Tag: San Antonio Spurs

  • Wemby em choque: Barkley não perdoa após mais uma decepção

    Wemby em choque: Barkley não perdoa após mais uma decepção

    Olha, eu não esperava ver isso. Charles Barkley foi direto ao ponto sobre Victor Wembanyama após mais uma atuação complicada nas Finais da NBA: o francês tá em choque total.

    “Ele tá em choque agora. Provavelmente faz muito tempo que ele não apanha assim”, disparou Sir Charles durante o intervalo do Jogo 2. E sinceramente? Difícil discordar do homem.

    A realidade bateu na porta

    Wemby chegou nas Finais como Defensor do Ano, levando o Spurs de volta ao palco principal pela primeira vez desde 2014. Mas cara… a diferença entre temporada regular e Finals é brutal.

    No primeiro jogo: 26 pontos e 12 rebotes, mas com apenas 6 acertos em 21 tentativas. No segundo? Começou dormindo — só 7 pontos e 5 rebotes no primeiro tempo, com duas bolas perdidas ainda por cima.

    Karl-Anthony Towns tá dando uma clínica no garrafão. E o pior: isso tá acontecendo em casa, no Alamodome. A torcida esperava ver o fenômeno francês voando, mas tá vendo ele lutando contra seus próprios fantasmas.

    A recuperação que quase foi

    Dou crédito pro moleque — ele voltou diferente no segundo tempo. Fechou com 29 pontos, 9 rebotes e 4 tocos. Melhorou drasticamente o aproveitamento (11/21 nos arremessos) e mostrou por que é considerado um dos maiores talentos da liga.

    Mas aí vem a parte frustrante: erros cruciais nos momentos decisivos. Spurs perdeu por 105-104. UM PONTO. Em casa. Com a chance de empatar a série.

    De’Aaron Fox fez a sua parte com 20 pontos, Dylan Harper contribuiu com 15, Vassell e Castle botaram 14 cada. O time tá jogando, mas precisa do seu astro máximo funcionando em alto nível.

    O que vem pela frente?

    Agora é visita ao Madison Square Garden, e vocês sabem como é — aquela arena tem magia própria. Spurs precisa vencer o Jogo 3 pra não ficar 3-0 na série, que seria praticamente um atestado de óbito.

    Wemby tem 21 anos e tá na sua primeira experiência de playoffs. Normal sentir o peso do momento. Mas será que ele consegue se adaptar rápido o suficiente? Ou os Knicks vão aproveitar esse momento de vulnerabilidade?

    Uma coisa é certa: se o francês não acordar logo, essa temporada histórica do Spurs pode virar pesadelo rapidinho. E aí, acham que ele aguenta a pressão ou vai precisar de mais tempo pra amadurecer nesse nível?

  • Wemby entregou o ouro pro Knicks nas Finais da NBA

    Wemby entregou o ouro pro Knicks nas Finais da NBA

    Mano, eu ainda tô processando o que aconteceu no fim do Jogo 2 das Finais da NBA. O Victor Wembanyama, que é praticamente um alien do basquete, simplesmente entregou a vitória pro New York Knicks numa bandeja de prata. 105-104 pros Knicks, e a série tá empatada em 1-1.

    A cena foi de filme de terror pra torcida do Spurs. Faltando 13,6 segundos, jogo empatado em 104, e o Wemby pega o rebote defensivo depois de um arremesso perdido do Jalen Brunson. Até aí, tudo certo. O cara é o Defensor do Ano, né? Só que aí ele resolveu fazer um passe que nem eu tentaria numa pelada de final de semana.

    O passe que mudou tudo

    Wembanyama driblou algumas vezes e tocou a bola pro Stephon Castle. Problema? O Castle nem tava olhando! A bola bateu nas costas do garoto e sobrou limpa pro Brunson, que tava ali de tocaia. Na sequência, o francesão ainda fez falta no armador dos Knicks quando os dois se chocaram perto da linha lateral.

    Cara, a cara de frustração do Wemby diz tudo. Você vê que o moleque sabe que vacilou feio. E olha que ele tem só 22 anos, tá nas primeiras Finais da vida dele — imagina a pressão.

    Brunson decide no lance livre

    Aí que tá o drama todo. Brunson vai pra linha de lance livre com a chance de colocar os Knicks na frente. Acerta um, erra o outro. 105-104 pra New York com segundos finais. Os Spurs ainda tiveram uma última chance, e advinha quem tentou resolver? O próprio Wembanyama. Só que dessa vez a bola não entrou.

