Cara, EU NÃO ESPERAVA ISSO. O Orlando Magic simplesmente foi lá na casa do Detroit Pistons – primeira cabeça de chave dos playoffs – e mostrou quem manda. 112 a 101. Uma surra que começou no primeiro minuto e não parou mais.
Desde o jump ball inicial, o Magic foi mais físico que o Detroit. Muito mais. 54 pontos no garrafão contra apenas 34 dos Pistons. É isso mesmo que vocês leram: VINTE PONTOS de diferença só pintando área. O Orlando começou acertando tudo – 7 de 10 arremessos, incluindo 3 de 4 do perímetro – enquanto Detroit parecia estar jogando de ressaca.
Paolo mandou o recado pro Cade
Paolo Banchero mostrou por que foi a primeira escolha do draft. 23 pontos, 9 rebotes, e jogando como um veterano. Do outro lado, Cade Cunningham até fez 39 pontos (monstro mesmo), mas ficou praticamente sozinho. Só o Tobias Harris chegou aos dois dígitos além dele, com 17 pontos em 5 de 15 arremessos. Sinceramente? Não dá pra ganhar playoff assim.
O mais impressionante foi a distribuição do Magic. TODOS os cinco titulares fizeram pelo menos 16 pontos. Franz Wagner com 19, e a galera toda contribuindo. Isso é basquete coletivo do jeito que a gente gosta de ver.
Detroit sentiu o peso da expectativa
“Acho que começamos meio enferrujados”, admitiu o técnico J.B. Bickerstaff depois do jogo. Cara, enferrujado é pouco. Tomar 35 pontos no primeiro quarto em casa? Isso não é coisa de time que terminou em primeiro lugar na conferência.
O problema do Detroit foi exatamente o que eu imaginava: falta de pontuação secundária e dificuldade no perímetro. 36,8% de aproveitamento fora do garrafão, apenas 31,3% das bolas de três. O Orlando não precisou nem respeitar os arremessadores de Detroit – resultado? Jalen Duren quase sumiu de quadra com só 8 pontos.
Vocês acham que Detroit consegue se recuperar no jogo 2? A pressão agora é toda em cima deles. O Magic chegou confiante depois de duas vitórias monstruosas seguidas, incluindo aquela classificação dramática contra Charlotte no play-in.
Uma coisa eu tenho que dar o braço a torcer: esse time do Orlando, quando está saudável, é MUITO perigoso. Talvez esteja chegando no momento certo da temporada. E o Detroit? Bom, vai ter que mostrar por que terminou em primeiro se quiser evitar uma zebra histórica.
Jogo 2 é na quarta-feira, ainda em Detroit. A resposta vem aí.

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