Tag: playoffs NBA

  • Jamal Cain destruiu Jalen Duren com enterrada absurda nos playoffs

    Jamal Cain destruiu Jalen Duren com enterrada absurda nos playoffs

    Gente, eu ainda não acredito no que eu vi. O Jamal Cain simplesmente DESTRUIU o Jalen Duren com uma das enterradas mais violentas que já rolaram nos playoffs da NBA. E olha que estamos só na primeira rodada!

    A cena foi no Jogo 4 entre Magic e Pistons, no Kia Center. Cain pegou a bola no quarto período, subiu a quadra ele mesmo (já dava pra sentir que vinha coisa boa) e quando chegou no garrafão… cara, foi um massacre. Enterrada de uma mão só, com o Duren no caminho. O pivô dos Pistons nem teve chance — foi parar no chão e virou pôster.

    Do two-way contract pro poster do ano

    O mais louco de tudo isso? O Jamal Cain foi convertido de um contrato two-way pra um deal padrão apenas mês passado pelo Magic. O cara tava praticamente na G League em julho do ano passado, e agora tá fazendo história nos playoffs. Isso que é aproveitar a oportunidade!

    Na temporada regular, Cain teve médias modestas: 5.4 pontos e 2 rebotes por jogo saindo do banco. Mas nos playoffs é outro nível, né? É aquela coisa que a gente sempre fala — tem jogador que nasce pra brilhar nos momentos grandes.

    Magic fazendo história contra os favoritos

    Sinceramente, ninguém esperava que o Magic fosse dar tanto trabalho pros Pistons, que eram os cabeças de chave número 1. Mas eles chegaram nesse Jogo 4 com vantagem de 2-1 na série, depois de ganhar fora de casa no Jogo 1 (que choque!) e dominar o Jogo 3 por 113-105 no sábado.

    Vocês sabiam que o Magic não ganha uma série de playoffs desde 2010? Pois é, 16 anos de sofrimento. Mas com jogadas como essa do Cain, quem sabe não é o ano da virada?

    E aquele ângulo do replay então… monstro demais. O Duren vai ter pesadelo com essa enterrada pelos próximos anos. Coitado do rapaz, virou meme instantâneo na NBA. Mas fazer o quê, né? Faz parte do jogo. Às vezes você entra pro SportsCenter pelos motivos certos, às vezes pelos errados.

  • 76ers tá tomando sacode dos Celtics e ainda por cima não acerta NADA

    76ers tá tomando sacode dos Celtics e ainda por cima não acerta NADA

    Cara, eu sabia que seria difícil pros Sixers contra os Celtics nos playoffs, mas não imaginava que seria TÃO doloroso de assistir. O time da Filadélfia não tá só sendo superado taticamente — eles simplesmente esqueceram como meter uma bola na cesta.

    E olha que não é falta de oportunidade não. Na verdade, é até pior: os caras estão tendo arremessos LIMPOS e errando tudo. No primeiro jogo da série, os Sixers fizeram apenas 1 de 14 tentativas em arremessos “wide-open” (defensor a mais de 2 metros de distância). De três pontos então? Zero de doze. ZERO!

    O drama dos arremessos abertos

    Quatro jogos depois, a situação não melhorou nada. Na verdade, os Sixers têm a segunda PIOR porcentagem em arremessos abertos nos playoffs inteiros — apenas 30,3%. Isso é quase impossível de acontecer no basquete profissional, mas tá acontecendo bem na nossa frente.

    O técnico Nick Nurse chegou a comentar que no último jogo, nas primeiras 10-12 posses de bola, o time criou boas oportunidades mas colocou apenas 8 pontos no placar. Imagina a frustração, mano.

    VJ Edgecombe e Kelly Oubre Jr. tiveram várias chances limpas de três que não entraram. E não é só do perímetro não — até as bandejas e arremessos de média distância estão batendo na borda e saindo.

    Não é só azar, é construção de elenco

    Agora, sendo sincero aqui: não é só má sorte. Os Sixers já eram ruins do perímetro na temporada regular, ocupando apenas a 23ª posição da liga em porcentagem de três pontos. Eles dependem demais de caras como Oubre, que teve sua melhor temporada de três na carreira mas agora tá acertando míseros 17% nos playoffs.

    Tyrese Maxey e Paul George são os únicos arremessadores realmente confiáveis do time, e quando eles não conseguem carregar o ataque sozinhos, sobra pra jogadores que não são especialistas no perímetro.