    Sinceramente, é o tipo de erro que pode perseguir um jogador pra sempre. Lembra do passe do LeBron pro Jason Terry em 2011? Pois é, esse nível de pesadelo. Mas o Wemby é diferenciado, tenho certeza que vai usar isso como combustível.

    O mais impressionante é que os Knicks tão numa sequência absurda: oito vitórias seguidas jogando fora de casa nos playoffs, e 13 vitórias consecutivas no geral. Tá difícil apostar contra esse time. Vocês acham que o Spurs consegue se recuperar jogando no Madison Square Garden no Jogo 3?

  • Knicks a duas vitórias do sonho: dominaram Spurs fora de casa

    Knicks a duas vitórias do sonho: dominaram Spurs fora de casa

    Gente, eu tô passando mal aqui. Os Knicks estão a DUAS vitórias do título da NBA. Duas! Depois de 53 anos esperando, o time de Nova York pode finalmente quebrar essa maldição toda.

    Na madrugada desta sexta (hora do Brasil), eles venceram os Spurs por 105-104 num jogo que me deixou sem unha. Foi aquele tipo de partida que você não consegue nem piscar nos últimos minutos.

    Brunson resolve nos momentos decisivos (de novo)

    O cara simplesmente não treme. Jalen Brunson pode ter jogado mal – 20 pontos com 7/25 nos arremessos –, mas quando o bicho pegou, ele estava lá. Lance livre para virar o placar faltando 9,5 segundos. Frieza total.

    E olha que ele tá jogando machucado, com problema no joelho e no tornozelo. Mas esse moleque tem sangue frio nas veias. Na minha opinião, ele tá sendo o cara mais decisivo desses playoffs todo.

    Karl-Anthony Towns também merece os parabéns: 25 pontos com 8/12 nos arremessos. O homem tá pegando fogo quando precisa.

    Wembanyama quase salvou, mas…

    Victor Wembanyama jogou muito melhor que no Jogo 1. Foram 29 pontos em 40 minutos, tentando carregar os Spurs nas costas. O problema? Na hora H ele perdeu uma bola crucial e errou o arremesso da virada no último segundo.

    Cara, deu uma dó do moleque. Ele tem só 21 anos, tá nas primeiras finais da carreira, e a pressão deve estar absurda. Mas é assim mesmo – nesses momentos que separa os bons dos grandes.

    Situação histórica

    Agora vem o dado que me arrepia: NENHUM time na história da NBA conseguiu ser campeão depois de perder os dois primeiros jogos das finais em casa. Nenhum!

    Os Knicks fizeram igual o Houston de 1995 – ganharam os dois primeiros fora de casa. E ainda tem mais: são 13 vitórias consecutivas nos playoffs. Treze! É um dos maiores streaks da história.

    Vocês acham que os Spurs ainda conseguem reagir? Porque agora a série vai pro Madison Square Garden, e aquela torcida vai fazer um barulho do caramba. Sinceramente, acho que os Knicks estão com o pé na taça.

    Próximo jogo é na segunda-feira. Eu já tô ansioso!

  • KAT a três vitórias do título: como um ex-Wolves pode quebrar San Antonio

    KAT a três vitórias do título: como um ex-Wolves pode quebrar San Antonio

    Cara, que loucura ver o Karl-Anthony Towns ali, a três vitórias de levantar o troféu da NBA. Depois de quase uma década carregando Minnesota nas costas, agora ele tá em Nova York roubando o jogo 1 das Finais em San Antonio. E olha, se você torce pros Wolves, deveria estar torcendo pra ele — seria muita mesquinhez não torcer.

    Por anos a gente viu o KAT dando tudo por uma franquia que vivia perdida no deserto. Ele aguentou pancada, jogou em situações difíceis, ajudou a fazer a ponte entre os anos ruins e o surgimento do Anthony Edwards. Agora, duas temporadas depois da trade que o mandou pra Big Apple, ele tá na porta da imortalidade do basquete.

    Jogo 1 não garante nada (Minnesota que o diga)

    Mas calma aí. Ninguém deveria começar a gravar o nome dos Knicks no troféu ainda não. Se Minnesota ensinou alguma coisa há algumas semanas, é que roubar o jogo 1 em San Antonio não garante absolutamente nada.

