Tag: San Antonio Spurs

  • Wemby avisou a Nike: ‘Não vou dar escolha sobre quem será o rosto da liga’

    Wemby avisou a Nike: ‘Não vou dar escolha sobre quem será o rosto da liga’

    Cara, imagina a cena: Victor Wembanyama, com seus 2,24m, em pé numa sala cheia de executivos da Nike e soltando essa: “Não vou dar escolha pro basquete sobre quem vai ser o rosto da liga”. Monstro demais, né?

    E olha só — o maluco não estava brincando. Aos 22 anos, o franzão já está nas Finais da NBA pelo San Antonio Spurs, enfrentando o New York Knicks. Isso tá até adiantado do cronograma que a própria equipe dele havia planejado.

    A estratégia francesa por trás do fenômeno

    O que eu acho mais impressionante é como a equipe dele vem trabalhando desde que Wemby tinha 13 anos. Jeremy Medjana e Bouna Ndiaye, da Agence Comsport, foram cirúrgicos na estratégia. Recusaram ofertas milionárias de marcas de bebida antes dele entrar na NBA — escolheram foco ao invés de grana rápida.

    “A filosofia é não deixá-lo muito distraído. Se você assina muitos contratos, não consegue manter o foco no objetivo principal”, explicou Medjana. Sinceramente? Genial. Quantos jovens talentos a gente já viu se perder por querer abraçar o mundo cedo demais?

    Silver confirma: sem título, sem coroa

    O Adam Silver, comissário da NBA, foi direto ao ponto sobre o que é preciso pra virar o rosto global da liga: “No final das contas, para um jogador assumir esse manto, ele tem que vencer. E nas conversas que tive com Wemby, enfatizei isso.”

    E os números já mostram que o hype é real. Os Spurs foram o time que mais cresceu no League Pass mundial durante a temporada regular — 30% na Europa e 40% na Ásia. Absurdo, né? O cara literalmente trouxe uma nova audiência internacional pro basquete.

    Wembanyama mesmo disse que é isso que move ele: “A parte do campeonato e da grandeza esportiva é o que fala com meu instinto. É realmente o que me impulsiona. É a locomotiva da minha vida.”

    Ah, e tem um detalhe interessante: segundo o Shams Charania, Wemby vai virar agente livre no mercado de tênis ainda este ano quando o contrato com a Nike vencer. Será que depois dessa declaração bombástica eles vão fazer uma proposta irrecusável? Vocês acham que ele fica na Nike ou testa o mercado?

    Uma coisa é certa — o francês não tá só falando. Tá provando em quadra que realmente pode ser o próximo rosto da NBA. E olha que ele nem completou duas temporadas ainda!

  • Knicks x Spurs quebra audiência e prova que NBA ainda move multidões

    Knicks x Spurs quebra audiência e prova que NBA ainda move multidões

    Gente, vocês viram os números da audiência do Jogo 1 das Finais da NBA? Absurdo! O confronto entre New York Knicks e San Antonio Spurs no dia 3 de junho simplesmente explodiu na televisão americana, com uma média de 16,93 milhões de telespectadores pela ABC.

    Pra vocês terem ideia do que isso representa: foi o Jogo 1 de Finals mais assistido desde 2018. E olha que estamos falando de uma época onde todo mundo reclama que o interesse pela liga tá caindo, que os jovens só assistem highlights no TikTok… Mentira!

    Os números que mostram a realidade

    O pico foi ainda mais impressionante — 19,63 milhões de pessoas grudadas na TV às 23h (horário americano). Isso fez o jogo ser o programa mais assistido do dia em praticamente todas as demografias importantes.

    Mas aqui vem o dado que mais me chamou atenção: o crescimento foi de 90% comparado ao primeiro jogo das Finals do ano passado. Noventa por cento, galera! Isso não é pouca coisa.

    Na minha opinião, isso prova que quando você tem storylines interessantes — Knicks voltando às Finals depois de décadas, Wembanyama carregando San Antonio nas costas —, o público aparece. E como aparece!

    Contexto histórico que impressiona

    Pra dimensionar melhor: esse foi o Jogo 1 de Finals mais assistido na história da ABC, tirando apenas os confrontos entre Warriors e Cavaliers (que eram realmente fenômenos à parte). E foi o jogo de Finals com maior audiência desde o Jogo 6 de 2019.

