara, que aula de rebote foi essa dos Knicks no Jogo 5! OG Anunoby e Karl-Anthony Towns simplesmente dominaram o garrafão contra o Hawks de uma forma que deu até dó. Os dois caras pegaram 24 rebotes dos 48 do time — isso é METADE dos rebotes da equipe, mano.

    O mais louco? O Atlanta tinha uma das melhores estatísticas de rebote ofensivo da temporada regular. Mas ontem à noite no Madison Square Garden foi outra história completamente.

    Dupla destruiu no garrafão

    KAT e OG pegaram mais rebotes juntos (24) do que o Hawks inteiro conseguiu como equipe (21). Absurdo, né? Dos 24 rebotes da dupla, 14 foram na defesa — basicamente tirando qualquer segunda chance que o Atlanta poderia ter.

    “KAT e OG foram monstros”, disse Mike Brown depois do jogo. E olha, não tem como discordar. Limitaram os Hawks a apenas seis pontos de segunda chance e quatro pontos de contra-ataque. Isso é defesa de playoff raiz.

    Towns fez apenas sete arremessos na partida, mas contribuiu com 16 pontos e ficou a apenas quatro assistências do segundo triple-double consecutivo. O cara tá jogando um basquete inteligentíssimo — quando não tem o arremesso, vai pro rebote e criação.

    OG mostrando por que é peça-chave

    Anunoby fechou com 17 pontos e 10 rebotes, o segundo double-double seguido dele na série. Tá averaging 20 pontos e nove rebotes nos playoffs — números de estrela mesmo.

    “Ele é um dos melhores jogadores de duas pontas da NBA”, falou Towns sobre o parceiro. E não tá mentindo não. OG sempre foi conhecido pela defesa monstro, mas esse lado ofensivo dele tá impressionante.

    Sinceramente? Essa dupla no garrafão pode ser o diferencial dos Knicks nessa pós-temporada. Com Jalen Brunson finalmente engrenando também, esse time do New York tem cara de quem pode ir longe.

    Quinta-feira eles tentam fechar a série jogando fora de casa. E aí, será que o Hawks consegue reagir ou os Knicks vão mesmo pra próxima fase? Com o jeito que KAT e OG tão jogando, eu apostaria no Knicks fechando logo.

  • Pais do Banchero detonam Kendrick Perkins: ‘Só fala mal do nosso garoto’

    Pais do Banchero detonam Kendrick Perkins: ‘Só fala mal do nosso garoto’

    Gente, as coisas ficaram pessoais entre Paolo Banchero e Kendrick Perkins — e agora até a família entrou na briga. Depois daqueles comentários pesados do ex-jogador sobre o astro do Orlando Magic, os pais do Paolo não ficaram quietos.

    Pra quem perdeu o capítulo anterior: Perkins detonou o italiano depois da eliminação do Magic no Play-In contra o Philadelphia 76ers. O cara não poupou palavras, falando que o Paolo só vive fazendo desculpas e que “não estava pronto pra dançar” quando chegou a hora H.

    A família entrou de cabeça

    Aí que vem a parte interessante. Channing Frye contou no podcast Road Trippin’ que conversou com os pais do Banchero, e cara… eles não gostaram NADA do Perkins.

    “Eles falaram tipo ‘nossa, eu odeio o Kendrick Perkins’. Do nada mesmo. Eu perguntei por que e eles: ‘ah, ele só fala mal do nosso garoto’”.

    Olha, eu entendo os pais. Imagina ver alguém na TV falando que seu filho “tem mais desculpas que bandido indo pra cadeia”. É de doer, né? O Frye até tentou defender o Perkins, mas pelo visto não convenceu a família Banchero.

    Perkins não recua

    E o Kendrick? Bom, quem conhece ele sabe que recuar não é do DNA do cara. Quando soube da história, foi direto: “Escuta, eu não preciso pedir desculpa por nada. Se eu encontrasse os pais do Paolo pessoalmente, falaria a mesma coisa — só que de um jeito mais educado”.

