Tag: playoffs NBA

  • Brunson e KAT destruíram os Hawks – Knicks a uma vitória dos playoffs

    Brunson e KAT destruíram os Hawks – Knicks a uma vitória dos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse Game 5! Os Knicks simplesmente resolveram mostrar por que o Madison Square Garden é considerado a Meca do basquete. Vitória de 126 a 97 sobre os Hawks, e agora estão a uma vitória de avançar na série que já estava 3×2 para Nova York.

    Olha, eu sempre soube que essa dupla Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns ia dar problema quando encaixasse. E ontem à noite? Meu amigo, encaixou que foi uma beleza.

    Brunson gelado como sempre

    O baixinho simplesmente decidiu que ia ser noite de massacre. 39 pontos com 8 assistências, acertando 15 de 23 arremessos. Sinceramente, acho que não existe coisa mais bonita no basquete do que ver o Brunson no modo assassino.

    Os Hawks até tentaram colocar o Dyson Daniels para marcar ele, mas quando o cara tá inspirado desse jeito, não tem defesa que segure. E o mais impressionante? Mike Brown manteve o Brunson em quadra no início do quarto período, e ele simplesmente continuou cozinhando. Essa é a diferença dos astros nos playoffs – eles aparecem na hora que mais importa.

    KAT finalmente acordou

    E o Karl-Anthony Towns, hein? 16 pontos, 14 rebotes e 6 assistências. Pode não parecer muito pelos padrões dele, mas foi eficiente: 5 de 7 nos arremessos. O cara finalmente entendeu que não precisa forçar, só precisa jogar dentro do sistema.

    O que mais me impressionou foi a movimentação sem bola dos Knicks. Towns apareceu nas horas certas, fez os passes certos, pegou os rebotes importantes. Quando os Hawks resolveram fazer dupla marcação nele, abriu espaço para todo mundo. É isso que a gente espera de um cara experiente nos playoffs.

    Na minha visão, essa foi a partida mais completa dos Knicks na série toda. Eles acertaram 60% dos arremessos no primeiro e no último período. Sessenta por cento! Isso é coisa de time que tá determinado a não dar chance para o adversário.

    Defesa que fez a diferença

    Mas não foi só no ataque que os Knicks dominaram. A defesa deles foi absurda. Limitaram os Hawks a apenas 4 pontos em contra-ataques – isso é fundamental contra um time rápido como Atlanta.

    Os Hawks são perigosos no ataque, todo mundo sabe disso. Mas os Knicks não deixaram eles estabelecerem o ritmo de jogo deles. Forçaram eles a jogarem no meio de quadra, com marcação física o tempo todo. Mitchell Robinson apareceu na hora certa fazendo a proteção do aro que todo mundo esperava.

    Agora vem a pergunta que não quer calar: será que os Knicks conseguem fechar a série em Atlanta? Porque uma coisa é dominar em casa, outra é ir lá na casa do adversário e fazer o trabalho sujo.

    Sinceramente? Depois de uma atuação dessas, eu tô começando a acreditar que esse time dos Knicks pode ir longe nestes playoffs. Brunson tá jogando como um astro de verdade, Towns finalmente entendeu o papel dele, e o time como um todo tá jogando junto.

    E vocês, acham que os Knicks fecham no Game 6 ou os Hawks conseguem forçar um jogo 7? Porque depois de ver esse massacre, eu tô achando difícil apostar contra Nova York.

  • Knicks dominam Hawks e abrem 3-2 na série com show de Brunson

    Knicks dominam Hawks e abrem 3-2 na série com show de Brunson

    Cara, que noitaça do Jalen Brunson! O armador dos Knicks simplesmente resolveu fazer a festa no Madison Square Garden e liderou uma surra histórica nos Hawks por 126 a 97 no jogo 5. Agora Nova York tem vantagem de 3-2 na série e pode fechar em Atlanta na próxima quinta.

    Olha, eu já esperava uma reação dos Knicks jogando em casa, mas essa dominância foi absurda. Desde o primeiro quarto eles pisaram no acelerador e nunca mais tiraram o pé. A torcida de NY deve estar enlouquecida!

    Towns finalmente apareceu do jeito que todo mundo esperava

    Karl-Anthony Towns estava devendo uma grande atuação nessa série, e ontem ele entregou logo no primeiro quarto. O cara aproveitou o mismatch contra Jonathan Kuminga e mandou suas três primeiras tentativas pra dentro. Mike Brown até elogiou o trabalho dele nos dois lados da quadra antes do jogo — parece que o big man ouviu.