    Sinceramente, eu não esperava números tão altos assim. Claro, Knicks tem uma torcida gigantesca e apaixonada, mas San Antonio não é exatamente um mercado enorme. O que aconteceu foi química pura: uma franquia histórica de volta ao topo contra o futuro da liga.

    E aí, vocês também ficaram grudados na TV? Porque pelo visto não fomos só nós aqui no Brasil que paramos tudo pra ver esse jogaço. A NBA ainda tem essa magia de unir todo mundo na frente da televisão quando a coisa fica séria.

  • Shaq engole o orgulho e reconhece: Brunson é monstro nas Finais

    Shaq engole o orgulho e reconhece: Brunson é monstro nas Finais

    Cara, eu nunca pensei que veria o dia em que o Shaq ia admitir que estava errado sobre alguém. Mas é isso que aconteceu ontem à noite depois do Jalen Brunson simplesmente destruir os Spurs no Jogo 1 das Finais da NBA.

    O armador dos Knicks fez 30 pontos na vitória por 105-95 sobre San Antonio, e mais importante: conseguiu calar a boca de um dos seus maiores críticos. O Big Diesel estava cheio de dúvidas sobre como o Brunson ia se comportar no palco das Finais, mas saiu de lá comendo humble pie.

    Shaq reconhece: “Ele tá pronto para os holofotes”

    Durante a transmissão pós-jogo da ESPN, o Shaq foi obrigado a engolir o orgulho. “Eu admito que antes do jogo, estava ansioso para ver como ele ia se sair contra aquela defesa pesada dos Spurs. Mas ele mostrou pra mim, pro Kenny e pro Chuck que está pronto para os grandes holofotes”.

    E olha, não foi pouco não. Brunson pegou fogo no terceiro e quarto períodos, especialmente quando o time mais precisava. Foram 13 pontos só no último quarto — momento decisivo pra virada histórica dos Knicks.

    O armador terminou com 12/31 nos arremessos de quadra (não foi sua melhor noite no percentual), mas quando importava, ele aparecia. Acertou todos os quatro lances livres e simplesmente assumiu o controle quando a coisa ficou feia.

    New York vira de 14 pontos de desvantagem

    Sinceramente? Eu não esperava que os Knicks conseguissem virar um jogo saindo 14 pontos atrás nas Finais. Mas foi exatamente isso que aconteceu, e Brunson foi o maestro dessa orquestra maluca.

    O Shaq ainda destacou o trabalho coletivo: “Josh Hart com 15 rebotes, Shamet acertando bolas de três importantes no primeiro tempo, KAT com 18 pontos… fizeram isso em equipe, e é assim que se ganha campeonatos”.

    Na minha visão, essa vitória foi muito além dos números. Os Knicks roubaram a vantagem de jogar em casa dos Spurs — algo que pode ser decisivo numa série de sete jogos. E mais: mostraram que têm estômago pra brigar pelo título mesmo quando as coisas ficam difíceis.

    Hart foi simplesmente um monstro no garrafão com aqueles 15 rebotes, e a profundidade do banco dos Knicks fez toda a diferença. É essa mentalidade coletiva que pode levar eles ao primeiro título desde 1973.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa pegada no Jogo 2? Porque se conseguirem sair de San Antonio com 2-0, aí a coisa fica séria mesmo para a franquia de Nova York.

  • KAT destruiu Wemby no jogo 1 das Finais e Perkins não perdoou

    KAT destruiu Wemby no jogo 1 das Finais e Perkins não perdoou

    Olha, eu sabia que essas Finais entre Knicks e Spurs iam ser especiais, mas não esperava ver Victor Wembanyama sendo completamente anulado logo no primeiro jogo. E por quem? Karl-Anthony Towns. Sim, o mesmo KAT que todo mundo questionava se ia conseguir jogar no nível de playoffs.

    O Kendrick Perkins foi certeiro na análise dele no First Take: “Vou falar pros torcedores dos Spurs: vocês têm um problema… um problema sério.” E cara, não dá pra discordar.

    Wemby teve uma das piores noites da carreira

    Vamos aos números porque eles não mentem. O francês de 2,21m — que ficou em terceiro no MVP e ganhou o Defensivo do Ano — fez apenas 26 pontos com 6/21 nos arremessos. Mas o mais absurdo? Quando o KAT estava marcando ele diretamente, Wembanyama acertou apenas 2 de 12 tentativas. Duas de doze, mano!