    Vocês acham que é possível reverter essa situação contra um time como Boston? Na minha opinião, quando você não consegue converter as chances que cria, fica impossível competir no nível dos playoffs. Os Celtics não vão dar mais oportunidades que isso.

    O que mais me deixa frustrado é que esse Sixers tinha potencial pra incomodar Boston de verdade. Mas basquete é um esporte cruel — às vezes não importa o quanto você treina ou se prepara, se a bola não entra, você vai pra casa.

  • Amen Thompson voando: enterrada absurda humilha os Lakers

    Amen Thompson voando: enterrada absurda humilha os Lakers

    Mano, vocês viram o que o Amen Thompson fez ontem? O cara literalmente VOOU na quadra dos Rockets e deixou o Luke Kennard plantado no chão. Foi uma dessas jogadas que você assiste umas cinco vezes seguidas e ainda não acredita.

    Os Rockets conseguiram evitar a varrida com uma vitória de 115 a 96 sobre os Lakers no Jogo 4 dos playoffs. E olha, eu não esperava essa reação tão forte depois de tomarem três derrotas seguidas. Mas o Thompson simplesmente resolveu mostrar por que é considerado um dos jovens mais promissores da liga.

    A jogada que parou tudo

    A cena foi no último quarto: Sengun faz um passe alto, daqueles que normalmente vão parar na arquibancada. Aí que entra a magia do Thompson. O cara estende o braço numa extensão absurda, pega a bola no ar e ainda consegue fazer uma bandeja invertida. O Kennard só assistiu — que que ele podia fazer mesmo?

    Sinceramente, é o tipo de jogada que te lembra por que a NBA é o melhor show do mundo. O atletismo do Thompson é de outro planeta. Com apenas 21 anos, o cara já mostra uma coordenação e explosão que poucos têm na liga.

    Números que impressionam

    E não foi só a jogada bonita não. Thompson fez 23 pontos com 10/16 nos arremessos, pegou 4 rebotes e deu 7 assistências. Ah, e ainda segurou o LeBron James em apenas 10 pontos com 2/9 nos arremessos. Segurar o Rei? Isso sim é credencial.

    Na série toda, ele tá fazendo 20.5 pontos, 6.8 rebotes e 6.8 assistências. Para um cara que tá só no segundo playoff da carreira e com o Kevin Durant machucado, são números de estrela consolidada.

    O Tari Eason também apareceu forte com 20 pontos e 8 rebotes, enquanto o Sengun — que deu aquele passe mágico — contribuiu com 19 pontos. Os Lakers perderam o Deandre Ayton por expulsão no terceiro quarto e nunca mais conseguiram reagir.

    Missão impossível pela frente

    Agora vem a pergunta que não quer calar: será que os Rockets conseguem fazer história? Nenhum time na história da NBA conseguiu virar uma série depois de estar perdendo por 3-0. Seria épico, mas… é muita coisa pra acontecer ainda.

    O que vocês acham? Esse Thompson pode ser a peça que faltava pros Rockets incomodarem os grandes? Uma coisa é certa: com jogadas assim, ele já ganhou meu respeito — e provavelmente uns fãs novos pelo Brasil inteiro.

  • Thompson explode e Rockets evitam varrida dos Lakers nos playoffs

    Thompson explode e Rockets evitam varrida dos Lakers nos playoffs

    Olha, eu não esperava isso não. Depois de ver o Houston levar uma surra nos três primeiros jogos, achei que era game over. Mas o Amen Thompson disse “calma lá” e simplesmente destruiu os Lakers ontem à noite: 23 pontos numa vitória avassaladora por 115-96 que salvou a temporada dos Rockets.

    O garoto Thompson virou monstro

    Cara, o que o Thompson fez foi absurdo. 23 pontos e jogando como se a vida dele dependesse disso — porque meio que dependia mesmo, né? Time tava 0-3 na série, sem o Kevin Durant (lesionado de novo), e precisava de alguém pra dar a cara pra bater.

    E não foi só ele não. O Tari Eason contribuiu com 20, o Alperen Sengun fez 19, Reed Sheppard 17, e o Jabari Smith Jr. 16. Sinceramente, foi o basquete mais equilibrado que eu vi dos Rockets esses playoffs. TODOS os titulares fizeram pelo menos 16 pontos. Quando foi a última vez que você viu isso?