    O que mais me chamou atenção foi a estratégia do Brown de colocar Mitchell Robinson junto com Towns em quadra. Dois towers? Em 2026? Mas funcionou perfeitamente. Robinson entrou com tudo: 3 pontos, 3 rebotes e 1 toco nos primeiros 4 minutos. Os Hawks não sabiam como reagir.

    O banco dos Knicks foi um show à parte

    Sinceramente, não esperava essa contribuição gigantesca do banco. Jordan Clarkson e Jose Alvarado foram fundamentais — Clarkson ajudou numa corrida de 12-2 no final do primeiro quarto, enquanto Alvarado mandou três cestas certeiras no começo do segundo período.

    OG Anunoby também merece destaque. O cara pegou 7 rebotes só no primeiro quarto (recorde pessoal desde 2020) e depois acordou pro jogo no terceiro período, dobrando seus pontos da primeira metade.

    Brunson foi simplesmente imparável no último quarto

    Mesmo com a vantagem gorda, Mike Brown manteve Brunson em quadra no último período. E que decisão certeira! O capitão dos Knicks fez uma daquelas sequências que só ele sabe fazer: 12 pontos consecutivos que esticaram a vantagem pra mais de 20 e enterraram qualquer chance de reação dos Hawks.

    No final das contas, Brunson terminou com 39 pontos — sua melhor marca na série. Towns contribuiu com 14 pontos e 8 rebotes, enquanto Anunoby fechou com 10 pontos. Juntos, Towns e Anunoby pegaram 24 rebotes, apenas 3 a menos que todo o time de Atlanta.

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar a série fora de casa? Atlanta vai ter que fazer algo especial pra forçar um jogo 7, porque do jeito que NY está jogando, parece difícil parar esse trem. A próxima quinta promete ser decisiva!

  • Reaves pode voltar no jogo 5 contra Houston depois de quase 1 mês fora

    Reaves pode voltar no jogo 5 contra Houston depois de quase 1 mês fora

    Olha, eu não esperava isso, mas o Austin Reaves pode estar de volta pro jogo mais importante dos Lakers na temporada. Depois de quase um mês parado com lesão no oblíquo, o cara tá otimista pra voltar justamente no Game 5 contra os Rockets.

    Sinceramente? A situação tá perfeita pros Lakers fazerem história sem ele até agora. O time tá 3-1 na série, mesmo jogando sem o segundo maior pontuador da equipe. Mas convenhamos — ter o Reaves de volta numa hora dessas seria o presente dos deuses do basquete.

    A lesão que mudou tudo

    Cara, quando o Reaves se machucou lá em Oklahoma City no dia 2 de abril, todo mundo sabia que era coisa séria. O maluco tem uma tolerância à dor absurda, mas mesmo assim sentiu que não dava pra continuar. E não foi só ele — o Luka Dončić também saiu daquele jogo com problema no posterior da coxa.

    Duas semanas depois, ambos ainda estão fora. A diferença é que os Lakers conseguiram se virar sem eles de uma forma que ninguém esperava.

    “Eu quero voltar o mais rápido possível”, disse o Reaves na terça-feira. “Me sinto bem. Indo na direção certa.” O JJ Redick, técnico dos Lakers, não deu pista nenhuma se vai usar ele ou não — disse que vai decidir na hora do jogo mesmo.

    Os números que impressionam

    Vamos aos fatos: Reaves teve uma temporada monstro antes das lesões. Média de 23,3 pontos, 5,5 assistências e 4,7 rebotes por jogo. Só que jogou em apenas 51 partidas — primeiro ficou 19 jogos fora por causa de uma lesão na panturrilha (do Natal até fevereiro), e agora mais esse tempão parado.

    Mas sabe o que mais impressiona? Como o time se reinventou sem ele. O LeBron James assumiu ainda mais responsabilidade, e o elenco coadjuvante apareceu quando precisava. Roubaram o Game 3 na prorrogação depois de estar perdendo por seis pontos faltando 30 segundos no tempo normal. Absurdo.

    “Basicamente a mensagem desde aquele dia foi que eles iam fazer tudo como equipe pra dar uma oportunidade pra gente voltar e jogar, e foi exatamente isso que fizeram”, falou o Reaves, claramente emocionado com os companheiros.

    Houston também tá quebrado

    E não é só os Lakers que têm problemas com lesão, não. O Kevin Durant, cestinha dos Rockets, perdeu três dos quatro jogos da série. Na terça-feira nem treinou com o time antes de viajar pra Los Angeles.