    E não para por aí. Quatro das seis bolas perdidas do Wemby aconteceram com Towns na marcação. Sinceramente, nunca vi o fenômeno francês tão perdido em quadra.

    “O Defensivo do Ano foi exposto ontem à noite”, disparou Perkins. “Towns fez o melhor jogo defensivo da vida dele, mas no ataque ele mostrou pro mundo que Wemby não consegue marcar ele.”

    Towns mostrou por que é diferenciado

    Do outro lado, KAT foi simplesmente monstruoso. Double-double com 18 pontos e 12 rebotes, mas foi a forma como ele dominou que impressionou. O cara esticou a quadra com arremessos de três, botou a bola no chão pra infiltrar, e quando precisou de físico — foi literalmente no peito do Wemby.

    A versatilidade foi absurda. Quando os Spurs botavam um jogador menor nele, os Knicks procuravam o mismatch na hora. Quando Wembanyama vinha dobrar a marcação, Towns soltava passes sem olhar que deixaram qualquer um de queixo caído.

    O terceiro quarto foi onde ele realmente resolveu: 10 pontos e 4 rebotes numa virada de 14 pontos que definiu o jogo. E ainda por cima ficou gritando e animando o time todo — aquela liderança que a gente sempre soube que ele tinha mas que às vezes não aparecia.

    Mike Brown, técnico dos Knicks, resumiu bem: “Ele é um problema. Bota um cara pequeno nele, ele vai pro rebote ofensivo. Bota um grandão, ele abre e gira por fora dos caras.”

    Vocês acham que os Spurs conseguem ajustar pra o jogo 2? Porque se o KAT continuar nesse nível, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo imagina. E olha que eu sou fã do Wemby, mas ontem ele realmente foi totalmente anulado pelo pivô dos Knicks.

  • Castle quebra o silêncio: ‘Brunson não fica caçando falta como SGA’

    Castle quebra o silêncio: ‘Brunson não fica caçando falta como SGA’

    Olha só que polêmica interessante surgiu depois do primeiro jogo das finais entre Knicks e Spurs. Stephon Castle, o rookie que tá defendendo Jalen Brunson como um grudento, soltou uma comparação que tá dando o que falar: a diferença entre marcar o armador dos Knicks e Shai Gilgeous-Alexander.

    E o garoto não poupou palavras, não. Segundo Castle, Brunson joga de um jeito bem mais “limpo” que SGA quando o assunto é arrancar faltas dos árbitros.

    A diferença na filosofia de jogo

    “Jalen usa muito mais os ângulos, as fintas. Ele vai atrás das suas posições favoritas. Não fica tanto atrás de falta, prefere buscar o arremesso de média distância e os spots que ele domina”, explicou o calouro dos Spurs.

    Cara, isso meio que confirma o que a gente vê há tempos, né? SGA é monstro, mas esse negócio dele de “vender” contato virou marca registrada – e não todo mundo curte. Durante os playoffs, o cara da Oklahoma teve que ouvir até que não tava sendo “ético” no jeito de pontuar.

    Brunson também sabe fazer teatro quando precisa (quem nunca?), mas é verdade que o estilo dele é bem diferente. Aliás, ontem ele até reclamou bastante dos árbitros, chegou a ir pro chão várias vezes sem conseguir apito nenhum.

    Defesa dos Spurs funcionou no primeiro jogo

    E olha que a estratégia do Castle funcionou no jogo 1. Brunson até conseguiu algumas cestas decisivas – porque craque é craque -, mas não foi lá essas coisas na eficiência. O rookie conseguiu incomodar bastante o armador dos Knicks.

    Sinceramente, achei impressionante ver um cara de primeiro ano falando com essa maturidade sobre marcação. Castle defendeu SGA nas finais da conferência oeste e agora tá aplicando o que aprendeu em Brunson. Essa experiência pode ser ouro puro pro desenvolvimento dele.

    Os Spurs com certeza vão manter Castle grudado no Brunson pro resto da série. Se conseguirem repetir a receita do jogo 1, podem dar muito trabalho pros Knicks em casa.