    LeBron teve uma das piores noites da carreira

    Agora vem a parte mais louca: o LeBron James fez apenas 10 pontos com 2/9 nos arremessos. Dez pontos! O cara que tinha feito 19, 28 e 29 nos três primeiros jogos simplesmente sumiu quando mais precisavam dele.

    E não foi só o King não. Os Lakers como um todo erraram tudo do perímetro — apenas 5 cestas de 3 depois de ter acertado 35 nos três jogos anteriores. O Marcus Smart errou os dois que tentou, o Luke Kennard 0/3, e o próprio LeBron 0/3 de longa distância.

    A expulsão que mudou tudo

    Ah, e teve drama também. O Deandre Ayton (que tava indo bem com 19 pontos e 10 rebotes) foi expulso no terceiro quarto por uma falta flagrante 2 no Sengun. Cara, a pancada foi feia — cotovelo e antebraço direto na cara do turco. O árbitro não pensou duas vezes: “contato desnecessário e excessivo”. Bye bye, Ayton.

    O Houston aproveitou e abriu 23 pontos de vantagem no último quarto. Foi tanta diferença que o JJ Redick (técnico dos Lakers) tirou os titulares com mais de 7 minutos ainda no relógio.

    E aí, vocês acham que os Rockets conseguem fazer história e virar essa série? Jogo 5 é na quarta-feira em Los Angeles, e agora tá 3-1 pros Lakers. Olha, matematicamente ainda é possível… mas vai ser guerra.

  • Rajakovic cutuca Barnes: ‘Você tá só nos 60% do seu potencial’

    Rajakovic cutuca Barnes: ‘Você tá só nos 60% do seu potencial’

    Cara, que declaração! O técnico do Toronto Raptors, Darko Rajakovic, não poupou elogios ao Scottie Barnes depois da vitória por 93-89 sobre os Cavaliers no jogo 4 dos playoffs. Mas olha só o que ele falou: Barnes tá jogando apenas 60% do que pode ser nos próximos 2-3 anos. Imagina quando chegar nos 100%?

    A situação dos Raptors era complicada. Perdendo por 2-0 na série, todo mundo já tinha dado a série como perdida. Eu mesmo achava que ia ser 4-0 pros Cavs, não vou mentir. Mas os caras viraram a chave em casa e agora empataram a série em 2-2.

    Barnes assumiu a responsabilidade

    Com o Brandon Ingram completamente perdido (lembram dele falando que precisava da bola nas mãos? Pois é…), o Scottie Barnes teve que carregar o piano sozinho. E mano, que performance! No jogo 4: 23 pontos, 9 rebotes, 6 assistências, 1 roubo de bola e 3 tocos. Números de MVP.

    “Eu espero mais do Scottie. Do jeito que ele tá jogando agora, ele tá apenas 60% do jogador que vai ser em dois, três anos. Scottie vai ser um dos melhores jogadores da liga. Ele já é um dos melhores jogadores da liga”, disse Rajakovic na coletiva pós-jogo.

    O momentum virou completamente

    Vocês acham que os Cavs tão nervosos agora? Porque eu acho que sim. Ver um cara como Barnes crescendo no momento mais importante da temporada… isso é assustador pra qualquer adversário. O técnico ainda completou: “O quanto ele se importa em ganhar o empurra pra fazer qualquer coisa necessária pra vencer um jogo. Isso que o torna especial”.

    Sinceramente, não sei se Barnes vai conseguir manter esse nível absurdo, mas se conseguir, essa série pode ter uma reviravolta épica. Os Raptors jogam em casa de novo no jogo 5, e com essa confiança toda, qualquer coisa pode acontecer.

    E aí, vocês acham que Barnes consegue levar os Raptors pra uma classificação histórica? Ou os Cavs vão reagir fora de casa?

  • Mazzulla fala a real sobre Embiid: ‘Não dá pra parar ele’

    Mazzulla fala a real sobre Embiid: ‘Não dá pra parar ele’

    Olha, quando anunciaram que o Joel Embiid ia voltar no Jogo 4 depois daquela cirurgia de apendicite, até me arrepiei um pouco. O cara tinha perdido três jogos seguidos da série contra o Celtics, e todo mundo sabe o monstro que ele pode ser quando tá 100%. Mas na real? Não adiantou quase nada. Boston meteu 128 a 96 nos Sixers e mostrou que tá em outro patamar.