    Ou seja: pode ser que o Game 5 seja disputado sem os principais pontuadores de ambos os times. Meio surreal, né?

    A grande pergunta é: vocês acham que o Reaves aguenta a pressão de voltar logo num jogo de eliminação? Eu, particularmente, acho que se ele disser que tá pronto, é porque realmente tá. O cara não é de bobeira.

    Uma coisa é certa — se ele entrar em quadra amanhã à noite, vai ser pura emoção. E olha que os Lakers já tão quase eliminando os favoritos Rockets mesmo sem ele. Com o Reaves de volta… bem, aí a coisa fica ainda mais interessante.

  • Brad Stevens ganhou de novo: executivo do ano por reerguer os Celtics

    Brad Stevens ganhou de novo: executivo do ano por reerguer os Celtics

    Cara, o Brad Stevens é simplesmente um monstro. O cara acabou de levar o prêmio de Executivo do Ano da NBA pela segunda vez — e olha, dessa vez foi ainda mais impressionante que a primeira.

    Pensa na situação: depois de ganhar o título em 2024, os Celtics estavam quebrados. Stevens teve que cortar peças fundamentais do time campeão. Jrue Holiday? Foi embora. Kristaps Porzingis? Tchau. Al Horford? Adeus também. E ainda por cima o Jayson Tatum ia perder praticamente a temporada toda por lesão.

    Eu sinceramente achava que Boston ia patinar feio. Expectativas lá no chão, galera já escrevendo o obituário da dinastia que nem começou direito.

    A mágica aconteceu de novo

    Aí o Stevens fez aquilo que só os grandes fazem: tirou leite de pedra. 56 vitórias na temporada regular. Segunda melhor campanha da conferência leste. E agora são os favoritos nas casas de apostas pra levar o Leste nos playoffs!

    Absurdo, não é? O cara literalmente desmontou um time campeão e montou outro candidato ao título. Com peças que muita gente nem sonhava que podiam render tanto.

    Reconhecimento merecido

    Stevens recebeu 11 votos de primeiro lugar e apareceu em 17 das 30 cédulas (uma de cada time da liga). Onsi Saleh, do Atlanta Hawks, ficou em segundo, e Trajan Langdon, do Detroit Pistons, em terceiro — pelo segundo ano consecutivo, coitado.

    E vocês acham que esse Celtics reformulado tem moral pra ir longe nos playoffs? Porque eu tô começando a acreditar que o Stevens pode ter encontrado a fórmula de novo. O cara já provou duas vezes que entende do riscado — primeiro montando o time campeão de 2024, agora reconstruindo do zero.

    Honestamente, se os Celtics chegarem nas finais depois de perder três titulares e o Tatum, aí sim vamos ter que coroar o Stevens como o melhor executivo da história moderna da NBA. Que loucura seria essa?

  • LeBron detonou: ‘Defesa não foi o problema contra os Rockets’

    LeBron detonou: ‘Defesa não foi o problema contra os Rockets’

    Cara, que sufoco foi esse jogo 4 dos Lakers contra os Rockets, hein? O King LeBron James não poupou palavras depois da derrota que impediu a varridinha na primeira rodada dos playoffs. E olha, quando o LeBron fala desse jeito, é porque a coisa tá feia mesmo.

    “Defesa não foi nosso problema essa noite”, disparou o LeBron após o revés. “Foi o ataque. Defesa não foi nosso problema. Porra, a gente perdeu bola 23 vezes e deu 30 pontos de presente?… Defesa não foi nosso problema. Foi o ataque.”

    Os números não mentem (e são horríveis)

    E não é que o homem tem razão? Os Lakers fizeram apenas 96 pontos – isso não ganha jogo nem de colegial, imagina nos playoffs da NBA. Pior ainda: 5 de 22 do perímetro. Cinco! De vinte e duas! Isso dá uns 23% de aproveitamento de 3 pontos. Monstro de ruim.

    Sinceramente, eu não esperava ver os Lakers passando por essa dificuldade ofensiva. Mesmo ganhando os três primeiros jogos, o time tá com rating ofensivo de 108.6 nos playoffs – 11º lugar entre os 16 times da pós-temporada. Para um time que tem o LeBron, isso é meio constrangedor.

    O técnico JJ Redick também não escondeu a frustração: “É obviamente muito desafiador sem seus dois principais pontuadores para gerar ataque”. E aí que tá – sem Austin Reaves e outro jogador importante, o ataque dos Lakers virou uma verdadeira agonia de assistir.