    Sinceramente, acho que o Perkins exagerou na dose. Paolo tem apenas 21 anos e já carrega um time inteiro nas costas. Claro que vai errar, cara! Todo jovem craque passa por isso.

    Mas vamos ser justos: depois daquela eliminação brava, o Magic voltou com tudo e está 3-1 contra o Detroit Pistons numa série histórica. Se o Paolo conseguir fechar essa e levar Orlando longe nos playoffs, quero ver o que o Perkins vai falar.

    Vocês acham que o ex-jogador vai engolir as palavras ou vai dobrar a aposta? Uma coisa é certa: essa treta tá longe de acabar, e eu tô aqui pelo drama todo!

  • Wemby leva Spurs aos playoffs pela 1ª vez desde 2017!

    Wemby leva Spurs aos playoffs pela 1ª vez desde 2017!

    Gente, que noite absurda do Victor Wembanyama! O francês monstro simplesmente fechou a série contra o Portland Trail Blazers com uma performance de gala: 17 pontos, 14 rebotes e 6 tocos no jogo 5. Os Spurs venceram por 114-95 e — pasmem — voltaram aos playoffs pela primeira vez desde 2017!

    Cara, eu não sei se vocês se lembram, mas 2017 foi quando Tim Duncan já tinha pendurado as chuteiras e o Manu ainda dava show. Desde então, San Antonio passou por uma reconstrução dolorosa. E agora? Wemby chegou pra mudar tudo.

    O show do alien francês

    Olha só os números do garoto: 5/7 nos arremessos de quadra, 6/6 nos lances livres e 6 bloqueios. SEIS BLOQUEIOS! O cara literalmente virou uma muralha no garrafão. E isso dois jogos depois de voltar de uma concussão que o tirou do jogo 3.

    Sinceramente, esse Wemby me lembra muito o que o Nenê fazia no Vasco nos anos 90 — proteção total do aro, mas com um alcance que chega a ser assustador. A diferença é que o francês tem 2,24m e arremessa de 3 como se fosse natural.

    E não foi só ele não. De’Aaron Fox liderou a pontuação com 21, Julian Champagnie meteu 19 e Dylan Harper contribuiu com 17. Time funcionando como um relógio suíço.

    Dominância total desde o primeiro quarto

    O jogo nunca teve mistério, na real. San Antonio saiu voando e abriu 36-24 no primeiro quarto. No intervalo já eram 65-50, e dali pra frente foi só administrar.

    Portland tentou reagir? Tentou. Mas como você vai parar um cara que bloqueia tudo no garrafão e ainda acerta de longe? Impossível. Wemby ganhou o prêmio de Melhor Defensor do Ano há poucos dias (o mais jovem da história, por sinal), e mostrou exatamente por quê.

    Agora vem a parte boa: semifinal do Oeste! Os Spurs vão enfrentar o vencedor de Nuggets x Timberwolves. Jokic ou Anthony Edwards pela frente — que duelo, hein?

    E aí, pessoal, vocês acham que esse time novo dos Spurs tem estrutura pra ir longe nos playoffs? Eu tô começando a acreditar que sim. Wemby tá jogando num nível extraterrestre, e quando você tem um cara desses, qualquer coisa pode acontecer.

  • Embiid monstro! Até o Tatum ficou impressionado com show do pivô

    Embiid monstro! Até o Tatum ficou impressionado com show do pivô

    Cara, que jogada foi essa do Embiid ontem à noite? O cara literalmente salvou a temporada dos Sixers nas costas, e olha que estou falando de alguém que acabou de sair de uma cirurgia de apendicite há duas semanas!

    33 pontos, 12/23 nos arremessos, 9/10 nos lances livres. Em 39 minutos de quadra. Joel simplesmente decidiu que não ia deixar o Celtics mandar ele pra casa de novo — porque convenhamos, já é a quarta vez que esses caras se encontram nos playoffs, e três dessas o Boston levou a melhor.

