Draft 2026: os 22 caras que ainda não sabem se viram pros ou voltam pra faculdade

Gente, vocês sabiam que uma das coisas mais interessantes do Draft da NBA 2026 não são os caras que vão ser escolhidos, mas sim aqueles que ainda tão em dúvida se viram profissionais ou voltam pra NCAA?

É isso mesmo. Só 71 jogadores se declararam candidatos este ano – bem menos que o normal. Desses, 42 receberam convite pro combine em Chicago, aquela peneira monstro onde os caras mostram o que sabem fazer. E agora? Agora é aquela pressão absurda: escuto os empresários e viro pro, ou volto pra faculdade mais um ano?

As decisões mais tensas do combine

Olha, eu acompanho Draft há anos e posso falar: essa decisão é de arrancar os cabelos. Imagina você sendo Dailyn Swain, do Texas. O cara tem 1,98m, envergadura de 2,08m, tá rankeado em 19º lugar… e disse pros repórteres que tá “com os dois pés” na ideia de virar pro. Tanto que nem participou do segundo dia de scrimmages!

Mas aí tem o Morez Johnson Jr., de Michigan, que acabou de ser campeão da NCAA. Cara com 2,06m de altura e absurdos 2,20m de envergadura (+7 centímetros!). E sabe o que ele disse? “Pra ser sincero, nem conversei com meus empresários sobre isso ainda.” Imagina a tensão!

O mais louco é que alguns nomes que todo mundo achava que iam pro Draft simplesmente… não entraram. Thomas Haugh (Florida), Braylon Mullins (UConn), Patrick Ngongba II (Duke) – todos considerados possíveis primeira rodada, mas decidiram nem testar as águas.

O deadline que decide tudo

A parada é a seguinte: esses caras têm até 27 de maio, 23h59, pra decidir. Ou mantêm a elegibilidade universitária, ou partem pro abraço profissional. Sem volta.

Christian Anderson Jr., do Texas Tech, disse que tá “100% investido no Draft”, mas não fechou completamente a porta pra voltar. Cara, eu entendo a pressão. Você tem 20 anos, uma janela que pode não se repetir… mas e se não der certo?

E tem histórias curiosas, como a do alemão Jack Kayil, que nem tava no combine porque tá jogando na Sérvia, mas já bateu o martelo: vai ficar no Draft e tchau, Gonzaga.

Sinceramente, acho que essa geração tá mais cautelosa que as anteriores. Talvez seja pela economia, talvez pelo NIL (Name, Image, Likeness) que permite os caras ganharem uma grana boa ainda na faculdade. Ou talvez eles tão simplesmente sendo mais espertos.

E vocês, o que acham? Se fossem esses jogadores, iam pro Draft ou voltavam pra faculdade? Eu, no lugar do Morez Johnson, acho que testaria. Campeão da NCAA aos 20 anos, com aquela envergadura absurda… mas cada caso é um caso, né?

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