    A volta do Reaves pode salvar tudo

    Mas olha, tem uma luz no fim do túnel. Austin Reaves deve voltar para o jogo 5, e isso muda completamente o panorama. O cara faz 23.3 pontos por jogo e é muito mais confiável que Marcus Smart ou Luke Kennard (que até tentaram, mas convenhamos…).

    E vocês acham que os Lakers conseguem se recuperar ofensivamente? Porque defensivamente eles tão bem – seguraram o Alperen Şengün e ainda assim dominaram no garrafão. O problema é que de nada adianta defender bem se você não consegue acertar nem bandeja no ataque.

    Ainda dá tempo de consertar

    A verdade é que os Lakers ainda tão na pole position. 3-1 na série, jogo 5 em casa, e se bobear ainda têm o fator quadra caso isso vá para o jogo 7 (o que seria um vexame histórico, mas enfim…).

    JJ Redick prometeu ajustes e melhorias para os próximos dois dias. “Nossos caras entraram com a intenção certa”, disse o técnico. “Vamos analisar tudo e melhorar.”

    Olha, eu confio na capacidade de ajuste do Redick. O cara provou durante toda a temporada que quando precisa consertar algo, ele conserta. E com o LeBron puto desse jeito, tenho certeza que vão aparecer muito diferentes no jogo 5.

    Se conseguirem colocar o ataque nos trilhos e o Reaves voltar mesmo, podem fechar contra o Thunder na próxima fase sem muito drama. Mas se continuarem errando essas bolas de 3 e perdendo posse… aí a coisa pode ficar feia pro lado de Los Angeles.

  • Booker admite: Thunder tem ‘todas as respostas’ após varrer os Suns

    Booker admite: Thunder tem ‘todas as respostas’ após varrer os Suns

    Cara, o que o Thunder fez com o Phoenix foi simplesmente brutal. Varreu 4-0 na primeira rodada dos playoffs e agora já é o grande favorito ao título de 2026. Sinceramente? Eu não esperava que fosse tão dominante assim.

    O Devin Booker, que é conhecido por não entregar os pontos fácil, foi bem honesto após a eliminação: “Ele é o MVP da liga e está jogando o melhor basquete da liga nos últimos dois anos”, falou sobre o Shai Gilgeous-Alexander. “Isso misturado com caras que conhecem seus papéis, alguns veteranos experientes, e eles são implacáveis. Com essa química, a comunicação está no 100%. E quando o banco entra, às vezes eles ficam ainda melhores. É como reforço, não substitutos. Eles têm todas as respostas para o teste.”

    O domínio assustador do Thunder

    Olha só esse dado absurdo: Oklahoma City ganhou 12 jogos consecutivos de primeira rodada dos playoffs. DOZE! Varreram a primeira fase nas últimas três pós-temporadas. O SGA foi monstro na série toda, com média de 33.8 pontos e 8.0 assistências. No jogo 4, que fechou a série em 131-122, ele fez 31 pontos e 8 assistências.

    E não foi só o Shai carregando o piano não. O Chet Holmgren contribuiu com 24 pontos e o Ajay Mitchell adicionou 22. Seis jogadores do Thunder terminaram com dois dígitos no placar. Isso é profundidade, galera.

    Phoenix surpreendeu, mas não foi suficiente

    Vamos dar o devido crédito ao Suns. Com o técnico novato Jordan Ott, eles fizeram 45-37 na temporada regular – nove vitórias a mais que na temporada passada. Todo mundo achava que iam pro lottery de novo, especialmente depois de trocar o Kevin Durant e dispensar o Bradley Beal na reconstrução.

    O Dillon Brooks resumiu bem o sentimento: “Nós deveríamos ser motivo de piada, um time perdedor, segundo toda a mídia e qualquer um que disse isso. Provamos que muita gente estava errada, e isso foi só porque tivemos coração. Nos unimos, jogamos uns pelos outros e acreditamos uns nos outros.”

    Vocês acham que o Thunder consegue manter esse nível até o final? Com 53.5% de probabilidade de ganhar tudo, segundo as casas de apostas (-115 favoritos), eles estão sendo tratados como os verdadeiros donos da NBA agora. E olhando esse elenco jovem e essa química toda… eu tô começando a acreditar também.