    Lembram do que rolou? Os Wolves foram lá, roubaram o primeiro jogo dos Spurs na semifinal do Oeste, todo mundo falando que tinham pego a vantagem de casa. Aí veio o jogo 2 e… cara, foi um massacre. San Antonio simplesmente abriu as portas do inferno pros Wolves. A lição foi simples: ganhar o jogo 1 não é conquista — proteger a vantagem é que é o negócio.

    Por isso esse jogo 2 é gigantesco pros Knicks. Se eles conseguirem fazer o “Texas two-step” e saírem de San Antonio com os dois jogos na mão, a cara da série muda completamente. Os Spurs se veem 2 a 0 pra baixo indo pro Madison Square Garden — e vocês sabem como é o MSG quando a coisa tá indo bem, né? Uma loucura total.

    Wemby não fica no chão por muito tempo

    O problema é que Victor Wembanyama raramente fica pra baixo por muito tempo. Uma das paradas mais impressionantes nas séries contra Wolves e Thunder foi a velocidade que o moleque se ajusta. Tem jogos que ele parece meio desconfortável, as defesas conseguem incomodar ele… aí passa 48 horas, ele faz os ajustes e volta parecendo um ET jogando basquete pra punir a humanidade pela nossa arrogância.

    O jogo 1 das Finais me lembrou isso. Wemby não estava sendo ele mesmo. Faltou ritmo, faltou dominância, faltou aquela sensação inevitável que ele costuma passar. Mas olha, a história mostra que isso não dura. Jogadores grandes se ajustam. Superstars se ajustam mais rápido ainda. E Wembanyama cada vez mais parece ser o tipo de cara que resolve problemas da noite pro dia.

    É aí que o Towns se torna uma figura fascinante nessa série. Os Knicks precisam dele sendo aquela versão do KAT que a gente em Minnesota sonhava por anos. Vocês acham que ele consegue sustentar esse nível contra um monstro como Wembanyama? Sinceramente, eu tô curioso pra ver como isso vai desenrolar.

    Uma coisa é certa: depois de tudo que ele passou, ver o KAT nessa posição me deixa orgulhoso como fã de basquete. Independente do resultado, o cara merece estar aí.

  • Julian Champagnie: de dispensado a vilão nas finais da NBA

    Julian Champagnie: de dispensado a vilão nas finais da NBA

    Cara, às vezes o basquete escreve roteiros que nem Hollywood conseguiria imaginar. Julian Champagnie, de 24 anos, cresceu em Brooklyn torcendo pelos Knicks — e agora pode quebrar o coração da própria torcida vestindo a camisa do San Antonio Spurs nas finais da NBA.

    O moleque que ninguém queria (foi dispensado pelos Sixers logo de cara) virou peça fundamental na campanha histórica dos Spurs. E olha que ironia: o único cara nas finais que nasceu e se criou em Nova York joga justamente CONTRA o time da cidade.

    “Tenho vários amigos que torcem pro Knicks e adoraria estragar os planos deles”, disse Champagnie antes das finais começarem. Que declaração, né? É isso que eu chamo de mentalidade de assassino.

    O arremessador que ninguém viu vindo

    Na minha opinião, esse é exatamente o tipo de história que torna a NBA mágica. Champagnie fez cinco bolas de três só no primeiro tempo do Jogo 1 — cinco! O cara estava literalmente incendiando o Frost Bank Center enquanto destruía as esperanças dos fãs nova-iorquinos.

    Os números não mentem: 11.1 pontos por jogo na temporada regular com 38% nas bolas de três. Nos playoffs? Subiu pra 40.2% de aproveitamento do perímetro. Monstro.

    E o melhor de tudo? O Spurs está pagando só 3 milhões por ano pra ele até 2027. Enquanto isso, outros times gastam isso em jogadores que mal entram em quadra. Pop (Popovich) realmente sabe o que faz, pessoal.

    Brooklyn contra Nova York

    Imagina a pressão psicológica que deve ser jogar contra o time da sua cidade natal numa final da NBA. Champagnie cresceu no bairro de Kensington, jogou na Bishop Laughlin High School e depois na St. John’s — tudo em Nova York. Conhece cada esquina daquela cidade.

    Agora precisa ajudar o Wembanyama e companhia a calarem a boca do Madison Square Garden. Que situação louca, cara!

    Ah, e detalhe curioso: ele tem um irmão gêmeo, Justin, que também joga na NBA pelo Washington Wizards. Os dois foram dispensados no draft, os dois lutaram pra chegar onde estão. Mas só um vai ter a chance de ser campeão este ano.