    O reconhecimento do rival

    E sabe quando você joga tão bem que até o adversário precisa tirar o chapéu? Foi exatamente isso que aconteceu. Jayson Tatum, que não é de elogiar rivais facilmente, saiu reconhecendo a performance absurda do pivô dos Sixers:

    “Tem que dar crédito pra ele, jogou muito bem. Botou muita pressão na gente… Vamos voltar, assistir o filme do jogo e fazer alguns ajustes pro Jogo 6.”

    Olha, quando até o Tatum admite que você jogou demais, é porque realmente foi especial mesmo.

    Voltando do inferno

    A parte mais impressionante dessa história toda? O cara estava literalmente no hospital há 15 dias! Apendicite não é brincadeira não, pessoal. E ele voltou pra eliminar os Celtics em casa, com aquela torcida ensurdecedora do TD Garden gritando contra.

    Claro, dá pra criticar o 0/5 de três e os “apenas” quatro rebotes. Mas sinceramente? Quem tá reclamando disso não entendeu nada do que aconteceu ali. O homem distribuiu oito assistências também — mostrou que não tava só preocupado em marcar, mas em fazer o time todo funcionar.

    Agora a pergunta que não quer calar: será que ele consegue repetir essa dose no Jogo 6? Porque uma coisa é certa — o Celtics não vai facilitar de novo. E vocês, acham que os Sixers têm alguma chance real de virar essa série?

  • Celtics entregam tudo no 4º período e deixam os Sixers vivos

    Celtics entregam tudo no 4º período e deixam os Sixers vivos

    Cara, o que aconteceu ontem à noite no TD Garden foi de apertar o coração. Os Celtics estavam controlando o jogo contra os Sixers, levando 86-85 pro último quarto, e do nada… DESABARAM.

    Foi um colapso épico mesmo. Boston tomou 28-11 no quarto período final e perdeu por 113-97. Agora a série está 3-2 pros Celtics, com o jogo 6 na Filadélfia na quinta-feira. E olha, eu não tô nada tranquilo com essa situação.

    O massacre do último quarto

    Sinceramente, eu já vi muita coisa estranha na NBA, mas esse quarto período foi bizarro até pra Boston. Os caras acertaram apenas 3 de 22 arremessos de quadra no período final – isso é 13.6%, gente! Treze vírgula seis por cento!

    E o pior: depois de meter 24 bolas de três no jogo 4 (recorde da franquia em playoffs), ontem foram só 11 de 39 do perímetro. O Tatum até que fez sua parte com 24 pontos e 15 rebotes, mas o Jaylen Brown sofreu – 22 pontos em 9 de 23 tentativas.

    “Simplesmente não foi bom o suficiente”, disse o Brown depois do jogo. E cara, ele tá certo. Foi doloroso de assistir.

    Sixers aproveitaram a deixa

    Enquanto Boston derretia, Filadélfia fez exatamente o que precisava. Choveram 15 bolas de três pros Sixers e eles ainda converteram 12 pontos em cima dos 12 erros de ataque dos Celtics. Foi clínica.

    O momento que resumiu tudo: Boston conseguiu chegar em 97-94 com uma enterrada do Queta (que jogada linda, diga-se de passagem), mas aí veio um 12-0 dos Sixers que acabou com qualquer esperança. Os Celtics ficaram quase cinco minutos sem marcar no último quarto. CINCO MINUTOS!

    Joe Mazzulla até tirou os titulares faltando 1:33 – sinal de que a casa tinha caído mesmo.

    E agora, José?

    Olha, eu sei que os Celtics ainda lideram a série e têm mais chances, mas esse tipo de colapso dá aquele friozinho na barriga. Vocês acham que Boston consegue fechar em Filadélfia? Porque jogar lá não é moleza, e agora os Sixers têm toda a confiança do mundo.

    O Brown pelo menos está confiante: “Não precisamos colocar pressão extra em nós mesmos. Já tem pressão suficiente”. Tomara que ele esteja certo, porque se deixar ir pro jogo 7…

    Enfim, quinta-feira promete. E eu, como sempre, vou estar grudado na TV torcendo pra essa série não virar uma das maiores zebras dos playoffs.