  • Wagner machuca e deixa Magic no sufoco antes do Jogo 5

    Wagner machuca e deixa Magic no sufoco antes do Jogo 5

    Mano, justo agora que o Orlando Magic tá com a faca e o queijo na mão pra fechar a série contra o Detroit, o Franz Wagner resolve se machucar. O alemão foi diagnosticado com uma distensão na panturrilha direita e tá em dúvida pro Jogo 5 — que pode ser o último da série, já que o Magic lidera por 3-1.

    A lesão rolou no Jogo 4, e ontem ele fez ressonância magnética pra saber a gravidade. Sinceramente? Timing mais cruel impossível. O cara vinha sendo peça fundamental no ataque do Magic nessa temporada, com médias de 20.6 pontos, 5.2 rebotes e 3.3 assistências em 34 jogos.

    Jamal Cain pode ser a solução

    Olha, se tem algo que me chamou atenção no Jogo 4 foi a performance do Jamal Cain. O cara entrou dando um gás absurdo pro time quando o Wagner saiu machucado. Não é à toa que a diretoria tá considerando aumentar os minutos dele caso o alemão não consiga jogar.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue fechar a série mesmo sem o Wagner? Na minha visão, ter uma vantagem de 3-1 ajuda muito, mas perder seu segundo maior pontuador numa hora dessas é complicado.

    A decisão vai ser em cima da hora

    A organização do Magic vai tomar a decisão sobre a disponibilidade do Wagner baseado na resposta dele ao tratamento. Ou seja, é literalmente aquela situação de “vamos ver como ele acorda no dia do jogo”.

    Cara, eu torço pra que seja só um susto e ele consiga jogar. Não só porque seria importante pro Magic fechar logo essa série, mas também porque ver um jogador jovem e talentoso assim se machucar sempre dá aquele aperto no coração, né?

    O que vocês acham — será que a profundidade do elenco do Magic vai dar conta do recado se o Wagner não puder entrar em quadra?

  • Braun mete enterrada histórica e provoca: valeu a falta técnica!

    Braun mete enterrada histórica e provoca: valeu a falta técnica!

    Olha, eu já vi muita enterrada na NBA, mas a que o Christian Braun meteu ontem no Jaden McDaniels foi de outro mundo. Tipo, daquelas que você assiste umas cinco vezes seguidas e ainda não acredita que aconteceu.

    O negócio foi assim: Nuggets precisando vencer em casa no Jogo 5 contra os Timberwolves, terceiro quarto, time de Denver já dominando. Aí o Jokic (que monstro) fez um passe de bicicleta pro Braun, e o moleque simplesmente decidiu destruir o McDaniels. Enterrada com as duas mãos, por cima mesmo, sem dó.

    A provocação que valeu cada centavo

    Mas o melhor veio depois. Braun desceu da cesta e apontou direto pro McDaniels no chão. Cara, a audácia! Claro que levou falta técnica na hora, mas vocês viram a cara dele? Feliz da vida! Era tipo “valeu cada centavo dessa falta”.

    E sinceramente? Eu entendo o garoto. Os Nuggets estavam ganhando de 21 pontos naquela hora (90 a 69), a torcida em casa estava em delírio total, e ainda por cima era uma resposta ao próprio McDaniels, que tinha provocado Denver antes.

    Rivalidade que tá pegando fogo

    Porque vocês sabem como começou essa treta, né? O McDaniels tinha falado que os Nuggets eram “defensores ruins” depois do Jogo 2. Aí no final do Jogo 4, rolou aquela confusão com o Jokic confrontando ele por causa de uma enterrada no final do jogo.

    Agora imaginem a cena: McDaniels ganhando a guerra psicológica, provocando, falando que Denver não sabia defender… E aí vem o Braun, 25 anos, e simplesmente enterra por cima do cara de 25 anos também. É poesia, gente.

    Essa rivalidade entre Nuggets e Timberwolves tá ficando cada vez mais quente, e eu tô adorando. Lembram que Denver eliminou Minnesota na segunda rodada ano passado? Foram sete jogos duríssimos. E pelo jeito, a temperatura só subiu desde então.

    No final das contas, Braun terminou com 9 pontos, 2 rebotes, 3 assistências e 2 roubos de bola. McDaniels fez 13 pontos, 3 rebotes, 1 assistência e 1 toco. Mas convenhamos, os números não contam a história toda. Tem momentos que definem jogos, e aquela enterrada foi um deles.

    E aí, vocês acham que essa provocação vai motivar ainda mais os Wolves pra uma possível revanche? Porque pelo jeito que a coisa tá indo, essa série pode render muito drama ainda.

  • SGA e Thunder fazem MASSACRE: Phoenix varrido em 4 jogos!