    O mais interessante foi a postura do Joe Mazzulla depois do jogo. Cara, o técnico do Celtics podia ter falado qualquer coisa arrogante, né? Afinal, o time dele tá 3-1 na série e acabou de dar uma sova histórica. Mas não. O cara foi lá e deu o respeito que o Embiid merece.

    A verdade crua do Mazzulla

    “Embiid errou alguns arremessos que ele normalmente acerta. Você não vai conseguir parar ele. Só dá pra tentar contê-lo”, disse Mazzulla na entrevista pós-jogo. E sinceramente? Essa é a mais pura verdade.

    Quem acompanha NBA sabe que o Embiid é daqueles caras que podem explodir a qualquer momento. O maluco já foi MVP, já dominou temporadas inteiras, e mesmo vindo de uma cirurgia, continua sendo um problema gigantesco pra qualquer defesa. Mazzulla entende isso e não tá subestimando nada — atitude de técnico experiente.

    A defesa do Boston funcionou bem, mas teve sorte também. O pivô dos Sixers realmente perdeu algumas que ele costuma acertar. Em uma noite normal dele, esse placar poderia ter sido bem diferente.

    Embiid de volta mudou alguma coisa?

    Aqui fica uma parada interessante: será que a volta do Embiid não atrapalhou mais do que ajudou? Nos jogos sem ele, Filadélfia estava usando Adem Bona e Andre Drummond no garrafão, e isso dava mais velocidade pro time. Com a bola mais nas mãos do Tyrese Maxey e Paul George, os Sixers conseguiam jogar num ritmo mais acelerado.

    Com Embiid em quadra, o jogo fica mais lento, mais centrado no poste. E contra uma defesa organizada como a do Celtics, isso pode ser um problema. Não que o cara seja ruim — longe disso — mas às vezes o timing de uma volta faz toda diferença.

    Boston dominou completamente os rebotes e chuvas de três, receita perfeita pra uma vitória de 32 pontos de diferença. Os caras simplesmente jogaram melhor em todos os fundamentos.

    Agora é decidir em casa

    A real é que o Celtics pode fechar a série na terça-feira, no Jogo 5. E depois dessa demonstração de força, fica difícil imaginar os Sixers reagindo. Mas né, NBA é NBA. Com Embiid saudável e jogando em casa, qualquer coisa pode acontecer.

    Vocês acham que Filadélfia ainda tem chance de virar essa série? Porque eu, sinceramente, acho que Boston já mostrou que tá num nível muito acima. Mas no basquete, a gente nunca sabe…

  • Knicks domina Hawks no Jogo 4 e volta pra casa com tudo em aberto

    Knicks domina Hawks no Jogo 4 e volta pra casa com tudo em aberto

    Cara, que jogaço dos Knicks! Depois de desperdiçar duas vitórias certas nos Jogos 2 e 3 (perderam por apenas 1 ponto cada), New York mostrou do que é capaz no Jogo 4 contra o Hawks. Vitória por 16 pontos de diferença e agora a série volta pra casa empatada em 2-2.

    O Karl-Anthony Towns foi simplesmente monstro — triple-double brilhante e jogando como se fosse videogame. O Brunson, que tinha forçado algumas jogadas nos jogos anteriores, voltou a jogar com inteligência, sem querer resolver tudo sozinho. E o resto do time? Cada um fazendo sua parte direito.

    O jogo perfeito que mudou tudo

    Olha, eu não vou mentir — estava começando a ficar preocupado com os Knicks. Perder dois jogos por 1 ponto cada, com mental breakdown no final… isso dói na alma de qualquer torcedor. Mas aí vem esse Jogo 4 e lembra a gente por que esse time chegou até aqui.

    Towns com triple-double, OG Anunoby metendo 22 pontos (9/16 nos arremessos), e o banco funcionando. Miles McBride, Josh Hart, Alvarado, Mikal Bridges — todo mundo contribuindo. Única coisa que me incomodou foi o Mitchell Robinson ter jogado pouco, mas fora isso foi quase perfeito.

    E agora? Agora a narrativa da série mudou completamente.

    Vantagem de casa pode ser decisiva

    Aqui vem o dado que todo mundo precisa saber: quando uma série volta empatada 2-2 pro time com vantagem de casa, o time de casa vence o Jogo 5 em mais de 75% das vezes na história da NBA. Setenta e cinco por cento, meu amigo!