    Vocês acham que a pressão de jogar contra a torcida da casa pode afetar o Champagnie? Ou será que isso só vai motivar ele ainda mais? Baseado no que vi no Jogo 1, eu apostaria na segunda opção. O moleque tem sangue frio.

    Game 2 é hoje no Texas, e tenho certeza que o Champagnie vai querer mostrar mais uma vez que não foi sorte. Esse cara pode ser a diferença entre o Spurs empatar a série ou voltar pra San Antonio já perdendo por 2-0. E sinceramente? Eu não duvidaria nada dele fazer mais um jogaço.

  • Ingressos do Knicks x Spurs no MSG custam R$ 50 mil — é loucura total

    Ingressos do Knicks x Spurs no MSG custam R$ 50 mil — é loucura total

    Gente, eu sabia que Nova York era cara, mas isso aqui passou de todos os limites. O Jogo 3 das Finais da NBA entre Knicks e Spurs no Madison Square Garden vai ser literalmente o jogo mais caro da história das Finais — e os preços só sobem.

    Prepara o coração: o ingresso mais barato está saindo por US$ 9.006. Isso mesmo, quase dez mil dólares pra sentar lá no último andar. E olha que não é nem courtside, hein. Os assentos na quadra nem estão à venda — você tem que dar um lance no site da NBA. O maior lance até agora? Meio milhão de dólares. MEIO MILHÃO.

    Cara, eu tô acompanhando NBA há mais de 15 anos e nunca vi nada parecido. Pra vocês terem noção do absurdo, as Finais de 2024 em Dallas — que eram consideradas caríssimas — tinham média de US$ 1.965. Aqui no MSG a média atual é de US$ 7.149 e subindo.

    A fome de 53 anos explica tudo

    Olha, eu entendo a loucura dos fãs do Knicks. 53 anos sem título, cara. CINQUENTA E TRÊS ANOS. E faz 27 anos que eles nem chegavam numa Final — tem um monte de gente em Nova York que nunca viu o time jogar pelo anel.

    Os ingressos começaram a semana custando “só” US$ 3.900 (já era caro demais), mas depois que o Knicks ganhou o Jogo 1, explodiu pra mais de US$ 10 mil. Os nova-iorquinos tão sentindo o gostinho do título e querem estar lá de qualquer jeito.

    E o pior — ou melhor, dependendo do ponto de vista — é que virou questão de status. Segundo o Wall Street Journal, se você não tá lá, você é “perdedor”. Uma empresária já gastou US$ 176 mil num ingresso só. Cento e setenta e seis mil. Numa entrada.

    Vai ser mais barato viajar pra San Antonio

    Aqui que fica engraçado: se a série passar do Jogo 4, sai mais barato você pegar um voo pra San Antonio e assistir lá. Os ingressos pro Jogo 5 no Texas começam em US$ 1.711, e a passagem ida e volta sai por menos de US$ 600. Ou seja, você gasta menos de US$ 2.500 pra ver o jogo fora, contra US$ 10 mil pra ver em Nova York.

    Sinceramente, eu entendo a emoção — se fosse um time brasileiro numa final histórica depois de 53 anos, a galera ia pirar também. Mas US$ 10 mil pra sentar no fundo do ginásio? E tem gente pagando!

    O que vocês acham? Vale a pena essa loucura toda ou é melhor assistir de casa mesmo? Porque vou te falar, com esse dinheiro dava pra comprar um carro bom aqui no Brasil.

  • Torcedor dos Spurs que provocou Brunson é banido da courtside

    Torcedor dos Spurs que provocou Brunson é banido da courtside

    Olha só que situação bizarra rolou nas Finais da NBA. Um torcedor dos Spurs que ficou implicando com o Jalen Brunson no Jogo 1 acabou perdendo o direito de sentar na courtside pelo resto da série.

    A NBA investigou o caso e decidiu: o cara não vai ser banido do ginásio, mas esquece de sentar pertinho da quadra de novo. Segundo a liga, o torcedor nem era assinante de season ticket — ou seja, provavelmente pagou uma fortuna só pra conseguir aquele lugar e ainda saiu no prejuízo.

    A confusão com Brunson

    Durante o primeiro jogo das Finais, deu pra ver claramente o Brunson trocando umas palavras nada amistosas com os torcedores dos Spurs que estavam na primeira fila. E olha, não foi só um momento não — rolou várias vezes durante a partida.