    E aí, pessoal, acham que essa comparação do Castle faz sentido? Ou vocês veem os dois armadores no mesmo nível quando o assunto é “caçar” faltas? O jogo 2 é na sexta-feira e promete ser quente!

  • Johnson quer Spurs mais ‘gananciosos’ após derrota no Jogo 1 das Finais

    Johnson quer Spurs mais ‘gananciosos’ após derrota no Jogo 1 das Finais

    Cara, eu não esperava ver os Spurs jogando desse jeito no Jogo 1 das Finais da NBA. Perder em casa para os Knicks por 105-95 já dói, mas perder atirando apenas 25,6% do perímetro? Isso sim é de dar dor de barriga.

    Mitch Johnson não tentou mascarar a realidade depois da derrota. Quando perguntado sobre os arremessos de 3 pontos da equipe, o técnico foi direto: “Acho que erramos alguns arremessos bons”. E olha, foram 43 tentativas do perímetro — muitas delas com espaço para atirar.

    A diferença entre arremesso ruim e oportunidade perdida

    O mais interessante foi ver Johnson falando sobre ser mais “ganancioso” nas posses de bola. Na minha visão, ele tá certo. Os Spurs tiveram uma liderança de 14 pontos no terceiro período e simplesmente deixaram escapar.

    “Acho que haverá algumas posses que poderíamos ter trabalhado mais o cronômetro, trabalhado mais defensivamente contra eles”, explicou Johnson. “Provavelmente poderíamos ser um pouco mais gananciosos nessas posses para conseguir algo melhor como grupo.”

    Sinceramente, faz sentido. Às vezes a equipe tava forçando arremessos quando podia trabalhar melhor a jogada. Johnson mesmo admitiu que precisa rever o filme para analisar algumas tentativas de 3 pontos muito cedo no cronômetro de posse.

    O fantasma das finais anteriores

    Essa performance me lembrou da derrota no Jogo 4 contra Minnesota na segunda rodada, quando os Spurs acertaram apenas 23% dos arremessos de 3. A diferença? Naquele jogo eles tentaram apenas 26 vezes, não 43 como contra os Knicks.

    Ah, e claro, teve aquela polêmica expulsão do Wembanyama por dar uma cotovelada no Naz Reid. Coincidência ou não, quando o garoto francês não tá em quadra, o ataque dos Spurs perde muito da identidade.

    Johnson foi claro sobre o que precisa mudar: “Definitivamente não tivemos pressão suficiente no garrafão durante toda a noite. Temos que ter certeza de que ainda estamos colocando força no garrafão. Vamos conseguir nossos arremessos de 3 com isso. Não podemos trabalhar de fora para dentro. Temos que ir mais de dentro para fora, com certeza.”

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque se continuarem atirando assim do perímetro, essa série pode acabar rápido demais.

  • Stephen A. Smith defende Spurs de críticas absurdas sobre hino

    Stephen A. Smith defende Spurs de críticas absurdas sobre hino

    Cara, que tempestade em copo d’água foi essa? O Stephen A. Smith teve que sair em defesa dos San Antonio Spurs porque uma galera começou a criticar o time por “desrespeitar” o hino americano antes do Jogo 1 das Finais da NBA contra o New York Knicks. O pessoal ficou revoltado porque os jogadores não colocaram a mão no peito durante o hino.

    Sinceramente? Que crítica mais descabida.

    Stephen A. mandou a real

    O analista da ESPN foi direto ao ponto no Twitter: “Isso é completamente falso. Tem um monte de gente que escuta o hino nacional e simplesmente abaixa a cabeça com as mãos na frente ou atrás do corpo, prestando respeito. Colocar a mão no coração não é obrigatório”.

    E ele tá certo, cara. A maioria dos atletas dos quatro grandes esportes americanos — incluindo a NBA — fica com os braços ao lado do corpo durante o hino. Não é novidade nem desrespeito nenhum.

    O Victor Wembanyama estava com os braços cruzados, a maioria dos companheiros com os braços ao lado e olhando pro chão. Até o técnico Mitch Johnson estava de olhos fechados, parecendo estar rezando durante as últimas notas do hino.

    Polêmica sem sentido

    Olha, eu acompanho NBA faz anos e já vi essa discussão várias vezes. Lembram quando alguns jogadores se ajoelharam durante o hino em protesto? Aquilo sim gerou controvérsia real. Agora ficar criando caso porque um cara não pôs a mão no peito?