    Os Knicks têm o Madison Square Garden lotado esperando, e sabemos como aquela torcida pode influenciar. Claro, o histórico da temporada regular não foi lá essas coisas em casa (22-19), enquanto o Hawks se virou bem jogando fora (22-19 também). Mas playoff é outra história.

    E tem mais um número que assusta: quem vence o Jogo 5 numa série empatada 2-2 avança em aproximadamente 83% dos casos. Ou seja, terça-feira pode definir tudo — ou quase tudo.

    O que me chama atenção é a diferença de experiência. Os Knicks têm um grupo que já jogou playoff junto, conhece a pressão. Já o Hawks? CJ McCollum jogou apenas 41 partidas pelo time na temporada, Kuminga só 16 jogos. São peças importantes que ainda estão se adaptando.

    Sinceramente, não vejo nenhum dos dois times conseguindo ganhar dois seguidos do outro. Por isso esse Jogo 5 é tão crucial. Não é bem “ganha ou vai pra casa”, mas tá quase lá. E vocês sabem como é: os Knicks têm muito mais a perder nesse playoffs. Uma eliminação precoce pode significar o fim dessa formação atual do time.

    E aí, quem vocês acham que leva? Os Knicks conseguem aproveitar a casa cheia no Garden ou o Hawks vai dar o troco?

  • Ayton expulso por cotovelada violenta em Sengun nos playoffs

    Ayton expulso por cotovelada violenta em Sengun nos playoffs

    Cara, que situação bizarra aconteceu ontem à noite em Houston. O Deandre Ayton dos Lakers simplesmente perdeu a cabeça e acertou uma cotovelada desnecessária no Alperen Sengun durante o Jogo 4 contra os Rockets. Resultado? Expulsão direta com falta flagrante 2.

    Olha, eu tava assistindo e quando vi o replay pensei: “Mano, que que tá passando na cabeça desse cara?”. A jogada aconteceu no terceiro quarto, com uns 5 minutos e meio restando. O Sengun tava com a bola, indo pro garrafão, e o Ayton simplesmente meteu o cotovelo e antebraço na cara do turco. Violento mesmo.

    Falta flagrante 2 na veia

    Os árbitros não tiveram nem o que pensar depois de rever o lance. O juiz ainda foi direto ao microfone e disse que o contato foi “desnecessário e excessivo”. Traduzindo: cotovelada suja mesmo, sem necessidade alguma.

    E o timing não poderia ser pior pro Lakers. Eles já tavam levando uma surra de 76-57 quando isso aconteceu — imagina perder seu pivô titular numa situação dessas? Ayton tava até bem no jogo, liderando o time com 19 pontos e 10 rebotes antes de ser expulso.

    Lakers dominam a série mesmo com confusão

    O mais louco é que os Lakers lideram a série por 3-0. Praticamente já tão classificados, né? Então por que diabos o Ayton foi fazer uma jogada dessas? Sinceramente não faz sentido nenhum. Você tá a um jogo de avançar nos playoffs e vai fazer besteira desse tipo?

    Eu fico pensando se isso não vai gerar uma suspensão adicional pra ele. A NBA não brinca com violência desnecessária nos playoffs, ainda mais uma cotovelada na cara. E aí, vocês acham que ele perde mais jogos ou só fica na expulsão mesmo?

    Uma coisa é certa: o Sengun não mereceu levar essa. O garoto dos Rockets tá fazendo uma temporada monstro e ainda tem que aguentar porrada gratuita. Enfim, espero que esteja tudo bem com ele e que o Ayton aprenda a controlar os nervos daqui pra frente.

  • Celtics destroem 76ers mesmo com volta de Embiid pós-cirurgia

    Celtics destroem 76ers mesmo com volta de Embiid pós-cirurgia

    Mano, que massacre foi esse em Philly ontem! Os Celtics simplesmente não tiveram dó dos 76ers e construíram uma vantagem de 3-1 na série, mesmo com o Joel Embiid voltando direto do hospital depois de uma apendicectomia.

    Pritchard foi o grande nome da noite — e olha que ninguém esperava isso. O cara acertou 6 de 8 tentativas do perímetro e terminou com 32 pontos. Trinta e dois! Do banco ainda por cima. Tatum fez a sua parte com 30 pontos e 11 assistências, mostrando que tá 100% recuperado da lesão no tendão de Aquiles.

    Embiid voltou com tudo… por uns 5 minutos

    O cara voltou apenas 17 dias depois de tirar o apêndice e começou inspirado. Fez os primeiros 8 pontos do Philly, incluindo uma enterrada monstruosa que fez o Wells Fargo Center ir à loucura.