    O mais tenso foi no final do jogo. Depois que os Knicks fecharam a vitória por 105 a 95, o Brunson foi direto na direção do grupo de torcedores. Por sorte, o árbitro Scott Foster e o José Alvarado intervieram antes que a coisa escalasse. Imagina se vira uma briga ali? Seria o caos total.

    Quando perguntaram pro Brunson sobre o que aconteceu, ele preferiu não entrar em detalhes. “Estou tranquilo em relação a isso”, foi só o que disse. Profissional demais, porque eu sinceramente não sei se teria esse autocontrole.

    Finais esquentando

    A real é que essa situação mostra como as Finais deixam todo mundo nervoso — torcedores, jogadores, todo mundo. San Antonio tá jogando em casa, a torcida tá empolgada, e às vezes some o limite do que é provocação sadia e o que já vira desrespeitoso.

    Agora os Knicks querem abrir 2 a 0 na série hoje à noite. Se conseguirem, vai ser praticamente impossível pros Spurs se recuperarem. E vocês acham que a torcida de San Antonio vai ficar mais comportada ou vai apertar ainda mais? Eu tenho minhas dúvidas…

    No fim das contas, o torcedor perdeu a chance de assistir às Finais da NBA de camarote por causa de algumas provocações. Valeu a pena? Definitivamente não.

  • NBA pune torcedor que xingou Brunson nas Finais

    NBA pune torcedor que xingou Brunson nas Finais

    Olha só que situação absurda aconteceu no Jogo 1 das Finais da NBA! Um torcedor dos Spurs resolveu partir pro ataque pessoal contra o Jalen Brunson, dos Knicks, e agora vai pagar o preço. A liga investigou e decidiu: o cara tá banido das cadeiras da quadra pelo resto da série.

    Sinceramente, era o mínimo que podia acontecer. Você imagina? O Brunson acabou de fazer um jogaço — 30 pontos na vitória por 105 a 95 em San Antonio — e ainda tem que aguentar desrespeito de torcedor? O próprio Brunson foi falar com o árbitro Scott Foster no final do jogo sobre o que rolou.

    NBA não brinca com desrespeito

    Segundo o Ian Begley da SNYtv, inicialmente falaram que eram dois torcedores envolvidos, mas no final só um levou punição. O engraçado (ou triste) é que o cara nem season ticket holder dos Spurs era. Ou seja, provavelmente algum playboy que pagou uma fortuna pra sentar na primeira fila só pra fazer palhaçada.

    A liga deixou bem claro: se o sujeito quiser voltar pra assistir outros jogos da série, pode ir — mas vai ter que sentar lá no fundão como todo mundo. E olha que ele pode até tentar, porque ainda tem muito jogo pela frente.

    Brunson mostra que é clutch mesmo machucado

    O mais impressionante de tudo isso é que o Brunson jogou machucado e mesmo assim meteu 30 pontos. Dezenove só no segundo tempo! O cara tava claramente sentindo dores durante o jogo, mas quando a coisa apertou, ele resolveu.

    E vocês sabem o que é mais louco? Ele nem apareceu no injury report pro Jogo 2. Isso significa que o monstro já tá 100% recuperado e pronto pra continuar fazendo estrago em San Antonio hoje à noite.

    A série tá 1-0 pra New York, mas todo mundo sabe que os Spurs com o Wembanyama em casa não vão entregar fácil. Vai ser interessante ver se a torcida de San Antonio vai saber se comportar melhor desta vez, ou se vamos ter mais episódios desses.

    E aí, galera, vocês acham que a NBA foi muito leve na punição? Na minha opinião, banir das cadeiras da quadsa tá bom, mas podia ter rolado uma multinha também, não acham?

  • Zeldin e Trump vão assistir cada minuto das finais da NBA

    Zeldin e Trump vão assistir cada minuto das finais da NBA

    Cara, que história mais curiosa essa que rolou. O Lee Zeldin, que é o cara da EPA (Agência de Proteção Ambiental) na administração Trump, deu uma entrevista revelando que ele e o presidente são fãs roxos do New York Knicks. E olha, pelo jeito eles tão levando isso BEM a sério.

    “Somos fãs fanáticos”, disse Zeldin sobre ele e Trump. E quando ele fala “fanáticos”, não é brincadeira não. O cara confessou que no primeiro jogo das finais ficou em pé na frente da TV como se tivesse na quadra mesmo. Quem nunca, né?