    O próprio Stephen A. citou os Minnesota Vikings da NFL, que entre 1967 e 1983, no tempo do técnico Bud Grant, tinham uma postura respeitosa diferente e ninguém falava nada. Cada um demonstra respeito do seu jeito.

    E vocês, o que acham dessa polêmica? Não é meio forçada demais criar caso por algo tão simples? Os Spurs estavam ali, concentrados, respeitosos — só não do jeitinho que alguns queriam ver. Às vezes parece que o pessoal procura pelo em ovo mesmo…

    No fim das contas, o importante era os caras estarem focados no que realmente importava: jogar bola nas Finais. E pelo visto, toda essa discussão não tirou a concentração deles do objetivo principal.

  • Wemby não se abala após perder o jogo 1 das Finais da NBA

    Wemby não se abala após perder o jogo 1 das Finais da NBA

    Cara, eu não esperava essa reação do Wembanyama depois da derrota no primeiro jogo das Finais. O menino estava zen total na coletiva — completamente diferente do emocional que a gente viu durante toda essa pós-temporada dos Spurs.

    “Foi rápido. Acho que deixamos essa escapar”, foi só isso que o Victor disse quando perguntaram sobre quando ele sentiu o jogo escorregando das mãos. Mano, que frieza!

    Uma coletiva totalmente diferente

    Quem acompanha as entrevistas do Wemby sabe que ele sempre dá aquela pausadinha antes de responder — seja pra processar a pergunta, traduzir na cabeça ou só escolher as palavras certas mesmo. É meio que a marca registrada dele.

    Mas quarta-feira foi totalmente diferente. O cara estava sentado ali, respondendo tudo numa boa, como se já soubesse o que iam perguntar. Confiança pura. E olha que os Spurs tinham acabado de perder pra um Knicks experiente que soube administrar o momentum do jogo.

    “Deixamos eles pegarem um rebote ofensivo”, ele comentou sobre um lance específico no último quarto que praticamente selou a vitória de Nova York. “A culpa é nossa. Depois disso, eles são um time experiente, sabem jogar com momentum. Nós tínhamos o momentum até o final do jogo. Por isso disse que deixamos escapar.”

    Confiança contagiante

    E sabe o que mais me impressionou? A calma do Wemby parecia ter passado pro resto do time. Dylan Harper, Stephon Castle, Devin Vassell — todo mundo com a mesma postura. Ninguém de cabeça baixa, ninguém se lamentando. Era como se eles tivessem certeza de que podem virar essa série.

    “É quase como se eu não tivesse nada pra descobrir. É quase como se eu só precisasse jogar normal, nem bem”, disse o Victor. “É só fazer a coisa certa que já é suficiente. Quando jogamos mal, quando EU jogo mal, é quando damos tiro no próprio pé. Por isso não estou preocupado. Vamos estar muito melhor. EU vou estar muito melhor.”

    Sinceramente? Fiquei impressionado com essa maturidade. O moleque tem 22 anos e está nas Finais da NBA pela primeira vez. Era de se esperar uma certa ansiedade, né? Mas não — ele parece que já entendeu perfeitamente o que precisa fazer.

    Os Spurs aprenderam com os obstáculos

    E olha, essa resiliência não apareceu do nada. Durante toda essa pós-temporada, os Spurs foram criticados pela inexperiência, mas foram se ajustando a cada round, superando um obstáculo atrás do outro. O crescimento do Wemby como líder tem sido em tempo real — e que evolução, hein?

    Se eles chegaram até aqui surfando na emoção do francesão, talvez agora sigam essa serenidade dele de volta pra série. E aí, vocês acham que essa postura zen do Wembanyama vai ser suficiente pra virar o jogo contra a experiência dos Knicks?

    Uma coisa eu garanto: vai ser uma série épica.

  • NBA investigando torcedores que provocaram Brunson no Jogo 1

    NBA investigando torcedores que provocaram Brunson no Jogo 1

    Cara, quem acompanha a NBA sabe que o Jalen Brunson é um cara super tranquilo. O armador dos Knicks raramente perde a compostura em quadra — então quando você vê ele visivelmente irritado, é porque rolou algo sério mesmo.