    SGA e Thunder fazem MASSACRE: Phoenix varrido em 4 jogos!

    Cara, que domínio absurdo do Oklahoma City Thunder! Os caras simplesmente VARRERAM o Phoenix Suns por 4-0 nos playoffs, fechando a série com uma vitória de 131-122 no Jogo 4. E olha, não foi nem perto de ser difícil.

    Shai Gilgeous-Alexander continua sendo um monstro completo. O MVP da temporada regular e das Finais passadas meteu 31 pontos em 10/17 arremessos, distribuiu 8 assistências e mostrou porque é considerado um dos melhores jogadores da liga atualmente. O cara tá jogando numa dimensão à parte, sinceramente.

    Thunder profundo demais para Phoenix

    O que mais me impressiona no Thunder é a profundidade do elenco. Com Jalen Williams machucado, quem apareceu? Ajay Mitchell mandando 22 pontos e um plus/minus de +27 — o melhor da partida. Chet Holmgren contribuiu com 24 pontos e 12 rebotes. É time pra todo lado!

    E o Phoenix? Coitados, estavam desfalcados desde o começo. Mark Williams (pivô titular) perdeu os quatro jogos da série, Grayson Allen ficou fora nos dois primeiros. Como que vai competir contra um Thunder que tá voando assim?

    Na real, os Suns até tentaram deixar o primeiro tempo equilibrado no Jogo 4, mas a diferença de talento e profundidade era gritante. O Thunder venceu os três primeiros jogos por uma média de 20 pontos de diferença. Isso é MASSACRE mesmo.

    Próxima parada: semifinais do Oeste

    Agora o Thunder vai descansar e esperar quem vai enfrentar nas semifinais da Conferência Oeste — será Lakers ou Rockets na série 4/5. E cara, do jeito que estão jogando, eu não duvido nada que cheguem longe de novo.

    Aliás, eles se tornaram o primeiro time a avançar para a segunda rodada em temporadas consecutivas. Coincidência? Acho que não. Esse Thunder tá construindo algo especial mesmo.

    E aí, pessoal, vocês acham que alguém consegue parar esse Thunder no Oeste? Porque do jeito que o SGA tá jogando, vai ser difícil viu…

  • Magic a um jogo de fazer história: eliminação dos Pistons à vista

    Magic a um jogo de fazer história: eliminação dos Pistons à vista

    Gente, eu tô em choque. O Orlando Magic acabou de dar mais um passo gigante rumo ao que pode ser uma das maiores zebras dos últimos tempos na NBA. Com a vitória por 94 a 88 sobre o Detroit Pistons no Jogo 4, eles abriram 3-1 na série e estão a uma vitória de eliminar a primeira colocada da conferência.

    Sinceramente? Eu não esperava isso quando começou a série.

    Bane e Banchero carregaram o piano

    Desmond Bane foi simplesmente monstro na noite de segunda-feira. 22 pontos, incluindo uma bomba de três nos momentos decisivos que praticamente selou o jogo. O cara acertou 5 de 10 tentativas do perímetro – quando você precisa, aparece.

    Paolo Banchero fez a sua parte também: 18 pontos, 8 rebotes e 4 assistências. O italiano tá mostrando por que foi a primeira escolha do Draft há alguns anos. E Franz Wagner? 19 pontos antes de sair com uma lesão na panturrilha no último período. Torcer para não ser nada sério.

    Defesa ganha campeonatos (e séries de playoff)

    O que mais me impressionou foi a defesa do Magic. Forçaram 20 turnovers dos Pistons – vinte! – e converteram isso em 23 pontos. Quando seu ataque não tá funcionando (33% de aproveitamento de quadra), você precisa encontrar outras formas de vencer.

    Foi uma batalha desde o primeiro quarto, mas o Magic soube ser mais inteligente nos momentos que importavam. A Kia Center tava pegando fogo, e o time soube usar essa energia a favor.

    Olha, muita gente (eu incluído) deu essa série como perdida para o Magic antes mesmo dela começar. Detroit era favorito absoluto, primeira cabeça de chave, time experiente. Mas o basquete é isso aí – às vezes o azarão morde.

    Se o Orlando conseguir fechar a série na quarta-feira, em Detroit, eles vão se juntar a um grupo bem seleto: apenas seis times com seed 8 conseguiram avançar para a segunda rodada dos playoffs desde 1994. É história pura.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue fechar em Detroit? Ou os Pistons vão conseguir forçar um Jogo 6 em casa?