    A química que lembra os anos 90

    Zeldin comparou o time atual com aquela época dourada dos Knicks nos anos 90 – Patrick Ewing, Hubert Davis, a galera toda. “A química era emocionante para Nova York. Era o melhor… a cidade, a energia. Faz tempo que não temos essa sensação”, desabafou.

    E olha, eu meio que entendo o cara. Os Knicks chegaram nas finais depois de décadas de sofrimento. Imagina ser fã dessa franquia e finalmente ver o time brigando pelo título? Deve ser tipo ver o Flamengo ganhar a Libertadores depois de 38 anos.

    O mais engraçado é ele zoando os fãs do San Antonio Spurs: “Boa sorte para qualquer fã dos Spurs que acha que um time que não perde há mais de 40 dias vai perder quatro dos próximos seis jogos mais importantes da vida deles”. Falou pouco mas falou bonito.

    Trump: fã de carteirinha há décadas

    Sobre Trump, Zeldin contou que o presidente é fã “fanático há décadas”. Tem até aquele vídeo clássico dos anos 90 do Charles Oakley caindo em cima do Trump que tava sentado na courtside. Sinceramente, essa imagem do Trump levando uma entrada do Oakley é impagável.

    “Você encontra fotos e vídeos dele durante os anos 90, 2000 e 2010, basicamente até ele começar a concorrer à presidência, sentado na courtside”, explicou Zeldin. Ou seja, o cara é fã mesmo, não é pose de político.

    Trump já confirmou que vai torcer pelos Knicks no Madison Square Garden na próxima semana. Zeldin foi mais reservado sobre se vai junto – “Vamos ver”, disse.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem quebrar essa seca de 1973? Porque olha, se conseguirem, vai ser uma loucura total em Nova York. E imaginem a festa na Casa Branca se rolarem o título…

    Zeldin até fez uma previsão: “Como fã fanático, você tem que acreditar”. Mas foi esperto – não quis garantir nada para não zicar o time. Estratégia de fã experiente mesmo.

  • NBA abandonou tradição do uniforme branco em casa nas finais

    NBA abandonou tradição do uniforme branco em casa nas finais

    Cara, vocês repararam numa coisa estranha nas finais da NBA este ano? O San Antonio Spurs jogou em casa vestindo preto ao invés dos icônicos uniformes Fiesta. E isso me deixou pensando numa tradição que a liga meio que abandonou sem fazer muito barulho.

    Olha só esses números: há dez anos, 97% dos jogos de playoffs tinham o time da casa vestindo branco. Este ano? Apenas 32%. É uma mudança absurda quando você para pra pensar.

    A confusão dos uniformes alternativos

    A NBA virou uma bagunça total quando o assunto é uniforme. Os caras liberaram geral pros times usarem essas camisas alternativas, City Edition, e por aí vai. O resultado? Uma salada de cores que, sinceramente, às vezes fica difícil até identificar quem é quem na TV.

    O mais irônico é que o Spurs teve aquela festa linda da torcida toda dividida nas cores Fiesta – laranja, rosa e turquesa nas arquibancadas –, mas o time em si estava de preto. Que contradição, né?

    Christopher Arena, vice-presidente da NBA, me explicou que a liga tem essa regra de “uniformes primários” nas finais de conferência e NBA Finals. Mas aí que tá: se eles querem um visual mais clássico, por que não voltam com o branco em casa que rolou por 70 anos?

    A nostalgia do uniforme branco em casa

    Na minha opinião, tinha algo especial naquela tradição. Casa de branco, visitante de cor escura. Simples, elegante, e você sabia exatamente quem estava jogando onde só de bater o olho.

    Arena admitiu que a liga entende a importância da história. Por isso que agora proíbem aqueles City Edition nas fases finais. Imaginem o Toronto Raptors levantando o troféu de 2019 com um uniforme que nem existe mais? Meio estranho mesmo.

    “Tem algo sobre construir um mundo quando um time recebe um jogo, eles podem contar uma história com qualquer uniforme que estejam usando”, disse Arena. Entendo o ponto, mas sinto falta daquela simplicidade.

    E aí, vocês sentem falta da tradição do uniforme branco em casa? Ou preferem essa variedade toda que temos hoje? Porque, olhando as finais deste ano, eu tô meio dividido entre a nostalgia e aceitar que os tempos mudaram mesmo.

    O mais interessante é que Arena deixou a porta aberta pra talvez voltar com alguma “linha divisória” – tipo só nas finais, ou finais de conferência. Quem sabe não rola uma volta às origens? Seria interessante ver como os fãs reagiriam.