    E foi exatamente isso que aconteceu na quarta-feira, no finalzinho da vitória dos Knicks sobre os Spurs por 105-95 no Jogo 1. A NBA tá investigando dois torcedores que aparentemente fizeram comentários pesados com o Brunson quando o jogo já tava praticamente decidido.

    O que rolou na Frost Bank Arena?

    A situação aconteceu quando o OG Anunoby tava cobrando lances livres, faltando só 20 segundos pro fim. Dá pra ver nas imagens o Brunson conversando — ou melhor, discutindo — com uns torcedores perto da lateral. Depois do apito final, ele foi falar com o árbitro Scott Foster e apontou pra galera.

    O negócio tava tão tenso que precisaram os próprios companheiros de time, incluindo o Jose Alvarado, puxarem o Brunson de lá. E olha, se você conhece o perfil do cara, isso já diz tudo sobre o que deve ter rolado.

    Quando perguntaram pra ele no dia seguinte, Brunson foi bem direto: “Tô de boa pra falar sobre isso. De boa.” Traduzindo: não quero nem tocar no assunto.

    Quem foram os envolvidos?

    Aqui fica interessante. Teve um vídeo que viralizou nas redes sociais mostrando o Brunson trocando umas palavras com uma mulher que tava na courtside. Mas segundo o Stefan Bondy do The Post, não foi ela não. A liga tá investigando na verdade um homem e mais uma pessoa.

    O Josh Hart, que é parceirão do Brunson, falou que nem viu direito o que aconteceu: “Ele é sempre muito calmo, controlado. Tenho certeza que os torcedores disseram algo pesado pra tirar ele do sério. Queria poder explicar melhor, mas não vi a interação.”

    E aí, vocês acham que a NBA vai tomar alguma atitude mais séria com esses torcedores? Porque uma coisa é certa: pra um cara comportado como o Brunson reagir assim, a coisa deve ter passado do limite mesmo. Sinceramente, acho que torcedor tem que vibrar, mas sempre respeitando os limites, né?

  • Josh Hart mita no Arsenal e faz história nas Finais da NBA

    Josh Hart mita no Arsenal e faz história nas Finais da NBA

    Olha, eu já sabia que o Josh Hart era personagem, mas o cara conseguiu superar as expectativas ontem. Não só fez história nas Finais da NBA como ainda arrumou treta com o Arsenal no meio do caminho. Só pode ser ele mesmo.

    Vamos aos fatos: os Knicks venceram o Spurs no Jogo 1 das Finais e o Hart teve uma performance simplesmente absurda. Em apenas 27 minutos de quadra, o cara anotou 3 pontos, 15 rebotes, 6 assistências, 4 roubos de bola e ainda deu uma tocada. Números meio malucos, né?

    Primeiro na história a fazer isso

    E o mais doido de tudo? Hart se tornou o PRIMEIRO jogador da história a conseguir pelo menos 15 rebotes, 6 assistências e 4 roubos em um jogo de playoffs jogando menos de 30 minutos. Cara, isso é de outro mundo.

    O desempenho dele foi fundamental para os Knicks virarem um jogo que tava feio. O Spurs chegou a abrir vantagem dupla no terceiro quarto, mas aí o KAT resolveu acordar (10 dos seus 18 pontos no terceiro período) e o Brunson fechou com chave de ouro no último quarto, anotando 13 dos seus 30 pontos.

    Arsenal levou invertida do nada

    Mas aí que vem o melhor da história. Durante o media day antes do Jogo 2, fizeram uma pergunta sobre futebol pro Hart e o cara simplesmente destruiu o Arsenal. “Arsenal não é humilde. Eles já ganharam uma Champions League alguma vez? Há quanto tempo eles existem? Nunca ganharam isso? Tá. Londres é azul, nunca vermelha. Chelsea que é time.”

    Sinceramente, não esperava essa. O cara tá nas Finais da NBA, faz um jogo histórico e ainda arruma tempo pra zoar um time inglês. Esse é o Josh Hart que a gente conhece e ama (risos).

    E aí, vocês acham que o Hart mantém esse nível no Jogo 2? Porque pelo jeito que ele tá inspirado, capaz de quebrar mais uns recordes por aí. O Jogo 2 rola hoje às 22h30 e promete ser quente.