    Mas aí que tá — depois desse início, o bicho desandou completamente. Perdeu 7 arremessos seguidos! Sinceramente, dá pra entender… cirurgia abdominal não é brincadeira, ainda mais pra um cara de 2,13m que depende tanto do físico.

    “O que eu vou fazer? Chorar por isso?”, disse Embiid após o jogo. Tem que admirar a mentalidade do cara, mas deu pra ver que ele não tava 100%.

    Boston simplesmente não deu chance

    A diferença foi gritante nos rebotes: 51 a 30 para os Celtics. É muita diferença, cara! Isso gerou 13 pontos de segunda chance só no primeiro tempo, enquanto os Sixers fizeram… zero.

    Tyrese Maxey assumiu a culpa pela lentidão inicial da equipe — ele tentou apenas 3 arremessos no primeiro tempo, deixando tudo nas mãos do Embiid que mal conseguia se mover direito. “Isso não pode acontecer”, disse o garoto. “A culpa é minha.”

    Vocês acham que o Philly ainda tem chances de virar essa série? Porque pelo que eu vi ontem, parece que os Celtics tão jogando em outro nível. Jaylen Brown mal precisou forçar (20 pontos) e mesmo assim foi tranquilo.

    Agora é jogo 5 em Boston na terça. Se os Celtics fecharem em casa, vão ter tempo de descansar e observar quem sai de Hawks x Knicks. E pelo jeito que eles tão jogando, essa Eastern Conference pode mesmo passar por Boston este ano.

    Embiid mostrou coragem voltando tão rápido, mas coragem não ganha jogo sozinha. Principalmente quando você tem Payton Pritchard do outro lado fazendo chover de três como se fosse treino livre.

  • Josh Hart foi o monstro defensivo que salvou os Knicks no jogo 4

    Josh Hart foi o monstro defensivo que salvou os Knicks no jogo 4

    Cara, se você só olhar as estatísticas do Josh Hart no jogo 4, não vai entender nada. Os números não saltam aos olhos, mas o cara foi simplesmente FUNDAMENTAL para os Knicks empatarem a série contra os Hawks em 2-2.

    Olha, eu acompanho essa série desde o começo e posso falar: os Knicks finalmente acordaram na defesa. E quem estava no meio de tudo? O Hart. O técnico Mike Brown não economizou elogios depois da vitória por 114-98 em Atlanta.

    Canivete suíço na defesa

    “Josh estava realmente bom na marcação individual”, disse Brown. “Ele tem pés rápidos, é forte e quando se concentra, se concentra mesmo.” E cara, isso ficou mais do que claro no jogo.

    Os Hawks fizeram apenas 41% dos arremessos de quadra e uns ridículos 24,4% nas bolas de três. Nineteen turnovers que os Knicks converteram em 21 pontos. É ou não é defesa?

    O mais impressionante é como eles usaram o Hart. O cara marcou tanto o Jalen Johnson quanto o CJ McCollum durante o jogo – e foi efetivo nos dois. Sinceramente, achei genial essa estratégia de rodar ele pela quadra conforme a necessidade.

    Efeito dominó na defesa

    Sabe o que mais me chamou atenção? Como a intensidade defensiva do Hart contagiou o time inteiro. O OG Anunoby explicou perfeitamente: “Isso facilita, porque me dá mais tempo para rodar em direção ao aro e decidir se o armador vai parar o dribble ou partir pro garrafão”.

    E vocês viram como os Hawks gostam de correr? Pois é, no jogo 4 eles fizeram apenas SETE pontos de contra-ataque. Sete! A maioria ainda veio no lixo do final do jogo.

    O Hart mesmo admitiu que não estava acertando os arremessos: “Não tenho feito cestas. Então preciso encontrar uma forma de ser impactante”. Mission accomplished, my friend.

    Olha, se os Knicks querem ter alguma chance nessa série (e olha que eu tô torcendo), precisam que o Hart mantenha esse nível defensivo. Porque quando ele pressiona a bola assim, o time todo fica mais confiante. O Jalen Brunson resumiu bem: “Ele faz o que pedem dele 9,5 vezes em 10”.

    Agora é ver se conseguem manter essa consistência defensiva. Porque até aqui, essa foi de longe a melhor atuação defensiva dos Knicks nos playoffs. E o Hart foi o cara que fez tudo acontecer.